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Eduardo Leite deve rever congelamento total do orçamento para o ano que vem

Eduardo Leite procura uma solução para levar à reunião de conciliação com o TJ na semana que vem (foto: Felipe Dalla Vale/ Divulgação Palácio Piratini)

2 de setembro de 2019 Capa – Caderno 1, Economia, Geral, Notícias, Política, RS

O governador Eduardo Leite admitiu nesta segunda-feira (2), que terá que rever o congelamento absoluto de gastos para todos os poderes e órgãos do Rio Grande do Sul em 2020. Além disso, ele procura uma solução para levar à reunião de conciliação que acontece na semana que vem, que será mediada pelo presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Dias Toffoli. O encontro tem como tema a Lei de Diretrizes Orçamentarias (LDO), proposta pelo Executivo e aprovada pela Assembleia.

Durante o evento desta segunda, que aconteceu no Palácio Piratini, Leite disse que deseja verificar o que pode oferecer em um processo de conciliação que atenda aos interesses do Executivo e dos demais poderes do Estado. O governador relatou na cerimônia que segue achando que o ideal seria permanecer com o congelamento total do orçamento, mas que prefere evitar conflito com os demais poderes.

A proposta do governador para congelar o orçamento, aprovada pela Assembleia Legislativa, contraria os interesses de órgãos como Ministério Público (MP) e Tribunal de Justiça (TJ). Há um tempo, o TJ respondeu ao pedido do MP, e, através de liminar, derrubou o congelamento total proposto pelo Executivo.

O governo do Estado recorreu ao STF. O pedido de Leite foi analisado na última sexta-feira (30), pelo presidente da Corte, Dias Toffoli, que decidiu então realizar a reunião de conciliação.


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China premia ou pune com pontos os bons ou maus cidadãos

Dispositivo está em desenvolvimento, por tanto as regras não são claras e não é fácil para cidadão saber sua nota

Várias províncias, ou municípios, do país já estabeleceram estes sistemas de qualificação

Várias províncias, ou municípios, do país já estabeleceram estes sistemas de qualificação | Foto: STR / AFP / CP

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Pontos extras por doar sangue, mas uma pontuação baixa por passear com o cachorro sem coleira: a China testa um polêmico sistema que recompensa, ou penaliza, o comportamento dos cidadãos, e que pretende generalizar no ano que vem. Em um país conhecido por sua estrita vigilância policial, o dispositivo que ainda está em preparação faz temer a existência de uma sociedade com maior controle por parte do Partido Comunista no poder.

Várias províncias, ou municípios, do país já estabeleceram estes sistemas de qualificação, mas muitos cidadãos estão confusos. Falta coordenação, e as recompensas e as penalizações diferem de um lugar para outro, assim como os critérios de avaliação.

Em Pequim, perde-se pontos por comer no metrô e, em Xangai, por passear com o cachorro sem coleira. Na capital, os cidadãos que receberem uma pontuação muito alta podem ter vantagens para obter um emprego como funcionário público, ou uma vaga para os filhos no jardim de infância. Já em Qinghuangdao, 300 quilômetros ao leste, a recompensa seria um "certificado de cidadão modelo", ou um exame médico anual gratuito.

Sistema nacional em 2020

O governo central pretende criar em 2020 o sistema de "crédito social" em todo país. Mas "não haverá um sistema de pontos único para todos os cidadãos, é um mito", afirma Jeremy Daum, especialista em Direito chinês na Universidade de Yale, Estados Unidos. Pequim poderia recorrer a uma série de instrumentos, como um sistema de integração em uma lista negra, de denúncia pública, ou inclusive de qualificação coletiva.

"O governo não tem certeza sobre este assunto e tenta definir o que um sistema deste tipo poderia conseguir e quais seriam seus limites", opina Shazeda Ahmed, estudante de Doutorado da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos.

