TÉCNICA DAS AMBIGUIDADES


A SOCIEDADE AINDA NÃO ESTÁ MADURA
Cada vez que teço comentários sobre a nossa Constituição -NADA CIDADÃ-, inúmeros leitores entram imediatamente em cena para colocar mais lenha na fogueira. Embora o universo de descontentes com muito daquilo que a maioria dos CONSTITUINTES colocou na LEI MAIOR de 1988 esteja aumentando dia após dia, graças aos esclarecimentos que estão recebendo, a nossa pobre sociedade ainda dá a entender que não está suficiente MADURA para exigir UMA NOVA E DECENTE CARTA-MAGNA.

CONSEQUÊNCIA
Como o CONVENCIMENTO é CONSEQUÊNCIA direta do ESCLARECIMENTO CONSTANTE, o que me cabe continuar batendo forte na tecla, na expectativa de que este AMADURECIMENTO aconteça no menor espaço possível de tempo.

ASSEMBLEIA NACIONAL CONSTITUINTE
Com esta intenção insisto novamente quanto ao que RESULTOU da instalação da lamentável Assembleia Nacional Constituinte de 1987/1988, que foi instalada no Congresso Nacional com a finalidade de elaborar uma Constituição DEMOCRÁTICA para o Brasil.

ORGANIZAÇÕES CONCRETAS, OFICIAIS
Como bem informa o jurista Carlos Ary Sundfeld, especializado em Direito Administrativo, que auxiliou na prestação de serviços técnicos na Assembleia Constituinte, o que resultou aprovado foi uma -CONSTITUIÇÃO CHAPA-BRANCA-, ou seja, uma CARTA ESCRITA, E APROVADA, segundo os INTERESSES das pessoas que faziam parte de -ORGANIZAÇÕES CONCRETAS-, OFICIAIS-, e -NÃO EXATAMENTE O PRODUTO DAS DEMANDAS DA SOCIEDADE COMO UM TODO-. Que tal?

CONCHAVOS
Além disso, a maior parte das 1.020 votações da Constituinte FORAM RESOLVIDAS COM POUCOS VOTOS DE DIFERENÇA, com CONCHAVOS E MUITAS NEGOCIAÇÕES. A resolução de impasses se dava, muitas vezes com a inclusão dos termos "NA FORMA DA LEI". Eles aparecem 112 vezes na Constituição Federal porque, na prática, isso significava aprovar uma matéria SEM EFEITO PRÁTICO. Remeter a futuras regulamentações, por sua vez, significava impedir que absurdos vigorassem de imediato.

TÉCNICA DAS AMBIGUIDADES
Para formar consenso entre os parlamentares, era comum a INSERÇÃO DE AMBIGUIDADES e PALAVRAS NEUTRAS. Dessa forma os dois lados cantavam vitória, mas o significado daquela norma acabava carecendo de sentido, tendo de ser definido futuramente pelo STF. Esta ESTRATÉGIA ficou conhecida como “a TÉCNICA DAS AMBIGUIDADES”.

Como se vê, a TÉCNICA DAS AMBIGUIDADES confere ao STF o lamentável PODER DE DECIDIR TUDO.

O QUE SOBROU
Enfim, o que sobrou, de fato, foi uma legítima CONSTITUIÇÃO DE ACORDOS, de um MEIO-TERMO que satisfizesse todas as perspectivas. Às vezes, era questão de escolher uma palavra, ou outra, para que se pudesse chegar a uma forma de compromisso. A Constituição era votada pelos líderes partidários. Assim, quando ia a Plenário, já estava tudo CONCHAVADO, explica Miguel Reale Júnior, jurista e assessor da presidência da Constituinte.

Mais: de acordo com o Comparative Constitutions Project, a Constituição Brasileira de 1988 é a 3ª Constituição mais longa do mundo.


Pontocritico.com

TEMOS AINDA UMA CONSTITUIÇÃO? A propósito, eis o texto do Advogado Fábio Cardoso Machado - TEMOS AINDA UMA CONSTITUIÇÃO?-


É absolutamente natural que a inesgotável criatividade e o habitual excesso dos nossos juízes continuem a surpreender. Pois qualquer um é capaz de perceber que algo deve estar errado para que nossos magistrados estejam todos os dias nos jornais, decidindo sobre tudo e de qualquer jeito. Mas o protagonismo do Judiciário já não deveria causar tanto estranhamento em quem conhece as ideias predominantes no meio jurídico brasileiro.

