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Partidos de esquerda estão divididos sobre união contra aliança entre Maia e PSL


PT, PSB, PDT e PCdoB discutem estratégia; PSOL lança candidatura de Freixo na Câmara

Ricardo Galhardo, O Estado de S.Paulo

O PSOL lançou candidatura do deputado eleito Marcelo Freixo (RJ) – adversário histórico de políticos da família Bolsonaro – à presidência da Câmara com um discurso de unidade das esquerdas contra a aliança entre o atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o PSL. Na prática, porém, esta unidade está longe de ser alcançada.

PT, PSB, PDT e PCdoB discutem internamente como encarar o dilema entre apoiar Maia e garantir presença na Mesa Diretora e nas principais comissões da Câmara dos Deputados, mas, ao mesmo tempo, arcar com o ônus de se aliar a um candidato próximo de Bolsonaro.

Gleisi HoffmannPresidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann Foto: DIda Sampaio/Estadão

O PT, que tem a maior bancada da Casa, com 56 eleitos, está dividido. Enquanto a presidente do partido, Gleisi Hoffmann, e aliados falam que não existe hipótese de apoiar um candidato aliado ao partido de Bolsonaro, parlamentares influentes dizem que as conversas com Maia não estão encerradas.

“Nosso objetivo é fazer valer o critério da proporcionalidade e participar da Mesa e das principais comissões”, disse o deputado Carlos Zaratini (PT-SP). “Ainda faltam 27 dias. É muito tempo. Até lá vamos conversar com todo mundo”, afirmou o petista.

O partido pretende explorar a contradição entre ser oposição e apoiar um aliado do governo para tentar formar um bloco com PSB, PDT, PCdoB e PSOL e não ficar totalmente isolado.

Freixo e o presidente do PSOL, Juliano Medeiros, procuraram os presidentes dos demais partidos em busca de apoio. “Não é uma candidatura para marcar posição. É uma candidatura para iniciar o processo de demarcação de um campo político”, disse Freixo, deputado estadual pelo Rio de Janeiro e que vai cumprir seu primeiro mandado na Câmara dos Deputados.

O presidente do PSOL articula uma reunião do fórum de presidentes dos demais partidos. Legendas como PSB e PDT estão consultando seus parlamentares, mas a tendência é manter o apoio a Maia.

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Estadão

PSL articula estratégia ‘anti-Renan’ no Senado

Sigla de Bolsonaro lança Major Olímpio para comando da Casa e quer nome de consenso contra senador alagoano, que apoiou Haddad e é considerado ‘hostil’ ao Planalto

Renan Truffi, Camila Turtelli e Pedro Venceslau, O Estado de S.Paulo

Após declarar apoio à candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Câmara dos Deputados, o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, tenta construir uma estratégia para evitar que Renan Calheiros (MDB-AL) volte a presidir o Senado. O emedebista, que apoiou Fernando Haddad (PT) na eleição presidencial, é considerado nome “hostil” ao novo governo por aliados de Bolsonaro. Renan tem o apoio de parte da bancada petista na Casa.

O governo precisará do apoio dos comandos da Câmara e do Senado para aprovar medidas como a reforma da Previdência.

Major OlímpioSenador eleito pelo PSL-SP, Major Olimpio Foto: DIda Sampaio/Estadão

O PSL articula a construção de um consenso entre os senadores que já se movimentam como pré-candidatos à presidência da Casa e fazem oposição a Renan. Nesta quinta-feira, 3, o presidente do partido, deputado eleito Luciano Bivar (PE), confirmou o nome do senador eleito Major Olímpio (SP) para a presidência do Senado. Líderes do PSL admitem, porém, que a candidatura é uma estratégia para valorizar o “passe” do partido de Bolsonaro na negociação por cargos na Mesa Diretora.

Ao Estadão/Broadcast, Olímpio admitiu que desistirá da disputa se um aliado se destacar como nome anti-Renan. “Já estava fazendo isso (tentando unificar candidaturas anti-Renan), tanto que estava conversando com as candidaturas colocadas e buscando um consenso. A única coisa que mudou é que eu passo a ser mais um desses (candidatos), mas procurando esse consenso”, disse. “Serei eu o intransigente em dizer que a minha candidatura tem de ser única e absoluta? De forma nenhuma.”

