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O Antagonista

'Desestatização é a única alternativa', diz prefeito de Porto Alegre

Publicado em 3 de set de 2019

#VEJA #PAGINASAMARELAS
Após o recente leilão da primeira Parceria Público-Privada (PPP) do município e também de todo o estado do Rio Grande do Sul, o prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior, declarou que o próximo projeto que deve receber investimentos privados será o de saneamento, com o objetivo de acelerar a desestatização e melhorar os serviços públicos. “Estamos assinando um contrato de parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no mesmo sistema que o anterior, o da iluminação pública – onde o banco escolhe consultorias –, para uma PPP de saneamento básico de água e esgoto, que deve ser batido o martelo no ano que vem. Hoje, nós temos em Porto Alegre mais de 200 mil pessoas que não têm água de forma permanente no verão. E 45% do esgoto não é tratado. Isso não é aceitável”, disse Marchezan, em entrevista a editora de VEJA, Alessandra Kianek, no programa Páginas Amarelas.
No dia 29 de agosto, o consórcio I.P. Sul venceu o leilão de PPP de iluminação pública de Porto Alegre, realizado na B3, a bolsa de valores de São Paulo. O contrato, que prevê a troca de todas as lâmpadas comuns por LED na cidade num prazo de dois anos, vai gerar economia em torno de 1 milhão de reais por mês para a prefeitura. “Vamos gastar 45% menos do que gastamos hoje. E esse será o primeiro grande passo para uma smart city.”
O prefeito defende a desestatização para melhorar a saúde financeira dos cofres públicos. “A máquina pública está falida por causa das despesas de pessoal, seja no governo federal, estadual ou municipal. Assim, a única alternativa é a desestatização.” Segundo Marchezan, há 20 anos as despesas são maiores do que as receitas em Porto Alegre, além de crescerem numa velocidade maior. “Com as reformas estruturais que estamos fazendo, em um ano e meio a cidade estará fechando no azul pela primeira vez em mais de duas décadas.”
Em dois anos e meio de mandato, quatro pedidos de impeachment contra o prefeito já deram entrada na Câmara dos Vereadores de Porto Alegre, sendo todos rejeitados em votação – o último deles na semana passada. Segundo Marchezan, os pedidos foram originados por opositores contrários às reformas que estão sendo implementadas. “Eu não tenho apego ao cargo. Eu tenho apego aos meus princípios e aos meus valores e conceitos de gestão pública.”
Primeiro prefeito eleito em Porto Alegre pelo PSDB, Marchezan defende que o partido deveria olhar para trás ao falar em um “novo PSDB”. “Se tivesse mantido as suas pautas de quando esteve no governo federal, o PSDB teria tido eleito o presidente da República. Nós fomos o partido da Lei de Responsabilidade Fiscal, da reforma da Previdência, que não conseguiu fazer, o que criou o Coaf, que outros partidos querem colocar debaixo do braço, e o que deu início às concessões e privatizações. O meu PSDB é aquele liberal na economia e socialista na máquina pública, para dividir para toda a população.”
Segundo ele, o PSDB pode ter diminuído, porque se afastou das suas origens e se aproximou do populismo que invade todos os partidos. “Viramos o populismo de lacração. Tem de lacrar. Tem de dizer frases de efeito. O PSDB deveria voltar para as suas origens e se comunicar melhor.”
Ainda sobre o partido, Marchezan afirma que, apesar de o deputado federal Aécio Neves ter sido um ótimo presidente do PSDB, infelizmente ele falhou e a confiança que os brasileiros tinham nele caiu. “Hoje, a imagem do Aécio não é boa para o partido.”
Marchezan também criticou o presidente Jair Bolsonaro. “Ele não percebeu a força que ele tinha quando ganhou a eleição. Quando ele se elegeu, Bolsonaro deixou os partidos de joelhos. Era uma grande oportunidade dele abraçar os partidos e de conseguir viabilizar de fato as reformas necessárias.”
Sobre uma possível reeleição, o prefeito não descartou ser novamente candidato.