No ano passado, os tribunais chineses emitiram 17,46 milhões de proibições de voar e 5,47 milhões de pegar o trem de alta velocidade, segundo o Centro de Informação Nacional do Crédito Social. Por enquanto, as regras não estão claras. Também não é fácil para um cidadão saber sua nota. Às vezes, ficam sabendo por acaso.

"Um dos principais problemas com os atuais experimentos de crédito social na China é que a maioria das pessoas não sabe que está em uma lista negra", diz Zhu Lijia, professora da Academia de Administração Pública da China. "Também não se sabe sob quais critérios se pode estar em uma lista negra. Não está nem um pouco claro", acrescentou.

Projetos pilotos, como o da cidade de Suzhou, perto de Xangai, são acompanhados de um aplicativo de telefonia móvel, com o qual se pode verificar a pontuação. Na província oriental de Shandong, os locais viram surgir "classificações de confiança" na porta de suas casas no ano passado, até serem retiradas após um protesto dos habitantes.

"Controle totalitário"

As autoridades tentam convencer as pessoas de que seus direitos individuais não serão vulnerados. "O sistema não servirá para punir as pessoas", garantiu em junho Lian Weiliang, vice-presidente do Comissariado de Planejamento. Os defensores dos direitos civis acreditam, porém, que o sistema de crédito social pode dar ao governo - que já exerce muito controle sobre a sociedade - mais meios para sufocar qualquer possibilidade de dissidência.

Em 2016, o país contava com cerca de 176 milhões de câmeras de vigilância nos espaços públicos, contra 50 milhões nos Estados Unidos, por exemplo, segundo o centro de estudos IHS Markit. Até 2022, a cifra deve atingir o nível astronômico de 2,76 bilhões, ou seja, quase duas câmeras para cada um dos 1,4 bilhão de habitantes do país. Instrumentos que, junto com as técnicas de reconhecimento facial nas quais a China está na vanguarda, são preocupantes. Sem mencionar o risco de violação da vida privada, tanto os particulares como as empresas ignoram quais dados são acumulados em sua conta e por quanto tempo são conservados.

Embora o sistema atual careça de coerência, seus críticos temem que tenha o potencial de se tornar um dispositivo de controle que vigie até os aspectos mínimos da vida cotidiana. Para o escritor Ye Du, o crédito social é "um novo gênero de controle totalitário da sociedade", que dá aos governantes "um poder de vigilância sem igual sobre cada minuto da vida de cada um".


AFP e Correio do Povo

Maia é contra rever estabilidade de servidores públicos

Presidente da Câmara defende que novas regras sejam implementadas apenas para futuros servidores

Presidente da Câmara defende que novas regras sejam implementadas apenas para futuros servidores

Presidente da Câmara defende que novas regras sejam implementadas apenas para futuros servidores | Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil / CP

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), disse nesta segunda-feira, ser contra uma reforma administrativa que retire dos servidores públicos o direito à estabilidade. Ele entende que novas regras que vierem a ser implementadas devem valer apenas para futuros servidores. "No meu radar é tudo para frente. Essa discussão para trás eu acho ruim. Reduzir salário hoje de quem já entrou numa regra, eu acho ruim. Tirar estabilidade de que já entrou com essa regra, é ruim. Eu defendo, para que a gente tenha uma reforma administrativa mais rápida, e que atinja nossos objetivos, que não se olhe para trás. Olhe só para o futuro", disse após encontro com empresários no Rio de Janeiro, organizado pela Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig).

Maia informou que nesta quarta-feira será realizada na Câmara dos Deputados uma reunião para discutir as queimadas na Amazônia. Ele manifestou receio de que a situação cause impacto nos negócios do país. "Falei com a bancada do agronegócio, que estava muito preocupado com o dano [ao país], e que estava disposto a visitar outros parlamentos aqui na nossa região ou na Europa".

