Mercado financeiro reduz a previsão de inflação e da economia brasileira para 2020



Expectativa de inflação deste ano passou de 3,20% para 3,19%

Foto: Divulgação

O mercado financeiro reduziu a estimativa de inflação e de crescimento da economia brasileira para este ano e também passou a estimar um dólar mais alto no fim de 2020. As projeções fazem parte do boletim de mercado, conhecido como relatório Focus, divulgado nesta segunda-feira (02) pelo BC (Banco Central).
De acordo com o boletim, os analistas do mercado financeiro reduziram a estimativa de inflação para 2020 de 3,20% para 3,19%. Foi a nona queda consecutiva do indicador.
A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%. O intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,5% a 5,5%. A meta de inflação é fixada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).
Para 2021, o mercado financeiro manteve a estimativa de inflação em 3,75%. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.
Produto Interno Bruto
O mercado financeiro também baixou a previsão de crescimento para a economia brasileira em 2020, de 2,20% para 2,17%. Foi a terceira queda consecutiva do indicador.
Para o próximo ano, a previsão de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) permaneceu em 2,50%. O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no País, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.
Taxa de juros
O mercado manteve a previsão para a taxa Selic no fim de 2020 em 4,25% ao ano. Atualmente, a taxa de juros já está neste patamar. Para o fechamento de 2021, a expectativa do mercado para a taxa Selic caiu de 6% para 5,75% ao ano.
Dólar
A projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 subiu de R$ 4,15 para R$ 4,20 por dólar. Para o fechamento de 2021, permaneceu em R$ 4,15 por dólar.
Balança comercial
Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2020 recuou de US$ 37 bilhões para US$ 36,70 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado caiu de US$ 35 bilhões para US$ 33,19 bilhões.
Investimento estrangeiro
A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2020, permaneceu em cerca de US$ 80 bilhões. Para 2021, a estimativa dos analistas recuou de US$ 84,75 bilhões para US$ 84,05 bilhões.

O Sul



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Coronavírus leva OCDE a reduzir projeções para economia global em 2020



Estimativa para alta do PIB global neste ano passou de 2,9% para 2,4%. Para a China, previsão de crescimento foi reduzida de 5,7% para 4,9%

Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil

A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) reduziu a previsão de crescimento da economia mundial para 2020, passando a projetar um crescimento de 2,4%, a menor expansão desde 2009 e ante expectativa anterior de 2,9%, divulgada em novembro, citando o coronavírus e as contrações na produção chinesa.
“As perspectivas econômicas globais permanecem moderadas e muito incertas devido à surto de coronavírus”, destacou a OCDE no relatório, citando inclusive o risco de contração na economia global no primeiro trimestre.
A principal mensagem para esse cenário de recuo é de que ele colocará muitos países em recessão, motivo pelo qual pedimos que medidas urgentes sejam adotadas nas áreas afetadas o mais rápido possível”, disse a economista-chefe da OCDE, Laurence Boone.
A OCDE passou a projetar para a China uma taxa de crescimento de 4,9%, o que representa uma redução de 0,7 ponto percentual ante a estimativa anterior (5,7%). A segunda maior economia do mundo vai se recuperar em 2021 para níveis pré-coronavírus com crescimento de 6,4%, estima o levantamento.
Para os EUA, a projeção de alta em 2020 foi reduzida de 2% para 1,9%, indo a 2,1% em 2021. Já para o Brasil, a projeção de crescimento foi mantida em 1,7% em 2020 e em 1,8% em 2021. O mercado brasileiro estima atualmente um alta de 2,20% para o PIB (Produto Interno Bruto) em 2020, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central, mas bancos e consultorias vem reduzindo as projeções e diversas instituições já estimam um crescimento abaixo de 2%.
Na zona do euro, onde o número de casos está aumentando rápido, a expansão foi estimada em 0,8% ante 1,1% em novembro, com a Itália registrando estagnação este ano. O crescimento da zona do euro deve subir para 1,2% em 2021.
Crescimento pode ser ainda menor menor se vírus se espalhar
Segundo a OCDE, a estimativa de uma redução de 0,5 ponto percentual no crescimento global em 2020 leva em conta um cenário no qual a epidemia do coronavírus “tenha um pico na China no primeiro trimestre” e surtos “moderados e contidos” em outros países.
De acordo com a instituição, um surto de coronavírus mais duradouro e mais intensivo, com a epidemia se espalhando, pela Ásia, Europa e América do Norte, poderia levar a taxa de crescimento global a um patamar de apenas 1,5% em 2020.
Por outro lado, a organização projetou que a economia global pode se recuperar com um crescimento de 3,3% em 2021, assumindo que a epidemia atinja o pico na China no primeiro trimestre deste ano e outros surtos sejam contidos.
O Sul


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