Água começa a baixar na região das ilhas, em Porto Alegre

Cheia do Guaíba levou água vias públicas, mas nenhuma pessoa precisou sair de casa

Por Cláudio Isaías

Cheia do Guaíba atinge ruas da região das ilhas

Cheia do Guaíba atinge ruas da região das ilhas | Foto: Ricardo Giusti

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Os moradores das ilhas do Arquipélago que permanecem com as ruas alagadas seguem preocupados com a elevação do Guaíba. Na Ilha Grande dos Marinheiros, da Pintada, do Pavão e das Flores todos estão na torcida para que a água baixe para que se possa começar a limpeza das residências. Na medição feita na manhã de sábado na Estação Cais Mauá no Canal Navegantes, o nível do Guaíba estava em 2,36 metros. Na noite de sexta, o Guaíba atingiu a marca de 2,40 metros. O coronel Evaldo Júnior, diretor-geral da Defesa Civil de Porto Alegre, informou que existe uma tendência de retorno do Guaíba ao seu nível normal nos próximos dias. O nível de perigo para inundações é de 2,50 metros.

Na manhã de sábado, na rua Nossa Senhora da Boa Viagem, na Ilha da Pintada, o jovem Eduardo Meyer, que trabalha em um supermercado da região, saiu de casa com água pelos joelhos. "Vamos esperar que a água baixe para começar a limpeza do pátio", ressaltou. Para conseguir sair da residência, a família de Meyer improvisou uma prancha de madeira que foi colocada no portão.

A moradora Sílvia Senna, residente há 40 anos na Ilha da Pintada, espera que não se repita a enchente de 2015 que assustou a comunidade com o alagamento das casas: "Aquele período foi um terror. Espero que não volte a acontecer tragédia que nem aquela", destacou ao dona de casa enquanto observava um grupo de moradores cruzando a rua Nossa Senhora da Boa Viagem de bicicleta ou a pé.

A Defesa Civil Municipal realiza vistoria nas ilhas, constatando que as águas invadiram a via pública, porém, sem registros de inundação em residências. “Com relação a orientações à população, a Defesa Civil está de prontidão realizando vistorias periódicas e à disposição pelo telefone de emergência 199", acrescentou o coronel Evaldo Júnior.

A Defesa Civil de Porto Alegre, por intermédio da Defesa Civil Estadual, obteve autorização da Secretaria Estadual de Educação para instalar abrigo, quando necessário, na Escola Estadual de Ensino Fundamental Alvarenga Peixoto, na Ilha Grande dos Marinheiros, disponibilizando o local para o acolhimento dos moradores do bairro Arquipélago que desejarem deixar as suas residências em decorrência das inundações. Até o momento nenhuma pessoa optou pela remoção para o abrigo. A Defesa Civil de Porto Alegre, a Fasc e o Corpo de Bombeiros Militar  do Rio Grande do Sul permanecem no bairro Arquipélago em permanente contato com a população, vistoriando residências e prestando assistência a comunidade local.

Bombeiros prestam socorro na região afetada pelas chuvas

A Defesa Civil de Porto Alegre informou que na noite de sexta-feira o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul foi acionado para atender uma ocorrência na Ilha Grande dos Marinheiros. Na rua Nossa Senhora Aparecida, a dona de casa Sheila Silva acionou o socorro porque necessitava de remoção de um familiar que estava sem condições de locomover. Os bombeiros com botes foram até a casa número 2.400 que estava com água no pátio devido a cheia do Guaíba. Eles foram conduzidos até uma dependência da residência onde encontraram o Anderson Lopes da Silva, que relatou aos bombeiros dificuldade para respirar, dores abdominais e ânsia de vômito.