O presidente da Câmara voltou a defender que seja destinado para o combate aos incêndios na Amazônia parte dos recursos de fundo da Petrobras, composto por R$ 2,5 bilhões recuperados a partir da Operação Lava Jato, e repatriados por meio de acordos firmados entre a estatal, o Ministério Público Federal (MPF) e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos. O assunto está sendo avaliado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Maia sinalizou que não deverá levar ao plenário a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 187/2016, que trata da exploração de terras indígenas, aprovada na semana passada na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados. Foram 33 votos a favor, 18 contra e uma abstenção. "Eu avisei aos deputados. Não é um tema simples de ser debatido. Nesse momento, acho que estamos criando uma polêmica desnecessária no Brasil", disse Maia.

Questionado sobre a decisão anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro de vetar ao menos nove pontos do Projeto de Lei de Abuso de Autoridade, aprovado na Câmara dos Deputados no mês passado, Maia disse ser um direito do presidente da República. "Essa separação entre os poderes é importante, que fique muito clara. Cada um tem direito de cumprir sua função constitucional. A função do presidente é sancionar ou vetar. E a do Parlamento é manter ou derrubar o veto."


Correio do Povo

MDB-RS tenta lançar senadora Simone Tebet à presidência do partido

Gaúchos planejam adiamento da convenção nacional e realização de prévias, mas enfrentam oposição dentro e fora do Estado

Por Flavia Bemfica

"Reforma da Previdência estará promulgada em outubro", disse a senadora em Porto Alegre | Foto: Pedro Tesch / MDB / Divulgação / CP

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Em pelo menos três reuniões realizadas desde a noite de domingo, lideranças do MDB gaúcho definiram qual será a estratégia para tentar emplacar o nome da senadora Simone Tebet (MDB/MS) como candidata ao comando nacional do partido, mas não conseguiram que ela anunciasse publicamente sua candidatura. O grupo estabeleceu como prazo o final desta semana para tentar articular um adiamento de pelo menos um mês na convenção nacional da legenda, marcada para 6 de outubro, e que ela seja antecedida pela realização de prévias com a participação de todos os filiados.

“Só vamos ter clareza deste movimento nos próximos cinco dias. Vamos ver qual a reação do grupo lá, se eles estão somando conosco, porque ninguém quer dividir o partido. Precisamos fazer um mea culpa, mas não queremos apontar dedo e nem olhar para trás”, disse Tebet, que presida da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, na manhã desta segunda-feira, em Porto Alegre, durante encontro promovido na sede estadual da sigla para tratar do assunto.

Por enquanto, a senadora tem apoio de parte do MDB gaúcho, por onde o movimento começou, dos estados de Santa Catarina e Paraná, que estavam representados na reunião por seus respectivos presidentes, Celso Maldaner e João Arruda. E de seu próprio estado, o Mato Grosso do Sul. Juntos, os quatro estados possuem 24,5% dos 425 votos da convenção nacional. O RS, maior colégio do país, tem 41, SC tem 32, o PR 21 e MS 10.

A pretensão de lançar Tebet, contudo, esbarra em alas e lideranças de peso dentro do partido. E em resistências no próprio diretório gaúcho. Nacionalmente, o líder da bancada do MDB na Câmara dos Deputados, Baleia Rossi (MDB/SP), é apontado como franco favorito à sucessão do atual presidente, Romero Jucá. Ele é o preferido da bancada federal, onde já começaram as disputas sobre quem o deverá suceder na liderança. E tem apoio no atual comando após este ter visto naufragar a iniciativa de mudar o estatuto para que um governador (as apostas recaíam principalmente sobre Ibaneis Rocha, do Distrito Federal) pudesse assumir a presidência da sigla. SP, estado do deputado, tem 27 votos na convenção. Minas Gerais, apontada como aliada, tem outros 40.

