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Holanda rejeita acordo entre Mercosul e União Europeia

Questão ambiental, com foco no desmatamento da Amazônia, foi argumento central para o voto dos holandeses

Para os parlamentares, o acordo comercial não deve se concretizar

Para os parlamentares, o acordo comercial não deve se concretizar | Foto: Kenzo Tribouillard / AFP / CP


A maioria dos deputados do parlamento holandês aprovou ontem moção contra a ratificação do acordo comercial do Mercosul com a União Europeia (UE), anunciado no ano passado. A questão ambiental, relacionada à agricultura no Mercosul, foi o argumento central para o voto dos holandeses. Para os parlamentares, o acordo comercial não deve se concretizar.

Quase um ano depois da assinatura do acordo de livre-comércio entre os blocos, ele ainda não foi ratificado. A moção adotada pelo parlamento da Holanda foi apresentada pelos ecologistas do Partido pelos Animais (grupo verde europeu) e pede ao governo do país que se oponha ao tratado nas instâncias europeias.

A decisão foi comemorada pelos verdes europeus. O vice-presidente da Comissão da Agricultura e do Desenvolvimento Rural no Parlamento Europeu, o eurodeputado português Francisco Guerreiro, do partido Pessoas, Animais Natureza (PAN), disse ao Estadão acompanhar a política ambiental do presidente Jair Bolsonaro para a Amazônia e que a preocupação com o desmatamento na região é um dos motivos pelos quais seu grupo defende a não ratificação do acordo pela UE.

Ao jornal francês Les Echos, a líder da bancada do Partido pelos Animais no parlamento da Holanda, Esther Ouwehand, explicou o significado da votação. "Pela primeira vez, a Câmara de representantes tomou uma posição clara contra o acordo comercial, que o nosso governo era favorável. É verdadeiramente uma grande vitória para a Amazônia e para a agricultura regional sustentável."

Para a maioria dos deputados holandeses, o acordo provocaria maior desmatamento na Amazônia e nas reservas do Cerrado, além de criar uma concorrência desleal para os agricultores europeus, que teriam de observar normas mais rígidas do que os de seus colegas sul-americanos. Os verdes também alegavam a proteção dos direitos humanos de povos indígenas e comemoraram o voto como uma "vitória para o clima".

Em um país tradicionalmente liberal e voltado para o livre-comércio, o voto dos parlamentares holandeses foi uma virada. A oposição ao acordo uniu grupos políticos como os verdes, parte dos social-democratas e a direita populista, assim como os defensores dos agricultores. Analistas ouvidos pelo Les Echos afirmam que o voto holandês mostra a afirmação de um sentimento anti-livre comércio na Europa.

O governo holandês não informou o que deve fazer em razão do voto no parlamento. A finalização do processo de análise do acordo na Holanda não deve ocorrer antes do fim de 2020 e é possível que seja postergada para depois das eleições de março de 2021. Analistas também acreditam que seja pouco provável que o governo holandês peça à Comissão Europeia, em Bruxelas, que renegocie o acordo depois de 20 anos de discussão. Além da oposição holandesa, o parlamento austríaco também aprovou moção contrária ao acordo. No caso austríaco, ela obriga o governo austríaco a votar contra o pacto.

No Brasil, fontes que acompanharam as negociações do acordo entre os dois blocos consideram que a moção é um indicativo de que está em curso um aumento no protecionismo. Uma das fontes ouvidas pelo Estadão/Broadcast ressalta que a rejeição de um acordo nunca aconteceu e que a tendência é que o acordo só seja encaminhado para o Parlamento Europeu quando houver um consenso da aprovação nos bastidores. Provavelmente, isso acontecerá na presidência alemã na UE, o que é visto como positivo pelos sul-americanos, já que os alemães são favoráveis ao acordo.

UE e Mercosul estão ainda fazendo a revisão final do acordo anunciado em 28 de junho de 2019. Os dois blocos estão elaborando a versão do texto que será traduzido em todos os idiomas oficiais da União Europeia a fim de que ele seja submetido aos Estados-membros da UE e ao Parlamento Europeu.