Já faz um bom tempo que a teoria dominante em nossos tribunais é uma versão muito empobrecida de um certo constitucionalismo que os experts costumam chamar de neoconstitucionalismo. A assimilação dessa teoria no Brasil reduziu a Constituição e, de certa forma, o direito inteiro, a meia dúzia de princípios para lá de rarefeitos que, na prática, autorizam nossos juízes a fazer de tudo.

Pegamos uma parte apenas do que sustentam alguns célebres jusfilósofos estrangeiros, e começamos a dizer e ensinar que a nossa Constituição é também composta por princípios que consagram fins e encarregam os juízes de realizá-los na maior medida possível. A democracia, o Estado de Direito e a moralidade administrativa são alguns desses fins que os juízes deveriam encarregar-se de realizar ao máximo.

Esses princípios consagrariam, ainda, uma miríade de “direitos fundamentais” de todos os tipos, das mais diversas “dimensões”, por força dos quais todo mundo se sente autorizado a exigir quase tudo e os juízes, com toda a convicção de que estão a fazer valer a Constituição, se veem autorizados a invadir todas as esferas, e tudo decidir sobre praticamente todas as coisas.

Se tem uma coisa que não podemos esperar desse chamado neoconstitucionalismo é uma qualquer limitação efetiva do poder. Pois em meio a essa bagunça já ninguém sabe o que é o direito, o que compete a quem, o que se pode exigir de quem e quais são as precisas responsabilidades das várias instituições democráticas. Então, a rigor, é como se todo mundo pudesse tudo.

Mas uma coisa é certa: nesse contexto, ninguém pode mais do que os juízes. E como essas ideias transformaram tudo em direito, é deles a última palavra sobre tudo. Os tais princípios constitucionais daquele estranho constitucionalismo consagram valores e direitos demasiados e demasiadamente vagos, trazendo tudo para o âmbito da juridicidade, que é, naturalmente, o espaço em que se movem os juízes.

Se sobre tudo decidem nossos juízes, é, então, porque tudo virou direito. E esse direito que tudo abarca foi, por sua vez, reduzido a alguns poucos princípios, de normatividade extremamente rarefeita, que funcionam como slogans para tudo que se possa imaginar. Não há decisão que não possa ser legitimada pelo nosso precário (neo)constitucionalismo!

A decisão do Min. Alexandre de Moraes, que de um dia para o outro obstou a posse do Diretor-Geral da Polícia Federal, é apenas mais um infeliz resultado de uma perigosa concepção que, já anteriormente, havia conferido ao STF o poder de criar, até mesmo, crimes por sentença.

Basta ver que o eminente Ministro remeteu-se diretamente a alguns princípios, usados com certa violência como slogans da moda, para deles, sem mediação da lei ou da jurisprudência do próprio tribunal, retirar a consequência de que ele mesmo, um juiz, teria a atribuição de suspender uma prerrogativa de outro poder da República com base em um pronunciamento, notícias de jornal e mensagens de whatsapp que apontariam para certos fatos acerca dos quais não há, ainda, nenhuma prova consistente.

Não fosse o tal neoconstitucionalismo, provavelmente o Ministro se constrangeria por tomar decisão de tamanha repercussão, invadindo tão agressivamente as prerrogativas de outro Poder, sem mostrar que a nomeação em questão feriria mais diretamente pelo menos um preceito legal e o entendimento do próprio STF em casos análogos.

Para que a nossa ordem jurídica seja mais do que apenas aquilo que qualquer juiz deseje, é no mínimo de se exigir que a aplicação de critérios tão vagos como os princípios da moda seja mediada pela nossa abundante legislação e pela jurisprudência consolidada dos próprios tribunais.

É notável, se não desesperador, que a decisão do Min. Alexandre de Moraes não cite nenhum preceito legal, nenhuma decisão judicial precedente que permita concluir que a nomeação suspensa é, por si só, ilegal, impondo-se uma imediata intervenção judicial sem contraditório ou instrução. E se nossos juízes entendem que bastam uns poucos princípios carentes de qualquer densificação normativa para justificar algo assim, sem respaldo legal ou jurisprudencial, só pode mesmo entrar em questão se temos ainda algum direito.

