Alfredo Le Pera–História virtual | Clic Noticias



Resultado de imagem para Alfredo Le Pera
Alfredo Le Pera
Informação geral
Nome completo
Alfredo Le Pera
Nascimento
1900
Origem
São PauloSão Paulo (SP)
País
Brasil Brasil
Morte
24 de junho de 1935 (35 anos)
Nacionalidade
Argentina Argentino
Período em atividade
1931 a 1935
Outras ocupações
jornalista, poeta, letrista, tradutor, musicista
Gravadora(s)
CASA VICTOR
Afiliação(ões)
Mário Batistella (8 canções), Horácio Arturo Ferrer(2 canções),Carlos Cesar Lenzi (1 canção)e Carlos Gardel (2 canções) e Enrique Discépolo (1 canção)
Alfredo Le Pera (São Paulo1900 — MedellínColômbia24 de junho de 1935) foi um jornalistapoetacrítico de teatrocompositor e roteirista ítalo-brasileiro, considerado um dos grandes compositores do Tango . Grande parceiro de Carlos Gardel.

Índice

Biografia

Primeiros anos
Alfredo Le Pera nasceu no tradicional bairro do Bixiga em São Paulo, e era filho de imigrantes italianos.[1] Mudou-se com seus pais em 1902 para o Uruguai e posteriormente foi para a Argentina, onde trabalhou como jornalista, poeta, compositor e crítico de teatro.
O dia de seu nascimento e seu nome são dados controversos. Ruben Pesce (que escreveu uma biografia do poeta) afirma que seu nascimento ocorreu em 6 de junho de 1900, enquanto Tito Livio Foppa diz que foi em 4 de junho. O Irmão de Alfredo, José Le Pera, diz que ele nasceu em 6 de junho de 1900 e Orlando del Greco, diz 8 de Junho de 1900.
Aparentemente, a certidão dá a data de nascimento 7 de junho às 22:30 horas, e que o seu único nome era Alfredo. Porém, seu irmão José disse que o nome completo era Alfonso de Paula Alfredo Le Pera, e outros deram-lhe como Alfredo Le Pera Sorrentino. Em 1926 Le Pera perdeu a cidadania brasileira por haver se naturalizado argentino, por meio de decreto do então presidente Artur Bernardes.[2]
Alfredo estudou piano no conservatório “La Salvia“, com o professor Alfredo de María.
Quando cursava o ensino médio, escreveu um trabalho sobre literatura espanhola que impressionou o professor Vicente Martínez Cuitiño, que apresentou Alfredo aos círculos literários de Buenos Aires, por meio dos quais, o jovem Alfredo teve contato com: José IngenierosAlberto Vacarezza e José De Maturana[3].
Como jornalista
Martínez Cuitiño também apresentou Alfredo aos editores do jornal “Última Hora”, onde colaborou com artigos sobre peças de teatro. Nesse jornal, também trabalhava Luís César Amadori.
Alfredo ingressou no curso de medicina, mas abandonou no quarto ano, para dedicar-se exclusivamente ao jornalismo, onde continuou a escrever sobre teatro. Trabalhou em outros jornais, além do “Última Hora”, como o diário “La Acción” e, posteriormente: “Noticias Gráficas” e “El Telégrafo“. Nesse último jornal, teve como colegas: Pablo SueroEmílio Bastidas e Alberto Ballesteros, e chegou a ser chefe de seção, que teve como subordinado seu amigo Manuel Sofovich[3].
Contribuições ao teatro
Além de atuar como jornalista, a partir de 1923 foi assistente da companhia de teatro: “Los Podestá“, durante apresentações no interior do país e produtor executivo da companhia de teatro de Tomás Simari em Buenos Aires, no Teatro de Verano.
