Nova área de embarque, desembarque e check-in do Salgado Filho registra movimento intenso | Clic Noticias

Funcionários do aeroporto orientavam os usuários
Funcionários do aeroporto orientavam os usuários
Funcionários do aeroporto orientavam os usuários | Foto: Guilherme Testa
A terça-feira foi de movimento foi intenso no novo terminal de passageiros 1 do Porto Alegre Airport – Aeroporto Internacional Salgado Filho. Hoje entrou em funcionamento a nova estrutura. Os passageiros puderam utilizar, de maneira parcial, a nova área de embarque e desembarque no Salgado Filho. O espaço, que resulta da expansão do Terminal 1, fica em frente ao edifício de estacionamento, que está em fase de construção. O local possui 40 balcões de check-in no segundo andar. Inicialmente, os guichês serão usados para voos nacionais e internacionais. A primeira companhia aérea a operar no local foi a Gol. Até o final desta semana, as demais empresas deverão se instalar no novo espaço.
Funcionários do aeroporto orientavam os usuários para onde se dirigir para o embarque porque o terminal 1 ainda está sendo utilizado pelas companhias aéreas. Os passageiros que aguardavam para embarcar para outras cidades brasileiras e para o exterior não cansaram de elogiar a nova estrutura.
A arquiteta Amanda Salvi disse ter gostado do local em razão do espaço ampliado. “O terminal antigo era muito acanhado”, comentou a jovem que vai passar 15 dias na Itália. Já a guia de viagem Eliete Marques, que orientava um grupo de 28 pessoas que viajava para o santuário de Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo, elogiou a obra. “Ficou muito bonito e mais espaçoso. O antigo era uma tremenda aglomeração de passageiros”, destacou.
A agente de turismo Aidê Stürmer, que viajou a São Paulo para participar de uma feira de turismo, aprovou o novo terminal. “Gostei do espaço e dessa claridade. É um belo espaço”, ressaltou Aidê, que realizou fotos no telefone celular para mostrar o novo terminal aos colegas de serviço.
A LATAM Airlines Brasil recomenda atenção dos passageiros para as mudanças no Porto Alegre Aiprort – Aeroporto Internacional Salgado Filho. A partir das 3h30 de sexta-feira, dia 5 de abril, a companhia vai operar o seu check-in e seus totens de autoatendimento em nova posição no terminal, com infraestrutura mais moderna.
A transferência em Porto Alegre está coordenada com a concessionária local como uma das entregas das obras de expansão do Terminal de Passageiros 1 do Porto Alegre Airport. A companhia orienta os passageiros a programarem com antecedência a sua chegada ao aeroporto nos primeiros dias de operação na nova posição, para que possam se familiarizar com os novos fluxos do aeroporto. Nenhum voo da companhia será alterado com a transferência e a sua loja permanecerá na mesma posição atual.
Os clientes podem entrar em contato com a Central de Vendas, Fidelidade e Serviços pelos telefones 4002-5700 (capitais) e 0300-570-5700 (demais localidades) ou ainda acessar o site para obter mais informações. A previsão é concluir os trabalhos na área de ampliação do terminal de passageiros 1 do Porto Alegre Airport (Aeroporto Internacional Salgado Filho) até outubro de 2019, dentro do contrato de concessão. A pista, que hoje possui 2.280 metros de comprimento, ganhará mais 920 metros, até 2021.
Nesta etapa, serão investidos cerca de R$ 1,8 bilhão que contempla a contratação do consórcio, a compra de equipamentos e o desenvolvimento do projeto. A Fraport, que também administra o aeroporto de Fortaleza (Ceará). As empresas Fraport Brasil – Porto Alegre e a Fraport Brasil – Fortaleza foram estabelecidas no Brasil quando a Fraport AG conquistou através de licitação internacional do governo federal, a concessão dos aeroportos de Fortaleza e Porto Alegre pelos próximos 30 e 25 anos, respectivamente.
O Aeroporto Internacional Salgado Filho foi arrematado por R$ 382 milhões, dos quais R$ 290,5 milhões foram pagos no ato da concessão ao governo federal.