Segundo a família, ele apresentava o quadro há três dias. Em razão da dificuldade de acesso ao local, a remoção de Anderson Lopes teve que ser realizada com maca de ribanceira. Ele foi colocado dentro de um bote inflável, onde foi feito o transporte até a área seca da rua Nossa Senhora Aparecida, na Ilha Grande dos Marinheiros. Ele foi levado por uma ambulância do Samu até o posto de saúde para atendimento médico.

Eldorado do Sul

A Defesa Civil de Eldorado Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre, realizou na manhã de sábado uma vistoria no bairro Cidade Verde, um dos locais mais atingidos pelos alagamentos. Os voluntários da Defesa Civil e da prefeitura têm prestado apoio aos moradores. A boa notícia do sábado foi que a água começou a baixar nas ruas Z – uma das vias mais afetadas pela enchente onde vivem cerca de 50 famílias – 7 de setembro, 12 de outubro, São Lázaro e Dique.

O coordenador da Defesa Civil e secretário de Habitação, João Carlos Ferreira, informou que dez famílias que optaram pela saída de casa e foram abrigadas na casa de familiares: "Não temos ninguém desabrigado ou desalojado na cidade", acrescentou. Conforme Ferreira, as dez famílias deixaram as casas como forma de prevenção, porém, a água não entrou nas residências. A Defesa Civil de Eldorado Sul montou um plano de contingências para a transferência de moradores atingidos pelos alagamentos para escolas municipais e para o ginásio municipal da cidade. O bairro Cidade Verde é ocupado por 15 mil pessoas.

Moradora da rua Z na esquina com a avenida Lucas Espíndola, a doméstica Irene Siqueira, disse que todos na comunidade estão na torcida para que baixe a água baixe nos próximos dias. "Queremos começar a limpeza da casa. O nosso desejo é que não chova mais" ressaltou. O coordenador da Defesa Civil informou ainda que a prefeitura está discutindo com o governo federal, com o Ministério dos Transportes e com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) a construção de um dique em Eldorado do Sul que solucionaria o problema de alagamentos na região. A obra é avaliada em R$ 400 milhões, e deverá ser construída com recursos do governo federal.

Os alagamentos tomaram conta de Eldorado do Sul em função da cheia dos rios Caí, Sinos, Jacuí e Taquari. Segundo o secretário, uma medida paliativa que vem sendo discutida com o Dnit é a abertura de um canal por baixo da BR 290, com a construção de um pontilhão sobre a estrada, que permitiria a chegada até o Guaíba das águas das cheias que inundam uma área de preservação ambiental. "Hoje, esta água acaba parando dentro da área central da cidade, que faz divisa com a área de preservação", explicou.


Correio do Povo


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Após deserções, Evo Morales diz que é vítima de golpe

Policiais têm se mostrado descontentes com o governo do país

Morales lamentou iniciativa de policiais com deserções

Morales lamentou iniciativa de policiais com deserções | Foto: Presidência da Bolívia / AFP / CP

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Policiais que fazem a guarda do palácio presidencial da Bolívia, em La Paz, deixaram seus postos e se amotinaram em um quartel próximo à praça Murillo neste sábado. O presidente Evo Morales, que fala em "golpe de Estado" não estava presente quando os homens se retiraram. Redes de televisão transmitiram os momentos em que inúmeros policiais chegaram à sede da Unidade Tática de Operações (Utop).

Os manifestantes ainda não oficializaram o motim, ao contrário do que aconteceu na sexta-feira, nas cidades de Cochabamba, Chuquisaca e Santa Cruz. Grupos de policiais têm se mostrado abertamente descontentes com o governo do país. Dentre suas demandas estão melhores condições de trabalho e a renúncia do presidente.

Os motins ocorrem em meio a uma crise política e social que a Bolívia vive desde as eleições de 20 de outubro. Evo Morales convocou seus apoiadores para defenderem seu novo mandato e classificou as denúncias de fraude como "tentativa de golpe de Estado". O Ministério das Relações Exteriores divulgou um comunicado no qual diz que os policiais que fazem o protesto "abandonaram seu papel constitucional de zelar pela segurança da sociedade".