Juntamente com Pablo Suero e Manuel Sofovich, escreveu cenas para apresentações de teatro de revista no Teatro Sarmiento. Essas apresentações tiveram Mário Benard como empresário e o maestro Salvador Merico, como diretor de orquestra. Entre os atores estavam: Enrique Santos Discépolo, Bertha, Carmen Lamas e Aida Martínez.
Em 1931, fez uma amizade com o ator Pedro Quartucci, que o levou à direção de um grupo teatral chamado Teatro Cómico durante apresentações em Montevidéu.
Dentre as peças de teatro que ajudou a escrever, merecem destaque:
  • La sorpresa del año“, em parceria com Humberto Cairo, que estreio no Teatro Sarmiento, em 24 de dezembro de 1927;
  • Los modernos mandamientos“, peça para o teatro de revista, escrita em parceria com Alberto Ballesteros;
  • Melodía de arrabal“, que seria transformada em filme;
  • Que quieren los brasileños“;
  • Piernas locas, bocas rojas“;
  • La vida se va en canciones“;
  • Está abierta la heladera“;
  • Ya están secando con Broadway“;
  • La plata del bebé Torres“, escrita em parceria com Pablo Suero e Manuel Sofovich;
  • Opera en jazz“;
  • Piernas de seda“;
  • Un directo al corazón“, escrita em parceria com Antonio De BassiAntonio Botta e Carlos E. Osório;
  • Gran circo político“, escrita em parceria com Júlio Filiberti Escobar, exibida no Teatro Smart em 1931, dirigida por Félix Blanco e que contou com atores como Enrique MuiñoManolita Poli e Aída Cornaro[3].
Primeiros passos como letrista
No final da década de 1930, fez viagens à Santiago (Chile) como secretário de um empreendimento, comandado por Mário Benard, que pretendia divulgar o tango naquela cidade. Dessa companhia também participavam: Carmén LamasTânia e Enrique Santos Discépolo.
Durante uma dessas viagens, Discépolo compôs: “Carillón de la merced“, com letra de Alfredo e Discépolo.
Essa canção foi interpretada por Tânia e fez grande sucesso no Chile. Foi gravada pela Odéon e pela RCA-Víctor, interpretada por Ernesto Famá[3].
Contribuições ao cinema
Em 1927, fez uma viagem pela Europa, na qual teve contato com o cinema francês.
Em 1928, voltou a Buenos Aires, onde começou a trabalhar com Leopoldo Torre Ríos na tradução de filmes franceses e alemães.
No final de 1931, iniciou uma nova viagem à Europa para estabelecer contatos que trouxesse a realização de filmagens de produções cinematográficas na Argentina. Durante essa viagem, entrevistou: Alfred HitchcockJosephine BakerRené ClairGaby Morlay e Marlene Dietrich. Além disso, trabalhou tradutor de filmes em Paris, na Paramount, e em Berlim.
Em setembro de 1932, retornou a Paris para trabalhar [3], juntamente com Mario Battistella, na adaptação do roteiro do filme “Espérame“, dirigido por Louis Gasnier, no qual atuaria Carlos Gardel.
Nessa época, Alfredo ajudou, principalmente como letrista, a compor:
  • rumba: “Por tus ojos negros“, musicada pelo cubano Dom Aspiazú e em parceria com o uruguaio Lenzi;
  • zamba: “Criollita de mis amores” também conhecida como: “Criollita de mis ensueños“; e
  • os tangos: “Estudiante” e “Me da pena confesarlo“, musicadas por Gardel e em parceria com Batistella nas letras.
