Brasil atinge em um mês novo patamar de mortos pela Covid-19

País assume sexto lugar com mais vítimas e média de óbitos escala de 105 por dia para 438, em uma semana

Nesta quarta-feira, o Ministério da Saúde notificou 615 novas mortes em decorrência da Covid-19

Nos últimos sete dias, o Brasil registrou uma média de 438 mortes diárias pela Covid-19, o que coloca o país em um novo patamar em números de óbitos pelo coronavírus. Há 30 dias, na primeira semana de abril, quando o país tinha 553 óbitos, a média diária era de 105 mortos, de acordo com dados do Ministério da Saúde, o que demonstra um crescimento de 417% se comparados os períodos, ou mais que o quádruplo.
Nesta quarta-feira, o Brasil notificou 615 novas vítimas fatais da Covid-19. Este foi o maior avanço diário desde o começo da pandemia. Com 8.536 mortes identificadas, o Brasil tornou-se o sexto país com mais vítimas fatais da Covid-19.
A região Sudeste concentra o maior número de casos, com 45,8%, seguida por Nordeste (30,5%), Norte (15,6%), Sul (5,3%) e Centro-Oeste (2,9%). Atualmente, São Paulo lidera em notificações, com 37.853 casos e 3.045 mortes. Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com 13.295 casos e 1.205 óbitos.
Os dados atualizados também indicam que o Brasil ultrapassou a marca de 50 mil curados da covid-19. No total, são 51.370 pacientes já recuperados, 41 % do total.
Segundo dados da Universidade John Hopkins, que apresentam defasagem em relação aos dados do governo brasileiro, o país está em 6º lugar, com 8.412 mortes computadas por eles. A lista é liderada pelos Estados Unidos, com 70.802 mortes, seguidos do Reino Unido, com 30.150 e da Itália, com 29.684. Na sequência, estão a Espanha (25.857) e a França (25.812).
Número de mortes notificadas nos últimos sete dias:
30.04 - 435 óbitos no dia
01.05 - 428 óbitos no dia
02.05 - 395 óbitos no dia
03.05 - 301 óbitos no dia
04.05 - 296 óbitos no dia
05.05 - 600 óbitos no dia
06.05 - 615 óbitos no dia
Panorama da doença há 30 dias:
06.04 - 67 óbitos no dia
07.04 - 114 óbitos no dia
08.04 - 133 óbitos no dia
09.04 - 141 óbitos no dia
10.04 - 115 óbitos no dia
11.04 - 68 óbitos no dia
12.04 - 99 óbitos no dia

Correio do Povo

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Coronavírus - Brasil em lockdown: as regras para as cidades que vivem bloqueio total

Bine Morais-Agencia Sao Luis/Divulgação
O Brasil em lockdown: as regras para as cidades que vivem bloqueio total
Mesmo não sendo o epicentro do novo coronavírus no Brasil, alguns estados do Norte e Nordeste se anteciparam e foram os primeiros a determinar o lockdown, o bloqueio total das atividades, como estratégia de combate ao avanço da pandemia nas regiões. Na última semana decretaram o isolamento total Maranhão, governado por Flávio Dino (PCdoB), Pará, governado por Helder Barbalho (MDB) e Ceará, governado por Camilo Santana (PT). Conheça as regras para o lockdown em cada um destes estados. 
Amanda Perobelli/Reuters
Como o novo coronavírus afeta pessoas com menos de 40 anos
Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde no final de março, a maioria das internações de pacientes com a covid-19 ocorreu com pessoas com idades entre 30 e 80 anos. Relatos de pacientes entre 20 e 30 anos mostram como o vírus atinge jovens que não são considerados parte do grupo de risco.
Arte Exame
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Rovena Rosa/Agência Brasil
Bruno Covas determina suspensão dos bloqueios de trânsito em São Paulo
O prefeito de São Paulo determinou a suspensão dos bloqueios de trânsito em avenidas da capital paulista. Montadas pela prefeitura com o objetivo de elevar as taxas de isolamento social – que ainda estão abaixo do índice previsto pelas autoridades -, a interdições sofreram duras críticas e são alvo de um inquérito civil do Ministério Público para “apurar os reflexos urbanísticos”. Os bloqueios levaram a cidade a registrar congestionamentos e pontos de lentidão.
KristinaJovanovic/Thinkstock
Cruz Vermelha apela a influenciadores para combater fake news sobre vírus
A Cruz Vermelha divulgou nesta terça-feira (5) o que apresenta como a primeira rede mundial de influenciadores digitais para combater a desinformação sobre o novo coronavírus e divulgar conteúdos essenciais para o grande público. As falsas informações, teorias da conspiração, os tratamentos inadequados, dicas erradas de prevenção e propaganda enganosa sobre a pandemia enchem as redes sociais e a internet.
AFP
Conheça o laboratório chinês apontado pelos EUA como origem da covid-19
O Instituto de Virologia de Wuhan, que estuda alguns dos patógenos mais perigosos do mundo, foi alvo do secretário de Estado americano, Mike Pompeo, que afirmou ter uma “enorme quantidade de evidências” de que o vírus saiu do laboratório em questão. O canal estatal chinês CCTV chamou as acusações de “insanas” e a Organização Mundial da Saúde (OMS) as denunciou como “especulativas”, ante a ausência de provas.
Getty Images
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Vanessa Williams, cantora, compositora e atriz americana

