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A loja funciona de quarta a  domingo a partir das 10 horas.

Cauda de escultura de baleia evita acidente com vagão de metrô na Holanda

 Condutor do trem, que era a única pessoa a bordo, saiu ileso no acidente



Um vagão do metrô holandês foi salvo nesta segunda-feira (2) de um grave acidente, descarrilhou e foi finalmente parado, pouco antes de cair na água, pela cauda de uma escultura de baleia. O condutor do trem, que era a única pessoa a bordo, saiu ileso no acidente, ocorrido pouco depois da meia-noite em Spijkenisse, próximo à cidade portuária de Rotterdam, na Holanda.

A frente do metrô permaneceu sustentada pela escultura a uma altura de 10 metros, acima da água. Curiosamente, a escultura é chamada de "Salvo pela cauda da baleia". "O metrô descarrilou e acabou no monumento chamado 'Salvo pela cauda da baleia'. Literalmente, foi isso que aconteceu", contou Carly Gorter, da Autoridade de Segurança Regional de Rijnmond.

"É inacreditável. O motorista foi salvo pela cauda da baleia", acrescentou. Os motivos do incidente estão sendo investigados.

As esculturas de duas baleias, que submersas na água deixam a cauda no ar, foram construídas há cerca de 20 anos, em um parque localizado sob a pista aérea do metrô. Uma delas foi o que parou e salvou o vagão do metrô e seu motorista.


AFP e Correio do Povo

Kellie Matteson, atriz

 






Kellie Matteson é conhecida por seu trabalho em GI Joe: The Rise of Cobra (2009), Odd Thomas (2013) e The Devil's Candy (2015). Veja a biografia completa »


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Congresso peruano submeterá presidente a novo julgamento de destituição

 Presidente Martín Vizcarra fará a sua defesa perante o plenário na semana que vem



O Congresso peruano aprovou nesta segunda-feira submeter novamente o presidente Martín Vizcarra a um novo julgamento de destituição por suposta "incapacidade moral". Agora, o presidete terá que comparecer perante o plenário no dia 9 de novembro para se defender.

"Foi admitida a moção de vacância da presidência da República", disse o primeiro vice-presidente do Congresso, Luis Valdez. O julgamento foi aprovado por 60 votos a favor, 40 contra e 18 abstenções. Doze dos 130 congressistas estavam ausentes ou licenciados.

A nova moção de vacância foi apresentada em 20 de outubro pelo partido União pelo Peru (UPP), sob a causa de permanente incapacidade moral. O partido se baseia em declarações de vários empresários à Procuradoria de que teriam pago propina a Vizcarra em troca de contratos de obras públicas quando o presidente era governador da região de Moquegua, ao sul de Lima, em 2014.

Vizcarra já superou em 18 de setembro uma moção de destituição no Congresso, acusado de mentir a duas assessoras em uma investigação sobre contratos com um cantor. O Congresso não reuniu os votos suficientes para tirá-lo do poder.

"Não há uma prova das acusações. Um processo de vacância desestabiliza o país. Estou certo de que o Congresso não vai cair no jogo de um grupo político que busca o caos", disse Vizcarra à imprensa. "É um pouco anedótico porque estão se acostumando a fazer uma vacância por mês, não no Parlamento em seu conjunto, mas um grupo político", acrescentou.

Para que a moção de vacância fosse admitida em debate eram necessários 52 dos 130 votos do plenário do Congresso. Uma vez superada esta fase, o Congresso precisa de dois terços dos votos, ou seja, 87 congressistas a favor da moção, para retirar o presidente do cargo.

O presidente terá que se apresentar ou enviar seu advogado ao Congresso na próxima segunda-feira às 10h locais (12h de Brasília) para se defender. A corrupção é uma das grandes mazelas no Peru, onde quatro presidentes foram atingidos pelo escândalo de propinas e pagamentos ilegais a campanhas por parte da empreiteira brasileira Odebrecht.


