OS MÉTODOS NAZISTAS DAS PESQUISAS E A OMISSÃO DA JUSTIÇA ELEITORAL

A grande mídia , seus institutos de pesquisa, e demais “comparsas”, nem deram o tempo necessário para o Presidente Jair Bolsonaro esquentar a cadeira onde senta para trabalhar e já começaram a repetir a mesma “ladainha” que fizeram antes das eleições presidenciais de outubro de 2018,falseando as pesquisas eleitorais que naquela oportunidade foram inteiramente desmentidas pelos resultados das eleições, que deram estrondosa vitória ao candidato que desejavam derrotar.

Quem tiver um mínimo de noção sobre os fenômenos que envolvem a opinião pública deve ter observado “de cara” que a intenção daquelas pesquisas “massacrantes” ,antes das eleições de 2018,que invariavelmente “derrotavam” Bolsonaro, tinham como único objetivo INDUZIR os eleitores sobre a “fatalidade” da vitória de Fernando Haddad, apelidado “poste do Lula”, da frente partidária encabeçada pelo Partido dos Trabalhadores-PT, buscando com isso atrair o voto dos “fracos”, daqueles que sempre preferem ficar ao lado do vencedor, nem importa quem seja ele.

Mas da mesma maneira que age aquele sujeito que não tem “um-só-pingo-de-vergonha-na-cara”, os mesmos delinquentes eleitorais de 2018 (grande mídia, institutos de pesquisa, seus patrocinadores, etc.),que nessa qualidade só não foram reconhecidos pelo órgão que teria obrigação de fazê-lo , impedindo essa manipulação vergonhosa da opinião eleitoral, ou seja, pela Justiça Eleitoral, por intermédio do Tribunal Superior Eleitoral-TSE, novamente começaram a agir tão logo passados apenas 8 (oito) meses do mandado presidencial de Bolsonaro. E o “controle” da Justiça Eleitoral se restringe na exigência do simples registro das pesquisas,”carimbando” com isso a validade de uma escancarada fraude, que só trouxa e a Justiça Eleitoral não enxergam.

Não é preciso ir muito longe no tempo para que se verifique onde está o “berço” dessa tentativa de manipulação eleitoral.

No seu polêmico e “repelido” livro “Mein Kampf”(Minha Luta) ,escrito em 1925 , quando era um jovem e estava preso, Adolph Hitler traçou com minúcias as principais diretrizes do futuro NAZISMO , que iria dominar a Alemanha até a sua morte e a derrota na 2ª Guerra Mundial, em 1945.

Aperfeiçoando e colocando em prática a concepção de Hitler ,no sentido de que UMA MENTIRA REPETIDA MUITAS VEZES ACABA SE TORNANDO VERDADE, preconizada desde a “Mein Kampf”,e para sustentação do regime político nazista, dita incumbência foi entregue ao “Doktor” Joseph Goebels, Ministro da Propaganda , o mais fiel assessor do “Fuhrer”,que desempenhou magistralmente as suas funções.

Então parece não haver qualquer dificuldade para se perceber onde se situa a principal fonte de inspiração dessa acirrada guerra midiática já declarada contra o Governo Bolsonaro. As pesquisas mentirosas já começaram e deverão “infernizar” o atual governo durante todo o tempo. Sem dúvida esse movimento se trata de articulação do “Mecanismo”, que usa a mão de obra “barata” da esquerda política , no intuito de reconquistar plenamente o poder parcialmente perdido com as eleições de 2018.

Já cansei de escrever sobre o único remédio constitucional capaz de dar um “basta” nesses abusos de liberdade patrocinados pelos terroristas da política. Se não agirem logo-logo, e com muita energia ,esses canalhas acabarão vencendo e retornando ao poder.

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado e Sociólogo

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Os ecos da Segunda Guerra na Vila Fama, analisa Demóstenes Torres

‘Civilização não aceita mais retrocessos’

‘Qual a razão de se perseguir pessoas?’

Cartaz produzido pelo governo de Getúlio Vargas exalta a participação brasileira na Segunda GuerraArquivo Nacional do Brasil

DEMÓSTENES TORRES
04.set.2019 (quarta-feira) - 5h50
atualizado: 04.set.2019 (quarta-feira) - 7h07

Cheguei em Goiânia em 1964, aos 3 anos de idade, e fui morar com minha família na Vila Fama, bairro de classe média baixa, onde fiz amizades com crianças, de minha geração, várias delas filhas de estrangeiros que se mudaram para o Brasil após o término da Segunda Guerra Mundial.

Vivia entre poloneses, italianos, iugoslavos, alemães, húngaros, austríacos, ucranianos, fora os libaneses, que nunca pararam de chegar, e um pouco de palestinos. Havia um número grande de baianos, que naquela época vinham para Goiás atraídos pelas oportunidades geradas com a criação recente de Goiânia e Brasília. Ali também moravam judeus, que, pensava eu, porque assim era explicado, vieram do Estado de Israel (só muito depois soube que quase todos jamais botaram os pés lá).

