Smartphone Samsung Galaxy J2 Core 16GB Prata - 4G 1GB RAM Tela 5” Câm. 8MP + Câm. Selfie 5MP

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Negociador norte-coreano anuncia fracasso de consultas com EUA e acusa Washington

Enviado da Coreia do Norte, Kim Myong Gil, destacou que conversas não renderam avanços devido a "atitude habitual" dos estadunidenses

Enviado da Coreia do Norte, Kim Myong Gil, afirmou que deleção ficou muito decepcionada e que encontrou

Enviado da Coreia do Norte, Kim Myong Gil, afirmou que deleção ficou muito decepcionada e que encontrou "esfriou o entusiasmo para dialogar" | Foto: Jonathan NACKSTRAND / AFP / CP

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O enviado da Coreia do Norte responsabilizou os Estados Unidos pelo fracasso das consultas sobre o programa nuclear norte-coreano realizadas neste sábado em Estocolmo, apesar da nova escalada de Pyongyang com testes de mísseis. Esta foi a primeira tentativa de retomada do diálogo entre os dois países europeu após o fracasso da reunião de cúpula de Hanói, em fevereiro, entre o presidente americano, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un.

O enviado da Coreia do Norte, Kim Myong Gil, e o americano Stephen Biegun participaram de um encontro promovido pelo enviado especial sueco, Kent Harstedt, em uma propriedade localizada em uma ilha da capital sueca. "As negociações não atenderam às nossas expectativas e fracassaram (...) O fracasso destas conversas, que não resultaram em progresso algum, deveu-se unicamente aos Estados Unidos, que não abriram mão de sua atitude habitual", declarou Kim Myong Gil diante da embaixada norte-coreana em Estocolmo.

"Os Estados Unidos alimentaram as expectativas fazendo propostas de enfoque flexível, com métodos novos e soluções criativas. Mas nos decepcionaram muito e esfriaram nosso entusiasmo para dialogar ao não trazerem nada para a mesa de negociações", acrescentou o enviado.


AFP e Correio do Povo


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Mulheres e crianças infectadas por Zika desenvolvem imunidade ao vírus

Pesquisa realizada pela Fiocruz e UFF detectou que 80% dos 100 pacientes analisados ficaram imunes após infecção

Participam do estudo 50 mães e 50 crianças infectadas pelo Zika

Participam do estudo 50 mães e 50 crianças infectadas pelo Zika | Foto: José Cruz / Agência Brasil / CP

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Pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pela Universidade Federal Fluminense (UFF) constatou que mulheres e crianças que já foram infectadas pelo vírus Zika podem desenvolver imunidade à doença. Os pesquisadores detectaram que 80% dos 100 pacientes analisados ficaram imunes depois de serem submetidos à infecção.

As crianças nasceram em 2016 e vêm sendo acompanhadas desde então junto às mães pela UFF e pela Fiocruz. Segundo a pesquisadora da Fiocruz Luzia Maria de Oliveira Pinto, a partir de 2018, elas começaram a ter o sangue coletado e analisado para entender a resposta do sistema imunológico delas a uma nova exposição ao vírus.

"A gente começou a avaliar o sangue tanto das mães quanto das crianças para entender um pouco da imunidade delas, ou seja, para entender se, um dia, caso essas pessoas reencontrem o vírus, elas teriam a capacidade de responder a esse vírus e não ficar mais doente, ou seja, adquirindo a imunidade".

Segundo ela, participam do estudo 50 mães e 50 crianças infectadas pelo Zika e o resultado foi de 80% de imunidade em ambos os casos.

Além do acompanhamento laboratorial desses 100 pacientes, a UFF também faz o acompanhamento clínico de mais de 260 crianças infectadas pelo vírus que nasceram na região de Niterói. O objetivo, segundo a pesquisadora da UFF Claudete Araújo Cardoso, é verificar se elas desenvolvem alguma doença ou complicação ao longo dos cinco primeiros anos de vida.

