Retomada — Aos trancos e barrancos, reabertura da economia avança no Brasil

Pilar Olivares/Reuters Brazil

Aos trancos e barrancos, reabertura da economia avança no Brasil

Uma nova etapa da reabertura da economia avança em cidades e regiões brasileiras nesta quarta-feira 3 de junho, um dia após o país ultrapassar a marca de 31.000 mortes pelo novo coronavírus. Distrito Federal, Salvador e Rio de Janeiro criam regras de funcionamento para diversos serviços.

Rubens Chaves/Divulgação

Testes de coronavírus são entrave na negociação para reabertura em São Paulo

A cidade de São Paulo negocia protocolos de reabertura comercial com 50 setores da economia, mas já enfrenta entraves de ordem financeira para conseguir dar fôlego a empresários e trabalhadores sem colocar em risco a capacidade do sistema de saúde de atender pacientes infectados com o vírus da covid-19.

UnitoneVector/Getty Images

No mundo pós-covid, a competição por talentos alcançará outro nível

Com a pandemia do novo coronavírus, além dos escritórios adaptarem suas operações para o home office, muitas empresas também precisaram digitalizar seus modelos de contratação e integração de funcionários. Nessa realidade cada vez mais digital, o mundo empresarial deu um enorme pulo para o futuro do trabalho e descobriu a eficácia de uma maior flexibilidade.

Victor Moriyama/Getty Images

Dois mil brasileiros vão testar vacina britânica contra coronavírus

A vacina contra a covid-19 que está sendo desenvolvida na Universidade de Oxford, no Reino Unido, será testada também no Brasil, conforme publicação no Diário Oficial da União. Considerado um dos mais promissores, o imunizante já está na fase 3 de testes, em que 10.000 pessoas serão testadas para avaliar a eficácia do produto. Das mais de 70 vacinas em desenvolvimento em todo o mundo, essa é a que se encontra em estágio mais avançado.

Chung Sung-Jun/Getty Images

Coreia do Sul aprova uso de remédio antiviral contra coronavírus

A Coreia do Sul autorizou nesta quarta-feira, 3 de junho, o uso do antiviral remdesivir para tratar os pacientes de coronavírus. Segundo o Ministério da Segurança Alimentar e Médica do país, o remdesivir é “clinicamente significativo” para reduzir o tempo de recuperação dos pacientes. O governo sul-coreano vai colaborar com a empresa Gilead Sciences para importar o medicamento.

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Inflação da comida explode sob pandemia de coronavírus, mostra OCDE

por Ana Estela de Sousa Pinto

Nos 37 países do bloco, alta anual no preço dos alimentos saltou de 2,4% para 4,2% em abril; em outros itens, inflação recuou

A crise do coronavírus provocou uma queda brusca na inflação anual dos 37 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em abril, mas os preços da comida explodiram nesse mês.

Na média, a inflação em 12 meses da OCDE caiu de 2,3% em fevereiro para 1,7% em março e 0,9% em abril.

A alta anual no preço dos alimentos, por sua vez, foi de 2,4% em março para 4,2% em abril, maior aumento desde janeiro de 2012.

No Brasil, que não faz parte da OCDE, dados do IBGE mostram que até meados de maio o grupo alimentos e bebidas tinha inflação acumulada no ano de 5,47% (IPCA-15).

Na OCDE, os três países que registraram a maior alta em 12 meses na inflação da comida foram Hungria (8,9%), Colômbia (8,2%) e Austrália (7,4%), os três países em que houve a maior alta em abril.

O alerta sobre o impacto da pandemia nos preços dos alimentos vem crescendo, por causa de distúrbios no plantio, na colheita e na comercialização. No começo de abril, a ONU e a OMC alertaram para o risco de escassez de comida e no mês passado o alerta foi reforçado pela professora da escola de políticas públicas Kennedy School, de Harvard, Carmen Reinhart, e pelo economista-chefe do Global Markets Research, Rob Subbaraman. 

Em artigo publicado no site do Fórum Econômico Mundial, eles afirmaram que a escassez de ração animal, fertilizantes e pesticidas aumentou os custos da agricultura e o risco de quebra de colheitas.