Vanessa Williams: "I'm a Romantic" | Afro americanos, Hollywood e ...

Vanessa Williams – Wikipédia, a enciclopédia livreVanessa Williams - AdoroCinemaFrases de Vanessa Lynn Williams | Citações e frases famosasEm entrevista, Vanessa Williams revela que foi abusada na infância ...vanessa-williams - Microsoft Store22 de março: Show com Vanessa Williams - Acontece Revista ...Vanessa Williams | Wiksteria Lane | FandomVanessa Williams - VAGALUMEVanessa Williams & Chayanne fotos no Kboing30 anos depois, Vanessa Williams volta a ser Miss América – Observador

Vanessa Lynn Williams (Tarrytown18 de março de 1963) é uma cantoracompositora e atriz americana. Ficou famosa em 1983, por ter sido a primeira afro-americana a ser coroada Miss America[1], embora seu reinado como Miss tenha acabado abruptamente devido a um escândalo o qual a levou a abdicar de seu título. Vanessa, então, lançou-se no ramo do entretenimento e chegou a receber indicações para o Emmy, o Grammy e o Tony.
É conhecida por interpretar a arrogante e inescrupulosa Wilhelmina Slater no seriado da TV estadunidense Ugly Betty, do qual faz parte desde 2006, e Renée Perry na famosa série Desperate Housewives, no ar desde Outuro de 2004.
Tem ascendência portuguesa.[2]
Vanessa Lynn Williams nasceu em TarrytownNova York, filha dos professores de música Helen e Milton Augustine Williams Jr. Ela e seu irmão mais novo Chris, que também é ator, cresceram na área suburbana classe-média prodominantemente branca de Millwood.[3]
Quando criança, Vanessa estudou piano e trompa, mas sempre teve mais interesse em cantar.
Aos 10 anos foi abusada sexualmente pela filha de uma amiga da sua família que tinha 18 anos[4].
Em 1981, por ter recebido uma bolsa de estudo, começou a cursar Artes Cênicas na Universidade de Syracuse, em Nova York. Em 1983, trancou a faculdade para poder atender seus compromissos como Miss America e, mais tarde, largou os estudos de vez, passando a se dedicar exclusivamente à sua carreira na área de entretenimento. Vinte e cinco anos depois, Vanessa formou-se na mesma Universidade de Syracuse.
Fez parte das duas últimas temporadas de Desperate Housewives interpretando Renée, uma antiga colega de colégio de Lynette e Tom Scavo.

Clique aqui para ler a matéria completa no site Wikipédia. 

O Brasil quer inovar na política mundial com um golpe de estado sem militares

Por J.R. Guzzo



O Brasil quer inovar na política mundial com um golpe de estados sem militares| Foto: Marcos Correa/Presidência da República