Nesse acompanhamento, os pesquisadores verificaram, por exemplo, que alguns bebês que nasceram aparentemente saudáveis desenvolveram um quadro de microcefalia de três a seis meses após o parto. Claudete explica que o fenômeno já havia sido constatado em 13 crianças do Nordeste e foi confirmado agora em seis crianças que estão sendo acompanhadas pela UFF.

"Elas nasceram com perímetro cefálico normal, mas, por ação do vírus, o cérebro da criança para de crescer e de se desenvolver. Esse é um alerta que a gente passa para a população: se nasceu durante uma epidemia ou a mãe teve manchas na pele durante a gravidez, tem que ser feito um acompanhamento criterioso na rede básica, no posto de saúde", disse.


Agência Brasil e Correio do Povo


POLÍCIA

Suspeitos de assassinar Marielle Franco negam crime em primeiro depoimento

JORNAL COM TECNOLOGIA

BGS reunirá mais de 350 mil pessoas em SP

Leia a íntegra da delação de Palocci: ex-ministro fala de propina para Lula

Documento tem 86 páginas

O ex-ministro Antonio Palocci em depoimento na Lava JatoReprodução/Youtube

PODER360
04.out.2019 (sexta-feira) - 13h03
atualizado: 05.out.2019 (sábado) - 6h09

A delação premiada do ex-ministro petista Antonio Palocci tem 86 páginas e 39 anexos. O documento foi assinado pela Polícia Federal e homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin.

Eis o documento completo, publicado na íntegra nesta 6ª feira (4.out.2019) pelo blog do jornalista Fausto Macedo, do Estado de S. Paulo.


Poder 360

Astronautas treinam para conquistar o espaço dentro de uma caverna

Homens e mulheres passaram seis dias dentro das cavidades escuras da Eslovênia

Foi a sexta vez, desde 2011, que a ESA levou os astronautas para o fundo da terra

Foi a sexta vez, desde 2011, que a ESA levou os astronautas para o fundo da terra | Foto: Anze Malovrh / AFP / CP

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Seis astronautas decidiram trocar o traje espacial por um equipamento de espeleologia e o espaço sideral pelas entranhas de uma caverna eslovena, um universo tão exigente quanto o cosmos. Eles podem ter feito dezenas de simulações em um espaço sem gravidade, mas entrar nas profundezas da terra gera um outro tipo de apreensão. "Em uma caverna, você tem medo de cair todos os dias", admitiu o veterano da NASA Joe Aca, 52 anos, depois de passar pelas cavernas de Divaska Jama, no oeste da Eslovênia.

As cavernas da Eslovênia são uma das principais atrações turísticas deste pequeno país da antiga Iugoslávia. Para os astronautas, também são um campo de treinamento excepcional, "um ambiente terrivelmente difícil, diferente e arriscado", disse Loredana Bessone, responsável pelo programa de treinamento da Agência Espacial Europeia (ESA) para essas missões subterrâneas.

Seis astronautas viram a luz na quarta-feira depois de passar seis dias dentro das cavernas escuras e parcialmente inundadas do carste esloveno, com temperaturas entre 6 e 10 graus e uma taxa de umidade de 100%. Um ambiente ideal, de acordo com a ESA, para testar homens e mulheres que devem explorar o espaço. "Viver em uma caverna é muito semelhante, mentalmente, a viver no espaço. Na verdade, acho que foi muito mais difícil do que morar no espaço", declarou à AFP o astronauta japonês Takuya Onishi, 43 anos.

Foi a sexta vez, desde 2011, que a ESA levou os astronautas para o fundo da terra, mas foi a primeira vez na Eslovênia, em um local inscrito no Patrimônio Mundial da Unesco. As últimas missões foram realizadas na Sardenha.

Cavernonautas

Os "cavernonautas" foram formados por duas semanas no campo da caverna antes de entrar no local propriamente, com vários objetivos: mapear a rede de cavidades e lagos subterrâneos, coletar dados científicos ... e treinar em um ambiente particularmente desconcertante. "O objetivo é que eles trabalhassem em equipe e realizassem um projeto em um ambiente muito complexo", disse Francesco Sauro, chefe científico do projeto "CAVES" da ESA.