Durante as filmagens de “Espérame“, escreveu o roteiro de “Melodía de arrabal“, que teria os protagonistas interpretados por Gardel e Império Argentina que faria grande sucesso no público hispano-falante. Nesse filme, Gardel cantou o tango “Melodía de arrabal” e a canção crioula: “Mañanitas de sol“, duas obras conjuntas de Alfredo, Batistella e Gardel.
Posteriormente, Gardel atuou nas filmagens media-metragem publicitário: “La casa es seria“, no qual Alfredo trabalhou no argumento e nas letras do tango “Recuerdo malevo” e da canção melódica: “Quiéreme“.
Em novembro de 1932, terminadas as filmagens em Paris, Alfredo se mudou para Londres, onde trabalhou na tradução de filmes e escrevendo crônicas para jornais de Buenos Aires.
Durante o ano de 1933, cruzou várias vezes o Canal da Mancha para trabalhar como tradutor de filmes em Paris e Londres.
Em abril de 1934, se mudou para Nova Iorque para trabalhar com Gardel que atuaria em filmes gravados naquele país. Também assumiu a vice-presidência da Éxito Corporation, produtora cinematográfica presidida por Gardel[4].
Dentre os filmes que Gardel atuou como protagonista, gravados nos Estados Unidos pela Paramount, que contaram com a contribuição de Alfredo como roteirista e compositor de letras das músicas, podem-se citar:
  • Cuesta abajo“, gravado em Long Island na segunda quinzena de maio de 1934, no qual Alfredo trabalhou no argumento, nos diálogos e na letra das canções. Esse filme teve como diretor Louis Gasnier que desfigurou algumas dos elementos do roteiro escritos por Alfredo;
  • El tango en Broadway“, durante as filmagens, as disputas entre Alfredo e Louis Gasnier se acirraram, o que levou a troca do diretor;
  • Cazadores de estrellas“;
  • El día que me quieras“, a obra de maior sucesso, dirigida por John Reinhardt e que contou com a participação da atriz mexicana Rosita MorenoTito Lusiardo e Manuel Pelufo; e
  • Tango bar“, dirigido por John Reinhardt, que contou com a participação de Enrique De Rosas, Rosita Moreno, Tito Lusiardo e Manuel Pelufo.
Dentre as letras compostas nesse período e incorporadas aos filmes, merecem destaque:
  • Mi Buenos Aires querido“;
  • a valsa: “Amores de estudiante“; e
  • Criollita decí que sí“;
  • Impía“;
  • Por tu boca roja“;
  • Olvido“, interpretada por Carlos Spaventa; e
  • a zamba “En los campos en flor“, interpretada pela dupla Carlos Spaventa e Roberto Demoia (cubano);
  • Rubias de New York“;
  • Golondrinas“;
  • Soledad“;
  • Caminito soleado“;
  • o tango “Amargura“;
  • a canção crioula: “Apure delantero buey“;
  • El día que me quieras“;
  • Sus ojos se cerraron“;
  • Guitarra mía“;
  • Volver“;
  • Sol tropical“; e
  • Suerte negra“.
Alfredo também exerceu funções comerciais na empresa cinematográfica, trabalhando na distribuição das obras[5].
Última viagem
Em março de 1935, partiu de Nova Iorque, integrando a comitiva de Gardel, que visitou diversos países latino-americanos com o intuito de fazer apresentações musicais para promover os filmes de Gardel. Visitaram: Porto RicoVenezuelaArubaCurazao e Colômbia. Também estavam planejadas visitas ao PanamáCuba e México, que não se realizaram devido ao acidente de Medellín.
Em 24 de junho de 1935, estava no avião que sofreu o acidente no qual também morreu Gardel[5].

