ABAIXO O ANTIGO REGIME!

Nesse vídeo o Pensador Paulo Moura explica quem são as forças ocultas por trás da tentativa de derrubar o presidente Bolsonaro. Fez uma breve retrospectiva da nossa história política recente para fundamentar a análise. Veja até o fim. Se gostar, curta, comente, compartilhe e se inscreva no canal para o conteúdo chegar a mais gente possível



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DANOS COLATERAIS



90 DIAS DE PANDEMIA
Às vésperas de completar 90 dias desde que o Coronavírus foi elevado à categoria de PANDEMIA, o que levou as autoridades sanitárias brasileiras a adotar decisões -equivocadas- para enfrentar o inimigo invisível, mesmo que até a descoberta da vacina o medo estará presente em todos os lares o fato é que vários DANOS COLATERAIS aí estão como consequência direta das atitudes DITATORIAIS tomadas por vários governadores e prefeitos.

PRIMEIRO DANO
O PRIMEIRO DANO COLATERAL diz respeito à IMPOSIÇÃO, POR LEI, DO ISOLAMENTO INDIVIDUAL  - HORIZONTAL-, que combati desesperadamente, em vão, em diversos editoriais. O resultado, ainda que parcial, aí está: desemprego em massa; fechamento de inúmeras empresas; e absoluta fragilidade de outras tantas. Este quadro dantesco expõe, nitidamente, que vamos levar um bom tempo para superar o efeito deste criminoso equívoco.

SEGUNDO DANO
O SEGUNDO DANO COLATERAL, que está impactando fortemente aqueles que ficaram impedidos de trabalhar para poder obter o sustento seu e de sua família, trata dos DESIQUILÍBRIOS PSICOLÓGICOS provocados pelo estúpido -ISOLAMENTO INDIVIDUAL-. Tais prejuízos, ainda que pouco conhecidos em número e grau nos levam a crer que, certamente, vão produzir efeitos devastadores em muitos lares.

TERCEIRO DANO
O TERCEIRO DANO COLATERAL, pelo que estamos assistindo nos últimos dias, é o mais perigoso de todos, pois diz respeito à PERDA TOTAL DO DISCERNIMENTO. Este gravíssimo mal está estampado, claramente, no cérebro e nas ações daqueles que integram o -ANTIFA-, movimento este que se declara a FAVOR da DEMOCRACIA e CONTRA o FASCISMO, mas usa, escandalosamente, do TERRORISMO FASCISTA como propósito de tentar impor o que pretende. Pode?

QUARTO DANO
O QUARTO DANO COLATERAL é a destruição ainda maior do que o criminoso ISOLAMENTO IMPÔS. Muitos empresários, inobstante o sofrimento que estão passando com a impossibilidade de vender seus produtos, passaram a ser vítimas dos enormes estragos produzidos pelos anjinhos do ANTIFA, que foram às ruas com o propósito duplo: quebra-quebra e roubo sem limite de mercadorias.

QUINTO DANO
Embora a lista de DANOS seja extensa encerro com o terrível QUINTO DANO COLATERAL, que trata do tamanho da INJUSTIÇA imposta pelo SETOR PÚBLICO. Vejam que exatamente aqueles que impedem, por lei, tanto a produção e comercialização de produtos e serviços quanto a possibilidade de consumo, paralisando por completo a economia, não foram minimamente afetados. Nenhum servidor perdeu o emprego e muito menos sofreu redução de salários.

O que mais impressiona e entristece é que a sociedade, que vive se lamentando pelos prejuízos sofridos, segue impassível diante deste que é tido e havido como o MAIOR DANO de TODOS.


Pontocritico.com

Levantamento de recebimento indevido de auxílio emergencial será concluído nos próximos dias pela BM

Trabalho é preventivo e busca detectar eventuais irregularidades envolvendo policiais militares

Em 20 dias, a Caixa Econômica Federal encaminhará os dados do cadastro do benefício que posam conter CPFs de brigadianos