Correio do Povo

Depois de missão na Lua em 2024, Nasa confirma Marte para 2033 | Clic Noticias

Mike Pence anunciou que adiantará quatro anos do calendário de regresso à Lua
“A Lua é o campo de provas”, afirmou Jim Bridenstine | Foto: Divulgação / NASA
O regresso de astronautas americanos à Lua, anunciado recentemente para 2024, estará destinado a preparar a chegada do primeiro humano a Marte em 2033, disse nesta terça-feira o administrador da Nasa, Jim Bridenstine. “Queremos pousar em Marte em 2033”, declarou o chefe da Nasa em uma audiência no Congresso americano. “Podemos avançar no pouso em Marte avançando no pouso na Lua. A Lua é o campo de provas”, disse o ex-parlamentar republicano.
A Nasa está com pressa desde a semana passada, quando o vice-presidente americano, Mike Pence, anunciou que adiantará em quatro anos o calendário de regresso à Lua, de 2028 para 2024, último ano de um eventual segundo mandato do presidente Donald Trump. Muitos especialistas e legisladores do Congresso duvidam da capacidades da Nasa para cumprir esta nova data limite devido aos atrasos no desenvolvimento do foguete das missões lunares, o Space Launch System ou “SLS”, construído pela Boeing.
Uma missão para Marte durará ao menos dois anos devido à distância, já que apenas o trajeto de ida dura seis meses, em comparação com os três dias necessários para chegar à Lua. A ida e volta a Marte só pode ser feita quando o planeta vermelho está situado no mesmo lado do Sol que a Terra, aproximadamente a cada 26 meses. Em 2017, uma lei de financiamento da Nasa dispôs o ano 2033 como data de lançamento da primeira missão tripulada a Marte, mas a agência espacial americana falou em geral dos “anos 2030” em suas comunicações dos últimos meses.
A agência espacial quer aprender a extrair e explorar as toneladas de gelo que existem no polo sul da Lua. “O gelo de água representa ar para respirar, água para beber, combustível”, disse Bridenstine. “O objetivo não é apenas levar humanos à superfície lunar, mas provar que podemos viver e trabalhar em outro mundo”, acrescentou.
A legisladora democrata Eddie Bernice Johnson, presidente do Comitê de Ciência, Espaço e Tecnologia da Câmara de Representantes, pediu a Bridenstine para definir um preço para o novo planejamento. O chefe da Nasa disse que faria seu pedido de orçamento atualizado até 15 de abril.
AFP e Correio do Povo

Biblioteca de Alexandria–História virtual | Clic Noticias



Interior da antiga biblioteca de Alexandria.
Biblioteca de Alexandria foi uma das mais célebres bibliotecas da história e um dos maiores centros do saber da Antiguidade. Ficava situada na região portuária da cidade de Alexandria, no Egito. Nasceu durante o período helenístico, com o propósito de refletir os valores de sua época, ou seja, de apoio a difusão do saber grego clássico para o Oriente. A sua construção foi patrocinada pelo sátrapa do Egito, Ptolemeu, que, sendo um apreciador da filosofia grega — tal como o seu antecessor, Alexandre, o Grande — apoiou a criação de diversas escolas sediadas na Biblioteca, além de museus e coleções permanentes, que atraíram diversas figuras eminentes de todo o mundo antigo para Alexandria.[1]
O conhecimento popular da Biblioteca de Alexandria reside, contudo, no conhecimento popular da sua mítica devastação devido a um incêndio, resultando na destruição de diversos artefactos historicamente valiosos. O conhecimento da datação e das causas do incêndio é limitado, contudo, presentemente, há diversos debates em relação á verdadeira causa da aniquilação da Biblioteca. Nesse sentido, inúmeros historiadores acreditam que o incêndio foi provavelmente um dos diversos fatores que contribuiu para a sua destruição.[2]
Recentemente, o governo egípcio construiu uma nova biblioteca em Alexandria, inaugurada em 2002, perto do presumível local da antiga. Apesar de ter sido alvo de duras reprimendas pelo seu orçamento elevado, esta introduziu, como a sua antecessora também o fez, uma nova era de apoio ao conhecimento no norte da África[3]

