Combate ao trafico: bens do crime leiloados renderam R$ 141 milhões em 2020

 Segundo a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), a média de arrecadação saltou de R$ 37 milhões ao ano para R$ 92 milhões em 2019 e, agora, R$ 141 milhões em 2020.

O valor recorde é fruto do trabalho do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que aplicou o montante no fortalecimento da Segurança Pública do país e em políticas de prevenção às drogas.





Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=3749535398470272&id=198620036895177

Dólar sobe 4,4% na semana com risco fiscal e fecha sexta-feira aos R$ 5,41

 Bolsa tem máxima histórica, terminando em alta de 2,20%, a 125.076,63 pontos



O real, assim como terminou 2020, começou 2021 como uma das moedas com pior desempenho ante o dólar, considerando as 34 divisas mais líquidas. A moeda americana acumulou alta de 4,4% na primeira semana do ano, a quarta consecutiva de valorização. O risco fiscal em alta no Brasil voltou a incomodar os investidores e, nos últimos dias, a divisa dos Estados Unidos passou também a ganhar força internacionalmente, em um movimento de correção estimulado pelas altas dos juros dos Treasuries americanos, com a visão de que a economia norte-americana pode crescer mais no governo de Joe Biden, gerando mais inflação e fim das compras de ativos pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).

Nesse ambiente, o dólar encerra a semana no Brasil no maior nível desde novembro. No fechamento desta sexta subiu 0,32%, aos R$ 5,4165. No mercado futuro, o dólar para fevereiro subiu 0,18%, a R$ 5,4245.

"Vimos nos últimos meses uma sequência de procrastinação, com o Executivo e o Legislativo empurrando com a barriga decisões fiscais importantes", avalia o gestor da Kairós Capital, Fabiano Godoi, citando a dificuldade de avançar com vários temas da agenda, incluindo o Orçamento de 2021. Com a eleição para os comandos da Câmara e do Senado, Godoi acredita que o governo terá o Orçamento aprovado só em março.

"O reflexo nos mercados é a piora da percepção fiscal do País", destaca o gestor da Kairós, em live da Ohmresearch, citando que o efeito maior tem sido no câmbio e nos juros futuros. "O real está extremamente desvalorizado em relação a outros emergentes, tem uma grande distorção em relação aos pares."

"É crescente a percepção que o teto de gastos pode não ser cumprido", disse o colaborador da Ohmresearch e ex-chefe do Departamento de Operações do Mercado Aberto do Banco Central, Sergio Goldenstein, na mesma live. "O risco de populismo fiscal subiu", disse ele, citando que persiste a possibilidade de extensão do auxílio emergencial. "O panorama fiscal de curto prazo é bastante grave."

O reflexo é a piora do câmbio e a maior inclinação da curva de juros. Há ainda, ressalta Goldenstein, a questão da vacinação, que está mais lenta no Brasil que outros mercados, outro ponto a incomodar os investidores.

No mercado internacional, o DXY, que mede o comportamento do dólar ante divisas fortes, voltou a operar nesta sexta acima dos 90 pontos, no maior nível desde 29 de dezembro. Os estrategistas do JPMorgan avaliam que o Congresso nas mãos dos democratas dá algum respiro para o dólar, após a divisa testar os menores valores no final de 2020 desde 2018. Ainda é cedo para falar se será o fim da tendência de enfraquecimento da moeda americana, destacam nesta sexta-feira, mas a perspectiva de maior crescimento econômico e inflação mais alta nos EUA pode levar a novo fortalecimento da moeda americana.

Bolsa

Mesmo com desempenho mais moderado em Nova Iorque, com sinais mais fracos sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos e alguma tensão sobre os últimos dias de poder de Donald Trump, o Ibovespa atingiu a marca de 125 mil pontos nesta sexta-feira, após ter saído de 119 mil para alcançar pela primeira vez o nível de 122 mil na sessão anterior. A ascensão sem escalas nesta primeira semana do ano por terreno não mapeado, enquanto dólar, juros e CDS continuam a refletir cautela quanto à situação fiscal doméstica, coloca em jogo a extensão do rali iniciado em novembro com o retorno do investidor estrangeiro à B3. A liquidez global continua a ser o mote para levar adiante o Ibovespa, adiando realização de lucros mesmo nos dias menos azuis.

Nesta sexta-feira, o índice emendou o segundo fechamento em nível recorde, distanciando-se da marca de 119,5 mil pontos que vigorou entre 23 de janeiro passado e a quarta-feira.