A Brigada Militar pretende concluir nos próximos dias o levantamento que está sendo realizado junto ao efetivo da corporação para apurar eventuais caso de pedido indevido do auxílio emergencial do governo federal de R$ 600,00 devido à pandemia do novo coronavírus. Cerca de 20 mil policiais militares compõem o contingente. Na manhã desta terça-feira, o subcomandante-geral da BM, coronel Vanius Cesar Santarosa, explicou que a Caixa Econômica Federal encaminhará em 20 dias os dados do cadastro do benefício referentes aos CPFs de todos os brigadianos.
O coronel Vanius Cesar Santarosa fez questão de ressaltar que a medida foi uma ação preventiva após as notícias de casos envolvendo militares no país que receberam indevidamente o dinheiro do auxílio emergencial. O subcomandante-geral da BM observou também que o fato do nome de algum policial militar constar nos cadastros do governo não significa que esteja em uma situação irregular. “Muitos têm pais que recebem Bolsa Família”, citou. Ele acrescentou ainda a possibilidade do uso ilegal dos CPFs por golpistas, como já ocorreu em outros estados.
O oficial assegurou, porém, que os brigadianos serão responsabilizados nos casos positivos se for comprovada a intenção efetiva de receber o benefício. Ele constatou a existência de cadastros incompletos ou preenchidos em algumas situações, mas que ainda precisam ser examinadas. O trabalho tem apoio da Corregedoria-Geral da BM.

Correio do Povo

Divulgação dos dados é "clara medida de intimidação", diz Bolsonaro

Perfil Anonymous Brasil publicou as informações do presidente, de seus filhos e de dois ministros na noite de segunda-feira

Presidente Bolsonaro divulgou nota afirmando que divulgação de dados é clara medida de intimidação

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira que a divulgação de seus dados pelo movimento hacktivista Anonymous Brasil é uma "clara medida de intimidação" do grupo. "Medidas legais estão em andamento, para que tais crimes, não passem impunes", disse Bolsonaro pelo Facebook.
"Em clara medida de intimidação o movimento hacktivista 'Anonymous Brasil' divulgou, em conta do Twitter, dados do Presidente da República e familiares. Medidas legais estão em andamento, para que tais crimes, não passem impunes", afirma o presidente no texto.
Mais cedo, o ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, informou que solicitou abertura de inquérito à Polícia Federal para investigar o vazamento de informações cadastrais e patrimoniais do presidente, de seus familiares e demais autoridades.
"As investigações devem apurar crimes previstos no Código Penal, na Lei de Segurança Nacional e na Lei das Organizações Criminosas", declarou o ministro da Justiça em nota.
A divulgação dos dados ocorreu na noite desta segunda em perfis no Twitter que dizem ser ligados ao grupo hacker Anonymous. Além de Bolsonaro, supostos dados de seus filhos Carlos, Eduardo e Flávio, além de integrantes do governo como os ministros Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) e Abraham Weintraub (Educação), tiveram dados expostos. Uma das contas que vazou os dados foi suspensa minutos depois e o site onde estavam armazenadas as informações saiu do ar.
A Anonymous atua em outros países e ressurgiu no último domingo, após desdobramentos do caso de George Floyd, homem negro assassinado durante uma abordagem policial nos Estados Unidos. A conta que vazou supostos dados de autoridades brasileiras nesta segunda, estava sem publicar no Twitter desde outubro de 2018.
Agência Estado e Correio do Povo

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PF vai apurar vazamento de dados de Bolsonaro e filhos

Divulgação dos dados ocorreu na noite de segunda em perfis no Twitter que dizem ser ligados ao grupo hacker Anonymous Brasil

Inquérito foi determinado pelo ministro da Justiça André Mendonça

O Ministério da Justiça determinou a instauração de um inquérito para apurar o vazamento de supostos dados do presidente Jair Bolsonaro, seus filhos, ministros e aliados. O pedido da investigação pela Polícia Federal (PF) foi confirmado ao Estadão pelo ministro da Justiça, André Mendonça, nesta terça-feira, 2.
A divulgação dos dados ocorreu na noite de segunda, dia 1º, em perfis no Twitter que dizem ser ligados ao grupo hacker Anonymous Brasil. Além de Bolsonaro, supostos dados de seus filhos, Carlos, Eduardo e Flávio, além de integrantes do governo como os ministros Damares Alves e Abraham Weintraub foram expostos. Uma das contas que vazou os dados foi suspensa minutos depois e o site onde estavam armazenadas as informações saiu do ar.
A Anonymous atua em outros países e ressurgiu no último domingo, 31, após desdobramentos do caso de George Floyd, homem negro assassinado durante uma abordagem policial nos Estados Unidos. A conta que vazou supostos dados de autoridades brasileiras nesta segunda estava sem publicar no Twitter desde outubro de 2018. No último domingo, anunciou a volta.
O Palácio do Planalto e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) ainda não se manifestaram oficialmente sobre o vazamento envolvendo. No entanto, confirmam que os dados são mesmo de Bolsonaro, porém desatualizados.
Além de Bolsonaro e seus filhos, tiveram os supostos dados vazados o deputado estadual Douglas Garcia, aliado do presidente, os ministros Abraham Weintraub e Damares Alves, e o dono da Havan e também aliado de Bolsonaro, Luciano Hang. Entre os dados vazados estão informações como e-mails, telefones, endereços, perfil de crédito, renda, nomes de familiares e bens declarados.
Garcia também já havia confirmado o vazamento de seus dados pelo grupo.
O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos não confirma a autenticidade dos dados da ministra Damares Alves, mas divulgou nota repudiando "a divulgação criminosa de dados, em clara violação aos direitos fundamentais à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem". "A divergência de ideias jamais deveria ser justificativa para a prática de ação totalitária e antidemocrática como esta. Que os responsáveis sejam devidamente identificados e processados, nos termos da lei", diz o texto da pasta.