Embora os estoques de grãos ainda estejam altos, a intensidade e duração da pandemia pode colocá-los em risco, segundo os autores.

Restrições a viagens impediram a entrada de trabalhadores sazonais e afetaram a colheita de frutas e legumes na Europa e na Índia, e o avanço da doença reduziu a mão de obras em indústrias e frigoríficos nos EUA.

Com restaurantes, hotéis e escolas fechados em muitos países, as cadeias de atacado tiveram que ser reorganizadas para supermercados e entrega em domicílio, o que exige mudança tanto no preparo quanto na embalagem.

Durante a adaptação, muitos produtos frescos tiveram que ser destruídos: a imprensa europeia relatou vários casos envolvendo leite, queijo, batatas e cebolas.

Alguns dos principais países produtores de alimentos também barraram exportações, como fizeram a Rússia e o Cazaquistão com grãos e a Índia e o Vietnã com arroz.

Outros aceleraram importações para fazer estoques, como as Filipinas (arroz) e o Egito (trigo).

“Intervenções simultâneas de muitos governos podem resultar em um aumento global do preço dos alimentos, como aconteceu em 2010 e 2011”, afirmam Carmen Reinhart e Rob Subbaraman.

Cálculos do Banco Mundial estimam que o protecionismo tenha sido responsável por cerca de 40% do aumento do preço global do trigo e 25% do aumento dos preços do milho naquele período.

Em abril, a inflação dos alimentos em 12 meses na União Europeia foi de 4,3% na média, segundo a OCDE, e no G7 (grupo das sete maiores economias globais), de 3,7%.

Única exceção entre os 37 países da OCDE, a Irlanda viu deflação no preço dos alimentos, de 1,2%.

?O principal vetor da queda da inflação em abril foram os preços da energia, que despencaram em média 12,2%, depois de recuarem 3,7% em março, refletindo a queda no valor do petróleo.

A redução de abril ou a maior desde setembro de 2015.

Mesmo excluídos alimentos e energia, a alta anual de preços desacelerou nos países da OCDE em abril, para 1,6%, ante 2,1% em março.

É a menor taxa de inflação, excluindo alimentos e energia, nos países do grupo desde fevereiro de 2014.

A organização ainda não tem estimativas para maio, mas o acompanhamento da agência de estatísticas europeia para os países que usam o euro como moeda mostram inflação de 0,1% no mês passado, abaixo dos 0,3% de, por causa de novo recuo nos preços de energia.

Em abril de 2020, a inflação anual diminuiu em todas as principais economias do mundo, com exceção da Rússia, onde subiu de 2,5% para 3,1%.

No G20 (20 maiores economias do mundo, do qual faz parte o Brasil), a inflação anual também diminuiu em abril, para 2,4%, em comparação com 3,2% em março. Os preços em 12 meses subiram menos no Brasil (2,4% em abril, contra 3,3%), na Argentina (para 45,6% em abril, de 48,4% em março) e na China (para 3,3%, de 4,3%).

A OCDE ressalva que as medidas de combate à pandemia de coronavírus afetaram coleta, compilação de dados e cálculo de indicadores em vários países, e que pode haver impacto na qualidade dos números, embora estejam sendo desenvolvidas ferramentas estatísticas para minimizar problemas.

Fonte: Folha Online - 02/06/2020 e SOS Consumidor

Novas vagas de emprego em Porto Alegre–03.06.2020

Lúcio, muitas empresas estão com vagas abertas! Milhares de vagas foram publicadas nas últimas semanas

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Quase 70% dos consumidores perderam renda com a pandemia

por Luiz Henrique Campos

Estudo organizado pela administradora de cartões paulista DMCard ouviu mais de 15 mil pessoas entre 5 e 12 de maio

Uma pesquisa realizada entre os dias 5 e 12 de maio pela DMCard, empresa paulista administradora de cartões private label, constatou que 69% do total de entrevistados (15.010) tiveram algum tipo de perda financeira desde o início do isolamento social causado pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2). Também segundo o estudo, 62% acreditam que ainda vão enfrentar algum tipo de problema que as obrigarão a atrasar o pagamento de suas contas. 