Segundo o embaixador Rubens Barbosa, a expectativa era de que o acordo fosse assinado neste mês ou no próximo. "Ele será então encaminhado ao conselho europeu, que deve aprovar e mandar para Parlamento Europeu." O passo seguinte será a análise do acordo em cada parlamento e pelos eurodeputados. Será nesse momento que os parlamentos vão se confrontar com as moções aprovadas.


Agência Estado e Correio do Povo

Juiz manda Eduardo e Carlos Bolsonaro excluírem mensagens que associam Jean Wyllys a Adelio

Inquéritos concluíram que esfaqueador agiu sozinho em crime sem mandantes

Versão citada por Eduardo e Carlos Bolsonaro não se sustenta, afirmou Justiça

Versão citada por Eduardo e Carlos Bolsonaro não se sustenta, afirmou Justiça | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP Memória


O juiz Diogo Barros Boechat, do 5º Juizado Especial Civil do Rio de Janeiro , mandou o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) excluírem publicações que associavam o ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL) ao esfaqueador do presidente Jair Bolsonaro, Adélio Bispo .

As mensagens republicavam acusações feitas pelo ativista Luciano Carvalho de Sá, conhecido como Luciano Mergulhador, ao blogueiro Oswaldo Eustáquio em abril deste ano. Ele disse que o ex-deputado do PSOL foi mencionado por Adélio em uma conversa durante a greve dos caminhoneiros, em 2017, quando posou para uma foto com o esfaqueador em Florianópolis. Procurado pela PF, Mergulhador não manteve a versão .

Na verdade, o ativista indicou que não teve nenhum tipo de conversa com Adélio no momento da foto, conforme depoimento obtido pela reportagem do Estadão.

De acordo com o magistrado, ao espalhar a peça de desinformação, Carlos e Eduardo Bolsonaro queriam "alardear versão dos fatos na qual eles próprios acreditavam, com o fim de convencer a mais ampla audiência possível".

“E o fizeram, segundo os elementos dos autos indicam, com o objetivo claro de eleger o autor como alvo de sua perseguição, constrangendo-o, ofendendo-o e comprometendo sua biografia e sua credibilidade, possivelmente por divergências político-ideológicas”, afirmou o juiz Boechat. “Não se cuida, pois, de desempenho do direito de informar, tampouco de exercício de livre expressão, ambas protegidas pela Constituição”.

A versão de Mergulhador compartilhada pelos filhos do presidente não encontram respaldo em dois inquéritos da Polícia Federal sobre o caso Adélio, que concluíram que o esfaqueador agiu sozinho em um crime sem mandantes .

Os fatos foram levados ao presidente Jair Bolsonaro em reunião realizada em maio, com a presença do delegado responsável pelo caso Adélio, e o Planalto não questionou a conclusão e não pediu o aprofundamento das investigações.

Por conta disso, o juiz afirmou que a tentativa de Carlos e Eduardo Bolsonaro em ligar Jean Wyllys a Adélio Bispo "mostra-se inteiramente divorciada da realidade" pois é destituída de "mínimo lastro factual".

As acusações de Luciano Mergulhador divulgadas por Oswaldo Eustáquio motivaram outros processos de Wyllys contra bolsonaristas. O blogueiro também foi obrigado a excluir o material em decisão liminar da Justiça do Rio.


Agência Estado e Correio do Povo

Votação de matérias sem urgência, em meio à pandemia, gera contestações na AL

Sessão remota desta quarta analisou projeto incluindo festival de danças em Calendário Oficial

Sessão plenária teve a votação de três projetos

Sessão plenária teve a votação de três projetos | Foto: Joel Vargas / Agência ALRS / CP


Em meio às discussões que antecediam as votações desta quarta, em sessão remota da Assembleia gaúcha, deputados questionaram o papel do Parlamento em um momento de escalada da pandemia de coronavírus, que vem matando mais de mil pessoas, em média, a cada dia, no país.