Agência Estado e Correio do Povo

China atrasou liberação de informações da Covid-19, diz documento da OMS

Reportagem afirma que controles rígidos de segurança e a competição no sistema público de saúde foram as causas para o atraso

Governo chinês ainda teria atrasado o número de casos de infectados quando a pandemia teve início em Wuhan

A China atrasou a entrega de informações importantes sobre o novo coronavírus durante os primeiros dias da pandemia, de acordo com documentos e gravações de reuniões da Organização Mundial da Saúde (OMS) obtidos pela Associated Press. O país publicou o genoma do vírus causador da Covid-19 no dia 11 de janeiro, uma semana após três laboratórios chineses já terem sequenciado o mapa genético do novo coronavírus, afirmam os textos vazados.
Segundo a reportagem da AP, controles rígidos de segurança no país e a competição no sistema público de saúde da China foram as causas para o atraso. O governo chinês ainda teria atrasado em duas semanas o número de casos de infectados quando a pandemia teve início na cidade de Wuhan. 
"Estamos recebendo uma quantidade mínima de informações. Não é o suficiente para nos planejarmos adequadamente", declarou a epidemiologista norte-americana e parte do grupo da OMS que lida com a pandemia, Maria Van Kerkhove, em uma reunião interna do órgão.
Após testar quase a totalidade de sua população, Wuhan reportou nesta terça-feira que 300 pessoas são portadoras assintomáticas do novo coronavírus no município, enquanto nenhum caso com os sintomas da Covid-19 foi registrado. 
No total, a China somou 83.022 infectados e 4.634 óbitos causados pela Covid-19. Hoje, foram adicionados 5 novos casos à contagem feita pelo governo chinês. 

Japão 

Capital do Japão, Tóquio retomou o estado de emergência suspenso no último dia 25 por conta de um novo aumento do número de casos diários na cidade, com 34 novos infectados pelo novo coronavírus.
O governo local pediu para que os cidadãos não saiam de casa - exceto aqueles com atividades urgentes a fazer - e pratiquem o distanciamento social. Segundo informações do Ministério da Saúde japonês, o país contabilizou, até agora, 16.724 contaminações e 894 óbitos por Covid-19.

Índia

Seguindo decisão da Coreia do Sul, a Índia autorizou o uso do medicamento antiviral remdesivir para o tratamento de pacientes com a Covid-19 em estado emergencial. O governo indiano determinou em cinco a quantidade de doses do remédio a serem administradas por paciente. 
A droga será fabricada e comercializada pela norte-americana Gilead Sciences. No dia 2 de junho, o site do Ministério da Saúde da Índia registrava 97.581 casos ativos e 5.598 mortes por Covid-19. A plataforma oficial não indica o número de casos diários nem o total registrado desde o início da pandemia. 

Agência Estado e Correio do Povo

Folha de maio depende de dois repasses da União ao RS, diz Cardoso

Secretário da Fazenda disse que Estado folha do quinto mês do ano depende do suporte do governo federal

O secretário da Fazenda explicou que o RS precisará de duas faixas do auxílio federal para efetuar os pagamentos de maio