Partidários da candidatura de Tebet no RS afirmam que a união em torno do nome de Baleia Rossi é mais uma ‘cartada’ do grupo que domina há décadas o comando nacional. E que o movimento não atende ao desejo de “refundação” do MDB como partido de centro, porque ele representaria “mais do mesmo”, já que é filho do ex-ministro da Agricultura, Wagner Rossi, aliado do ex-presidente Michel Temer. Já os críticos do nome de Tebet entre gaúchos argumentam que ela fala em refundação, mas que na prática é apoiada por antigos caciques. E que diz combater o fisiologismo, mas defende a participação da sigla no governo de Jair Bolsonaro (PSL), como fez na reunião desta segunda.

Posicionada ao lado do ministro da Cidadania, Osmar Terra, na mesa principal da reunião, Tebet usou argumentos conhecidos dos emedebistas para justificar as participações no governo: as qualificações pessoais e ‘o trabalho pelo bem do Brasil’. “O ministro está lá sim representando o MDB, mas não esse MDB fisiológico. Ele carrega a bandeira do MDB no governo, mas não está lá com o compromisso do MDB de apoiar o governo sejam quais forem as medidas que venha a tomar. A bancada no Senado, por exemplo, é independente, embora tenha um senador que foi escolhido para ser líder do governo. Alguns podem pensar que o que interessa é o novo. Eu repito que o que a juventude e o país precisam é do tradicional: são os costumes, os valores da ética, do trabalho e da história”.

Caciques x juventude no Rio Grande do Sul

Não tiveram o resultado esperado as articulações iniciais de parte do MDB gaúcho para que a senadora Simone Tebet (MS) assumisse uma candidatura ao comando nacional da sigla. Antes do encontro desta segunda-feira, caciques da sigla no Estado se reuniram, na noite de domingo, por mais de três horas na residência de Luís Roberto Ponte para fechar uma estratégia. Pela manhã, antes do encontro aberto ao público, fizeram uma nova rodada de conversações. E uma terceira no almoço e parte da tarde.

O ex-senador Pedro Simon não escondia sua contrariedade, após ter insistido, sem sucesso, para que Tebet se lançasse publicamente. Na manhã desta segunda, em público, a senadora disse que ele, Simon, é quem seria o mais indicado à função. Em outro momento do discurso, assinalou que não vai “fechar as portas do partido porque, se sou operária, sou operária para qualquer posição. Então não tem nada fechado”. Ao final, destacou que seu tempo ainda “é de semeadura, e não de colheita.” Parte do público, reunido para endossar o apoio à senadora, ficou confuso.

Enquanto Tebet falava, integrantes da Juventude do MDB discorriam, na plateia, sobre o que consideram uma tentativa de “Imposição dos caciques”. Porque a Juventude decidiu, em encontro realizado em 3 de agosto, em Gramado, lançar o deputado estadual Gabriel Souza à presidência nacional do partido. A maior parte das lideranças da chamada ‘velha guarda’ ignorou o movimento. E, em 19 de agosto, a executiva estadual nomeou uma comissão de ‘emedebistas históricos’, liderada por Simon, e integrada ainda por Ponte, Ibsen Pinheiro, José Fogaça e Cézar Schirmer, para articular um movimento pela renovação do comando nacional.

Na disputa, os ‘históricos’ assinalam que Souza também não representa de fato renovação, já que é afilhado político do ex-ministro Eliseu Padilha e, portanto, do grupo de Temer. “Na verdade eles querem é compor e ocupar espaço na executiva nacional, mas não representam uma mudança”, argumenta um dos interlocutores da comissão. “Respeitamos toda a história e todas as lideranças, mas discordamos do que está acontecendo aqui e reafirmamos que nosso candidato é o deputado Gabriel”, rebateu o presidente em exercício da Juventude do partido no RS, João Ricardo Vieira Oliveira.