AFP e Correio do Povo

Antiquário - Diversas relíquias à venda

 





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Equipe de TV é agredida em praia de Florianópolis

 Reportagem abordava aglomeração e desrespeitos às regras sanitárias no combate à Covid-19


Uma equipe de repórteres da NSC TV, afiliada da Rede Globo em Santa Catarina, foi agredida nesta segunda-feira na praia do Campeche, em Florianópolis, quando fazia reportagem sobre aglomeração e desrespeitos às regras sanitárias de combate à Covid-19.

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) classificou a agressão como "atitude covarde, autoritária, intolerante e que demonstra falta de compreensão do papel dos jornalistas na sociedade.

Agência Estado e Correio do Povo

Bolsas, big techs, impactos para o Brasil: o essencial sobre a eleição Trump vs. Biden

 

É volta de feriado na bolsa no Brasil, dia de eleição presidencial nos EUA. Joe Biden está à frente nas pesquisas, mas o sistema eleitoral americano faz a disputa ser muito mais apertada do que parece. A Desperta traz os destaques da eleição para os negócios brasileiros, as empresas de tecnologia e a bolsa. Boa leitura.

Comício de Donald Trump em último dia de campanha: o dia D nesta terça-feira | Tom Brenner/Reuters
 
1 - DECISÃO HISTÓRICA 

Nunca na história americana houve uma eleição como a desta terça-feira. A disputa presidencial dos Estados Unidos acontece oficialmente hoje, embora 97 milhões já tenham votado. De um lado, o presidente Donald Trump, do outro, o democrata Joe Biden, ex-vice de Barack Obama. Com dois terços dos que já votaram tendo enviado votos pelo correio, o resultado pode demorar dias ou até semanas. Um dos questionamentos é a chance de que Trump declare vitória já na noite de hoje, mesmo sem a apuração encerrada. Essa incerteza, combinada com a polarização da política do país e as acusações de fraude, pode se traduzir em confrontos violentos nas ruas. Modelos estatísticos indicam que Biden tem maiores probabilidades de vencer, estando pouco à frente nos estados decisivos. O site FiveThirtyEight calcula que, para Trump vencer, as pesquisas precisam errar mais do que em 2016. Leia mais


2 - O RUMO DA BOLSA

Investidores em todo o mundo aguardam o desfecho das eleições americanas para reposicionar seus portfólios. A avaliação consensual de última hora aponta que uma vitória do democrata Joe Biden por ampla margem poderá desencadear uma valorização das ações no curto prazo, diante da expectativa de aprovação de um novo pacote de estímulos à economia. Isso caso os republicanos mantenham o controle do Senado. Em caso de "onda azul" (com os democratas tendo controle do Senado e da Câmara), as ações podem recuar 5% até o fim do ano, segundo estrategistas do Morgan Stanley. A expectativa nesse caso seria de uma aprovação de aumento de impostos sobre as empresas. Já vitória de Trump valorizaria o S&P500 em 14%. Há ainda outros desfechos na mesa. Leia mais sobre as projeções para os mercados


3 - O QUE MUDA NAS BIG TECHS?

Entre as discussões sobre saúde, o novo coronavírus, economia e algumas farpas trocadas nos debates, um assunto diferencia pouco Joe Biden de Donald Trump: são seus posicionamentos sobre as big techs, as gigantes americanas da área de tecnologia. Com Trump, há um embate sobre a regulação de conteúdo e acusações de que as plataformas têm preconceito contra conservadores. Mas a visão de Biden também é crítica ao poder de mercado das big techs, com possíveis ações mais rígidas de regulação. O próprio comitê antitruste que acusou as gigantes de monopólio nas últimas semanas foi criado pelos democratas. Ainda assim, pesquisa com os funcionários e executivos das gigantes do Vale do Silício mostram que as contribuições para a campanha de Biden foram 20 vezes maiores. Leia mais.


4 - E O BRASIL?