O giro financeiro chegou nesta sexta a R$ 46,3 bilhões, após ter se mantido na também elevada casa de R$ 43 bilhões nas duas sessões anteriores.

Na semana, o Ibovespa acumula ganho de 5,09%, tendo fechado nesta sexta em alta de 2,20%, a 125.076,63 pontos. No melhor momento, às 17h10, estabeleceu novo pico intradia acima de 125 mil, aos 125.323,53 pontos, em alta de 2,40%, saindo de mínima na sessão a 122.385,76 pontos. Assim, o índice emendou também o segundo avanço semanal, obtendo seu melhor desempenho desde a semana encerrada em 6 de novembro (7,42%).

Na hora final, os três índices de Nova Iorque voltavam a esboçar direção única, positiva, após terem se mantido mistos na maior parte do dia. Nos EUA, Joe Biden, disse no fim da tarde que a decepcionante leitura dos mais recentes dados sobre vagas de trabalho no país, divulgados pela manhã, "mostra que precisamos prover ainda mais alívio fiscal, urgente". Ele afirmou também que o pacote fiscal inteiro "estará na soma de trilhões de dólares" - sem mais detalhes, devendo sair na próxima semana.

Com a melhora em Nova Iorque, e ganhos de 3% nas cotações da commodity, Petrobras PN (+0,39%) e ON (-0,19%) chegaram a ensaiar reação conjunta, enquanto as ações de siderúrgicas reduziam perdas e uma pequena parte das de bancos passou a subir (BB ON +0,58% no fechamento), conferindo ainda mais dinamismo para o Ibovespa na reta de chegada da sessão. Assim, às 16h55, o Ibovespa tocou pela primeira vez a marca de 125 mil, a 125.002,16, e a largou às 17h46, mas conseguiu recuperá-la nos ajustes finais.

Nem o dia majoritariamente negativo para carros-chefes como Vale ON (-0,31%), bancos (Bradesco PN -0,86%, Santander -1,06%) e na maior parte de siderurgia (CSN +0,60%, Gerdau PN -1,49%) impediu o Ibovespa de alcançar novas altitudes ao longo da sessão. O destaque foram as ações de utilities, defensivas, com Cemig em alta de 6,87% e Eletrobras ON, de 3,16%, bem como as do setor de saúde, na ponta do Ibovespa, com Intermédica em salto de 26,59% e Hapvida, de 17,68%, impulsionadas por proposta de combinação de negócios entre as empresas, apresentada pela segunda. A Hapvida passaria a deter 53,1% da nova companhia e a Notre Dame Intermédica, 46,9%, com a fusão.

"O mercado está inundado de liquidez e a disponibilidade de vacinas dá mais previsibilidade para a retomada, o que tem se refletido na demanda global por todo tipo de ativo, seja petróleo, minério, ações e mesmo bitcoins", diz Romero Oliveira, especialista em renda variável da Valor Investimentos. "Na B3, tivemos esta recuperação puxada por commodities e bancos, mas ainda há oportunidades em setores que ficaram de fora deste movimento recente, como o de varejo", acrescenta.

"Em um mundo com tanta liquidez, houve mesmo este evento atípico - uma invasão que deixou mortos no Congresso americano - sem causar efeito nos mercados. Realização alguma está ocorrendo", conclui Oliveira. "O céu azul lá fora nos deu algum tempo para iniciar a arrumação da casa por aqui, o que dependerá do controle de gastos para que o fiscal se reequilibre", acrescenta o especialista, chamando atenção para a eleição das presidências da Câmara e do Senado, em fevereiro, como fator que será acompanhado de perto pelo mercado, em busca de sinais sobre o caminho.

Juros

A pressão fiscal doméstica se juntou, nos minutos finais do pregão regular, à chance de os estímulos americanos serem menores do que o precificado pelo mercado, embora Joe Biden tenha dito o contrário, levando a um movimento de alta dos juros futuros nesta sexta-feira. Assim, a curva ganhou inclinação em relação ao encerramento da semana passada, com o diferencial entre os contratos de janeiro 2022 e 2027 passando de 355 pontos no dia 30 a 390 pontos nesta sexta-feira.

A taxa do Depósito Interfinanceiro (DI) de janeiro de 2022 passou de 3,035% na quinta-feira a 3,125% nesta sexta (regular) e 3,135% (estendida). O janeiro 2023 foi de 4,621% a 4,680% (regular) e 4,675%(estendida). O janeiro 2025 avançou de 6,184% a 6,260% (regular) e 6,230% (estendida). E o janeiro 2027 subiu de 6,963% a 7,030% (regular) e 7,010% (estendida).