Desde dezembro, líderes do partido de Bolsonaro têm realizado encontros com senadores que pretendem disputar o pleito em fevereiro. Conversas foram feitas com Davi Alcolumbre (DEM-AP), Tasso Jereissati (PSDB-CE), Alvaro Dias (Podemos-PR) e Esperidião Amin (PP-SC). As negociações também devem chegar a Simone Tebet (MDB-MS), que, apesar de não ser candidata oficialmente, é vista como alternativa a Renan no MDB.

O senador alagoano age para assumir um quinto mandato na presidência da Casa. A necessidade de renovação na cúpula do Senado é um dos argumentos mais usados contra sua candidatura. Aliados de Bolsonaro acreditam que Renan, de volta ao posto, pode usar o cargo para pressionar o governo.

O PSL sabe que a candidatura de Olímpio não é a mais forte porque ele é novato na Casa – critério que costuma pesar na escolha do presidente. “O único jeito de vencer Renan é unir todos contra ele. Só pode haver um candidato, se não ele se beneficia”, disse a deputada eleita Joice Hasselmann (PSL-SP). “Se pulverizar, quem ganha é o Renan.”

Na avaliação do PSL, o apoio a Maia na Câmara teve como efeito o enfraquecimento da candidatura de Alcolumbre no Senado, já que ambos são do mesmo partido.

Votação. A nova legislatura tomará posse em fevereiro. Um fator determinante para a vitória de um grupo contrário a Renan será a possível votação aberta. Em 19 de dezembro, ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, concedeu liminar obrigando que a eleição para o próximo presidente da Casa seja aberta.

O partido Solidariedade recorreu ao STF para derrubar a decisão de Marco Aurélio sob o argumento da “harmonia entre os Poderes”. O pedido será analisado pelo presidente da Corte, ministro Dias Toffoli.

Assim como Câmara, o PSL deve buscar cargo relevante na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e em comissões econômicas, mas admite, nos bastidores, que será muito mais difícil garantir a presidência desses colegiados entre os senadores. / COLABORARAM RAFAEL MORAES MOURA e AMANDA PUPO

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Estadão

Netanyahu: “Brasil, muito obrigado pelo seu grande amor por Israel!”

Netanyahu Bolsonaro

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, agradeceu ao povo brasileiro hoje (2/1) em conta no Twitter pelo amor com que seu país foi recebido.

Brasil, muito obrigado pelo seu grande amor por Israel!“, disse.

O representante de Israel veio ao Brasil para a posse do presidente, Jair Bolsonaro.

Em comemoração à primeira visita de um primeiro ministro israelense ao país, os Correios produziram um novo selo postal, cuja moldura foi entregue a Netanyahu durante encontro com as lideranças cristãs na véspera da cerimônia de posse.



Terça Livre

Veja Saúde: Como proteger os olhos no verão

Publicado em 3 de jan de 2019

Durante o verão, nossos olhos podem ficar mais expostos a irritações – desde o cloro da piscina até a areia da praia. Você sabe o que fazer quando isso acontece? Não é indicado recorrer a qualquer tipo colírio para resolver o problema. É preciso ter cuidado pois a situação pode piorar.
No programa Veja Saúde, em sua versão em pílulas, a jornalista Natalia Cuminale aponta três cuidados essenciais para garantir a saúde dos seus olhos. O programa teve a consultoria de Cristiano Caixeta, oftalmologista do Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Semanalmente, o programa VEJA Saúde recebe médicos e especialistas das mais variadas áreas para falar sobre qualidade de vida e cuidados com o corpo e a mente. O programa também tem a versão curta, em pílulas, sobre vários temas.

Sérgio Moro autoriza uso da Força Nacional no Ceará

O ministro da Justiça e Segurança Pública autorizou o uso da Força Nacional, por 30 dias, para atuar contra a onda de violência no Ceará.


Dois dias depois de assumir o cargo de ministro das Relações Exteriores, o chanceler Ernesto Araújo participa da reunião do Grupo de Lima, que acontece na capital peruana: https://tinyurl.com/y7w4lvgz

G1.GLOBO.COM

Ministro das Relações Exteriores cumpre primeira missão no exterior


Esse é o mês que possui mais reclamações. No ano de 2018, foram 447. Os principais motivos das reclamações são atraso na entrega, mau atendimento e propaganda enganosa. https://tinyurl.com/y9jva3j6

G1.GLOBO.COM

Lojas começam tradicionais liquidações de janeiro

Obrigada, Senhor, por me ter permitido a assistir tudo isso. (E-mail recebido no RS Notícias)

OBRiGADO  PRES.BOLSONARO POR NOS DAR UMA PRIMEIRA DAMA MARAVILHOSA !!!!!

