Eleições para os Conselhos Tutelares ocorrem neste domingo em todo o país

Em Porto Alegre, 185 candidatos se habilitaram a disputar as 50 vagas disponíveis

Conselheiros Tutelares do Rio Grande do Sul e do país serão eleitos neste domingo

Conselheiros Tutelares do Rio Grande do Sul e do país serão eleitos neste domingo | Foto: Laira Sampaio / CP Memória

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As eleições para os Conselhos Tutelares acontecem neste domingo em todo o país. Em Porto Alegre, onde os ônibus vão circular com passe livre, 185 candidatos se habilitaram a disputar as 50 vagas disponíveis, distribuídas em dez microrregiões. O pleito não obriga o cidadão a comparecer às urnas, mas a expectativa do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) é de superar os 16 mil eleitores.

O processo terá validade para o mandato 2020-2023, e o eleitor poderá escolher até cinco candidatos de sua microrregião. Cada microrregião da cidade funcionará com cinco membros, totalizando os 50 conselheiros tutelares.

A última eleição para o Conselho Tutelar ocorreu em 2015 e o mandato de conselheiro dura quatro anos. Ao todo, serão 239 urnas eletrônicas distribuídas em 82 locais de votação. Cerca de 700 pessoas vão trabalhar durante a eleição, que ocorre das 8h30min às 17h. Os eleitores podem conferir informações sobre locais de votação e a lista com os candidatos no site e também através do telefone 156.

O pleito é organizado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). No Rio Grande do Sul, os candidatos concorrem a 2,63 mil vagas, em 526 Conselhos Tutelares. Em Porto Alegre, quatro promotores do Ministério Público vão trabalhar, em regime de plantão, para assegurar a lisura da eleição. O WhatsApp para denúncias de suspeitas de irregularidades é 51 9555-8869.

Como atua o Conselho Tutelar?

Os conselheiros tutelares agem em defesa dos direitos da criança e do adolescente em situações de vulnerabilidade. O processo de escolha dos conselheiros e suplentes abrange três fases: prova escrita, capacitação e eleição por voto facultativo.

Os eleitos serão nomeados em cargos em comissão por ato do prefeito Nelson Marchezan Júnior para o exercício do mandato de quatro anos. As eleições dos conselhos tutelares, unificadas em todo o país, ocorrem a cada quatro anos, no primeiro domingo de outubro. O salário é de R$ 5,5 mil – além de auxílio alimentação de R$ 505.

Serviço

Quem pode votar?

Todos os eleitores aptos podem votar.

Como e onde votar?

O eleitor deve apresentar um documento com foto para votar. Cada cidadão pode escolar até cinco candidatos da microrregião em que vive. Os ônibus terão passe livre em Porto Alegre para incentivar a presença nas urnas.

Apuração dos votos

Os eleitores poderão acompanhar em tempo real a apuração dos votos a partir das 17h de domingo através deste link. A totalização dos votos da eleição ocorrerá a partir das 17h de domingo, no Plenário Otávio Rocha na Câmara Municipal de Porto Alegre.


Rádio Guaíba e Correio do Povo


INTER

Inter volta a criticar atuação do VAR após empate contra o Cruzeiro
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Papo com Hiltor Mombach: Grêmio precisa de reforço na zaga

Publicado em 4 de out de 2019

O tricolor precisa fazer gols, mas o reforço do zagueiro Geromel, referência na area, é necessário nas próximas partidas.
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Renato elogia Grêmio apesar de placar fechado contra o Corinthians

Treinador afirmou que adversário sabe se defender muito bem e diz faltou apenas o gol ao Tricolor

Renato afirmou que o Grêmio não conseguiu furar bloqueio do Corinthians

Renato afirmou que o Grêmio não conseguiu furar bloqueio do Corinthians | Foto: Fabiano do Amaral

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Apesar do 0 a 0 na Arena contra o Corinthians, o técnico Renato Portaluppi afirmou que gostou da atuação do seu time na noite deste sábado. Para o comandante gremista, faltou apenas o gol.

