CBF antecipa taxas para ajudar árbitros durante período de quarentena

Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (Anaf) vai receber dinheiro e repassar auxílio para juízes que só recebem quando trabalham

Árbitros receberão ajuda de custo da CBF enquanto futebol estiver parado
Árbitros receberão ajuda de custo da CBF enquanto futebol estiver parado 

A CBF começa nesta quarta-feira um repasse à Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (Anaf) para ajudar os juízes brasileiros durante esse período de paralisação do futebol pela pandemia do novo coronavírus. 
O recurso vem após pedido da própria Anaf, que entendeu ser necessário distribuir um auxílio financeiro para quem depende do dinheiro recebido pelo trabalho nas partidas.
O anúncio de repasse foi feito pelo presidente da Anaf, Salmo Valentim. A CBF vai pagar R$ 6 mil para quem é árbitro do quadro da Fifa, R$ 3 mil para a categoria AB e mais R$ 1,5 mil para quem for das categorias C e D. O valor total de todo o repasse é avaliado em cerca de R$ 900 mil. 
O montante é um adiantamento de taxas de arbitragem. Quando o calendário for retomado, a quantia repassada será descontada. "O mundo vive um momento de incertezas por conta da proliferação do coronavírus.
No futebol, com as competições suspensas, muitos árbitros foram afetados economicamente. Por isso, o presidente da CBF (Rogério Caboclo) não só entendeu a situação, como aceitou o nosso pleito", anunciou Valentim no Twitter. Fora a CBF, o presidente da Anaf disse que vai recorrer também a outros setores para conseguir aumentar o auxílio aos árbitros. Valentim contou que encaminhou ofício aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, para que os árbitros possam ser contemplados em programas do governo federal voltados para profissionais que não trabalham com carteira assinada.

Agência Estado e Correio do Povo

A verdadeira face do governador Dória


Cerca de 5,8 mil brasileiros continuam retidos no exterior

Chanceler diz que prioridade do Itamaraty é repatriar essas pessoas

Segundo Araújo, nas últimas semanas, já retornaram ao país cerca de 10 mil pessoas
Segundo Araújo, nas últimas semanas, já retornaram ao país cerca de 10 mil pessoas
 
O Ministério das Relações Exteriores (MRE) está atuando para repatriar cerca de 5,8 mil brasileiros que seguem retidos no exterior em meio ao fechamento de fronteiras adotado por dezenas de países, por causa da pandemia do novo coronavírus. A informação é do chanceler Ernesto Araújo, que participou de coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira, para atualizar as ações do governo federal na crise. Segundo ele, nas últimas semanas, já retornaram ao país cerca de 10 mil pessoas.
"Nós identificamos quase 16 mil brasileiros no exterior nessas dificuldades. Desses, já conseguimos ajudar na repatriação de cerca de 10 mil e calculamos hoje que ainda há 5,8 mil brasileiros com dificuldades de retornar ao Brasil. Estamos dedicados para que todos eles possam voltar em segurança para o Brasil", afirmou.
A maior parte dos resgates foi feita em voos comerciais, principalmente de companhias aéreas nacionais, mas, com o cancelamento de voos e de rotas comerciais, além do fechamento do espaço aéreo de diversos países, o Itamaraty tem contratado voos charter (fretados) para repatriar brasileiros no exterior. Nesta terça-feira, por exemplo, desembarcaram no país cerca de 150 brasileiros, vindos do Equador, incluindo integrantes da equipe brasileira paralímpica de natação. Nesta quarta-feira, está prevista chegada de um outro voo fretado, oriundo do Peru, com mais 160 brasileiros.
O país que ainda concentra um grande contingente de brasileiros retidos, de acordo com Ernesto Araújo, é Portugal, de onde já foram resgatadas 6 mil pessoas. "Calculamos que ainda há hoje um pouco mais 1,5 mil em situação difícil. Ainda há voos comerciais programados nesses próximos três dias que devem trazer praticamente todos esses brasileiros e, se não conseguirem trazer todos, nós providenciaremos que os demais possam regressar", informou.
Segundo o ministro, citando alguns exemplos, há cerca de 50 brasileiros retidos na Colômbia e um grupo de 300 pessoas que está sendo repatriado da África do Sul. Nova Zelândia e Austrália também concentram centenas de brasileiros que ainda não conseguiram voltar ao país. Em todos estes casos, o Itamaraty também deve recorrer a voos charter para fazer a repatriação.
Ernesto Araújo disse ainda que os consultados e embaixadas do país no exterior estão mobilizados para atender e trabalhando no mapeamento dos brasileiros retidos e que precisam voltar, e pediu para que as pessoas entrem em contato com o serviço diplomático, pelos canais oficiais, para as providências de regresso ao Brasil.