Um dos projetos em pauta previa incluir, no Calendário Oficial do Estado, o Festival Gaúcho de Danças (Fegadan) – evento itinerante que ocorre sempre no mês de outubro. O texto, apresentado ainda em 2017 pelo deputado Gilberto Capoani (MDB), teve 52 votos favoráveis, mas a conveniência de discutir o tema, neste momento, gerou repercussão.

Pelas redes sociais, a deputada Luciana Genro (PSol) criticou a votação de matérias sem urgência em meio ao agravamento da crise sanitária e econômica. “O Parlamento precisa ser útil sempre, ainda mais na crise. Até agora nenhum projeto importante dos deputados sobre coronavírus foi votado”, criticou. Luciana lembrou ter apresentado projetos criando renda básica para os gaúchos, reduzindo mensalidades na educação privada e taxando heranças milionárias, todos aguardando votação.




Durante a sessão plenária, Fábio Ostermann (Novo) também reclamou que o Legislativo possa ficar horas analisando proposições sem efeito prático, em vez de priorizar temas relacionados ao enfrentamento da crise.

“Me preocupa esse apequenamento da atribuição da Assembleia frente a um período tão difícil que estamos passando. Voltamos com o processo legislativo e tivemos na pauta apenas um projeto de deputado, que trata de um tema eminentemente simbólico, deixando de lado temas relevantes em meio a uma pandemia”, avaliou.

Em resposta, Capoani frisou que os próprios deputados votaram a favor do texto após uma resolução da Mesa ter autorizado, também, a tramitação de outras matérias, além das relacionadas ao coronavírus. “A votação não teve nenhum voto contrário e uns 40 deputados ainda elogiaram a matéria. Não existe desconforto algum”, avaliou.

Ostermann é autor do Projeto de Resolução (PR) 26/2019, que agiliza a tramitação de proposições simbólicas na Assembleia, como já ocorre na Câmara dos Deputados e na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. A proposta deve ser apreciada, na próxima terça-feira, na Comissão de Constituição e Justiça.

Aprovações

Ainda na sessão remota de hoje, os deputados aprovaram um projeto que autoriza o Executivo a doar imóveis ao Município de Pedro Osório, e a indicação de Luiz Afonso dos Santos Senna para compor o Conselho Superior da Agergs. Na quarta que vem, a Assembleia vota mais oito textos, incluindo relatórios de duas comissões e prestação de contas do governo anterior, além de um projeto que prevê a inclusão de farinha de arroz e alimentos sem glúten na merenda escola.


Rádio Guaíba e Correio do Povo


Brasil volta a bater recorde com 1349 mortes por Covid-19 nas últimas 24h
Com 258 óbitos, Rio Grande do Sul ultrapassa os 10 mil casos de Covid-19
Ex-número 2 de Mandetta diz que pandemia "ainda não começou" em áreas do sul do país
Ocupação de UTIs volta a ficar abaixo de 80% em Porto Alegre e se mantém estável no RS
Resolução do Cremers estabelece critérios para ocupar leitos de UTI
Pessoas em situação de rua tentam se proteger contra o coronavírus

Qual é o tamanho real do coronavírus no Brasil? Segunda etapa de estudo começa hoje

Uma nova fase de testes do Ministério da Saúde começa hoje e pode dar uma dimensão mais precisa sobre o tamanho da covid-19 no Brasil. A Desperta destaca ainda uma discussão sobre apoio à cultura no Senado e o Dia Livre de Imposto. Boa leitura.

