Melo faz movimento para cidades funcionarem de "segunda a segunda”

 Após assumir a Granpal, o prefeito de Porto Alegre quer reduzir restrições



O governador Eduardo Leite (PSDB) e o presidente da Assembleia, Gabriel Souza (MDB), irão nesta quarta-feira, às 17h, no Paço Municipal para encontro com o prefeito Sebastião Melo (MDB). O gesto é resultado de um primeiro movimento recente, em que Melo foi recebido por Leite no Piratini para tentar alinhar as ações de combate à pandemia.

No encontro, Melo, que tomou posse nesta terça-feira na presidência da Granpal, junto com os demais prefeitos que integram a entidade, elaboraram linhas de documento que foi confeccionado nesta tarde para ser entregue a Leite. O texto defende que as cidades “precisam funcionar de segunda a segunda”.

Entre outros pontos reivindicados estão a extinção de limites de horário de funcionamento para atividades essenciais, a possibilidade de abertura aos finais de semana, do comércio e de restaurantes, até às 22h, a liberação de feiras de artesanatos, de academias e de centros esportivos.

A intenção de Melo é a de que o documento pese na decisão do governo gaúcho nas decisões que serão tomadas no próximo decreto do governo, que passará a vale a partir do dia 10. O atual ficará em vigência até a véspera, no dia 9. No encontro com Leite na última semana, Melo foi convidado a participar do comitê de crise, que define as diretrizes dos decretos estaduais. Após consultar os colegas da Granpal, Melo aceitará ser integrante do grupo.

O emedebista, no entanto, solicitará que um técnico da entidade também tenha assento no comitê. Melo é um dos críticos mais ferrenhos do fechamento de atividades e reclama que os prefeitos não são ouvidos na cogestão.

Correio do Povo


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Senado põe na pauta projeto que recria programa de corte de salário e jornada

Novo programa deve alcançar entre 3,8 milhões e 4 milhões de trabalhadores


O Senado decidiu pautar projeto que permite às empresas cortarem até o fim do ano jornada e salário dos funcionários ou suspenderem contratos, nos mesmos moldes do programa adotado em 2020. Como contrapartida, o governo complementaria a renda dos trabalhadores atingidos com o Benefício Emergencial para Preservação do Emprego e da Renda (BEm).

A equipe econômica discute reeditar o programa por meio de medida provisória (MP), mas ainda esbarra no impasse jurídico em torno da abertura de um novo crédito extraordinário, fora do teto de gastos, para bancar a rodada do benefício (leia texto abaixo). O movimento dos senadores pressiona o governo a retomar a medida. Hoje, o presidente Jair Bolsonaro deve se encontrar com empresários em São Paulo. Eles devem reforçar o apelo pela volta do programa para que demissões sejam evitadas.

Como mostrou o Estadão, o novo programa de redução de jornada e salário ou suspensão de contrato deve alcançar entre 3,8 milhões e 4 milhões de trabalhadores. Esse é o número máximo de acordos entre empresas e empregados que podem ser abarcados pelo valor estipulado para bancar a medida, que deve ficar em R$ 9,8 bilhões.

O modelo deve ser o mesmo do ano passado: acordos para redução proporcional de jornada e salário em 25%, 50% ou 70%, ou suspensão total do contrato.

Cobertura

As estimativas são maiores do que as iniciais porque o governo quer garantir cobertura e disponibilidade de recursos em caso de necessidade, uma vez que diversos prefeitos e governadores têm adotado medidas mais rígidas de distanciamento social. O setor de serviços é um dos mais impactados e tem assistido a um aumento de demissões nas últimas semanas, segundo representantes do setor.

O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci, lembra que o presidente Jair Bolsonaro disse em 27 de janeiro que em 15 dias daria uma resposta sobre a reedição do BEm. "O programa é fundamental para nossa sobrevivência. Vivemos um colapso", afirmou.

O senador Esperidião Amin (PP-SC) admitiu que o Senado quer pressionar o governo a tirar do papel uma nova rodada de socorro a empresas em função da pandemia de Covid-19. "Na pior das hipóteses, mutuca tira o boi do mato. Ou seja, uma mosquinha pequena tira um touro do mato", afirmou Amin.

O projeto do Senado obriga a União a retomar os programas executados no ano passado, mas não apresenta impacto financeiro e medidas de compensação no Orçamento deste ano, como exige a Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal. Em 2020, o governo tinha um "cheque em branco" para gastar com medidas de combate à pandemia sem precisar respeitar essas regras por causa do decreto de calamidade. Neste ano, porém, não há regra de calamidade em vigor.