Para o astronauta Alexander Gerst, o silêncio e a escuridão das profundezas o impressionaram tanto quanto o do cosmos. "Dentro da caverna, você se sente privado de qualquer simulação sensorial, fora da sua zona de conforto", disse o alemão de 43 anos, que realizou duas missões na Estação Espacial Internacional. "Você passa meio dia caminhando pelos túneis e, quando volta pelo caminho, não reconhece nada, porque só vê as coisas através do faxo da lanterna", acrescentou. "Para mim, o maior desafio foi descer por um túnel vertical de 200 metros de altura", disse o veterano Joe Aca.

Planeta único

Apesar destas condições extremas, sua colega da NASA Jeanette Epps, confessa que, qundo teve que deixar a caverna, se sentiu muito triste. "Mas então eu olhei para cima e... foi magnífico", explicou a astronauta de 48 anos. Após sua saída, o japonês Onishi reconheceu que suas preocupações eram muito mais mundanas. "Francamente, me senti um pouco estranho porque não sabia como estava cheirando mal depois de seis dias de vida dentro de uma caverna". "Fiquei feliz em ver as pessoas na superfície, mas tentei ficar longe delas", acrescentou, rindo.

"Voltaremos no próximo ano!", disse Loredana Bessone, acrescentando que astronautas de todo o mundo querem participar do programa. E embora a dimensão científica da aventura tenha cativado Alexander Gerst, o retorno à superfície foi uma experiência igualmente intensa. "Percebe-se que nosso planeta é muito especial, único no espaço", concluiu.


AFP e Correio do Povo

MDB e Maia ensaiam alianças para 2020

União vem na tentativa de construir uma estratégia conjunta para as principais disputas municipais de 2020 e candidatura única à sucessão de Bolsonaro, em 2022

Maia e Baleia, que assumirá presidência do partido no domingo, jogam juntos nos bastidores

Maia e Baleia, que assumirá presidência do partido no domingo, jogam juntos nos bastidores | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

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Após perder relevância nas eleições do ano passado, o MDB faz agora um movimento de bastidores para se reerguer, em dobradinha com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na tentativa de construir uma estratégia conjunta para as principais disputas municipais de 2020 e uma candidatura única à sucessão do presidente Jair Bolsonaro, em 2022, informa o jornal O Estado de S. Paulo. A articulação é conduzida pelo deputado Baleia Rossi (SP), que assumirá a presidência do MDB na convenção nacional do partido, a ser realizada amanhã, em Brasília.

Sob o slogan da "Renovação Democrática", o encontro foi planejado para mostrar unidade, apesar de divisões internas, e jogar luz sobre uma nova geração de herdeiros políticos, com a "aposentadoria" dos velhos caciques alvejados pela Lava Jato, como o ex-presidente Michel Temer e o ex-senador Romero Jucá (RR). Sem conseguir a reeleição, Jucá passará o comando do MDB para o líder do partido na Câmara e assumirá uma cadeira de "vogal" na Executiva. Na prática, a convenção representa o primeiro passo para o MDB costurar alianças eleitorais e adotar um discurso crítico em relação ao governo Bolsonaro, embora o ministro Osmar Terra (Cidadania) seja filiado à legenda.

Um grupo de centro-direita composto por PSDB, DEM, MDB e PSD já discute, por exemplo, a atuação de uma frente de partidos para isolar o PSL de Bolsonaro. O MDB deve apoiar a campanha à reeleição do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), no ano que vem. A discussão passa ainda, por um acordo com o governador João Doria (PSDB), que se prepara para concorrer ao Palácio do Planalto, em 2022, e pode ter Maia como vice da chapa.

Baleia e Maia jogam juntos na análise desse cenário, que também vai depender do "fator Luciano Huck". Embora ainda indeciso sobre a entrada na corrida presidencial, o apresentador de TV já assumiu papel de contraponto a Bolsonaro, mantém conversas com o Cidadania de Roberto Freire (ex-PPS) e com grupos de renovação política surgidos na esteira do impeachment de Dilma Rousseff (PT), e desperta a atenção de outros partidos de centro, como o próprio MDB.