Índice

Funcionamento e coleção da biblioteca

São quase inexistentes os vestígios arqueológicos do que um dia foi ou como funcionava a Biblioteca (e o Museu) de Alexandria. Acredita-se que estava localizada próximo ao porto, local que por ser em um primeiro momento submerso e posteriormente tomado por construções, não deixou pistas de sua arquitetura. Dessa forma, resta apenas confiar nos relatos de historiadores, como os de Estrabão, pois não há outra forma de se ter uma ideia de sua estrutura e funcionamento. [4]
Estrutura
Não existem indícios arqueológicos de nenhum tipo da Biblioteca de Alexandria, apenas rumores que levam a acreditar ter sido essa um salão composto por uma série de prateleiras, construídas conforme aumentava o número de rolos de papiros. Ela é conhecida por possuir também um departamento de aquisições e um de catalogações. [5]Devido à política de caça a manuscritos, a Biblioteca de Alexandria, no período de Ptolomeu II Filadelfo, já não comportava mais exemplares, quando foi construída a Biblioteca de Serapeu. Existem alguns escritos que mencionam a Biblioteca de Serapeu como uma sala de leitura com algumas estantes.[6]
Junto da Biblioteca de Alexandria existia também o Museu de Alexandria, sobre o qual foram deixados maiores relatos, que funcionava como um instituto de pesquisa. [7] Sabe-se que ele incluía um passeio (peripatos), uma galeria (exedera), jardins, paredes com pinturas coloridas, um zoológico e um santuário às Musas (mouseion), local onde os que ali frequentavam buscavam inspiração artística, científica e filosófica. Os intelectuais que estudavam na Biblioteca de Alexandria recebiam alojamento, alimentação, salários altos e isenção de impostos. Todo o conjunto era administrado por um sacerdote nomeado pelo rei.[8]
Coleção
O objetivo da biblioteca era conter em sua coleção “os livros de todos os povos da terra”, ou seja, dispor 500 mil rolos de manuscritos.[9] Ptolomeu foi o precursor dessa ideia, pois primava pela plena integração dos povos em torno do saber. Além de adquirir os maiores trabalhos intelectuais de sua época, a Biblioteca disponibilizava obras traduzidas para o grego e diversas outras línguas.[10]
O instrumento utilizado para catalogar a gigantesca coleção era chamado de Pinakes (Lâminas), que continha 120 livros com análises e listas cronológicas.[11] Todos os bibliotecários — matemáticosmédicoshistoriadorespoetasgeólogosastrônomosfilólogos e críticos textuais– contribuíram na composição da coleção da Biblioteca. Obras literárias de todos os tipos podiam ser encontradas nela, contudo, os livros sagrados ganharam maior destaque.[12]
Bibliotecários
Na Biblioteca de Alexandria o cargo de bibliotecário chefe era nomeado pelos próprios reis. [13] Um documento chamado Carta de Aristeu, datado do século II a.C, cita Demétrio como o presidente da biblioteca do rei. A partir disso, alguns historiadores acreditam que ele detinha grande poder dentro do palácio de Alexandria e consequentemente da Biblioteca.[14] Não há evidencias, contudo, que ele tenha exercido o cargo de primeiro bibliotecário chefe ou participado da direção da Biblioteca de Alexandria.[15] Tal classificação é mais comumente dada a Zenódoto de Éfeso.[16]
Zenódoto (325 a.C. – 260 a.C.), foi um filólogo e gramático grego,[17] nativo de Éfeso, cidade jônica situada na atual Turquia. Especialista em Homero, produziu a primeira edição crítica da Ilíada e da Odisseia além da Teogonia de Hesíodo. Mesmo sendo criticado pela qualidade de suas produções, atribui-se a ele um papel fundamental na história dos estudos homéricos, uma vez que teve acesso a textos posteriormente desaparecidos. [18]
Apolônio de Rodes (295 a.C. – 230 a.C.), discípulo de Zenótodo, foi quem o sucedeu no comando da Biblioteca. Entretanto, por ter ofendido seu mestre, foi destituído do cargo.[19]
Em 245 a.C., sucedendo Apolônio, foi nomeado bibliotecário-chefe o poeta, filósofo, filólogo, matemáticoastrônomocientistageógrafo, crítico literário, gramático e inventor, Eratóstenes de Cirene. Ele permaneceu no cargo por quarenta anos.[20]
Não existe um consenso a respeito de Calímaco de Cirene (310 a.C. – 240 a.C.) ter sido outro importante bibliotecário da Biblioteca de Alexandria.[21] No entanto, Calímaco ficou conhecido por catalogar toda a coleção de papiros da Biblioteca em 120 livros.[22]
Convidado ao cargo após a demissão de Eratóstenes, em 204 a.C assume Aristófanes de Bizâncio.[23] Ele ficou lembrado por produzir melhores adaptações de Homero, continuando o trabalho de Zenódoto bem como o de Calímaco, uma vez que atualizou as catalogações da Biblioteca.[24]
Aristarco de Samotrácia assume o posto de bibliotecário em 174 a.C., ocupando-o por trinta anos, sendo o último bibliotecário que se tem notícia.[25] Sua principal contribuição resultou nos fundamentos do que se tornou o texto moderno de Homero, uma vez que organizou a Ilíada e a Odisseia nos 24 livros que conhecemos. Além disso, seus estudos gramaticais sobre os poetas gregos antigos o tornaram fundador do que hoje chamamos de linguística.[26]

