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Jogo de cartas espanhol
Valor: R$ 120,00
Mais informações:
Judite Sandra La Cruz
(51) 9 8502.8080 
Teia de Aranha
Endereço: Av. João Pessoa, 1040 -  Porto Alegre - RS, 90040-001
A loja funciona de quarta a  domingo a partir das 10 horas. 

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Um mês de “trabalho em casa”: as lições que o Congresso está aprendendo

"Presidente Jair Bolsonaro está sob pressão política após demitir o ministro da Justiça e ex-juiz da Lava Jato Sergio Moro.| Foto: Anderson Riedel/PR.

A sessão virtual da Câmara dos Deputados que discutiu a medida provisória do contrato verde e amarelo (MP 905) se arrastou por mais de sete horas no dia 14 de abril. Integrantes da oposição contestaram a proposta, fizeram obstrução e a votação só se deu quando, depois de muita divergência, os parlamentares deliberaram sobre um texto mais simplificado. Esse é um cenário rotineiro no Congresso Nacional. A votação dessa MP, porém, ficou marcada por ter sido a primeira sessão remota tumultuada por discussões e impasses entre parlamentares, que estavam trabalhando de casa, separados por centenas e milhares de quilômetros.

O sistema de votação a distância está em funcionamento na Câmara e no Senado desde o fim de março, e foi implantado para garantir a continuação dos trabalhos legislativos em tempos de afastamento imposto pela pandemia do coronavírus. Nesse período, vários projetos de lei foram aprovados em sessão virtual justamente para fazer frente à crise sanitária que atinge o país. Por meio do aplicativo instalado no smartphone ou computador, os parlamentares marcam presença na sessão, debatem temas, orientam votos, discursam e votam, tudo pela internet.



 
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Gazeta do Povo

Carris assume linhas noturnas da Zona Sul e itinerários são retomados

Mudanças começam a ocorrer a partir desta sexta-feira, 1° de maio

Linhas para a Zona Sul serão ampliadas

A Carris irá assumir a operação de linhas de transporte público que estavam desativadas desde domingo, 26. As alterações começam a valer a partir desta sexta-feira, 1° de maio. 
A partir da noite desta sexta-feira, a Carris passa a realizar a operação das linhas M10, M68 e M79, eixos importantes de deslocamento da Zona Sul. Na segunda-feira, 4, passa a atender as linhas 282, 260 e 267. 
Conforme a prefeitura da Capital, a queda do número de passageiros no transporte público é de 72%, e a redução da operação em circulação é de 60%.

Correio do Povo

Onyx diz que filas da Caixa ocorrem por causa da "natureza" e "cultura" dos brasileiros

Ministro da Cidadania também informou que o governo já analisou cerca de 95 milhões de cadastros

Segundo Onyx, 13,6 milhões de pessoas terão que refazer o cadastro e 32,8 milhões foram consideradas inelegíveis

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta quinta-feira, que as filas em agências da Caixa para recebimento do auxílio emergencial de R$ 600 ocorrem em razão da "natureza" e "cultura" dos brasileiros que têm dificuldade para acessar o aplicativo criado pelo governo.
Segundo ele, as aglomerações devem continuar a ocorrer nas agências até o final do programa, previsto até julho. O benefício contempla milhões de pessoas consideradas "invisíveis", que, em diversos casos, não possuem registro civil e acesso à internet. "Tem uma parcela da população que não usa o aplicativo, quer dizer, não usa o sistema digital... Ele precisa ir na Caixa, ver o dinheiro, pegar o dinheiro, é uma tradição de algumas pessoas, particularmente as de mais de idade", disse Onyx.
Onyx admitiu que esta é uma dificuldade do governo. "Acredito que algum grau de fila nas agências da Caixa vai ter até o final do programa porque é da natureza nossa, da própria cultura."
Ainda de acordo com o ministro, o governo já analisou até o momento o cadastro de cerca de 95 milhões de pessoas que pedem o auxílio emergencial. Dessas, 45 milhões já receberam a primeira parcela do auxílio e 5 milhões devem receber ser contempladas nesta semana. Outras 13,6 milhões terão que refazer o cadastro por algum tipo de inconsistência no registro. Há ainda, 32,8 milhões que foram consideradas inelegíveis.
Com os cadastros feitos até o momento, o custo do programa é calculado em cerca de R$ 120 bilhões. Segundo Onyx, no entanto, a expectativa é que outros "invisíveis" sejam identificados, o que pode aumentar o valor.

