Coronavírus ameaça provocar crise alimentar mundial, alerta ONU

Segundo organização, maior problema envolvendo os insumos poderia ser as restrições à exportação

ONU pede cooperação de países para que alimentos não fiquem em falta
ONU pede cooperação de países para que alimentos não fiquem em falta 

Em uma declaração conjunta incomum, os líderes de três organizações multilaterais de alimentação, comércio e saúde - FAO, OMC e OMS - alertaram para o risco de uma crise alimentar causada pela nova pandemia de novo coronavírus. Para essas três organizações multilaterais, é "importante" garantir o comércio, "principalmente para evitar a escassez de alimentos", especialmente nos países mais pobres.
Existe o risco de "escassez de alimentos" no mercado mundial, devido a perturbações derivadas da Covid-19 no comércio internacional e nas cadeias de suprimentos, declararam neste comunicado o chinês Qu Dongyu, que chefia a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), o etíope Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), e o brasileiro Roberto Azevêdo, líder da Organização Mundial do Comércio (OMC).
"As incertezas geradas sobre a disponibilidade de alimentos podem desencadear uma onda de restrições à exportação", o que, por sua vez, causaria uma "escassez no mercado mundial", afirmam. Nesses cenários, alguns países exportadores de grãos podem reter suas colheitas por medo de escassez, enquanto no outro extremo da cadeia alimentar globalizada outros países mais frágeis correm o risco de padecer graves penúrias.
A Rússia, maior exportadora de trigo, pode ser a destinatária dessa mensagem. Seus ministros da Economia e da Agricultura defenderam no início da semana um projeto para limitar as exportações russas de grãos para 7 milhões de toneladas em abril e junho. Nesta quarta-feira, à espera da aprovação dessa proposta, por parte do governo, a Rússia decidiu vender um milhão de toneladas de trigo de suas próprias reservas em seu mercado doméstico para limitar o aumento dos preços em casa.

Fome

Para especialistas da FAO, as "restrições à exportação" provocam fome em outros cantos do globo. Após a crise financeira de 2007, "alguns países produtores de arroz, como Índia e Vietnã, impuseram restrições à exportação porque estavam preocupados com os aumentos dos preços, o que contribuiu para distúrbios, devido à fome em alguns países em desenvolvimento", lembra Abby Abbassian, economista-chefe da FAO, consultado por telefone pela AFP em Roma.
Todas as três agências também temem outros fatores que ameaçam a cadeia alimentar global. A "desaceleração do movimento de trabalhadores nas indústrias agrícola e de alimentos" bloqueia muitas fazendas ocidentais.
Além disso, com o fechamento das fronteiras devido ao coronavírus, essas fazendas nos países desenvolvidos descobrem que dependem de mão de obra de outras partes do mundo: latino-americanos nos Estados Unidos, norte-africanos na Espanha, mochileiros europeus na Austrália, ou trabalhadores agrícolas do Leste Europeu na Alemanha, entre outros.
Também são fonte de preocupação os "atrasos nas fronteiras para os contêineres" de mercadorias, gerando "um desperdício de produtos perecíveis". Um exemplo disso: em meio à crise do coronavírus na China, navios cheios de contêineres de leite em pó da Europa sequer puderam ser descarregados por causa da falta de mão de obra nos portos.

Proteção

As três organizações também destacam a necessidade de "proteção" dos trabalhadores no campo, a fim de "minimizar a propagação do vírus no setor" e "manter as cadeias de suprimento de alimentos".
"Ao proteger a saúde e o bem-estar dos cidadãos, os países devem garantir que todas as medidas comerciais não perturbem a cadeia de suprimento de alimentos", acrescentaram os responsáveis da FAO, OMS e OMC. "Em períodos como este, a cooperação internacional é essencial", acrescentam.
"Devemos garantir que nossa resposta à pandemia da Covid-19 não crie, inadvertidamente, escassez injustificada de produtos essenciais e exacerba a fome e a desnutrição", concluem. Segundo o economista Abassin, "estamos no começo dessa crise", que não é uma crise de produção, mas, sobretudo, uma crise de transporte e logística.
AFP e Correio do Povo