Hospital com pacientes de covid-19: Brasil bateu novo recorde de mortes | REUTERS/Pilar Olivares

1 - O TAMANHO DA PANDEMIA

Começa nesta quinta-feira, 4, a segunda etapa do estudo da Universidade Federal de Pelotas, a maior em andamento para estimar o número de infectados por covid-19 no Brasil. Entre hoje e sábado, pesquisadores irão fazer 33.250 testes em 133 municípios, 250 amostras por cidade. O estudo usa os chamados testes "rápidos", que identificam anticorpos contra a doença - o que significa que o paciente está ou já esteve infectado. Serão três fases da pesquisa, financiada pelo Ministério da Saúde. Na primeira fase, em maio, os testes apontam que 1,4% da população dos municípios participantes pode ter tido a doença. O resultado indica que o número de infectados no Brasil pode ser sete vezes maior do que os casos confirmados -- que hoje passam de 500.000 casos. Ao mesmo tempo, mostra que a imunização ainda é baixa. Houve também grandes variações entre os municípios: Belém teve 15% da população com anticorpos, e Manaus, 12%. São Paulo e Rio tiveram 3,1% e 2,2%. A capital com menos casos no teste foi Maceió, com 1,3%. Os resultados serão cruciais para começar a entender a real situação da pandemia no Brasil.

2 - CORONAVOUCHER À ARTE

Nos planos de reabertura da economia que vêm sendo divulgados no Brasil, uma coisa chama a atenção: a reabertura de teatros, cinemas e outros espaços culturais e artísticos costuma estar sempre no final da fila, com a maior tendência de aglomeração nestes espaços. Assim, sem previsão de reabrir, o setor de cultura tem sido um dos mais afetados pela pandemia. Nesta linha, um projeto de lei que deve ser apreciado hoje no Senado reserva 3 bilhões de reais em apoio ao setor. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados na terça-feira, 2. A previsão é de distribuição da maior parte dos recursos diretamente aos estados, de acordo com critérios como a população. As ações incluem uma renda mensal de 600 reais a trabalhadores da área que não tenham outra fonte de renda, no modelo do auxílio emergencial, e subsídio entre 3 e 10 mil reais para espaços que tiveram atividades interrompidas. O letrista e autor Aldir Blanc, que morreu de covid-19, dá nome ao projeto.

3 - DIA SEM IMPOSTO

Com as portas fechadas na maior parte do país, as lojas adaptaram o Dia Livre de Imposto, que acontece nesta quinta-feira, 4. Na 14ª edição, o evento será totalmente online e promete descontos de até 70%. A ação, organizada por associações de lojistas, visa dialogar com a população sobre o que o setor considera uma alta carga tributária direcionada ao segmento varejista e sensibilizar autoridades sobre a necessidade de reformas fiscais. No site dialivredeimpostos.com.br o consumidor consegue comparar o custo de um produto com e sem imposto, em valor que varia por estado devido à tributação. São mais de 800 lojas participantes em 141 cidades. “O brasileiro trabalha cinco meses do ano só para pagar imposto", afirma Maurício Stainoff, presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo, que diz ainda que a data pode ser uma boa oportunidade de venda para lojistas em meio à crise.

4 - O QUE ACONTECE EM VEGAS

Fechados desde março, parte dos 400 cassinos de Las Vegas voltará a funcionar nesta quinta-feira, 2, como um passo da segunda fase de reabertura do estado de Nevada, nos Estados Unidos. Entre os estabelecimentos que voltam estão cassinos célebres do grupo MGM Resorts, como o Bellagio, o Mandalay Bay e o New York – New York. Haverá, é claro, uma série de restrições, como distanciamento, máscaras, pias distribuídas pelo salão e uma lavagem na mão a cada rodada de distribuição de fichas. A ocupação será reduzida à metade. Dependente do turismo, Las Vegas foi uma das cidades americanas mais afetadas pela pandemia. Nos 150.000 quartos de hotel, mais do que na cidade de Nova York, a taxa de ocupação passou de 90% pré-covid para menos de 5% nas últimas semanas e quase todos os 60.000 trabalhadores nas redes de restaurantes ficaram sem trabalho na quarentena. Em maio, a cidade lançou a campanha “O que acontece em Vegas”, para atrair novamente os visitantes. O vídeo diz que, por um bom tempo, as coisas seriam diferentes e com limitações – porém, com a mesma emoção.