As exibidas no fechamento destoaram do movimento da manhã no mercado de juros, acompanhando o dólar e a produção industrial levemente inferior ao consenso. Mas o movimento não se sustentou, em meio ao noticiário político local e externo.

Primeiro, no fim da manhã, o candidato à Presidência da Câmara Baleia Rossi (MDB-SP), apoiado por Rodrigo Maia (DEM-RJ), elogiou a votação rápida do auxílio emergencial no ano passado. Foi uma fala protocolar, típica de quem está em campanha. Só que os investidores não gostaram do tom, pois esperavam, nas palavras de um profissional do mercado, uma "mensagem mais dura" no compromisso fiscal.

Essa mensagem até veio, horas depois, pelo Twitter. "Quero reforçar o que disse no lançamento de minha candidatura: temos que olhar nossa pauta com responsabilidade fiscal. A pandemia ainda não acabou. Qualquer discussão sobre o auxílio emergencial passa, necessariamente, pelo cuidado com as contas públicas", escreveu o deputado. Os juros até passaram por um movimento de correção pontual, mas, como pontuou o operador antes mencionado, "o estrago já foi feito".

Mas o impasse político com temas fiscais não ficou restrito ao Brasil nesta sexta. O senador democrata Joe Manchin se posicionou contra a ampliação do auxílio financeiro individual nos Estados Unidos, mostrando que mais estímulos ainda não são consenso no partido que agora comandará Senado e Câmara.

Minutos depois, o presidente americano eleito contemporizou e argumentou que os números do payroll nesta sexta cedo mostram que é necessária mais ajuda fiscal no país. Mais uma vez, o mercado ficou refém da "gangorra" dos headlines políticos.

Há de se pontuar ainda que houve abertura das taxas de juros nos Estados Unidos nesta semana, em meio à aposta de crescimento e inflação mais forte no médio prazo. O juro da T-note de 10 anos voltou ao nível de 1%, o que não ocorria desde março.

Para a semana que vem, além da política, o mercado vai monitorar, internamente, os números do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de dezembro e de 2020 (terça-feira) e os resultados de novembro do setor de serviços (quarta-feira) e varejo (sexta-feira). No exterior, a semana traz os dados da balança comercial da China (sem data definida) e a inflação ao consumidor nos EUA (quarta-feira).


Agência Estado e Correio do Povo

Fim de semana será de muito calor no RS

 Máximas chegam perto dos 40°C já neste sábado



Uma massa de ar muito quente cobre o Rio Grande do Sul e o fim de semana será de muito calor no Estado. O sol predomina, e já no sábado os termômetros se aproximam dos 40°C, com o abafamento se intensificando ainda mais no domingo.

De acordo com a MetSul Meteorologia, o dia será de forte calor especialmente nos vales e região metropolitana. Por conta das temperaturas elevadas, pode haver chuva de verão isolada na metade Norte.

Em Porto Alegre, sol predomina. A mínima na Capital deve ser de 20°C, e a máxima chega aos 38°C.

Mínimas e máximas no RS

Vacaria 14°C / 30°C
Erechim 18°C / 32°C
Santa Rosa 20°C / 34°C
Caxias do Sul 17°C / 33°C
Capão da Canoa 21°C / 32°C
Pelotas 21°C / 32°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Número de documentos perdidos cai 47% com pandemia em 2020

 Agências receberam cerca de 90 mil papéis, contra média de 170 mil anual



O número de documentos perdidos e extraviados nas ruas brasileiras caiu 47% em 2020, revelou levantamento divulgado pelos Correios. Segundo a empresa, que mantém há mais de 30 anos o serviço Achados e Perdidos, as agências receberam pouco mais de 90 mil documentos no ano passado, bastante abaixo da média histórica de 170 mil por ano.

A diferença, informaram os Correios, deve-se à pandemia do novo coronavírus, que reduziu a circulação de pessoas pelas ruas desde março do ano passado. Os documentos perdidos ou extraviados encontrados por transeuntes ou por serviços de limpeza ficam guardados nas unidades dos Correios por 60 dias corridos. Caso não sejam pegos pelos donos, são devolvidos aos órgãos emissores.

Para facilitar a busca, o site dos Correios permite verificar se o documento perdido foi encontrado e em qual agência pode ser retirado. Os documentos encontrados podem ser entregues em qualquer unidade dos Correios ou depositados em caixas de coleta de correspondências. Uma vez recebidos, eles são acondicionados em envelopes e guardados.