No ano passado, o governo destinou R$ 33,5 bilhões ao programa, que registrou mais de 10 milhões de acordos entre empresas e trabalhadores. O resultado foi considerado bem-sucedido. O Brasil registrou a criação de 95,6 mil postos de trabalho com carteira assinada em 2020 (incluindo declarações feitas fora do prazo).

Calamidade

A votação do projeto expõe uma pressão no Congresso Nacional para editar um novo decreto de calamidade pública, abrindo a porteira para novos gastos com o argumento de conter o avanço do novo coronavírus, em um período de aumento de mortes e falta de vacina para a toda a população. "Se tiver que colocar dinheiro novo, nós vamos ter de rediscutir o decreto de calamidade", disse o senador.

Pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC) emergencial, promulgada no mês passado, um novo período de calamidade só pode ser decretado pelo Congresso a pedido do presidente da República.

A votação do projeto não foi negociada com o Palácio do Planalto. O relator do projeto, Carlos Viana (PSD-MG), vice-líder do governo no Senado, aguarda um levantamento com o impacto financeiro da proposta antes de apresentar o parecer. O governo não enviou representantes para a reunião de líderes partidários que decidiu incluir a proposta na pauta. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), concordou em pautar o projeto, apesar de não haver acordo com o governo.


Agência Estado e Correio do Povo


Paulo Maiurino é o novo diretor-geral da Polícia Federal

O custo do setor público

 Esta peça foi criada há quase dez anos por Maurício Chaulet, a pedido das cervejarias artesanais do Brasil para mostrar ao público o quanto pagam de impostos.

A realidade é a mesma para gasolina, comida, eletricidade, etc... Será que todas as embalagens não deveriam ser assim para conscientizar os brasileiros de quanto nos custa nosso setor público?

Conmebol transfere partida de Grêmio e Independiente Del Valle para sexta-feira

 Partida de ida da terceira fase da Libertadores também trocou de sede e será realizada no Paraguai


A Conmebol transferiu a partida entre Grêmio e Independiente Dell Valle, que ocorreria no Equador nesta quarta-feira, para a sexta-feira, às 19h15min, no estádio Defensores Del Chaco, em Assunção, no Paraguai. O confronto é válido pela ida da terceira fase da Libertadores. 

De acordo com o Tricolor, a delegação gremista, que já estava em Quito, ainda organiza sua ida para o local da partida e irá divulgar o itinerário nos próximos dias.

Segundo o repórter Rafael Pfeiffer, da Rádio Guaíba, a alteração ocorre pois o Grêmio foi impedido pelo governo do Equador de sair para treinar nesta terça-feira em função dos casos de Covid-19 identificados. Por isso, o clube entrou em contato com a entidade sul-americana que acatou o pedido. 



Em publicação, o ministro do governo do Equador, Gabriel Martínez, confirmou a decisão de suspender a partida no país pelos positivados na equipe gremista.



Mais cedo, o departamento médico do clube comunicou dois testes positivos já no Equador: o lateral Vanderson e o goleiro Paulo Victor. Nos últimos dias, o Tricolor enfrenta uma sequência de infecções pelo cororonavírus, que se iniciaram com o zagueiro Paulo Miranda e o preparador físico Reverson Pimentel no final do mês de março.

Nesta segunda, após o clássico Gre-Nal, o técnico Renato Portaluppi recebeu o diagnóstico positivo para a doença e o alerta de novas contaminações foi acionado para identificar possíveis contágios. 

Correio do Povo


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Romildo elogia atitude da Conmebol ao adiar jogo do Grêmio: "Prudente"

 Entidade transferiu partida para sexta-feira, no Paraguai


Prevendo casos de Covid-19, a Conmebol tem um protocolo aprovado previamente com os governos dos países envolvidos na Libertadores. Basicamente, os jogadores que testarem negativo podem atuar, segundo o acordo. Os clubes ficam obrigado a entrar em campo, mesmo que desfalcados. Não foi o que aconteceu no Equador, onde toda a delegação do Grêmio foi proibida de sair do hotel. Por isso, o clube achou positiva a remarcação da partida.

