Compre de quem você confia. Muito mais vantagens para você. O Magazine Você é um canal de vendas do Magazine Luiza. O remetente deste email está autorizado a vender nossos produtos através do site www.magazinevoce.com.br
Ofertas válidas até o dia 03/01/2019 às 23:59 (horário de Brasília) ou enquanto durarem nossos estoques (o que ocorrer primeiro). Preços anunciados não incluem frete. Este e-mail não deve ser respondido.
Para dúvidas referentes a: entregas, montagens, cancelamentos e/ou pagamentos, entrar em contato com a Central de Atendimento através do número 0800-344000.
Encontro será primeira participação internacional do novo chanceler brasileiro Ernesto Araújo
Os chanceleres dos países do Grupo de Lima vão se reunir nesta sexta-feira, na capital peruana, para avaliar a situação da Venezuela - um encontro que contará, pela primeira vez, com a participação do novo chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, informou o governo nesta quinta.
A convocação do Grupo de Lima foi feita na mesma semana em que o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, foi recebido em Cartagena, na quarta-feira, pelo presidente colombiano Iván Duque. Nesta reunião, os dois governos concordaram em unir esforços para isolar diplomaticamente o governo de Nicolás Maduro e "recuperar" a democracia na Venezuela.
O encontro se realizará três dias depois da posse do presidente de extrema direita Jair Bolsonaro. O Brasil é uma das 14 nações que compõem o Grupo. Em Brasília, Pompeo se reuniu na terça com o chanceler peruano Néstor Popolizio, cujo país é o impulsionador do Grupo de Lima, e eles concordaram em "aumentar a pressão" sobre Maduro.
O chanceler da Colômbia, Carlos Holmes Trujillo, afirmou nesta quinta-feira que seu país, cujas relações com a Venezuela estão praticamente congeladas desde 2017, decidirá sua postura "conjuntamente com os chanceleres do Grupo de Lima" na reunião de sexta.
O presidente da Colômbia pediu para os "países defensores da democracia" não reconhecerem o novo governo de Maduro - que tem início em 10 de janeiro e deve se estender até 2025. Segundo Maduro, os Estados Unidos estão coordenando um complô para gerar incidentes armados nas fronteiras da Venezuela com a Colômbia e o Brasil e justificar uma intervenção militar.
Criado em 2017, o Grupo de Lima é composto por Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, Guiana e Santa Lucía.
Com a sanduicheira Fast Grill e Sandwich, da Mondial você poderá ter alimentos mais saudáveis em sua casa. Ela prepara sanduíches e grelhados com praticidade e rapidez! Possui 750 Watts de potência e capacidade de preparar até 2 pães por vez. Ainda contém alça fria, para total proteção das mãos durante o uso do produto, e trava de segurança, além de base antiderrapante. Muito mais facilidade em sua cozinha!
por Osmar José de Barros Ribeiro. Artigo publicado em 31.12.2018
Uma grande e insofismável verdade: no Brasil, a forma de fazer política sofreu uma transformação radical com o resultado das últimas eleições. De pouco valeram os conciliábulos dos caciques partidários; o apoio a este ou aquele candidato negociado pelos e com os meios de comunicação; as previsões dos institutos de pesquisa, normalmente desmentidas pela realidade; os ataques desferidos por todos contra um único postulante e as tentativas de desqualifica-lo. Tudo deu em água de barrela.
Dizia-se, com uma convicção surgida sabe Deus de onde, que a Câmara e o Senado continuariam a ser feudo das oligarquias as quais, desde Cabral, dominavam o Congresso e punham o Executivo de joelhos. Ledo engano. Principalmente na Câmara dos Deputados, de bem pouco adiantaram os esforços dos senhores dos partidos e a renovação dos quadros se revelou com força insuspeitada. Assim, eis que as agremiações políticas, acostumadas a impor sua vontade, viram minguar as suas vagas.