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Exposição de Tutancâmon torna-se a mais visitada da história de Paris

Atração já recebeu mais de 1,3 milhão de visitantes na capital francesa

Visitantes querem saber mais da história de Tutancâmon, que foi coroado aos nove anos

Visitantes querem saber mais da história de Tutancâmon, que foi coroado aos nove anos | Foto: Timothy A. Clary / AFP / CP Memória

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A exposição "Tutancâmon, o tesouro do faraó" em Paris recebeu mais de 1,3 milhão de visitantes desde sua inauguração em março, o que a torna a mais visitada da história da capital francesa. "O número de ingressos vendidos para a exposição excedeu 1,3 milhão, passando o  número de visitas da amostra 'Tutancâmon e seu tempo', de 1967, que atraiu 1,2 milhão de visitantes ao museu Petit Palais, também em Paris, e cujo recorde não havia sido ultrapassado até agora", comemoraram os organizadores do evento nesta terça-feira.

A exposição ficará aberta até 22 de setembro. Ela foi primeiramente realizada em Los Angeles (710 mil visitantes) com objetos procedentes do Cairo. Viajará depois para Londres e, em seguida, Sydney.

Dinastia e seus mistérios

Um terço das 150 peças é exibida pela primeira vez fora do Egito e exposta no meio de um Egito cenário imersivo que procura levar o espectador aos mistérios que cercam a figura de um dos últimos soberanos da 18ª dinastia do Egito Antigo, coroado aos nove anos.

Todos os objetos vêm da tumba de Tutancâmon, descoberta em 1922 pelo arqueólogo britânico Howard Carter, no Vale dos Reis, um dos achados mais midiáticos da história, que deu origem à "Tutancomania", com filmes, livros e todos os tipos de itens à venda. Após sua turnê internacional, as 150 exposições retornarão ao Cairo para se juntar ao novo Grande Museu Egípcio.


AFP e Correio do Povo


LIVRO

Margaret Atwood e Salman Rushdie são finalistas do Booker Prize

Pesquisa aponta vitória de Fernández no 1º turno na Argentina

Candidato peronista tem 55,1% das intenções de voto

Candidato peronista Alberto Fernández lidera as intenções de voto para a eleição a presidente da Argentina

Candidato peronista Alberto Fernández lidera as intenções de voto para a eleição a presidente da Argentina | Foto: HO / FRENTE DE TODOS PARTY / AFP / CP

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O candidato peronista Alberto Fernández lidera as intenções de voto para a eleição a presidente da Argentina, mostra pesquisa elaborada pela consultoria Federico González y Asociados. O atual chefe da Casa Rosada, Mauricio Macri, aparece em um distante segundo lugar - e também é o mais associado à recente crise do país. Fernández, que tem como vice a ex-presidente Cristina Kirchner, tem 55,1% das intenções de voto - 22,6 pontos porcentuais a mais que a chapa Macri-Miguel Pichetto (32,5%).

O peronista dissidente Roberto Lavagna tem 6,1%, tecnicamente empatado o esquerdista Micolás del Caño (3,0%). Na sequência, aparecem o ex-militar Juan Gómez Centurión (1,9%) e o liberal José Espert (1,4%).

Para vencer a eleição no primeiro turno, em 27 de outubro, é necessário 45% dos votos ou mais de 40% desde que 10 pontos porcentuais a mais que o segundo colocado. Nas primárias obrigatórias, Fernández teve 47,65%; Macri, 32,08; Lavagna, 8,22%; Caño, 2,86%; Centurión, 2,63%; e Espert, 2,18%.

O estudo foi feito entre 28 e 31 de agosto, com 1.400 entrevistados. A pesquisa foi presencial na região metropolitana de Buenos Aires e pelo telefone no interior.
A margem de erro é de 2,7 pontos porcentuais e o intervalo de confiança é de 95,5%.

O levantamento mediu ainda a percepção dos argentinos sobre a responsabilidade pela crise atual. Macri foi apontado como o principal responsável por 53,2% dos entrevistados; seguido de Fernández (14,9%); os eleitores de Fernández (7,1%); Macri e Fernández por igual (6,9%); Fernández e seus eleitores por igual (6,0%); Macri, Fernández e seus eleitores por igual (4,9%); e os mercados internacionais (3,7%). Não responderam à pergunta 3,3% das pessoas ouvidas.


