Onyx vai propor prorrogação da GLO Ambiental na Amazônia

Ministro sugere que Forças Armadas estejam na região pelo menos até outubro

Onyx afirmou que em até dez dias governo deve apresentar plano para combater problema na Amazônia

Onyx afirmou que em até dez dias governo deve apresentar plano para combater problema na Amazônia | Foto: Valter Campanato / Agência Brasil / CP

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O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse nesta terça-feira que vai propor ao presidente Jair Bolsonaro a prorrogação da presença das Forças Armadas na Amazônia por, pelo menos, mais um mês, até outubro. No dia 23 de agosto, Bolsonaro autorizou uma operação de Garantia de Lei e Ordem (GLO), que ganhou o nome de GLO Ambiental, para que os militares atuem no combate aos incêndios na floresta amazônica. O prazo da ação se encerra em 24 de setembro.

"Fizemos o primeiro enfrentamento pontual nas áreas onde tivemos incêndios, mas é muito importante que se combata as causas, que estão ligadas à questão do desmatamento ilegal, do garimpo ilegal", disse Onyx, após reunião com os governadores dos estados da Amazônia ocidental (Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima), em Manaus.

De acordo com Onyx, as equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que atuam na fiscalização, também precisam do suporte das Forças Armadas na preservação da floresta.

Comitiva presidencial

Onyx lidera uma comitiva presidencial à Amazônia para discutir o combate ao desmatamento e às queimadas ilegais e colher propostas para um plano de desenvolvimento sustentável da região. Na segunda, em Belém, o grupo se reuniu com os governadores dos estados da parte oriental - Pará, Maranhão, Amapá, Tocantins e Mato Grosso. As reuniões deram seguimento ao encontro dos governadores com o presidente Bolsonaro, na semana passada, em Brasília .

Segundo o ministro da Casa Civil, nesta terça-feira, os governadores citaram, novamente, a regularização fundiária, o zoneamento econômico-ecológico (ZEE) e o desenvolvimento da economia verde como essenciais para um bom planejamento de políticas para a região. Eles pedem também que haja o monitoramento permanente dos focos de incêndios.

De acordo com Onyx, em cerca de dez dias, o governo federal deve consolidar as propostas e apresentar um plano estruturante para a amazônia brasileira. "Um plano que consiga fazer com que a produção e a preservação possam andar de mão dadas, fazendo com que a gente preserve esse grande patrimônio que o Brasil tem, mas, por outro lado, que os 23 milhões de mulheres e homens da Amazônia tenham boas condições de vida, capacidade de se desenvolver produtivamente", disse Onyx.


Agência Brasil e Correio do Povo

Novas imagens do Furacão Dorian são divulgadas

Publicado em 2 de set de 2019

A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA realizou um voo próximo ao olho do furacão de categoria 5 que atingiu as Bahamas.
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ANP discute mudanças para aumentar qualidade da gasolina no Brasil

Produto deverá ter maior octanagem para acompanhar tecnologia mundial de motores

Agência projeta mudança gradual para não inflar preços

Agência projeta mudança gradual para não inflar preços | Foto: Alina Souza / CP Memória

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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP ) realizou nesta terça-feira uma audiência pública para discutir uma proposta de resolução que trará modificações  com o objetivo de aprimorar a qualidade da gasolina automotiva brasileira. A resolução estabelecerá as especificações e as obrigações quanto ao controle da qualidade a serem atendidas pelos agentes econômicos, em substituição à Resolução ANP nº 40, de 2013.

O diretor da ANP, Aurélio Amaral, disse que as alterações que estão em debate refletem o trabalho permanente da agência de aperfeiçoamento da regulação. “Esse trabalho não é exclusivo para a gasolina. Já fizemos a regulamentação dos novos requisitos de qualidade para o biodiesel, diante do desafio do B11 (diesel com 11% de biodiesel). E estamos fazendo para outros combustíveis também. Esta semana, por exemplo, está na pauta da reunião da diretoria a especificação do GLP (gás de cozinha). Todas essas mudanças decorrem do trabalho regular da ANP de aperfeiçoamento da qualidade dos combustíveis”, disse.