"É muito mais fácil - e bota fácil nisto - destruir do que construir. Não conseguimos furar o bloqueio do Corinthians, que é uma equipe que se defende muito bem. Eu gostei do meu time hoje, faltou apenas o gol. A gente tentou de todas as formas, mas infelizmente a gente não teve sucesso", disse Renato.

O técnico gremista explicou a série de mudanças que fez para o começo da partida, principalmente a entrada de André na vaga de Diego Tardelli. "As mudanças foram feitas porque jogamos debaixo de chuva. Atuamos há três dias e não tem como repetir a equipe. Os atletas são humanos e hoje vocês (jornalistas) viram vários atletas com a perna pesada. Pelo grupo que tenho, eu posso mudar algumas peças que o conjunto continua", argumentou.

Ele ainda falou sobre a suposta insistência com André. "Eu insisto no André porque sou o treinador. Acho que há uma perseguição da imprensa em cima do André. Já falei que coloquei ele hoje porque o Tardelli estava sentido uma das pernas pesada e eu não sou louco de colocá-lo depois de atuar contra o Flamengo, num campo pesado, correndo o risco de perder o jogador para o restante do ano. O André vai jogar quando eu achar que tem que jogar. Pronto. Esta é a minha definição", colocou.

A oitava colocação do Grêmio no Brasileirão ainda não é motivo de preocupação para Renato, que demonstra confiança na chegada da equipe ao G4. "Sem fazer metas, mas queria estar no G4. É compreensível estarmos ali porque o Grêmio chegou a disputar três competições, então fica difícil. Algumas equipes se aproveitaram disso e ganharam gordura. Acho que vamos brigar e podemos chegar ao G4. Faltam muitas rodadas, mas o importante é não deixar esse pessoal do G4 escapar e contra o Ceará temos que conquistar os três pontos", alertou.


Correio do Povo

Grêmio produz pouco e fica no 0 a 0 com o Corinthians na Arena

Com o resultado, o Tricolor permanece na oitava colocação com 35 pontos

Luan teve bom desempenho na partida contra o Corinthians

Luan teve bom desempenho na partida contra o Corinthians | Foto: Fabiano do Amaral

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Grêmio e Corinthians ficaram em 0 a 0 em jogo válido pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro disputado na noite deste sábado na Arena. No primeiro tempo, o Tricolor comandou as ações ofensivas, mas a equipe de Renato Portaluppi criou poucas chances claras de gol. No segundo tempo, os paulistas cresceram, tiveram uma oportunidade de gol, mas pararam nas mãos de Paulo Victor.

Com o resultado, os comandados de Renato Portaluppi chegaram aos 35 pontos e ocupam a oitava colocação. Já o alvinegro fica com 42, na quarta colocação. O Grêmio volta aos gramados na quarta-feira, às 21h, para enfrentar o Ceará, no estádio Centenário, em Caxias do Sul, devido ao show da banda Iron Maiden. Já o Corinthians, na quinta-feira, às 19h15min, recebe o Athletico-PR, em jogo válido pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Grêmio pressiona, mas não consegue abrir o placar

A partida começou com as duas equipes tomando cuidados defensivos e estudando o adversário, mas, rapidamente, o Corinthians tentou pressionar o Grêmio. Aos 10 minutos, a partida era de alta velocidade, muita marcação e bastante ofensiva, mas sem chances claras de gol. Cinco minutos depois, segundo números do Footstatas, o Tricolor tinha 64% de posse de bola e cinco chutes contra 36% de posse e três arremates errados dos paulistas.

Com Maicon, Matheus Henrique, Alisson e Luan, o Grêmio passou a comandar as ações ofensivas, mas seguia sem conseguir furar o forte bloqueio defensivo armado por Fábio Carille. A primeira oportunidade clara de gol ocorreu aos 32 minutos.Everton cruzou rasteiro da esquerda de ataque, Cássio espalmou, André pegou o rebote e tentou passar para o meio da área, mas Danilo Avelar se antecipou a Luan e afastou o perigo.

