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por Luiz Henrique Campos
Estudo organizado pela administradora de cartões paulista DMCard ouviu mais de 15 mil pessoas entre 5 e 12 de maio
Uma pesquisa realizada entre os dias 5 e 12 de maio pela DMCard, empresa paulista administradora de cartões private label, constatou que 69% do total de entrevistados (15.010) tiveram algum tipo de perda financeira desde o início do isolamento social causado pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2). Também segundo o estudo, 62% acreditam que ainda vão enfrentar algum tipo de problema que as obrigarão a atrasar o pagamento de suas contas.
De acordo com a diretora de marketing e pessoas da DMCard, Sandra Castello, a pesquisa “é composta por pessoas que são portadoras de cartão de crédito e nos permite uma representatividade muito fiel de como anda o bolso desse consumidor economicamente ativo”. Mostra também “se ele sofreu perdas e como o bolo está sendo repartido para o consumo e pagamento das dívidas mais comuns no dia-a-dia da população”.
A pesquisa mostra que a população prioriza o pagamento de contas de consumo como água, luz, telefone e internet (31%). Em segundo plano, a prevalência do consumidor está na quitação da fatura do cartão de créditotradicional (20%). De acordo com o resultado dessa ordem de importância, fica claro que o consumidor está preocupado em manter o seu poder de compra, principalmente do que é essencial, em manter a comida na mesa.
Para Sandra, o cartão tradicional também pode ser utilizado no supermercado, mas, além de não ser acessível a todas as pessoas, ele ainda é percebido como uma fonte que pode ser utilizada para gastos supérfluos.
“Além dessa percepção da importância e peso no orçamento entre os cartões de loja e o tradicional, há outro fenômeno importante de se observar, principalmente nas classes mais baixas, que é a atual dificuldade de se conseguir crédito na rede bancária. Não se trata apenas de uma escolha, muita gente não consegue ter um cartão de crédito tradicional. Com o atual cenário econômico, a rede bancária acaba reduzindo sua aprovação e esse consumidor, muitas vezes ainda desbancarizado, migra para os cartões de loja”, explicou.
Dando sequência àpreferência na quitação de dívidas, foram citados ainda os financiamentos (11%) e a assistência médica (9%).
“Com esses resultados, conseguimos identificar uma linha clara de comportamento. O consumidor prefere pagar primeiro as contas que podem ocasionar a interrupção de algum serviço que lhe faria muita falta no seu dia-a-dia. Em segundo lugar, vêm as dívidas que podem tirar deles o poder de compra, em um momento em que ter crédito é muito importante em caso de emergências”, analisou a diretora da DMCard. Desemprego Apenas 26% dos entrevistados afirmaram estar empregados formalmente, com registro em carteira de trabalho, e sem nenhum tipo de redução em seus ganhos, enquanto outros 15% tiveram redução de carga horária e, consequentemente, em seus rendimentos.
Em contrapartida, 12% foram totalmente afastados do trabalho ou tiveram seus contratos interrompidos, e 15% já entraram na pandemia desempregados. Os entrevistados aposentados são 10% dos respondentes e 21% são profissionais autônomos. Auxílio Emergencial O auxílio emergencial de R$ 600 oferecido pelo governo foi buscado por 49% dos entrevistados. Considerando apenas esse grupo, 31% já haviam recebido a primeira parcela. Um grupo composto por 33% não havia sido aprovado, outros 19% foram aprovados mas ainda não tinham recebido e 17% ainda aguardavam resposta. Dentre os 51% que não entraram com o pedido, apenas 1% ainda tinha a intenção de solicitar o auxílio.
Crédito O estudo também avaliou o uso do cartão de loja do supermercado pelos consumidores, principal área de atuação da DMCard, realizadora do estudo, e 41% dos entrevistados afirmaram que um limite maior disponível em seu cartão private label os ajudaria neste momento de pandemia. E, em caso de atraso no pagamento especificamente da fatura desse cartão e posterior acordo, 45% prefere um desconto e pagar tudo de uma vez, 32% preferem um parcelamento da dívida e para 23% bastaria apenas um prazo maior para pagamento.
Fonte: Estado de Minas - 02/06/2020 e SOS Consumidor
Governo usará BNDES para destravar crédito a PMEs
De Claudia Gasparini, da Redação do LinkedIn Novo programa é voltado para negócios que tiveram receita bruta entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões em 2019.