Agência Estado e Correio do Povo


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Papo com Nando Gross: A atual fase da dupla Gre-Nal

Publicado em 8 de nov. de 2019

Grêmio tá no G4 e garantiu vaga nas Libertadores 2020, já o Inter, ficou sem reação após a derrota para o Furacão na final da Copa do Brasil.
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Domingo será de instabilidade no Rio Grande do Sul

Maior presença de nuvens será registradas no Norte e na Metade Leste do Estado

Instabilidade permanecerá no Rio Grande do Sul neste domingo

Instabilidade permanecerá no Rio Grande do Sul neste domingo | Foto: Guilherme Testa

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O domingo terá maior nebulosidade no Rio Grande do Sul, com períodos de céu nublado a encoberto em que pode ocorrer precipitação, no geral fraca na forma de chuva leve ou garoa. O Estado registrará maior presença de nuvens no Norte e na Metade Leste. No Oeste, o tempo seco predomina.

As condições, assim, neste fim de semana serão variáveis com momentos de instabilidade e outros em que o sol até aparece. Já a temperatura não muda muito e cai um pouco hoje em relação ao sábado no Rio Grande do Sul.

A temperatura mínima em Porto Alegre será de 19ºC e a máxima ficará em torno dos 26ºC.


Correio do Povo


GERAL

Vazamento de óleo pode ter sido provocado por navio fantasma

Bolsonaro pede que brasileiros não deem "munição ao canalha"

Manifestação vem após ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ser solto, nesta sexta-feira

Presidente concluiu tuíte com seu slogan de sua campanha

Presidente concluiu tuíte com seu slogan de sua campanha | Foto: Isac Pereira da Nóbrega / PR / Palácio do Planalto / Divulgação / CP

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O presidente Jair Bolsonaro pediu neste sábado que o povo "não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre", no dia seguinte da libertação do líder da esquerda Luiz Inácio Lula da Silva.

"Amantes da liberdade e do bem, somos a maioria. Não podemos cometer erros. Sem um norte e um comando, mesmo a melhor tropa, se torna num bando que atira para todos os lados, inclusive nos amigos. Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa", tuitou Bolsonaro.

Em um segundo post, o presidente da República escreve: "Iniciamos a (sic) poucos meses a nova fase de recuperação do Brasil e não é um processo rápido, mas avançamos com fatos". E repete: "Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa".


AFP, Agência Estado e Correio do Povo

Chamado de canalha, Moro afirma que “não responde a criminosos”

Ministro da Justiça foi criticado pelo ex-presidente Lula durante discurso na tarde deste sábado


Moro respondeu a Lula, via Twitter

Moro respondeu a Lula, via Twitter | Foto: Fernando Frazão / ABr

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Chamado de “canalha” pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que discursou no início da tarde deste sábado em São Bernardo do Campo, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, respondeu via Twitter, evitando seguir a discussão: “Não respondo a criminosos, presos ou soltos”.



Ex-juiz, Moro foi quem condenou Lula no caso do triplex do Guarujá, no âmbito da Operação Lava Jato, em 2017.

Em seu discurso, Lula – além de atacar o governo Bolsonaro – teceu críticas nominalmnete ao procurador da República, Deltan Dallagnol, e ao ministro da Economia, Paulo Guedes.