Cinco depois, Everton tentou lançar Matheus Henrique dentro da área e a bola bateu no braço de Sornoza. O árbitro Bruno Arleu de Araújo entendeu como jogada normal e mandou seguir, mesmo com muita reclamação dos jogadores do Grêmio.

Com as defesas levando vantagem sobre os ataques, os dois times usavam as laterais para chegar na área adversária e os contra-ataques. O Grêmio terminou melhor com 66% da posse de bola, três chutes certos e seis errados.

Corinthians cresce, mas para nas mãos de Paulo Victor

Grêmio retornou para a segunda etapa com a mesma equipe e exercendo a mesma pressão sobre o Corinthians. O clube paulista passou a usar as laterais e a velocidade para chegar até a meta de Paulo Victor, entretanto, não conseguia furar o bloqueio gremista. Com a maior presença no campo ofensivo, o Tricolor passou contra-atacar e buscar os lançamentos da defesa para o ataque para tentar abrir o placar.

A partir dos 20 minutos, Paulo Victor fez duas defesas importantes e salvou o Grêmio. A primeira em uma cabeçada de Boselli e a segunda em um chute rasteiro de Fagner, que salvou com a ponta dos dedos. Três minutos depois, Renato retirou André e colocou Diego Tardelli. Aos 27, Everton chutou rente ao poste esquerdo de Cássio. Dois depois, foi a vez de Maicon deixar o gramado para a entrada de Thaciano. Aos 32, Léo Moura deixou o jogo para a entrada de Pepê.

As duas equipes seguiram tentando até o final do jogo, mas o Grêmio, claramente desgastado fisicamente, não conseguiu furar o bloqueio criado por Carille. O placar de 0 a 0 persistiu, com cada time somando um ponto na tabela de classificação.

Brasileirão 2019 - 23ª rodada

Grêmio 0
Paulo Victor; Léo Moura (Pepê), David Braz, Kannemann e Cortez; Maicon (Thaciano), Matheus Henrique, Alisson, Luan e Everton; André (Diego Tardelli). Técnico: Renato Portaluppi

Corinthians 0
Cássio; Fagner, Manoel, Gil e Danilo Avelar; Ralf, Sornoza, Mateus Vital (Janderson), Pedrinho e Clayson (Boselli); Vagner Love (Jadson). Técnico: Fábio Carille

Cartões amarelos: Everton (3º), Maicon e Matheus Henrique (G) & Cássio e Sornoza (C)

Público Total: 16.542

Renda: R$ 554.822,00

Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (RJ).
Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Correa (Fifa/RJ) e Thiago Correa Farinha (Fifa/RJ).
Árbitro do VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ).
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS).


Correio do Povo

Com polêmica no VAR, Inter só empata com o Cruzeiro no Mineirão

Colorado reclamou muito por conta de pênalti marcado após revisão do árbitro de vídeo no 1 a 1 diante dos mineiros

Cruzeiro teve pênalti polêmico assinalado pelo VAR para garantir o empate

Cruzeiro teve pênalti polêmico assinalado pelo VAR para garantir o empate | Foto: Vinnicius Silva / Cruzeiro / Divulgação

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O Inter até saiu ganhando. Chegou a ser pressionado pelo Cruzeiro em alguns momentos, mas resistia até a polêmica com o VAR. O pênalti duvidoso marcado em favor do Cruzeiro, no entanto, sacramentou o empate Colorado com os mineiros pelo placar de 1 a 1, gerando muitos protestos por conta da polêmica. O gol do Colorado foi marcado logo no início do confronto. Aos 10 minutos, após boa troca de passes, Nonato recebeu de Nico López para abrir o placar.