Amaral disse que a ANP tem a preocupação de implantar as mudanças de maneira gradual, para que não gere um impacto relevante de preços para o consumidor. A revisão da especificação da gasolina automotiva contempla, principalmente, três pontos. O primeiro, é o estabelecimento de faixa de valores de massa específica da gasolina, o que significa mais energia e menos consumo.

O segundo, é relacionado aos parâmetros de destilação (especificamente sobre a temperatura de destilação no ponto 50% evaporado, ou T50), que afetam questões como desempenho do motor, dirigibilidade e aquecimento do motor. O terceiro é a fixação de limites para a octanagem RON presente nas especificações da gasolina de outros países. A fixação de tal parâmetro mostra-se necessária devido às novas tecnologias de motores e resultará em uma gasolina com maior desempenho para o veículo.


Agência Brasil e Correio do Povo


POLÍTICA

Retirada de exposição da Câmara da Capital é censura, dizem cartunistas

EUA ordenam que 1 milhão de pessoas deixem suas casas por causa de furacão

Nas Bahamas, autoridades locais afirmam que Dorian deixou ao menos cinco mortos e 21 feridos

Após chegada do Dorian, ventos chegaram à velocidade de 215 km/h

Após chegada do Dorian, ventos chegaram à velocidade de 215 km/h | Foto: Scott Olson / Getty Images / AFP / CP

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O furacão Dorian, um dos mais poderosos já registrados no Oceano Atlântico, apresentou sinais de enfraquecimento nesta terça-feira, após castigar as Bahamas, provocando devastação e enchentes nas ilhas de Ábaco e Grande Bahama. A água atingiu o segundo andar de alguns edifícios e deixou pessoas ilhadas.

A expectativa é que o Dorian avance para o litoral dos Estados Unidos, onde as autoridades ordenaram que mais de um milhão de pessoas deixem suas casas.

Nas Bahamas, autoridades locais afirmam que ao menos cinco pessoas morreram e 21 feridos foram transportados para a capital por helicópteros da Guarda Costeira dos Estados Unidos.

"Estamos em meio a uma tragédia histórica", afirmou o primeiro-ministro das Bahamas, Hubert Minnis, ressaltando que o país sofreu uma "devastação extensa e sem precedentes". "Nossa missão agora é nos concentrarmos nas buscas, resgates e recuperação", afirmou.

Fortes chuvas continuam a castigar as ilhas no noroeste das Bahamas. Na manhã desta terça-feira, os ventos diminuíram de velocidade, chegando a 193 km/h, rebaixando o furacão para a categoria 2 na escala Saffir-Simpson, que vai de 1 a 5.
Segundo o Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC), baseado em Miami, a velocidade dos ventos mais alta registrada após a chegada do Dorian foi de 215 km/h.

O centro do furacão chegou a 40 quilômetros de Freeport, na ilha Grande Bahama, onde os ventos chegaram a 75 quilômetros por hora. Em todo o país, cerca de 13 mil casas foram destruídas ou gravemente danificadas, segundo estimativas da Cruz Vermelha.

Furacão Dorian nas Bahamas

O furacão Dorian deixou cerca de 13 mil casas destruídas ou gravemente danificadas nas Bahamas e deve seguir para o noroeste no final desta terça-feira e atingir o litoral dos estados americanos da Flórida, Carolina do Sul e Geórgia. Apesar das expectativas de que o Dorian permaneça sobre o mar, as autoridades mantêm os alertas para a região, uma vez que não estará muito longe da costa e pode ainda se deslocar para o continente.

Nove condados da Flórida lançaram ordens de evacuação. Na costa leste do estado, alguns postos de gasolina e aeroportos estão fechados, assim como o de Orlando, o maior da região. O Walt Disney World Resort, na mesma cidade, permanecerá fechado nesta terça-feira.