Correio do Povo

Papo com Hiltor Mombach: Tá brabo de ver jogar

Publicado em 8 de nov. de 2019

Se o torcedor do Internacional, quiser ver o time na Libertadores, só tem uma opção, ir aos jogos e torcer.
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Pesquisa: 56% discordam de decisão do STF que soltou ex-presidente Lula

Instituto Realtime Big Data entrevistou 1,2 mil pessoas entre sexta (8) e sábado (9); levantamento tem margem de erro de 4% e nível de confiança de 95%

Decisão do STF foi proferida na última quinta-feira

Decisão do STF foi proferida na última quinta-feira | Foto: Carlos Moura / STF / CP

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O instituto Realtime Big Data divulgou nesta sábado (9) pesquisa encomendada pela TV Record na qual perguntou aos brasileiros suas opiniões sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a prisão após a segunda instância e sobre a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com o levantamento, 56% se mostraram contra a mudança de interpretação sobre em que momento os réus do país podem ser presos. E 50% foram contra a liberdade do petista. A pesquisa entrevistou 1,2 mil pessoas entre sexta-feira (8) e este sábado (9). A margem de erro é de 4% e o nível de confiança é de 95%.

O instituto perguntou: "Você concorda com a decisão do STF de que alguém só pode ser preso após o trânsito em julgado do seu processo?" Dos 1.200 entrevistados, 56% discordaram, 28% concordaram e 18% preferiram não opinar. Quando questionados se concordavam com a saída de Lula da cadeia, 50% foram contra, 32% concordaram e 18% não opinaram.

Na quinta-feira (7), o STF mudou a interpretação jurídica sobre o momento em que os réus do país podem ser presos. O plenário do tribunal, por 6 votos a 5, decidiu que só começam a cumprir pena os condenados que não tiverem mais direito a qualquer tipo de recurso. Em 2016, o próprio Supremo havia autorizado a execução penal após a condenação em segunda instância.


R7 e Correio do Povo

Lula sobe o tom contra Bolsonaro e fala em “percorrer o país”

Em tom de pré-campanha, ex-presidente discursou em seu berço político, no ABC Paulista

Em seu segundo discurso após deixar a prisão, Lula falou a apoiadores em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos

Em seu segundo discurso após deixar a prisão, Lula falou a apoiadores em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos | Foto: Werther Santana / AE / CP

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Em seu segundo discurso desde que deixou a prisão, desta vez em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou o tom das críticas ao governo de Jair Bolsonaro. Falando a militantes em seu berço político, Lula prometeu “percorrer o país” e conclamou união da esquerda para as eleições de 2022.

No discurso, Lula salientou que Bolsonaro tem um mandato de quatro anos para cumprir, porém atacou o presidente. “Ele foi eleito para goverar para o povo brasileiro e não para governar para os milicianos do Rio de Janeiro”, afirmou, cobrando também perícia na investigação da morte da vereadora Marielle Franco.

O ex-presidente voltou a negar as acusações pelas quais foi preso e disse que dorme com a consciência mais tranquila do que os “delegados que escreveram o inquérito”, além do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol. “Tudo o que fizeram foi pra me tirar da disputa eleitoral”, acusou.

Mesmo citando diferentes partidos e apoiadores, Lula colocou-se como alterantiva da oposição: “Não posso, aos 74 anos de idade, ver eles destruírem o nosso país”, afirmou. “Contra a distribuição de armas do Bolsonaro, nós vamos distribuir livros. Este é o país que nós queremos”, acrescentou. “Se a gente trabalhar direitinho, em 2022 a chamada esquerda que o Bolsonaro tanto tem medo vai derrotar a ultradireita nesse país.”

O ex-presidente também focou na política econômica do governo Bolsonaro, citando que a taxa Selic caiu, mas o spread bancário segue alto. Ele também citou os problemas sociais vividos atualmente no Chile: “O Chile é o modelo que o (Paulo) Guedes quer construir”, disse. “Por isso que no Chile o povo está na rua.”