Carreira

Em 1920 ele iniciou a crítica de shows para os jornais El Plata, El Mundo, de última hora, de ação e de telégrafo. Em seguida, também começa a escrever peças de teatro.
Por motivos profissionais, ele fez várias viagens a Paris. Ao voltar para Buenos Aires começou a trabalhar na tradução e produção de sub-títulos para filmes mudos, tornando esta tarefa junto com Leopoldo Torres Rios, que mais tarde seria um relevante diretor de cinema argentino.
Trabalhando para a Paramount Pictures como tradutor de textos para filmes mudos, teve contato com Carlos Gardel, graças ao interesse da Paramount de divulgar a carreira de Carlos Gardel internacionalmente. Alfredo Le Pera escreveu uma série de scripts para os filmes Melodia de Arrabal, em 1933, Cuesta Abajo, em 1934, El Tango en Broadway, em 1934, El Dia en Que me Quieras, 1935 e Tango Bar, 1935. Alfredo Le Pera foi o criador das letras de tangos de mais qualidade, respeitando o espírito popular. Foi o artista mais importante na vida de Carlos Gardel, sempre lembrado pelos argentinos.

Filmografia

Parceria entre Alfredo Le Pera e Carlos Gardel

Músicas e letras de Alfredo Le Pera cantadas por Carlos Gardel
  • Amargura (tango)
  • Amores de Estudiante (waltz)
  • Apure, delantero buey (song)
  • Arrabal amargo (tango)
  • Caminito soleado (song)
  • Cheating muchachita
  • Criollita, deci que si (song)
  • Cuesta abajo (tango)
  • El día que me quieras (song)
  • Golondrinas (tango)
  • Guitarra, guitarra mia
  • La criolla
  • La vida en un trago
  • Lejana tierra mia (song)
  • Los panchos en Buenos Aires
  • Melodia de arrabal (tango)
  • Mi Buenos Aires querido (tango)
  • Olvido
  • Por tu boca roja
  • Por una cabeza (tango)
  • Quiereme
  • Recuerdo malevo (tango)
  • Rubias de New York (foxtrot)
  • Soledad (tango)
  • Suerte negra (waltz)
  • Sus ojos se cerraron (tango)
  • Viejos tiempos (tango)
  • Volver (tango)
  • Volvio una noche (tango)

Morte

Ver artigo principal: Desastre aéreo de Medellín
Alfredo Le Pera faleceu no dia 24 de junho de 1935 em Medellín, na Colômbia. Le Pera integrava a comitiva de Carlos Gardel, com os guitarristas José María Aguilar “O Índio Aguilar”, Angel Domingo Riverol e Guillermo Barbieri. O único a sobreviver foi José María Aguilar “O Índio Aguilar” embora com consequências graves que o impediam de seguir com a carreira musical.

Referências

  • https://spinfoco.wordpress.com/2013/05/27/alfredo-le-pera-um-compositor-de-tango-paulista/


  • Redação do jornal (16 de janeiro de 1926). «Decretos assignados pelo Sr. presidente da Republica». A Manhã, nº 17/1926 pág. 7. Consultado em 1 de maio de 2016


  • ALFREDO LE PERA EL GRAN LITERATO DEL TANGO, em espanhol, acesso em 18 de maio de 2017.


  • ALFREDO LE PERA SEGUNDA PARTE, em espanhol, acesso em 20 de maio de 2017.

  • ALFREDO LE PERA TERCERA PARTE, em espanhol, acesso em 20 de maio de 2017.

  • Wikipédia

    Neto de Lula morreu de infecção generalizada | Clic Noticias

    Causa da morte foi confirmada pelo Instituto Lula
    Arthur Araújo faleceu no dia 1º de fevereiro.
    Arthur Araújo faleceu no dia 1º de fevereiro. | Foto: Facebook / Divulgação / CP
    Instituto Lula confirmou que a causa da morte do neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva — Arthur Araújo Lula da Silva, de 7 anos — foi uma infecção generalizada causada pela bactéria Staphylococcus aureus. A assessoria do instituto não deu detalhes do caso, apenas confirmou reportagem do jornal Folha de S.Paulo que revelou ontem o motivo da morte do menino.
    Inicialmente, o Hospital Bartira, onde o neto de Lula deu entrada, chegou a divulgar que ele havia sido vítima de uma meningite meningocócica, doença contagiosa. Um mês após a morte, o deputado federal e ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT-SP) se manifestou cobrando explicações do hospital e da Prefeitura de Santo André (SP) pelo fato de o diagnóstico não ter se confirmado. O parlamentar chegou a dizer que houve uma corrida atrás de vacinas na cidade e que não havia motivo, uma vez que não havia sido nada contagioso.
    Nesta quarta-feira, a Secretaria de Saúde de Santo André divulgou uma nota em que afirmava que “foram descartadas: meningite, meningite meningocócica e meningococcemia”. Segundo médicos ouvidos pela Folha de S.Paulo, as infecções provocadas por Staphylococcus aureus podem ter vários graus, inclusive complicações que levam à morte. A bactéria entra no corpo por algum machucado e se multiplica. Não há proteção contra ela, apenas cuidados com higiene e limpeza de ferimentos.
    Procurado, o Hospital Bartira, da rede D’Or, afirmou apenas que “prestou todo o atendimento de forma imediata, proporcionando a assistência necessária ao caso. Qualquer informação adicional dependerá da autorização expressa da família”.
    R7 e Correio do Povo
    MUNDO
    Sessenta e quatro migrantes são resgatados no mar Mediterrâneo

