Semana começa com tempo nublado no Rio Grande do Sul

Chances de pancadas de chuvas isoladas não estão descartadas

Tempo permanece nublado na maior parte do Estado

Tempo permanece nublado na maior parte do Estado | Foto: Alina Souza / CP Memória

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O padrão atmosférico dos últimos dias se mantém no Rio Grande do Sul nesse início de semana. O sol até aparece em algumas partes do estado, mas em diversas áreas, a predominância será de tempo nublado com céu encoberto.

De acordo com a MetSul Meteorologia, há a possibilidade de chuva ou garoa em pontos isolados do Estado, especialmente nas regiões Norte, Centro e Leste, além da região metropolitana. A temperatura também não muda muito em comparação aos últimos dias.

Em Porto Alegre, sol aparece entre nuvens, e há risco de chuva. Mínima será de 18°C, e máxima deve chegar aos 26°C.

Mínimas e máximas no RS

Capão da Canoa 18°C / 23°C
Erechim 16°C / 26°C
Santa Rosa 17°C / 32°C
Pelotas 16°C / 23°C
Caxias do Sul 15°C / 24°C
Cruz Alta 16°C / 28°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo



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México oferece asilo a Morales após sua renúncia na Bolívia

Presidente renunciou neste domingo

Morales renunciou neste domingo

Morales renunciou neste domingo | Foto: HO / Venezuelan Presidency / AFP

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O México ofereceu neste domingo asilo político a Evo Morales após sua renúncia à presidência da Bolívia e depois que a embaixada mexicana na Bolívia deu abrigo a funcionários e parlamentares alinhados ao governo de Morales, informou o chanceler mexicano Marcelo Ebrard. "O México, conforme sua tradição de asilo e não intervenção, recebeu 20 personalidades do Executivo e do legislativo da Bolívia na residência oficial em La Paz, de modo que ofereceríamos asilo também a Evo Morales", escreveu Ebrard em sua conta no Twitter. Em uma mensagem anterior, Ebrard denunciou que na Bolívia "há uma operação militar em curso" e classificou o ocorrido de "golpe".

O presidente, Andrés Manuel López Obrador, elogiou Morales no Twitter por ter renunciado para apaziguar a conturbada situação na Bolívia, abalada por manifestações opositoras, um motim de policiais e o pedido de militares para que renunciasse. "Reconhecemos a atitude responsável do presidente da Bolívia, Evo Morales, que preferiu renunciar a expor seu povo à violência", escreveu López Obrador.

Marcelo Ebrard C.

@m_ebrard

México,de conformidad a su tradición de asilo y no intervención, ha recibido a 20 personalidades del ejecutivo y legislativo de Bolivia en la residencia oficial en La Paz, de así decidirlo ofrceríamos asilo también a Evo Morales.

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8:35 PM - Nov 10, 2019

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Andrés Manuel

@lopezobrador_

Por lo pronto, ya que mañana daremos a conocer con amplitud nuestra postura, reconocemos la actitud responsable del presidente de Bolivia, Evo Morales, quien prefirió renunciar a exponer a su pueblo a la violencia.

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8:33 PM - Nov 10, 2019

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Obrador disse que em sua coletiva de imprensa na manhã de segunda-feira dará uma posição mais ampla sobre a situação na Bolívia. Pela manhã, em um vídeo nas redes sociais, havia apoiado as novas eleições convocadas por Morales. Morales, no poder desde 2006, renunciou neste domingo depois de perder o apoio das Forças Armadas e da Polícia.


AFP e Correio do Povo


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Evo Morales denuncia ordem de prisão ilegal contra ele e violação do estado de direito


Ex-presidente boliviano, que anunciou renúncia na noite deste domingo, afirmou estar sendo perseguido por "grupos violentos"

Evo Morales denunciou ordem de prisão ilegal contra ele na noite deste domingo, após renunciar

Evo Morales denunciou ordem de prisão ilegal contra ele na noite deste domingo, após renunciar | Foto: AFP / CP

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O agora ex-presidente boliviano, Evo Morales, denunciou uma ordem de prisão ilegal contra ele via Twitter. Na mensagem, publicada no fim da noite deste domingo, Morales denunciou uma ordem de prisão ilegal emitida contra ele e pediu atenção do mundo às violações do estado de direito em curso na Bolívia.