De acordo com a diretora de marketing e pessoas da DMCard, Sandra Castello, a pesquisa “é composta por pessoas que são portadoras de cartão de crédito e nos permite uma representatividade muito fiel de como anda o bolso desse consumidor economicamente ativo”. Mostra também “se ele sofreu perdas e como o bolo está sendo repartido para o consumo e pagamento das dívidas mais comuns no dia-a-dia da população”. 

A pesquisa mostra que a população prioriza o pagamento de contas de consumo como água, luz, telefone e internet (31%). Em segundo plano, a prevalência do consumidor está na quitação da fatura do cartão de créditotradicional (20%). De acordo com o resultado dessa ordem de importância, fica claro que o consumidor está preocupado em manter o seu poder de compra, principalmente do que é essencial, em manter a comida na mesa. 

Para Sandra, o cartão tradicional também pode ser utilizado no supermercado, mas, além de não ser acessível a todas as pessoas, ele ainda é percebido como uma fonte que pode ser utilizada para gastos supérfluos.       

“Além dessa percepção da importância e peso no orçamento entre os cartões de loja e o tradicional, há outro fenômeno importante de se observar, principalmente nas classes mais baixas, que é a atual dificuldade de se conseguir crédito na rede bancária. Não se trata apenas de uma escolha, muita gente não consegue ter um cartão de crédito tradicional. Com o atual cenário econômico, a rede bancária acaba reduzindo sua aprovação e esse consumidor, muitas vezes ainda desbancarizado, migra para os cartões de loja”, explicou. 

Dando sequência àpreferência na quitação de dívidas, foram citados ainda os financiamentos (11%) e a assistência médica (9%).  

“Com esses resultados, conseguimos identificar uma linha clara de comportamento. O consumidor prefere pagar primeiro as contas que podem ocasionar a interrupção de algum serviço que lhe faria muita falta no seu dia-a-dia. Em segundo lugar, vêm as dívidas que podem tirar deles o poder de compra, em um momento em que ter crédito é muito importante em caso de emergências”, analisou a diretora da DMCard. Desemprego Apenas 26% dos entrevistados afirmaram estar empregados formalmente, com registro em carteira de trabalho, e sem nenhum tipo de redução em seus ganhos, enquanto outros 15% tiveram redução de carga horária e, consequentemente, em seus rendimentos. 

Em contrapartida, 12% foram totalmente afastados do trabalho ou tiveram seus contratos interrompidos, e 15% já entraram na pandemia desempregados. Os entrevistados aposentados são 10% dos respondentes e 21% são profissionais autônomos. Auxílio Emergencial O auxílio emergencial de R$ 600 oferecido pelo governo foi buscado por 49% dos entrevistados. Considerando apenas esse grupo, 31% já haviam recebido a primeira parcela. Um grupo composto por 33% não havia sido aprovado, outros 19% foram aprovados mas ainda não tinham recebido e 17% ainda aguardavam resposta. Dentre os 51% que não entraram com o pedido, apenas 1% ainda tinha a intenção de solicitar o auxílio.

Crédito O estudo também avaliou o uso do cartão de loja do supermercado pelos consumidores, principal área de atuação da DMCard, realizadora do estudo, e 41% dos entrevistados afirmaram que um limite maior disponível em seu cartão private label os ajudaria neste momento de pandemia. E, em caso de atraso no pagamento especificamente da fatura desse cartão e posterior acordo, 45% prefere um desconto e pagar tudo de uma vez, 32% preferem um parcelamento da dívida e para 23% bastaria apenas um prazo maior para pagamento.

Fonte: Estado de Minas - 02/06/2020 e SOS Consumidor

Boletim Diário: Governo usará BNDES para destravar crédito a PMEs; comércio registra maior queda em 20 anos e outras notícias

Lucio, este é seu boletim personalizado com as notícias do dia, selecionadas pelos editores do LinkedIn.