“O Grêmio entende que foi uma atitude extremamente prudente da Conmebol. Primeiro, porque o Grêmio não conseguiu se retirar do hotel para treinar, teve seus horários completamente comprometidos, ficou comprometido o equilíbrio técnico da partida”, afirmou o presidente Romildo Bolzan Júnior. “A Conmebol, não solucionando a questão dos deslocamentos que o time precisava fazer, achou por bem adiar, o que consideramos uma medida muito inteligente e desportiva, no sentido de organizar o equilíbrio da partida”.

Já bastante lotado neste início de temporada, o calendário do Grêmio ficará ainda mais tumultuado agora, porque o jogo contra o Caxias, pelo Gauchão, marcado para sábado, no Centenário, também será reagendado. A Federação Gaúcha de Futebol confirmou que divulgará nova data e horário em breve. Detalhe: é uma partida já remarcada da primeira rodada.

Correio do Povo


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Governo do RS anuncia R$ 4,4 milhões para fiscalização do distanciamento controlado nos municípios

 Ao invés de investir no que realmente importa, o governador colocou o dinheiro dos nossos impostos para garantir que suas medidas autoritárias e inconstitucionais sejam cumpridas. Impedindo, inclusive, quem precisa de trabalhar.

https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/noticia/2021/04/governo-do-rs-anuncia-r-44-milhoes-para-fiscalizacao-do-distanciamento-controlado-nos-municipios-ckn4tr7so003t0198nz3rmoui.html#:~:text=Disposto%20a%20seguir%20flexibilizando%20as,do%20cumprimentos%20das%20normas%20sanit%C3%A1rias.




Fonte: https://www.facebook.com/paginafernandabarth/posts/1131599783929731


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Renda emergencial gaúcha é aprovada na Assembleia

 Ampliado pelos deputados, auxílio contemplará trabalhadores do setor de alimentação, alojamento e eventos



O projeto que prevê uma renda emergencial para setores mais afetados na pandemia foi aprovado, com unanimidade, na Assembleia Legislativa. A proposta prevê um investimento de R$ 107 milhões para repasse de caráter excepcional na forma de subsídio a trabalhadores que perderam emprego e empresas dos setores de alimentação e alojamento e eventos, além das mulheres chefes de família em situação de extrema pobreza. Com a aprovação da proposta, o projeto agora precisa da sanção do governador Eduardo Leite para ser colocado em prática.  

O valor total foi ampliado em R$ 7 milhões, na comparação com a proposta original do Executivo, que era de R$ 100 milhões. O complemento será oriundo do orçamento da Assembleia. 

O pagamento ocorrerá da seguinte forma: serão duas parcelas de R$ 1 mil para empresas do Simples e de R$ 400 para microempreendedores individuais, desempregados e mulheres chefes de família. Além disso, o projeto também contempla o investimento de R$ 30 milhões para projetos de cultura, assistência social e esporte. 

A iniciativa é fruto de intensa articulação da Assembleia Legislativa e governo. Um exemplo é o fato de a proposta abranger, parcialmente, dois projetos de deputados apresentados há um ano para auxiliar as famílias mais vulneráveis durante a pandemia. As iniciativas eram de Valdeci Oliveira (PT) e Luciana Genro (PSol). 

Em fala, o deputado Frederico Antunes (PP), líder do governo, agradeceu a condução do presidente da Assembleia, Gabriel Souza (MDB), da emenda que possibilitou a inserção do setor de eventos. “O senhor tem sido um verdadeiro magistrado”, elogiou. Relembrando ainda o repasse, articulado pelo líder do lesgilativo, de R$ 90 milhões para hospitais. 

Discussão

Durante a discussão do projeto, que durou cerca de três horas, em tom crítico, deputados afirmaram que embora tenha mérito, os valores não eram o suficiente. “Quero registrar que embora muito importante, essa iniciativa é insuficiente”, afirmou a deputada Luciana Genro (PSol). “Um programa faz de conta que o governo apresentou para entrar no hall daqueles que fizeram algo”, completou o deputado Fernando Mainardi (PT). Mainardi também fez críticas quanto ao auxílio às empresas, segundo o deputado, é preciso medidas efetivas, como a criação de crédito às pequenas empresas. 

Em defesa do projeto original e da emenda apresentada pelo governo, Antunes lembrou que a proposta foi uma demanda que partiu do Legislativo e foi ouvida pelo Executivo que “priorizou o que foi possível”. Ele ainda reforçou que o Estado possui uma dívida altíssima. “Não podemos abrir mão do que está sendo colocado como complementar”, afirmou, fazendo referência ao auxílio dado pelo governo federal.