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Não havia rusgas significativas entre ninguém. Todos viviam em paz: alemães e poloneses, judeus e palestinos. Minha família era muito numerosa, e me tornei cunhado de 2 baianos e uma baiana. De vez em quando, se falava sobre a guerra, especialmente quando aparecia um “pracinha”, nome que se deu aos militares brasileiros que combateram, como “Aliados”, na Itália, as forças do “Eixo”. Tínhamos dois: um morava lá mesmo e nos contava histórias assombrosas dos combates e de como, valentemente, dobrara a espinha do mal, corporificado nos demônios Hitler e Mussolini; o outro morava no Centro, aparecia de vez em quando, às vezes fardado e com medalhas no peito. Dele se dizia: “é neurótico de guerra”. Nós não sabíamos o que era neurótico, mas repetíamos. E quando eles passavam, havia um profundo respeito de adultos e crianças.

Cesar Campiani revela que 111 goianos lutaram na peleja italiana, mas sabe-se quase nada sobre eles.  Lembranças da Luta, livro das jornalistas Belisa Monteiro, Dérika Kyara e Letícia Santana, narra algumas de suas histórias. Nem todos são goianos, mas moravam em Goiás. Outros são tocantinenses (o Estado de Goiás foi bipartido em 1º de janeiro de 1989, e sua parte norte foi chamada de Tocantins).

O que gostávamos de fazer era estudar e disputar gincanas, no meu caso só a de conhecimento, já tinha peso a mais desde então. Os filhos de estrangeiros eram muito dedicados, e me lembro que passávamos o dia todo na biblioteca do Senai, ou na do meu irmão, estudando. O que muito mais tarde, em Jerusalém, me ajudaria a “cortar o papo” de um padre alemão que arrostava que ninguém o venceria numa disputa sobre as capitais de diversos países do mundo. O padre foi bem até chegar na América Central e Caribe, aí sucumbiu e apanhou de capote.

Nessa época, na escola, tomávamos leite em pó, que vinha numa espécie de caixa de foguete com a ilustração de duas mãos se cumprimentando e os dizeres: “Aliança para o progresso”. O que era isso? Um programa idealizado pelo Presidente John Kennedy, em 1961, para durar 10 anos, projetando-se um investimento de 20 bilhões de dólares, principalmente da responsabilidade dos Estados Unidos, mas também de diversas organizações internacionais, países europeus e empresas privadas. Uma espécie de Plano Marshall. O projeto era um engodo, e, já em 1962, Roberto Campos o esculhambou, dizendo que os Estados Unidos estariam preocupados apenas com o “primado da estabilização” e não com o desenvolvimento econômico e social.

Na parede do “Bazar do Carvalho” apareceu uma vez uma frase sobre a qual ninguém sabia do que se tratava: “ditadura Costa e Silva”. As crianças tinham uma pista: Costa e Silva era o Presidente da República. Mas o que era ditadura? Veio a resposta: era como os comunistas chamavam os militares que mandavam no Brasil. Aí piorou. O que era comunista? Resposta: era gente que assaltava banco, atirava nas pessoas, sequestrava e vivia fazendo o mal. Mas essa descrição não combinava com os amigos do meu irmão mais velho, que viviam lá em casa e eram chamados de comunistas pelo meu pai. Muitos acabaram morando por lá um tempo. Só era esquisito porque eles não saíam de jeito nenhum e nós éramos proibidos de falar sobre eles. Meu irmão dizia que eles gostavam da comida da minha mãe, por isso não iam embora. Engraçado é que esses ingratos depois desapareciam e nunca mais voltavam. Só a revista Manchete chegava periodicamente. E como era bonita. Nunca vi nada igual na minha vida.

Meu pai foi dono do Cine Rex, juntamente com o “seo Santos”, um cerimonialista do Palácio do Governo, o que aumentava meu cartaz com os colegas, porque eles podiam entrar de graça. O cinema ficava na avenida Bernardo Sayão, mas, por ser sem recurso, só passava as fitas depois que elas saíam de cartaz nas grandes salas. Assim, o primeiro filme que assisti lá foi Dio, come ti amo!, e deve ter sido uns três anos depois de lançado, mais ou menos em 1969. Todos adoraram e choraram com a atriz Gigliola Cinquetti. Nessa época conheci, já velhinha, “Santa Dica”, a líder religiosa, curandeira e profetisa, que comandou, nos anos 1920, em Lagolândia, distrito de Pirenópolis, um movimento messiânico, o qual só foi reprimido com o auxílio de tropas estaduais. Ela morava perto do cinema do meu pai e todos a reverenciavam. Há um belo livro romanceado que descreve esse momento: Sete Léguas de Paraíso, de Antônio José de Moura.