Na Carolina do Sul, mas de 830 mil pessoas em oito condados receberam ordens de evacuação. No estado da Geórgia, moradores de seis condados devem deixar suas casas.
O furacão Dorian se igualou a outros como o Gilbert, de 1988, o Wilma, de 2005 e o furacão do Dia do Trabalho, de 1935, como o segundo mais poderoso já registrado no Atlântico. O Allen, de 1980, com ventos de 306 quilômetros por hora, foi o mais forte da história, segundo o NHC.

*A Deutsche Welle é o canal de comunicação internacional da Alemanha.


Agência Brasil e Correio do Povo

Bahamas é devastada pelo Furacão Dorian

Publicado em 3 de set de 2019

Palmeiras arrancadas, casas destruídas e carcaças de carros pareciam flutuar em um mar de desolação.
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Lewandowski concede habeas corpus a ex-deputado Sossella

Ex-presidente da Assembleia Legislativa recuperou direitos políticos

Por Taline Oppitz

Ao ser condenado por concussão, pedetista abandonou mandato em 2018

Ao ser condenado por concussão, pedetista abandonou mandato em 2018 | Foto: Marcelo Bertani / Assembleia Legislativa RS / CP Memória

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Em decisão liminar, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski concedeu, na última terça-feira, habeas corpus ao ex-deputado Gilmar Sossella (PDT). No mesmo texto, o ministro determinou "o trancamento da ação penas pela ausência de tipicidade da conduta imputada ao paciente”. O recurso foi enviado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, no dia anterior à decisão, em 26 de agosto.

Com a decisão do ministro Lewandowski, Sossella recupera de forma integral os seus direitos políticos. Isto é, fica apto a participar de qualquer processo do âmbito político. Em dezembro de 2018, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou por unanimidade recursos especiais do ex-deputado e determinou a perda do mandato na Assembleia por crime de concussão (vantagem indevida). Na época, Ricardo Sossela assumia o cargo de presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.


Correio do Povo

Chefes de poderes discutem LDO antes de audiência no STF sobre congelamento

Encontro tenta antecipar o que será debatido com presidente da Corte, Dias Toffoli

Chefes dos Poderes gaúchos se reuniram na noite desta terça-feira no Palácio Piratini

Chefes dos Poderes gaúchos se reuniram na noite desta terça-feira no Palácio Piratini | Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini / CP

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Após o impasse sobre o congelamento das despesas em 2020, previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estar no Supremo Tribunal Federal (STF), os representantes dos poderes do Rio Grande do Sul estiveram reunidos no Palácio Piratini, na noite dessa terça-feira, para discutir alternativas. A ideia foi antecipar o que será debatido na segunda-feira, dia 16, quando está marcada audiência no STF. Encontro foi agendado pelo presidente da Corte, ministro Dias Toffoli. A reunião seria, inicialmente, na próxima segunda, mas houve o adiamento em função da "necessidade de participação dos demais entes públicos com orçamentos autônomos do Estado do Rio Grande do Sul na audiência de conciliação", conforme último despacho.

Apesar de não estar previsto na agenda oficial, o encontro teve a presença do governador Eduardo Leite e dos presidentes do Tribunal de Justiça do RS, desembargador Carlos Eduardo Zietlow Duro, do Ministério Público, o procurador-geral de Justiça Fabiano Dallazen, e da Assembleia Legislativa, Luis Augusto Lara, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Iradir Pietroski, e o defensor público-geral em exercício Antônio Flávio de Oliveira.

Foram mais de duas horas e meia de reunião e a previsão é de que outras duas ocorram ainda nessa semana, uma com viés técnico e outra com tom político. "Entendemos o receio dos Poderes. Se o ministro nos chamou para uma conciliação, é preciso que estejamos todos abertos à negociação, que não sejamos irredutíveis. Estamos analisando alternativas que possam ser chanceladas pelo STF e que atendam às necessidades do Estado", explica o governador. Apesar de admitir que a solução ideal para o Executivo é o congelamento dos reajustes, uma vez que o defícit projetado para 2020 chega aos R$ 4 bilhões, Leite também entende que "um conflito permanente com os outros Poderes não é de interesse do Estado". 