Na mensagem, Evo Morales afirmou que um oficial da polícia anunciou publicamente que tem instruções para executar uma ordem de prisão ilegal contra ele. Também disse estar sendo perseguido por grupos violentos. Encerrou dizendo que os golpistas destroem o "Estado de Direito".

Na noite deste domingo, Evo Morales anunciou a renúncia do cargo de presidente em pronunciamento na televisão. Ele deixou o cargo em meio a protestos e após as Forças Armadas pedirem a renúncia.

A crise na Bolívia aumentou após denúncias de fraudes nas eleições de outubro. Antes de renunciar, Evo Morales havia anunciado que permitiria que a Organização dos Estados Americanos realizassem auditoria para verificar possíveis irregularidades no pleito que havia declarado Morales presidente da Bolívia para um quarto mandato.




Correio do Povo

Evo Morales renuncia à Presidência da Bolívia

Forças Armadas pediram a saída do presidente boliviano

Morales renunciou em pronunciamento pela TV

Morales renunciou em pronunciamento pela TV | Foto: HO / Bolivia TV / AFP

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O presidente Evo Morales anunciou neste domingo a sua renúncia da Presidência da República em pronunciamento pela televisão. Ele deixa o governo em meio a protestos e depois do comandante-chefe das Forças Armadas da Bolívia, o general Williams Kaliman, pedir a medida nesta tarde.

"Renuncio a meu cargo de presidente para que (Carlos) Mesa e (Luis Fernando) Camacho não continuem perseguindo dirigentes sociais", disse Morales em discurso televisionado, referindo-se a líderes opositores que convocaram protestos desde o dia seguinte às eleições de 20 de outubro. O dirigente boliviano criticou a missão de auditoria eleitoral da Organização de Estados Americanos (OEA) que apontou irregularidades nas eleições de outubro, afirmando que se adotou uma "decisão política" e não técnica.  "Alguns técnicos da OEA estão a serviço de grupos de poder", acrescentou.

"A vida não acaba aqui. A luta continua", disse acompanhado pelo vice-presidente, Álvaro García Linera, que também renunciou ao cargo, e por sua ministra da Saúde, Gabriela Montaño.  "Meu pecado é ser indígena, ser plantador de coca", afirmou, ressaltando que sua renúncia "não é uma traição aos movimentos sociais", porque "a luta continua".

Imediatamente após o anúncio, houve comemoração nas ruas de La Paz, com milhares de manifestantes soltando rojões e balançando bandeiras bolivianas. Morales, de 60 anos e no poder desde 2006, havia vencido a reeleição em outubro, em uma votação questionada. A OEA divulgou relatório neste domingo em que aponta numerosas irregularidades.

Comemorações nas ruas de La Paz | Foto: Jorge Bernal / AFP / CP

Nas horas seguintes, Morales perdeu o apoio das Forças Armadas e da Polícia, enquanto milhares de pessoas exigiam sua renúncia nas ruas. "O golpe de Estado se consumou", disse o vice-presidente Álvaro García Linera, sentado ao lado de Morales. Linera também anunciou sua renúncia. Mais cedo, Morales havia convocado eleições gerais na Bolívia.

Neste domingo, o líder regional opositor boliviano Luis Fernando Camacho havia entregue na sede de governo de La Paz uma carta de renúncia que pretendia que Evo Morales assinasse e uma Bíblia. Camacho, líder do Comitê Cívico Pro Santa Cruz, se ajoelhou diante de um imenso escudo boliviano no meio de um corredor da casa do governo, onde depositou a carta e a Bíblia, de acordo com uma foto divulgada nas redes sociais.