Correio do Povo


ENSINO

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MUNDO

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Relator da Reforma tributária espera votar texto na CCJ em setembro

Para Rocha, reforma será baseada em princípios de justiça social

Relatório deve ser entregue ainda em setembro

Relatório deve ser entregue ainda em setembro | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / CP

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O relator da reforma tributária no Senado, Roberto Rocha (PSDB-MA), pretende entregar seu relatório nas próximas semanas. “Em meados de setembro pretendo entregar o relatório”, disse Rocha a jornalistas em entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira. Segundo o senador, seu texto terá como objetivos reduzir a carga tributária, sobretudo para os mais pobres, e desonerar a folha de pagamento das empresas, para estimular a geração de emprego.

“A gente está querendo aprovar uma reforma tributária baseado em princípios de justiça social, para simplificar, para estabelecer uma competição e modernizar o sistema atual, que é muito predatório, injusto e desigual. Penaliza os mais pobres. Temos que encontrar formas de desonerar a folha de pagamento, para dar oportunidade melhor de emprego para milhões de brasileiros”, disse o senador.

Seu relatório, baseado em uma proposta de reforma tributária do ex-deputado Luis Carlos Hauly, sugere a reunião de nove impostos em um só. Os nove impostos são o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), o Programa de Integração Social (PIS), a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), as Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e o Salário-Educação.

A proposta ainda não está fechada, mas a ideia é criar um imposto nos moldes do Imposto sobre Valor Acrescentado (IVA), utilizado em países como Portugal, Canadá e Japão. É um imposto cobrado em todas as etapas produtivas, desde a venda de uma matéria-prima até a última venda, para o consumidor final. O tributo se chamaria Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e ajudaria a aliviar pela metade a obrigação previdenciária das empresas. Sairia de 20% para 10% em cima do custo mensal do empregado.

“Se hoje você tem 20% de contribuição [previdenciária] patronal, baixa para 10%, aí você tem que buscar o que representa isso em dinheiro. Nas nossas contas vai dar mais ou menos R$ 125 bilhões por ano. Então temos que encontrar formas de fazer valer esse recurso porque isso é da previdência. Não se pode simplesmente tirar”, detalhou Rocha. É possível que o IBS tenha quer ser repartido entre União, estados e municípios. Caso isso ocorra, o valor do imposto poderá ser maior para atender todos os entes da federação.

Hauly participou da coletiva e defendeu a extinção dos nove impostos. “Já que é para fazer uma faxina, que faça bem feita”, disse. Sua proposta de reforma tributária chegou a ser aprovada na Comissão Especial da Câmara no final do ano passado, mas foi arquivada após o fim do mandato. Coube ao Senado, através de um grupo de senadores, resgatar a proposta.

Rocha tem ouvido várias ideias e opiniões antes de fechar seu texto e se considera otimista em uma aprovação no plenário do Senado. “Não cabe fazer um relatório só com a minha opinião. Ele só tem chance de ser aprovado, e sequer discutido, se expressar a média dos senadores. Estamos discutindo com todas as forças, econômicas, políticas e sociais. Se há um tema que une a política brasileira, que não tem governo nem oposição, é a reforma tributária”.


Agência Brasil e Correio do Povo

'Um dos dois ou os dois perderão a cabeça', diz Bolsonaro sobre presidente da ABDI e secretário do ministério da Economia

Presidente determinou apurações sobre entrevista de Luiz Augusto Ferreira, presidente da ABDI, à revista 'Veja'. Ele relatou ter recebido pedidos 'não republicanos' do secretário de Produtividade e Emprego, Carlos da Costa.

Por Guilherme Mazui e Laís Lis, G1 — Brasília



'Um dos dois ou os dois perderão a cabeça', diz Bolsonaro

'Um dos dois ou os dois perderão a cabeça', diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro informou nesta segunda-feira (2) que determinou uma apuração sobre as declarações do presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Luiz Augusto Ferreira, que relatou ter recebido do secretário especial de Produtividade e Emprego do Ministério da Economia, Carlos Da Costa, "pedidos não republicanos".

Segundo Bolsonaro, que concedeu entrevista no Palácio da Alvorada, Ferreira ou Costa, ou talvez os dois, perderão seus cargos.