Para recuperar o documento perdido, o cidadão deve apresentar outro que comprove a titularidade e pagar a tarifa de R$ 5,95. Pertences sob a guarda dos Correios só poderão ser entregues aos proprietários ou seus representantes legais, devidamente reconhecidos. Caso seja constatado que o documento perdido esteja numa cidade diferente da qual o proprietário se encontra, é possível pedir o envio a uma agência mais próxima.


R7 e Correio do Povo

Novo Hamburgo e Taquara voltam para bandeira vermelha em mapa preliminar do Distanciamento Controlado

 36ª RODADA | 95,8% da população gaúcha está sob alto risco de contaminação e, principalmente, esgotamento de leitos.

Mourão recebe alta médica e retornará atividades na semana que vem

 Vice-presidente estava em isolamento no Palácio do Jaburu desde o dia 27 de dezembro quando testou positivo para Covid-19



Isolado desde o seu diagnosticado positivo para a Covid-19, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, recebeu nesta sexta-feira, alta médica e retornará ao expediente normal a partir da semana que vem. A informação foi divulgada em nota pela assessoria da Vice-Presidência.

"O Vice-Presidente da República, Hamilton Mourão, diagnosticado com Covid-19, recebeu alta médica nesta data, retornando às atividades normais na próxima segunda-feira, 11", informou a nota.

Mourão estava em isolamento no Palácio do Jaburu desde o dia 27 de dezembro quando testou positivo para o vírus.

Na terça-feira, a assessoria já havia relatado que o vice-presidente estava bem, com "resultados normais" em seus exames e seguindo com um programa de exercícios respiratórios, orientados por uma fisioterapeuta.

O tratamento de Mourão incluiu ainda os medicamentos hidroxicloroquina, Annita, azitromicina e remédios para dor e febre, de acordo com informações da assessoria.

O diagnóstico positivo do vice-presidente para o vírus no fim do ano se somou à lista de demais autoridades do primeiro escalão do governo que também foram infectadas.

Além do presidente Jair Bolsonaro, que contraiu a doença em julho, 14 ministros também tiveram a Covid-19.


Agência Estado e Correio do Povo

Estiagem preocupa produtores rurais do Vale do Rio Pardo

 Perdas podem ser maiores que da safra passada se as chuvas não voltarem até janeiro



Os produtores rurais do Vale do Rio Pardo temem sofrer perdas maiores que as da safra passada caso as  chuvas não voltem ao padrão normal ainda em janeiro. O alerta sobre os prejuízos causados pela estiagem ao agronegócio e a falta de água para o consumo humano já foi levado por entidades do setor a lideranças políticas da região e ao secretário da Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Fernando Schwanke.

As chuvas nas últimas semanas foram irregulares em toda a região e, onde ocorreram, tiveram  baixa intensidade. Isso prejudicou o plantio e o desenvolvimento das principais culturas agrícolas, especialmente a soja e o milho, além das pastagens.

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária Gaúcha, deputado estadual Edson Brum, entende que os relatos dos produtores evidenciam a gravidade da situação enfrentada pelos agricultores e ressalta que eles “já amargam prejuízos significativos”.

Para Brum,  falta ao Rio Grande do Sul uma política contínua para tratar o problema de forma preventiva. “Precisamos derrubar as barreiras que impossibilitam a implantação de programas de irrigação no Estado e buscar recursos que as viabilizem”, aponta. “Em 2020, conseguimos R$ 55 milhões para a perfuração de poços artesianos e abertura de açudes, mas esbarramos na burocracia e até agora as obras não iniciaram em grande parte dos municípios. Isso é inaceitável”, complementa.

Brum observou  que a análise da Emater que indica que chuvas recentes favoreceram lavouras de soja e milho em zonas do Noroeste  não se aplica às regiões Central, Carbonífera, Costa Doce e Vales do Rio Pardo e Taquari. Ontem havia áreas pedregosas do fundo do rio Pardo visíveis.