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Avião enviado pela Rússia com ajuda humanitária chega aos EUA

Dmitri Peskov, Vladimir Putin, e Donald Trump falaram sobre essa ajuda durante uma conversa por telefone na segunda-feira


Carregamento consistia em máscaras e equipamentos médicos, segundo Ministério da Defesa russo
Carregamento consistia em máscaras e equipamentos médicos, segundo Ministério da Defesa russo
 

Um avião enviado pela Rússia carregado com ajuda humanitária chegou ao Aeroporto Internacional John F. Kennedy em Nova York nesta quarta-feira, informou a missão russa na ONU, em um momento em que a pandemia do novo coronavírus já deixou mais de 4.500 mortos nos Estados Unidos.
Imagens transmitidas ao vivo através da conta da missão no Twitter mostraram a retirada de caixas do avião de carga, um Antonov-124 da força aérea russa.


O Ministério da Defesa russo havia indicado que o carregamento consistia em "máscaras médicas e equipamentos médicos".
De acordo com o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e dos Estados Unidos, Donald Trump, falaram sobre essa ajuda durante uma conversa por telefone na segunda-feira.
A Rússia enviou na semana passada aviões com virologistas, equipamentos médicos e de laboratório e sistemas de desinfecção móveis para a Itália, onde a Covid-19 matou mais de 12.400 pessoas.
Os Estados Unidos, principal potência mundial, já têm mais de 205.000 casos do novo coronavírus, incluindo 4.500 mortes, segundo uma contagem da Universidade Johns Hopkins.

AFP e Correio do Povo

Produtores rurais se preparam para diminuir riscos por conta da pandemia

Mais de 15 milhões de pessoas trabalham em estabelecimentos agropecuários no Brasil, segundo o IBGE

Novo coronavírus causa insegurança entre produtores rurais brasileiros
Novo coronavírus causa insegurança entre produtores rurais brasileiros
 
O produtor rural brasileiro tem buscado informações para encarar o novo coronavírus, de forma a evitar que o prejuízo já esperado fique ainda maior. De acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), pequenos e médios produtores têm sido os que mais buscam informações junto à entidade. 
A guerra é contra o vírus, e em defesa do negócio, dos entes queridos e das equipes que trabalham no campo. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que mais de 15 milhões de pessoas trabalham nos estabelecimentos agropecuários do país.
De acordo com CNA e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), como o setor agropecuário brasileiro já tem uma rotina de cuidados constantes em relação a procedimentos sanitários, poucas mudanças de rotina serão implementadas. Boa parte delas, similares aos cuidados sugeridos pelo Ministério da Saúde à população como um todo.
Mesmos assim, alguns pontos da rotina foram alterados em função das medidas preventivas de contaminação. Em especial, no sentido de manter as distâncias recomendadas entre as pessoas; de fazer higienização; e cuidados a mais com suas equipes. Entre eles o aumento do número de carros e ônibus usados para o transporte de trabalhadores. “São medidas que já foram repassadas e adotadas pelos produtores”, disse à Agência Brasil a superintendente técnica adjunta da CNA Natália Fernandes. 