De Claudia Gasparini, da Redação do LinkedIn Segmentos mais dependentes do consumo via crédito foram os mais prejudicados, com destaque para o setor de móveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos e informática.
De Guilherme Odri, da Redação do LinkedIn A redução de receita por atrasos nas mensalidades e inadimplência atingiu 40% das escolas em abril – e deve ultrapassar os 50% em maio.
De Guilherme Odri, da Redação do LinkedIn Entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus foram licenciadas 62 mil unidades – trata-se do pior resultado para meses de maio em 28 anos.
De Guilherme Odri, da Redação do LinkedIn O número representa 38% do total de 577 estabelecimentos desse tipo no país – até meados de abril, todos estavam fechados por conta da pandemia.
De Paulo Balint Tobias, da Redação do LinkedIn Ideia do dia: "Para além do diferencial competitivo, trata-se de uma pauta que o país não pode mais esperar para implementar", destaca o advogado corporativo Vítor Macabu.
De Guilherme Odri, da Redação do LinkedIn Número de casos, medidas de prevenção, declarações oficiais: as informações atualizadas sobre a epidemia, selecionadas pelo LinkedIn.
por Fernanda Brigatti

Banco também se comprometeu revisar plano de compras de equipamentos de proteção
A Caixa Econômica Federal assinou na última quinta (29) um protocolo de intenções no qual se compromete a organizar as filas para o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 em suas agências e prevê até a concessão de cadeiras e a solicitação do fechamento de ruas para garantir a segurança dos cidadãos.
Desde o início do calendário de pagamento do benefício, longas filas se formaram em frente às agências do banco, o único operador financeiro do auxílio. Além do saque, muita gente buscava agência para ter informações e ajuda para utilizar os aplicativos Caixa Tem e Caixa Auxílio Emergencial.
No acordo firmado com MPT (Ministério Público do Trabalho), MPF (Ministério Público Federal) e Contraf-CUT (Confederação Nacional do Trabalhadores do Ramo Financeiro), o banco promete demarcar lugares dentro e fora das agências para manter o distanciamento entre os clientes e adotar medidas que garantam a proteção contra luz do sol e da chuva durante a permanência nas filas.
Quando houver necessidade, a Caixa deverá acionar as autoridades de trânsito locais para desviar o tráfego –em diversas cidades, as filas acabaram tomando as ruas.
A organização da espera poderá ser feita pela equipe de vigilância das agências, que deverá controlar a entrada de pessoas, de modo que a distância de dois metros entre uma e outra seja conservada. O mesmo valerá para as casas lotéricas e correspondentes bancários.
Todas as agências da Caixa e instituições conveniadas precisarão ter álcool em gel disponível a 100% dos usuários e funcionários.
Para os bancários, a Caixa também se compromete a fornecer máscaras e viseiras de proteção, além de luvas, dependendo da área em que trabalham, e realizar o afastamento imediato de trabalhadores com sintomas de contaminação ou que estejam em grupos de risco.
No documento assinado na semana passada, há ainda o compromisso de revisar o plano de compras de equipamentos de proteção individual para bancários.
A assinatura do protocolo de intenções foi articulada pelo grupo de trabalho Covid-19, do Ministério Público do Trabalho. O coordenador, procurador Alberto Bastos Balazeiro, que também assina o documento, diz que as tentativas de mediação e acordo têm sido a prioridade do grupo de trabalho em meio à pandemia.
Fornecimento de equipamentos de proteção e segurança e implementação de regras de distanciamento para garantir a saúde dos trabalhadores estão entre as queixas mais frequentes recebidas pelos procuradores.
O documento assinado na semana passada tem ainda uma série de esforços que a Caixa promete fazer, como convênios com outras instituições para descentralizar o pagamento e alterações no aplicativo Caixa Tem e nos canais de atendimento virtual para facilitar o acesso, além de articular com prefeituras a divulgação de informações de prevenção a aglomerações.
Para o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial, a Caixa definiu um calendário para que os trabalhadores possam sacar os R$ 600 –ou R$ 1.200 no caso de mães solteiras. A data depende do mês de nascimento da pessoa.