No entanto, aos 17 minutos, o lance capital do jogo. Orejuela teria sofrido penalti de Patrick e, após consulta ao VAR, árbitro confirmou a irregularidade. A imagem, no entanto, não é conclusiva, e parece que o jogador teria tropeçado no próprio pé. Fred, com categoria, empatou em 1 a 1 e definiu o placar.

O próximo compromisso do Inter pelo Brasileirão também é fora de casa. O Colorado volta a campo na quarta-feira, às 19h15min, diante do CSA, no Estádio Rei Pelé. A partida é válida pela 24ª rodada do campeonato.

Inter marca cedo e recua

A expectativa inicial, alimentada ao longo da semana, não se confirmou. Apesar das possibilidades de Zeca começar na lateral esquerda do Inter, o técnico Odair Hellmann optou pela manutenção de Uendel na função. Dessa forma, não houve surpresas na escalação do Colorado para o duelo. Pelo lado do Cruzeiro, Dedé acabou cortado do jogo minutos antes da partida.

Não demorou muito para o Inter se aproveitar do momento difícil vivido pelo Cruzeiro no Brasileirão. Logo aos 10 minutos, uma boa trama no ataque do Colorado fez a bola chegar até Nico López. O uruguaio achou Nonato, que saiu na cara de Fábio, para finalizar por baixo do goleiro do Cruzeiro, para abrir o placar em Belo Horizonte.

Após o gol, repetiu-se a tônica das últimas partidas. O Inter marcou o gol e passou a se postar mais atrás. Com isso, o abatido Cruzeiro ensaiou crescer no jogo. Primeiro, com duas chances em sequência que terminaram em finalizações de Thiago Neves. Depois, com faltas ao redor da grande área, com bolas levantadas na área.

Apesar de ter um pouco mais de volume de jogo na comparação com o Inter, o Cruzeiro também foi reflexo da confusão vivida pelo clube fora de campo. Mesmo rondando a área colorada, a desorganização e a falta de qualidade no último passe interferiram diretamente na ausência de chances mais claras de gol.

Antes do fim do primeiro tempo, o Cruzeiro passou a finalizar mais. Primeiro com bola enfiada para Deivid e, na sequência, em bola que sobrou na entrada da área, na qual Egídio teve tempo de pensar antes de finalizar de longe. No entanto, as chances criadas não foram suficientes para o time de Minas empatar, e o Inter levou vantagem de 1 a 0 para o vestiário.

Cruzeiro empata em pênalti polêmico

Para o segundo tempo, o Inter voltou igual. Paolo Guerrero, mesmo sentindo dores no joelho, também retornou para a etapa final. Com a vantagem no placar, o Colorado buscou reter a bola no seu próprio campo, sem conseguir puxar contra-ataque, mas também sem correr grandes riscos, diminuindo o ímpeto do Cruzeiro por conta da maior posse de bola.

Apesar de controlar o jogo, o Inter viu o Cruzeiro chegar ao empate em um lance polêmico. O VAR viu pênalti de Patrick em Orejuela. O lance, no entanto, é polêmico. Pela imagem, o jogador cruzeirense parece ter tropeçado com um pé em outro. O atacante Fred bateu com categoria para empatar a partida.

Após o gol, Odair sacou Nonato, que sentiu o púbis ainda no primeiro tempo, para colocar em campo o atacante Neílton. Com a mudança, o técnico recolocou Patrick no seu lugar de origem, no tripé de meio campo, reconstruindo parcialmente o sistema utilizado antes da lesão de D'Alessandro.

Aos 25 minutos, mais uma grande chance do Cruzeiro. David construiu jogada pelo lado esquerdo, foi à linha de fundo e cruzou buscando Robinho, na risca da pequena área. O atacante cabeceou forte, para baixo, obrigando Marcelo Lomba a fazer uma grande defesa para manter o placar igualado.

Nos minutos finais, o Inter passou a ocupar o campo do Cruzeiro, enquanto o desorganizado Cruzeiro não conseguia criar chances claras de gol. Nesse cenário, as duas equipes trocaram ataques até o apito final que manteve o 1 a 1 no placar.

