Advogados não têm acesso aos autos do inquérito das fake news, que Alexandre de Moraes diz ter liberado


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URGENTE: Advogados não têm acesso aos autos do inquérito das fake news, que Alexandre de Moraes diz...

O ministro Alexandre de Moraes afirmou que a defesa dos acusados teve acesso aos autos do inquérito de supostas fake news. Advogados, no entanto, estão pedindo acesso sem retorno

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Ministro assegura acesso de interessados aos autos do inquérito que apura fake news

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'Desanimado', Andrés diz que 25% dos sócios do Corinthians pararam de pagar

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Reabertura avança; B3 multibilionária; bicicletas em alta

Os mercados no mundo seguem com altas otimistas na semana, o que deve impactar o Ibovespa nesta quarta-feira. A Desperta destaca ainda mais passos da reabertura no Brasil e as perspectivas para o setor de bicicletas no dia dedicado a elas pela ONU. Boa leitura.

Rio de Janeiro: reabertura encheu praias e calçadão, mas MP questiona | REUTERS/Pilar Olivares

1 - REABERTURA AVANÇA

Uma nova etapa da reabertura da economia avança em cidades e regiões brasileiras nesta quarta-feira, 3, um dia após o país ultrapassar a marca de 30.000 mortes pelo novo coronavírus e bater recorde diário de óbitos. No Distrito Federal, parques e igrejas para mais de 200 pessoas voltam a funcionar. Em Salvador, a lista de serviços essenciais vai crescer, incluindo serviços como concessionárias, lavanderias e clínicas de atendimento eletivo. Ontem, no primeiro dia de abertura gradual no Rio de Janeiro, a praia atraiu muita gente, ainda que com restrições.  O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro pediu à Justiça multa pessoal ao prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) por flexibilizar a quarentena na capital. O MP cita falta de um estudo técnico e de um decreto estadual autorizando a flexibilização. Em São Paulo, que também começou sua flexibilização da quarentena neste mês de junho, o dia foi de recorde de mortes no estado. Se o movimento é precoce ou responsável, é algo que as próximas semanas vão mostrar.

2 - A MULTIBILIONÁRIA B3

A B3 é uma anfitriã que pela primeira vez poderá participar da própria festa. É que a bolsa brasileira, com 93 bilhões de dólares em valor de mercado, pode ser a próxima a ingressar no seleto grupo de empresas valendo 100 bilhões. A lista é hoje composta por Vale, Petrobras, Itaú, Ambev, Bradesco e Magazine Luiza – o Santander também aparecia nessa panelinha até a eclosão da pandemia. Só nos primeiros meses de 2020, a B3 teve 500.000 novos entrantes pessoa física, o mesmo número acumulado em uma década até então. O lucro do primeiro trimestre subiu 70%, para 1 bilhão de reais. No âmbito das ofertas, alguns emissores preferiram adiar os planos à espera de uma janela de oportunidades. Mas houve quem enfrentasse o momento de incertezas, como a Allpark, dona da rede Estapar, que captou 345 milhões de reais em seu IPO em maio. O SBF, dono da Centauro, fará uma oferta secundária e precifica ações amanhã. Fato é que, enquanto a taxa básica de juros do país se mantiver em níveis baixos, a bolsa pode seguir ganhando.

3 - ITÁLIA E O TURISMO

Depois de meses de uma quarentena rígida, a Itália se prepara agora para reabrir uma de suas mais importantes portas da sua economia nesta quarta-feira: a do turismo. A partir de hoje, o país passa a permitir a entrada e a saída de estrangeiros e também será possível viajar dentro do território italiano. A abertura está reservada aos residentes e cidadãos da zona do Acordo Schengen, que inclui 26 países europeus. É um momento importante para o país, onde o turismo responde por 13% do PIB. O objetivo é aproveitar algo da temporada do verão no hemisfério Norte. Na outra ponta, ainda há ceticismo sobre os movimentos da população da Lombardia, epicentro da epidemia no país. Algumas cidades estudam barrar a entrada de pessoas de fora. Com o número de novos casos caindo e ficando abaixo de 600 por dia, a Itália é hoje a sexta em número de casos no mundo e a terceira em mortes, com mais de 33.000 óbitos. Mas o temor, não injustificado, é o de que uma reabertura precoce traga à tona uma segunda onda da pandemia.

4 - A VEZ DAS BIKES?

Em 2018, a Organização das Nações Unidas decidiu instituir 3 de junho como o Dia Mundial da Bicicleta. Inventada há dois séculos, a bicicleta tem cerca de 2 bilhões de usuários rotineiros. O que a ONU não imaginava era que as bikes ganhariam importância ainda maior em 2020 com o coronavírus. Países como Itália, Reino Unido e Bélgica lançaram planos de milhões de euros para ampliar ciclocivas e até subsidiar a compra de bikes em meio à pandemia. O uso na Europa vem crescendo durante a após o isolamento, com as pessoas evitando aglomerações. No Brasil, sem grandes planos de infraestrutura para o modal, a notícia no dia da bike vem do setor de empreendedorismo: a Tembici, que opera as bicicletas do Itaú, recebeu aporte de 47 milhões de dólares, conforme revelado hoje pela EXAME. É um período difícil para a micromobilidade: a rival Grow (ex-Yellow) anunciou ontem demissão em massa no Brasil e já havia cancelado a oferta de bicicletas por tempo indeterminado. A Tembici afirma que seu modelo de estações, em vez de bikes ou patinetes espalhados, pode ser vencedor.