O Min. Alexandre de Morais, a despeito de um aparente desprezo tanto pela legislação quanto pela prática consagrada pela jurisprudência, não deixou, contudo, de citar nomes célebres do constitucionalismo, para asseverar que não pode haver poder absoluto ou ilimitado. Disse isso para limitar outro poder. Mas ficou no ar uma dúvida fundamental: está ainda o nosso Judiciário limitado pelo direito, ou se tornou ele mesmo um poder absoluto, ilimitado? O que no extremo nos obriga a perguntar: temos ainda uma Constituição?

Pontocritico.com

Leite acredita que "é difícil enxergar o retorno seguro ao futebol" neste momento

Governador se reuniu nesta terça-feira com a Federação Gaúcha de Futebol e irá avaliar o protocolo proposto pela entidade

O governador também salientou que qualquer retorno ao futebol será feito sem público

A Federação Gaúcha de Futebol entregou, nesta terça-feira, ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, uma proposta de protocolo de segurança para a retomada do Campeonato Gaúcho 2020. Leite afirma que ele e sua equipe irão avaliar o que foi apresentado pela FGF, mas, ressalta que "é difícil enxergar, neste momento, o retorno seguro ao futebol". O governador está trabalhando em novas medidas do distanciamento controlado para um novo decreto, que será publicado nesta sexta-feira.
"O Campeonato Estadual necessita de uma regra uniforme, e nosso novo protocolo não está baseado na uniformidade, mas sim, pela regionalização. Cada região terá uma bandeira, e cada região precisará obedecer um protocolo de acordo com sua situação. Isso significa que o campeonato teria de seguir um protocolo numa região e outro protocolo em outra, e isso gera desigualdade e gera falta de uniformidade, o que prejudica as condições de se fazer o campeonato", reiterou o governador Eduardo Leite. 
Leite também salientou que, mesmo se sinalizasse positivamente ao retorno do Campeonato Gaúcho, o torneio levaria dois meses para ser finalizado e é "praticamente impossível" prever como as coisas estarão daqui a dois meses. "Nosso distanciamento controlado, não é uma flexibilização e nem um afrouxamento, ele é uma regra, e poderá para ser mais rigoroso ou menos restritivo, o que determinará isto são os dados de cada uma das regiões e qualquer retorno pode ser futuramente interrompido".
O governador também informou que qualquer volta das partidas será feita sem público. O retorno dos torcedores, só será possível no pós-pandemia. "Neste atual momento, nosso decreto que será publicado nesta-feira está criando protocolos de convivência com a pandemia da maneira mais segura possível".

Correio do Povo

Câmara muda critério de divisão do auxílio a Estados e Amapá perde recursos

Davi Alcolumbre, o relator do projeto no Senado, acabou privilegiando o seu Estado no texto e foi duramente criticado por senadores e deputados

Câmara mudou critério de divisão do auxílio a estados

De ganhador a perdedor. O Amapá , Estado do presidente do Senado , Davi Alcolumbre (DEM) , perdeu R$ 286 milhões da parcela que receberia do auxílio de R$ 60 bilhões que o governo fará aos Estados e municípios para o enfrentamento do coronavírus . 
A mudança na fórmula de repartição foi uma resposta da Câmara , que na votação do projeto alterou a forma de divisão do dinheiro na votação do projeto da ajuda emergencial. Dos R$ 60 bilhões, R$ 10 bilhões terão que usados exclusivamente em ações de saúde – R$ 7 bilhões para Estados e R$ 3 bilhões para municípios.
O Amapá, que era o segundo mais beneficiado pelo projeto do Senado , foi o Estado que mais perdeu com votação desta terça-feira, 5. A mudança da Câmara permitiu um aumento de R$ 920 milhões para os Estados do Sudeste , prejudicados pelo modelo anterior. São Paulo vai ficar com a maior parte do ganho: R$ 783 milhões de reforço do caixa. Os Estados do Norte perderam R$ 796 milhões do repasse em relação ao texto aprovado pelo Senado.
Com apoio do ministro da Economia , Paulo Guedes , Alcolumbre alterou completamente o projeto da Câmara, que agora impôs essa mudança na votação dos destaques. O projeto terá que retornar ao Senado para nova votação, o que Alcolumbre não queria. 
O presidente do Senado foi o relator do projeto na Casa e acabou privilegiando o seu Estado, colocando o Amapá no topo dos mais beneficiados quando comparado pelo número de habitantes. O desenho da repartição foi criticado por deputados e senadores. 
A bancada do partido Novo  foi a responsável por apresentar a mudança ao texto-base que já tinha sido aprovado pelo plenário. O relatório mencionava quatro critérios adotados na partilha (a arrecadação de ICMS , Fundo de Participação dos Estados , população e Lei Kandir), mas não detalha a fórmula de cálculo.  
O Novo apresentou destaque para instituir critérios mais justos de distribuição. Com essa alteração, os 40% dos R$ 7 bilhões previstos para serem rateados entre os Estados deixarão de levar em conta a proporção entre o número de casos e a população dos estados, para serem distribuídos conforme o número absoluto de casos. Para o partido, essa mudança corrige distorções geradas pela proporcionalidade. 
O Amapá, com cerca de 1.700 casos de covid-19 e 49 mortes, receberia mais recursos proporcionalmente que São Paulo, com mais de 32 mil contaminados e mais de 2.600 mortos pela doença. Isso, porque o cálculo anterior estabelecia, entre os critérios, a taxa de proporcionalidade entre população e número de casos. Na avaliação do Novo, outros Estados que estão à beira do colapso, como o Rio de Janeiro , também seriam prejudicados.