Correio do Povo

Centenas vão às ruas de Porto Alegre pela prisão em segunda instância

Ato aconteceu na tarde deste sábado, na avenida Goethe, ao lado do Parcão

Cartazes foram uma das formas encontradas pelos manifestantes de Porto Alegre expressarem a insatisfação com a decisão do STF

Cartazes foram uma das formas encontradas pelos manifestantes de Porto Alegre expressarem a insatisfação com a decisão do STF | Foto: Fabiano Amaral

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Um dia após a soltura de Luiz Inácio Lula da Silva, parte da população foi às ruas, neste sábado, para manifestar seu descontentamento com a Corte e exigir respostas do Congresso Nacional sobre a prisão em segunda instância. Em Porto Alegre, o ato ocorreu na Avenida Goethe, ao lado do Parque Moinhos de Vento, o Parcão. O evento, marcado na internet pelo movimento Vem Pra Rua, reuniu centenas de pessoas entre às 15h e 18h. O ato deste final de semana ganhou ainda mais força depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu alterar o entendimento sobre a prisão após a condenação em segunda instância, o que aconteceu na última quinta-feira, e acabou, por consequência, beneficiando o ex-presidente.

A integrante do movimento Livre Iniciativa para Todos e organizadora do protesto deste sábado, Paula Cassol lembra que este foi o primeiro ato desde 25 de agosto, quando foi pedido o impeachment do presidente do STF, Dias Toffoli, o veto à lei de abuso de autoridade e apoio à Lava Jato. "As pessoas já estavam apreensivas. Muita gente não quer a medida (fim da prisão em segunda instância)", assegura. Junto à voz dela, outras lideranças da direita gaúcha passaram parte da tarde de sábado se revezando no palanque montado sobre um caminhão de som, como o deputado federal Marcel van Hattem (Novo), deputado estadual Ruy Irigaray (PSL), o ex-senador Pedro Simon (MDB) e a vereadora porto-alegrense Comandante Nádia Gerhard (MDB), entre outros. Nos discursos, muitos ataques ao STF, à esquerda como um todo e em particular ao PT e ao Lula. Também foi falado sobre as soluções, que passam pelo Congresso Nacional votar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 410, retomando o entendimento da prisão em segunda instância, e também da revogação da PEC da Bengala, reduzindo a idade máxima para a atuação dos magistrados.

Vestindo verde e amarelo, acompanhados de crianças e animais de estimação, os manifestantes protestaram de forma pacífica, segurando cartazes em apoio ao pacote anticrime do ministro da Justiça, Sérgio Moro, e também contra o STF e a corrupção. Alguns também vestiam camisetas em apoio ao presidente Jair Bolsonaro. "Nós temos que se organizar, mostrar que estamos mobilizados contra o que está acontecendo", pede o comerciante de Gravataí, João Soares Mateus, 58 anos. "Eu fiquei insatisfeita com a política praticada pela esquerda. Então eu venho às manifestações desde 2018. Tenho dois filhos, um de 9 e outro de 6 anos, e quero que o futuro fique melhor para eles. O que aconteceu nesta semana é um marco para a impunidade", argumenta a professora Fernanda Menezes Ulguim, 43, de Porto Alegre.

Segundo Paula, o ato em Porto Alegre teria reunido 35 mil pessoas. Número que não foi confirmado pela Brigada Militar. O Vem Pra Rua tinha programado manifestações em 137 cidades brasileiras, 12 delas aqui no Rio Grande do Sul.

Uruguaiana

Em Uruguaiana, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, dezenas de manifestantes, integrantes do Movimento Civil Resgate Brasil, reuniram-se na rua Bento Martins, um dos quadrantes da praça Barão do Rio Branco, centro da cidade para protestar contra a decisão do STF que impede prisão antes do processo transitar em julgado.

Segundo a pecuarista Stella Alves – a concentração apela aos congressistas que aprovem a PEC 410 e revoguem a PEC da Bengala que aposentaria, compulsoriamente, ministros do Supremo aos 70 ao invés dos atuais 75 anos. No entorno populares portavam bandeiras, faixas, cartazes e, a maioria, trajava vestes em verde e amarelo. Os discursos aconteceram junto ao carro de som que durante a manifestação entoava hinos - Nacional, Soldado, República, Independência – entre outros. 


Correio do Povo


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