Agência Estado e Correio do Povo


MÚSICA

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CINEMA

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TEATRO

Peça “F.R.A.M.E.S” tem últimas sessões nesta semana na Capital

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Brexit sem acordo pode gerar prejuízo de US$ 16 bilhões para Reino Unido, diz ONU

Economistas destacaram que prejuízos devem ser "muito mais significativos" / Exportadores mais afetados serão os da indústria automotiva, origem animal e têxteis

Protestos ocorreram com placas,

Protestos ocorreram com placas, "desativem a bomba sem-acordo!" | Foto: Daniel Leal-Olivas / AFP / CP

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Um Brexit sem acordo faria os britânicos perderem 16 bilhões de dólares de exportações para a União Europeia (UE), e vários outros bilhões para outros países - alertou a ONU nesta terça-feira.

Em um estudo da Conferência das Nações Unidas sobre o Comércio e Desenvolvimento (Cnuced), os economistas da ONU indicam que uma perda do acesso preferencial "ao mercado da UE depois de um Brexit sem acordo causaria aos britânicos prejuízos em exportações de, pelo menos, 16 bilhões de dólares, o que representa 7% das exportações totais do Reino Unido para o bloco".

Os economistas destacaram que "é uma estimativa conservadora", já que os prejuízos devem ser "muito mais significativos", devido à introdução de "medidas não tarifárias, controles fronteiriços e interrupção das redes de produção" existentes entre Reino Unido e UE.

"A incerteza crescente" à medida que se aproxima a data-limite do Brexit retoma a situação "problemática" para os exportadores do Reino Unido, avaliou a Cnuced.

Segundo o estudo, os exportadores mais afetados serão os da indústria automotiva, bem como os setores de produtos de origem animal e têxteis.


AFP e Correio do Povo

Boris Johnson é derrotado no Parlamento, que votará lei para proibir Brexit sem acordo

Conservadores "rebeldes" se uniram à oposição, e primeiro-ministro garantiu que, se moção for aprovada, vai pedir eleições gerais

Grupo de 21 membros do Partido Conservador se uniu à oposição para impor derrota ao premiê

Grupo de 21 membros do Partido Conservador se uniu à oposição para impor derrota ao premiê | Foto: Jessica Taylor / Parlamento Britânico / AFP /CP

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Boris Johnson perdeu o controle sobre a saída do Reino Unido da União Europeia nesta terça-feira, quando os deputados abriram caminho para uma prorrogação do prazo de 31 de outubro. Em uma votação histórica, a Câmara dos Comuns do Parlamento britânico aprovou, por 328 votos contra 301,​ uma moção retirar do governo o controle da agenda parlamentar e assumir a iniciativa legislativa sobre a questão. Um grupo de "rebeldes" formado por 21 membros do Partido Conservador (Tory) se uniu à oposição para, juntos, aprovarem o debate e votação na quarta-feira de uma proposta de lei para tornar ilegal o Brexit sem acordo.

O primeiro-ministro reagiu e garantiu que, se a moção for aprovada, vai avançar com um pedido de eleições gerais. "Eu não quero uma eleição. O público não quer uma eleição. Mas se a Câmara votar nesta lei amanhã, o público terá que escolher quem vai a Bruxelas em 17 de outubro para resolver isso e levar esse país adiante.Todos saberão que, se o Muito Honorável (ironicamente se referindo ao líder da oposição, o trabalhista Jeremy Corbyn) for o primeiro-ministro, ele irá a Bruxelas, implorará por uma extensão, você aceitará o que Bruxelas exigir e teremos anos mais discussões sobre o Brexit. E, por outro lado, todos saberão que, se eu for primeiro-ministro, irei a Bruxelas por um acordo e farei um acordo. Mas, se eles não quiserem um acordo, sairemos de qualquer maneira em 31 de outubro", afirmou.