    No Twitter, Fernando Henrique Cardoso critica Jair Bolsonaro e PT | Clic Noticias

    “Onde anda a sensatez?”, indaga FHC
    FHC afirma que, sem sensatez, democracia é difícil
    FHC afirma que, sem sensatez, democracia é difícil | Foto: Facebook / Divulgação / CP
    O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso recorreu ao Twitter para fazer um apelo à sensatez no debate político nacional. O tucano lembrou a polêmica recente na qual se envolveu o presidente Jair Bolsonaro (PSL) a respeito do nazismo e citou também a campanha feita pelo Partido dos Trabalhadores (PT) em defesa da liberdade para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como sinais de abandono da razoabilidade na política brasileira.
    “O presidente confunde os autoritarismos: chama os nazis de comunistas! O PT confunde Justiça com arbítrio, quer Lula livre, em vez do razoável, esperar os recursos preso em casa”, escreveu Fernando Henrique, que em seguida indagou “onde anda a sensatez?”, argumentando então que a democracia se torna difícil sem ela.
    Fernando Henrique Cardoso
    ✔@FHC
    O Pr confunde os autoritarismos: chama os nazis de comunistas! O PT confunde Justiça com arbítrio, quer Lula livre, em vez do razoável, esperar os recursos preso em casa. Onde anda a sensatez? Sem ela a democracia é difícil. Não desistiremos. Água mole em pedra dura, bate, fura.
    2.565
    1.066 pessoas estão falando sobre isso
    O tuíte de Fernando Henrique diz respeito aos debates que envolvem o chanceler Ernesto Araújo e o presidente Bolsonaro, que declararam que o nazismo foi um movimento situado à esquerda no espectro político-ideológico. As afirmações repercutiram nas redes sociais e levaram a críticas de opositores e especialistas no tema.


    Agência Estado e Correio do Povo

    Ali Khamenei–História virtual | Clic Noticias



    Ali Khamenei
    سید علی حسینی خامنه
    Período
    4 de junho de 1989
    até a atualidade
    Presidente
    – A.H. Rafsanjani (1989-1997)
    – M. Khatami (1997-2005)
    – M. Ahmadinejad (2005-2013)
    – H. Rohani (2013-atualidade)
    Período
    13 de outubro de 1981
    até 3 de agosto de 1989
    Primeiro-ministro
    Mohammad-Reza Mahdavi Kani (1981, interino)
    Mir-Hossein Mousavi (1981-1989)
    Dados pessoais
    Nome completo
    Ali Hosseini Khamenei
    Nascimento
    17 de julho de 1939 (79 anos)
    Meshed
    Progenitores
    Pai: Jawad Khamenei
    Cônjuge
    Khojaste Khamenei (desde 1964)
    Assinatura
    Assinatura de Ali Khamenei
    Ali Khamenei, ou Alī Hossayn̄ Khāmeneʾī, em persa آیت‌الله سید علی حسینی خامنه‌ای, (Mexed17 de Julho de 1939) é o atual Líder Supremo do Irã (Irão) e foi presidente do país de 1981 a 1989.[1][2] Alega ser descendente do profeta Maomé, (um saíde) como indicado pelo seu turbante negro. Em 2018, a revista Forbes classificou-o como a 17ª “pesssoa mais poderosa do mundo”.[3]

    Índice

    Biografia

    Ali Khamenei nasceu em Mexed, na província iraniana de Coração; sendo o mais velho dos sete irmãos. Khamenei começou a estudar na Hawza de Mexed ainda criança e em 1957 foi para Najaf, no Iraque.