Agência Estado e Correio do Povo

Ministério da Saúde mantém orientação de isolamento, por curva em ascendência

Em entrevista coletiva, chefe da pasta Nelson Teich destacou que "não é hora de flexibilizar"

Teich afirmou que não é hora de flexibilizar isolamento

Em entrevista coletiva nesta quinta-feira, o ministro da Saúde Nelson Teich voltou a defender a manutenção do distanciamento social para auxiliar na redução da curva de contágio por coronavírus. O ministro citou a ascensão dos contágios em mais um dia no qual foram registradas mais de 400 mortes.
Em sua fala, o ministro da Saúde Nelson Teich destacou que, por conta da "curva em ascendência", não é hora de flexibilizar as medidas de isolamento social. "Ninguém está pensando nisso", resumiu. 
Teich disse ainda que uma nova diretriz sobre o isolamento e sobre as medidas do Ministério da Saúde já estão prontas, mas que o governo ainda estuda a melhor maneira de apresentá-las a população. De acordo com ele, o governo não quer haja interpretação errada das novas medidas, para que elas não sejam compreendidas como relaxamento do isolamento social.

Futebol

Ainda nesta quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro defendeu a retomada do futebol no país em entrevista à Rádio Guaíba. Questionado sobre o assunto, Teich afirma que o governo está estudando as melhores alternativas para que não haja risco nem para atletas nem para a população. "Quando tivermos uma posição, vamos bater o martelo sobre isso", resumiu. 

Correio do Povo

Parece que o pecado de Ramagem é ser amigo de Bolsonaro e de seus filhos





Na quarta-feira (29), o presidente Bolsonaro deu posse ao novo ministro da Justiça, André Mendonça. Estavam presentes o presidente do STF, Dias Toffoli; o ministro Gilmar Mendes e o presidente do STJ, João Otávio de Noronha.
Bolsonaro está em um momento amoroso. Ele disse até que foi amor à primeira vista com o presidente do STJ, e depois disse, sorrindo, que estava gostando muitos dos jornalistas.
O presidente da República prestou e recebeu continência do novo advogado-geral da União, José Levi. Ele é egresso do Colégio Militar. De 22 ministros, sete são militares.
Mendonça pediu a Bolsonaro que cobrasse mais operações de combate à corrupção da Polícia Federal. Muita gente vem notando que nos últimos tempos as operações ficaram mais mornas.

Barraram o Ramagem

Diante de dois ministros do Supremo, Bolsonaro queixou-se da decisão do ministro Alexandre de Moraes por ter impedido, por meio de liminar, a posse do novo diretor-geral da Polícia Federal Alexandre Ramagem.
Segundo Bolsonaro, Ramagem é uma pessoa que ele conheceu depois do segundo turno. Mas, Ramagem foi designado, pela Polícia Federal, a fazer a segurança do então candidato depois que o presidente levou a facada em setembro.
Ramagem foi escolhido por ser uma pessoa de destaque na Polícia Federal, por ter uma carreira brilhante e ser capaz. Foi assim que Jair Bolsonaro conheceu e começou a gostar dele. Parece que o pecado de Ramagem é ser amigo do presidente e dos filhos do presidente.
É tudo muito estranho, outro dia apresentaram o novo ministro da Justiça como evangélico, deixando de lado o jurista brilhante que ele é. Ele também tem pós-graduação em combate à corrupção e foi premiado pelo Innovare.
Bolsonaro se queixou mencionando que o art. 2° da Constituição garante independência de poderes. Ou seja, ele questionou a interferência de um ministro do STF nas nomeações dele, já que não é a primeira vez.
O presidente Jair Bolsonaro também disse que tem esperança que essa liminar seja derrubada e que Alexandre Ramagem possa ser empossado diretor-geral da Polícia Federal.
Parece que mesmo que Ramagem já tenha sido chefe da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) ele não pode ser diretor-geral da Polícia Federal. Se nós estivéssemos nos Estados Unidos era a mesma coisa que dizer que alguém pode ser diretor da CIA, mas não do FBI.

O sonho de Moro

Aqueles que sonham ser candidatos à presidência da República ficaram muito preocupados e agitados com Sergio Moro. O ex-juiz se colocou à disposição do país e teve apoio de 14 senadores. O sonho de Moro está provocando pesadelos naqueles que sonhavam ser candidatos à presidente da República.