No Brasil, em 2018, aconteceu um terremoto político. O movimento das placas tectônicas levou ao surgimento de uma nova e talvez decisiva mudança nos hábitos e costumes da política brasileira, ainda que muitos não acreditem e muito menos se deem conta de que está passando a época dos comentaristas politicamente engajados e dos "coronéis" que trocavam votos potenciais por cargos e outras benesses pouco republicanas.
Quem é o candidato vitorioso à Presidência da República? Em 1986, como Capitão da Arma de Artilharia e aluno da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO), tornou-se conhecido por haver, numa entrevista à revista Veja, criticado os baixos vencimentos dos militares, sendo punido com quinze dias de prisão. Dois anos depois, transferido para a Reserva, foi eleito vereador no Estado do Rio de Janeiro. Desde 1990, ainda pelo mesmo Estado, elegeu-se, eleição após eleição, deputado federal. Considerado como pertencente ao "baixo clero", nunca deixou de se manifestar favoravelmente à Revolução de 1964 e de defender posições que os "politicamente corretos" consideram de direita e populistas.
Menosprezado, não poucas vezes insultado e até mesmo ridicularizado por alguns dos seus concorrentes, foi este o postulante que terminou eleito, com a maioria dos votos válidos, para a Presidência da República. E tal façanha foi alcançada sem o apoio de qualquer grande partido, sem recursos públicos e enfrentando, além de um atentado ainda não esclarecido, a aberta má vontade de grande parte dos meios de comunicação. Ainda hoje, já diplomado pelo Superior Tribunal Eleitoral (TSE), seus detratores não esmorecem. É a "velha política", ainda sonhando com tempos idos e vividos, cevada na troca de favores, tentando fazer com que o presidente eleito renda-se aos maus hábitos que prometeu erradicar. Assim, criticam as medidas anunciadas, desmerecem a escolha dos futuros ministros e secretários e buscam, até agora sem êxito, envolve-lo e a seus familiares em casos de corrupção, esse mal cuja erradicação dos negócios públicos foi uma das promessas do então candidato.
Salvo melhor juízo, a eleição de Jair Bolsonaro foi uma resposta da sociedade aos costumes perniciosos desenvolvidos pelas oligarquias políticas, cujo principal objetivo sempre foi a satisfação dos seus propósitos pessoais e/ou grupais. O sucesso, vencendo toda sorte de óbices, deveu-se às propostas apresentadas aos eleitores, predominantemente jovens, que viram nele o ressurgimento daqueles valores que fazem a grandeza de uma Nação.
Que não seja desmentida a esperança brasileira de que, doravante, nada será como antes.
Número de nascimentos declinou em 2,5 milhões no ano passado
População chinesa em idade ativa (de 16 a 59 anos) reduziu em quase 5,5 milhões em 2017 | Foto: STR / AFP / CP
A China, o país mais populoso do mundo, sofreu em 2018 o primeiro declínio demográfico em pelo menos 70 anos, apesar do abandono da política do filho único, segundo especialistas. Os dados oficiais serão divulgados neste mês mas, sem esperá-los, o especialista Yi Fuxian, um pesquisador estabelecido nos Estados Unidos na Universidade de Wisconsin-Madison, estima que a população da China diminuiu no ano passado em 1,27 milhão de pessoas. Uma quantidade pequena se comparada com seus 1,39 bilhão de habitantes, mais de 6,5 vezes a população do Brasil, mas algo inédito na história da República Popular da China, fundada em 1949.
Depois de que o fundador do regime comunista, Mao Zedong, fomentou a natalidade, a China instaurou em 1979 a política do filho único, com frequência criticada por sua brutalidade. Mas diante do envelhecimento da população, o governo passou a autorizar, em 2016, todas as famílias a terem dois filhos. O problema: devido ao alto custo da educação, saúde e moradia, muitos casais preferem ficar com apenas um ou inclusive nenhum filho.