    Declarações Públicas

    Em diversas ocasiões, Khamenei afirmou que o Holocausto é um evento cuja realidade é incerta e, “se aconteceu, é incerto como isso aconteceu”. [4] [5]
    Precedido por
    Ruhollah Khomeini
    Líder Supremo do Irã
    1989– atualidade
    Sucedido por

    Referências

  • «Ali Jamenei» (em espanhol). Consultado em 16 de Abril de 2012


  • «The Office of the Leader, Sayyid Ali Khamenei». Leader. Consultado em 4 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 18 de junho de 2009


  • «The World’s Most Powerful People». Forbes. 2018


  • «Iran’s Supreme Leader questions authenticity of the Holocaust in official video»The Independent (em inglês). 28 de janeiro de 2016. Consultado em 16 de março de 2019

    1. Maloney, Suzanne (21 de Março de 2014). «Oops, He Did It Again: Iran’s Supreme Leader Questions the Holocaust»Brookings (em inglês). The Brookings Institution

    Ligações externas

    Wikiquote
    Wikiquote possui citações de ou sobre: Ali Khamenei
    Flag of Iran

  • Wikipédia

    WhatsApp cria recurso para usuário decidir em qual grupo quer entrar | Clic Noticias

    Convite deverá ser aceito no prazo de até três dias para que o número seja adicionado em uma conversa com outras pessoas
    Novo recurso do WhatsApp ajuda a diminuir número de grupos no aplicativo
    Novo recurso do WhatsApp ajuda a diminuir número de grupos no aplicativo | Foto: Nicolas Asfouri / AFP / CP
    O WhatsApp anunciou nesta quarta-feira um recurso que dará mais controle aos usuários sobre quais grupos deseja fazer parte. Com um ajuste nas configurações, agora é possível escolher quem pode adicionar o seu número em uma nova conversa.
    Para ativá-lo, abra as Configurações do app, e então toque em Conta > Privacidade > Grupos e selecione uma das três opções: “Ninguém”, “Meus contatos”, ou “Todos”.
    “Ninguém” significa que você terá que aprovar a entrada em cada grupo para o qual foi convidado. O convite ficará disponível por até três dias, após esse prazo expira. “Meus contatos” significa que somente usuários da lista de contatos poderão adicionar o número a um grupo.
    A novidade está sendo disponibilizada ao poucos para usuários de celulares com sistema operacional Android e iPhones a partir da nova atualização do aplicativo.
    R7 e Correio do Povo

    Justiça manda Vale pagar pensão e seguro-saúde a vítimas de Brumadinho | Clic Noticias