Boas práticas

Diretor do Departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas, da Secretaria de Inovação do Mapa, Orlando Melo de Castro diz que as “boas práticas já rotineiras” evitam a propagação deste e de qualquer vírus.
Procedimentos como a limpeza constante de equipamentos e a não entrada de pessoas estranhas nos locais são cuidados já adotados na rotina do produtor, explica Castro. “Vale ter mais cuidados com a propriedade, em especial com a limpeza sanitária dos veículos que nela entrarem. E, claro, os cuidados de higiene pessoal, que têm de ser redobrados a exemplo do que deve ser feito na cidade: lavar as mãos com frequência, evitar circulação e ambientes com aglomeração. Há também o cuidado de evitar que os animais de uma propriedade tenham contato com os de outra”, disse ele à Agência Brasil.
“Os produtores estão engajados e se consideram responsáveis pela manutenção do abastecimento de alimentos. Principalmente os pequenos e médios produtores, porque os grandes têm melhores estruturas e capacidade de adaptação dessas estruturas por, em alguns casos, envolverem menor uso de mão de obra, o que diminui o fluxo de pessoas”, acrescentou a superintendente da CNA.

Transporte

Entre as recomendações do Mapa estão algumas relativas à circulação de mercadorias e cuidados pessoais na logística. “Estamos tendo um cuidado maior com a limpeza dos equipamentos. A limpeza é diária, e o compartilhamento deve ser evitado”, informa a superintendente da CNA.
De forma geral, a distribuição de alimentos está fluindo bem tanto nas rodovias como nos portos, segundo a CNA. “Relatos de produtores apontaram empecilhos, mas por meio de canais criados pela CNA com autoridades públicas temos repassado os problemas pontualmente ao Ministério da Infraestrutura, que tem atuado com as secretarias municipais de forma rápida, a desfazer esses pontos”, disse Natália referindo-se a medidas municipais que, em algumas localidades, criaram barreiras para o fluxo de pessoas e cargas.

Alimentos

Natália Fernandes explica que a primeira preocupação da CNA foi a de garantir que a produção e a distribuição dos alimentos fosse classificada como atividade essencial, o que já foi com o Decreto 10.282, de 20 de março de 2020, que inclui, além da cadeia produtiva de alimentos, a bebida como essencial.
Dessa forma, tanto CNA como Mapa dizem não haver riscos de desabastecimento no país, em função do novo coronavírus. “Mas essa é uma questão que precisa e está sendo avaliada e reavaliada constantemente pelas autoridades para evitar surpresas”, explica o diretor do Ministério da Agricultura.

Impacto financeiro

A CNA não tem, até o momento, uma avaliação precisa do impacto da covid-19 para o agronegócio. Mas já sabe que, setorialmente, alguns produtores têm sido mais afetados. É o caso dos produtores de flores e plantas ornamentais, que são comercializadas principalmente em supermercado, feiras e eventos.
“Nesse caso, a redução do faturamento chegou a 90% na comparação com o ano anterior. Este foi o primeiro setor a sentir uma queda drástica de consumo. Em um primeiro momento, pela queda nas compras e, depois, pelo cancelamento de novas compras pelos estabelecimentos que tiveram de fechar as portas. Essa tendência deve permanecer pelos próximos meses, por conta dos eventos cancelados”.
O Dia das Mães é a principal data deste setor. “Se continuar assim até maio, o setor provavelmente não venderá o que vendia antes, e a expectativa é de que as perdas superem R$ 1 bilhão”, acrescenta.
Um outro setor que já sente os efeitos da pandemia de covid-19 é o de hortaliças, que tem apresentado uma variação bastante grande tanto de demanda como de preços. “No começo da quarentena, a população fez compras iniciais bem grandes. Depois notamos um recuo nas vendas de tomates, frutas e, principalmente, hortaliças. Isso se explica também pelo fechamento de bares e restaurantes”, explica Natália.

Animais

O diretor do Ministério da Agricultura faz um alerta: os animais criados pelos produtores rurais podem passar a doença adiante mesmo não tendo o vírus circulando em seu organismo. Basta que ele o tenha em algum ponto da parte externa, após ser manuseado por alguém contaminado.
“O vírus é como uma chave que procura uma fechadura. Cada animal tem uma fechadura, que o vírus pode ou não se encaixar. Em geral, vírus que contamina o animal não contamina o homem porque são fechaduras diferentes. No entanto, apesar de não serem vetores da covid-19, eles podem passar a doença adiante através da pelagem, por exemplo se alguém contaminado tossir ou espirrar próximo”, disse Castro ao explicar que o procedimento preventivo, nesse caso, é similar ao de qualquer superfície que possa estar infectada. “Basta limpar”.
Castro tranquiliza os consumidores quanto a carnes e lácteos certificados, já que são grandes os cuidados adotados por frigoríficos. 