"Não vou com armas, vou com minha fé e minha esperança; com uma Bíblia na minha mão direita e sua carta de renúncia na minha mão esquerda", disse ele em um grande comício na segunda-feira passada na cidade de Santa Cruz, reduto da oposição. Camacho disse que quer que Deus volte à sede do governo, pois foi retirado pelo presidente de esquerda.

O Ministério Público da Bolívia também havia aberto neste domingo um processo contra os sete membros do Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) pela sua suposta responsabilidade nas irregularidades das eleições. Essas medidas, contudo, não foram suficientes. Em meio à onda violência, dois ministros e o presidente da Câmara dos Deputados já haviam renunciado neste domingo.

O presidente da Câmara dos Deputados, Víctor Borda, renunciou depois de que manifestantes atacaram sua casa, no âmbito dos protestos civis que pedem a renúncia de Morales e de todos os órgãos do Estado. Minutos antes, o ministro de Mineração da Bolívia, César Navarro, já havia renunciado depois que opositores queimaram sua casa, também em Potosí. Em seguida, o ministro de Hidrocarbonetos da Bolívia, Luis Alberto Sánchez, também renunciou. Apesar dos anúncios de Morales, as manifestações e confrontos continuaram neste domingo. Ao menos três pessoas ficaram feridas, uma delas por arma de fogo, em uma emboscada em uma zona do altiplano contra ônibus de opositores que viajavam para La Paz.


AFP e Correio do Povo

Com golaço de bicicleta, Grêmio vence a Chapecoense e abre vantagem no G4

Vitória por 1 a 0 fez Tricolor abrir quatro pontos sobre o São Paulo na briga por vaga na fase de grupos da Libertadores

Atacante Luciano, de bicicleta, marcou único gol da partida na vitória do Grêmio por 1 a 0

Atacante Luciano, de bicicleta, marcou único gol da partida na vitória do Grêmio por 1 a 0 | Foto: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação / CP

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Com um roteiro muito parecido ao jogo contra o CSA, o Grêmio venceu a Chapecoense por 1 a 0 na noite deste domingo, em Chapecó, na Arena Condá. À exceção do susto no final, a atuação burocrática se manteve. O Tricolor marcou cedo e relaxou. Venceu por apenas 1 a 0 e, de bom, apenas o fato de abrir vantagem no G4, se consolidando entre os quatro primeiros do Brasileirão.

O único gol do jogo foi marcado por Luciano, logo a 2 minutos de partida. E não foi qualquer bola na rede: de bicicleta, após toque de David Braz.

Com o resultado, o Tricolor chegou aos 56 pontos e abriu 4 de vantagem entre os classificados direto à fase de grupos da Libertadores. Para isso, contou com uma ajuda do São Paulo, que perdeu por 1 a 0 no Morumbi para o Athletico-PR neste domingo.

Agora, a equipe do técnico Renato Portaluppi terá uma semana cheia para se preparar para o próximo compromisso. No domingo, às 16h, enfrenta o Flamengo, na Arena, em jogo válido pela 33ª rodada do Brasileirão.

Grêmio marca cedo, mas repete erros do jogo contra o CSA

O técnico Renato Portaluppi não contou com Maicon e Bruno Cortez, ambos suspensos pelo terceiro cartão amarelo, e que "limparam" suas advertências visando o confronto contra o Flamengo, no domingo que vem. Ao lado de Matheus Henrique, quem começou a partida foi Darlan. Na lateral direita, seguiu o revezamento: o veterano Léo Moura deu lugar a Rafael Galhardo.

E praticamente não houve tempo para que o placar se mantivesse na igualdade. Logo aos dois minutos, o Grêmio ganhou escanteio pela direita. Na cobrança de Alisson, a bola foi desviada por David Braz na marca do pênalti e chegou até Luciano, na pequena área. E o atacante aproveitou para marcar um belo gol com a camisa do Grêmio. De bicicleta, virou e bateu sem chances para o goleiro João Ricardo para abrir o placar.