Em um tom otimista, Dallazen disse que a expectativa é avançar no sentido de que os poderes consigam o reajuste necessário para o próximo ano e, ao mesmo tempo, possam contribuir para auxiliar diante das dificuldades do Estado. Ressaltou que foram apresentadas algumas propostas iniciais e outras que estão em discussão. "Houve uma maturação na discussão".

Já o presidente do TJ, desembargador Carlos Eduardo Zietlow Duro, teve uma percepção mais discreta. Defensor da necessidade de ajuste prévio entre os poderes em razão de preceito constitucional, ele avaliou que, apesar de existirem negociações em andamento, ainda não houve avanço que indique uma solução para o problema.

Entenda

O impasse entre poderes vem ocorrendo desde a aprovação do projeto na Assembleia Legislativa, em julho. Após a sanção pelo governador, os poderes começaram a se articular com ações judiciais. Há duas semanas, o TJ emitiu uma liminar para suspender o congelamento das despesas, diante de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN), proposta pelo Ministério Público do Estado. Em resposta, o governador ingressou com uma ação no STF, para reverter a decisão.

Na segunda-feira passada, Leite esteve em Brasília buscando a compreensão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, no que diz respeito à liminar, proferida pelo Tribunal de Justiça gaúcho, que retira o limite de gastos de todos os poderes aprovado na LDO. O pedido de suspensão foi apresentado pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE). No dia seguinte, foi a vez do presidente do TJ-RS encontra-se com o ministro. Em resposta, Toffoli decidiu agendar uma audiência de conciliação, marcada para a segunda-feira (16/09), antes de tomar uma decisão.


Correio do Povo


PREVISÃO DO TEMPO

Quarta-feira será de sol e frio no RS

POLÍCIA

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Aprovada extinção da Previdência especial na Assembleia

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GRÊMIO

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Com Maicon entre os relacionados, Grêmio desembarca em Curitiba

INTER

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Nico López deve voltar a ser titular do Inter contra o Cruzeiro

SÉRIE B

Brasil vence o Londrina e tenta embalar na Série B
Fifa confirma Brasil entre postulantes para Copa do Mundo feminina em 2023

Pacote de obras prevê melhorias em ruas de São Leopoldo (RS)

Publicado em 2 de set de 2019

Prefeitura detalhou nesta segunda-feira quais pontos receberão os serviços de infraestrutura.
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Bolsa perde 100 mil pontos com fraqueza da indústria e dólar fecha em R$4,17

Principal índice da B3 teve constante queda e encerrou sessão aos 99.680,83 mil pontos nesta terça-feira

Principal índice da B3 teve constante queda e encerrou sessão aos 99.680,83 mil pontos nesta terça-feira

Principal índice da B3 teve constante queda e encerrou sessão aos 99.680,83 mil pontos nesta terça-feira | Foto: Marcello Casal jr / Agência Brasil / CP

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Em meio a dados fracos da indústria brasileira e americana e ao impasse nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China, o Ibovespa não conseguiu emendar o quarto pregão seguido acima da linha dos 100 mil pontos. O principal índice da B3 passou a maior parte do dia em queda e encerrou a sessão desta terça-feira aos 99.680,83 mil pontos, em baixa de 0,94%. Já o dólar tentou engatar queda mais forte nesta terça-feira, mas o movimento perdeu fôlego na parte da tarde. A moeda americana subiu ante divisas fortes, mas recuou ante emergentes pares do Brasil, com o México, Argentina e Colômbia. No final do dia, fechou aqui em leve queda de 0,09%, a R$ 4,1790.

As bolsas em Wall Street, que não abriram na segunda-feira, operaram em queda firme, refletindo temores de recessão nos Estados Unidos. O índice de atividade industrial lá caiu para 49,1 em agosto, apontando contração da atividade. E o índice dos gerentes de compras industrial (PMI, na sigla em inglês) recuou para o menor nível em 10 anos, refletindo a queda nas exportações.