O cantor infantil predileto da petizada era o Palhaço Carequinha. Rock, para nós, era Elvis e Beatles. Roberto Carlos mandava, junto com a Jovem Guarda. Dos festivais, em momentos díspares, me recordo de A Banda, com a Nara Leão; Alegria, Alegria, do mano Caetano, com o verso poderoso: “caminhando contra o vento, sem lenço, sem documento…” (todos achavam que deveria ser a primeira colocada); e, especialmente, Cantiga Por Luciana, ou só Luciana, na voz da Evinha, que tinha acabado de sair do Trio Esperança. Minha mãe, então com uns 50 anos, com 12 filhos, 2 já mortos antes mesmo d’eu nascer, era uma romântica, apaixonada pela era do rádio, e vivia cantando essa música, com sua voz miúda e afinadíssima, acompanhada, no assobio espetacular, pelo meu “irmão de criação”, Alexandre. E lá ia ela: “Luciana, abrace essa cantiga por onde passar…”.

Nessa época, deveria ter acontecido uma nova encíclica Rerum Novarum, porque o que víamos era demais para os nossos olhos: o início do movimento hippie com aquelas figuras espalhafatosas nos era explicado como pessoas desajustadas (as mulheres não depilavam as axilas, por exemplo), que não gostavam de ninguém e haviam abandonado a família, e, principalmente, que eram maconheiros, pois tomavam “chá de maconha” e ficavam doidões. Mas, quando aproximavam-nos deles, saudavam-nos com sorrisos, o dedo em “V” e uma frase arrebatadora, “paz e amor”. Além do que, era sempre um casal (que o povo dividia em gênero, “o Ripe e a Ripa”), com um menino no braço. Não era família?

A pílula anticoncepcional, lançada nos EUA em 1960, libertou a mulher, pois o sexo, na época, ainda era tratado apenas como meio de reprodução. Significou uma reviravolta no conceito de sexualidade, pois o casal podia passar a manter relações sexuais apenas por prazer.  Seu auge veio a seguir, com Woodstock, a efervescência do movimento estudantil e o avanço do feminismo. Comecei a ver ali uma revolução no mercado de trabalho pois, além da libertação das amarras domésticas, percebi que elas permaneciam obstinadas e estudavam mais que os coleguinhas, obtendo notas cada vez melhores.

A ecologia deixou de ser apenas uma coisa de chatos. A sociedade despertou para os problemas como a degradação ambiental e a exploração descontrolada dos recursos naturais, pois se comprovou que essas causas geravam consequências assustadoras, comprometendo a vida de todos os seres vivos, inclusive de nossa própria espécie. O pensamento geral na população do planeta mudou. A gente achava engraçada a pregação das sociedades alternativas dos anos 1960 porque era um movimento ecológico totalmente utópico, pois negava o desenvolvimento conquistado pelo ser humano e sugeria o retorno aos meios de vida totalmente naturais e integrados somente com a natureza. Hoje, o excesso foi abandonado, mas restou a ideia de um equilíbrio racional, em que não existam exageros e o ser humano esteja engajado com a preservação dos recursos naturais necessários à vida.

Minha turma do primário foi a última a fazer exame de admissão para o ginásio, e os colegas filhos de estrangeiros, passaram todos. Os brazucas ficaram sem escola por um ano, o que, naquela época, significava o fim da carreira escolar para muitos. A primeira coisa que percebi, como a escola era muito maior, é que havia, em todas as salas de aula, sequelados de “paralisia infantil” e, em quantidade menor, mas significativa, epiléticos, cujas crises espantavam porque muitos aprendiam em casa que, se socorressem, poderiam pegar a “doença”. Em casa, meu pai, que já tinha sido farmacêutico prático, ensinava o contrário, que tínhamos de acudir para evitar que pessoas em convulsão se machucassem ou afogassem. Então, enquanto quase todos corriam de medo, eu e meu irmão, um pouco mais velho, acudíamos os que estavam passando mal. Não sei a razão pela qual lembro disso; talvez, por um amigo do meu irmão mais novo, já na época de faculdade, ter morrido engasgado, em decorrência de um “ataque” que sofreu enquanto dormia. Seu filho mais velho ganhou o nome do amigo, Vitor.

Quando iniciei o “ginásio”, fazia sucesso uma música do Sidney Miller, cantada pelo MPB-4, chamada Pois é, pra quê?, e todos achavam que era do Chico Buarque, porquanto era ele a encarnação do “protesto” contra a ditadura, a qual, agora, todos já conhecíamos. A diretora do colégio era a tia Meire e lá, por orientação dela, se ensinava a Declaração Universal dos Direitos do Homem, que foi adotada pela ONU logo em seus primórdios, 1948. Nela, e em seus múltiplos tratados e convenções, se aprendia a eliminar todas as formas de discriminação racial ou contra a mulher, os direitos da criança e dos portadores de necessidades especiais, a abjeção à tortura e outros tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes. O direito a ter um julgamento feito em cortes criadas por lei, com um julgador imparcial e muito mais. Aprendia-se que direitos humanos não eram “coisa de bandido”, mas de homem, para serem usados quando houvesse violação do estatuído em qualquer lugar do planeta.