Ajuda do governo

O Ministério da Agricultura informa que está ouvindo produtores de diferentes cadeias para, a partir de análises de situação, ver o que está, de fato, acontecendo e, então, implementar políticas públicas de ajuda aos produtores brasileiros.
Do ponto de vista econômico, ele sugere que os produtores busquem novos canais, além de mercados e das Ceasas, que estão fechados por conta da quarentena. “Pensem alternativas de entrega, de forma a minimizar suas perdas”, sugere.

Propostas da CNA

A CNA tem apresentado sugestões de medidas para garantir a logística e a manutenção da distribuição. Entre as propostas apresentadas está a garantia de compra dos produtos contratados para as escolas públicas, que, diante da quarentena, foram fechadas. “A ideia é a de, garantida a compra pelo governo, direcionar esses alimentos às famílias dos estudantes”.
A entidade defende também a ampliação das compras que o governo faz junto a agricultores familiares, destinadas a famílias carentes; e o estabelecimento de medidas e requisitos que orientem o funcionamento de feiras livres, fechadas como estratégia de evitar aglomerações.
“São orientações, procedimentos e cuidados para que essas feiras funcionem respeitando distâncias mínimas entre barracas e pessoas, prevendo controle de entrada, e que os alimentos já estejam pesados para evitar manipulação. Geralmente essas feiras já funcionam em ambientes abertos e com circulação de ar”, detalhou a superintendente da CNA.
Em parcerias com o poder público e com empresas de e-commerce, a CNA está implementando medidas visando viabilizar comércio online e plataformas integradas, para fazer a conexões diretas entre produtores, consumidor final e comerciantes, de forma a facilitar escoamento e vendas regionais.

Como prevenir o contágio do novo coronavírus 

De acordo com recomendações do Ministério da Saúde, há pelo menos cinco medidas que ajudam na prevenção do contágio do novo coronavírus:
• lavar as mãos com água e sabão ou então usar álcool gel.
• cobrir o nariz e a boca ao espirrar ou tossir.
• evitar aglomerações se estiver doente.
• manter os ambientes bem ventilados.
• não compartilhar objetos pessoais.

Agência Brasil e Correio do Povo

Olivia Hussey, atriz britânica

Olivia Hussey in Romeo and Juliet (1968) (com imagens) | Olivia husseyOlivia Hussey - WikipediaOlivia Hussey – Wikipédia, a enciclopédia livreOlivia Hussey | Olivia hussey, Rosto, AtrizesOlivia Hussey Ultimate Fan Page - Publicações | Facebook60 principais fotografias e imagens de Olivia Hussey - Getty ImagesOlivia Hussey - AdoroCinemaOlivia Hussey | Discography | Discogs60 principais fotografias e imagens de Olivia Hussey - Getty ImagesOlivia Hussey, star of Zeffirelli's Romeo and Juliet: 'I was wild ...Olivia Hussey in the 70s - Eclectic Ladies | FacebookOlivia Hussey Eisley on Instagram: “A great photograph of Olivia ...

Olivia Hussey, nascida Olivia Osuna (Buenos Aires17 de abril de 1951) é uma atriz britânica muito conhecida por interpretar a personagem Julieta, no filme Romeu e Julieta (1968).

