Banco erra e clientes gaúchos ficam milionários por algumas horas após o Natal

Empresários tiveram depositado quase R$ 200 milhões nas contas corporativas

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Foram feitos depósitos de R$ 52,5 milhões, R$ 35 milhões, R$ 42 milhões e R$ 70 milhões em quatro contas | Foto: USP Imagens / CP

Entre as festas de Natal e Ano-Novo, alguns clientes do Banco Safra ficaram milionários de repente. Devido a um erro no sistema da instituição, foram depositados milhões de reais para alguns correntistas. Pouco tempo depois, o dinheiro foi estornado e, até agora, não houve esclarecimentos sobre o ocorrido por parte da situação.

O empresário gaúcho Renan Rezende da Costa, de 36 anos, estava dormindo quando recebeu a ligação do sócio às 7 horas da manhã do dia 27 de dezembro: "Cara, olha a nossa conta a-go-ra. A gente tá milionário."

O Banco Safra havia depositado quase R$ 200 milhões nas contas corporativas movimentadas por Renan e três primos, donos da rede Atacadão dos Móveis, com sede em Porto Alegre. Foram feitos depósitos de R$ 52,5 milhões, R$ 35 milhões, R$ 42 milhões e R$ 70 milhões em quatro contas bancárias corporativas. O dinheiro entrou como se fosse resultado de compras feitas por clientes da rede no cartão de crédito.

"Eu recebo esse tipo de crédito na conta todos os dias, mas são valores normais, nunca nesse porte", disse Renan. Ele logo imaginou que fosse um erro do banco e nem chegou a procurar a instituição. "Fiquei monitorando por quase quatro horas e não fiz nenhuma movimentação. É triste estar milionário e não poder mexer no dinheiro", brinca. "Me senti como um Eike Batista, com os bens bloqueados."

No dia seguinte, toda a movimentação feita pelo Safra nas contas da empresa foi excluída e não aparece sequer no extrato de dezembro. Assim como ele, outros clientes passaram pelo mesmo susto, mas ainda não se sabe quantos casos aconteceram nem o valor total dos depósitos realizados por engano. Procurado, o Banco Safra informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não irá se posicionar sobre o tema.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Folha X Crusoé

O Datafolha diz que o eleitorado é contrário à venda das estatais.

Não é o que mostra a pesquisa exclusiva da Crusoé, realizada pelo Instituto Paraná. De fato, 53,3% dos entrevistados apoiaram a venda da totalidade ou de uma parte dessas empresas, e só 41,5% foram contrários.

Entre os entrevistados com ensino superior, esse número chegou a 71,8%.

Leia a pesquisa completa clicando aqui.


O Antagonista

Terremoto de 6.8 graus de magnitude é registrado no Acre

Tremor aconteceu a 87 quilômetros da cidade de Tarauacá, a uma profundidade de 575 quilômetros

Terremoto ocorreu a cerca de 87 quilômetros da cidade de Tarauacá, a uma profundidade de 575 quilômetros | Foto: Prefeitura de Tarauacá / Divulgação / CP

Terremoto ocorreu a cerca de 87 quilômetros da cidade de Tarauacá, a uma profundidade de 575 quilômetros | Foto: Prefeitura de Tarauacá / Divulgação / CP

Serviços de sismologia registraram um tremor de terra de 6.8 de magnitude no Acre na tarde deste sábado. O epicentro do terremoto foi a cerca de 87 quilômetros da cidade de Tarauacá, a uma profundidade de 575 quilômetros.

Por conta dessa profundidade, e pelo fato do epicentro ter acontecido em meio a uma reserva florestal, a população de Tarauacá mal sentiu o tremor, segundo apuração da RecordTV. Não há informação sobre danos ou feridos.

Mesmo sem ter sido sentido na superfície, o tremor deste sábado entrou para a lista dos mais fortes já ocorridos no Brasil. Teve a mesma intensidade do terremoto de abril de 2018, que ocorreu na Bolívia e foi sentido em São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e no Distrito Federal.

Tremor de terra em Caxias foi sismo natural de magnitude 2.0, aponta Centro de Sismologia da USP

Tremor em Santa Catarina é sentido em pelo menos cinco cidades

A diferença é que, naquela ocasião, o epicentro do tremor foi a apenas 10 quilômetros da superfície.


R7 e Correio do Povo

Caminhão com 2 mil frangos é incendiado no Ceará

Na madrugada deste sábado, um grupo de criminosos incendiou um caminhão carregado com galinhas vivas na cidade de Caucaia, região metropolitana de Fortaleza, noticia o G1.

Segundo a proprietária do veículo, cerca de dois mil frangos morreram queimados.

O crime faz parte de uma série de ataques que atinge o estado desde a noite de quarta-feira.


O Antagonista

“Bolsonaro é o segundo Oswaldo Aranha”

Yossi Shelley, embaixador de Israel no Brasil, comparou Jair Bolsonaro ao diplomata brasileiro Oswaldo Aranha.