Destruição

Ao longo da história, diversas narrações foram desenvolvidas para explicar o que aconteceu no primeiro grande incêndio que tomou conta da Biblioteca de Alexandria.[27]Todas elas tomam como ponto de partida a perseguição que Júlio César operava sobre seu inimigo Pompeu, em 48 a.C.[28] A ordem de César para incendiar o porto, durante o embate com os egípcios, é interpretada de diversas formas, entretanto elas não alteram o fato de que essa atitude resultou no incêndio da Biblioteca[nota 1]. Outro aspecto que colabora com a imprecisão sobre a destruição da Biblioteca é a contribuição dos cristãos e muçulmanos com a sua destruição. Essa destruição, além de extinguir os recursos culturais da época, desestabilizou as escolas da cidade.[29]

Legado

A Biblioteca de Alexandria, após momentos de ascensão e decadência, teve grande parte do material que compõe sua estrutura física destruído.[30] Nas décadas finais do século XX, a memória começou a se tornar uma preocupação dominante na política dos países da região do Oriente médio, criando uma “Musealização da região” através de práticas que procuram recuperar o passado e dar um maior valor àquilo que tinha sido realizado.[31]
Nesse contexto, o arqueólogo subaquático inglês Honor Frost, em 1950, estava convencido de que vestígios do grande farol de Alexandria encontravam-se espalhados no leito oceânico ao redor do forte QaitBey. Consequentemente, começou a sua busca atrás de evidências. Desde então, os arqueólogos têm trazido à luz vestígios da Alexandria ptolemaica.[32] A maior descoberta foi feita pela equipe de Jean Yves Empereur, que encontraram enormes blocos de pedra nas águas do porto Oriental (certamente caíram no mar quando o farol desmoronou), além de estátuas e esculturas que adornariam a estrutura. Ao mesmo tempo, Franck Goddio mapeando parte da antiga Alexandria, afundada abaixo do nível do mar, trouxe à luz o que provavelmente era um palácio de Cleópatra na Ilha de Antirodes.[33]
Mesmo com os esforços notáveis de diversas equipes, não há uma localização exata do museu e da Biblioteca, havendo uma margem de erro de cem metros.[34]
Sobre os livros, pode-se afirmar que, durante o reinado de Teodósio, mesmo que muitos destes tenham sido destruídos, os manuscritos mais preciosos foram levados para o Egito ou permaneceram escondidos em Alexandria.[35] Ademais, é possível que manuscritos tenham sido acumulados e guardados por Amr, durante a dominação Muçulmana.[36]

A nova biblioteca

Ver artigo principal: Bibliotheca Alexandrina
Construída em 2002, a nova biblioteca de Alexandria, também chamada de Biblioteca Alexandrina, é a maior do Egito. Ao custo de 65 milhões de dólares, tornou-se referência no norte da África. Não somente um mero local de armazenamento de livros, a edificação abriga museus, auditórios, laboratórios e um planetário.[37]
Seu design arquitetônico foi internacionalmente elogiado e é considerado uma das mais belas edificações da cidade de Alexandria, abrigando a maior coleção de livros na África e a maior coleção de livros em francês no mundo árabe.[38]