Emendas buscavam maior alcance 

Além da emenda apresentada pelo líder do governo foram apresentadas mais sete emendas ao projeto. Com a articulação do governo, as seis emendas de autoria da bancada do PT e a do deputado Giuseppe Riesgo (Novo) foram prejudicadas. 

Entre as propostas apresentadas pelo deputado Pepe Vargas estava a que inseriram as famílias cadastrada no CadÚnico em situação de extrema pobreza para também receber o auxílio e que previa o pagamento do auxílio para trabalhadores anônimos dos ramos de alimentos, bebidas, eventos, hotéis, bares e restaurantes. “Uma forma de melhorar aquilo que o projeto apresentou”, disse o deputado Edegar Pretto (PT). 

Com objetivo de proporcionar maior fôlego às empresas, a emenda da bancada do Novo previa o adiamento dos pagamentos de ICMS e IPVA, em 150 dias, das empresas do setor, além de possibilitar que, durante período de calamidade pública, fique suspensa a inscrição das empresas devedoras em cadastros de restrição de crédito. 

Apesar de as emendas não terem sido aprovadas, o deputado Valdeci Oliveira (PT) pediu para que assunto voltasse a ser discutido dentro da Casa para que novos projetos possam surgir. 

Sobre a possível falta de recursos do Estado, Riesgo citou a majoração de alíquotas do ICMS, aprovada no ano anterior, com a justificativa da compra de vacinas caso necessário. A deputada Luciana Genro ainda falou no valor atual que consta no fundo de reaparelhamento do judiciário. 

Correio do Povo


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Governador projeta liberar auxílio emergencial entre 30 e 45 dias

 Leite destacou articulação com AL-RS e esforço do Piratini para entregar ajuda na pandemia



O governador Eduardo Leite projetou liberar os recursos do auxílio emergencial gaúcho nos próximos 30 a 45 dias. A manifestação foi feita em pronunciamento no qual agradeceu à Assembleia Legislativa por aprovar de maneira unânime o projeto de lei que cria o benefício, com o objetivo de mitigar os efeitos da crise da Covid-19.

“A nossa missão é o mais rápido possível, num prazo de no máximo entre 30 e 45 dias, fazer chegar esse recurso para as pessoas que mais sofrem as consequências das restrições que acabam se impondo em função da situação do coronavírus", avaliou Leite. São os setores de eventos, alojamento e alimentação, em que a essência da atividade é a aglomeração", acrescentou o governador.

Ele salientou que as dimensões do programa só foram possíveis e, ao mesmo tempo tem limitações, pelo ajustes e reformas efetuados nos últimos meses. "O governo do Rio Grande do Sul está fazendo esse enorme esforço que, graças a todos os ajustes que fizemos e a todas as reformas que ajudaram a equilibrar nossas contas, o Estado não apenas honra seus compromissos, como agora pode dar esse passo para colocar mais de R$ 100 milhões do seu orçamento para esse auxílio emergencial”, afirmou.

O valor total foi ampliado em R$ 7 milhões, na comparação com a proposta original do Executivo, que era de R$ 100 milhões. O complemento será oriundo do orçamento da Assembleia. 

O pagamento ocorrerá da seguinte forma: serão duas parcelas de R$ 1 mil para empresas do Simples e de R$ 400 para microempreendedores individuais, desempregados e mulheres chefes de família. Além disso, o projeto também contempla o investimento de R$ 30 milhões para projetos de cultura, assistência social e esporte.

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Sol aparece entre nuvens em quarta-feira de calor no RS

 Máximas chegam a 30ºC, mas chance de chuva é remota



O sol aparece entre nuvens no Rio Grande do Sul nesta quarta-feira. A chance de chuva é remota e, se ocorrer, será isolada na metade Norte, por conta do calor.

De acordo com a MetSul Meteorologia, uma massa de ar quente atua sobre o Estado, trazendo calor acima da média de abril. O dia começa com temperaturas agradáveis, mas a presença de sol aquece rapidamente e a tarde deve ter máximas perto dos 30°C.

Em Porto Alegre, sol aparece entre nuvens. A mínima será de 18°C, e a máxima fica na casa dos 30°C.

Mínimas e máximas no RS

Torres 18°C / 27°C
Caxias do Sul 14°C / 27°C
Erechim 15°C / 28°C
Cruz Alta 18°C / 30°C
Passo Fundo 16°C / 28°C
Vacaria 12°C / 24°C

MetSul Meteorologia e Correio do Povo


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