O Brasil bateu novo recorde de mortes por covid-19, com 1.349 óbitos. São mais de 32.000 mortes e 584.000 casos até agora. Veja os números.
Faltam em todos os estados um ou mais tipos de sedativos usados para entubar pacientes com covid-19 em ventiladores pulmonares, diz o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).
A farmacêutica AstraZeneca vai testar a vacina de Oxford contra o coronavírus no Brasil. O país será o primeiro além do Reino Unido a participar dos testes.
A indústria brasileira caiu 18,8% em abril, a maior queda mensal em 18 anos.
O Ibovespa fechou novamente em alta e chegou a 93.000 pontos na quarta-feira. Depois de 43% de alta em dois meses, o índice pode subir mais? Veja o que dizem analistas ouvidos pela EXAME.

A CORRIDA À BOLSA

A crise do novo coronavírus fez investidores estrangeiros bater em retirada da B3. Mas não reduziu o ímpeto dos brasileiros. Desde janeiro, 500.000 compraram ações pela primeira vez, levando o total a quase 2 milhões. Este é um dos temas da nova edição da EXAME, disponível a partir de hoje, e que traz ainda reportagens sobre o preço do dólar, o desemprego e a busca por diversidade. Veja aqui as matérias da edição e assine por R$15,90/mês para ter acesso ilimitado.

Primeiro negro a ocupar o cargo de presidente dos Estados Unidos, Barack Obama se manifestou ontem em meio à onda de protestos contra o racismo nos EUA. Leia trechos do discurso.
As buscas por algumas startups no Google dispararam durante a quarentena. São nomes como MadeiraMadeira, iFood e PicPay, refletindo o crescimento de setores como delivery e móveis. Veja as mais buscadas no Brasil.
O presidente do Magazine Luiza, Frederico Trajano, diz que tem conversado com agentes do mercado financeiro para que a varejista seja a ponte para oferecer crédito a pequenas empresas.
Quatro gráficos que mostram o avanço do Zoom na quarentena. Veja aqui.

Lives

18h - Fernando de Rizzo, presidente da Tupy, e Thiago Struminski, diretor financeiro, com Renato Mimica e Bruno Lima, da EXAME Research
Benefícios da diversificação global (veja no YouTube)

Bolsa

HOJE | Xangai / -0,14%
Tóquio / +0,36%
Londres / -0,26% (às 7h)
ONTEM | Ibovespa / +2,15%
S&P 500 / +1,36%
Dólar / 5,08 reais (-2,38%)

A Pandora, maior fabricante global de peças de joalheria, afirmou que pretende usar somente ouro e prata reciclados a partir de 2025. Segundo a empresa, a emissão de carbono pode ser reduzida em mais de dois terços com a medida, mas não reduzirá a qualidade das jóias ou os custos. Entenda o plano.

Pandora: empresa prometeu fazer "jóias recicladas" | Ints Kalnins/File Photo/Reuters

Ex-número 2 de Mandetta diz que pandemia "ainda não começou" em áreas do sul do país

João Gabbardo manifestou preocupação ao dizer que rede hospitalar ainda pode "ser posta à prova" nas regiões nas próximas semanas

João Gabbardo admitiu preocupação com regiões do Sul do País

João Gabbardo admitiu preocupação com regiões do Sul do País | Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil / CP

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O ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, afirma que a pandemia do novo coronavírus "ainda não começou" em regiões do sul do Brasil, onde a rede hospitalar poderia ser posta à prova nas próximas semanas.

Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná figuram na lista dos estados brasileiros com menos casos proporcionalmente e têm menos de 30 óbitos por milhão de habitantes. Comparativamente, Belém, a capital do Pará, lidera a lista com 900 mortes por milhão de habitantes.

Em entrevista com AFP, Gabbardo, de 64 anos, explicou que é muito difícil estabelecer uma curva única para o país, que já conta com mais de 550.000 casos e 31.000 mortes de Covid-19, e que poderia seguir um padrão similar ao da Itália, onde a pandemia atingiu com mais força a região norte.

Agora membro do Centro de Contingência do combate ao coronavírus em São Paulo, o médico gaúcho destacou que a gestão junto ao ex-ministro Luiz Henrique Mandetta foi caraterizada pelo apego à ciência e pela transparência.