O Rio Grande do Sul ainda não recebeu a primeira parcela do suporte da União para cobrir os prejuízos da pandemia de Covid-19 na arrecadação. São R$ 1,95 bilhão divididos em quatro vezes. O texto já foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, mas os recursos ainda não foram liberados. O reflexo mais evidente no Estado é o atraso dos salários dos servidores públicos do Executivo. Desde 2015, os vencimentos são parcelados. Entretanto, o intervalo de pagamento fora reduzido no início deste ano. Agora, com a crise, o tempo para quitar a folha aumentou novamente.
Os salários referentes ao mês de abril só devem ser quitados no dia 12 de junho, com recursos próprios do Estado. Se o Palácio Piratini receber a parcela do socorro da União até lá, a data pode ser antecipada. No entanto, de acordo com o secretário da Fazenda, a folha de maio depende do suporte do governo federal. Marco Aurélio Cardoso explicou que o Rio Grande do Sul precisará de duas faixas do auxílio para efetuar os pagamentos do quinto mês do ano. “Para abrir maio, a gente precisa que venha o recurso”, pontuou. “Para terminar maio, a gente conta também, além da nossa arrecadação, com a segunda parcela, que virá em julho. Durante esses meses, é indispensável”, prosseguiu Cardoso.

Previdência complementar

O secretário Marco Aurélio Cardoso também comentou o benefício criado pelo Governo do Estado sobre a previdência de servidores civis. Quem ganha acima do teto do INSS pode ser ressarcido de parte da contribuição se optar por aderir à Previdência Complementar. No regime Próprio do Estado, as alíquotas chegam a até 22% do salário. Já no regime Complementar, as alíquotas são de, no máximo, 14% e apenas sobre o teto de R$ 6,1 mil.
Ao todo, 21,6 mil servidores podem ingressar no plano. “É uma flexibilidade. Por que a gente está alterando isso? Até hoje, a gente até oferecia para o servidor a possibilidade de migrar. Mas, ao migrar, ele perdia esse passado, por que ele não recebia de volta essas contribuições que ele fez a mais”, explicou Cardoso. O projeto deve ser encaminhado em regime de urgência à Assembleia Legislativa até o meio do mês de junho.

Rádio Guaíba e Correio do Povo

Smartphone Motorola E6 Play 32GB Cinza Metálico 4G - 2GB RAM Tela 5,5” Câm. 13MP + Câm. Selfie 5MP

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Governo publica MP que pode destravar crédito às pequenas e médias empresas

Texto autoriza a União a aumentar em até R$ 20 bilhões a sua participação no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), gerido pelo BNDES

Governo publica MP que pode destravar crédito às pequenas e médias empresas

O governo federal editou a Medida Provisória 975/2020, que institui o Programa Emergencial de Acesso a Crédito e faz alterações em duas leis na tentativa de destravar o crédito para as pequenas e médias empresas do País durante a pandemia do novo coronavírus. Dentre os vários pontos, o texto autoriza a União a aumentar em até R$ 20 bilhões a sua participação no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), gerido pelo BNDES, exclusivamente para a cobertura das operações contratadas no âmbito do programa instituído pela MP. A medida está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira e trata-se de mais uma iniciativa do governo voltada para o segmento, que enfrenta dificuldades para se financiar e cumprir obrigações como o pagamento da folha de salários. O programa será vinculado ao Ministério da Economia e o aporte ao fundo será feito por ato do ministro da pasta.
Antes dessa MP, o governo já havia lançado outros programas para os pequenos negócios. No entanto, os resultados ficaram aquém do esperado. Desde o início da turbulência econômica deflagrada pelo novo coronavírus, os bancos já emprestaram mais de R$ 900 bilhões em recursos novos, renovações e suspensão de parcelas de empréstimos, conforme balanço da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) publicado nesta Segunda.
Apesar de o volume beirar R$ 1 trilhão, o recurso à pequena e média empresa ainda enfrenta dificuldades para chegar na ponta, seja por problemas na oferta seja até mesmo pelo baixo apetite por endividamento frente às restrições impostas para cessão aos empréstimos.
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, admitiu nesta segunda que as políticas para pequenas e médias empresas têm que ser intensificadas e que o governo discutiu no fim de semana medidas para que a ajuda chegue de forma mais rápida à ponta. "Esse é nosso principal problema hoje. O Banco Central deve anunciar medidas em breve com esse direcionamento", disse ele nesta segunda-feira durante audiência pública virtual na comissão mista que acompanha medidas de combate à pandemia no País.
A linha criada pela MP vai atender empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões. Após a publicação da MP, a modalidade ainda deve levar algumas semanas até estar pronta. Isso porque há todo um trâmite de aprovação necessário e questões operacionais. O orçamento de R$ 20 bilhões a ser injetado no FGI já está aprovado, mas a liberação do recurso vai ocorrer por meio da subscrição de quatro tranches de até R$ 5 bilhões sequenciais cada. Segundo a MP, o aporte global deverá ser concluído até 31 de dezembro de 2020.

Agência Estado e Correio do Povo