Brasileirão 2019 - 23ª rodada

Cruzeiro 1

Fábio; Orejuela, Fabricio Bruno, Cacá e Egídio, Ederson, Jadson (Mauricio), Robinho, Thiago Neves (Sassá) e David (Ezequiel); Fred. Técnio Abel Braga

Inter 1

Marcelo Lomba; Heitor, Bruno Fuchs, Victor Cuesta e Uendel; Lindoso, Nonato (Neílton), Edenílson, Patrick e Nico López (D'Alessandro); Guerrero. Técnico: Odair Hellmann

Gols: Nonato (10/1T) e Fred (17/2T)

Cartões amarelos: Fabrício Bruno, Ederson e Thiago Neves (Cruzeiro); Uendel, Nonato e Marcelo Lomba (Inter)

Árbitro: Alexandre Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)

Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)


Correio do Povo


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Chuva persiste na maioria das regiões do Rio Grande do Sul neste domingo

No Sul e no Oeste, no entanto, se espera diminuição da nebulosidade e sol poderá aparecer

Chuva deve permanecer na maioria das regiões do Rio Grande do Sul

Chuva deve permanecer na maioria das regiões do Rio Grande do Sul | Foto: Guilherme Testa / CP Memória

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O domingo começa com muitas nuvens e chance de chuva ou garoa na maioria das regiões do Rio Grande do Sul. No decorrer do dia, muitas nuvens persistem sobre parte do Estado. No Sul e no Oeste se espera diminuição da nebulosidade e o sol aparece.

As precipitações tendem a se concentrar especialmente na Metade Leste enquanto na Oeste predomina o tempo seco, mesmo que com muitas nuvens. Tempo estará mais fechado com chance de algumas aberturas na segunda metade do dia no Nordeste gaúcho, incluindo Porto Alegre.

A Capital gaúcha terá mínima de 15ºC e máxima 21ºC neste domingo


Correio do Povo

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RS permanece com tempo chuvoso neste sábado

Por conta de frente fria, mínimas mais baixas devem ser registradas na região Sul

Tempo permanece chuvoso em Porto Alegre neste sábado

Tempo permanece chuvoso em Porto Alegre neste sábado | Foto: Alina Souza

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O sábado será de tempo encoberto e instável em todo o Estado por conta da atuação de uma frente fria. Ao longo do dia, a chuva atinge quase todos os municípios gaúchos, com alerta de maior intensidade para a metade Norte, em especial na região Metropolitana, dos Vales e Serra.

De acordo com a MetSul Meteorologia, há chance de trovoadas. A temperatura varia pouco, e a queda mais acentuada será sentida no final do dia, com as mínimas mais baixas especialmente na região Sul. A umidade segue alta e o vento será fraco ao longo do dia.

Em Porto Alegre, chuva predomina ao longo do dia. A mínima deve ser de 16°C, e a máxima não passa dos 21°C.

Mínimas e máximas no RS

Caxias do Sul 13°C / 19°C
Erechim 15°C / 21°C
Santa Maria 14°C / 19°C
Uruguaiana 16° / 20°C
Pelotas 14°C / 18°C
Chuí 13°C / 17°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo

FRASE DO DIA–05.10.2019

Tem o direito de criticar quem tem disposição para ajudar.
A. Lincoln

Eis o texto do pensador Mateus Bandeira - MP TAMBÉM PRECISA SER FISCALIZADO. PODER SEM CONTROLE DESCONTROLADO FICA-:

As confissões de Rodrigo Janot poderia ser nome de livro. Mas, na verdade, as inconfidências do ex-procurador-geral da República desnudam ainda mais um sistema que, por não ter controle, pode se tornar nocivo.

O Ministério Público (MP) surgiu como o conhecemos hoje na Assembleia Nacional Constituinte de 1987-1988. A intenção era criar um sistema persecutório independente.
Cabe aos procuradores acusar. Já ao Judiciário é reservado o julgamento.