Agência Estado e Correio do Povo

O que faz um Social Media?



Mariana Klein fala sobre as habilidades dessa profissão, que ainda é desconhecida por muitos profissionais

Parece legal a ideia de passar o dia nas redes sociais, observando os memes do momento. E talvez até seja mesmo, mas se você é um Social Media (ou profissional das mídias sociais) você não fará isso em um dia de trabalho.
Mas então o que é que faz um social media?
A profissão é nova, na verdade nem bem profissão é, e também não tem uma graduação específica. Quando comecei a trabalhar com isso, há uma década, não existia toda a estrutura que temos hoje de plataformas para negócios, de ferramentas e recursos que podem ser usados para fazer uma empresa vender algo nas redes sociais.
Ou seja, quando cheguei aqui tudo era mato.
 

A pessoa que trabalha com mídias sociais pode trabalhar em uma área específica ou pode combinar saberes de duas ou mais áreas. Eu, por exemplo, sou em primeiro lugar uma estrategista de mídias digitais, mas também entendo de copywriting e monitoramento.
Se você está em dúvida sobre trabalhar com mídias sociais, aqui está um checklist de habilidades desejadas:
- Saber muito sobre marketing;
- Dominar a língua portuguesa;
- Não ter medo de números;
- Saber usar planilhas (Excel e afins);
- Ter conhecimento de informática;
- Ter noções de estética;
- Ter visão estratégica;
- Entender pessoas e ter empatia;
- Acompanhar notícias e atualidades;
- Estar sempre aberta e curiosa para aprender o que você ainda sabe.

Além dessas, é preciso conhecer as plataformas de redes sociais de forma aprofundada. Hoje temos plataformas diversas, e para todas elas o profissional deve saber:
- Regras e Políticas de uso;
- Uso de plataformas profissionais (as plataformas business de cada rede);
- Possibilidades de compra de mídia digital;
- Configurações gerais e específicas de páginas, perfis comerciais, contas de anúncios, etc.;
- Como coletar dados para analisar o resultado do trabalho;
- Comportamento do usuário de cada plataforma;
- Melhores formatos de conteúdo para cada uma;
- Como monitorar o que as pessoas falam da sua marca;
- O que é mito e o que é realidade nas plataformas.

Você possivelmente não vai usar todas essas habilidades ao mesmo tempo, mas certamente terá que tomar decisões que envolvam esses conhecimentos. Assim, podemos dizer que o dia a dia do Social Media gira em torno de usar as plataformas de redes sociais para estabelecer comunicação entre a marca e as pessoas, levando à venda.
Sim, você precisa fazer seu cliente ganhar dinheiro. Sim, você será fortemente cobrada pelos seus resultados.
Uma pessoa que estude Marketing, Administração, Publicidade, Jornalismo, Relações Públicas e afins vai aprender um pouco de tudo isso, com mais ou menos aprofundamento dependendo da formação. Por isso dizemos que essas áreas são as preferenciais para se trabalhar com mídias sociais, mas nada impede uma pessoa de outra área de estudar e fazer um bom trabalho.
Quais habilidades e conhecimentos você já tem? Quais você quer desenvolver? Me conta!
Correio do Povo

Geladeira Refrigerador Consul 342 Litros 1 Porta Frost Free Classe A CRB39 Branco - 220V