Correio do Povo


Mapa preliminar deixa duas regiões em bandeira laranja e 19 em vermelha


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Proposta de cogestão regional libera eventos e flexibiliza horário para bares e restaurantes

 Documento será assinado neste sábado pelos prefeitos de Porto Alegre, Alvorada, Viamão, Cachoeirinha, Gravataí e Glorinha



Após o primeiro decreto de sua gestão no combate à Covid-19 na segunda-feira, o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, promoverá novas medidas de flexibilização para as atividades da cidade. Neste sábado, às 11h30min, as prefeituras da R10 do Modelo de Distanciamento Controlado assinam um plano de cogestão regional que prevê horário ilimitado de funcionamento para bares, restaurantes, shoppings e lojas comerciais e permite a realização de eventos em "uma forma geral". 

A proposta também altera as restrições para as atividades em áreas comuns de condomínios e clubes sociais. Agora, será possível ocupar estes locais para lazer, como o uso de piscinas, churrasqueiras e academias. O distanciamento observado deverá ser de no mínimo 4 metros.  

O documento foi elaborado pelo Comitê para o Enfrentamento à Covid-19 (CE-Covid) e será assinado também por gestores de Alvorada, Viamão, Cachoeirinha, Gravataí e Glorinha, municípios que integram a R10.

Hoje, a região está na bandeira vermelha no modelo de Distanciamento Controlado, com a validação da proposta, pode se utilizar de regras da bandeira anterior. A partir das assinaturas, o documento passa a valer já neste domingo e não depende de um "aval" do governo do Estado. 

O secretário extraordinário de Enfrentamento à Covid-19, Renato Ramalho, garantiu que a prefeitura irá reforçar os protocolos sanitários e a fiscalização. Na avaliação do Executivo, as aglomerações são os principais focos de transmissão do vírus. “Vamos flexibilizar, mas com muita responsabilidade. A fiscalização municipal será reforçada. Empresários e comerciantes têm que fazer a sua parte para evitar aglomerações, respeitar o distanciamento entre os clientes e as cuidados de higiene, sob pena de termos que adotar novamente medidas restritivas”, completou ele, que não especificou a forma como se dará o aumento na fiscalização.

Alterações em relação ao decreto anterior:

Missas e cultos
Agora: máx. 30 pessoas ou 20% do público
Como fica: 30% do público

Restaurantes, bares, lanchonetes, inclusive em shoppings:
Agora: ingresso até as 22h, com encerramento às 23h / 40% 50% lotação
Como fica: sem restrição de horário / 50% lotação

Comércio essencial de rua (farmácias, supermercados etc.)
Agora: sem limite de ocupação / 50% de trabalhadores
Como fica: sem limite de ocupação / 75% de trabalhadores

Comércio não essencial de rua (vestuários, eletrônicos, móveis etc.)
Agora: 50% dos trabalhadores / ingresso até 22h, encerramento 23h
Como fica: 50% dos trabalhadores / sem restrição de horário

Shoppings - Comércio não essencial
Agora: ingresso até 22, encerramento 23h / 50% trabalhadores / 50% ocupação
Como fica: sem restrição de horário / 50% trabalhadores / 50% ocupação

Shoppings - Comércio essencial
Agora: sem restrição de dia e horário / 50% trabalhadores / sem restrição de lotação
Como fica: não muda

Bancos e lotéricas
Agora: 50% trabalhadores
Como fica: 75% trabalhadores

Condomínio
Agora: fechamento das áreas comuns (piscinas, salão de festa, churrasqueira etc) / academia com atendimento individualizado
Como fica: permite áreas comuns / distanciamento 4m / academia 10m2

Serviços de forma geral (imobiliárias, salões de beleza, lavanderia etc)
Agora: 25% trabalhadores
Como fica: 50% trabalhadores
Obs1: Advocacia e contabilidade: 75% dos trabalhadores
Obs2: Continua sendo, preferencialmente, teletrabalho

Clubes sociais
Agora: abertos para atividades físicas para manutenção de saúde / fechado para lazer / fechamento das áreas comuns / 25% trabalhadores / 25% lotação
Como fica: aberto para lazer / abertas áreas comuns (piscina, academia etc), com distanciamento de 10m2 / 50% trabalhadores / 50% lotação

Piscinas em geral
Agora: apenas em clubes sociais e para atividade de saúde
Como fica: autorizadas de uma forma geral, com ocupação de 1 pessoa a cada 10m2

Academias
Agora: 16 m2 / 25% trabalhadores / 25% lotação
Como fica: 1 pessoa a cada 10m2 / 50% trabalhadores

Eventos
Agora: corporativos, sociais e entretenimento = fechados / teatros, espetáculos etc = apenas ambiente aberto
Como fica: permitidos de uma forma geral / ambiente aberto ou fechado / com limites que variam de 70 a 2500

 

Correio do Povo


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