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Prefeito Marchezan adotou as medidas mais duras de restrições de circulação desde o início da pandemia
Orla do Guaíba será fechada para evitar aglomerações | Foto: ALINA SOUZA/CP
O prefeito Nelson Marchezan Júnior anunciou que irá fechar os parques cercados e a orla do Guaíba por 15 dias para evitar aglomerações. Em live nesta sexta-feira, ele anunciou as mais fortes restrições desde o início da pandemia do novo coronavírus. O fechamento, que também abrangerá diversos setores do comércio, será determinado em um decreto a ser publicado ainda neste fim de semana.
A motivação das maiores restrições ocorre em razão da velocidade de ocupação de leitos de UTI, iniciada há cerca de um mês, passando de 44 pacientes em terapia intensiva para 175, nesta sexta-feira. “A velocidade aponta que estamos em um momento de perigo. Se antes era de cautela, agora é de perigo e precisamos segurar a contaminação”, enfatizou o prefeito.
Para reduzir a movimentação, pela primeira vez, serão fechadas as cerca de 5 mil vagas de área azul, assim como bolsões de estacionamentos. Além disso, os vales-transportes de trabalhadores de serviços não essenciais serão suspensos. As medidas valem por duas semanas.
Marchezan ressaltou é necessário manter o isolamento em cerca de 55%. Nesta sexta, conforme ele, o índice esteve em 42%: “Isso é normal, e a vida não está normal”, advertiu. Desde o início da pandemia, 106 pessoas já perderam a vida para a Covid-19 na Capital.
Outras restrições foram anunciadas pelo prefeito. Entre elas, a suspensão de atividades nas igrejas, academias, alimentações em parques, comércios de veículos e salões de beleza. O Mercado Público, que nos últimos meses também registrou aglomerações, deverá sofrer novas alterações em seu horário de funcionamento.
Ao citar a demanda elevada não apenas nas UTIs, mas em postos de saúde e leitos de enfermaria, Marchezan pontuou para “dias cruciais” nas próximas duas semanas. “Não sabemos se serão as últimas restrições, mas elas são fundamentais para tentar segurar a curva de contaminação”, afirmou.
Marchezan reforçou a necessidade do isolamento social ao apontar que as projeções levam em conta dados, e não “achismos”. E exemplificou citando que, há 15 dias, a projeção era de 174 leitos ocupados por Covid-19 para este fim de semana. Hoje, são 175. E além deles há, no início da noite desta sexta, 47 pacientes em UTI com sintomas da doença, mas sem o diagnóstico.
Conforme o prefeito, o crescimento acelerado faz com que a projeção ainda para o mês de julho seja de 225 leitos de UTI ocupados, o que forçaria uma restruturação do funcionamento do sistema de saúde, prejudicando o atendimento a outras enfermidades. “Por isso, é extremamente imprtante que os cidadãos compreendam que chegamos no limite”, alertou.
Correio do Povo



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