"Mudança histórica"
Consequentemente, o número de nascimentos caiu em 2,5 milhões no ano passado, calcula Yi Fuxian, enquanto as autoridades chinesas esperavam um aumento de 790 mil. O total de nascimentos, segundo ele, deveria ser de 10,31 milhões em 2018. Paralelamente, o número de falecimentos aumentou para 11,58 milhões, calcula o pesquisador, que baseia seus dados em estatísticas locais.
O ano passado representa "uma mudança histórica para a população chinesa", explicou Yi Fuxian à AFP, considerando que a tendência pode ser inclusive "irreversível", dada a diminuição do número de mulheres em idade fértil. "A população chinesa começou a cair pela primeira vez desde 1949, o problema do envelhecimento acelerou e o dinamismo da economia perdeu força", apontou. As pesquisas de Yi serão publicadas em um estudo realizado com o economista Su Jian, da Universidade de Pequim, com base em cifras da Comissão Nacional da Saúde.
"Crise demográfica"
A China entra em "uma crise demográfica", alarmou-se o economista Ren Zeping, do grupo imobiliário Evergrande. Espera-se que a Índia supere nos próximos anos a China como país mais populoso do planeta. A população chinesa em idade ativa (de 16 a 59 anos) reduziu em quase 5,5 milhões em 2017, sexto ano consecutivo de declínio, estabelecendo-se em 902 milhões de pessoas (65% da população total). Segundo projeções do governo, o número de pessoas de 60 anos ou mais deveria chegar a 487 milhões em 2050, ou seja, 35% da população, contra 241 milhões (17,3%) no fim de 2017.
A cifra de mulheres em idade fértil retrocederia mais de 39% durante os 10 próximos anos, segundo He Yafu, um demógrafo independente que considera verossímeis as projeções do professor Yi. Este último, que criticou durante muito tempo a política do filho único, insta agora o governo chinês a abolir o limite de dois filhos por família e a fomentar a natalidade com a ajuda de generosas licenças-paternidade e incentivos fiscais.
Se o regime comunista não intervir imediatamente, alertou, "a crise do envelhecimento será mais grave do que no Japão, e as perspectivas econômicas, ainda mais sombrias".
AFP e Correio do Povo
Feliz Ano Novo!
POR LAURO JARDIM
Agência O Globo | Monica Imbuzeiro
Hoje e amanhã, o blog dá uma paradinha de final de ano para respirar.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Mas retorna ao batente na quarta-feira, dia 2, bem cedo, já...recheado de informações exclusivas sobre o novo governo e tudo o mais que houver de relevante.
Feliz 2019 para todos.
O Globo
Cartão de visitas
Por Mauricio Lima
João Doria (TV Globo/Reprodução)
Na primeira semana do ano, João Doria vai anunciar medidas fortes na condução de segurança em São Paulo. As iniciativas estão guardadas a sete chaves, mas sabe-se que terão dois focos: aumentar o policiamento das ruas e o combate ao crime organizado.
Nada como um flagrante para elucidar as verdades e demonstrar quem é quem.
Inquestionável que tanto Lula quanto Jair Bolsonaro são de origens humildes.
O petista no entanto sempre foi amante das benesses do poder, desde o início de sua militância sindical, quando fazia acordos com os patrões, em detrimento de seus colegas.
E Lula, uma vez no exercício do poder, sempre teve o comportamento tirano com os seus subordinados.
Jair Bolsonaro, por sua vez, foi estrategicamente pintado pela esquerda devassa como uma pessoa autoritária, machista, racista e por ai afora.
É a velha tática ensinada por Lenin:
“Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é!”
Nos vídeos abaixo, em dois flagrantes, o verdadeiro Lula e o verdadeiro Bolsonaro.
O metalúrgico que adorou pertencer a elite e agora está preso por ter roubado a nação e o capitão, um homem do povo, político na acepção da palavra, que venceu todas as artimanhas e pilantragens da esquerda e hoje governa o país.
