Bundesliga começa a testar jogadores para Covid-19 visando retomar campeonato

Angela Merkel irá participar de videoconferência com governadores e também tratará do retorno do futebol

Autoridades dependem da aprovação do governo de Angela Merkel para do futebol


A Liga Alemã de Futebol (DFL) confirmou nesta quinta-feira que os clubes começaram a testar o novo coronavírus em jogadores, a fim de seguir o protocolo que visa retomar a Bundesliga nas próximas semanas. Esses exames são um aspecto essencial do projeto de reinício da Bundesliga, com partidas com portões fechados em um país que contabiliza 6.288 mortes pela Covid-19.
A DFL confirmou à SID, afiliada alemã da AFP, que começou a testar os jogadores das duas divisões do futebol profissional da Alemanha, cujos campeonatos estão programados para serem retomados nos dias 9 ou 16 de maio, embora as autoridades do futebol precisem antes da aprovação do governo de Angela Merkel.
A chanceler deve se reunir em vídeoconferência com os governantes dos 16 estados alemães nesta quinta-feira para falar, entre outros tópicos, sobre a retomada da Bundesliga. Mas a decisão final só deverá ser tomada na próxima semana. O Ministério do Trabalho, que aprovou planos de retomar as competições, solicitou que cada jogador fosse testado duas vezes antes dos treinos coletivos recomeçarem.
Por enquanto, os times retornaram às atividades, mas em sessões com um pequeno número de jogadores. Segundo a imprensa alemã, o Bayern de Munique, líder do campeonato alemão com quatro pontos de vantagem sobre o Borussia Dortmund no momento da suspensão do torneio em meados de março, seria um dos clubes que teria iniciado os testes nesta quinta-feira.

AFP e Correio do Povo

Dólar sobe 4,69% em abril, bolsa tem alta de 10,25% no mês

Moeda encerrou o mês negociada a R$ 5,43

Dólar comercial encerrou a quinta-feira vendido a R$ 5,438, com alta de R$ 0,083 (+1,55%)

Depois de três dias seguidos de trégua, o mercado financeiro voltou a enfrentar uma sessão de turbulências. O dólar voltou a fechar acima de R$ 5,40, e a bolsa de valores teve queda expressiva.
O dólar comercial encerrou a quinta-feira vendido a R$ 5,438, com alta de R$ 0,083 (+1,55%). Na última quarta-feira, a moeda tinha fechado em R$ 5,355, no menor valor desde o dia 20. A divisa terminou abril com alta de 4,69% e acumula valorização de 35,51% em 2020.
A moeda norte-americana operou alta durante toda a sessão. Na máxima do dia, por volta das 13h50, chegou a ser vendida acima de R$ 5,45. O Banco Central (BC) voltou a atuar no mercado, mas de maneira discreta. A autoridade monetária apenas rolou (renovou) contratos de swap cambial que venceriam em junho. Os swaps cambiais funcionam como venda de dólares no mercado futuro.

Bolsas

Depois de três dias de fortes altas, o índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), devolveu parte dos ganhos acumulados. O indicador fechou esta quinta aos 80.506 pontos, com recuo de 3,2%. Apesar da queda desta quinta-feira, o índice terminou abril com valorização de 10,25%. Em março, o Ibovespa tinha caído 29,91%.
O Ibovespa seguiu os mercados externos, que caíram depois de dias seguidos de alta. Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, encerrou o dia com queda de 1,17%.
Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. As interrupções na atividade econômica associadas à restrição de atividades sociais travam a produção e o consumo, provocando instabilidades.
No Brasil, os investidores refletiram o aumento do desemprego, que terminou o primeiro trimestre em 12,2%. O último dia útil do mês também pressionou a realização de lucros, quando os aplicadores vendem parte das ações que subiram nos últimos dias para embolsarem os ganhos.