Olivia é filha de Isvaldo Ribo (nome artístico de Andreas Osuna), cantor argentino de óperas e tangos, e Joey Hussey, britânica, que em 1958 levou os filhos para morar na Inglaterra. Lá, Olivia se matriculou na Italian Conti Academy, onde estudaria por cinco anos.
Surgiu nos palcos londrinos como Jenny, na peça The Prime of Miss Jean Brodie, contracenando com Vanessa Redgrave. Sua atuação chamou a atenção do cineasta Zeffirelli, que a escolheria entre 500 candidatas para protagonizar sua adaptação de Romeu e Julieta, de Shakespeare, em 1968. No ano seguinte, Olivia receberia o prêmio David di Donatello como melhor atriz.
Fez mais de 40 filmes.

Clique aqui para ler a matéria completa no site Wikipédia.

EUA tem novo pico de mortes com 884 vítimas de Covid-19 em 24 horas

País é o novo epicentro global da doença, com mais de 200 mil casos registrados

Nova York tem sistema de saúde sobrecarregado por coronavírus
Nova York tem sistema de saúde sobrecarregado por coronavírus 

A Covid-19 matou 884 pessoas nos Estados Unidos nas últimas 24 horas, um novo recorde no país, segundo uma contagem difundida na noite desta quarta-feira (1) pela Universidade Johns Hopkins. Este forte aumento eleva a 4.475 o total de mortos no país desde o começo da pandemia. 
Os Estados Unidos, que somou 25.000 casos em um único dia, também é o país com o maior número de casos registrados: 213.372. O recorde de mortes em 24 horas foi observado em 27 de março na Itália: 969.
Novo epicentro da doença no mundo, os norte-americanos vivem dias de tensão por conta da pandemia. Nesta quarta-feira, o presidente Donald Trump voltou a alertar os cidadãos para se prepararem para “semanas dolorosas”. 
Em Nova York, o sistema de saúde encontra-se sobrecarregado, e um navio-hospital chegou à cidade para auxiliar com mais leitos. Ainda nesta quarta-feira, um avião russo com ajuda humanitária desembarcou em Nova York com suprimentos médicos. 

AFP e Correio do Povo

Cientistas chineses anunciam descoberta contra Covid-19

Profissionais da ciência isolaram anticorpos que consideram eficientes contra o vírus

Entre os cerca de 20 anticorpos testados, quatro conseguiram bloquear a entrada viral, e desses dois foram
Entre os cerca de 20 anticorpos testados, quatro conseguiram bloquear a entrada viral, e desses dois foram "imensamente bons" para fazê-lo, disse Zhang 
Um grupo de cientistas chineses isolou vários anticorpos que considera "extremamente eficientes" para impedir a capacidade do novo coronavírus de entrar nas células, o que pode ser útil tanto para tratar quanto para prevenir a Covid-19.
Atualmente, não existe tratamento comprovadamente eficaz para a doença, que surgiu na China e está se proliferando pelo mundo na forma de uma pandemia que já infectou mais de 850 mil pessoas e matou 42 mil.
Zhang Linqi, da Universidade Tsinghua, de Pequim, disse que um remédio feito com anticorpos como os que sua equipe descobriu poderia ser usado de forma mais eficaz do que as abordagens atuais, incluindo o que ele chamou de tratamentos "limítrofes", como o plasma. O plasma contém anticorpos, mas é limitado pelo tipo de sangue.
No início de janeiro, a equipe de Zhang e um grupo do 3º Hospital Popular de Shenzhen começaram a analisar anticorpos do sangue colhido de pacientes recuperados da Covid-19, isolando 206 anticorpos monoclonais que mostraram o que ele descreveu como uma capacidade "forte" de se ligar às proteínas do vírus.
Depois eles realizaram outro teste para ver se conseguiam de fato impedir que o vírus entrasse nas células, disse ele em entrevista à Reuters.
Entre os cerca de 20 anticorpos testados, quatro conseguiram bloquear a entrada viral, e desses dois foram "imensamente bons" para fazê-lo, disse Zhang.
Agora a equipe se dedica a identificar os anticorpos mais poderosos e possivelmente combiná-los para mitigar o risco de o novo coronavírus sofrer uma mutação.
Se tudo der certo, desenvolvedores interessados poderiam produzi-los em massa para testes, primeiro em animais e futuramente em humanos.
O grupo fez uma parceria com uma empresa de biotecnologia sino-norte-americana, a Brii Biosciences, na tentativa de "apresentar diversos candidatos para uma intervenção profilática e terapêutica", de acordo com um comunicado da Brii.
"A importância dos anticorpos foi provada no mundo da medicina há décadas", afirmou Zhang. "Eles podem ser usados para o tratamento de câncer, doenças autoimunes e doenças infecciosas".
Os anticorpos não são uma vacina, mas existe a possibilidade de aplicá-los em pessoas do grupo de risco, com o objetivo de impedir que contraiam a Covid-19.
Normalmente não transcorrem menos de dois anos para um remédio sequer obter aprovação para uso em pacientes, mas a pandemia de Covid-19 acelera os processos, disse ele, e etapas que antes seriam realizadas sequencialmente agora estão sendo feitas em paralelo.