Michele Bolsonaro


Bolsonaro caneta

Em qua, 2 de jan de 2019 às 17:56, Antonio Luiz Tenório de Albuquerque <antonioluiz1941@hotmail.com> escreveu:

AGORA SIM,FELIZ 2019 A TODOS !!!!!!!!


De: Vilma Moniz Portella <vmportella@globo.com>
Enviado: quarta-feira, 2 de janeiro de 2019 14:12
Assunto: Obrigada, Senhor, por me ter permitido a assistir tudo isso.

Eu vivi para ver , nosso país sair das mãos da turma vermelha .

Eu vivi para ver , nossa primeira dama quebrando o protocolo, fazendo um discurso antes do presidente . Gostaria de ver agora a cara das “feministas “ , pois NUNCA uma primeira dama teve esse espaço .

Eu vivi para ver , se falar em INCLUSÃO num discurso de posse . E eu vivi para ver , a INCLUSÃO ser usada e os direitos a serem incluídos como uma prioridade da primeira dama Michele .

Eu vivi para ver , meu presidente ser empossado como mandatário máximo do meu país , mesmo após ter sido vítima de um atentado .

Eu vivi para ver ele tirar a bandeira do meu país do bolso .

Eu vivi para ver todos assinarem com caneta BIC.

Eu vivi para ver que nosso país está LIVRE do falso socialismo do PT.

Eu vivi para ver um presidente dizer que nossa bandeira JAMAIS será vermelha .

E Eu vivi para ver nossa bandeira voltar a ser verde e amarela.

“ o Brasil acima de tudo, Deus acima de todos “.

Que Deus abençoe nosso presidente Bolsonaro e nossa primeira dama Michele e a todos nós Brasileiros.

Agora sim, feliz 2019 a todos!

Vilma Moniz Portella
ADESG 2000       


  É HORA DE FAZER ACONTECER, BOTAR O BLOCO NA RUA!

XVIII- 57/18 - 04.01.2019

________________________________________

RAIMAR RICHERS

Na década de 70, quando morava, trabalhava, estudava e dava aulas de Finanças e Controle Orçamentário na PUC de São Paulo, conheci, na FGV, o professor Raimar Richers, um dos primeiros especialistas em Marketing no Brasil, que desenvolveu o -MODELO DOS 4 As-, o qual pode ser aplicado, não só no marketing mas em todas as áreas do setor privado e do setor público.

COMO UMA LUVA

Como o Brasil está iniciando um novo governo comprometido com mudanças pontuais que visam tirar o Brasil do atraso monumental, que, por força e determinação de SOCIALISTAS DA GEMA levou, literalmente, a nossa economia à lona, este -MODELO DOS 4 As- cai como uma luva como instrumento de recuperação. 

OS QUATRO As

O primeiro -A- é de ANÁLISE, qual seja o DIAGNÓSTICO e/ou identificação das CAUSAS a serem atacadas, o que no caso do nosso pobre -Brasil- existe em abundância.

O segundo -A- é de ADAPTAÇÃO. Uma vez concluída a ANÁLISE dos PROBLEMAS e/ou CAUSAS, é preciso encontrar e ajustar as formas capazes de elevar a probabilidade de acertos.

O terceiro -A- é  de ATIVAÇÃO, qual seja, depois de ADAPTAR as formas é a hora de FAZER ACONTECER. Em outras palavras é botar o BLOCO NA RUA.

O quarto -A- é de AVALIAÇÃO, ou auditoria do processo. Os resultados colhidos na AVALIAÇÃO geram um importante ciclo, que propõe a RE-ANÁLISE, RE-ADAPTAÇÃO, RE-ATIVAÇÃO e RE-AVALIAÇÃO.