Petróleo

Os preços internacionais do petróleo voltaram a se recuperar nesta quinta. Por volta das 18h, o barril do tipo Brent era vendido a US$ 25,27, com alta de 12,11%. Esse barril serve de referência para o mercado internacional de petróleo, sendo usado nas projeções da Petrobras.
O bom desempenho do mercado internacional, no entanto, não se refletiu nas ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) desvalorizaram-se 1,84% nesta quinta. Os papéis preferenciais (com prioridade na distribuição de dividendos) tiveram perda de 0,82%.
A guerra de preços de petróleo começou há quase dois meses, quando Arábia Saudita e Rússia aumentaram a produção, mesmo com os preços em queda. Segundo a Petrobras, a extração do petróleo só é viável no longo prazo para cotações a partir de US$ 45. No curto prazo, a companhia pode extrair petróleo a US$ 19, no limite dos custos da empresa.

Agência Brasil e Correio do Povo

Relógio de parede à venda - Mais informações: Judite Sandra La Cruz



Relógio de parede à venda
Valor: R$ 1.350,00
Mais informações:
Judite Sandra La Cruz
(51) 9 8502.8080 
Teia de Aranha
Endereço: Av. João Pessoa, 1040 -  Porto Alegre - RS, 90040-001
A loja funciona de quarta a  domingo a partir das 10 horas.

Link: https://www.facebook.com/marketplace/item/888362211639404/

CBF quer aval de sociedade médica científica para liberar futebol

Confederação vai criar guia com indicações de distanciamento social, formato de treinos, regras de convívio e alojamento, e cuidados com viagens

Presidente da CBF, Rogério Caboclo, quer ouvir entidade médica para criar cartilha para a volta do futebol no país

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) começou na última quarta-feira um novo plano para conseguir promover a volta aos trabalhos dos times após a parada causada pela pandemia do novo coronavírus. O Estado apurou que a entidade entrou em contato com uma sociedade médica científica para elaborar um protocolo de cuidados que seja capaz de garantir o retorno dos times aos treinos nas próximas semanas.
O objetivo da CBF é criar um guia detalhado com um nível bastante minucioso de informações sobre distanciamento social, formato de treinamentos, procedimentos de convívio, regras para alojamento e cuidados com viagens. A partir da redação deste guia é que as equipes devem começar a retomar as atividades. O intuito é conseguir a liberação médica para retornar ao trabalho ainda neste mês.
A CBF vai bancar os custos deste trabalho de consultoria e quer ser bastante rigorosa nessa cartilha de cuidados. Toda a redação do guia terá os princípios norteados pela metodologia de cuidados contra a pandemia já existente na literatura médica, em especial estudos científicos. A ideia é não se ter pressa para concluir o trabalho, mas sim que o resultado seja capaz de ter um conteúdo completo mesmo para as diferentes condições geográficas e econômicas do Brasil.
Todo o trabalho terá participação conjunta do Ministério da Saúde, do corpo médico da Fifa e de secretarias estaduais de saúde existentes pelo Brasil. O material deve ser produzido pelos médicos brasileiros com maior experiência no combate à pandemia, com atuação em grandes hospitais e currículo relevante na área acadêmica. A tendência é que os médicos de clubes não participem da produção deste conteúdo.
A iniciativa da CBF procura unificar a preocupação de diversos clubes e federações estaduais sobre o retorno pós-pandemia. Em vez de iniciativas espalhadas pelo Brasil, a entidade máxima do futebol nacional procura conduzir este processo de forma mais técnica e cuidadosa, para ter um aval médico obtido de forma mais científica e responsável e livre de possíveis pressões econômicas.
Recentemente a Federação Catarinense de Futebol chegou a redigir um guia de 27 páginas para propor a retomada do Estadual no dia 16 de maio. O material foi entregue ao governador Carlos Moisés, que recusou autorizar o retorno dos times aos trabalhos com bola.