Agência Brasil e Correio do Povo

Ministério da Agricultura busca formas de ampliar escoamento da produção de leite

Com cadeia de produção pulverizada, ministra Tereza Cristina explicou que há mais de 1 milhão de pequenos produtores no país

"Os produtores estão muito ansiosos”, disse Cristina 
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse que o governo tem procurado alternativas para facilitar o escoamento da produção de leite do País. Como esse setor é extremamente pulverizado, acaba sendo prejudicado por causa das dificuldades logísticas, decorrentes das paralisações causadas pela pandemia do novo coronavírus. 
“Temos preocupação com o pessoal do leite. Temos mais de um milhão de pequenos produtores. Os produtores estão muito ansiosos”, disse Cristina, durante divulgação de boletim da situação da pandemia no País, em cerimônia no Palácio do Planalto. 
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Tereza Cristina disse que tem atuado com o Ministério da Infraestrutura para garantir que não haja paralisações do transporte feito por caminhões, que tem sofrido as consequências de fechamentos de restaurantes, hotéis, borracharias e mecânicas, toda rede instalada ao longo das estradas nacionais. 
Os caminhoneiros não falam em greve ou paralisação, mas sentem a falta de infraestrutura e de apoio para continuarem a prestar serviços. O aumento de demanda do leite nas prateleiras dos supermercados, com muitas pessoas fazendo estoque do produto, também dificultam a manutenção da oferta.

Agência Estado e Correio do Povo

Globo manda às favas a ética jornalística e parte para o ataque a Bolsonaro disposta a derrubá-lo