A liberdade religiosa é fundamental

Segundo a Associação Nacional de Juristas Evangélicos, decisões de prefeitos e governadores estão coagindo a prática da religião, cuja liberdade está prevista em vários artigos da Constituição.
Os chefes de municípios e estados fecharam por tempo indeterminado as igrejas, templos e afins por conta do coronavírus porque o agrupamento desses locais pode pode provocar danos à saúde.
Entretanto, essa decisão está chegando a extremos. Por exemplo, em Santa Catarina, uma família fez um culto em casa com cinco pessoas presentes e a polícia invadiu a casa para interromper a reunião.

Gazeta do Povo

Moro afirma que combate à corrupção não é prioridade de Bolsonaro

Ex-ministro da Justiça e Segurança Pública alega ter provas de acusações que fez contra o presidente sobre tentativa de interferir na PF

Ex-juiz da Lava Jato acusou o presidente de tentar interferir no comando da Polícia Federal

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou à revista Veja que "o combate à corrupção não é prioridade do governo Bolsonaro". Ao deixar o cargo, o ex-juiz da Lava Jato acusou o presidente de tentar interferir no comando da Polícia Federal para obter relatórios sigilosos de investigações. Segundo Moro, essa teria sido apenas a gota d’água.
Nesta quinta-feira, o ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal, determinou ao ex-ministro que preste depoimento perante a Polícia Federal para apresentar provas de suas acusações. Em entrevista, Moro afirma que as apresentaria "no momento oportuno, quando a Justiça solicitar".
“Sinais de que o combate à corrupção não é prioridade do governo foram surgindo no decorrer da gestão. Começou com a transferência do Coaf para o Ministério da Economia. O governo não se movimentou para impedir a mudança. Depois, veio o projeto anticrime. O Ministério da Justiça trabalhou muito para que essa lei fosse aprovada, mas ela sofreu algumas modificações no Congresso que impactavam a capacidade das instituições de enfrentar a corrupção”, elencou Moro.
A transferência do Coaf, hoje batizado Unidade de Inteligência Financeira, foi uma das derrotas de Moro na gestão. Em maio, a Câmara dos Deputados transferiu o órgão para o Ministério da Economia. O governo posteriormente migrou o conselho para o Banco Central. A perda do Coaf foi uma derrota política do ex-juiz da Lava Jato, assim como projeto anticrime, que sofreu modificações durante tramitação no Congresso.
Uma das mudanças foi a inclusão do juiz de garantias, figura que atuaria durante o processo de instrução dos casos e não seria o responsável pelo julgamento dos réus. A medida foi incluída na esteira das revelações das reportagens da chamada "Vaza Jato".
“Recordo que praticamente implorei ao presidente que vetasse a figura do juiz de garantias, mas não fui atendido. É bom ressaltar que o Executivo nunca negociou cargos em troca de apoio, porém mais recentemente observei uma aproximação do governo com alguns políticos com histórico não tão positivo”, afirmou Moro.
Após as revelações de Moro, Bolsonaro foi alvo de novos pedidos de afastamento na Câmara dos Deputados, além de ser investigado em inquérito no Supremo Tribunal Federal ao lado do ex-juiz da Lava Jato. O caso envolve a demissão de Maurício Valeixo, ex-diretor-geral da Polícia Federal, e a nomeação do diretor da Abin, Alexandre Ramagem, para a chefia da corporação.
“O presidente tem muito poder, tem prerrogativas importantes que têm de ser respeitadas, mas elas não podem ser exercidas, na minha avaliação, arbitrariamente. Não teria nenhum problema em substituir o diretor da PF Maurício Valeixo, desde que houvesse uma causa, uma insuficiência de desempenho, um erro grave por ele cometido ou por algum de seus subordinados. Isso faz parte da administração pública, mas, como não me foi apresentada nenhuma causa justificada, entendi que não poderia aceitar essa substituição e saí do governo. É uma questão de respeito à regra, respeito à lei, respeito à autonomia da instituição”, afirmou Moro, à Veja.
Ramagem teve a nomeação suspensa por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, e anulada por decreto publicado na quarta,  por Bolsonaro. Apesar do ato, o Planalto afirmou que ainda recorrerá da decisão após o presidente afirmar que "seu sonho" é ter o diretor da Abin no comando da PF.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Celso de Mello determina que Moro seja ouvido em até cinco dias