    Decisão foi referente à ação civil pública (ACP) em que o Ministério Público do Trabalho
    Justiça determinou que Vale deve pagar pensão e seguro-saúde a vítimas de Brumadinho
    Justiça determinou que Vale deve pagar pensão e seguro-saúde a vítimas de Brumadinho | Foto: Douglas Magno / AFP / CP
    A Justiça do Trabalho de Minas Gerais determinou que a empresa Vale inicie, de imediato, o pagamento de pensão aos parentes de empregados falecidos e desaparecidos no acidente de Brumadinho. A decisão, da juíza Renata Lopes Vale, da 5ª Vara do Trabalho de Betim, desta quarta-feira, também obriga a manutenção do pagamento de planos de saúde para empregados próprios e terceirizados e seus parentes e a contratação de planos para quem não os tinha à época do rompimento da barragem da Mina Córrego Feijão, ocorrido no dia 25 de janeiro deste ano.
    “Desse modo, visando a afastar o risco de dano aos trabalhadores atingidos e sobreviventes, bem como aos familiares de todos os obreiros vitimados pela tragédia noticiada, determino à ré que.inicie o pagamento de pensionamento mensal aos dependentes dos empregados próprios e terceirizados falecidos em razão do rompimento da barragem, em valor equivalente a 2/3 da remuneração percebida por este, a partir do mês de abril/2019, mediante inclusão na folha de pagamento da empresa, com quitação a partir do quinto dia útil do mês de maio/2019, sob pena de multa de R$ 50 mil por cada descumprimento, aplicável mensalmente até que seja implantado o pensionamento”, diz a magistrada.
    A decisão foi referente à ação civil pública (ACP) em que o Ministério Público do Trabalho (MPT) pede a reparação dos danos sofridos pelos atingidos pelo rompimento da barragem de rejeitos, que resultou na morte e no desaparecimento de 308 pessoas, conforme os dados oficiais divulgados até o momento. A juíza ordena também que a Vale custeie o atendimento médico e psicológico dos empregados próprios ou terceirizados sobreviventes que estavam trabalhando no local do desastre no dia e de seus dependentes.
    Da mesma forma, determina que a empresa proceda ao ressarcimento das despesas com o custeio de atendimento médicos e psicológico já realizado pelos empregados próprios ou terceirizados sobreviventes que estavam trabalhando no local do desastre. Resposta da Vale Procurada, a mineradora divulgou nota afirmando que ainda não tinha sido notificada da decisão judicial. “Sobre a notícia de decisão judicial da 5ª Vara do Trabalho, a Vale informa que ainda não foi formalmente notificada e, caso tal decisão se confirme nesses termos, apenas ratifica os acordos celebrados entre a empresa e o Ministério Público do Trabalho nos dias 15 e 22 de fevereiro”, diz o texto.
    Agência Brasil e Correio do Povo
    INTER
    Odair exalta “caminho” do Inter ao enfrentar River “de igual para igual”
    Melo admite que faltou malandragem ao Inter contra o River
    GRÊMIO
    Grêmio tem obrigação de ganhar sempre, diz Everton
    Kannemann alerta para jogo rápido do Universidad Católica
    Após dificuldades nas negociações, Grêmio terá mil ingressos no Chile
    PITLANE
    Projeto lendário vai equipar 11 Porsche 930 com motores TAG de Fórmula 1
    POLÍCIA
    Idoso suspeito de pedofilia é preso em Cruz Alta
    MUNDO
    Carlos Ghosn é preso novamente em Tóquio

    Estúdio Veja: Visita de Bolsonaro a Israel foi precipitada | Clic Noticias



    Stream ao vivo realizado há 13 horas
    O presidente Jair Bolsonaro (PSL) volta nesta quarta-feira ao Brasil, após quatro dias de visita oficial a Israel. Por lá, fechou acordos com bilaterais nas áreas de ciência e tecnologia, defesa, segurança pública, aviação civil, segurança cibernética e saúde. Além disso, anunciou a criação de escritório de negócios em Jerusalém.
    O colunista de Veja, Augusto Nunes, e a editora Denise Crispim, analisam quais foram os impactos da visita para a imagem de Bolsonaro no exterior e se os acordos trazem benefícios para a economia brasileira. “Fazendo o balanço do que Bolsonaro mostrou em Israel se vê claramente que foi uma visita precipitada e na data errada”, avalia Augusto Nunes.

    Calor antecede chuva no Rio Grande do Sul nesta quinta | Clic Noticias

    Nebulosidade aumenta no decorrer do dia em todo Estado
    Porto Alegre será dividido entre sol e chuva nesta quinta
    Porto Alegre será dividido entre sol e chuva nesta quinta | Foto: Alina Souza / CP Memória
    O calor antecede a chuva que o Rio Grande do Sul vai receber nesta quinta-feira. De acordo com a MetSul Meteorologia, o sol aparece com nuvens em todas as regiões, especialmente durante a manhã, mas a nebulosidade aumenta no decorrer do dia.
    Uma massa de ar quente, úmido e instável cobre o território gaúcho, o que provoca a chuva ainda pela manhã em algumas localidades. No entanto, a instabilidade aumenta e deve chover em grande parte do Estado entre o fim da tarde e início da noite. Há possibilidade para temporais localizados e não se afasta a possibilidade de ventania e granizo.
    Em Porto Alegre, a quinta-feira será dividida entre sol e chuva. As marcas ficam entre 21°C e 33°C na Capital.
    Mínima e Máxima 
    São José dos Ausentes 15°C | 26°C
    Bagé 20°C | 27°C
    Rio Grande 22°C | 28°C
    Santiago 21°C | 28°C
    Santa Maria 21°C | 29°C
    Pelotas 21°C | 29°C
    Torres 21°C | 30°C
    Santa Cruz 21°C | 32°C
    MetSul e Correio do Povo