O auxílio é um benefício provisório liberado pelo governo em meio à pandemia. São três parcelas e, segundo a Caixa, 59 milhões de pessoas entre os 106 milhões que fizeram cadastro foram consideradas elegíveis. Com o agravamento da crise do coronavírus, o governo não descarta prorrogar o pagamento, mas avalia um valor menor.
O prazo para a Caixa comunicar a implantação dos compromissos assinados com os procuradores do MPT e MPF e com a representação dos bancários é de dez dias. Procurada nesta terça pela manhã, a Caixa não respondeu.
Fonte: Folha Online - 02/06/2020 e SOS Consumidor
Presidente afirmou que "qualquer negócio é Covid"

Bolsonaro minimiza número de mortos pela Covid-19 no Brasil | Foto: Isac Nóbrega / PR / CP
O presidente Jair Bolsonaro pôs em dúvida na manhã desta quarta-feira, em frente ao Palácio da Alvorada, as notificações dos casos de morte pelo novo coronavírus. Ao comentar a fala de um apoiador que disse que perdeu a mãe por outros problemas de saúde ignorados no atestado de óbito, o mandatário afirmou que isso tem sido comum no Brasil. "Isso é o que está acontecendo geral, qualquer negócio é Covid."
O presidente, que nesta quarta-feira foi ao local sem máscara, pediu para as pessoas cobrarem também com governadores e prefeitos, e admitiu que ele, sozinho, não pode fazer muita coisa. "Estou ouvindo as reclamações de vocês e podem ter certeza que isso não será deletado."
Ele também reclamou do que considera a polarização do combate à pandemia. "O PT entrou com uma ação para derrubar a hidroxicloroquina. A questão é política." O remédio é defendido pelo governo federal como principal tratamento nos casos de Covid-19, principalmente no estágio inicial da doença.
O presidente lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que cabe a governadores e prefeitos a decisão de retomar as atividades econômicas, mas ressaltou que isso terá consequências graves ao país.
"O que está acontecendo no Brasil ultimamente? Pobre está ficando miserável e classe média está ficando pobre. Está ficando tudo igual no Brasil. Parece que não tem noção quando vai passar isso daí."
Durante sua passagem pelo setor onde ficam pessoas simpatizantes com seu governo, ele ouviu reclamações contra os governos do Pará, Bahia e Pernambuco.
Bolsonaro fez também críticas à imprensa ao dizer que ela tem colocado nele a responsabilidade da nomeação de integrantes indicados pelos congressistas do chamado Centrão mesmo quando sequer passa pelo presidente a escolha. "Se eu for ler jornal, vou ficar envenenado", afirmou.
R7 e Correio do Povo
Vendedor
Humanizar Rh
Salário: R$1120.7 por mês
Localização: Porto Alegre
Vendedor Confidencial Salário: R$1200 por mês Localização: Porto Alegre
Vendedor topseguranca Salário: Confidencial Localização: Porto Alegre
Vendedor Confidencial Salário: Confidencial Localização: Porto Alegre
Vendedor Construagro Salário: Confidencial Localização: Porto Alegre
8418 vagas em Porto Alegre/RS
3113 vagas de Vendedor
35552 vagas na area de Comércio
A retired St. Louis police captain killed by people who broke into a pawn shop after protests turned violent was a gregarious and outspoken leader who mentored youths and insisted on strict ethical conduct among his employees, a longtime colleague said Tuesday.
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WASHINGTONTIMES.COM
Retired St. Louis police captain killed by looters
A retired St. Louis police captain killed by people who broke into a pawn shop after protests turned violent was a gregarious and outspoken leader who mentored youths and insisted on strict ethical conduct among his employees, a longtime colleague said Tuesday.
SUPREMO É O POVO https://t.co/UZGzkdxBQY
— Revista Terça Livre (@RevistaTerca) June 2, 2020
OMS vai retomar testes com hidroxicloroquina para tratamento de Covid-19
Testes com o medicamento haviam sido suspensos no dia 25 de maio, quando a revista médica 'The Lancet' publicou um estudo sobre o tema. De acordo com o artigo, não haveria benefícios no uso da substância no tratamento de Covid-19 e pacientes que a ingerissem poderiam ter arritmia cardíaca. A publicação, no entanto, fez uma advertência sobre o estudo nesta quarta, o que motivou a retomada dos testes.