Em entrevista à revista "Veja", Ferreira afirmou que Costa deseja demiti-lo porque ele não atendeu aos "pedidos não republicanos", sem dar exemplos do que seriam tais solicitações.

A TV Globo procurou a assessoria da ABDI, que confirmou as informações repassadas à Veja. Em nota divulgada à imprensa, Carlos Da Costa afirmou que "refuta terminantemente ter feito qualquer pedido não republicano". Ele disse, ainda, que vai tomar "providências" judiciais sobre o presidente da ABDI a respeito do que chamou de "denúncias infundadas".

Questionado sobre o tema nesta segunda, Bolsonaro declarou que está "louco" para saber detalhes do assunto e disse que já conversou sobre o tema com o ministro da Economia, Paulo Guedes. De acordo com a agenda oficial da Presidência, Bolsonaro tem um encontro marcado com o ministro nesta segunda, às 14h.

"Olha, eu tomei conhecimento, estou louco para saber. Já entrei em contato com o Paulo Guedes [ministro da Economia], eu quero saber que pedido é esse. Um dos dois, no mínimo né, vai perder a cabeça, um dos dois", afirmou Bolsonaro.

"Não pode ter uma acusação dessas. Daí vão dizer que ele ficou lá porque tem uma bomba embaixo do braço. Não é esse o meu governo. Já determinei para apurar, um dos dois ou os dois perderão a cabeça", acrescentou.

A ADBI é ligada ao Ministério da Economia e tem como objetivo melhorar a competitividade da indústria nacional. A escolha e nomeação do cargo de presidente da ABDI são atribuições do presidente da República.

O presidente Jair Bolsonaro durante entrevista à imprensa na portaria do Palácio da Alvorada — Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro durante entrevista à imprensa na portaria do Palácio da Alvorada — Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

Nota da Secretaria de Produtividade, Emprego e Competitividade

O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos Da Costa, refuta terminantemente ter feito qualquer pedido não republicano. Reitera que sua atuação sempre seguiu explicitamente as normas aplicáveis à Administração Pública Federal e aos princípios da ética e da integridade.

Todas as solicitações feitas pelo secretário foram literal e rigorosamente pautadas pelos princípios de economicidade, legalidade e legítimo interesse público. Nesse sentido, o secretário determinou que o atendimento das solicitações só poderia ser feito após a manifestação favorável das áreas jurídicas competentes.

Diante disso, estão sendo tomadas providências judiciais para interpelar o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Luiz Augusto de Souza Ferreira, sobre denúncias infundadas.

Secretaria de Produtividade, Emprego e Competitividade


G1

Depressão e ansiedade fazem disparar número de consultas psiquiátricas

| Foto: Unsplash


Entre 2016 e 2018 o aumento chegou a 20%. Planos de saúde começam a criar estruturas especiais para atendimento aos pacientes.

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O estresse e a ansiedade já faziam parte do dia a dia da comissária de bordo Carla (nome fictício), de 38 anos, há anos. Sempre ocupada, ela nunca deu grande importância para o problema. Quando o filho nasceu, em 2018, os sintomas, até então leves, se agravaram, levando Carla, em junho, a uma crise nervosa que a fez jogar o bebê-conforto com o filho no chão.
"Ele já tinha nove meses e praticamente não dormia. Eu estava sozinha, sem ninguém para me ajudar a cuidar dele, sem dormir há dias, já tinha procurado vários profissionais e nenhum soube como me ajudar. Então eu tive essa crise", conta ela.
Por sorte, o bebê não teve nenhum ferimento e a crise aconteceu dentro de uma clínica médica do plano de saúde de Carla. No local, ela foi imediatamente atendida por uma equipe de saúde mental estabelecida no espaço há alguns meses justamente com o objetivo de dar um atendimento mais especializado para pacientes com transtornos mentais, demanda crescente entre as operadoras de saúde brasileiras.
Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mostram que o número de procedimentos registrados pelos convênios médicos voltados à saúde mental têm crescido em ritmo muito superior à média dos demais tratamentos.
Enquanto as consultas médicas como um todo cresceram apenas 0,5% entre 2016 e 2018, o número de atendimentos com psiquiatras saltou 19,5% no mesmo período. Alta ainda maior foi observada nas sessões de psicoterapia, que aumentaram 35,6%.
As internações psiquiátricas, indicadas geralmente para pacientes com quadros mais graves, também aumentaram. No ano passado, foram 196,3 mil atendimentos do tipo ante 157,4 mil em 2016, alta de 24,7%. No mesmo período, as internações gerais feitas por planos cresceu apenas 3,8%.