AFP: Em que ponto da curva está o Brasil?

João Gabbardo: A gente tem dito que não temos uma curva no país. O Brasil é muito grande e tem muitas diferenças por estados, nós temos várias curvas. Temos locais no sul do país onde não começou a epidemia. Tem locais como Manaus, Belém, Fortaleza, em que já passou o pico, alguns já estão na fase de platô e alguns estão na fase descendente. Nós entendemos que São Paulo se encontra próximo desse platô, quem sabe já tenha atingido esse platô, teremos certeza disso nas próximas semanas, mas estamos longe de pensarmos que estamos numa curva descendente.

AFP: A cidade de São Paulo estará atingindo, então, o pico nos próximas semanas?

Gabbardo: Acredito que sim pelos dados que a gente tem. Não significa que não esteja aumentando, mas que está aumentando numa velocidade menor (...) Com a exceção dos casos novos, eles vão continuar aumentando e muito, porque estamos testando muito mais, antes estávamos testando apenas os casos graves. Hoje estamos testando os pacientes leves, tanto pessoas que estão doentes com poucos sintomas como de quem teve a doença tempos atrás. Isso vai elevar consideravelmente a informação sobre novos casos. Esse aumento de número de casos não necessariamente é o aumento da transmissibilidade.

AFP: Devemos esperar uma diminuição no número de óbitos em São Paulo?

Gabbardo: A gente espera que haja [uma diminuição] para caraterizar essa redução na epidemia e na velocidade de crescimento. Diminuir a velocidade significa que quando comparo uma semana com a outra, o número de óbitos deve ser menor do que o da semana anterior.

AFP: Qual é a situação no sul do país?

Gabbardo: No sul do país o teste sorológico que foi feito mostra que menos de 1% apresentam anticorpos, 99% da população do Rio Grande do Sul ainda não teve contato com o vírus. Podem acontecer duas coisas: pode acontecer como na Itália, que teve um número muito grande de óbitos no norte e não no sul. A distribuição da pandemia não é muito homogênea. Mas temos muito receio porque historicamente no Rio Grande do Sul e na Santa Catarina as próximas 4 semanas é o período em que todos anos há um volume muito maior de doenças respiratórias por conta do inverno. Se isso acontecer junto com o aumento dos casos de Covid-19 pode ser uma pressão muito alta para que os estados possam garantir todo o atendimento. Agora, a região sul tem historicamente melhor oferta de leitos, bons hospitais, e pode ser que enfrente isso não com tanta dificuldade quanto os estados da região norte.

AFP: Qual é o epicentro da pandemia no Brasil atualmente?

Gabbardo: Norte do país. Hoje os quatro estados que têm o maior número de casos confirmados relacionados à população, não em número absolutos, são o Amapá, Amazonas, Acre e Roraima. Se nós pegarmos os óbitos com exceção do Ceará, que é o segundo, dos três estados, Amazonas e Pará são da região norte.

AFP: A reabertura não é prematura?

Gabbardo: Temos locais nos quais já é possível, com controle, pelos indicadores, dar tratamentos diferentes para cenários epidemiológicos diferentes. É isso que a gente preconiza, não é flexibilização. Nós temos cenários que permitem que haja uma redução nas medidas de isolamento e tem locais que a gente vai preconizar que sejam ainda mais intensas as medidas de isolamento.

AFP: O senhor poderia fazer uma análise da gestão feita no Ministério da Saúde?

Gabbardo: Acho que nós trabalhamos no Ministério da Saúde sempre muito sincronizados com as orientações da OMS e sempre muito baseados nas evidências científicas. Desde o primeiro momento, montamos um comitê de combate à crise com especialistas de todas áreas e sempre ouvimos esse comitê para todas as medidas que foram tomadas. Não eram medidas que saíam do que o ministro pensava ou do que o secretário-executivo pensava (...) E a outra caraterística era a da transparência. Desde o princípio, optamos em informar diariamente o país de tudo o que estava acontecendo, desde o primeiro caso, desde o primeiro óbito. Passamos a dar coletivas diárias, fizemos isso da forma mais transparente possível, todos tinham as informações, todos sabiam o que estava acontecendo.

AFP: O senhor vê alguma mudança na política comunicacional do Ministério?

Gabbardo: Eu não gostaria de fazer comentários sobre a atuação do Ministério. Acho que é um momento muito difícil e a gente tem que estar junto, tentando achar soluções para combater a epidemia, reduzir o número de óbitos. Essa polarização, acho que para esse processo que estamos vivenciando agora, não é o melhor.


AFP e Correio do Povo

Coreia do Norte ameaça romper acordo militar com o Sul

Alerta foi feito pela irmã mais nova do dirigente norte-coreano Kim Jong Un

Coreia do Norte ameaça romper acordo militar com o Sul

Coreia do Norte ameaça romper acordo militar com o Sul | Foto: Ed Jones / AFP / CP


A Coreia do Norte ameaçou nesta quinta-feira (4) romper o acordo militar com a Coreia do Sul e fechar o escritório de ligação entre os países, caso Seul não impeça que os ativistas enviem panfletos para o outro lado da fronteira.

A ameaça foi feita pela influente irmã mais nova do dirigente norte-coreano Kim Jong Un. As relações entre as Coreias esfriaram, apesar das três reuniões celebradas em 2018 entre Kim e o presidente sul-coreano Moon Jae-in.

Refugiados norte-coreanos e ativistas lançam através da fronteira balões com panfletos que acusam o líder norte-coreano de violar os direitos humanos e denunciam sua política nuclear. "As autoridades sul-coreanas pagarão um preço elevado caso permitam que esta situação continue enquanto apresentam todo tipo de desculpas", afirmou Kim Yo Jong em um comunicado publicado pela agência estatal KCNA.

Kim chamou os fugitivos do país de "podridão humana" e "cães bastardos podres" que traíram sua pátria e afirmou que "é o momento para que seus proprietários prestem contas", em referência ao governo sul-coreano.

Ameaçou fechar o escritório de ligação na fronteira e romper o acordo militar assinado durante a visita de Moon a Pyongyang em 2018, cujo objetivo era aliviar as tensões na fronteira. A maior parte dos acordos anunciados durante o encontro não foi aplicada e a Coreia do Norte prosseguiu com dezenas de testes militares. As atividades do escritório de ligação foram suspensas devido à pandemia de coronavírus.

Kim Yo Jong também ameaçou acabar em definitivo com os projetos econômicos entre as nações, em particular os do parque parque industrial intercoreano de Kaesong e as visitas ao Monte Kumgang. As duas atividades, lucrativas para Pyongyang, estão suspensas há alguns anos pelas sanções impostas à Coreia do Norte por seus programas de mísseis nucleares e balísticos proibidos.

Pyongyang encerrou em grande medida com as relações com Seul após o fracasso da reunião de cúpula de Hanói entre Kim e o presidente americano Donald Trump em fevereiro de 2019. Desde então, as negociações entre Washington e Pyongyang sobre os programas de mísseis nucleares e balísticos da Coreia do Norte estão paralisadas.


AFP e Correio do Povo

Quase 2,7 milhões podem sacar segunda parcela do auxílio emergencial a partir de hoje

Segundo a Caixa, a liberação vale para beneficiários que receberam o primeiro pagamento até o dia 30 de abril

Quase 2,7 milhões de brasileiros poderão sacar a segunda parcela do auxílio

Quase 2,7 milhões de brasileiros poderão sacar a segunda parcela do auxílio | Foto: PMSL / Divulgação / CP


Aproximadamente 2,7 milhões de brasileiros nascidos no mês de maio já podem sacar, a partir desta quinta-feira (4), a segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 em agências da Caixa Econômica ou nas casas lotéricas de todo o País.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, a liberação vale neste momento para todos aqueles beneficiários que receberam o primeiro pagamento até o dia 30 de abril.