Agênia Estado e Correio do Povo

Guedes admite possibilidade de "imprimir moeda" para conter crise econômica

Ministro da Economia afirmou que um bom economista "não pode ter dogma" e precisa saber lidar diante de uma ameaça de desemprego em massa

Para Guedes, a impressão de dinheiro causaria uma monetização da dívida sem que exista impacto inflacionário

O ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu nesta quinta-feira a possibilidade de orientar o BC (Banco Central) a "imprimir dinheiro" diante da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavirus e disse que a possibilidade se conecta com a definição de um limite de endividamento do Brasil.
"O Banco Central pode sim emitir muito uma moeda e pode sim comprar dívida interna, porque se a taxa de juros for muito baixa, ninguém quer comprar título de longo prazo", avaliou o ministro em audiência pública no Senado.
De acordo com Guedes, um bom economista "não pode ter dogmas" em momentos como o atual. "De repente, quando surge uma ameaça de desemprego em massa, você sabe quem são os economistas que ganharam o Prêmio Nobel nessa linha também", afirmou ele.
Para Guedes, a impressão de dinheiro causaria uma monetização da dívida sem que exista impacto inflacionário. "Nós estamos atentos a todas as possibilidades", disse o ministro, destacando que o mundo espera que as reformas estruturais prossigam no Brasil. "Numa crise de saúde não falta dinheiro para a saúde, mas não podemos ter irresponsabilidade", completou.

R7 e Correio do Povo

Bolsonaro confirma conversas com Renato e revela que governo dará aval para o retorno do futebol

Presidente disse que técnico do Grêmio alertou sobre a preocupação dos jogadores com a saúde

Presidente Jair Bolsonaro é favorável ao retorno do Futebol para evitar desemprego entre os jogadores

Em entrevista concedida ao programa Bom dia, da Rádio Guaíba, na manhã desta quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que é favorável que o futebol brasileiro retorne as atividades, principalmente, devido à preocupação que tem com as famílias dos jogadores que recebem os menores salários entre os profissionais. Bolsonaro confirmou que conversou com o técnico do Grêmio, Renato Portaluppi, em algumas oportunidades para saber o que o treinador e os jogadores pensavam da paralisação do futebol brasileiro. Ele também revelou movimento do governo para autorizar a retomada.
“Perguntei (ao Renato Portaluppi) se poderia voltar o futebol com os estádios fechados e ele afirmou que a questão era a preocupação dos jogadores. Não sou eu que vou abrir ou não o futebol, mas há muitas pessoas do meio que são favoráveis, pois o desemprego está batendo as portas dos clubes. Casos os jovens jogadores sejam acometidos pelo vírus, as chances deles partirem para a letalidade é infinitamente pequena pelo estado físico e exigência que eles têm como jogadores. Muitos têm o pensamento que todos ganham horrores, mas não. A maior parte não ganha bem e precisa do futebol para sustentar a família. Estão passando necessidade”, disse o presidente.
Além de Portaluppi, Jair Bolsonaro também conversou com o presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Rogério Caboclo, e com o secretário-geral, Walter Feldeman, sobre a situação. Entretanto, a entidade aguarda um parecer científico para determinar a volta ou não do futebol em maio.
O presidente revelou ainda que nos próximos dias o ministro da Saúde, Nelson Teich, irá autorizar a volta das competições por parte do governo. “Conversei com o ministro da saúde para ele dar um parecer para que o futebol volte sem torcida. Parece que a Anvisa também dará um parecer neste sentido”, concluiu o presidente.
Bolsonaro concedeu entrevista à Rádio Guaíba no dia que a emissora completa 63 anos de existência.