Agência Brasil e Correio do Povo

Federasul e Famurs divergem sobre novo decreto que restringe atuação do comércio no RS

Segundo restrições, que valem até 15 de abril, apenas serviços essenciais podem operar

Novo decreto foi anunciado pelo governador Eduardo Leite
Novo decreto foi anunciado pelo governador Eduardo Leite 
O novo decreto anunciado pelo governador Eduardo Leite, restringindo o funcionamento do comércio, até 15 de abril, em todo o Rio Grande do Sul, a fim de atenuar o contágio pelo coronavírus, provocou reações distintas entre prefeitos e empresários, nesta quarta-feira.
Desde essa manhã, apenas segmentos considerados essenciais seguem autorizados a operar, como unidades de saúde, supermercados, farmácias, indústrias, construção civil e determinados fornecedores, por exemplo.
Se por um lado, a Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul) classificou a decisão como “equivocada”, a Federação das Associações de Municípios do RS (Famurs) externou “felicidade” com o regramento, que evita flexibilizações, dependendo da cidade.
Desde a semana passada, a Famurs exigia uma medida mais enérgica, com validade em todo o território gaúcho. Até então, o governador mantinha a opção de deixar a cargo dos prefeitos a definição sobre quais serviços essenciais manter em funcionamento.
O novo decreto, embasado em estudos científicos e sanitários, reforça a importância do isolamento social como ferramenta para evitar a propagação da doença.
“Estamos felizes com o resultado adotado pelo governador e esperamos que o decreto reflita na área da saúde para que possamos salvar vidas. É claro que o governador deve sofrer pressão do setor produtivo, mas entendo que ele tomou esse posicionamento ouvindo a sua equipe de saúde, que está acompanhando a pandemia com base em dados técnicos e científicos”, destacou o presidente da Farmus, Dudu Freire, que governa Palmeira das Missões.
Em contrapartida, o vice-presidente da Federasul, Anderson Cardoso, criticou o decreto uniforme, dizendo se tratar de uma decisão “equivocada”. “Se a iniciativa privada parar, amanhã, o poder público vai ter dificuldades para pagar o salário do funcionalismo público. Não existem apenas duas posições, ‘de abre ou fecha tudo’. Onde está o meio termo?”, questionou.
Em meio ao impasse, Cardoso adiantou que argumentos médicos poderão ser apresentados ao Palácio Piratini para indicar que outros estabelecimentos também podem operar, sem o risco de propagação do contágio. O vice-presidente da entidade estima, ainda, que caso a situação não se reverta, prefeitos possam procurar o Judiciário a fim de flexibilizar o funcionamento comercial nas cidades.
Os representantes da Famurs e da Federasul falaram para o Esfera Pública desta quarta-feira. Em um ponto, Freire e Cardoso convergem. Para ambos, há inércia do governo federal em auxiliar estados e municípios em meio à crise.

Rádio Guaíba e Correio do Povo

Conmebol deve retardar volta da Libertadores

Entidade projetava reiniciar o torneio em 5 de maio, mas data deve ser abandonada

Data prevista para retorno da Libertadores deve ser abandonada
Data prevista para retorno da Libertadores deve ser abandonada 
No momento que a Conmebol anunciou a paralisação da Libertadores até o dia 5 de maio, a entidade trabalhava com um cenário positivo quanto à pandemia de coronavírus na América do Sul. Ainda não há uma previsão em relação a uma nova data para o reinício da competição, mas a entidade vai estender esse prazo nos próximos dias. Todos os dez países sul-americanos apresentam crescimento no número de casos de coronavírus e, além disso, há movimentos que deixam claro que o futebol não retornará tão cedo. No Brasil, por exemplo, os principais clubes, incluindo a dupla Gre-Nal, concederam férias aos jogadores a partir de hoje. 
No momento, até mesmo as fronteiras entre os países estão fechadas na tentativa de conter o avanço da Covid-19. A Conmebol, inclusive, antecipou até 60% dos valores das cotas por participação na fase de grupos para amenizar a crise financeira dos clubes. Grêmio e Inter recebem 3 milhões de dólares pelos três jogos em seus respectivos estádios.
Além da Libertadores, todas as demais competições estão paralisadas. Mais do que os problemas econômicos, haverá um acúmulo de jogos quando as autoridades sanitárias liberarem os grandes eventos esportivos. “A ideia é a realização das competições no mesmo formato”, diz o presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Júnior. Segundo ele, uma reunião na terça-feira entre CBF e clubes vai discutir possíveis soluções para o calendário. 
“Se for preciso, podemos ir até janeiro de 2021”, diz o gremista. A maior dor de cabeça no momento diz respeito aos Estaduais. Muitas equipes do Interior não terão condições de manter seus plantéis. “A nossa posição é de concluir o Gauchão no campo, salvo situações intransponíveis de saúde relacionadas à pandemia”, comenta Bolzan.
No Inter, ambos os assuntos − a falta de futebol e a consequente queda drástica nas receitas dos clubes − preocupam muito. Na opinião dos colorados, é preciso encontrar uma solução que mantenha todas as competições no calendário, mesmo que seja preciso finalizá-las em 2021. “Todo mundo que faz futebol precisa se sentar e encontrar a melhor solução. É difícil, mas é preciso”, enfatiza o vice de futebol, Alessandro Barcellos. 
Inter e Grêmio defendem a manutenção das competições, principalmente, por um motivo: se elas não acabarem ou ficarem mais curtas, as cotas de TV, que significam pelo menos 30% das receitas dos clubes, não serão pagas em sua totalidade. 

Correio do Povo

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Petrobrás reduz produção e adia parte de salários

Crise do Coronavírus é tratada como "período único na história da empresa"


Crise do Coronavírus preocupa estatal | Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil / Divulgação / CP

Diante da crise do novo coronavírus, a Petrobrás anunciou ontem novo corte de produção, que agora atinge também as refinarias. Ao todo, 200 mil barris de petróleo vão deixar de ser extraídos diariamente, quase 10% do desempenho médio da companhia em 2019. Em carta aos funcionários, a empresa destacou que, a depender do cenário, deve anunciar novas medidas de redução de gastos. 
Para a direção da Petrobrás, a situação é drástica e as consequências, imprevisíveis. A empresa já vem sendo atingida pela queda da cotação do petróleo, que está na casa dos US$ 20. A avaliação interna é que esse é um período único na história da empresa, pois, pela primeira vez, a estatal enfrenta um cenário em que não só a demanda caiu, como a produção mundial aumentou. 
"Por isso, não podemos considerar que estamos enfrentando uma crise passageira. (...) Precisamos agir rápido para preservar nossa companhia", afirma o comunicado. "Avaliamos todas as alternativas possíveis para a preservação do nosso caixa." Além de cortar a produção, a companhia vai injetar menos combustíveis no mercado. Há dias vem conversando com as distribuidoras, que pedem a revisão de contratos. 
A Petrobrás admite que o consumo médio no Brasil foi reduzido à metade. Mas, segundo fontes de dentro da empresa, em alguns casos, a retração é ainda maior - como da gasolina, de 60%, e do querosene de aviação, de 90%. Uma consequência previsível é que, se a situação continuar crítica como agora, a estatal terá de parar algumas refinarias. "Existe muita incerteza à frente, com a redução de veículos nas estradas, avião parado nos aeroportos. Enquanto estivermos nesse ciclo de parada geral, todo mundo vai reduzir produção", avalia analista da Mirae Asset Pedro Galdi. 
Para o analista da INTL FCStone, Thadeu Silva, o barril pode chegar a US$ 16 até que o mercado atinja um equilíbrio. Com isso, muitas operações vão ficar economicamente inviáveis. "O corte de produção faz muito sentido à medida que o preço da commodity e o consumo caem. Com a pandemia, ninguém sai de casa e o consumo acaba sendo apenas dos caminhoneiros", diz o analista Renan Sujii, da Harrison Investimentos. 
Além de mexer na área operacional, a Petrobrás reduziu também o gasto com os empregados. De algumas chefias, foram retidos salários na proporção de 10% a 30%, que vão ser pagos no futuro. Para funcionários da área operacional, a remuneração mensal foi reduzida em 25%, enquanto estiver valendo o novo turno de seis horas, em vez de oito horas. 
Também houve mudança no regime de trabalho. Muitos funcionários vão passar a atuar do mesmo modo que o pessoal da área administrativa. Com isso, é possível que deixem de receber adicionais noturnos, por confinamento e periculosidade, equivalente a cerca de metade dos ganhos, segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP). O sindicato reclama por não ter sido consultado e avalia uma resposta à empresa.
Agência Estado e Correio do Povo

Acordo permitirá que 500 por dia entrem na Argentina por Uruguaiana

Apenas cidadãos argentinos e com residência comprovada no país vizinho poderão cruzar fronteira

Argentinos aguardavam solução para retornar ao seu país
Argentinos aguardavam solução para retornar ao seu país 

Um acordo para reabertura gradual da fronteira com a Argentina foi estabelecido, nesta quarta-feira, no Rio Grande do Sul. O Consulado da República Argentina informou que 500 pessoas por dia poderão atravessar entre Paso de los Libres e Uruguaiana.
A fronteira ficará aberta entre 8h e 16h, respeitando o limite de 500 transeuntes. Poderão ingressar em solo argentino apenas cidadãos argentinos e estrangeiros que comprovem residência na Argentina.
O acerto foi concretizado a partir de negociações com o governo argentino do governador Eduardo Leite, a secretária de Relações Federativas e Internacionais, Ana Amélia Lemos, o deputado estadual Frederico Antunes e o prefeito de Uruguaiana Ronnie Mello. A ideia é priorizar e beneficiar as comunidades fronteiriças, que estavam privadas do contato com parentes e de relações econômicas locais.
Correio do Povo

Sobe para cinco o número de mortes por Covid-19 no RS

Paciente, de 59 anos, estava internado em Porto Alegre e não tinha histórico de outras doenças


Paciente, 59 anos, sem histórico de outras doenças veio a óbito em Porto Alegre nesta quarta-feira
Paciente, 59 anos, sem histórico de outras doenças veio a óbito em Porto Alegre nesta quarta-feira
 

O Rio Grande do Sul registrou sua quinta morte por Covid-19 nesta quarta-feira. Trata-se de um paciente do sexo masculino, de 59 anos, sem histórico de outras doenças, que estava internado em Porto Alegre. Com o registro deste óbito, a Capital já possui três mortes pelo novo coronavírus. As outras duas vítimas foram registradas na cidade de Novo Hamburgo.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o homem estava internado no Hospital Moinhos de Vento desde o dia 20 de março. O paciente tem histórico recente de viagem em cruzeiro pela costa brasileira, afirmou a pasta. O prefeito da Capital Nelson Marchezan Jr. lamentou o ocorrido e reforçou que seguirá se esforçando "para que esse número não aumente e que a nossa cidade, com a união de todos, vença essa pandemia".




Conforme os dados mais atualizados da Secretaria Estadual de Saúde (SES), o Rio Grande do Sul possui 306 casos confirmados de Covid-19, sendo 190 pacientes em Porto Alegre. Os demais estão distribuídos em 50 municípios gaúchos.
Depois da Capital, Bagé é a cidade que concentra o maior número de infectados com 15 casos, seguido de Caxias do Sul com 13 casos. Em nível nacional, o mais recente boletim do governo federal aponta que o Brasil possui 240 mortes pela doença e mais de 6,8 mil casos confirmados do vírus no território brasileiro.

Calamidade Pública na Capital

O prefeito Nelson Marchezan Júnior decretou, nesta quarta-feira, estado de calamidade pública em Porto Alegre frente à ameaça da Covid-19 (novo coronavírus) e prorrogou para 30 de abril a validade das medidas de isolamento social adotadas pelo município. 
Decreto nº 20.534, com 74 artigos, unifica as principais decisões tomadas pela Prefeitura desde o dia 16 de março para frear a transmissão do coronavírus na Capital, além de atualizar e estender as restrições já divulgadas pela administração municipal.

Correio do Povo

Governo do RS decreta fechamento do comércio para todos os municípios até 15 de abril

ESTADO DE DEFESA. SE A UNIÃO NÃO DECRETAR ESTA MEDIDA EMERGENCIAL, GOVERNADORES E PREFEITOS VÃO AGIR ISOLADOS E PATROLAR A COMPETÊNCIA EXCLUSIVA DA UNIÃO CONTRA UMA AMEAÇA DE PROPORÇÃO NACIONAL E MUNDIAL. Distorções estão ocorrendo, conflitos ideológicos estão sendo fomentados entre as alas radicais, dúvidas são semeadas, os riscos de contaminação se avolumam e a população não sabe mais o que é correto. A decretação do Estado de Defesa incumbiria competências exclusivas ao Ministério da Saúde, representante técnico e estratégico da Presidência no combate à ameaça nacional do coronavírus num período de exceção.
LAURA BECKER. O governador Eduardo Leite anunciou, em um comunicado por vídeo, na noite desta terça-feira (31), novo decreto que determinará o fechamento do comércio em todos os municípios. A medida é válida a partir desta quarta-feira (1º), quando o documento será publicado em edição extra do Diário Oficial do Estado. Na determinação, fica estabelecida a proibição da abertura dos estabelecimentos comerciais até 15 de abril. No anúncio, o governador destacou que a medida é necessária, pois muitos municípios estavam relaxando nas medidas de restrição. Segundo Leite, o crescimento dos casos em todo o Rio Grande do Sul é um indicativo de que o momento de retomada das atividades ainda não chegou.
GAUCHAZH.CLICRBS.COM.BR
Medida começa a valer nesta quarta-feira, com a publicação do texto no Diário Oficial do Estado