Aos 16 anos, cursava o colégio Objetivo SP-G e resolvi fazer um poema, O Dia Em Que Pensei, juntamente com meu genial amigo Marcio Fernandes, então com 14 anos, dando uma visão poetizada dos tempos em que vivíamos. Imprimimos em mimeógrafo e distribuímos no intervalo das aulas nas duas unidades de nossa escola e no colégio Carlos Chagas, no Setor Universitário. Ao meio dia, nossos pais já estavam devidamente convocados pela direção da escola, que dizia não aceitar alunos “subversivos” e com uma carta de crédito que, em caso de reincidência, se converteria em “bilhete azul”. Abandonamos a literatura e nos convertemos em membros do Comitê Goiano Pela Anistia.

Quando era procurador geral de Justiça, em meados da década de 90 do século passado, na época do governador Maguito Vilela, solicitei, e ele atendeu, que fossem abertas as fichas que restavam do Dops em Goiás pois, grande parte fora destruída. Na minha, havia um relato de que eu era comunista, com menção ao poema. Quando fui Secretário de Segurança Pública e Justiça, no primeiro governo de Marconi Perillo, solicitei, e ele aquiesceu, que quaisquer documentos de inteligência referentes aos governos militares fossem, igualmente, expostos a interessados, jornalistas e pesquisadores. Pouca coisa também sobrara, mas estava lá referência parecida. Ou seja, destruíram o essencial e ficou a “soca”.

Esses relatos vieram à minha mente, a propósito da lembrança do início da Segunda Guerra Mundial, quando a Alemanha invadiu a Polônia e começou o conflito que levaria à morte mais de 65 milhões de pessoas, civis e militares. Relatei um pouco de minha vivência num Brasil acolhedor, embora os tempos fossem sombrios. A civilização ocidental construiu um arcabouço que não aceita mais retrocessos. Qual a razão de se perseguir pessoas por orientação sexual, racismo, ambientalismo ou por pura chatice, como ocorre com os politicamente corretos? Por que atacar esquerdistas ou direitistas por conta de suas opções ideológicas? O que autoriza o emprego da lei contra inimigos imaginários ou reais? É bom não confundir paciência com tibieza.

Einstein era um notório pacifista, mas não aceitava propostas tolas, de bem intencionados que advogavam a paz. Ele era capaz de mudar suas atitudes quando se via diante de fatos novos. Um de seus melhores biógrafos, Walter Isaacson, relata que, no início de 1933, com a ascensão de Hitler ao poder, respondeu a um ministro holandês que queria seu apoio para uma organização pacifista: “A época presente não é auspiciosa para que se continue a defender certas propostas do movimento pacifista radical. Por exemplo, teríamos justificativa para aconselhar um francês ou um belga a recusar o serviço militar diante do atual rearmamento da Alemanha? Francamente, não creio”.

Devemos, todos, olhar a ascensão da idiotia violenta e quedarmos inertes? À caneta, senhores.

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Autores

Demóstenes Torres

Demóstenes Torres

Demóstenes Torres, 58 anos, é ex-presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, procurador de Justiça aposentado e advogado.


Poder 360

Goldman morreu lutando contra o embuste na política, escreve Xico Graziano

Ex-governador morreu no domingo

‘Admirava-o pela sensatez’, diz Xico

‘Sinto vergonha do proselitismo esquerdista’

‘Que orientou o início de minha carreira’

Goldman foi governador de São Paulo e presidente nacional do PSDBSérgio Lima/Poder360 - 6.dez.2017

XICO GRAZIANO
04.set.2019 (quarta-feira) - 5h50
atualizado: 04.set.2019 (quarta-feira) - 7h07

Cravei em Alberto Goldman meu primeiro voto para deputado estadual. Foi nas eleições de 1974. Embora proscrito, o Partido Comunista Brasileiro (PCB), que o amparava, dava as cartas no movimento estudantil da Esalq/USP, em Piracicaba.

Lembrei-me daquela época após participar do velório na Assembleia Legislativa de São Paulo. Eu me dava bem com Goldman, falecido aos 81 anos neste domingo (1º.set.2019). Admirava-o pela sensatez, gostava de vê-lo, engenheiro que era, criticando projetos que não saíam do papel.


Voltei para casa entristecido e permaneci reflexivo. Parecia que um fantasma me atormentava, como que a revirar um passado que eu preferia esquecer. O que levou minha geração universitária, naqueles idos de 1970, a simpatizar com o comunismo?

Até hoje, tanto tempo passado, busco respostas para essa minha dúvida existencial. Havia, claro, aquele encanto, típico dos jovens, pela utopia da sociedade igualitária. Na teoria marxista, era belo e justo o socialismo.

Na prática, porém, desde o relatório Kruschev (1956) se sabia que o horror comandava a União Soviética. Em nome da “causa operária”, Stalin despachava os dissidentes para o pelotão, ou para os campos de concentração. Arquipélago Gulag.

Era contraditório, quase insano, defender a democracia apoiando um regime totalitário. Acontece que nós, estudantes, pouco sabíamos dessa cruel realidade. A desinformação sobre a cortina de ferro nos mantinha iludidos, defendendo como idiotas um sistema que negava nosso ideal libertário. Não me perdoo por essa roubada.

Por que nossos líderes não nos contaram a verdade? Por que acreditamos naqueles que diziam tudo ser “invenção do imperialismo norte-americano? Como pudemos justificar a “ditadura do proletariado”?