Depois de sorver, palavra por palavra, os discursos proferidos pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo seu vice, Hamilton Mourão, no dia 02/01, ontem foi a vez de me deliciar com os pronunciamentos (promessas de firmes mudanças) feitos pelos ministros que foram empossados.
PAULO GUEDES E SÉRGIO MORO
Ainda que todos os discursos de posse dos ministros de Bolsonaro soaram como música de alta qualidade nos meus ouvidos, considerando que a ECONOMIA e a POLÍTICA são os temas que gozam de maior preferência nos meus editoriais, sem prejuízo dos demais me proponho a tecer comentários sobre o que ouvi dos ministros Paulo Guedes (Economia) e Sérgio Moro (Justiça).
PAULO GUEDES
Começando por Paulo Guedes, gostei quando o ministro se referiu aos gastos da Previdência, dizendo que -a máquina do governo virou gigantesca engrenagem perversa de transferência de renda. Mais ainda quando se referiu aos bancos públicos, dizendo que PIRATAS PRIVADOS, BUROCRATAS POLÍTICOS E CRIATURAS DO PÂNTANO POLÍTICO se associaram para agir contra o povo brasileiro. Show!
VAMOS VENDER ATIVOS
Com muito foco e precisão Guedes disse muito mais no seu discurso - feito de improviso- que durou 55 minutos. Resumindo as tantas boas coisas que Guedes disse, gostei desta: -O Brasil foi corrompido e parou de crescer pelo excesso de gastos. A reforma do Estado é a CHAVE para corrigir esse fenômeno. E arrematou: "-Vamos vender ativos, desacelerar a dívida".
A MÃE DE TODAS AS REFORMAS
Enfim, com a sua habitual clareza, que lhe dava ares do saudoso liberal Milton Friedman, Guedes, em praticamente todas as frases não deixava de colocar a REFORMA DA PREVIDÊNCIA como a MÃE DE TODAS AS REFORMAS. Sem ela, repetiu várias vezes, o Brasil se mantém na ROTA DO IMENSO ABISMO FISCAL, que já colocou o Brasil na Lona.
SÉRGIO MORO
Quanto ao magnífico ministro da Justiça, Sérgio Moro, primeiro a ser empossado, gostei muito quando disse que a “missão prioritária” de sua gestão é “o fim da impunidade da grande corrupção, o combate ao crime organizado e a redução dos crimes violentos”.
Também citou exemplos de medidas “ainda em elaboração” que sua equipe vai propor ao Congresso, em fevereiro, como é o caso do “projeto anticrime” que já havia sido anunciado durante a transição de governo. Entre as mudanças “simples, mas eficazes” estarão a previsão de operações disfarçadas das polícias e a proibição de progressão de regime a membros de organizações criminosas.
O ápice, no meu entender, foi quando Moro falou que o governo pretende “deixar mais claro na lei” que réus CONDENADOS EM 2ª INSTÂNCIA em processos criminais podem ser presos para cumprir pena. Moro classificou as decisões do Supremo que permitem a execução de pena após sentença em segundo grau como “mais importante avanço institucional dos últimos anos”. Para completar, Moro disse que o "Brasil jamais será porto seguro para criminosos". DEZ!
MARKET PLACE
A BEM DA VERDADE - Para que fique bem claro junto aos eleitores e apoiadores do deputado federal e pensador, Marcel Van Hattem, futuro líder do partido Novo na Câmara, na conversa que manteve, durante a cerimônia de posse de Paulo Guedes, com Salim Mattar, chefe da Secretaria de Desestatização, o mesmo enfatizou que a bancada do NOVO é a favor da PRIVATIZAÇÃO DE TODAS AS ESTATAIS, e não apenas de algumas.
FRASE DO DIA
A sociedade que coloca a igualdade à frente da liberdade irá terminar sem igualdade e liberdade. Milton Friedman