Nove estados vão ao STF e pedem autorização para cortar salários de servidores | Clic Noticias

MG, RS, GO, PR, AL, MS e PA assinam documento conjunto; SP apoia, mas não teve tempo de aderir

Flavia Lima
SÃO PAULO
Em carta ao presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, secretários da Fazenda de sete estados pedem à Corte o restabelecimento da medida que prevê a possibilidade de redução da jornada de trabalho de servidores públicos com correspondente corte de vencimentos.
A medida poderia ser adotada em caso de frustração de receitas.
O texto é assinado pelos secretários de Fazenda de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás, Paraná, Pará, Alagoas e Mato Grosso do Sul.
O grupo pede também que volte a valer a medida que, também em cenário de perda de receitas, permite que o Executivo ajuste os limites financeiros dos Poderes Legislativo e Judiciário e do Ministério Público nos casos em que não o façam.
Folha apurou que Henrique Meirelles, secretário da Fazenda e do Planejamento de São Paulo, se dispôs a assinar o documento, pois apoia o seu conteúdo, mas não teria dado tempo de submetê-lo à Procuradoria do Estado.
Presidente do STF, ministro Dias ToffoliPresidente do STF, ministro Dias Toffoli – Nelson Jr./STF
A carta foi entregue na segunda-feira (4) pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), e sua secretária da Fazenda, Cristiane Alkmin Schmidt, ao ministro Dias Toffoli.
Os dispositivos previstos na LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) estão suspensos por medida cautelar.
O assunto, porém, voltará à pauta do STF em 27 de fevereiro, quando o Supremo deve julgar a ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 2.238 —que se coloca contra os dispositivos em questão.
Alguns governadores chegaram a apoiar publicamente a revisão da cautelar, mas não em documento, como ocorreu nesta semana.
Embora impopular, a possibilidade de cortar salários e reduzir carga horária de servidores é cada vez mais cara aos estados, que veem na medida um meio de reajustar as suas contas, bastante pressionadas pelos gastos com pessoal ativo e inativo.
Na carta, os secretários afirmam que as medidas hoje suspensas “trazem importantes instrumentos de ajuste fiscal para os estados”.
“Desta forma esperamos e confiamos que essa Egrégia Corte, em seu papel de guardião da ordem constitucional, assegurará a plena eficácia da Lei de Responsabilidade Fiscal, que se trata de um importante marco no controle dos gastos públicos”, afirma o grupo.
A carta é assinada por Cristiane Alkmin Schmidt, secretária da Fazenda de Goiás; Gustavo de Oliveira Barbosa, de Minas Gerais; Marco Aurelio Santos Cardoso, do Rio Grande do Sul; René de Oliveira e Sousa Júnior, do Pará; George Santoro, de Alagoas; Felipe Mattos, de Mato Grosso do Sul; e Rene Garcia Jr., do Paraná.
A Secretaria da Fazenda do Paraná informou, em nota, que “pede apenas que se cumpra uma medida já prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal”.
“No caso do Paraná, a assinatura ocorreu como forma de apoio às demais Unidades Federativas, uma vez que o estado não apresenta frustração de receitas. A ação foi coordenada pela Secretaria da Fazenda de Goiás”, destacou.
Mato Grosso do Sul, em nota, informou que “não vai reduzir a jornada de trabalho nem cortar o salário dos servidores públicos”, embora Mattos tenha assinado o documento defendendo a legalidade da LRF.
Segundo Mattos, não há nenhum estudo para redução de salário e Mato Grosso do Sul não se enquadra nessa situação prevista na lei.
O documento também foi endossado por Fernanda Pacobahyba, secretária de Fazenda do Ceará. Em nota, porém, o governo do estado nega que “tenha enviado qualquer carta ao STF sobre pedido de autorização para corte de salário de servidores”.
Folha de S. Paulo
Ricardo Brandt, Luiz Vassallo, Julia Affonso e Fausto Macedo
Redação
Gustavo Porto, Idiana Tomazelli e Adriana Fernandes
Redação

Sobem para 157 os mortos no desastre de Brumadinho | Clic Noticias

Equipes de resgate seguem buscas e 182 continuam desaparecidos

Equipes seguem os trabalhos na área destruída pelo deslizamento
Equipes seguem os trabalhos na área destruída pelo deslizamento | Foto: Mauro Pimentel / AFP / CP
As equipes de resgate encontraram mais sete corpos na área do desastre da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais. O número de vítimas fatais, de acordo com a Defesa Civil, subiu para 157. São 134 mortos identificados e 23 ainda sem identificação.
Conforme a atualização oficial, 182 pessoas continuam desaparecidas, sendo 55 funcionários da Vale e 127 terceirizados e membros da comunidade. A tragédia deixa até o momento 133 desabrigados. Três pessoas permanecem hospitalizadas.
Prisões
A Polícia Militar de Minas Gerais informou que, desde o rompimento da barragem, seis prisões foram efetuadas na região, sendo duas por utilização indevida de drone. Em um desses casos, a corporação destacou que o uso desse tipo de equipamento colocou em risco aeronaves utilizadas nos trabalhos de busca e resgate.
Ainda de acordo com a polícia, duas pessoas foram presas por tentativa de saque e duas por tentativa de estelionato.
A corporação reforçou que, neste momento, não há necessidade de envio de doações e pediu que a população fique atenta a indivíduos que acabam se aproveitando da tragédia para angariar vantagem.
Correio do Povo
TRÂNSITO
Após acidente, carro incendeia e duas pessoas morrem em Caxias do Sul