A doutrinação esquerdista não afetou apenas a política. Todo o nosso conhecimento sobre a realidade agrária vinha de historiadores marxistas –Caio Prado Junior, Nelson Werneck Sodré, Alberto Passos Guimarães– que enxergavam a sociedade sob a égide da luta de classes.

O viés ideológico obscurecia nossas mentes, impedindo-nos de entender, ao certo, a dinâmica da modernização tecnológica do campo. Na apresentação de meu livro Novo Mundo Rural (Editora Unesp, 2015), escrito em coautoria com Zander Navarro, fizemos um mea culpa. Esclarecemos como, e porque, abandonamos as antigas teorias marxistas.

Sinto, honestamente, certa vergonha do proselitismo esquerdista que orientou o início de minha carreira. Relendo minhas primeiras obras, como o livro Questão Agrária e Ecologia (Brasiliense, 1982), tenho vontade de dizer, parodiando abertamente FHC: esqueçam parte daquilo que escrevi.

Quando o mundo assistiu à queda do muro de Berlim (1989), escancarada ficou a ruína do paradigma comunista. Chegara ao final o período da Guerra Fria que tanto afetou a formação política, intelectual e moral, de minha geração.

Naqueles tempos, numa tarde, olhei para minha biblioteca e resolvi me livrar de centenas de livros. Não vi sentido algum em doá-los. Joguei-os na lata do lixo, destinados à reciclagem. Precisava, na verdade, reciclar minha cabeça.

O tempo passou. Em 1999, tomei posse junto com Alberto Goldman na Câmara dos Deputados. Ambos havíamos sido eleitos pelo PSDB. Passei a conviver ao lado de meu herói da época estudantil. O comunista virara socialdemocrata.

Ao me despedir de Alberto Goldman fiquei pensando no que restara dessa história. Quando, ano passado, deixei o PSDB para apoiar Jair Bolsonaro, ele me puxou as orelhas. Mas era astuto. Sabia que a podridão política chegara ao limite.

Esquerda ou direita, menos importa. Mais vale a decência na vida pública. Goldman era um homem correto. Morreu lutando contra o embuste na política.


Poder 360

Geladeira/Refrigerador Electrolux Frost Free - Duplex 371L DFN41 Branca 110V

Geladeira/Refrigerador Electrolux Frost Free - Duplex 371L DFN41 Branca

O refrigerador Frost Free DFN41 371 litros da Electrolux é o que faltava na sua casa. Isso porque ele possui Prateleira com porta latas reversível para 6 unidades. Prateleira que pode ser utilizada tanto como porta latas como prateleira regular. Maior organização e flexibilidade da porta com a prateleira 2 em 1. Cesta porta ovos para 12 unidades: Segurança e praticidade para seu dia a dia, formas de gelo suspensas que ocupam menos espaço e mantêm o gelo fora do contato com outros alimentos. E para garantir suas bebidas geladas em menos tempo ele conta com a função Drink Express, função acionada pelo painel para resfriar bebidas rapidamente. E seu sistema Frost Free facilita e muito o dia a dia, porque você não precisa descongelar. Leve agora esse refrigerador e tenha o melhor da Electrolux na sua casa.


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Boris Johnson perde maioria no Parlamento do Reino Unido

Cresce chance de adiamento do Brexit

Partido Conservador perdeu deputado

"Nunca vou abrir mão do controle de nossas negociações, como exige o líder da oposição", disse o premiê ao Parlamento

DEUTSCHE WELLE
03.set.2019 (terça-feira) - 19h47
atualizado: 04.set.2019 (quarta-feira) - 7h35

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, perdeu nesta 3ª feira (3.set.2019) sua maioria no Parlamento britânico, com a ida de um deputado da sua sigla, o Partido Conservador, para o Liberal Democrata, de oposição.

Philip Lee, parlamentar desde 2010, anunciou num comunicado sua mudança de partido, por não concordar com a postura do governo em relação ao Brexit. Em carta endereçada a Johnson e divulgada no Twitter, Lee afirmou que Londres está “perseguindo agressivamente um Brexit prejudicial”. Ele acusou o governo de “usar manipulação política, bullying e mentiras”.


Johnson tinha até então uma maioria apertada, de apenas uma cadeira, incluindo seus parceiros de coalizão, o Partido Unionista Democrático (DUP), da Irlanda do Norte.

Os legisladores retomaram os trabalhos nesta 3ª após o recesso parlamentar de verão, em um dia que pode ser crucial para o confuso processo do Brexit: entre dez e 20 conservadores dissidentes, incluindo o ex-ministro das Finanças Philip Hammond, planejaram votar com a oposição e aprovar uma moção suprapartidária visando impedir uma saída da União Europeia (UE) sem acordo em 31 de outubro.

O projeto de lei exige que Johnson peça ao bloco europeu que adie o Brexit para 31 de janeiro, a menos que o Parlamento britânico aprove um novo acordo ou vote por um Brexit sem acordo até 19 de outubro. A renúncia de Lee reduziu ainda mais as chances de Johnson ganhar a votação.