O Brasil também está com o seu futuro em jogo hoje. A vitória de qualquer um dos candidatos pode significar turbulências e perdas para os negócios brasileiros. Enquanto o presidente Jair Bolsonaro tem cedido aos interesses dos americanos nas relações comerciais com Donald Trump, Joe Biden ameaçou o Brasil com sanções caso o país não proteja a Amazônia. Um exemplo de política do Brasil sob Trump, questionada por empresários brasileiros, foi a decisão de estender medida que zero o imposto sobre etanol americano, contrária ao desejo da bancada ruralista e de associações do setor. Já o futuro da relação dos EUA com a China pode ter algum impacto positivo nas exportações nacionais. China e EUA são respectivamente primeiro e segundo maior parceiro comercial do Brasil. Leia mais
 
Confira os outros destaques da eleição americana:

Na expectativa pelas eleições, as bolsas na Europa e na Ásia registraram alta na madrugada desta terça-feira. Na agenda de hoje para o Brasil, são esperados os balanços de Itaú e TIM. Veja o que está no radar

Começa a funcionar nesta terça-feira o PIX, o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central. Por ora, é só para alguns clientes das mais de 700 instituições cadastradas. Veja como vai funcionar.

A Ânima informou que assinou o contrato de compra de todos os ativos brasileiros da Laureate, por 4,4 bilhões de reais.

Como já informado, a Ser, que encerrou a disputa pela Laureate, receberá 180 milhões de reais em multa da Ânima por não ter consumado a compra. 

Ao menos quatro pessoas morreram em um atentado no centro de Viena, na Áustria. O governo austríaco afirma que o responsável, que também foi morto, era um simpatizante do Estado Islâmico. 

O número de vítimas da covid-19 no Brasil chegou a 160.000 pessoas. No boletim de segunda-feira, foram 179 novas mortes e mais de 8.000 novos casos. A média móvel de mortes, de 403, é a menor desde 4 de maio. 

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, continua internado no Hospital das Forças Armadas. Ele foi diagnosticado com covid-19 há 13 dias. Segundo boletim médico, o ministro está bem, mas continuará sendo monitorado. 

O Pantanal e a Amazônia tiveram novos recordes de queimadas. No Pantanal, o número de focos de incêndio de outubro foi o maior da história para o mês.
 

Confira os 26 eventos para empreendedores que acontecem nesta semana

Estas 
são as habilidades mais valorizadas pelas lideranças em seus times

A onda de trabalhar em casa é exagerada, diz o presidente da Brookfield

Os fundos cambiais dispararam 40% no ano. Com o dólar nas alturas, vale à pena investir neles? 

A startup de educação Amigo Edu criou um "Enem" para as faculdades privadas.

O tecido de colchão que consegue matar o coronavírus em um minuto.

TIM, BRF, Kimberly Clark e mais 50 empresas têm vagas de estágio e trainee. Veja aqui

A apresentadora Ana Maria Braga fez nesta segunda-feira uma emocionante homenagem a Tom Veiga, intérprete do personagem Louro José
 
 
Como você vai assistir à eleição americana? Para ajudar os leitores a navegar pelos principais fatos da apuração para além do óbvio, a EXAME preparou uma programação especial com Maurício Moura, do IDEIA, e o jornalista Sérgio Teixeira Jr., que cobre a eleição americana a partir de Nova York. Os convidados discutem os primeiros resultados ao vivo a partir das 22h. Não perca: acione o lembrete no YouTube e veja a programação completa aqui.
Bolsa
HOJE | Xangai / +1,42%
Tóquio / +1,39%
Londres / +1,76% (às 7h)
Petróleo Brent / 40,25 dólares (+3,28%)

ONTEM | S&P 500 / +1,23%


SEXTA | Ibovespa / -2,72%
Dólar / 5,74 reais (-0,47%)
A temporada de contagem regressiva para as eleições americanas teve uma torrente de livros sobre os ocupantes da Casa Branca: de Raiva, do jornalista Bob Woodward sobre Trump, às memórias de Barack Obama em Uma Terra Prometida. A EXAME listou os principais livros do ano sobre os ex-presidentes, em ebook ou em pré-venda no Brasil. E para quem prefere o audiovisual, estes cinco documentários disponíveis por streaming também ajudam a entender o cenário político americano e o processo eleitoral deste ano. 
Biblioteca presidencial: o ano foi marcado por lançamentos de livros sobre os ex-presidentes | Montagem/EXAME/Divulgação

Gustavo Jardim acredita em gestão municipal a quatro mãos

 Candidato a vice-prefeito na chapa de Nelson Marchezan Júnior foi entrevistado pela Guaíba


Estreante em uma disputa eleitoral, Gustavo Jardim (PSL), candidato a vice-prefeito de Porto Alegre na chapa de Nelson Marchezan Júnior (PSDB), acredita em uma gestão a quatro mãos. Entrevistado do programa Esfera Pública da Rádio Guaíba nesta segunda-feira, disse que não acredita no vice integrando uma secretaria municipal, mas participando de forma ampla e transversal dos assuntos da prefeitura.

