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Roberta Russo, apresentadora da Band News TV | Clic Noticias



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Saiba mais:
Roberta Russo (@ro_russo) | Twitter
Roberta Russo – Apresentadora – BandNewsTV | LinkedIn
BandNews TV – A apresentadora Roberta Russo conversou com…
Roberta Russo | Facebook
BandNews TV – SEM VISTO A apresentadora Roberta Russo…
BandNews TV – FEIRÃO ONLINE A apresentadora Roberta Russo…
Equipe – Band News TV – Band.com.br
Roberta Russo on Instagram: “#DebateBand com os candidatos ao …

Roberta Russo – Band News TV

Roberta Russo – Band News

Receita apura “focos de corrupção” de Gilmar | Clic Noticias



A Receita Federal está trabalhando para identificar “focos de corrupção, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio ou tráfico de influência” de Gilmar Mendes e de sua mulher, Guimar”, diz a Veja.
A suspeita consta de um relatório de maio de 2018, que “aponta uma variação patrimonial de 696.396 reais do ministro e conclui que Guiomar ‘possui indícios de lavagem de dinheiro’”.
O Antagonista

A casa de Lula é a cadeia | Clic Noticias



O STF, mais uma vez, discute a possibilidade de mandar Lula para a prisão domiciliar.
Diz o Estadão:
“A segunda condenação de Luiz Inácio Lula da Silva reabriu as discussões sobre a possibilidade de o petista ser colocado ou não em prisão domiciliar. O tema já foi alvo de controvérsia dentro da equipe jurídica de Lula e vem sendo discutido reservadamente no STF, antecipando-se a um pedido formal da defesa.
Apesar disso, um ministro do STF avalia que é difícil a Corte colocar o ex-presidente em prisão domiciliar antes do julgamento das ações sobre prisão após condenação em segunda instância, marcado para 10 de abril. Ele observa que, uma decisão favorável a Lula antes disso daria um ‘sinal trocado’ sobre o empenho da Justiça no combate à corrupção.”
Quando é que o STF vai se convencer de que a nova casa de Lula é a cadeia?
O Antagonista

Carolina Vilela, jornalista da Band | Clic Noticias



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noticia Conheça a biografia da Jornalista Carolina Vilela da TV Band
      Carolina Vilela tem 14 anos de profissão na área jornalística. Começou a atuar na Rádio Cultura, em 2003, como estagiária. Antes mesmo dela formar, foi contratada. A jornalista desempenhou as funções de produtora, repórter, editora, âncora e editora-chefe. Em TV, ela iniciou em 2006, como produtora, repórter e fechadora do SOS Consumidor, programa independente, veiculado na TV Brasília. Nesse mesmo ano, Carolina trabalhou como repórter em campanha eleitoral para o governo do Distrito Federal. Em 2007, ela voltou para a TV, onde acumulou várias experiências.
      Na TV Brasília, Carolina foi repórter local. Em menos de um ano, ela foi convidada para fazer parte da equipe da Band Brasília. Entre 2008 e 2009, a jornalista atuou como repórter local e repórter de Rede, onde fez matérias e links para o Jornal da Band, Jornal da Noite e Band News TV. Em 2009, ela recebeu o convite do diretor de jornalismo do SBT para assumir uma vaga na reportagem nacional. Na emissora, ela fez reportagens para os principais jornais. No fim de 2010, Carolina decidiu enfrentar um novo desafio e aceitou ingressar no mercado das televisões fechadas.
     Na TV Justiça, ela teve a oportunidade de vivenciar uma nova linguagem, novos conteúdos e formatos. Foram dois anos de muito aprendizado para a repórter. Em 2011, ainda atuando na TV Justiça, ela foi novamente convidada pela Band. Durante um certo período, a jornalista conciliou os dois trabalhos. Mas, dez meses após retornar à casa, a repórter foi promovida e assumiu a bancada do Band Cidade, jornal local. Carolina optou por sair da TV Justiça para dedicar completamente ao novo projeto.
      Além de apresentadora, também ela tornou editora de texto do jornal. Depois de ficar quase seis anos como âncora, em fevereiro de 2018, Carolina deixou a bancada do Band Cidade. Ela continuou na Band Brasília, como editora e, agora, repórter de matérias especiais. Nos fins de semana, ela voltou a fazer reportagens de rede para o Jornal da Band.
      Nessa jornada como editora, a jornalista treinou dezenas de estagiários. A maioria sem nenhuma experiência. Ela ensinou praticamente tudo sobre a rotina de uma redação, a produção da notícia, a apuração e o fechamento do jornal. Por receber vários convites, Carolina começou a dar palestras sobre a bagagem como jornalista. Essa fase está só no começo, mas para ela é um novo campo no qual vai se especializar. A repórter tem tido um retorno muito positivo. Nas próximas semanas, estão previstas, pelo menos, três palestras em faculdades de comunicação para ela se apresentar.
      Esse ano, Carolina iniciou o ciclo de palestras sobre o relacionamento com a imprensa para um público de sessenta pessoas, na secretaria de Saúde. A jornalista também faz treinamentos de Media Training. Em 2017,  ela desenvolveu e ministrou um curso para secretários da Casa Civil do GDF.
Seguem alguns links de apresentação da jornalista Carolina Vilela no Band Cidade 2º ed.
Confira alguns links da jornalista Carolina Vilela :
Olhar Dinâmico
Saiba mais:
Carolina Vilela | Facebook
Carolina Vilela | Facebook
Jornalista Carolina Vilela – Posts | Facebook
TV BAND BRASÍLIA, Band Cidade – Band News FM Brasília
Só as notícias que interessam – Notícias – TV – Band.com.br
11 PESSOAS SÃO DETIDAS POR CRIMES ELEITORAIS, EM BRASÍLIA
Anatel anuncia que celulares “piratas” serão bloqueados. A ação vai ocorrer a partir do próximo sábado em dez estados. A repórter Carolina Vilela tem mais informações.