Por: José Aparecido Ribeiro – Jornalista / Licenciado em Filosofia – BH-MG
Globo manda às favas a ética jornalística e parte para o ataque a Bolsonaro, esquecendo-se da sua responsabilidade social, de que não é dona da verdade e nem da concessão que usufrui.
A Rede Globo de televisão deixou a ética jornalística de lado e parte para o ativismo político determinada a derrubar o Presidente Jair Bolsonaro. Colocou todo o seu arsenal tecnológico e humano a serviço de um massacre jamais visto na história de qualquer pais civilizado do ocidente. Tem a seu favor o Coronavírus e um confinamento obrigatório de uma população desprotegida intelectualmente, com baixos níveis educacionais, incapaz de fazer juízo crítico do que consome na frente da TV.
A guerra a Bolsonaro já não é mais velada, tornou-se escancarada e desproporcional, levando a uma inversão de papéis que atenta contra a democracia brasileira. A Globo não é dona dos destinos do país e nem da verdade, precisa de limites, URGENTE. Na condição de jornalista não posso me furtar a manifestar repúdio a colegas que se prestam a fazer o jogo sujo da emissora em um momento de aflição e vulnerabilidade do povo e do próprio governo. Os profissionais que produzem o conteúdo da emissora perderam a noção de ética e razoabilidade, se acham donos da verdade absoluta, ficaram cegos e alienados.
Notícias manipuladas, tiradas do contextos com montagens
As noticias manipuladas e contextualizadas de acordo com os interesses da direção da Globo passam pelas mãos de jornalistas sujeitos à códigos subliminares, a um juramento que precisa ser lembrado e honrado. Por ordem de superiores não deviam tripudiar de um presidente eleito democraticamente seja ele quem for. Não tenho procuração para defender Bolsonaro, acho que ele também precisa de limites, precisa ouvir os profissionais que ele confia, especialmente os da comunicação, porém o que estão fazendo é um desrespeito não só a ele, mas ao povo brasileiro.
A população vem sendo submetida a uma lavagem cerebral em um momento que a televisão desempenha papel estratégico de informação e de segurança nacional. Por acidente, acompanhei o Jornal Nacional desta quarta feira (25) e o que assisti me chocou, como a milhões de brasileiros. Um espetáculo de sordidez inaceitável contra a imagem de um chefe de estado, sem direito ao contraditório.
Recurso áudio-visuais servindo para descontextualizar a fala do presidente, caso de polícia
Do inicio ao fim por uma hora e meia Bolsonaro foi alvo de ilações, acusações, montagens e manipulação de informações que receberam recursos áudio visuais distorcendo a verdade para massacrar o presidente sem que ele pudesse se defender. Devo lembrar que a emissora entra na casa de 92% da população e que esta briga começou antes mesmo da posse, motivada pelos cortes em verbas publicitárias portentosas que a Globo sempre usufruiu em governos anteriores, com pouco ou nenhum esforço, como se fosse um direito e não uma concessão com regras.
Porém, o resultado desse desentendimento ganha outros contornos na medida em que a veracidade do jornalismo na maior emissora do pais é corrompida. A Globo tem concessão pública e o dever de falar a verdade, sem manipulação ou artifícios no seu conteúdo jornalístico com propósitos descabidos. Se a Globo deixou de produzir noticias e passou a agir como um partido político, sua concessão precisa ser cassada imediatamente.
Jornalismo sem ética, a serviço dos interesses da emissora
No rastro da canalhice produzida por profissionais do jornalismo, governadores mal intencionados como João Dória e Witzel estão se aproveitando, da mesma forma que políticos que nunca fizeram nada pelo país, como o garoto mimado David Alcolumbre e Rodrigo Maia, vulgo “bota-fogo”, ambos sinônimos de oportunismo. A classe jornalística não pode se submeter a este papel.
As manifestações de Bolsonaro não são libelos, estão recheadas de oportunidades para seus adversários, mas não podem ser distorcidas ao bel prazer dos inimigos políticos e nem de editores interessados em chantagear o presidente e seus ministros. Com efeito, Bolsonaro tem defeitos, é humano, mas não se curva a chantagens de empresários da comunicação acostumados a usar e abusar do dinheiro público.
Bolsonaro não está propondo o fim do confinamento, mas um retorno gradual ao trabalho afim de evitar uma tragédia maior
A ciência já mostrou que o vírus representa maior risco para pessoas com morbidades e idosos, mostrou tambem que COVID 19 não é ameaça para população economicamente ativa, e que se os cuidados de higiene forem tomados, a população não precisa deixar de trabalhar, pode retornar lentamente aos seus postos evitando uma catástrofe ainda maior.
Para a Globo não é a saúde do povo brasileiro que importa, e sim a destruição do chefe da nação e dos sonhos de quem acredita nele apesar dos seus defeitos. Chega de CANALHICE, o Brasil é maior do que os interesses de uma emissora de televisão, tá na hora de um basta nessa perseguição covarde. Se você chegou até aqui e concorda com este artigo, replique para a sua lista e vamos reagir a esse espetáculo de INSENSATEZ da maior emissora do país.
jaribeirobh@gmail.com – 31-99953-7945 WhastApp