Notas

  1. Quando o inimigo se esforçou para interromper sua comunicação pelo mar, ele foi forçado a desviar esse perigo, incendiando seus próprios navios, que, depois de queimarem as docas, se espalharam e destruíram a grande biblioteca.” (PlutarcoVida de César, 49.6)

Referências

  • MEY, 2004, p.1


  • CABRAL, 2010, p.10


  • MEY 2004, pp.82-83


  • FLOWER, 2002, pp.37-38


  • MANGUEL, 2008, p.26


  • ROSA, 2012, p. 24
    FLOWER, 2002, pp.39-40
    BÁEZ, 2006, p.46


  • «The Mouseion Revisited»


  • FLOWER, 2002, p.38


  • CANFORA, 1989. p.20 .


  • CANFORA, 1989, pp.20 – 22 .


  • FLOWER, 2002. p.35.


  • CANFORA, 1989, p.23


  • MEY, 2004, p.06


  • ROSA, 2012, p.21


  • FLOWER, 2002, p.32


  • FLOWER, 2002, p.20
    BÁEZ, 2006, p.47
    CANFORA, 1989, p.32


  • BÁEZ, 2006, p.48


  • FLOWER, 2002, pp.32-33
    MEY, 2004, p. 6


  • BÁEZ, 2006, p.48


  • FLOWER, 2002, p.70
    BÁEZ, 2006, p.66


  • ROSA, 2012, p.22


  • FLOWER, 2002, p.36


  • FLOWER, 2002, p.53


  • OLIVEIRA, 1985, p.109


  • ROSA, 2012, p.23


  • FLOWER, 2002, p.64


  • FLOWER, 2002, p. 54


  • FLOWER, 2002, p. 72


  • FLOWER, 2002, p. 73


  • FLOWER, 2002, p.138.


  • CABRAL, 2010, p.54.


  • FLOWER, 2002, p.138.


  • FLOWER, 2002, p.139.


  • FLOWER, 2002, p.139.


  • CABRAL, 2010, p.27.


  • CABRAL, 2010, p.27.


  • «Bibliotheca Alexandrina»

    1. «Biblioteca Alexandrina – About»

    Bibliografia

    • BÁEZ, Fernando. História Universal da Destruição dos Livros: Das tábuas sumérias à guerra do Iraque. Trad. Léo Schlafman. Rio de Janeiro: Ediouro, 2006.
    • CABRAL, Rosimere Mendes. Bibliotecas de Alexandria: construções políticas da memória. (Mestrado em Memória Social), Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro: Rio de Janeiro, 2010.
    • CANFORA, Luciano. A biblioteca desaparecida: histórias da Biblioteca de Alexandria. Trad. Frederico Carotti. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
    • FLOWER, Derek Adie. Biblioteca de Alexandria: As histórias da maior biblioteca da Antiguidade. Trad. Otacílio Nunes e Valter Ponte. São Paulo: Editora Nova Alexandria, 2002.
    • MANGUEL, Alberto. The Library at Night. New Haven: Yale University Press, 2008.
    • MEY, Eliane Serrão Alves. Bibliotheca Alexandrina. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 1, n. 2, p.71-91, jan./jun. 2004. Acessado em 10 Junho. 2016.
    • OLIVEIRA, José Teixeira de. A fascinante história do livro. Volume II: Grécia e Roma. Rio de Janeiro: Livraria Kosmos Editora, 1985.
    • ROSA, Nicoll Siqueira da. Biblioteca Universal: críticas de autores da Antiguidade sobre o ideal de acumulação do conhecimento na Biblioteca de Alexandria. 2012. 51 f. TCC (Graduação) – Curso de História, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2012
    • SMITH, Helena. Old trouble at Alexandria’s new libraryThe Guardian, Londres, 16 out. 2002. Acessado em: 10 jun. 2016.
    • WALKIN, Daniel J. Successor to Ancient Alexandria Library DedicatedThe New York Times, New York, 17 out. 2002. Acessado em: 10 jun. 2016.