Autor da proposta de reforma tributária - pauta que apresentou a pedido do presidente da Câmara -, Baleia vem ganhando protagonismo no Congresso. Aos 47 anos, ele será o mais jovem presidente do partido e promete comandá-lo sem adesismos automáticos aos governos de plantão.

"O MDB precisa se reinventar e se reconectar às suas bases. A nossa gestão não vai ser de caciques e as decisões não serão tomadas de cima para baixo", afirmou Baleia, que é filho de Wagner Rossi, ex-ministro da Agricultura do governo Temer. "Nem o Michel conseguiu unificar o MDB como o Baleia conseguiu desta vez", disse Maia, que ontem ofereceu um jantar em sua casa para deputados e senadores do partido.

Fisiologismo

Criado como oposição à ditadura militar, o antigo PMDB acabou se transformando, ao longo dos anos, no parceiro fisiológico do poder - conhecido pelo apetite por cargos - até a derrocada nas urnas, no ano passado. Na gestão de Jucá, a sigla tirou o "P" do nome e voltou a se chamar MDB, em um movimento de volta às origens, mas não adiantou.

A bancada de deputados federais encolheu de 66 eleitos em 2014 para 34 em 2018, e o candidato do MDB à Presidência, Henrique Meirelles, amargou o sétimo lugar na disputa, com 1,2% dos votos. Meirelles é hoje secretário da Fazenda do governo Doria. Na ocasião, o seu fraco desempenho foi atribuído à impopularidade de Temer, de quem ele foi ministro da Fazenda.

O discurso da renovação, no entanto, não vai impedir que Baleia faça uma deferência a Temer, que se licenciou da presidência do MDB em 2016 para assumir o Planalto, após o impeachment de Dilma. "A reforma trabalhista nasceu no governo dele", argumentou o deputado.

Temer e o ex-ministro Moreira Franco chegaram a ser presos, neste ano. "Toda vez que o limite da Constituição ou da lei é ultrapassado verifica-se o abuso de autoridade", disse o ex-presidente, que foi alvo de denúncias do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot.

Nos últimos dias, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, que continua preso, e o ex-presidente da Assembleia Legislativa Jorge Picciani - hoje em prisão domiciliar - pediram desfiliação do MDB. A ala jovem quer a expulsão do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, preso há três anos, mas Baleia diz que o partido "não é um tribunal".


Agência Estado e Correio do Povo


ALVORADA

Polícia Civil desmantela sistema de entrega de drogas por aplicativo

Maia e Alcolumbre articulam solução para divisão dos recursos do pré-sal

Estados do Sul, Centro e Sudeste reclamam de terem sido "excluídos" da negociação

Presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), articulam reunião com todos os governadores para tentar acertar a divisão do dinheiro do pré-sal

Presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), articulam reunião com todos os governadores para tentar acertar a divisão do dinheiro do pré-sal | Foto: Pedro França / Agência Senado / Divulgação / CP

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Sem respaldo do Congresso para a proposta da equipe econômica de partilha dos recursos do megaleilão do pré-sal, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), articulam uma reunião com todos os governadores para tentar acertar a divisão do dinheiro. O objetivo é pôr fim à disputa deflagrada entre os Estados do Norte e do Nordeste, maiores contemplados pela proposta aprovada no Senado, e os das demais regiões, que reclamam de terem sido "excluídos" da negociação.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo apurou, a proposta do governo de incluir na partilha, além de Estados e municípios, senadores e deputados por meio de emendas parlamentares foi descartada. O projeto previa dividir os R$ 106,5 bilhões previstos do bônus da assinatura do leilão, marcado para novembro, da seguinte forma: depois do pagamento de R$ 33,6 bilhões à Petrobras, Estados, municípios e parlamentares ficariam, cada um, com 10%, o que corresponde a R$ 7,3 bilhões. O Rio teria R$ 2,19 bilhões e, a União, a fatia maior de R$ 48,9 bilhões.