Ex-ministro da Justiça e Segurança Pública será questionado sobre as acusações feitas por ele contra o presidente Jair Bolsonaro

Celso de Mello é relator da ação na Suprema Corte

O ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribuna Federal), determinou nesta quinta-feira (30) que o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro seja ouvido no prazo de até cinco dias no processo sobre as acusações feitas por ele contra o presidente Jair Bolsonaro. 
Durante a oitiva a ser realizada pela PF (Polícia Federal), Celso de Mello pede que Moro apresente "manifestação detalhada sobre os termos do pronunciamento, com a exibição de documentação idônea que eventualmente possua acerca dos eventos em questão”.
"Para efeito da inquirição do Senhor Sérgio Fernando Moro, oficie-se ao Serviço de Inquéritos – SINQ – da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado – DICOR – da Polícia Federal, ncaminhando-se-lhe cópia tanto da presente decisão quanto da petição do eminente Senhor Procurador-Geral da República (que deu início a este procedimento) e da petição dos Senhores congressistas protocolada nesta Corte", determinou o ministro.
Relator da ação, o ministro Celso de Mello, decano da Corte, aceitou na semana passada ao pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras, para investigar as declarações feitas pelo ex-juiz da Lava Jato ao deixar o governo. Ainda ministro, Moro acusou o presidente de tentar interferir nas investigações da PF (Polícia Federal) ao exonerar o Maurício Valeixo do comando do cargo.
O inquérito em questão apura se foram cometidos os crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de Justiça, corrupção passiva privilegiada, denunciação caluniosa e crime contra a honra.


R7 e Correio do Povo

Bolsonaro enaltece atuação das Forças Armadas em troca do CMS

O general de exército Geraldo Antonio Miotto deixou o cargo, que passa a ser exercido pelo general de exército gaúcho Valério Stumpf Trindade

Bolsonaro enalteceu a atuação das Forças Armadas


Em Porto Alegre, o presidente Jair Bolsonaro enalteceu a atuação das Forças Armadas durante a troca no Comando Militar do Sul (CMS), na manhã desta quinta-feira. "É uma satisfação estar aqui, numa cerimônia onde amigos, em que um deixa a ativa das Forças Armadas e o outro assume o comando do CMS, onde há uma importante concentração de militares. Militares esses que sempre estiveram à disposição da democracia e da liberdade. As Forças Armadas sempre estiveram à disposição da população brasileira, que a paz e a ordem sempre reinassem entre nós", afirmou o presidente, pouco antes da cerimônia. 
Bolsonaro não falou durante a cerimônia de transmissão. O rito militar foi reservado a poucos convidados, em função das medidas de prevenção ao contágio da Covid-19. Estiveram presentes, o governador Eduardo Leite, o presidente da Assembleia Legislativa, Ernani Polo, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Voltaire de Lima Moraes, entre outras autoridades civis. Durante a cerimônia, algumas pessoas utilizavam máscaras. 
Bolsonaro chegou na cidade, perto das 10h, e, ao deixar o aeroporto, quebrou o protocolo e cumprimentou algumas pessoas que estavam no local. Em seguida, seguiu diretamente à sede do CMS, no Centro de Porto Alegre. 
No CMS, Bolsonaro participou de duas cerimônias. A primeira foi a inauguração do retrato do general de exército Geraldo Antonio Miotto, que deixou o cargo de comandante do CMS. Na oportunidade, o general de exército gaúcho Valério Stumpf Trindade, que assumiria em seguida o comando do CMS, enalteceu a atuação do general Miotto. 
O segundo ato foi a cerimônia de passagem do comando. Ao se despedir da função, general Miotto falou sobre os 48 anos de atuação no Exército. Em uma das oportunidades, lembrou que chegou a falhar com a família, por não estar presente em todos os momentos. Ao enaltecer a trajetória militar de Miotto, o comandante do Exército, general de exército Edson Leal Pujol, em tom de brincadeira, disse que a cerimônia seria feita por videoconferência, porém, optou-se pela presença do presidente e demais autoridades para confirmar que ele deixaria o cargo. "Minha gratidão e meu emocionado muito obrigado", completou o comandante do Exército.

Correio do Povo


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