Em 1947, Aranha presidiu a sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas que levou à criação do Estado de Israel.

“O nome de Oswaldo Aranha foi significante para a criação do Estado de Israel. Agora Jair Bolsonaro é um segundo Oswaldo Aranha porque ele faz uma coisa incrível: é mudar a história”, disse o embaixador à EBC.

“Ele vai receber as honras de um rei. Eu prometo isso. Vou estar ao lado dele e vou segurar a mão dele. Amo o Brasil. Amo o povo de Israel.”


O Antagonista

6 mil exonerados em Minas

Segundo o Diário Oficial de Minas Gerais, 6 mil servidores comissionados foram exonerados de uma só vez pelo governador Romeu Zema, publica a Crusoé.

Leia a nota completa aqui.


O Antagonista

Senado deve manter votação secreta para presidência da Casa

Ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, havia determinado que voto fosse aberto

Senado deve manter votação secreta | Foto: Marcos Oliveira / Agência Senado / CP

Senado deve manter votação secreta | Foto: Marcos Oliveira / Agência Senado / CP

O comando do Senado deve manter a eleição secreta para a presidência da Casa, em fevereiro, mesmo depois de o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar que o voto seja aberto. A decisão liminar (provisória) do ministro, tomada na véspera do recesso do Judiciário, enfraquece a candidatura de Renan Calheiros (MDB-AL). O senador aparece até agora com mais chances de vencer, porém é considerado um nome hostil ao governo Jair Bolsonaro.

O Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) apurou que, como forma de evitar uma disputa entre Poderes, o Senado decidiu não recorrer da liminar de Marco Aurélio, mas também não pretende, até o momento, cumpri-la. Procurado para falar sobre o assunto, o ministro do Supremo considerou a posição da Casa um "teste" para a democracia. "Vamos ver (como será a eleição), é um teste para sabermos como está a nossa democracia. A partir do momento em que se descumpre uma ordem do Supremo Tribunal Federal, tudo vale. Vira uma bagunça total", afirmou o ministro.

Não é a primeira vez que o Senado descumpre uma decisão de Marco Aurélio - quando Renan era presidente da Casa, em dezembro de 2016, os parlamentares ignoraram outra liminar do ministro que determinava o afastamento do emedebista do comando do Senado. Para Marco Aurélio, em um Estado de Direito é "impensável" uma decisão judicial ser descumprida, mas lembrou de precedentes. "É o faz de conta do Brasil", avaliou o ministro.

Argumentos

No caso da eleição interna, a cúpula do Senado entende que o regimento interno é claro ao tratar da votação para a presidência - tem de ser feita em "escrutínio secreto". Assim, o painel eletrônico só mostra a totalização dos votos, e não a posição de cada senador na eleição. Na avaliação de parlamentares, a votação fechada beneficia Renan porque a maioria de seus eleitores teme sofrer pressão - tanto em suas bases eleitorais como entre aliados governistas - caso o nome apareça no painel. Pelas contas de parlamentares, o emedebista teria o apoio de ao menos 30 dos 41 votos necessários para uma vitória no primeiro turno.

Nos bastidores, interlocutores próximos ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-AL), argumentam que não faria sentido a votação para a presidência da Casa ser aberta, como determinou Marco Aurélio, enquanto na Câmara seria mantido o voto secreto. Lá, o candidato favorito é o atual presidente, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), que fechou acordo com o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro e que elegeu 52 dos 513 deputados. Normalmente, os recursos judiciais são preparados pela Secretaria-Geral da Mesa, sob a ordem do presidente, que ainda não determinou esse tipo de ação. Procurado, Eunício não se manifestou.

Concorrentes

O pedido no Supremo foi feito pelo senador Lasier Martins (PSD-RS), desafeto de Renan - que tenta seu quinto mandato na presidência do Senado. Ao menos outros cinco senadores mantêm intenção de concorrer - Tasso Jereissati (PSDB-CE), Davi Alcolumbre (DEM-AP), Alvaro Dias (Podemos-PR) e Esperidião Amin (PP-SC), além do Major Olímpio (PSL-SP). Este último lançou sua candidatura para tentar unificar os nomes em torno de chapa única com chance de vitória sobre Renan.

Até o momento, o único recurso à liminar de Marco Aurélio foi apresentado em conjunto pelo MDB, partido de Renan, e pelo Solidariedade. No pedido de revisão ao Supremo, as legendas dizem que a decisão do ministro deve ser suspensa "a bem da harmonia entre os Poderes, da estabilidade mínima das instituições republicanas e do regime democrático". O recurso deve ser analisado durante o plantão do Judiciário, comandado pelo presidente da Suprema Corte, ministro Dias Toffoli, até o dia 13 deste mês, e pelo vice-presidente, Luiz Fux, a partir do dia 14.