O megaleilão foi destravado com a revisão do acordo da chamada cessão onerosa, fechado pela Petrobras com a União em 2010 e que permitiu à estatal explorar 5 bilhões de barris de petróleo em campos do pré-sal na Bacia de Santos, sem licitação. Em troca, a empresa pagou R$ 74,8 bilhões. O governo estima, porém, que a área pode render de 6 a 15 bilhões de barris. A disputa do dinheiro decorrente do megaleilão do excedente provocou uma celeuma, que ameaça até a votação, em segundo turno, da reforma da Previdência.

Alternativa

Com rejeição à divisão sugerida pela equipe econômica, a cúpula do Congresso quer melhorar o texto que foi aprovado no Senado, e que agora está em discussão na Câmara, que destina 15% (R$ 10,95 bilhões) para Estados e 15% para municípios. Na Câmara, o cerne da briga está na ausência de uma compensação para os governadores de Sul, Sudeste e Centro-Oeste, que até agora receberão uma parcela pequena do dinheiro do leilão. O texto aprovado pelo Senado faz a distribuição por meio do Fundo de Participação dos Estados (FPE), que privilegia aqueles com menor renda per capita. Por esse critério, Norte e Nordeste abocanham 77,6% do que entrar no fundo, e os demais ficam só com 22,4%.

Os governadores João Doria (São Paulo), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), Ronaldo Caiado (Goiás) e Reinaldo Azambuja (Mato Grosso do Sul) já procuraram a cúpula do Congresso para protestar contra o texto aprovado pelos senadores e pressionar por uma solução mais equilibrada na divisão do bolo de recursos. A saída é incluir na proposta R$ 4 bilhões adicionais, que seriam destinados segundo os critérios de divisão da Lei Kandir, criada para compensar Estados exportadores pela desoneração do ICMS nas vendas externas. Nesse caso, as Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste ficam com 83,2% do que é repassado.

Origem da briga

A entrega desses R$ 4 bilhões como compensação à Lei Kandir já havia sido avalizada até mesmo pela equipe econômica, quando o ministro da Economia, Paulo Guedes, esteve na presidência do Senado em 20 de agosto para apresentar os principais pontos do chamado pacto federativo. O dinheiro, porém, não foi incluído pelo relator da proposta no Senado, Cid Gomes (PDT-CE), que é do Nordeste, o que deu largada à "guerra" nos bastidores.

A briga ganhou corpo na Câmara porque é lá que os governadores das regiões mais ricas têm maioria. Juntos, esses Estados têm 297 deputados, ou 57,9% da Casa. No Senado, onde o número de parlamentares é igual para cada unidade da federação, Norte e Nordeste são dominantes, com 59,3% dos assentos.

Ao chamar os governadores para a mesa de negociação, a intenção dos líderes do Congresso é expor a divisão no grupo e, ao mesmo tempo, encontrar uma solução que atenda a todos. A avaliação é de que, resolvendo esse ponto, todo o resto destrava, sem necessidade de destinar recursos via emendas parlamentares e sem risco de afetar as votações da reforma da Previdência.

Maia já conversou com Guedes sobre a impossibilidade de avançar na ideia de dividir os recursos do pré-sal com senadores e deputados por meio das emendas parlamentares. A proposta enfrentou resistências das duas Casas. A disputa pelo dinheiro já impôs uma derrota à equipe econômica no Senado, a um custo de R$ 76,4 bilhões em dez anos que deixarão de ser poupados sem as mudanças pretendidas no abono salarial.

Municípios

Em paralelo à negociação com os governadores, os municípios preparam uma mobilização permanente para garantir sua fatia de 15% nos recursos arrecadados com o megaleilão. A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) também reagiu duramente à proposta do governo de reduzir a fatia a 10% para contemplar também as emendas parlamentares. O presidente da entidade, Glademir Aroldi, disse que a proposta é "absurda" e cobrou o cumprimento do acordo de divisão acertado no Senado.