Downing Street indicou que um novo pleito poderia ocorrer em 14 de outubrom, e a secretária de negócios do Tory, Andrea Leadsom, disse que os rebeldes podem ser expulsos caso não votem com o governo amanhã. "Que não haja dúvidas sobre as consequências desta votação esta noite. Isso significa que o parlamento está à beira de fechar qualquer acordo que possamos conseguir em Bruxelas. Porque o projeto de amanhã entregaria o controle das negociações à UE. E isso significaria mais tremor, mais atraso, mais confusão. E isso significaria que a própria UE seria capaz de decidir por quanto tempo manter esse país no bloco", disse Johnson.


Correio do Povo

Canal de esquerda posta curta-metragem e simula o sequestro da filha de Moro em troca de “Lula Livre” (Veja o Vídeo)

Um canal do YouTube denominado Cactos Intactos acaba de colocar no ar um filme denominado “Operação Lula Livre”.

A tática sugerida para a obtenção do objetivo é o sequestro da filha do juiz em troca da libertação do “comandante”.

O canal tem apenas 42 inscritos.

O filme está no ar há duas semanas e já obteve quase duas mil visualizações. A grande maioria deu dislike e os comentários são todos depreciativos, alguns pedindo “cadeia” para os produtores.

Sem dúvida, uma verdadeira infâmia, com o claro objetivo de inflamar a torpe militância petista.

O canal Cactos Intactos descreveu o vídeo da seguinte forma:

“Troca de reféns era artifício empregado pelos heróis da resistência à ditadura, com o propósito de resgatar combatentes da democracia dos porões da repressão nos anos 70. Não deveria ser diferente em tempos de bolsonazismo, ademais em se tratando do preso político mais importante do mundo, ao lado de JULIAN ASSANGE, segundo NOAM CHOMSKY: LULA. O filme OPERAÇÃO LULA LIVRE é uma elucubração fabulatória relativa à progressiva iminência desta eventualidade histórica.”

O nível da produção demonstra claramente que existe alguém financiando essa barbárie.

O próprio canal fornece a informação de que os atores tiveram pelo menos 5 meses de ensaio.

Essa turma não tem limites.

Veja o vídeo:


Jornal da Cidade Online

Partido antissistema aprova coalizão com centro-esquerda e Itália formará governo

Premiê Giuseppe Conte superou diferenças após colapso do acordo da nacionalista Liga com o M5S

Conte recebeu aval do presidente para formar governo

Conte recebeu aval do presidente para formar governo | Foto: Quirinale Press Office / AFP / CP

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Após dias de impasse, membros do Movimento 5 Estrelas (M5S), partido antissistema da Itália, aprovaram a coalizão com o Partido Democrático (PD), adversários de centro-esquerda, abrindo caminho para um novo governo. Em votação online, 79,3% dos membros do M5S votaram a favor da coalizão, segundo o líder do partido, Luigi Di Maio. Agora, o premiê Giuseppe Conte pode prosseguir seu trabalho de formação de um novo governo e apresentar ao presidente italiano, Sergio Mattarella, uma lista de ministros.

O novo governo surgiu após o colapso da coalizão anterior, desfeita por Matteo Salvini, líder da Liga, partido de extrema direita. Ele havia sido o mais votado nas eleições de 2018, cujo resultado determinou um Parlamento tripartido entre nacionalistas (Liga), um grupo antissistema (M5S) e esquerdistas (PD). Sem maioria para governar, Salvini preferiu uma coalizão com o M5S.

Em maio, porém, nas eleições para o Parlamento Europeu, seu partido se tornou o mais popular da Itália, obtendo o dobro da votação do parceiro de coalizão. O resultado foi interpretado por Salvini como uma chance de desfazer o governo, convocar novas eleições e sair das urnas ainda mais poderoso.

A aposta parecia certa, mas Salvini não contava com um acordo entre esquerdistas e M5S. Na sexta-feira, a coalizão chegou a ser ameaçada por novas exigências de Di Maio, mas a votação sacramentou a aliança. A reviravolta foi um alívio para o establishment europeu, após 14 meses de uma dura retórica anti-imigração e do desrespeito às regras financeiras da União Europeia.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo