Frente fria traz risco de temporais ao RS nesta quinta-feira

Temporais isolados não estão descartados

Chuva deve atingir o Estado nesta quinta-feira
Chuva deve atingir o Estado nesta quinta-feira 

O ingresso de uma frente fria muda o tempo no Rio Grande do Sul nesta quinta-feira. Associado a um ciclone extra-tropical que cruza rapidamente o estado, faz com que haja risco de chuva forte e temporais isolados. Ao longo do dia, o tempo melhora no Oeste e no Sul, regiões que amanhecem com tempo instável. 
De acordo com a MetSul Meteorologia, o tempo melhora gradualmente ao longo da tarde e início da noite. Em muitas áreas, a chuva deverá durar no máximo até o início da tarde. O vento se intensifica e, com isso, as temperaturas caem. A Defesa Civil emitiu alerta quanto a condições meteorológicas de risco.
Em Porto Alegre, sol aparece, mas também haverá chuva. Na Capital, mínima deve ser de 18°C, enquanto máxima não passa dos 26°C.

Mínimas e máximas no RS

Caxias do Sul 15°C / 23°C
Torres 19°C / 27°C
Erechim 17°C / 26°C
Uruguaiana 18°C / 26°C
Rio Grande 18°C / 24°C
Chuí 17°C / 24°C

MetSul Meteorologia e Correio do Povo


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MP do governo libera suspensão de contratos e redução dos salários

Medida foi anunciada pela equipe econômica na noite desta quarta-feira


Governo Federal fez anúncio na noite desta quarta-feira | Foto: Marcos Corrêa / PR / Divulgação / CP

O Programa Emergencial de Manutenção do Emprego anunciado pelo governo, e que será criado por Medida Provisória, permitirá a redução de jornada e salário em 25%, 50% e até 70%, por até três meses por meio de acordos individuais, entre empregador e empregado, ou coletivos. A medida também permite a suspensão dos contratos por até dois meses. 
O empregado terá estabilidade no emprego por um período igual ao da redução de jornada ou suspensão de contrato. "Queremos manter empregos e trazer tranquilidade para as pessoas. Criamos um benefício que protege o empregado e também as empresas", disse o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco. Segundo Bianco, os acordos para redução de jornada ou suspensão de contrato poderão ser individuais nos casos de trabalhadores com remuneração de até três salários mínimos (R$ 3.135), uma vez que nesses casos "haverá pouca redução salarial". 
Empregados que ganham acima disso, mas abaixo de duas vezes o teto do INSS (R$ 12.202,12), só poderão ter redução de jornada acima de 25% ou suspensão de contrato por meio de acordo coletivo. Quem ganha acima dos R$ 12,2 mil é considerado hiperssuficiente segundo a última reforma trabalhista e poderá negociar individualmente com o patrão. 
O governo pagará uma parte do seguro-desemprego a que o trabalhador teria direito se fosse demitido. Na redução da jornada, o percentual será equivalente à redução da jornada (25%, 50% ou 70%). Se a empresa e o trabalhador optarem por um corte menor que 25%, o empregado não receberá o benefício emergencial. 
Acima de 25% e abaixo de 50%, o valor será de 25% do seguro-desemprego. Com redução acima de 50% e abaixo de 70%, a parcela será de 50%. Na suspensão do contrato, o governo vai pagar 100% do seguro-desemprego que seria devido nos casos de empregados de empresas do Simples Nacional (receita bruta até R$ 4,8 milhões).

Agência Estado e Correio do Povo


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Número de novos infectados pelo coronavírus no Brasil cai pelo 3º dia consecutivo

Com certeza a mídia marxista vai esconder essa informação de você.
NOTICIAS.R7.COM
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Casa Branca prevê 100 mil mortos nos EUA pelo novo coronavírus