Apesar do rompimento de Marchezan com o vice Gustavo Paim (PP) e das constantes acusações de que o atual prefeito tem dificuldades de dialogar, Jardim acredita que não terá problemas nesse sentido. “Tenho um perfil mediador e gosto muito disso, de escutar e perceber o lado bom de cada pessoa”, afirmou. O candidato também disse considerar rasas as críticas ao tucano, que, segundo ele, só deixou de dialogar em casos de corrupção, como em afastamentos ocorridos no Dmae, no DEP e na Procempa. “Também não gostaria de ter diálogo com pessoas que vão lá e saqueiam a administração pública.”

Com formação na área de gestão de pessoas, Jardim é professor de cursos de Direito e procurador de banco. O candidato disse ter decidido entrar na vida pública por ter cansado do perfil de “políticos profissionais”. “Tenho um alinhamento muito grande com esse governo do Marchezan que coloca a eficiência pública em primeiro lugar”, ressaltou. Chamou a atenção também para a condução do atual prefeito diante da pandemia do coronavírus, citando que, apesar do custo social, preservou vidas.

O candidato a vice-prefeito ainda mencionou que tem como principais valores a Educação e o Esporte. Faixa preta de judô, ele costuma auxiliar em projetos sociais. “Gosto muito da linguagem do esporte como ferramenta de ensinar valores e princípios para as crianças.”


Correio do Povo

Trump e Biden trocam ataques às vésperas das eleições nos Estados Unidos

 Campanha deverá se estender até a hora do voto no país



O presidente Donald Trump e seu adversário, o democrata Joe Biden, se lançaram nesta segunda-feira em um esforço final para garantir até o último voto nos estados em disputa após uma campanha marcada pela pandemia, a crise econômica e a profunda polarização nos Estados Unidos.

O republicano aparece em desvantagem nas pesquisas nacionais, que o apresentam com 44% dos votos, enquanto Biden aparece com 51%, mas no comício em Fayetteville, Trump minimizou os resultados.

Mas os resultados são tão apertados em alguns locais-chave, como na Pensilvânia, que nesta segunda, Biden anunciou que fará campanha neste estado no próprio dia das eleições, o que é legal nos Estados Unidos – e demonstra a disputa acirrada que marca a corrida da Casa Branca.

Trump, que enfrenta uma verdadeira maratona de eventos nesta segunda-feira, desqualificou os resultados das pesquisas durante ato em Faytteville, na Carolina do Norte, um dos cinco locais que visitará durante o dia. "Eu vejo estas pesquisas falsas", disse para a multidão. "Nós vamos ganhar de qualquer maneira", completou. 

Trump se vangloriou de ser um presidente que não faz parte da classe política e, portanto, "coloca os Estados Unidos em primeiro lugar". "Saiam e votem, é tudo o que lhes peço", disse o magnata imobiliário, que depois repetiu para a plateia uma série de lapsos e erros que Biden cometeu ao longo da campanha.

A corrida eleitoral foi marcada pela pandemia da Covid-19, que deixou mais de 231 mil mortos no país, aumentou o desemprego, diminuiu a campanha de Biden e colocou em evidência as profundas diferenças da sociedade americana. 

O presidente de 74 anos, que foi hospitalizado após contrair a Covid-19, foi acusado por Biden, de 77 anos, de "espalhar" o vírus com seu ritmo frenético de comícios, que reunia muitas pessoas às vezes sem máscara. 

Biden criticou fortemente a gestão da pandemia nesta segunda-feira durante um comício em outro estado importante: Ohio. "Tivemos caos suficiente! Tivemos o bastante com os tuítes, a raiva, o ódio, o fracasso, a irresponsabilidade", disse Biden, que prometeu manter a pandemia "sob controle" se eleito. 