Fontes do governo afirmam que o premiê pedirá ao Parlamento a aprovação de eleições gerais antecipadas, a serem realizadas em 14 de outubro, caso ele perca a votação da moção suprapartidária pedindo um adiamento do Brexit. A aprovação de eleições antecipadas exigiria um mínimo de dois terços do Parlamento.

Um desafiador Johnson garantiu aos legisladores que nunca se renderá. “Nunca vou abrir mão do controle de nossas negociações, como está exigindo o líder da oposição”, disse o premiê ao Parlamento, se referindo ao líder do Partido Trabalhista, Jeremy Corbyn. Johnson acusou os apoiadores do projeto de lei de querer “frustrar o vontade do povo” e “derrubar o resultado do referendo do Brexit de 2016”.

No momento em que o primeiro-ministro britânico começara a discursar, o deputado Phillip Lee atravessou o plenário da Câmara dos Comuns (câmara baixa do Parlamento) e, num gesto carregado de simbolismo, sentou-se junto à bancada pró-UE dos liberais democratas.

Por sua vez, Jeremy Corbyn afirmou em seu discurso que o governo de Johnson é “sem mandato, sem moral e, agora, sem maioria”.

Na segunda-feira, Johnson ameaçou expulsar os parlamentares do Partido Conservador que se unirem à oposição trabalhista para tentar bloquear uma provável saída sem acordo do país da UE.

O primeiro-ministro insiste em manter em aberto a opção do no deal (divórcio sem acordo com a UE), na tentativa de forçar Bruxelas a fazer concessões de última hora e aceitar um acordo que seja mais favorável economicamente ao Reino Unido.

A decisão do premiê, na semana passada, de suspender as atividades do Parlamento britânico  por cinco semanas, a partir de 10 de setembro, acirrou ainda mais as tensões e gerou uma onda de protestos pelo país. Muitos acusam Johnson de atentar contra a democracia.

A manobra deixa os parlamentares pró-UE com poucos dias para tentar impedir uma ruptura dolorosa com a União Europeia. Em recesso de verão desde 25 de julho, o Parlamento britânico retomou suas atividades nesta terça-feira e será suspenso novamente na próxima terça-feira.

Desde que assumiu o cargo em julho, após a renúncia de sua antecessora, Theresa May, Johnson promoveu uma reviravolta nas tradições políticas do país e inflamou os ânimos tanto das correntes favoráveis quanto das contrárias ao Brexit.

MD/dpa/rtr


Poder 360

Cid Gomes desmaia durante leitura de relatório do projeto da cessão onerosa

Senador passou mal

Foi socorrido por colegas

Senador falava na tribuna do plenário quando passou malReprodução/YouTube - 3.set.2019

PODER360
03.set.2019 (terça-feira) - 20h28
atualizado: 04.set.2019 (quarta-feira) - 7h35

O senador Cid Gomes (PDT-CE) desmaiou nesta 3ª feira (3.set.2019) durante sessão do Senado Federal em que ele relatava o projeto da cessão onerosa.

Eis o vídeo do momento (6min12seg). As imagens são da TV Senado. Quando a sessão foi suspensa, o áudio foi cortado:

O cearense foi atendido por colegas, entre eles, Otto Alencar (PSD-BA), que é médico. Segundos após se recuperar, Cid Gomes voltou a ler seu parecer sobre o projeto.

“Deu uma queda de pressão, faltou sangue na cabeça. E aí a solução é essa, deitar e levantar”, disse o senador após levantar-se.



Poder 360

Vaza Jato: Dallagnol avaliava se candidatar ao Senado

Se considerava ‘facilmente eleito’

Não descartou concorrer em 2022

Deltan Dallagnol analisava possível candidatura ao Senado nas eleições de 2018, segundo as mensagens da Vaza JatoArquivo/Agência Brasil

PODER360
03.set.2019 (terça-feira) - 22h51
atualizado: 04.set.2019 (quarta-feira) - 7h34

O site The Intercept publicou nesta 3ª feira (3.set.2019) 1 novo lote de conversas atribuídas a integrantes da força-tarefa da Lava Jato, no caso que ficou conhecido como Vaza Jato. Nos novos diálogos o coordenador da operação, Deltan Dallagnol, fala sobre a pretensão de se candidatar a uma vaga ao Senado nas eleições de 2018.

Nas mensagens trocadas em um chat consigo mesmo via Telegram, que funcionava como espaço de reflexão de Dallagnol, o procurador chegou a se considerar “provavelmente eleito”. Ele avaliou ainda que a mudança que desejava implantar no país dependeria de “o MPF lançar um candidato por Estado”.

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As mensagens também indicam que a candidatura não era meramente 1 plano pessoal de Dallagnol, mas 1 desejo de procuradores que ia além da Lava Jato e do Paraná. Ele afirma que teria apoio da força-tarefa caso decidisse concorrer.