Nova condenação de Lula: entenda os processos e conheça os imóveis que os motivaram | Clic Noticias



‘Estado’ explica os detalhes do sítio em Atibaia e do triplex no Guarujá, além das semelhanças e diferenças entre os dois processos do ex-presidente

Redação, O Estado de S.Paulo

LulaO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Operação Lava Jato Foto: Helvio Romero/Estadão
A condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira, 6, teve semelhanças com o seu primeiro processo na Operação Lava Jato, pelo qual já cumpre quase 10 meses na prisão. Tanto no caso do sítio de Atibaia, no interior paulista, quanto em relação ao Triplex do Guarujá, no litoral, o Ministério Público Federal (MPF) acusou Lula de usar os imóveis para receber propina de empreiteiras, com reformas e benfeitorias personalizadas. Nos dois casos, a defesa do ex-presidente nega que ele seja proprietário dos imóveis, e diz que o MPF não conseguiu comprovar quais atos de Lula teriam beneficiado as empresas enquanto estava no cargo.
No sítio Santa Bárbara, em Atibaia, segundo a força-tarefa da Lava Jato, houve três reformas: uma sob comando do pecuarista José Carlos Bumlai, no valor de R$ 150 mil, outra da construtora Odebrecht, de R$ 700 mil e uma terceira reforma na cozinha, pela OAS, de R$ 170 mil, em um total de R$ 1,02 milhão. Os procuradores do caso afirmam que, embora o dono do sítio fosse Fernando Bittar, o verdadeiro beneficiário pelas reformas era Lula.
A juíza substituta Gabriela Hardt concordou com a acusação. Na sentença, ela diz que a família do petista “usufruiu do imóvel como se dona fosse”, e que a ação penal não “passa pela propriedade formal do sítio”.
A interpretação foi semelhante quando Sergio Moro, então juiz da 13.ª Vara Federal de Curitiba, condenou Lula em abril de 2018. O ex-presidente era acusado de ter recebido R$ 2,4 milhões em propinas do Grupo OAS por meio de um apartamento triplex no Condomínio Solaris.
O montante se refere à soma do valor das reformas e da diferença entre o triplex e um outro apartamento no mesmo prédio, mais barato, que havoa sido adquirido no nome da ex-primeira dama Marisa Letícia. Moro entendeu que houve “ocultação e dissimulação da titularidade do apartamento 164-A, triplex, e do beneficiário das reformas realizadas”.
Confira, abaixo, as características dos dois imóveis:
SÍTIO SANTA BARBARA
Sítio de AtibaiaVista aérea do Sítio Santa Barbara, em Atibaia, no interior paulista, que foi alvode escrutínio do MPF em ação que acusou o ex-presidente Lula de receber propinas Foto: Marcio Fernandes/Estadão
Onde fica: Zona rural do município de Atibaia, no interior de São Paulo
Características do imóvel: Localizado a cerca de 18 quilômetros do centro de Atibaia, no bairro de Itapetininga, o sítio tem uma área de cerca de três hectares. O terreno é vizinho de outro imóvel, o sítio Denise, que tem área de 10 hectares.
Há um conjunto de três casas no sítio em questão. Ali, há uma área de com churrasqueira, uma piscina aquescida dois lagos, um píer e um pesqueiro, entre outras instalações.
Sítio de AtibaiaImagens de laudo da PF mostram a área externa da casa em um sítio de Atibaia atribuído ao ex-presidente Lula Foto: Reprodução/PF
Na casa principal, há três dormitórios, uma sala de estar com lareira e um salão de festas com cobertura.
Sítio de AtibaiaLaudo mostra salas de jantar em casa do sítio de Atibaia Foto: Reprodução/PF
AdegaA adega do sítio, em um cômodo anexo à casa principal do terreno em Atibaia Foto: Reprodução/PF
Em um anexo, há uma adega, e nas outras casas do sítio, mais dormitórios.
Há também uma construção chamada de “espaço gourmet”, onde há um salão com churrasqueira, forno a lenha, geladeiras e freezer. Em um laudo, a Polícia Federal também identificou um “sauna” desativada, que serve como despensa.
Data da sentença: 12 de julho de 2017
Prisão: 8 de abril de 2018
APARTAMENTO 164-A
TriplexO triplex no Condomínio Solares, no Guarujá, alvo de inquéritos da Lava Jato que resultaram na condenação do ex-presidente Lula Foto: Marcio Fernandes /Estadão
Onde fica: Condomínio Solaris, na praia das Asturias, a cerca de três quilômetros do centro de Guarujá, no litoral paulista
Características do imóvel: O triplex 164-A é um apartamento de três andares no topo do edifício Solaris.
TriplexImagens do primeiro piso do triplex, em inquérito da PF Foto: Reprodução/PF
Em seu projeto original, o imóvel contava com quatro quartos – um deles, suíte -, quatro banheiros,  duas salas de estar, terraço com churrasqueira e piscina, entre outros itens.
TriplexFotos nos autos registram quartos e ‘deck’ no terraço do triplex Foto: Reprodução/PF
O valor do imóvel era estimado, segundo o MPF, em cerca de R$ 1,3 milhão. No prédio, havia outras sete unidades triplex.
TriplexDetalhe de chuveiro e despensa no triplex no Guarujá Foto: Reprodução/PF
TriplexNas reformas do apartamento, um elevador privativo foi instalado Foto: Reprodução/PF
Na unidade atribuída ao ex-presidente, havia reformas em andamento. Em outubro de 2014, foi instalado um elevador privativo. As reformas teriam custado cerca de R$ 1,1 milhão, segundo o MPF
Data da sentença: 6 de fevereiro de 2019
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Estadão

