Número de mortes por Covid-19 no Brasil sobe para 241

Casos confirmados de coronavírus no país aumentaram para 6.836 nesta quarta-feira e Mandetta alerta que número crescerá muito semana que vem


Boletim epidemiológico do governo federal foi atualizado nesta quarta-feira
Boletim epidemiológico do governo federal foi atualizado nesta quarta-feira 
O número de casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus no país subiu para 6.836 nesta quarta-feira, de acordo com os dados mais do Ministério da Saúde, divulgados no fim da tarde. As mortes por Covid-19 alcançaram 241. O índice de letalidade ficou em 3,5%.
Nessa terça-feira, o país contabilizava 201 óbitos e 5.717 casos confirmados da doença. Os novos casos somaram 1.119, um pouco menos do que os 1.138 novos no balanço ontem.
Durante a coletiva, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, adiantou que o número de casos confirmados de Covid-19 deve aumentar nos próximos dias devido a automatização dos testes, o que fará a taxa de letalidade reduzir. Entretanto, Mandetta também destacou que os números de mortes pode aumentar porque há muitos óbitos esperando diagnóstico, principalmente no estado de São Paulo. Dos 241 óbitos registrados e atribuídos ao Covid-19, apenas 112 estão com a investigação concluída.
Conforme dados apresentados por Mandetta, 90% dos óbitos foram registrados em pacientes com mais de 60 anos, sendo que a maior frequência dos pacientes abaixo dos 60 anos possuía diabetes. Atualmente, 16% das internações do país (1274 casos) são diagnosticadas com o novo coronavírus.

Primeiro caso em indígena

O primeiro caso de Covid-19 em comunidade indígena do Amazonas foi registrada nesta quarta-feira pelo Ministério da Saúde. Trata-se de uma agente de saúde, do sexo feminino. Segundo Mandetta, a pasta tem uma "grande preocupação" com a saúde desta população, visto que seus hábitos culturais podem contribuir para a propagação da contaminação do vírus: "A história de relação dos indígenas com os virus sempre foram histórias em que os indígenas apresentaram respostas muito diferentes e podem ter curvas maiores em questão a morbidade e letalidade", apontou o ministro, ao afirmar que a atenção será "triplicada" com essa população.
Por fim, Mandetta pediu mais responsabilidade para a comunidade indígena ao denunciar que uma de suas lideranças chegou recentemente do exterior e não obedeceu a recomendação do governo federal de quarentena de 14 dias. A liderança indígena, conforme Mandetta, retornou do aeroporto para a aldeia. 

Rio Grande do Sul 

Nesta quarta-feira, o Rio Grande do Sul registrou sua quinta morte por Covid-19. Trata-se de um paciente do sexo masculino, de 59 anos, sem histórico de outras doenças, que estava internado em Porto Alegre. 
As mortes estão assim distribuídas pelos estados brasileiros: São Paulo (164), Rio de Janeiro (28), Ceará (8), Pernambuco (8), Piauí (4), Rio Grande do Sul (5), Paraná (3), Amazonas (3), Distrito Federal (3), Minas Gerais (3), Bahia (2), Santa Catarina (2), Rio Grande do Norte (2), Alagoas (1), Maranhão (1), Mato Grosso do Sul (1), Goiás (1), Paraíba (1) e Rondônia (1).


Agência Brasil e Correio do Povo

Não se deve usar detergente ou álcool em gel em cães e gatos, alertam veterinários


Não se deve usar detergente nem álcool em gel para desinfetar cães ou gatos. A ordem francesa de veterinários alertou sobre o perigo do uso destes produtos. 
Em plena epidemia de coronavírus, o medo do contágio faz com que donos de animais domésticos tomem iniciativas que podem ser perigosas.
Há alguns dias nas redes sociais foram divulgadas imagens de cachorros com as patas queimadas por álcool em gel ou detergente.
Lavar-lhes as patas "com água e sabão ou xampu para cães funciona muito bem", afirmou Christine Debove, da Ordem de veterinários da região de Paris.
Além disso, esses produtos "podem provocar irritações no nível das mucosas e reações cutâneas" em cães e gatos que se lambem.
A veterinária recorda que lavar as patas dos cachorros com água e sabão após o passeio é "um gesto básico de higiene que deveríamos praticar sempre". "É suficientemente eficaz", acrescentou.
Também recomenda lavar as mãos com frequência depois de brincar com eles e evitar contatos muito próximos, como deixar que lambam as mãos ou o rosto.
Embora não exista nenhuma prova científica de que os animais transmitam a COVID-19, a academia de medicina francesa recomendou na semana passada a seus donos que apliquem os princípios básicos de precaução.

AFP e Correio do Povo




Porto Alegre chega a 208 casos confirmados de Coronavírus

Números foram divulgados pela Secretaria de Saúde na noite desta quarta-feira


Diagnósticos já chegam a 208 em Porto Alegre
Diagnósticos já chegam a 208 em Porto Alegre 

Porto Alegre chegou a 208 casos confirmados de coronavírus. A informação foi divulgada e confirmada pela Secretaria de Saúde da Capital na noite desta quarta-feira, pelas redes sociais da pasta.
No total, foram 18 novos casos confirmados ao longo do dia na Capital. Outros 139 casos seguem sendo investigados, enquanto outros 484 já foram descartados.
No Rio Grande do Sul, são cinco mortes por Coronavírus, sendo três em Porto Alegre. O óbito mais recente ocorreu justamente nesta quarta-feira, quando um homem de 59 anos morreu na Capital. 
No Estado, são 316 casos de Coronavírus, segundo a Secretaria de Saúde do Estado. No Brasil, o número de casos confirmados da Covid-19 ultrapassa os 6,8 mil, enquanto as mortes no país chegaram a 241 nesta quarta-feira.