    Decisão sobre radares será debatida com critério técnico, diz ministro | Clic Noticias

    Tarcício Gomes também disse que o governo vai tomar medidas para diminuir o custo para obtenção da carteira de motorista
    Ministro foi questionado sobre a determinação durante audiência pública na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados
    Ministro foi questionado sobre a determinação durante audiência pública na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados | Foto: Cleia Viana / Câmara dos Deputados / CP
    O ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, defendeu nesta quarta-feira a decisão do governo federal de suspender um contrato para a instalação de radares em rodovias federais. O ministro foi questionado sobre a determinação durante audiência pública na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados.
    De acordo com Freitas, o debate sobre a instalação de radares será feito com base em critérios técnicos. “As vezes as decisões de onde colocar radar são tomadas de forma pouco técnica, o que a gente está trazendo é uma certa racionalidade para isso. Para que a gente chegue em um [resultado] ótimo em termos de investimento e manutenção. Isso tem que ser reequilibrado e [é] isso que estamos fazendo no momento”, disse o ministro.
    A suspensão recai sobre um contrato do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) que previa a instalação de 8.015 radares em cinco anos. A medida foi anunciada no domingo passado pelo presidente Jair Bolsonaro, por uma rede social, com o argumento de que objetivo principal da instalação seria arrecadar recursos para os estados.
    De acordo com o ministro, o governo quer colocar os radares em lugares onde são “necessários” e que o contrato do Dnit previa a instalação excessiva de radares e que o custo chegaria a R$ 1 bilhão. “São vários motivos que levam a acidentes e um deles é o excesso de velocidade. A falta de manutenção, de sinalização e o sono também causam acidentes. A gente começa a perceber que é preciso colocar radar nos locais onde o excesso de velocidade está conectado com acidentes”, disse.
    Nesta terça-feira, o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Mario Rodrigues Junior, disse que a agência também vai reavaliar os pedidos de instalação de novos radares nas rodovias que foram concedidas. De acordo com Rodrigues, muitas vezes a instalação de radares é determinada pela geometria da rodovia para se evitar acidentes. Ele disse que nos cerca de 9,7 mil quilômetros de rodovias concedidas à iniciativa privada estão instalados 633 radares.
    Carteira de motoristas
    O ministro também disse que o governo vai tomar medidas para diminuir o custo para a obtenção da carteira de motorista. De acordo com o ministro, que criticou a exigência do uso de simuladores, há um excesso de burocracia voltado para encarecer o procedimento. Uma delas seria o aumento no prazo para renovação da carteira.
    Freitas foi questionado pelo deputado Hugo Mota (PRB-PB) se o afrouxamento das regras para a obtenção da habilitação, em vez de reduzir, poderia aumentar o número de acidentes. “O Brasil não tem uma infraestrutura adequada de trânsito e os dados mostram que a maioria das mortes se dá por excesso de velocidade. Baixar o custo da carteira é importante, mas isso vai acarretar no aumento dos custos da saúde pública”.
    O ministro defendeu a redução dos procedimentos e disse que as decisões serão tomadas tecnicamente, ouvindo os diferentes setores. “A desburocratização não vai significar a precarização da formação do condutor. Meu pai morreu atropelado, não vamos brincar com a segurança de trânsito, mas não dá pra ficar com a burocracia estéril”, disse.
    Agência Brasil e Correio do Povo