Nova condenação de Lula reforça debate no STF sobre prisão domiciliar | Clic Noticias

Tema já foi alvo de controvérsia dentro da equipe jurídica do ex-presidente e vem sendo discutido reservadamente no Supremo, antecipando-se a um pedido formal da defesa

Rafael Moraes Moura e Amanda Pupo, O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – A segunda condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reabriu as discussões sobre a possibilidade de o petista ser colocado ou não em prisão domiciliar. O tema já foi alvo de controvérsia dentro da equipe jurídica de Lula e vem sendo discutido reservadamente no Supremo Tribunal Federal (STF), antecipando-se a um pedido formal da defesa.
LulaO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Operação Lava Jato Foto: Helvio Romero/Estadão
Na Corte se concentram as maiores chances de êxito para Lula deixar as instalações da superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde está preso desde abril. Enquanto no Superior Tribunal de Justiça (STJ) Lula será julgado pela 5.ª Turma, de composição rigorosa e linha dura, no Supremo o ex-presidente obteve cinco votos favoráveis ao seu pedido de liberdade no ano passado. O habeas corpus foi rejeitado pelo apertado placar de 6 a 5.
Apesar disso, um ministro do STF avalia que é difícil a Corte colocar o ex-presidente em prisão domiciliar antes do julgamento das ações sobre prisão após condenação em segunda instância, marcado para 10 de abril. Ele observa que, uma decisão favorável a Lula antes disso daria um “sinal trocado” sobre os empenhos da Justiça no combate à corrupção.
Ministros do STF e STJ ouvidos pelo Estado afirmam que a condenação do sítio de Atibaia enfraquece as pretensões da defesa em tirá-lo em definitivo da prisão e esvazia o discurso de perseguição política. “Falar que um juiz é suspeito até dá. Mas cinco, difícil”, diz um magistrado. Lula já foi condenado por Sérgio MoroGabriela Hardt e pelos três desembargadores da 8.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4).
Nesta quarta-feira, 6, Lula foi sentenciado a mais 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro. Desta vez, por supostamente receber R$ 1 milhão em propinas referentes às reformas de um sítio pelas empreiteiras OAS e Odebrecht. Além da Lava Jato, Lula é réu nas operações Zelotes e Janus.
Outro caminho apontado no Supremo para tirar Lula da prisão em Curitiba seria afastar a sua condenação por lavagem de dinheiro no caso do “tríplex do Guarujá”, o que poderia levá-lo para o regime semiaberto. Um dos pontos discutidos nos tribunais é que ele teria sido condenado pelo mesmo fato duas vezes.
Dentro do STJ, que deve julgar nos próximos meses um recurso de Lula contra a condenação nesse caso, quatro ministros dizem acreditar que, no melhor dos cenários, o petista conseguiria uma pequena redução da sua pena no STJ, mas não o suficiente para colocá-lo em regime semiaberto. Procurada, a defesa de Lula não retornou.
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Estadão