FAZER ACONTECER

Estou pra lá de convencido, da mesma forma como o ministro Paulo Guedes, de que a ANÁLISE, ou DIAGNÓSTICO, já é mais do que conhecida, escancarada e provada. Da mesma forma também a ADAPTAÇÃO, que está brutalmente estampada em forma de fantásticos e inquestionáveis ROMBOS NAS CONTAS PÚBLICAS.


O BRASIL NÃO PODE ESPERAR

Cumpridas as duas primeiras tarefas do MODELO de Raimar Richers, não há porque protelar a ATIVAÇÃO. Embora com um atraso monumental, com este novo governo o Brasil agora só precisa, mais do que nunca , -FAZER ACONTECER-, ou -BOTAR O BLOCO NA RUA-. Esperar mais é pecado mortal!

ESPAÇO PENSAR+

Eis o artigo do pensador Percival Puggina - NOSSAS CRIANÇAS E O FIM DA TIRANIA IDEOLÓGICA!:

Se você prestou atenção aos dois pronunciamentos do presidente Bolsonaro neste 1º de janeiro, deve ter percebido que acabaram os melindres. Durante longo tempo, o “politicamente correto” e a retórica evasiva foram usados pelos nossos governos para esconder suas intenções. Com a posse de Bolsonaro, já em seus dois discursos, junto com o combate frontal à inversão de valores, ao marxismo cultural e à ideologização das crianças, entram para a linguagem do governo temas como a defesa da família, dos valores tradicionais, da segurança das pessoas de bem, do direito de propriedade e do direito de defesa. O novo presidente não está preocupado com os chiliques dos devotos do “santo” na carceragem de Curitiba. Bolsonaro não falou para extrair um “Bien sûr!” do Le Monde, nem um “This is the guy!” do The New York Times. Ele falou ao Brasil real, que nos últimos anos percebeu lhe haverem roubado tudo. A exemplo desses gatunos que levam até os parafusos da placa de bronze no monumento da praça, lhe escavaram e surrupiaram os fundamentos do amor próprio.

          Entre os destroços do naufrágio nacional, num cenário em que, por tantos anos, imperavam as bandeiras vermelhas, foram tombando, sem resistência, os bastiões da família, da fé, da ordem, dos valores morais. O que sobrou a esse povo que já sonhava com o exílio? O que lhe restou como sinal visível de unidade? Quanta poesia na resposta a essa pergunta, queridos leitores! Restaram ao povo, que a eles se agarrou, o verde e o amarelo da bandeira, cores que se agitaram como símbolos da indispensável retomada do Brasil pelos brasileiros! “Essa é a nossa bandeira, que jamais será vermelha!” reiterou Bolsonaro, ao encerrar seu discurso de posse com o dito que encheu as ruas nos últimos anos.

          Não é admirável? O povo brasileiro foi fragmentado pela cizânia e sovado na lamúria. Foi apartado e reclassificado em tantos troços, fatias e pedaços quanto se possa fracionar uma sociedade nacional. Depois, foi diligentemente treinado ao autodesprezo, a envergonhar-se – crime cotidiano cometido em tantas salas de aula do país! –, mas acabou encontrando nas cores do símbolo pátrio seu fator de reunificação. Os maus brasileiros não conseguiram sumir com a bandeira, para a qual convergem valores, idioma, fé, tradição, história; e mais os pais da pátria e os ancestrais de cada um de nós.

          As urnas consagraram a reunificação dos que não se entregaram à tragédia anunciada. Imagino quantos professores de História surtaram durante a tarde deste dia 1º de janeiro. A ditadura do politicamente correto desabou. Num país onde, há décadas, o marxismo foi a única crença, a única fé tolerada no espaço público, Bolsonaro fez seis referências a Deus no primeiro discurso e sete no segundo. Ah, é demais? Demais é ver Haddad e Manuela na fila da comunhão.

          Foi pensando nestas coisas que eu ouvi do presidente a frase sobre a educação básica, destacada em epígrafe. Era natural essa prioridade se desejasse “colocar os interesses dos brasileiros em primeiro lugar”. De fato, se há injustiça gritando estridente nos indicadores sociais brasileiros é a praticada pelo poder público ao proporcionar a pior educação aos jovens que deveriam receber a melhor. Refiro-me ao que acontece, especialmente, na periferia das nossas cidades. Ali, em meio a desajustes de toda ordem, se concentram as famílias de baixa renda e, não raro, até a merenda escolar é roubada. Esse arremedo de Educação (abençoe Deus as exceções e seus dedicados gestores e professores!) entrega à vida, ou à sequência de estudos, alunos para quem uma simples adição vira enigma, uma frase de três linhas, esconde mistérios de compreensão e uma regra de três desaba sem jamais ser armada. Mas a formação para a cidadania... Ah! Nela se prepara o “agente transformador” por excelência, na verdade membro graduado da infeliz geração nem-nem (que não trabalha e não estuda) e que, na falta disso, bate no professor e reverencia o traficante.