Rádio Guaíba e Correio do Povo

Vagas de emprego em Porto Alegre - 01.05.2020

Carris assume linhas noturnas da Zona Sul e itinerários são retomados

Mudanças começam a ocorrer a partir desta sexta-feira, 1° de maio

Linhas para a Zona Sul serão ampliadas

A Carris irá assumir a operação de linhas de transporte público que estavam desativadas desde domingo, 26. As alterações começam a valer a partir desta sexta-feira, 1° de maio. 
A partir da noite desta sexta-feira, a Carris passa a realizar a operação das linhas M10, M68 e M79, eixos importantes de deslocamento da Zona Sul. Na segunda-feira, 4, passa a atender as linhas 282, 260 e 267. 
Conforme a prefeitura da Capital, a queda do número de passageiros no transporte público é de 72%, e a redução da operação em circulação é de 60%.

Correio do Povo

Onyx diz que filas da Caixa ocorrem por causa da "natureza" e "cultura" dos brasileiros

Ministro da Cidadania também informou que o governo já analisou cerca de 95 milhões de cadastros

Segundo Onyx, 13,6 milhões de pessoas terão que refazer o cadastro e 32,8 milhões foram consideradas inelegíveis

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta quinta-feira, que as filas em agências da Caixa para recebimento do auxílio emergencial de R$ 600 ocorrem em razão da "natureza" e "cultura" dos brasileiros que têm dificuldade para acessar o aplicativo criado pelo governo.
Segundo ele, as aglomerações devem continuar a ocorrer nas agências até o final do programa, previsto até julho. O benefício contempla milhões de pessoas consideradas "invisíveis", que, em diversos casos, não possuem registro civil e acesso à internet. "Tem uma parcela da população que não usa o aplicativo, quer dizer, não usa o sistema digital... Ele precisa ir na Caixa, ver o dinheiro, pegar o dinheiro, é uma tradição de algumas pessoas, particularmente as de mais de idade", disse Onyx.
Onyx admitiu que esta é uma dificuldade do governo. "Acredito que algum grau de fila nas agências da Caixa vai ter até o final do programa porque é da natureza nossa, da própria cultura."
Ainda de acordo com o ministro, o governo já analisou até o momento o cadastro de cerca de 95 milhões de pessoas que pedem o auxílio emergencial. Dessas, 45 milhões já receberam a primeira parcela do auxílio e 5 milhões devem receber ser contempladas nesta semana. Outras 13,6 milhões terão que refazer o cadastro por algum tipo de inconsistência no registro. Há ainda, 32,8 milhões que foram consideradas inelegíveis.
Com os cadastros feitos até o momento, o custo do programa é calculado em cerca de R$ 120 bilhões. Segundo Onyx, no entanto, a expectativa é que outros "invisíveis" sejam identificados, o que pode aumentar o valor.

Agência Estado e Correio do Povo

Ministério da Saúde mantém orientação de isolamento, por curva em ascendência

Em entrevista coletiva, chefe da pasta Nelson Teich destacou que "não é hora de flexibilizar"

Teich afirmou que não é hora de flexibilizar isolamento

Em entrevista coletiva nesta quinta-feira, o ministro da Saúde Nelson Teich voltou a defender a manutenção do distanciamento social para auxiliar na redução da curva de contágio por coronavírus. O ministro citou a ascensão dos contágios em mais um dia no qual foram registradas mais de 400 mortes.
Em sua fala, o ministro da Saúde Nelson Teich destacou que, por conta da "curva em ascendência", não é hora de flexibilizar as medidas de isolamento social. "Ninguém está pensando nisso", resumiu. 
Teich disse ainda que uma nova diretriz sobre o isolamento e sobre as medidas do Ministério da Saúde já estão prontas, mas que o governo ainda estuda a melhor maneira de apresentá-las a população. De acordo com ele, o governo não quer haja interpretação errada das novas medidas, para que elas não sejam compreendidas como relaxamento do isolamento social.

Futebol

Ainda nesta quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro defendeu a retomada do futebol no país em entrevista à Rádio Guaíba. Questionado sobre o assunto, Teich afirma que o governo está estudando as melhores alternativas para que não haja risco nem para atletas nem para a população. "Quando tivermos uma posição, vamos bater o martelo sobre isso", resumiu. 

Correio do Povo