Blog do Zé Aparecido

Irã pagará "alto preço" se atacar tropas dos EUA no Iraque, adverte Trump

Estados Unidos e Irã estão em uma tensa batalha por influência no Iraque

Há várias semanas, centenas de soldados estrangeiros têm deixado o Iraque por medo de serem infectados com o novo coronavírus
Há várias semanas, centenas de soldados estrangeiros têm deixado o Iraque por medo de serem infectados com o novo coronavírus 
O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou o Irã e seus aliados nesta quarta-feira que pagarão um "preço muito alto" se atacarem as tropas dos EUA estacionadas no Iraque. 
"De acordo com as informações e o que se acredita, o Irã ou seus aliados estão planejando um ataque furtivo contra tropas e/ou ativos dos EUA no Iraque. Se isso acontecer, o Irã pagará um preço muito alto, na verdade", tuitou o presidente, sem especificar se se baseou em relatórios de inteligência.
Os Estados Unidos e Irã estão em uma tensa batalha por influência no Iraque, onde Teerã tem poderosos aliados e Washington mantém laços estreitos com o governo. Cerca de 7.500 soldados estrangeiros são enviados ao Iraque como parte da coalizão liderada pelos Estados Unidos, que ajuda as tropas locais a combater grupos jihadistas, mas o número está diminuindo significativamente este mês. 
Há várias semanas, centenas de soldados estrangeiros têm deixado o Iraque por medo de serem infectados com o novo coronavírus e de ajudar as agências policiais em seus respectivos países. As bases iraquianas com tropas internacionais e embaixadas estrangeiras, particularmente a missão dos EUA, foram alvo de mais de duas dúzias de ataques com foguetes desde o final de outubro. 
Os ataques, atribuídos pelos Estados Unidos a um grupo armado apoiado pelo Irã, levantaram temores de uma guerra em solo iraquiano.

AFP e Correio do Povo

Ritmo de internações por problemas respiratórios cai no país, diz Fiocruz

Número de hospitalizados subiu de 5.624 para 5.992, com aumento de 7% na última semana

Casos tinham ido de 965 para 5.624 nas semanas anteriores
Casos tinham ido de 965 para 5.624 nas semanas anteriores 

A curva de internações por SRAG (síndrome respiratória aguda grave), projetada pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), perdeu ritmo na semana entre os dias 22 e 29 (a última disponível), depois de dois aumentos consecutivos e vertiginosos. Os dados estão disponíveis no sistema eletrônico InfoGripe da fundação.
O último cálculo aponta que o crescimento dos casos foi de 7% entre a última e a penúltima semana de março — o número de casos saltou de 5.624 para 5.992. Embora tenha crescido em números absolutos, é possível observar uma diminuição no ritmo de ocorrências.
Nas duas semanas imediatamente anteriores, o número de casos de doenças respiratórias dobrou. Na 10ª semana, no início de março, houve 965 casos registrados, contra 2.534 ocorrências na semana na 11ª — aumento de 162%.
Já entre a 11ª semana e a 12ª, os casos saltaram de 2.534 para 5.624 — um acréscimo de 122% na quantidade de doentes atendidos em hospitais com problemas respiratórios graves.
A queda no ritmo de ocorrências aconteceu, coincidentemente, ao mesmo tempo em que foram implantadas medidas de isolamento social no combate à covid-19 propostas pelo Ministério da Saúde. O governo estuda novas ações para os meses de abril, maio e junho. 
Entretanto, isso não significa que todos os casos de internação estejam relacionados ao novo coronavírus. SRAG é uma definição que considera também doenças causadas por outros vírus, como a influenza e outros tipos de coronavírus conhecidos pela comunidade científica. 
O sistema InfoGripe, que monitora o comportamento da doença no país, foi criado após a pandemia de influenza H1N1, em 2009. 

R7 e Correio do Povo