Defesa de Lula pede ao STF que ação do sítio em Atibaia saia de Curitiba | Clic Noticias

Advogados do ex-presidente pedem que decisões tomadas pela vara sejam anuladas

Advogados do ex-presidente pedem que decisões tomadas pela vara sejam anuladas
Advogados do ex-presidente pedem que decisões tomadas pela vara sejam anuladas | Foto: Nelson Almeida / AFP / CP Memória
Em pedido protocolado no Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) solicitou que a ação relativa ao sítio em Atibaia (SP) seja retirada da 13.ª Vara Federal de Curitiba, que condenou Lula nesta quarta-feira a 12 anos e onze meses de reclusão, e enviada para a Justiça Federal de Brasília. Com isso, os advogados do petista pedem que todas as decisões tomadas pela 13.ª Vara na ação, sob comando da juíza Gabriela Hardt, sejam anuladas.
O pedido, sob relatoria da ministra Cármen Lúcia, foi feito à Corte na manhã de quarta-feira, horas antes de ser publicada a condenação do ex-presidente a 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro no processo do sítio. A solicitação ao STF foi feita pela defesa de Lula por meio de uma ação antiga, na qual, desde o ano passado, os advogados tentam retirar o caso da justiça no Paraná. O ex-presidente já teve pedidos negados neste processo pelo ministro Dias Toffoli, que era relator do caso antes de Cármen.
A ministra herdou os processos de relatoria de Toffoli ao deixar a presidência do Supremo. Para a defesa de Lula, o caso não deveria ficar nas mãos da 13ª. Vara, já que a Segunda Turma do STF decidiu em abril do ano passado retirar de Curitiba os termos de colaboração que tinham menção a fatos investigados no processo do sítio.
Quando rejeitou a liminar em maio do ano passado, Toffoli afirmou que a decisão de retirar do então juiz federal de Curitiba, Sergio Moro, as menções ao ex-presidente feitas por delatores da Odebrecht envolvendo o sítio e o Instituto Lula – o que embasou a reclamação – não discutiu sobre a competência da 13ª. Vara para conduzir as ações penais em curso contra o petista.
Cármen é integrante da Segunda Turma do STF, composta também por Celso de Mello, Edson Fachin, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. No documento apresentado na quarta-feira, os advogados pediram que a solicitação fosse analisada com urgência por Cármen, já que a ação penal estava pronta para decisão da juíza de Curitiba.
Agência Estado e Correio do Povo

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Bolsonaro volta a ter febre e boletim médico aponta pneumonia | Clic Noticias

Equipe médica ressaltou que presidente foi submetido a tomografia de tórax e abdômen

Equipe médica ressaltou que presidente foi submetido a tomografia de tórax e abdômen
Equipe médica ressaltou que presidente foi submetido a tomografia de tórax e abdômen | Foto: Reprodução / Twitter / CP
O presidente Jair Bolsonaro apresentou na noite da quarta-feira um episódio isolado de febre sem outros sintomas associados, informou nesta quinta-feira o Hospital Israelita Albert Einstein. Em boletim, a equipe médica ressaltou que ele foi submetido a tomografia de tórax e abdômen “que evidenciou boa evolução do quadro intestinal e imagem compatível com pneumonia”.
As visitas seguem restritas. “Foi realizado um ajuste na antibióticoterapia e mantidos os demais tratamentos.(Bolsonaro) Continua sem dor, com sonda nasogástrica, dreno no abdômen e recebendo líquidos por via oral em associação à nutrição parenteral”, ressaltou o boletim.
De acordo com a equipe médica, Bolsonaro realizou exercícios respiratórios e caminhou no corredor. O boletim médico é assinado pelos médicos Antônio Luiz Macedo, Leandro Echenique e Miguel Cendoroglo.
Agência Estado e Correio do Povo

Modernização das leis trabalhistas vai preservar direitos, garante Paulo Guedes | Clic Noticias

Ministro da Fazenda afirma que governo busca “dar mais opções” aos empregados e empregadores