Para chegar à Casa Branca é preciso obter pelo menos 270 votos no Colégio Eleitoral de 538 membros. 

Medo do caos 

As eleições são na terça-feira, mas a pandemia levou milhões de americanos a votarem antecipadamente, com um recorde de mais de 97 milhões de votos já registrados. 

Isso também abre espaço para um cenário de incerteza, pois, na noite da eleição, o percentual de votos a ser apurado nas urnas pode dar um resultado que pode ser revertido na contagem dos votos antecipados. 

O nervosismo em torno da eleição levou várias cidades, incluindo Nova York e Washington, a proteger lojas e escritórios e paredes de janelas em caso de manifestações. 

Apesar do entorno do presidente acusar a esquerda radical de causar instabilidade, o FBI está investigando um incidente no Texas depois que um grupo de apoiadores de Trump cercou um ônibus de campanha de Biden em uma rodovia e o perseguiu. 

Um dos estados pendulares é a Pensilvânia, que contribui com 20 votos para o Colégio Eleitoral. Quatro anos atrás, Trump venceu por pouco lá e neste ano as pesquisas mostram Biden com uma pequena vantagem, com 49,8% frente aos 45,5% de Trump. 

Mas em 2016 as pesquisas não anteciparam a vitória de Trump e, por isso, nesta segunda-feira os candidatos e seus colegas de chapa se voltarão para diferentes cantos da Pensilvânia para garantir até o último voto. 

Depois de Fayetteville, Trump viajará para Avoca, na Pensilvânia, e então fará uma intensa maratona, com paradas em Michigan e Wisconsin e, para encerrar a campanha, um último comício em Michigan, na cidade de Grand Rapids. 

Coincidência logística ou encanto de campanha, este foi o local que escolheu para encerrar a sua campanha em 2016 e depois disse aos seus apoiadores: "Se vencermos no Michigan, venceremos esta eleição histórica". 

Lady Gaga e Obama com Biden 

Biden também comparece nesta segunda-feira à Pensilvânia, onde espera inclinar o estado desta vez para o lado democrata e finalmente ser eleito para a Casa Branca.

Estará presente no evento a cantora Lady Gaga, ícone pop, o que provocou a ira de Trump, que tuitou que a artista faz parte de uma plataforma contra a extração de petróleo de xisto, argumento com o qual pretende gerar medo de que Biden seria ruim para a indústria petrolífera americana.

Nas últimas semanas, Biden recebeu os elogios do ex-presidente Barack Obama, do qual foi vice-presidente, que viajou a distritos importantes para incentivar os eleitores a votarem no democrata. 

Obama pediu que os mesmos erros de 2016 não se repitam: "Éramos complacentes. Teve gente que ficou um pouco preguiçosa, gente que deu as coisas como certas", alertou, referindo-se a uma possível vitória democrata nas últimas eleições.

AFP e Correio do Povo

Sol e tempo firme fazem parques e orla ter grande movimento em Porto Alegre

 Parcela cada vez maior da população tem deixado o uso da máscara de lado



Com sol e tempo firme, praças e parques de Porto Alegre registraram presença de público na tarde desta segunda-feira, que foi predominantemente ensolarada. A exemplo do que ocorreu durante o fim de semana, os visitantes ocuparam os principais locais de lazer da cidade, como o Parque Farroupilha (Redenção), Parque Moinhos de Vento e a Orla do Guaíba. Muitas pessoas aproveitaram os espaços ao ar livre para praticar exercícios ou passear em grupos. 

Embora as autoridades de saúde recomendem o uso de máscaras de proteção, uma parcela cada vez maior da população ignora as orientações e dispensa o uso do acessório em locais públicos. Na Redenção, o público se concentrou próximo ao espelho d'água. Uma parte se acomodou nos bancos, mas outros optaram por buscar uma sombra no gramado. O Parcão também registrou presença de público, com muitas pessoas praticando exercícios ou tomando chimarrão. Uma parte dos grupos passeava sem máscaras de proteção. 

Na Orla do Guaíba, a cena se repetiu, com pontos de aglomerações e muita gente sem máscara de proteção. Como ocorreu durante o fim de semana, os estacionamentos do entorno registravam grande volume de veículos.


Correio do Povo