Governo usará BNDES para destravar crédito a PMEs

De Claudia Gasparini, da Redação do LinkedIn

Novo programa é voltado para negócios que tiveram receita bruta entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões em 2019.

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Comércio registra maior queda em 20 anos

De Claudia Gasparini, da Redação do LinkedIn

Segmentos mais dependentes do consumo via crédito foram os mais prejudicados, com destaque para o setor de móveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos e informática.

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Metade das escolas pequenas e médias podem falir

De Guilherme Odri, da Redação do LinkedIn

A redução de receita por atrasos nas mensalidades e inadimplência atingiu 40% das escolas em abril – e deve ultrapassar os 50% em maio.

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Venda de veículos cai 74,7% em maio

De Guilherme Odri, da Redação do LinkedIn

Entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus foram licenciadas 62 mil unidades – trata-se do pior resultado para meses de maio em 28 anos.

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Brasil já possui 218 shoppings abertos

De Guilherme Odri, da Redação do LinkedIn

O número representa 38% do total de 577 estabelecimentos desse tipo no país – até meados de abril, todos estavam fechados por conta da pandemia.

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A importância da diversidade e inclusão nas empresas

De Paulo Balint Tobias, da Redação do LinkedIn

Ideia do dia: "Para além do diferencial competitivo, trata-se de uma pauta que o país não pode mais esperar para implementar", destaca o advogado corporativo Vítor Macabu.

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As últimas notícias sobre o coronavírus

De Guilherme Odri, da Redação do LinkedIn

Número de casos, medidas de prevenção, declarações oficiais: as informações atualizadas sobre a epidemia, selecionadas pelo LinkedIn.

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Caixa promete cadeiras e controle de distância em fila para saque de auxílio emergencial

por Fernanda Brigatti

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Banco também se comprometeu revisar plano de compras de equipamentos de proteção

A Caixa Econômica Federal assinou na última quinta (29) um protocolo de intenções no qual se compromete a organizar as filas para o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 em suas agências e prevê até a concessão de cadeiras e a solicitação do fechamento de ruas para garantir a segurança dos cidadãos.

Desde o início do calendário de pagamento do benefício, longas filas se formaram em frente às agências do banco, o único operador financeiro do auxílio. Além do saque, muita gente buscava agência para ter informações e ajuda para utilizar os aplicativos Caixa Tem e Caixa Auxílio Emergencial.

No acordo firmado com MPT (Ministério Público do Trabalho), MPF (Ministério Público Federal) e Contraf-CUT (Confederação Nacional do Trabalhadores do Ramo Financeiro), o banco promete demarcar lugares dentro e fora das agências para manter o distanciamento entre os clientes e adotar medidas que garantam a proteção contra luz do sol e da chuva durante a permanência nas filas.

Quando houver necessidade, a Caixa deverá acionar as autoridades de trânsito locais para desviar o tráfego –em diversas cidades, as filas acabaram tomando as ruas.

A organização da espera poderá ser feita pela equipe de vigilância das agências, que deverá controlar a entrada de pessoas, de modo que a distância de dois metros entre uma e outra seja conservada. O mesmo valerá para as casas lotéricas e correspondentes bancários.

Todas as agências da Caixa e instituições conveniadas precisarão ter álcool em gel disponível a 100% dos usuários e funcionários.

Para os bancários, a Caixa também se compromete a fornecer máscaras e viseiras de proteção, além de luvas, dependendo da área em que trabalham, e realizar o afastamento imediato de trabalhadores com sintomas de contaminação ou que estejam em grupos de risco.

No documento assinado na semana passada, há ainda o compromisso de revisar o plano de compras de equipamentos de proteção individual para bancários.

A assinatura do protocolo de intenções foi articulada pelo grupo de trabalho Covid-19, do Ministério Público do Trabalho. O coordenador, procurador Alberto Bastos Balazeiro, que também assina o documento, diz que as tentativas de mediação e acordo têm sido a prioridade do grupo de trabalho em meio à pandemia.

Fornecimento de equipamentos de proteção e segurança e implementação de regras de distanciamento para garantir a saúde dos trabalhadores estão entre as queixas mais frequentes recebidas pelos procuradores.