Divergências

Caso Toffoli suspenda a liminar de Marco Aurélio com base no recurso do MDB e do Solidariedade, será a segunda vez que o presidente do STF contraria o colega desde dezembro. Em decisão monocrática, Marco Aurélio havia barrado a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância, o que abriria caminho para a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado e preso no âmbito da Operação Lava Jato. No mesmo dia, Toffoli derrubou a decisão do colega.

Indagado sobre a possibilidade de isso se repetir, Marco Aurélio respondeu: "Não passa pela minha cabeça. Como vamos partir para essa autofagia? Isso só ocasiona descrédito para a instituição. É algo horroroso, se ocorre no âmbito do Supremo, imagina nos demais tribunais. É ruim porque fragiliza a instituição". O ministro ressaltou que, em 28 anos de atuação no Supremo, jamais cassou decisão de um colega. "Cada cabeça, uma sentença", resumiu.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo


POLÍCIA

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LOTERIAS

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Onyx tem de cair em 90 dias

Em uma reunião com um pequeno grupo de pessoas ligadas ao mercado financeiro, em São Paulo, pouco antes do Natal, Paulo Guedes disse que, se Onyx Lorenzoni não cair em 90 dias, o governo terá muita dificuldade para aprovar projetos da área econômica.

Leia a nota completa na Crusoé.


O Antagonista

“Haddad inventa motivos para derrota vergonhosa que sofreu nas eleições”

No Twitter, Jair Bolsonaro chamou Fernando Haddad neste sábado de “fantoche do presidiário corrupto”, em referência, claro, a Lula.

“Haddad, o fantoche do presidiário corrupto, escreve que está na moda um anti-intelectualismo no Brasil. A verdade é que o marmita, como todo petista, fica inventando motivos para a derrota vergonhosa que sofreram nas eleições, mesmo com campanha mais de 30 milhões mais cara”, publicou Bolsonaro.

“Eles procuram e criam todos os motivos possíveis para estarem sendo rejeitados pela maioria da população, só não citam o verdadeiro: o PT quebrou o Brasil de tanto roubar, deixou a violência tomar proporções de guerra, é uma verdadeira quadrilha e ninguém aguenta mais isso!”, complementou o presidente.





O Antagonista

Declaração de deputado do Rio sobre indígenas causa indignação na Bolívia

Rodrigo Amorim (PSL) afirmou que "quem gosta de índio, que vá para a Bolívia e é presidida por um índio"

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Evo não citou o deputado do PSL, mas lamentou o ressurgimento da ideologia de supremacia racista | Foto: Marcos Corrêa / PR / Divulgação / CP memória

A Bolívia reagiu com indignação, neste sábado, às declarações do deputado estadual do Rio de Janeiro Rodrigo Amorim (PSL), que afirmou que "quem gosta de índio, que vá para a Bolívia, que além de ser comunista ainda é presidida por um índio". "Lamentamos o ressurgimento da ideologia de supremacia racista. Perante a intolerância e a discriminação, nós povos indígenas promovemos o respeito e a integração. Temos os mesmos direitos porque somos filhos da mesma Mãe Terra", escreveu o presidente boliviano, Evo Morales, de origem indígena, em sua conta de Twitter, sem citar o deputado.



Segundo o jornal O Globo, Amorim, do partido do presidente Jair Bolsonaro e que foi o deputado estadual mais votado do Rio de Janeiro, fez essas declarações ao se referir à Aldeia Maracanã, um terreno onde até 1977 funcionou o Museu do Índio e que abriga famílias indígenas. Amorim defendeu uma "faxina" no local (de 14.300 metros quadrados) para "restaurar a ordem".

Segundo o deputado, o espaço poderia servir como estacionamento, shopping, área de lazer ou equipamento acessório ao estádio do Maracanã, que fica ao lado da Aldeia. O ex-presidente boliviano Carlos Mesa escreveu nas redes sociais: "Declaração revoltante de deputado brasileiro ofende a Bolívia e não expressa a irmandade de nossos povos. Diferenças ideológicas entre governos não justificam tal afirmação. O indígena é parte essencial de nossas identidades e nossa força como nação".




Carlos D. Mesa Gisbert@carlosdmesag

Indignante declaración de diputado brasileño ofende a Bolivia y no expresa hermandad de nuestros pueblos. Diferencias ideológicas entre gobiernos no justifican tal afirmación. Lo indígena es parte esencial de nuestras identidades y nuestra fortaleza como nación.

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10:31 - 5 de jan de 2019

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A ministra boliviana das Comunicações, Gisela López, escreveu no Twitter que o deputado brasileiro "despreza com ignorância supina nossos antepassados, os verdadeiros donos da Pátria Grande, com palavras que demonstram cegueira e pobreza espiritual".

Gisela López Rivas@giselalopez68

El diputado brasileño Gustavo Amorim desprecia con ignorancia supina a nuestros antepasados, los verdaderos dueños de la Patria Grande, con palabras que demuestran ceguera y pobreza espiritual.

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00:41 - 5 de jan de 2019

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AFP e Correio do Povo