          Para cada cotista gerado ao arrepio do mérito e do legítimo direito alheio, discípulos de Paulo Freire promovem, em sala de aula, o genocídio das potencialidades naturais. Transformam em problema aqueles com quem deveria estar a esperança. Despejam nas ruas da vida real, a cada fim de ano, centenas de milhares de estudantes despreparados para tudo “porque mão-de-obra é que não haverão de ser”, conforme muitos desses militantes políticos travestidos de educadores já me afirmaram com orgulho e jactância.

FRASE DO DIA

O SUCESSO EXIGE ATITUDES FIRMES E CORAJOSAS.
Milton Friedman

BRASIL NO IMPÉRIO!

(M. Braga) Para quem gosta de história do Brasil.
Quando D. Pedro II do Brasil subiu ao trono, em 1840, 92% da população brasileira era analfabeta.
Em seu último ano de reinado, em 1889, essa porcentagem era de 56%, devido ao seu grande incentivo à educação, à construção de faculdades e, principalmente, de inúmeras escolas, que tinham como modelo o excelente Colégio Pedro II.
A Imperatriz Teresa Cristina cozinhava as próprias refeições diárias da família imperial apenas com a ajuda de uma empregada (paga com o salário de Pedro II).
(1880) O Brasil era a 4º economia do Mundo e o 9º maior Império da história.
(1860-1889) A média do crescimento econômico foi de 8,81% ao ano.
(1880) Eram 14 impostos, atualmente são 98.
(1850-1889) A média da inflação foi de 1,08% ao ano.
(1880) A moeda brasileira tinha o mesmo valor do dólar e da libra esterlina.
(1880) O Brasil tinha a segunda maior e melhor marinha do Mundo, perdendo apenas para a da Inglaterra.
(1860-1889) O Brasil foi o primeiro país da América Latina e o segundo no Mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais.
(1880) O Brasil foi o maior construtor de estradas de ferro do Mundo, com mais de 26 mil km.
A imprensa era livre tanto para pregar o ideal republicano, quanto para falar mal do nosso Imperador.
"Diplomatas europeus e outros observadores estranhavam a liberdade dos jornais brasileiros”, conta o historiador José Murilo de Carvalho.
Mesmo diante desses ataques, D. Pedro II se colocava contra a censura. "Imprensa se combate com imprensa", dizia.
O Maestro e Compositor Carlos Gomes, de “O Guarani” foi sustentado por Pedro II até atingir grande sucesso mundial.
Pedro II mandou acabar com a guarda chamada Dragões da Independência por achar desperdício de dinheiro público. Com a república a guarda voltou a existir.
Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honorários de Botânica e Astronomia pela Universidade de Cambridge.
D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo que 17 era fluente.
A primeira tradução do clássico árabe “Mil e uma noites” foi feita por D. Pedro II, do árabe arcaico para o português do Brasil.
D. Pedro II doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes.
Pedro II fez um empréstimo pessoal a um banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca. Em uma época que ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica nativa.
A mídia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manutenção dos palácios da Quinta da Boa Vista e Petrópolis. Pedro II não admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase diárias nos jornais, mantinha a total liberdade de expressão e nenhuma censura.
D. Pedro II era um Grande Templário amigo pessoal de Don Antonio de Sousa Fontes 50º Grão Mestre da OSMTH Magnum Magisterium.
D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu exílio sempre com um saco de veludo ao bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele. Foi o que “roubou” do Brasil!
Fonte: Biblioteca Nacional RJ, IMS RJ, Diário de Pedro II, Acervo Museu Imperial de Petrópolis RJ, IHGB, FGV, Museu Nacional RJ, Bibliografia de José Murilo de Carvalho


Ex-Blog do Cesar Maia


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