Apesar de ver a política como “algo que está no meu destino”, Dallagnol decidiu no final de 2017 permanecer procurador da República, mas não abandonou a ideia de ver seu retrato nas urnas. “Tenho apenas 37 anos. A terceira tentação de Jesus no deserto foi um atalho para o reinado. Apesar de em 2022 ter renovação de só 1 vaga e de ser Álvaro Dias, se for para ser, será. Posso traçar plano focado em fazer mudanças e que pode acabar tendo como efeito manter essa porta aberta”, escreveu, em 29 de janeiro de 2018, numa longa mensagem enviada para ele mesmo.

A referência é ao senador paranaense Alvaro Dias, do Podemos, aliado da Lava Jato, cujo mandato termina em 2022. Dallagnol havia recebido 1 convite para ser candidato ao Senado em janeiro pelo partido de Dias —entregue por outro procurador da Lava Jato, Diogo Castor de Mattos. Poucos dias depois, fez a longa ponderação em que pesava os prós e contras de uma aventura política, também em um texto que enviou pelo Telegram para si próprio.

Na reflexão, ele se via dividido entre 3 opções. A primeira era se candidatar ao Senado, pois julgava que seria “facilmente eleito” e via “circunstâncias apontando possivelmente nessa direção”, entre elas o fato de que “todos na LJ apoiariam a decisão” de apresentar seu nome aos eleitores, em suas próprias palavras.

Mas o procurador viu “risco para a Lava Jato porque muitas pessoas farão uma leitura retrospectiva com uma interpretação de que a atuação desde sempre foi política”. “Pior ainda, pode macular mais do que a Lava Jato, mas o movimento anticorrupção como um todo, que pode parecer politicamente motivado. Por fim, a candidatura pode macular as 10+ (Dez medidas contra a corrupção) como uma plataforma pessoal ou de Deltan para eleição, retirando aura técnica e apartidária”.

Há ainda quem leia que uma atuação simbólica como a de Randolfe é inócua (como Josias de Souza), embora eu discorde (com Michael Mohallem). Além disso, ainda que seja algo que está no meu destino, como Joaquim Falcão disse, sair agora seria muito arriscado e não produtivo em comparação com outras opções”, continuou Dallagnol.

A 2ª opção colocada pelo procurador para si mesmo era prosseguir na carreira no Ministério Público Federal.  “Lutar pela renovação enquanto procurador: mantém a credibilidade, mas perde a intensidade que seria necessária”, disse. “Precisaria me dedicar bastante a isso e me programar. Para aumentar a influência, precisaria muito começar uma iniciativa de grupos de ação cidadã. Dois pilares seriam: grupos de ação cidadã em igrejas e viagens. Tem um risco de CNMP, mas é pagável, cabendo fazer uma pesquisa de campanhas públicas (de órgãos) de voto consciente, para me proteger.

Mas, por ver “riscos concretos à causa anticorrupção”, Dallagnol decidiu continuar como procurador, ainda que não tenha descartado concorrer em 2022. A 1ª menção à aventura política de Deltan Dallagnol no Telegram surgiu em meados de dezembro de 2016, numa conversa entre ele e o procurador Vladimir Aras, que trabalhava em Brasília. Aras é próximo de Dallagnol, e foi apoiado por ele como sucessor de Raquel Dodge na PGR.

Eis trechos das conversas:

14 DE DEZEMBRO 2016 – CHAT PRIVADO

10:30:29 Vladimir Aras Vc tem de pensar no Senado

12:58:02 Deltan Dallagnol Obrigado pelo incentivo, mas vejo muitos poréns

13:09:38 Aras Vc se elege fácil e impede um dos nossos inimigos no Senado: Requiao ou Gleise caem

13:29:56 Dallagnol Não resolve o problema. Ajuda se o MPF lançar um candidato por Estado. Seria totalmente diferente e daria trabalho, mas pode ser uma das estratégias para uma saída.

13:30:22 Dallagnol No PR não precisaria ser eu rs, mas eu apoiaria fortemente essa rede de candidatos

13:30:44 Dallagnol Ou pensamos alguma saída maluca, ou estamos ferrados

13:45:12 Aras Vc e Moro

13:45:14 Aras Ou Carlos

Em março de 2017,  Dallagnol foi abordado sobre a possível candidatura pela procuradora do DF Luciana Asper, mas desconversou:

1º DE MARÇO 2017 – CHAT PRIVADO

10:41:42 Luciana Asper Valdir Tem alguma chance de vc se candidatar a senador?? Alguns estão me perguntando.

11:57:18 Dallagnol Eu não gostaria, sendo sincero, por uma série de razões. Não é meu perfil, é uma turbulência na vida familiar, ganha menos, tem menos férias, fica tomando pedrada na vitrine num jogo de menitras, correria um risco grande ao me desligar do MPF, tem a questão da LJ etc. Contudo, tem muitas pessoas que respeito muito que estão incentivando, inclusive o pessoal da LJ. Hoje, descogito, e essa é a melhor resposta para quem pergunta, até para não expor o caso. A verdade é que quero em minha vida, em primeiro lugar, servir a Deus, e a Bíblia coloca que a vida do cristão é como o vento, que não sabe para onde vai. Se um dia decidir tentar, é porque entendi que é o melhor modo de servir a Deus e aos homens e por puro espírito público, porque vontade não tenho, Lu. Qual a sua impressão?