Agência Estado e Correio do Povo


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Vereador André Carús é transferido para Cadeia Pública de Porto Alegre

Justiça acatou pedido da Polícia Civil e prorrogou prisão temporária do parlamentar

Carús foi preso na última terça

Carús foi preso na última terça | Foto: Guilherme Almeida

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Com informações de Lucas Rivas e Franceli Stefani

O vereador André Carús (MDB) foi transferido, nessa sexta, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) para a Cadeia Pública de Porto Alegre. A Justiça acatou pedido da Polícia Civil e prorrogou prisão temporária do parlamentar até quinta-feira. O parlamentar ficará em uma galeria que contém hoje 50 presos e é destinada a servidores públicos e presos com curso superior. Carús é advogado e pós-graduado em Direito Ambiental e Urbanístico. O vereador terá direito a receber visitas, como os demais apenados. Já os funcionários em cargos de confiança indicados pelo vereador para atuarem na Prefeitura de Porto Alegre foram liberados pela Polícia Civil.

Responsável pelas investigações, o delegado Max Otto Ritter, titular da 1ª Divisão de Combate à Corrupção (Decor), solicitou a prorrogação da prisão de Carús por entender que os trabalhos avançaram e as provas coletadas, até o momento, embasaram o pedido. Além dos depoimentos, os materiais apreendidos consolidaram o avanço das investigações.

A prisão temporária foi avalizada pela juíza Cláudia Junqueira Sulzbach, da 5ª Vara Criminal de Porto Alegre. Durante o período detido, Carús permaneceu em silêncio. Apenas um dos funcionários detidos prestou depoimento à Polícia, mas os dois indicados pelo vereador garantiram contribuir com a investigação.

Operação Argentários

Carús foi preso na última terça, na Operação Argentários, por suspeita de extorquir assessores. Durante as buscas, foram apreendidos R$ 60 mil, 3,8 mil dólares, 1.765 libras e 2.605 euros, além de duas armas encontradas na instituição financeira supostamente envolvida no esquema. Celulares, computadores e planilhas, com nomes e datas, também foram encontrados pelos policiais.

O delegado Max Otto Ritter relatou que diversos elementos colaboraram para o início das investigações. Entre eles está o depoimento de uma ex-servidora do gabinete de André Carús. "Esta ex-servidora nos passou detalhes que permitiram o desencadeamento da operação, mas, anteriormente, já tínhamos elementos relacionados ao DMLU (Departamento Municipal de Limpeza Urbana) e até elementos passados pelo executivo municipal, através do senhor prefeito (Nelson Marchezan), que fez chegar até a polícia algumas irregularidades sobre empréstimos que eram contraídos. A partir daí, começamos a investigar e encontramos fatos contudentes e a operação foi deflagrada", descreveu. 

Nessa quinta-feira, o advogado de defesa Jader Marques confirmou que a equipe do parlamentar contraiu empréstimos para ajudá-lo a sair de uma “situação de dificuldade financeira”. Marques garantiu, no entanto, que esses valores foram tomados por livre e espontânea vontade, sem intervenção do político.


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Manchas de óleo aumentam no litoral de Sergipe

Governo estadual pretende decretar situação de emergência

Governo deve decretar situação de emergência por conta do derramamento de óleo

Governo deve decretar situação de emergência por conta do derramamento de óleo | Foto: Adema / Governo de Sergipe / Divulgação / CP

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Um gabinete de crise foi criado neste sábado (5) pelo governo de Sergipe para solucionar o problema ambiental no litoral do estado. Desde de 24 de setembro, as praias do litoral nordestino foram tomadas por manchas de óleo.

“A decretação da situação de emergência vai possibilitar a captação de recursos junto ao governo federal para que os serviços possam ser realizados nesse momento de crise”, informou o diretor da Defesa Civil Estadual, Cel. Alexandre José Silva.

Pelo Twitter, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse que o presidente Jair Bolsonaro determinou urgência nos trabalhos para identificar a origem do problema.

Na segunda-feira (7), Ricardo Salles pretende sobrevoar o litoral de Sergipe, um dos estados mais atingidos pela substância oleosa.

A Administração Estadual do Meio Ambiente e parceiros ambientais estão atuando na limpeza da areia e na coleta de amostras de água para testar a balneabilidade. O governo de Sergipe recomenda que a população evite as praias.


Agência Brasil e Correio do Povo