Ministro afirma que governo busca dar mais opções para empregados e empregadores
Ministro afirma que governo busca dar mais opções para empregados e empregadores | Foto: Valter Campanato / ABr / CP
O ministro da Fazenda, Paulo Guedes, garantiu nesta quinta-feira que, uma eventual modernização da legislação trabalhista, buscará preservar os principais direitos dos trabalhadores. Ele enfatizou que a principal ideia da equipe econômica consiste em diminuir encargos trabalhistas e dar mais opções para os empregadores e os empregados conseguirem se introduzir no mercado formal de trabalho.
“Estamos conversando sobre como consertar esse regime previdenciário e como dar opções para as futuras gerações. Todos os direitos serão preservados. Ninguém mexe nos direitos. Você (o governo) só dá mais opções”, relatou Paulo Guedes ao responder se a carteira verde-amarela para os trabalhadores jovens, estudada pelo governo, criará trabalhadores de primeira e de segunda classes.
O ministro falou com a imprensa após se reunir com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Segundo Guedes, todas as mudanças para os trabalhadores serão discutidas dentro do regime democrático, com as partes tendo o direito de opinar e de apresentar sugestões. Ele, no entanto, disse que os sindicatos – de empregados e de patrões – precisarão ter paciência porque o governo pretende retirar privilégios ao modernizar a legislação trabalhista. “A única certeza que os sindicatos podem ter é que a vida não vai ser como antigamente, onde os líderes sindicais têm uma vida muito boa à custa dos trabalhadores que não têm emprego nem benefícios previdenciários corretos”, disse Guedes.
O ministro esclareceu que mudanças nos direitos trabalhistas só serão discutidas após a aprovação da reforma da Previdência. Ele reiterou que a reforma da Previdência não mexerá em nenhum direito trabalhista, apenas buscará garantir a solvência do sistema de aposentadoria, que está “fiscalmente insustentável”.
Guedes ressaltou que caberá ao presidente Jair Bolsonaro decidir alguns pontos da proposta, como idade mínima, tempo de transição e se a mudança do regime de repartição para capitalização será encaminhada agora ou numa etapa posterior. Assim como nos últimos dias, o ministro voltou a dizer que o governo buscará retirar privilégios de algumas categorias e permitir que trabalhadores hoje no mercado informal possam contribuir para a Previdência. “Existem 46 milhões de trabalhadores brasileiros que não conseguem contribuir e vão envelhecer. A Previdência não vai conseguir tomar conta deles se não fizermos as reformas. Esses interesses corporativos de sindicatos, seja de trabalhadores, seja patronais, são de falsas lideranças que aprisionaram o Brasil num sistema obsoleto, que cria desemprego, fabrica privilégios, sustenta diferenças e iniquidades. E pior, está afundando o país.”
Agência Brasil e Correio do Povo

Calor volta a predominar no Rio Grande do Sul nesta sexta | Clic Noticias

Temperaturas superam os 30°C em boa parte do Estado

Porto Alegre pode chegar aos 35°C nesta sexta-feira
Porto Alegre pode chegar aos 35°C nesta sexta-feira | Foto: Alina Souza / CP
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O Rio Grande do Sul volta a ter cara de verão com a volta das temperaturas altas nesta sexta-feira. De acordo com a MetSul Meteorologia, o sol predomina em todo o Estado acompanhado de nuvens esparsas em diferentes localidades.
A massa de ar sobre o território gaúcho ganha força e a tarde será muito quente e nos próximos dias as marcas podem ficar próximas dos 40°C no final de semana. O forte aquecimento traz chance de chuva de verão isolada em poucos locais na Metade Norte.
Em Porto Alegre, a sexta será ensolarada e de muito calor. Na Capital, as marcas ficam entre 19°C e 35°C.
Mínima e Máxima 
Torres 20°C | 29°C
Caxias do Sul 16°C | 30°C
Erechim 18°C | 31°C
Pelotas 20°C | 32°C
Santiago 20°C | 33°C
Santa Maria 20°C | 34°C
Santa Cruz 19°C | 36°C
Santa Rosa 20°C | 37°C
MetSul e Correio do Povo
PORTO ALEGRE
Reajuste da tarifa dos ônibus pode ser decidido nas próximas semanas

Ciro Gomes é hostilizado durante Bienal da UNE | Clic Noticias



Publicado em 7 de fev de 2019
Ex-candidato à presidência participou do evento nesta quinta-feira, em salvador.

Temporal atinge Rio de Janeiro e causa mortes | Clic Noticias



Publicado em 7 de fev de 2019
Duas pessoas ficaram feridas em desabamento de casa e foram levadas para o hospital.

Corpo encontrado em avião é do jogador argentino Emiliano Sala | Clic Noticias

Aeronave caiu entre 21 e 22 de janeiro quando levava atacante para Cardiff
Aeronave foi localizada no dia 3 de fevereiro
Aeronave foi localizada no dia 3 de fevereiro | Foto: Glyn Kirk / AFP / CP
As autoridades britânicas confirmaram, nesta quinta-feira, que o corpo retirado dos destroços de avião no Canal da Mancha é do atacante argentino Emiliano Sala. De acordo com o periódico esportivo Olé, as famílias do jogador e do piloto, David Ibbotson, foram informadas após a confirmação.
De acordo com as investigações, a aeronave caiu entre a noite do dia 21 e a madrugada de 22 de janeiro. O aparelho afundou a 67 metros de profundidade e não foi encontrado por uma primeira série de buscas. As autoridades de Guernsey chegaram a suspender a procura.
Foi então que a família, com apoios diversos, organizou nova busca. Em 3 de fevereiro, o avião foi localizado e, logo depois, o cadáver. Ainda não há informações sobre o paradeiro do piloto.
Correio do Povo