13:48:35 Luciana Asper Valdir Entendo vc perfeitamente! Penso exatamente como vc. E confio plenamente que Deus o guiará em todos os caminhos. Vc ouvirá a voz Dele e Ele te colocará onde Ele precisa para continuar no caminho de restauração do que deveria ser está nação que Ele agraciou com tantas bênçãos e foi tão maltratada pelos líderes até hj. Eu confesso que peço todos os dias a Deus para colocar o poder neste país nas mãos dos filhos Dele, verdadeiros cristãos que queiram dar a prosperidade planejada para este Brasil. Falta liderança do bem em todos os cantos. Vc já fez alguma escola no Mpf. Precisamos de um novo congresso sem duvida. Difícil avançarmos com o que vemos por lá. Precisamos de lideranças em todos os cantos! Deixa Deus te guiar que Ele saberá exatamente onde vc deve estar!

14:02:12 Dallagnol Valeu Lu. Quando lembrar, ore por favor pelas decisões que tomamos aqui.

14:40:25 Luciana Asper Valdir Sim. Sempre!

Em dezembro de 2017, Dallagnol comunicou ao amigo Hadler Martines sua decisão de não se candidatar:

18 DE DEZEMBRO de 2017 – CHAT PRIVADO

22:36:55 Deltan Dallagnol Grande Hadler, após muita reflexão, oração, ouvir muitas pessoas e chegando a um nível de convicção pessoal e fé bastante alto quanto ao que é melhor pensando em termos de movimento anticorrupção, ontem me antecipei ao meu deadline auto-imposto (tinha me colocado um deadline no fim de janeiro) e decidi não vou sair do MPF em 2018. Posso contar mais detalhes quando conversarmos pessoalmente, mas quis adiantar isso em primeira mão para Vc.

19 DE DEZEMBRO DE 2017 – CHAT PRIVADO

21:14:41 Hadler Favarin Martines Fala Delta! Cara, você terá meu apoio independente da decisão que tomar. Concordo que uma candidatura neste momento poderia envolver muitos riscos e no MPF você ainda tem muito a contribuir. Pessoalmente, acho que você é uma das maiores lideranças jovem do Brasil e isso poderá abrir grandes portas no futuro. Quem sabe num futuro próximo um cargo político possa ser interessante. Deus te abençoe! Conte comigo. Abs

22:45:49 Deltan Dallagnol Valeu irmãozinho pelo apoio e incentivo sempre. Sem Vocês seria uma brasa longe do fogo. Que possamos incendiar, juntos, corações, por mudanças. Grande abraço

Procurado pelo Intercept, Dallagnol respondeu, via assessoria, que “se lembra de ter feito reflexões sobre esse assunto [candidatura], mas não vai comentar pensamentos ou cogitações de caráter íntimo. As mensagens são oriundas de crime cibernético e têm sido usadas fora do contexto para acusações falsas”.


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Novo PGR deve ser homem e será indicado até 5ª feira, diz Bolsonaro

Afirmação feita à Folha de S.Paulo

Alcides Martins está descartado

O presidente Jair Bolsonaro diz que vai nomear 1 homem para o cargo de procurador-geral da República. Mas não adianta quem seráSérgio Lima/Poder360 - 29.ago.2019

PODER360
03.set.2019 (terça-feira) - 13h54
atualizado: 04.set.2019 (quarta-feira) - 7h33

O nome indicado para assumir o comando da Procuradoria-Geral da República deve ser anunciado até 5ª feira (5.ago.2019), segundo afirmação do presidente Jair Bolsonaro. De acordo com o presidente, será 1 homem. A informação foi dada em conversa com o jornal Folha de S.Paulo, no Palácio da Alvorada, noticiada em reportagem nesta 3ª feira (3.set.2019).


Durante 1 café da manhã com o diretor de redação da Folha, Sérgio Dávila, e o chefe da sucursal de Brasília do jornal, Leandro Colon, Bolsonaro relatou que o escolhido sairá do “bolo” de candidatos que o visitaram nas últimas semanas. “A criança deve nascer até 5ª”, disse o presidente.

A reunião teve apoio de duas pessoas da política: o vice-líder do governo no Congresso Marco Feliciano (Podemos-SP), e o ministro da Secretaria Geral da Presidência, general Luiz Eduardo Ramos. Além dos 2, participou e endossou o encontro Fábio Wajngarten.

De acordo o presidente, o novo PGR, seja quem for, vai “apanhar” apenas por ter sido escolhido por ele. “Tem que tirar nota 7 em tudo e ser alinhado comigo”, declarou.

Bolsonaro ainda descartou indicar o subprocurador da República Alcides Martins, vice-presidente do CMPF (Conselho Superior do Ministério Público Federal). Alcides pode assumir interinamente após o dia 17 de setembro, quando termina o mandato de Raquel Dodge.

O escolhido terá de ser sabatinado e aprovado em votação no Senado. Não há 1 prazo certo entre a indicação do presidente e essa votação.


Poder 360