Golpes de estado, em todo o mundo subdesenvolvido (já que não existe golpe em país de primeira linha) é dado por militares, porque só eles têm a força real das armas; a polícia sempre acaba ajudando, mas quem decide mesmo são as forças armadas, que dispõem de tanque de guerra, metralhadora com munição de verdade e paraquedista. O Brasil de hoje, ao que parece, continua firme e forte na sua vida de país subdesenvolvido, mas está tentando apresentar uma novidade na política mundial: o golpe de estado sem militares.
Ainda não está suficientemente claro se essa empreitada irá realmente adiante. Mas é isso que o Supremo Tribunal Federal (STF) está tentando – ou, se não está, faz algo tão parecido com um golpe, mas não parecido, que já não dá bem para se perceber a diferença.
Este golpe está sendo executado de uma maneira ainda não testada antes: como cabe ao órgão máximo do Poder Judiciário definir no fim das contas o que é legal e o que é ilegal, parte dos 11 ministros da Corte Superior (não se sabe ainda quantos; os fatos vão dizer, no devido tempo), decidiu que a Constituição e o restantes das leis brasileiras podem ser violadas para se anular decisões do governo.
É o que aconteceu duas vezes nos últimos quinze dias: atos perfeitamente legais do presidente da República e do Ministério das Relações Exteriores foram vetados pelo STF. Mas não é ilegal fazer isso? O tribunal acha que não: legal ou ilegal é unicamente aquilo que um ministro, qualquer um, diz que é. Se disser, amanhã, que 2 + 2 são 22, é isso que passa a valer e todo mundo tem de obedecer.
Pronto: eis aí o mapa da mina para derrubar o atual governo sem ter de passar pelos inconvenientes de um processo de impeachment, coisa muito difícil de se obter na vida real ou, pior ainda, esperar as eleições de 2022 para colocar um outro presidente no lugar daquele que está lá hoje, por ter sido eleito em 2018.
Há um monte de gente querendo isso: a esquerda que só tem 20% dos votos no Congresso, as classes intelectuais-civilizadas e sociológicas, a maioria da mídia e, de um modo geral, todos os que nunca aceitaram a vitória de Jair Bolsonaro nas últimas eleições presidenciais. Democracia, realmente, tem esse problemão: elege os que recebem mais votos, e os eleitores têm o direito de votar no primeiro que lhes der na telha: Collor, Lula, Dilma, Bolsonaro. Dois deles, aliás, foram postos para fora, um índice de 50% de aproveitamento.
O STF, em suas duas últimas decisões importantes, declarou guerra aberta ao Executivo: proibiu o presidente da República de exercer o seu direito constitucional de nomear o diretor da Polícia Federal e o Itamaraty de expulsar do Brasil 34 diplomatas venezuelanos que desfrutam de postos em sua embaixada. Não tem pé nem cabeça. Não há o mais remoto fiapo de motivo legal para impedir o nome que Bolsonaro decidiu para a PF; pode-se gostar ou não dele, mas ele preenche 100% das condições exigidas pela lei para ocupar o cargo.
No caso dos venezuelanos, o STF inventou algo que não existe em lugar nenhum do mundo. Qualquer dos cerca de 200 países presentes na ONU tem o direito indiscutível de recusar a presença em seu território de diplomatas que não aceite; não precisa dar motivo nenhum para fazer isso.
Nos dois casos, o STF agiu como despachante de partidos políticos: atendeu a um pedido do PDT, quanto ao novo diretor da PF, e a outro do PT, quanto aos diplomatas. É uma maneira de fazer os que perderam as eleições tomarem decisões de governo: se basta pedir que o STF dá, para que perder tempo com toda essa chateação de lei, democracia, “instituições”, etc.? Não precisa.

Gazeta do Povo

Vendas do Dia das Mães devem encolher quase 60% devido à pandemia


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De acordo com a CNC, o ramo de vestuário e calçados é o que apresenta a maior expectativa de encolhimento durante a festividade
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que a crise provocada pelo novo coronavírus vai acarretar uma queda histórica do volume de vendas no varejo, no Dia das Mães de 2020.

Em comparação com o ano passado, a entidade projeta um encolhimento de 59,2% no faturamento real do setor na data, considerada a segunda mais importante no calendário varejista brasileiro.
Segundo o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a projeção de queda para o Dia das Mães por causa da pandemia ficou acima das perdas estimadas para a Páscoa (-31,6%).
"O Dia das Mães deste ano ocorrerá em meio ao fechamento de segmentos importantes para a venda de produtos voltados para a data, como vestuário, lojas de eletrodomésticos, móveis e eletroeletrônicos. Já a Páscoa tem como característica a venda de produtos típicos em segmentos considerados essenciais, como supermercados, que permaneceram abertos desde o início do surto de covid-19", disse, em nota.