Geladeira Refrigerador Consul 342 Litros 1 Porta Frost Free Classe A CRB39


Sem formação de gelo, sem bagunça na hora de limpar: Refrigerador Consul 342 Litros 1 Porta Classe A. Se um pote de sorvete tem 2 litros e vem bastante, imagine quanto cabe num freezer com 47 litros de capacidade. Muita comida. Sem formar gelo nas paredes, seus alimentos não sofrem com a falta de espaço. E sem precisar descongelar, você não sofre com a molhadeira da cozinha. Por que ninguém pensou nisso antes? Deixe sua cozinha moderna e organizada, completa para você. Confira!
Congelador Espaçoso
São 47 litros de capacidade, cabe o sorvete, os pratos prontos e o que mais você quiser.
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Você mexe na temperatura sem abrir a porta da geladeira. E sem desperdiçar energia.
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Vai guardar frios, iogurtes e outros alimentos que precisam de mais refrigeração? Tem um lugar especial pra eles. Aquele seu queijinho nobre agradece.
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Você pode ver de longe como suas frutas, verduras e legumes vão ficar fresquinhos.
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Este modelo usa o gás ecológico C-Petano e o R600, que não agride a camada de ozônio
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Tipo de degelo Frost Free
Controle de temperatura
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Capacidade geladeira 295 litros
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Dimensões:
Altura: 170 cm
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Garantia do Fornecedor de 12 Meses

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/geladeira-refrigerador-consul-342-litros-1-porta-frost-free-classe-a-crb39/729085700/

"43ª Expointer vai acontecer", diz secretário da Agricultura, Covatti Filho

Organizadores garantem que feira vai obedecer regras sanitárias de combate e prevenção ao coronavíus

Organizadores reforçaram compromisso com o cuidado às questões sanitárias

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) e as entidades organizadoras da Expointer, em reunião ocorrida na tarde desta terça-feira, alinharam posicionamento a favor da realização da feira em 2020, levando em consideração todos os protocolos sanitários recomendados para a prevenção e controle do Covid-19.
A notícia foi dada pelo secretário Covatti Filho, segundo o qual não haverá dificuldade técnica ou operacional para fazer com que o evento se concretize, nem por parte da Seapdr nem da comissão organizadora.
De acordo com Covatti, as entidades manifestaram o desejo de que a Expointer ocorra na data em que consta no calendário estadual de feiras da secretaria, de 29 de agosto a 6 de setembro. "Mas se não for possível exatamente dentro deste período, os organizadores entendem que a feira deve ter o mês de setembro como prazo limite", adiantou. O secretário disse que a partir de agora a Seapdr irá se reunir com a Secretaria da Saúde para elaborar um plano de contingências que dê segurança ao público e aos expositores que estarão no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.
No ano passado, a 42ª Expointer atingiu o faturamento de R$ 2,69 bilhões, dos quais R$ 2,54 milhões em intenções de negócios do setor de máquinas e implementos agrícolas. "É muito importante o produtor saber que nossa disposição é de que a feira aconteça. Ela só não ocorrerá se houver agravamento da pandemia e o governador Eduardo Leite for obrigado a cancelá-la", assegurou Covatti.
Mais de 210 mil pessoas já passaram pela 41ª edição da Expointer Edição de 2019 atraiu 416 mil visitantes ao Parque de Exposições Assis Brasil | Foto: Fabiano do Amaral
Participaram da reunião líderes da Farsul, Fetag, Febrac, Ocergs, o prefeito de Esteio, Leonardo Paschoal, e o subsecretário do Parque de Exposições, José Arthur Martins. O presidente da Febrac, Leonardo Lamachia, disse que a sinalização de que a maior feira agropecuária do Rio Grande do Sul e uma das maiores do Brasil se realizará traz tranquilidade ao criador. "É um alento para quem está preparando seus animais no campo e que conta com a exposição", ressaltou.
Carlos Joel da Silva, presidente da Fetag, também acentuou que esta é uma notícia muito boa para a agricultura familiar, em especial para as agroindústrias que neste ano, em função da pandemia, tiveram de enfrentar o cancelamento de inúmeras feiras no Estado.

Correio do Povo

Rio Grande do Sul chega a 83 mortes e ultrapassa os 2 mil casos de Covid-19

Com auxílio de resultados dos testes rápidos, Secretaria Estadual da Saúde identificou 251 novos casos e 7 mortes em 24 horas

Em relação ao informe anterior, publicado na noite de segunda-feira, a SES registrou 251 novos casos e 7 óbitos, em 24 horas

O número de casos da Covid-19 no Rio Grande do Sul chegou a 2.019, com 83 vítimas fatais da doença, de acordo com o boletim epidemiológico publicado às 19h desta terça-feira pela Secretaria Estadual da Saúde (SES). Segundo dados da pasta, 1.049 pacientes já se recuperaram do coronavírus, que atinge, até o momento, 166 municípios do Estado. 