Os protestos antirracistas nos EUA se espalham também pela Europa. Manifestações devem continuar ocorrendo nesta quarta-feira.
O mercado de ações global atingiu seu maior nível em três meses nesta quarta-feira, segundo o índice MSCI global, que inclui 49 países. Ontem, o Ibovespa fechou acima de 91.000 pontos, maior nível desde 10 de março.
Mesmo com turismo congelado, a ação da CVC subiu 20% ontem e chegou ao valor de mercado que tinha antes da quarentena no Brasil. À EXAME, o presidente do conselho da empresa, Silvio Genesini, contou que a definição sobre uma capitalização só vira após a investigação interna sobre o balanço de 2019. (Assine a Newsletter EXAME IN e receba primeiro notícias exclusivas).
A Zoom superou expectativas dos analistas em seus resultados do primeiro trimestre e dobrou a projeção de receita para o ano, para 1,8 bilhão de dólares.
A Índia passou de 200.000 casos de coronavírus e especialistas dizem que o pico da doença pode ainda estar longe. O país de mais de 1 bilhão de habitantes preocupa pelo sistema de saúde frágil.

A EXAME levantou com corretoras as ações que pagam mais dividendos indicadas nas carteiras para o mês de junho. Veja aqui
O Mercado Livre vai abrir 25.000 vagas de emprego na América Latina, quase metade no Brasil.
O Google está sendo processado por, segundo a acusação, monitorar o que usuários fazem na janela privada do navegador.
O Senado brasileiro aprovou projeto de lei que permite a restaurantes doar alimentos não vendidos. O projeto segue para sanção presidencial.

exame.talks

18h - Sofia Esteves, da Cia de Talentos, com Artur Grynbaum, presidente do Grupo Boticário
Liderança com Impacto (veja no YouTube)

Bolsa

HOJE | Xangai / +0,01%
Tóquio / +1,29%
Londres / +1,26% (às 7h)
ONTEM | Ibovespa / +2,74%
S&P 500 / +0,82%
Dólar / 5,21 reais (-3,23%)

Jogos como World of Warcraft, Age of Empire e Super Mario podem ajudar na hora de planejar os negócios? De trabalhar em equipe a não subestimar a concorrência, este texto lista cinco lições de jogos clássicos para o empreendedorismo. Na EXAME, veja o avanço do setor de jogos no Brasil e no mundo -- com faturamento de 159 bilhões de dólares e podendo chegar a quase 3 bilhões de usuários em 2020.

Age of Empires: lições de empreendedorismo nos jogos | Reprodução

O MERCADO X GOVERNO


A FICHA, ENFIM, JÁ CAIU

Se em algum momento alguns brasileiros se deixaram levar pelo excesso de OTIMISMO, imaginando que o ISOLAMENTO INDIVIDUAL imposto por governantes criminosos não provocaria um enorme estrago econômico, exceto para os servidores públicos que integram a privilegiada e intocável PRIMEIRA CLASSE, já se percebe que, para todos, a FICHA, ENFIM, JÁ CAIU.


ECONOMIA DE MERCADO

Entretanto, mesmo que grande parte dos brasileiros já se conscientizaram de que a recuperação do estrago imposto, por lei, pelo estúpido -FIQUE EM CASA será longo e difícil, uma coisa precisa ser muito enaltecida e entendida: quem, como sempre, está dando a melhor e correta resposta para o enfrentamento da CRISE é a ECONOMIA DE MERCADO, que, como ninguém, é capaz de abrir todos os caminhos para atender os desejos e necessidades dos consumidores.

DIREITOS INTOCÁVEIS

Vale registrar que durante este período de PANDEMIA o que se viu, por parte dos governadores e prefeitos, foi um tratamento diametralmente oposto aos ocupantes do SETOR PÚBLICO em comparação com o SETOR PRIVADO. Enquanto os servidores públicos tiveram seus EMPREGOS E SALÁRIOS, inclusive os nojentos benefícios extra folha, garantidos e preservados, os empregados e empresários da inciativa privada foram PROIBIDOS de trabalhar e/ou ganhar o seu próprio sustento. Mais: as leis baixadas mandam MULTAR os desobedientes. Que tal?

PANDEMÔNIO

Se a CRISE DO COVID 19 foi levada à categoria de PANDEMIA, as maldosas atitudes dos governadores e prefeitos DITADORES são tidas e havidas como CRIMES. Além de ferir o sagrado e constitucional DIREITO DE IR E VIR, DE PRODUZIR E DE CONSUMIR, transformaram o Brasil num verdadeiro PANDEMÔNIO.