Programas especiais

O quadro já faz alguns planos de saúde, como o de Carla, criarem programas especiais voltados para saúde mental, com ações direcionadas tanto a pessoas que sofrem com os transtornos mais comuns, como depressão e ansiedade, quanto para pacientes com quadros como autismo e síndrome de Down. Maior operadora do País, a Amil implementou, em oito de suas unidades próprias de atendimento básico, equipes de saúde mental formadas por um psiquiatra, um psicólogo e um assistente social.

"Esses profissionais auxiliam os médicos da família, responsáveis pelo acompanhamento de rotina, e também atendem pacientes encaminhados por ele", explica Nulvio Lermen Junior, diretor técnico de atenção ambulatorial da Amil. "(O aumento de transtornos psiquiátricos) é um problema muito relevante. Afeta a vida da pessoa em vários aspectos: diminui a qualidade de vida e a produtividade no trabalho, aumento o risco de suicídio e de internação e afeta todo o núcleo familiar, por isso que os planos precisam prestar atenção nisso.", diz.
Somente neste ano, as oito clínicas da Amil que contam com equipe de saúde mental já atenderam cerca de 1,6 mil pacientes dentro do programa, dos quais 512 estavam em situação de crise, como foi o caso de Carla. Depois do episódio, ela começou a tomar medicação para ansiedade e passa por psicoterapia semanalmente. "Acabou facilitando o meu tratamento ter os vários profissionais no mesmo local", conta.
A Care Plus, operadora com foco no segmento premium, também decidiu investir em um programa de saúde mental. Lançou em julho iniciativa que oferece aos beneficiários uma central telefônica 24 horas com uma equipe de psicólogos que fazem um primeiro atendimento e direcionam o paciente aos serviços necessários.
A empresa criou ainda um programa focado em crianças e adolescentes com condições como o autismo. "A ideia é que o paciente e todos os seus familiares tenham apoio psicológico e autorização facilitada para as terapias necessárias", explica Ricardo Salem, diretor médico da Care Plus. A Amil também lançará nas próximas semanas programa voltado a autistas.
De acordo com as empresas, o investimento no atendimento especializado de saúde mental não só melhora a qualidade de vida dos usuários como diminui o risco de complicações - ruins para o doente, mas também para o plano, que, nesses casos, tem mais gastos.
A preocupação das operadoras com essa demanda teve reflexo no número de programas de prevenção e promoção de saúde cadastrados pelos convênios junto à ANS. Entre 2016 e este ano, as iniciativas do tipo passaram de 31 para 42.


Agência Estado e Correio do Povo


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Brasil sente efeitos da crise argentina e dólar fecha em R$ 4,18

A tendência, segundo economistas, é que situação não tenha reversão nos próximos meses

A tendência, segundo economistas, é que situação não tenha reversão nos próximos meses

A tendência, segundo economistas, é que situação não tenha reversão nos próximos meses | Foto: Justin Sullivan / Getty Images North America / AFP / CP

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Reflexos da crise argentina e das tensões comerciais entre Estados Unidos e China fizeram o dólar subir 0,97% nesta segunda-feira e fechar a R$ 4,18. Na área comercial, também ficou evidente o impacto da crise do país vizinho. O Ministério da Economia divulgou que as exportações para a Argentina caíram 39,7% neste ano até agosto. Segundo economistas, a tendência é que não haja uma reversão nesse número nos próximos meses, dado o agravamento da situação do país na última semana.

O presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, destaca que este será o primeiro ano, desde 2003, em que o Brasil terá um déficit na relação comercial com a Argentina, já que os argentinos estão reduzindo drasticamente suas compras. A preocupação maior, porém, é com o risco de não pagamento por parte dos importadores argentinos, diz Castro. Isso porque, nos últimos dias, o presidente Mauricio Macri tem avançado com medidas de controle de câmbio e de capital.

Na última sexta-feira, o governo Macri anunciou que bancos não poderão mais distribuir lucros sem autorização do Banco Central. No domingo, foi proibida a compra de mais de US$ 10 mil por pessoas físicas. Por enquanto, pessoas jurídicas podem adquirir dólares para importação, mas não para pagamento de dívidas fora do vencimento ou de dividendos.

Em Buenos Aires, o pacote de medidas do governo teve resultado positivo. O dólar caiu 2,5% nesta segunda-feira e o Merval (principal índice da Bolsa) subiu 6,45%. A grande prova para o mercado argentino, no entanto, será hoje, pois ontem o americano estava fechado pelo feriado do Dia do Trabalho.

Contágio

O economista Robson Gonçalves, professor da FGV, acredita que o contágio financeiro da crise argentina deve ser superado rapidamente, pois o Brasil tem condições macroeconômicas mais sólidas. Ele afirma, porém, que o setor automotivo, grande exportador para a Argentina, deve sofrer mais, principalmente o segmento de veículos pesados. “Será um efeito localizado. Se o Brasil tivesse aquecido, seria natural que o consumo interno substituísse a demanda argentina. A questão é que o Brasil não vai bem. Nesse caso, qualquer ajuda é bem vinda”, diz.

Para Livio Ribeiro, do Instituto Brasileiro de Economia, da FGV, a cadeia de produção automotiva deverá se desorganizar com esse novo capítulo da crise argentina. Hoje, as fábricas do setor atuam de modo complementar, com uma marca produzindo veículos diferentes em cada um dos países. “Quando cai muito o consumo de um dos lados da fronteira, há mudança nos custos de produção do outro lado também”, diz. Apesar de ver a atual situação do país diferente da de 2001, quando a moratória foi declarada, Ribeiro afirma que o país “caminha em direção a uma nova moratória”.


Agência Estado e Correio do Povo

ERS-115 receberá investimentos após autorização do governador do Estado

Governador Leite, ao lado do secretário Costella, recebeu o deputado Gabriel Souza e lideranças industriais de Igrejinha. (Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini)

2 de setembro de 2019 Capa – Caderno 1, Geral, Notícias, RS

Considerado um dos pontos mais perigosos, o acesso ao Polo Industrial de Igrejinha, na ERS-115, receberá investimentos. Cerca de R$ 600 mil serão aplicados para facilitar o acesso ao local. O dinheiro para as obras foi autorizado, nesta segunda-feira (02), pelo governador Eduardo Leite. A obra será executada pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR).

Para explicar a importância das obras, estiveram com o governador o deputado estadual Gabriel Souza e lideranças industriais do município, que falaram sobre a relevância da realização das obras na região. Já o projeto, elaborado pela EGR, foi apresentado ao governador pelo secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella.

“Qualificar a infraestrutura das cidades também contribui para melhorar a qualidade de vida e, por consequência, faz com que as pessoas queiram viver nesses locais, mantendo, assim, nossos talentos no RS”, destacou o governador, durante a reunião.

De acordo com o vereador Guto Scherer, de Igrejinha, um dos líderes do movimento que pede a duplicação da via, mais de 370 mil veículos passam na ERS-115 por mês. É a principal rodovia de acesso a Gramado. No Polo Industrial, localizam-se cerca de 20 empresas.


O Sul