O Executivo deve fornecer os meios de investigação e punição - por meio das polícias e de fiscais. No começo de tudo, está o Legislativo que tem a prerrogativa de decidir o que é crime.

Aparentemente, trata-se de uma engrenagem onde nenhuma instância atua sozinha. O conhecido checks and balances estaria garantido.

Mas eis que não. Procuradores e promotores agem sem controle. E quem não tem controle, descontrolado fica.
Primeiro, é preciso perceber que, informalmente, o Ministério Público transformou-se num quarto poder já que, na prática, são plenamente independentes. Basta ver suas prerrogativas.

Procuradores estão no topo da pirâmide salarial brasileira. Trabalham se e quando quiserem, pois ninguém deles pode cobrar produtividade. Caso cometam um delito grave são punidos com a aposentadoria compulsória - assim como os magistrados.

Estas regalias, inalcançáveis para os demais brasileiros, não constituem o aspecto mais grave da instituição. Esta casta abastada e apartada dos brasileiros comuns tem poderes ilimitados sobre os investigados.

Um procurador pode deliberar quando e quem acusar. Pode sentar indefinidamente sobre uma investigação. Pode decidir que um caso mais novo tem prioridade sobre um mais antigo.

Com salários incompatíveis para um país cuja renda média é de R$ 2.286, de acordo com o IBGE, os abastados membros do Ministério Público apartam-se dos demais. A ponto de um procurador de Minas Gerais considerar um salário-miserê os R$ 68 mil mensais percebidos em 2019 - considerados os indefectíveis penduricalhos.

Diante das estapafúrdias declarações de Rodrigo Janot, comento aqui apenas o caso dos procuradores. Mas juízes não perdem em nada no quesito de moralidade pública. Ou da falta dela.

Quem controla o controlador? Sobressaem, assim, duas conclusões importantes:
Primeiro, a de que o presidente Jair Bolsonaro acertou em não ceder ao lobby da casta do MP. Indicar o procurador-geral da República (PGR) é prerrogativa presidencial assegurada na Constituição.
Seguir a lista tríplice indicada pelos procuradores seria encastelar ainda mais a categoria hiperpoderosa. Augusto Aras, o novo PGR, integra a casta, mas não faz parte da panelinha de procuradores que se entende dona do MP.
Segundo, o Congresso Nacional cumpriu seu papel ao votar a Lei do Abuso de Autoridade. Acertou, também, talvez por outras motivações, ao derrubar parte dos vetos presidenciais.
Não são os juízes e procuradores quem têm que se defender da cidadania que lhes paga os gordos vencimentos. Somos nós, cidadãos, os que sustentam com impostos todo o sistema público, que precisamos de meios que nos protejam das arbitrariedades de todo o funcionalismo.
Autoridade tem quer ser exemplo
A Operação Lava-Jato estabeleceu um marco na história do Brasil. Com ela, pela primeira vez na nossa história, poderosos ricos e brancos amargam a vida atrás das grades por terem roubado dinheiro público.
Entretanto, sistemas que não podem ser fiscalizados tendem à arbitrariedade. Atualmente, juízes e procuradores trabalham num mundo à parte, sem controle.
É preciso integrá-los ao convívio dos demais cidadãos. Para tanto, a categoria não pode ficar imune às investigações fiscais (Receita Federal, Coaf) e policiais (Polícia Federal, Polícia Civil).
Ao contrário, como responsáveis por fazer justiça, devem todos ser fiscalizados com maior rigor, já que o exemplo deve vir das autoridades. Se não faz nenhum sentido que parlamentares disponham de foro privilegiado, tampouco juízes e procuradores devem tê-lo.
A incontinência verbal de Janot fez soar mais um alerta contra o mal do poder sem controle e sem fiscalização. Não se pleiteia que o MP pare de investigar e denunciar, mas que seus membros sejam submetidos ao mesmo rigor dos demais cidadãos.


Pontocritico.com