    Ligações externas


  • Wikipédia

    Damares anuncia MP do ensino domiciliar para a próxima semana | Clic Noticias

    Ministra participou do lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Homeschooling
    Ministra disse que projeto é um dos prioritários dos primeiros 100 dias de governo
    Ministra disse que projeto é um dos prioritários dos primeiros 100 dias de governo | Foto: Cleia Viana / Agência Câmara / CP
    O governo federal deve editar, até a próxima semana, medida provisória (MP) para regular o ensino domiciliar de crianças e adolescentes, conhecido como homeschooling. A informação foi divulgada pela ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, ao participar do lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Homeschooling na Câmara dos Deputados.
    Segundo a ministra, a MP vai instituir regras para cadastro e acompanhamento das famílias e avaliação dos estudantes. “A proposta já vem trazendo um indicativo de como vai ser o cadastro. Em mais cinco dias, entregaremos ao Congresso Nacional, se tudo der certo.”
    No entanto, a medida não disciplinará sobre o acompanhamento dos estudantes por meio dos conselhos tutelares. “Estamos aguardando contribuições do Congresso ao texto”, disse Damares. “Aspectos como conteúdo e avaliação deverão ser regulados pelo Ministério da Educação e também não constarão da medida”, acrescentou a ministra.
    Em setembro do ano passado, por 9 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal rejeitou essa modalidade de ensino. Pelo entendimento da maioria, a Constituição prevê apenas o modelo de ensino público ou privado, cuja matricula é obrigatória, e não há lei que autorize a medida.
    De acordo com Damares Alves, a MP é uma das prioridades dos 100 primeiros dias de governo do presidente Jair Bolsonaro. “O ensino domiciliar tramita neste Congresso Nacional há mais de 25 anos. Então, nos últimos anos, o presidente, enquanto deputado, participou ativamente dos debates – é um tema que ele conhece, é um tema que agrada ao coração dele. E, aqui, é um respeito às famílias brasileiras, que querem a liberdade de poder escolher a modalidade de ensino para os seus filhos”, afirmou.
    Agência Brasil e Correio do Povo
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    Câmara excluirá BPC e trabalhadores rurais da reforma da Previdência, diz Maia | Clic Noticias

    Presidente da Câmara destacou que temas “sequer sobreviveriam à CCJ”
    Maia evitou comentar uma possível falta de mobilização do Planalto para aprovação do tema
    Maia evitou comentar uma possível falta de mobilização do Planalto para aprovação do tema | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / CP
    O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta terça-feira que a reforma da Previdência proposta pelo governo não seguirá adiante com mudanças nas regras do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e na aposentadoria rural. Maia dá como certa a exclusão desses temas antes da ida da proposta para o plenário.
    Para Maia, as alterações para o BPC e os trabalhadores rurais sequer sobreviveriam à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Mas, como a CCJ verifica apenas se a proposta fere termos constitucionais, a tarefa de tirar os dois itens da reforma deve caber à Comissão Especial que debaterá o tema. “Eu tenho certeza, pelo que ouço dos líderes dos partidos, que o BPC e a aposentadoria rural não vão sobreviver na comissão especial em hipótese nenhuma. A Câmara vai tomar sua decisão, os partidos já decidiram, em sua maioria. É só uma questão de tempo.”
    Maia informou que os deputados vão debater outras questões, dentre elas, se deve haver transição para servidores públicos que começaram a trabalhar antes de 2003; se a progressividade das alíquotas é constitucional, além do regime de aposentadoria especial para professores.
    O presidente da Câmara evitou comentar uma possível falta de mobilização do Palácio do Planalto para aprovação do tema e reiterou o compromisso com a reforma da Previdência.
    Segundo Maia, o governo deve fazer “da forma que entender melhor”. “A participação dos partidos políticos e a minha nunca deixaram de existir. Se o governo vai participar de uma forma mais ativa, ou não, é uma decisão do governo, e é democrático que faça da forma que entender melhor. Da nossa parte, o compromisso com a aprovação, a votação, a discussão da matéria (existem), eu vou junto.”
    Agência Brasil e Correio do Povo