Correio do Povo

A próxima pandemia também virá da China. E não deve demorar muito

 Apesar do coronavírus, os mercados de animais silvestres da China não desapareceram. E eles serão a fonte provável de muitas pandemias futuras.| Foto: Dan Bennett/ Wikipedia


Reúna centenas de animais silvestres num só lugar. Coloque outras centenas de pessoas ao redor. Faça com que essas pessoas comprem os animais ainda vivos, ou mortos na hora da comercialização. Prepare a carne ainda fresca, sem congelá-la, e sirva mal passada. Pronto: você tem a receita completa para disseminar vírus.

A pandemia de coronavírus teve origem na China, assim como foi lá que surgiu a Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars), no início do milênio. No futuro, outras epidemias também surgirão no país asiático. E a explicação é simples: os mercados chineses onde animais silvestres são comercializados funcionam como um verdadeiro caldeirão. “Como os animais ficam concentrados e são vendidos vivos, os vírus conseguem se espalhar com mais facilidade”, explica o biomédico especializado em virologia Jaime Henrique Amorim, professor da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB) que neste momento trabalha na instalação de um laboratório de diagnóstico molecular.

Acontece que os vírus sofrem mutações o tempo todo. No momento em que uma leva deles se altera a ponto de conseguir habitar o organismo humano, ele tem a sua volta uma série de oportunidades para migrar. “Essas mutações acontecem no ambiente natural dos animais, mas ali o vírus não tem contato direto com pessoas, que permitiriam que ele mudasse de habitat”, diz o pesquisador.

É por isso, diz ele, que os coronavírus que habitam morcegos e tatus brasileiros não encontram a mesma facilidade para disseminar uma epidemia, como acontece na China. “Não os criamos em grandes quantidades, nem temos um contato tão próximo com eles”. E principalmente não temos o hábito de nos alimentar deles em grandes quantidades.

“Os tratadores dos animais e os vendedores já podem pegar o vírus. Na casa dos consumidores, eles podem passar para as pessoas durante o preparo ou na ingestão. Ao entrar em contato com a boca, saltam para o sistema respiratório”, explica o professor da UFOB.


Matéria completa aqui.




Governo do RS descarta adiar calendário de pagamento do IPVA 2020

Fazenda reforça que valores são fundamentais para que Estado e municípios combatam pandemia

Conforme a Fazenda, mais da metade dos contribuintes já havia quitado o imposto
Conforme a Fazenda, mais da metade dos contribuintes já havia quitado o imposto 

O pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), de acordo com o final da placa dos veículo, começou nesta quarta. Mesmo em meio à pandemia de Covid-19, a Secretaria da Fazenda descarta alterar o cronograma.
Na semana passada, os deputados estaduais Eric Lins (DEM) e Luiz Marenco (PDT) formalizaram ofícios distintos ao governador Eduardo Leite (PSDB) recomendando o adiamento do calendário de pagamento do imposto. Nesta quarta, a Fazenda reiterou que os recursos são fundamentais para o Tesouro estadual e para os municípios, que absorvem 50% do valor arrecadado.
Conforme a Pasta, mais da metade dos contribuintes já havia quitado o imposto. Cerca de 49% deixaram para pagar o IPVA pelo final da placa. A Sefaz reforça a importância dos valores em meio à pandemia da Covid-19.
Para fazer o pagamento, basta ter em mãos o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) ou apenas a placa e o Renavam do veículo. A consulta do valor a ser pago e de multas e pendências pode ser feita no site específico sobre o imposto ou no aplicativo para dispositivos móveis (IPVA RS) disponível gratuitamente na App Store e na Google Play.

Rádio Guaíba e Correio do Povo


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Prazo para entregar Imposto de Renda é estendido para 30 de junho

Crise do Coronavírus motivou decisão, que aumenta tempo para pessoas físicas


Decisão foi confirmada pela equipe econômica do governo federal nesta quarta | Foto: Marcelo Casal Jr. / Agência Brasil / Divulgação / CP

O Governo Federal anunciou, no início da noite desta quarta-feira, a prorrogação do prazo para entrega das declarações de imposto de renda referentes ao ano de 2019. A decisão foi motivada pela crise do coronavírus, que atinge o mundo todo. O novo prazo para a entrega das declarações de pessoas físicas é o dia 30 de junho. 
Inicialmente, a entrega das declarações de imposto de renda tinha como data limite 30 de abril. No entanto, o governo reconheceu a dificuldade das pessoas em reunir os documentos a tempo diante da pandemia de coronavírus e, por isso, tomou a decisão da prorrogação.
O governo federal também anunciou outras medidas econômicas na entrevista coletiva. De acordo com a pasta, será iniciado um programa de crédito para atender empresas com juros reduzidos, zerando alíquotas de Impostos sobre Operações Financeiras (IOF). A desoneração ser de R$ 7 bilhões, na projeção do governo.

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