Presidente Donald Trump voltou a defender distanciamento social

Estados Unidos tornou-se epicentro da doença
Estados Unidos tornou-se epicentro da doença 
No dia em que os EUA superaram o número de mortos da China, a Casa Branca anunciou que o país precisa se preparar para ter entre 100 mil e 200 mil mortes por coronavírus. O presidente, Donald Trump, e os especialistas que orientam o governo, pediram que os americanos se atenham às políticas de distanciamento social e disseram que as próximas duas semanas serão dramáticas.
"A pergunta é o que aconteceria se não fizéssemos nada? O número de mortos subiria a 1,5 milhão ou 2,2 milhões. Teríamos pessoas morrendo em lobbies de hotel, nos aeroportos. Isso não poderia continuar", disse Trump. "Serão duas semanas muito dolorosas. Quando você olha o tipo de morte que tem sido causada por esse inimigo invisível, é incrível." 
O presidente disse que é "absolutamente crítico" que todos os americanos sigam as restrições de circulação pelos próximos 30 dias. "É uma questão de vida ou morte", afirmou. Os gráficos mostrados ontem pela Casa Branca indicam que, em algum momento, o número de mortes começará a desacelerar, mas o país continuará contado corpos até junho.
Os dados são de um modelo da University of Washington e levam em conta os dados de outros países que enfrentam o problema, como a Itália. O número de mortos nos EUA superou ontem o da China, onde a pandemia começou. 
Autoridades americanas já registraram mais de 180 mil casos e 3,6 mil óbitos - pela primeira vez, o número de vítimas ultrapassou também a quantidade de mortos nos atentados do 11 de Setembro. A China tem 3,3 mil mortos e pouco mais de 80 mil casos - embora cada vez mais esse número pareça irreal. 
Estimativa 
Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas e médico que comanda a força-tarefa da Casa Branca contra a pandemia, disse ontem que os casos continuarão subindo nas próximas semanas, o que não pode fazer os americanos relaxarem o confinamento. "As orientações dos últimos 15 dias tiveram efeito, apesar de ser difícil quantificar. Agora, não é hora de tirar o pé do acelerador, mas apertar mais", afirmou Fauci. 
Segundo ele, só o isolamento evitará novos picos. "Temos esses números, mas não quer dizer que os aceitamos. O modelo é atualizado todos os dias. Faremos tudo o que pudermos para reduzi-lo", disse Fauci. A médica Deborah Birx, da equipe de Fauci, disse que não há "receita mágica" para combater o vírus. "Nossos comportamento pode mudar o rumo da pandemia", afirmou. Segundo ela, o esforço agora é para controlar os picos já registrados e evitar que outras regiões se tornem epicentro da pandemia. 
Ajuda 
O epicentro da disseminação do vírus nos EUA ainda é o Estado de Nova York, que concentra quase metade de todos os casos. A cidade de Nova York tem recebido reforço para expandir sua rede hospitalar, após alerta de médicos e autoridades locais de que não haverá leitos e respiradores suficientes para o tratamento de todos. 
Um navio-hospital, o USNS Comfort, atracou ontem no Porto de Nova York para atender os casos urgentes que não forem relacionados ao vírus. A embarcação tem 750 leitos. No gramado do Central Park, no coração de Manhattan, foram montadas tendas para tratar infectados e ampliar a capacidade do hospital Mount Sinai. O primeiro caso de coronavírus no país foi confirmado em 20 de janeiro e a primeira morte aconteceu cerca de um mês depois. 
Só em março os Estados começaram a adotar medidas mais drásticas para conscientizar a população e estabelecer diretrizes de distanciamento social. As orientações federais vieram somente a partir do dia 16, depois de Trump ter perdido muito tempo minimizado a gravidade da pandemia. Atualmente, três em cada quatro americanos vivem em locais onde há algum tipo de quarentena. É o caso da capital americana. 
Washington, assim como os Estados de Maryland e Virgínia, editaram uma determinação, na segunda-feira, para que moradores que desrespeitarem as restrições de circulação impostas possam ser severamente punidos. No caso da capital, a multa para quem descumprir o estabelecido pela prefeitura é de até US$ 5 mil (cerca de R$ 25 mil) e até 90 dias de prisão.

Agência Estado e Correio do Povo

Trump cogita probição de viagens do Brasil para os Estados Unidos por coronavírus

Aumento de casos no país motivou declaração do presidente norte-americano

Trump cogita proibir viagens ao Brasil
Trump cogita proibir viagens ao Brasil 
O presidente americano, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, 31, que considera proibir viagens do Brasil e de outros países para os Estados Unidos devido ao aumento dos casos de coronavírus nos últimos dias. Ao ser questionado em coletiva de imprensa na Casa Branca sobre a possibilidade de impor uma proibição para voos de países como o Brasil, o republicano disse que está "absolutamente" pensando nisso. Trump afirmou que até poucos dias atrás o Brasil não tinha problemas com a Covid-19, mas que agora o país começou a ver os casos aumentarem.

Agência Estado e Correio do Povo

Câmara aprova repasses de anos anteriores para combate ao Coronavírus

Recursos serão repassados a estados e municípios; texto segue a sanção

Medida foi aprovada pelo Congresso Nacional
Medida foi aprovada pelo Congresso Nacional 
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (31) proposta que autoriza estados e municípios a usarem saldos de repasses de anos anteriores do Ministério da Saúde em serviços de saúde diversos dos previstos originalmente. A matéria segue para sanção do presidente da República. 
A medida é uma das ações do Congresso em apoio ao combate à pandemia de coronavírus e os recursos poderão ser usados apenas enquanto durar o estado de calamidade pública. Poderão ser aplicados recursos em vigilância em saúde, incluindo a epidemiológica e a sanitária; atenção integral e universal à saúde em todos os níveis de complexidade; produção, aquisição e distribuição de insumos específicos dos serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS), como imunobiológicos, sangue e hemoderivados. 

Exportação 

O plenário da Câmara também aprovou o projeto de lei que proíbe a exportação de respiradores, equipamentos de proteção individual e monitores multiparâmetro durante a pandemia causada pelo coronavírus. A medida visa assegurar o abastecimento do sistema de saúde brasileiro e por já ter tramitado no Senado, segue para sanção presidencial.
O texto proíbe a exportação dos seguintes produtos: - equipamentos de proteção individual de uso na área de saúde, como luva látex, luva nitrílica, avental impermeável, óculos de proteção, gorro, máscaras cirúrgicas e protetor facial; - camas hospitalares; e - equipamentos usados em casos graves da doença, como ventiladores pulmonares e monitores multiparâmetro. 
O projeto autoriza que o governo federal inclua outros itens à restrição de exportação e também permite que seja retirado o veto ao comércio internacional de alguns dos produtos, desde que a decisão seja fundamentada e não prejudique a população brasileira.

Agência Brasil e Correio do Povo

Bolsas americanas: o pior mês desde 2008