Em relação ao informe publicado na noite de segunda-feira, a SES registrou mais 251 casos e sete óbitos, em 24 horas, o avanço mais expressivo em número de novos casos desde o início da pandemia.
Porto Alegre e Passo Fundo são as cidades que concentram o maior número de mortes no Estado, com 17 cada uma. Outros 34 municípios já registraram vítimas fatais por Covid-19

Resultados dos testes rápidos começam a ser computados

O crescimento constatado nesta terça-feira se deve também ao registro dos primeiros resultados dos 108 mil testes rápidos distribuídos pela Secretaria Estadual da Saúde às prefeituras de todo o Estado. De acordo com o governador Eduardo Leite, o sistema já contabiliza 2.027 testes realizados, tendo identificado 130 casos de Covid-19. A SES informa que os exames foram realizados entre os dias 4 e 5 de maio. 



Após realizarem os testes rápidos, as prefeituras municipais devem registrar os resultados dos exames no e-SUS VE (sistema eletrônico do SUS para a Vigilância Epidemiológica). Assim, as informações serão computadas no levantamento realizado pelo Estado. Com isso, conforme Leite disse na transmissão diária ao vivo nesta terça-feira, deverá ser minimizada a diferença na contabilidade feita pelas prefeituras e a atualizada pelo governo do Estado.

Correio do Povo

Com 600 óbitos, Brasil atinge novo recorde de mortes diárias por Covid-19

País passou dos 114 mil diagnósticos positivos da doença




O Ministério da Saúde computou mais 600 mortes por Covid-19 no país, em um intervalo de 24 horas. O número estabelece o novo recorde de registros de óbitos no período desde o início da pandemia. No total, são 7.921 mortos até o momento. 
Além das mortes já registradas, o Ministério ainda investiga 1.579 óbitos, que podem ter sido causados pelo novo coronavírus. 
De ontem para hoje, a pasta também incorporou 6.935 casos novos da doença causada pelo novo coronavírus no país. O estado de São Paulo, que passou dos 34 mil casos e já tem 2,8 mil mortes, continua sendo o epicentro da Covid-19 no Brasil. 
De acordo com o Ministério, há 48.221 pessoas que foram consideradas recuperados, enquanto 58.573 têm seus casos acompanhados.
Correio do Povo

Geladeira Refrigerador Esmaltec 340 Litros Porta de Vidro para Bebidas - VV400M Branco - 110V

Geladeira Refrigerador Esmaltec 340 Litros Porta de Vidro para Bebidas - VV400M
Receba clientes e amigos com o melhor: Refrigerador 340 Litros com Porta de Vidro da Esmaltec.
Seus amigos e clientes serão recebidos da maneira que eles merecem: com sorriso no rosto, já habitual, e um refrigerador novo, expondo todas as bebidas disponíveis.
A Esmaltec sabe como produzir produtos de qualidade avançada e ainda trazer praticidade e comodidade para quem as utiliza. Esse refrigerador vertical de porta transparente é realmente incrível.
O VV400M possui 340 litros de capacidade, com vidro antiembaçante, e degelo automático para facilitar a limpeza. Ninguém mais ficará horas procurando a bebida predileta, muito menos a tomará quente. Bebida gelada sem altos e baixos. A variação de temperatura de refrigeração entre 0° a 5° C permite que você não se depare com aquela chata situação de deixar gelando por horas uma bebida e depois perceber que nada gelou. Aqui a temperatura é conservada. O espaço amplo desse refrigerador da Esmaltec tem prateleiras que se ajustam de acordo com a sua necessidade e o tamanho de cada garrafa que você vai guardar. Não fique limitado ao espaço. Agora é você quem organizar da melhor maneira
Grade frontal removível.
Gabinete interno com chapa galvanizada micromatizada ou pintada a pó.
Gás R134A.
Capacidade Bruta (L): 387.
Capacidade Líquida (L): 340.
Frequência (Hz): 60.
Voltagem (V): 127v ou 220v (não é bivolt).
Dimensões do Produto:
Altura: 184.8 cm
Largura: 68 cm
Profundidade: 65.4 cm
Peso: 100 kg
Garantia do Fornecedor de 12 Meses



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