No lance seguinte, por muito pouco, Everton quase ampliou. Em bola enfiada do meio para o lado esquerdo por Luciano, já próximo da grande área, o passe chegou ao atacante, que não conseguiu dominar. Ao deixar escapar, ela ficou para o atento João Ricardo, que evitou o segundo.

Após o ímpeto inicial que resultou no gol, o Grêmio repetiu erros do jogo contra o CSA. Voltou a diminuir o ritmo e a Chapecoense chegou a criar duas boas chances pelos lados de campo, uma pela esquerda e outra pela direita, que resultaram em escanteios em sequência. No entanto, não houve nenhuma chance clara de gol.

O Tricolor também apresentou dificuldades para sair jogando de trás. Em pelo menos duas oportunidades, os defensores se complicaram na saída. A displicência do Grêmio foi um convite para a Chapecoense, que passou a ocupar mais o campo do Tricolor e até ameaçar, apesar da pouca qualidade técnica evidenciada pela posição - vice-lanterna na zona de rebaixamento.

O Grêmio só voltaria a finalizar aos 37 minutos. E o chute de Darlan, de fora da área, foi muito ruim. Com espaço, mas sem direção, ele mandou pela linha de fundo, muito longe do gol. Assim, a partida foi para o intervalo com o placar apenas em 1 a 0 em favor do Tricolor.

Mais do mesmo no segundo tempo, e placar se mantém

O Grêmio voltou com a mesma formação para a etapa final. Já a Chapecoense foi forçada, por lesão, a fazer uma troca. O zagueiro Douglas, com dores, sentiu e precisou deixar o campo para a entrada de Vini Locatelli.

Apesar de voltar um pouco mais recuado em comparação à etapa inicial, foi o Grêmio quem teve a primeira boa chance de marcar. Aos 9 minutos, após falta em Juninho Capixaba, quase na entrada da área, pelo lado esquerdo, Alisson se preparou para a cobrança. Na finalização, levou muito perigo, obrigando João Ricardo a fazer grande defesa e espalmar para escanteio.

Aos 21 minutos, após lançamento pelo alto na grande área, o Grêmio reclamou de pênalti em Luciano. O atacante alegou ter sido tocado, o que gerou pedidos pelo VAR no lance. No entanto, o árbitro Marcelo de Lima Henrique sequer foi para o vídeo analisar.

Para tentar mudar um pouco o cenário do jogo, que parecia burocrático, Renato sacou o apagado Diego Tardelli e colocou Pepê. Com o problema persistindo, e o Grêmio com dificuldades para criar, Renato fez outra troca, por volta dos 30 minutos da etapa final, ao colocar em campo o meia Patrick no lugar do atacante Luciano.

A situação, no entanto, pouco se modificou. O Grêmio seguiu sem conseguir finalizar em gol, e a Chapecoense não conseguiu encontrar espaços, esbarrando na sua própria dificuldade técnica, que coloca o time na situação de virtual rebaixado ao final da rodada. Assim, vitória dá vantagem no G4, mas acende alerta para os próximos confrontos no Brasileirão.

Brasileirão 2019 - 32ª rodada

Chapecoense 0

João Ricardo; Renato, Rafael, Douglas (Vini Locatelli) e Bruno Pacheco; Amaral, Marcio Araújo, Camilo (Dalberto) e Roberto; Everaldo e Arthur. Técnico: Marquinhos Santos

Grêmio 1

Paulo Victor; Galhardo, David Braz, Kannemann e Capixaba; Darlan (Paulo Miranda), Matheus Henrique, Alisson, Everton e Luciano (Patrick); Diego Tardelli (Pepê). Técnico: Renato Portaluppi

Gol: Luciano (2/1T)

Cartões amarelos: Everaldo e Amaral (Chapecoense); Matheus Henrique e Patrick (Grêmio)

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)

Local: Arena Condá, em Chapecó (SC)


Correio do Povo


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