O documento assinado na semana passada tem ainda uma série de esforços que a Caixa promete fazer, como convênios com outras instituições para descentralizar o pagamento e alterações no aplicativo Caixa Tem e nos canais de atendimento virtual para facilitar o acesso, além de articular com prefeituras a divulgação de informações de prevenção a aglomerações.

Para o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial, a Caixa definiu um calendário para que os trabalhadores possam sacar os R$ 600 –ou R$ 1.200 no caso de mães solteiras. A data depende do mês de nascimento da pessoa.

O auxílio é um benefício provisório liberado pelo governo em meio à pandemia. São três parcelas e, segundo a Caixa, 59 milhões de pessoas entre os 106 milhões que fizeram cadastro foram consideradas elegíveis. Com o agravamento da crise do coronavírus, o governo não descarta prorrogar o pagamento, mas avalia um valor menor.

O prazo para a Caixa comunicar a implantação dos compromissos assinados com os procuradores do MPT e MPF e com a representação dos bancários é de dez dias. Procurada nesta terça pela manhã, a Caixa não respondeu.

Fonte: Folha Online - 02/06/2020 e SOS Consumidor

Bolsonaro põe em dúvida número alto de mortos pela Covid-19

Presidente afirmou que "qualquer negócio é Covid"

Bolsonaro minimiza número de mortos pela Covid-19 no Brasil

Bolsonaro minimiza número de mortos pela Covid-19 no Brasil | Foto: Isac Nóbrega / PR / CP


O presidente Jair Bolsonaro pôs em dúvida na manhã desta quarta-feira, em frente ao Palácio da Alvorada, as notificações dos casos de morte pelo novo coronavírus. Ao comentar a fala de um apoiador que disse que perdeu a mãe por outros problemas de saúde ignorados no atestado de óbito, o mandatário afirmou que isso tem sido comum no Brasil. "Isso é o que está acontecendo geral, qualquer negócio é Covid."

O presidente, que nesta quarta-feira foi ao local sem máscara, pediu para as pessoas cobrarem também com governadores e prefeitos, e admitiu que ele, sozinho, não pode fazer muita coisa. "Estou ouvindo as reclamações de vocês e podem ter certeza que isso não será deletado."

Ele também reclamou do que considera a polarização do combate à pandemia. "O PT entrou com uma ação para derrubar a hidroxicloroquina. A questão é política." O remédio é defendido pelo governo federal como principal tratamento nos casos de Covid-19, principalmente no estágio inicial da doença.

O presidente lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que cabe a governadores e prefeitos a decisão de retomar as atividades econômicas, mas ressaltou que isso terá consequências graves ao país.

"O que está acontecendo no Brasil ultimamente? Pobre está ficando miserável e classe média está ficando pobre. Está ficando tudo igual no Brasil. Parece que não tem noção quando vai passar isso daí."

Durante sua passagem pelo setor onde ficam pessoas simpatizantes com seu governo, ele ouviu reclamações contra os governos do Pará, Bahia e Pernambuco.

Bolsonaro fez também críticas à imprensa ao dizer que ela tem colocado nele a responsabilidade da nomeação de integrantes indicados pelos congressistas do chamado Centrão mesmo quando sequer passa pelo presidente a escolha. "Se eu for ler jornal, vou ficar envenenado", afirmou.


R7 e Correio do Povo

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8418 vagas em Porto Alegre/RS

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3113 vagas de Vendedor

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35552 vagas na area de Comércio

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Policial negro, aposentado, é assassinado por "manifestantes" em St. Louis

A retired St. Louis police captain killed by people who broke into a pawn shop after protests turned violent was a gregarious and outspoken leader who mentored youths and insisted on strict ethical conduct among his employees, a longtime colleague said Tuesday.

WASHINGTONTIMES.COM

Retired St. Louis police captain killed by looters

A retired St. Louis police captain killed by people who broke into a pawn shop after protests turned violent was a gregarious and outspoken leader who mentored youths and insisted on strict ethical conduct among his employees, a longtime colleague said Tuesday.