De acordo com a CNC, o ramo de vestuário e calçados é o que apresenta a maior expectativa de encolhimento durante o Dia das Mães, com queda de 74,6%, seguido pelas lojas especializadas na venda de móveis e eletrodomésticos, com perda de 66,8%, e pelo segmento de artigos de informática e comunicação, com retração de 62,5%.
Segundo o economista da CNC responsável pela pesquisa, Fabio Bentes, o comércio deverá registrar retração em todos os estados durante a data. “São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, unidades da Federação que respondem por mais da metade das vendas voltadas para o Dia das Mães, tendem a registrar perdas de 58,7%, 47,4% e 46,6%, respectivamente”, afirmou.
Em termos relativos, três estados do Nordeste deverão registrar as maiores perdas: Ceará (-74,2%), Pernambuco (-73,5%) e Bahia (-66,2%).
Fonte: economia.ig - 05/05/2020 e SOS Consumidor

Tom Cruise filmará longa-metragem no espaço

O filme poderia "inspirar uma nova geração de engenheiros e cientistas" a trabalhar nas viagens espaciais, destacou o diretor da Nasa, Jim Bridenstine

A agência espacial está

O ator americano Tom Cruise rodará seu próximo filme em um set diferente: o espaço, a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS), anunciou a Nasa.
A agência espacial está "entusiasmada" com a ideia de trabalhar com o protagonista de "Missão Impossível" e "Top Gun" para este filme, que ainda não teve o roteiro divulgado, anunciou no Twitter o diretor da Nasa, Jim Bridenstine.
O filme poderia "inspirar uma nova geração de engenheiros e cientistas" a trabalhar nas viagens espaciais, destacou Bridenstine.
Cruise ganhou fama por filmar as próprias cenas de ação e obteve a licença de piloto comercial após seu papel em "Top Gun" como Pete "Maverick" Mitchell, personagem que tinha um estilo arriscado de voar. De acordo com algumas informações, ele teria pilotado algumas aeronaves na tão esperada sequência do filme de 1986, previsto para estrear no fim do ano.
Mas se o mais recente projeto ousado prosseguir, Cruise será o primeiro astro de Hollywood a aparecer na tela de fora da atmosfera terrestre.
O site Deadline Hollywood já havia noticiado boatos sobre o filme no fim de semana, alegando que a empresa SpaceX, do bilionário Elon Musk, estava envolvida no projeto.
A SpaceX enviará astronautas ao espaço a partir do território dos Estados Unidos pela primeira vez em quase uma década ainda no mês de maio, a bordo da cápsula Crew Dragon, que seguirá até a ISS.
A SpaceX ainda não confirmou sua participação no projeto, mas Musk respondeu ao tuíte de Bridenstine com o comentário de que as "filmagens devem ser muito divertidas".
O Deadline Hollywood afirmou que alguns detalhes do projeto de Cruise são conhecidos e que o longa-metragem não faria parte da franquia "Missão Impossível". O sétimo filme da série deve ser lançado no próximo ano, depois que a pandemia de coronavírus adiou sua produção. 
AFP e Correio do Povo

Defesa do Consumidor quer que aéreas suspendam expiração de milhas

por Murillo Camarotto
Recomendação foi feita devido ao aumento de reclamações geradas pelas ações de distanciamento social e fechamento dos aeroportos e cancelamento de voos
A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça pediu para as companhias aéreas a prorrogação imediata do prazo vigente para a expiração dos pontos acumulados em programas de milhagem e fidelidade.
Uma nota técnica do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor também recomenda o estorno dos pontos, sem penalização, das passagens adquiridas e canceladas com milhas a expirar.
Recomendação foi feita devido ao aumento de reclamações geradas pelas ações de distanciamento social e fechamento dos aeroportos e cancelamento de voos devido à pandemia de coronavírus.
Fonte: Valor Econômico - 05/05/2020 e SOS Consumidor

Trabalhadores com salário cortado recebem compensação média de R$ 752,44

por Bernardo Caram
De acordo com o Ministério da Economia, 5,4 milhões de pessoas tiveram contrato reduzido do início da pandemia até esta terça (5)
Trabalhadores que tiveram contratos suspensos ou salários e jornadas reduzidos vão receber, em média, uma compensação mensal do governo de R$ 752,44, informou o Ministério da Economia nesta terça-feira (5).