NOVO NORMAL

Pois, mesmo diante de tamanhas arbitrariedades, a LIVRE ECONOMIA DE MERCADO entrou em cena e, com sua imbatível criatividade tratou de encontrar os caminhos para se defender da crise e, principalmente, dos maiores algozes. Portanto, quando muitos falam em NOVO NORMAL, o que muita gente não percebe é que o NOVO é fruto exclusivo do encontro da vontade de produtores e consumidores que só o MERCADO é capaz de aproximar.

MERCADO E GOVERNOS

Podem estar certos: são raros os governantes que entendem que o SETOR PÚBLICO, além de caro e burocrático, geralmente entra em cena para cobrar impostos e dificultar a vida dos cidadãos que produzem. E mesmo diante de tanta besteira, o MERCADO sempre reage com melhores soluções. Atenção: o MERCADO VIVE SE AJUSTANDO À REALIDADE e não à PERFEIÇÃO. Já os GOVERNOS, ao contrário, VIVEM INSISTINDO COM A IMPERFEIÇÃO.


Pontocritico.com

A criminalização do conservadorismo

Pela primeira vez na história da humanidade pessoas estão sendo perseguidas pelo aparato estatal por defenderem o governo do seu próprio país. Tamanha insanidade encontra sua explicação no fato da maioria da população, mesmo capaz de eleger um Presidente da República, não ter voz na imprensa, Congresso, classe artística, Judiciário etc.

Desde a eleição do Bolsonaro até hoje essa disputa de poder se deu com ambos os lados buscando manter o status quo intacto. No entanto, agora estamos num momento em que o establishment esquerdista fará de tudo para impedir que a direita tenha qualquer meio de ação, por mais precário que seja. Não há mais uma tentativa de fingir que as instituições estão funcionando, as ilegalidades contra apoiadores do governo virou a regra.

A partir de agora os militantes conservadores ficarão com medo de se manifestarem nas ruas. É difícil dizer para as pessoas levarem a família no domingo para eventos que terão camisas pretas para agredir. Bolsonaro disse aos seus apoiadores para não se reunirem próximo domingo porque os opositores estariam no local, mas a questão é que o objetivo dos socialistas é justamente esse mesmo, querem intimidar os adversários para que eles não ocupem mais as ruas. Assim, a imprensa partidária ficará livre para criar a narrativa de insatisfação popular com o governo.

Na mesma linha ditatorial, mas visando atingir a internet, está o projeto de censura (PL 2630) e o inquérito autoritário do STF. O primeiro, se aprovado, criará uma padronização de opinião nas redes sociais, pois qualquer conteúdo que divirja daquilo que é aceito como verdade pelos progressistas será marcado por empresas checadoras, todas de viés progressista, como mentira. O segundo, uma maluquice inconstitucional, tem ação residual, aqueles conservadores que conseguirem escapar das barreiras comunicativas verão a Polícia Federal na porta de casa. A mensagem é clara: cale-se ou sofra as consequências.

Em suma, as pessoas desistirão de exercer seu papel de cidadão quando perceberem que seja na rua ou na internet sua participação atrai uma reação violenta, seja da polícia ou de grupos paramilitares, como o Antifa. O cerco vem se fechando e o tempo de reagir está se esvaindo. Se nada for feito, logo o conservadorismo, mesmo sendo a visão política da maioria da população, deixará de exercer influência na política brasileira.

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Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=1480321978795850&id=597686827059374

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Antifas não lutam por democracia

Barreira antifascista

Em 13 de agosto de 1961, os comunistas da República Democrática Alemã - ou Alemanha Oriental - começaram a erguer o que popularmente chamamos de Muro de Berlim. Oficialmente chamado de Antifaschistischer Schutzwall. Podendo ser traduzido como a "barreira antifascista".

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Dólar tem maior queda diária em dois anos e vale R$ 5,21

Moeda norte-americana sofreu massivas vendas no mercado brasileiro, em meio a um dia de perdas generalizadas para a divisa

Na sessão, a moeda norte-americana fechou em queda de 3,23% ante o real

Na sessão, a moeda norte-americana fechou em queda de 3,23% ante o real | Foto: Marcos Santos / USP Imagens / Divulgação / CP


O dólar sofreu massivas vendas no mercado brasileiro nesta terça-feira que o levaram à maior queda diária em dois anos, em meio a um dia de perdas generalizadas para a divisa norte-americana diante de otimismo quanto à recuperação da economia mundial pós-pandemia.

Na sessão, a moeda norte-americana fechou em queda de 3,23% ante o real, a R$ 5,2104. A movimentação fez com que o real liderasse, com folga, os ganhos entre as principais moedas.

É a mais forte desvalorização percentual diária desde 8 de junho de 2018 (-5,59%) e o menor patamar de encerramento desde 14 de abril de 2020 (R$ 5,1906).

A cotação operou em queda ao longo de toda esta terça-feira. Na mínima, tocou R$ 5,2046 (-3,34%) e, na máxima, marcou R$ 5,3404 (-0,82%).



R7 e Correio do Povo