Ao temor de prolongamento da guerra comercial e recessão americana somam-se as tensões em torno da saída do Reino Unido da União Europeia. O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, defensor ferrenho do Brexit, perdeu a maioria no parlamento, o que pode levar a novas eleições. "Com a economia brasileira parada, o mercado está muito sensível ao setor externo. Qualquer movimento de aversão ao risco acaba contaminando a bolsa", afirma Pedro Galdi, analista de investimentos da Mirae Asset, ressaltando que a volatilidade tende a continuar exacerbada.

O Ibovespa também sofre com a ausência de fatores internos capazes de dar sustentação aos preços das ações. O leve otimismo com a retomada da atividade econômica desencadeado pela alta de 0,4% do PIB no segundo trimestre foi abalado com a divulgação de queda de 0,3% da produção industrial em julho. "O PIB não anda, as reformas estão paradas e não há novidade nas privatizações. Isso tudo deixa o mercado com um pé atrás", diz Ariovaldo Ferreira, gerente da mesa de renda variável da H. Commcor.

O tombo do Ibovespa só não foi maior por conta da alta das ações da Petrobrás, a despeito doa queda dos preços do petróleo no mercado internacional. A ação PN da petroleira subiu 1,19%, ao passo que a ON ganhou 0,50%. A estatal informou nesta terça-feira que a produção de petróleo e gás, incluindo líquidos de gás natural, atingiu recorde em agosto, ficando em 3 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed). Entre as principais ações, Vale fechou em queda de 1,06%, e papéis do setor financeiro e siderúrgicas amargaram recuo superior a 1%.


Agência Estado e Correio do Povo

Bolsonaro pede para população "vestir verde e amarelo" pela Amazônia no 7 de setembro

Presidente lembrou que Collor "se deu mal" com sugestão, mas projetou cenário diferente

Presidente projetou mobilização para mostrar soberania do país

Presidente projetou mobilização para mostrar soberania do país | Foto: Evaristo Sá / AFP / CP

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O presidente Jair Bolsonaro convocou nesta terça-feira os brasileiros a saírem às ruas no próximo sábado, dia 7 de setembro, vestindo verde e amarelo para mostrar que "aqui é o Brasil" e que "a Amazônia é nossa". "A gente apela para quem está nos ouvindo, para quem está em Brasília, quem por ventura estiver no Rio de Janeiro, em São Paulo, que compareça de verde e amarelo. Eu lembro que lá atrás um presidente (Fernando Collor) falou isso e se deu mal. Mas não é o nosso caso. Nosso caso é o Brasil. Não é para me defender, ou defender quem quer que seja. É para mostrar para o mundo que aqui é o Brasil. Que a Amazônia é nossa".

Bolsonaro fez referência ao presidente da França, Emmanuel Macron, que defendeu um debate sobre a internacionalização da Amazônia, avaliando que essa declaração mexeu com os brasileiros e com a população de outros países da região. "Um presidente lá do outro lado do Atlântico resolver falar uma coisa que tocou a todos nós, falar em soberania relativa (da Amazônia). Mexeu conosco. Nós, brasileiros, e com os demais países da região amazônica. Nós queremos, sim, tirar uma posição disso. Isso serviu para acordar muita gente no Brasil que nem sabia o que era Amazônia".

O presidente, que fará uma cirurgia abdominal no domingo, participará por teleconferência da reunião regional para discutir a crise ambiental e diplomática provocada pelos incêndios na Amazônia, prevista para a próxima sexta-feira, na cidade colombiana de Letícia, por iniciativa de Peru e Colômbia. A convocação para o protesto verde e amarelo foi realizada no Palácio do Planalto, durante o lançamento da "Semana do Brasil", uma campanha para incentivar descontos e promoções durante os dia 6 e 15 de setembro, por ocasião das comemorações do Dia da Independência. Segundo o governo, até o momento 4.680 empresas e entidades decidiram participar.


AFP e Correio do Povo


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