Até o momento, cerca de 5,4 milhões de pessoas tiveram contratos suspensos ou reduzidos temporariamente. A permissão para esses acordos entre patrão e trabalhador foi concedida em MP (Medida Provisória) editada pelo presidente Jair Bolsonaro.
Todos os afetados pelo corte têm direito a uma recomposição de salário paga pelo governo. O valor é uma proporção do seguro-desemprego e varia de acordo com o tamanho do corte salarial. 
A recomposição só é integral, ou próxima disso, para trabalhadores com remuneração mais baixa, de até dois ou três salários mínimos.
De acordo com o Ministério da Economia, a parcela mais baixa liberada até agora é de R$ 261,25. A mais alta corresponde ao valor máximo do seguro-desemprego, de R$ 1.813,00.
Dos acordos firmados até agora, 58% (3,1 milhões) são referentes a suspensão de contrato por até dois meses. Nos casos de redução de jornada por até três meses, 16% (886 mil) eram para corte de 50%, 12% (681 mil) para redução de 70%, e 10% (555 mil) para diminuição de 25%.Os trabalhadores intermitentes, que têm direito a um benefício de R$ 600, são 3% do total (167 mil).
Fonte: Folha Online - 05/05/2020 e SOS Consumidor

Decisões reduzem aluguel de estabelecimentos comerciais

Pandemia causa prejuízos a locatários.  
As medidas necessárias à contenção do novo coronavírus vêm causando reflexos em atividades comerciais por todo o Estado. Decisões recentes proferidas na Capital e em Osasco lidam com pedidos de locatários que, afetados pela desaceleração da economia, solicitaram na Justiça a diminuição de aluguéis. Saiba mais:   
Redução de aluguel comercial até o fim do ano  
O juiz Ademir Modesto de Souza, da 8ª Vara Cível do Foro Regional de Santana, aceitou parcialmente pedido de estabelecimento comercial e reduziu em 70% o valor do aluguel do local. A medida vale desde a data em que a empresa passou a trabalhar à portas fechadas, por conta das medidas de isolamento social determinadas pelos estados e municípios, até a reabertura do comércio. Após a retomada das atividades, a redução no valor do aluguel será de 30% e valerá até 30 de dezembro.   
A requerente apresentou o pedido em razão da queda de seu faturamento em decorrência da suspensão parcial de suas atividades. Na decisão, o magistrado apontou que o contrato de locação não residencial constitui importante instrumento de promoção da atividade econômica e que é necessário avaliar os efeitos que o cumprimento do contrato, tal como pactuado, produzirá na vida social. “A impossibilidade de uso do imóvel objeto da locação pelo locatário, por força de decisão governamental, equivale à sua deterioração, pois, nesse caso, o locatário também fica privado do uso normal da coisa, embora por tempo determinado, daí sustentar a aplicação do artigo 567 do Código Civil para a redução do valor do aluguel dos contratos de locação afetados pela suspensão da atividade determinada pelo Poder Público”.
Cabe recurso da decisão.  Processo nº 1009521-51.2020.8.26.0001  
Suspensão de efeitos de mora e redução de aluguel enquanto durar o isolamento social   
A 5ª Vara Cível da Comarca de Osasco concedeu nesta segunda-feira (4) tutela de urgência para  suspender os efeitos da mora sobre aluguel não residencial bem como estipulou valor máximo de cobrança enquanto permanecerem os efeitos do decreto municipal nº 12.399/20, que determinou medidas de isolamento social e restrição de funcionamento de comércios e serviços não essenciais durante a pandemia da Covid-19.   
O requerente alega impossibilidade de manter os compromissos contratuais em dia, diante do cenário de pandemia que afetou a prestação de serviços de estabelecimento. Para o juiz Carlos Eduardo D'Elia Salvatori, “exigir do devedor da obrigação locatícia o cumprimento na sua inteireza, nesse exato momento, e enquanto perdurar as restrições governamentais, especialmente, no caso, o referido decreto municipal, contrariaria o princípio da boa-fé objetiva”.
“Considerando o valor atual do aluguel, de R$ 7.821,92, reputo que deverá ser obstada, por ora, a metade, passando a ser de R$ 3.910,50 enquanto o Decreto municipal nº 12.399/20 não perder o efeito, atingindo inclusive o aluguel já vencido do mês de abril/2020.  
Com o retorno das atividades, as porções que ora estão paralisadas deverão ser acrescidas nos aluguéis subsequentes, sempre respeitada a ordem máxima de R$ 3.910,50 por mês. A paralisação total do pagamento dos aluguéis, como aparentemente pretendido pela parte autora, não se mostra razoável, pois prejudicaria, agora, em demasia, o locador”, decidiu o magistrado. Cabe recurso da decisão.  
Processo nº 1007219-98.2020.8.26.0405  
Fonte: TJSP - Tribunal de Justiça de São Paulo - 05/05/2020 e SOS Consumidor