O saque da segunda parcela do benefício também segue disponível os beneficiários que fazem aniversário entre os meses de janeiro e abril, que tiveram os recursos liberados nos últimos dias.

Caso não efetivem o saque, os aniversariantes dos cinco primeiros meses do ano ainda podem sacar os valores até o final do calendário, que se encerra no dia 13 de junho.

Diferentemente do que aconteceu durante o saque da primeira parcela, a Caixa alterou o pagamento para um grupo de aniversariantes por dia com o objetivo de evitar filas e aglomerações.

A medida limita os desembolsos a cerca de 2,5 milhões por dia. Ao todo serão pagos cerca de 30 milhões de trabalhadores informais, desempregados, microempreendedores individuais, intermitentes e toda população de baixa renda que receberam a primeira parcela até 30 de abril.

Também foi estabelecida uma parceria entre a Caixa e as empresas Cielo e GetNet para que os beneficiários auxílio emergencial conseguirem do realizar compras e pagar contas apenas com o uso do aplicativo, sem a necessidade de retirar os recursos do banco.

Confira o calendário de saques da segunda parcela:

Nascidos em janeiro - 30 de maio (2,6 milhões)
Nascidos em fevereiro – 1º de junho (2,4 milhões)
Nascidos em março – 2 de junho (2,7 milhões)
Nascidos em abril – 3 de junho (2,6 milhões)
Nascidos em maio – 4 de junho (2,7 milhões)
Nascidos em junho – 5 de junho (2,6 milhões)
Nascidos em julho – 6 de junho (2,6 milhões)
Nascidos em agosto – 8 de junho (2,6 milhões)
Nascidos em setembro – 9 de junho (2,6 milhões)
Nascidos em outubro – 10 de junho (2,6 milhões)
Nascidos em novembro – 12 de junho (2,5 milhões)
Nascidos em dezembro – 13 de junho (2,5 milhões)


R7 e Correio do Povo

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Aposta única fatura mais de R$ 45 milhões na Mega-Sena

Cena do filme 'O Caso do homem errado', da cineasta Camila de Moraes.

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Mostra "Vidas Negras Importam” na TV

Palácio dos Festivais é o ponto central do festival de cinema em Gramado (RS).

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Festival de Cinema de Gramado anuncia nova data

Crianças são convidadas a desenhar inspiradas na história de 'O Ickabog'.

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Novo livro de J. K. Rowling começa a ser publicado on-line em português

Atriz Bete Coelho em 'Mãe Coragem'

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Bete Coelho conduz ‘Mãe Coragem’ de Bertolt Brecht

Maria Alice Vergueiro morreu aos 85 anos

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Atriz Maria Alice Vergueiro morre aos 85 anos

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Festival de Cannes: Wes Anderson, François Ozon e Steve McQueen na seleção oficial

Reginaldo Pujol Filho, Manuela D'Ávila e Nanni Rios promovem debates literários em lives

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Encontros literários ganham novo formato

VOTEM NA ENQUETE DA CAMARA

Altera a Lei Antiterrorismo nº 13.260, de 16 de março de 2016, a fim de tipificar os grupos “antifas” (antifascistas) como organizações terroristas.

Detalhes da tramitação da proposta legislativa - PL 3019/2020

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PL 3019/2020 — Portal da Câmara dos Deputados

Detalhes da tramitação da proposta legislativa - PL 3019/2020


Um terço das famílias ricas pediram auxílio de R$ 600; quase 4 milhões receberam


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Um terço das famílias ricas pediram auxílio de R$ 600; quase 4 milhões receberam

Pesquisa do Instituto Locomotiva mostrou, nesta quarta, que 3,89 milhões de famílias das classes A e B (com renda superior a R$ 1.780 por pessoa) receberam o auxílio emergencial do governo durante a pandemia. Um dos critérios legais para ter o pedido do dinheiro aprovado é receber até R$ 522,50 ou possuir renda familiar mensal de até R$ 3.135. O Ministério da Cidadania diz que fraudadores precisarão 'ressarcir os valores recebidos de forma indevida'.

Foto via @portalR7