Aumento do diesel gera pressão por reajuste do frete

Caminhoneiros querem compensação por alta de 13% no combustível

Caminhoneiros querem compensação por alta de 13% no combustível | Foto: Carlos Queiroz / CP Memória

Caminhoneiros querem compensação por alta de 13% no combustível | Foto: Carlos Queiroz / CP Memória

O aumento de 13% no preço do diesel nas refinarias e seu reflexo nas bombas trouxeram um novo ingrediente à já complicada disputa em torno dos valores mínimos do frete rodoviário. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) analisa se precisará ou não reajustar a tabela que já está em vigor. A Lei 13.703, sancionada no último dia 8 de agosto, diz que uma nova tabela de preços deve ser publicada toda vez que o diesel variar mais do que 10%.

O tabelamento do frete rodoviário foi um dos pedidos dos caminhoneiros atendidos pelo governo Michel Temer para por fim à paralisação da categoria. O setor produtivo calcula que a política do preço mínimo elevou em 12% o custo de transporte na indústria e em 119% o transporte da soja do Mato Grosso para o porto de Santos (SP). "A ANTT deve publicar nova tabela considerando esse aumento", disse o presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga (Sinditac) de Ijuí (RS), Carlos Alberto Litti Dahmer. Ele explicou que basta a ANTT pegar os novos preços do diesel publicados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) e corrigir a tabela.

"Estamos de olho no aumento do combustível", disse o autônomo Wallace Landim, num vídeo distribuído a suas bases. Ele acrescentou que está "tranquilo" porque a lei tem um "gatilho" pelo qual, em caso de aumento acima de 10%, a tabela é reajustada.

Essa mesma lei, porém, tem outras previsões que tornam a questão mais complicada do que parece. "A ANTT não pode revisar um ponto específico sem revisar o resto", disse o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove), André Nassar. Ele diz, por exemplo, que ela fala em reajustes semestrais e fixa datas para que isso ocorra: 20 de janeiro e 20 de julho. A lei ainda determina que a elaboração da tabela seja feita com participação social. Se for feita uma revisão pontual de valores, isso terá sido descumprido.

No acordo que encerrou a paralisação dos caminhoneiros, no final de maio, foi editada uma Medida Provisória (MP), a 832, que estabelecia uma política de preços para o frete. Essa MP mandava a ANTT publicar uma resolução com a tabela no prazo de cinco dias. Assim foi feito. A MP 832 tramitou pelo Congresso e foi convertida na Lei 13.703. A lei manda a ANTT elaborar uma tabela de preços de frete rodoviário num processo com participação social. A agência iniciou esse trabalho e já consultou os interessados. Mas ainda não concluiu a nova tabela. Esse processo ainda levará 90 dias. O reajuste do diesel embaralhou esse quadro.

O acordo que encerrou a paralisação também criou uma política para o diesel. Pelo acordo, o litro ficaria com preço estável até o final de julho. Foi dado um desconto de R$ 0,46 por litro. A partir deste mês, o preço passa a mudar mensalmente, mas o desconto será preservado até dezembro.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

PREVISÃO DO TEMPO

Setembro começa chuvoso no Rio Grande do Sul



CAPITAL HUMANO: A FALÊNCIA DO ENSINO

XVII- 224/17 - 05.09.2018

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CAPITAL​

Bom seria se todos os brasileiros soubessem que a existência de qualquer ATIVIDADE ECONÔMICA, no mundo todo, só é possível através do emprego de capital. Mais precisamente CAPITAL  -HUMANO (inteligência), MATERIAL (commodities), FINANCEIRO (crédito) e, hoje, mais do que nunca, de recursos TECNOLÓGICOS.

CONHECIMENTO

Quando se fala de CAPITAL HUMANO, que vêm a frente dos demais, sabe-se muito bem que as chances que qualquer atividade tem para poder  progredir, mesmo levando em conta que o risco sempre está presente em todos os negócios, depende de CONHECIMENTO.

ENSINO

Pois, quem acompanha o que vem acontecendo no nosso empobrecido Brasil na área do ENSINO, responsável pela EDUCAÇÃO e o CONHECIMENTO do povo, já percebeu, de forma inequívoca, que pouco ou nada adianta a possibilidade de poder contar com uma possível abundância de RECURSOS MATERIAIS, FINANCEIROS E TECNOLÓGICOS, quando o CONHECIMENTO praticamente inexiste.

SITUAÇÃO DESESPERADORA

O que mais entristece é que a QUALIDADE DO ENSINO no nosso país, se é que pode ser empregada a palavra -QUALIDADE-, não para de piorar a cada ano que passa. Pelo que revela o MEC, através do recém divulgado  Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), a situação é DESESPERADORA. Explica, com boa nitidez, que o número de DESEMPREGADOS resulta, em boa parte, pela FALTA DE CONHECIMENTO.

CAPITAL HUMANO

O estudo confirma, mais uma vez, tudo que vem revelando, a cada dois anos, a Prova Brasil, a respeito do conhecimento de -português e matemática-, ou seja:-mais de 65% dos alunos brasileiros no 5º ano da escola pública continuam não sabendo reconhecer um quadrado, um triângulo ou um círculo.

CONHECIMENTO ZERO

Querem mais? Então anotem aí: cerca de 60% não conseguem localizar informações explícitas numa história de conto de fadas ou em reportagens. Entre os maiores, no 9º ano, cerca de 90% não aprenderam a converter uma medida dada em metros para centímetros, e 88% não conseguem apontar a ideia principal de uma crônica ou de um poema. Essas são algumas das habilidades mínimas esperadas nessas etapas da escola, que nossos estudantes não exibem.

Como se vê, o DESCASO COM O ENSINO, promovido de forma INTENCIONAL E CRIMINOSA, com muito vigor e objetividade, pelos governos petistas, notadamente, vem resultando em muita DESIGUALDADE. Tudo como manda a CARTILHA GRAMSCISTA, adotada pelo líderes-membros do Foro de São Paulo. Que tal?

ESPAÇO PENSAR +

Eis aí o estudo feto pelo pensador Darcy Francisco dos Santos, com o título -PARANÁ E SANTA CATARINA PODERÃO DE O RIO GRANDE DO SUL AMANHÃ-:
Embora os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul (nessa ordem) apresentem grande deterioração de suas contas, os outros três estados, entre os seis selecionados para comparação, exceto São Paulo, não estão bem. O Estado de São Paulo, dos seis escolhidos, é o que está em melhor situação. Proporcionalmente, é o que despende menos com previdência, embora ela já alcance 20% da RCL, em termos brutos (MG: 39,9%; RS, 38,7%; RJ, 36,9%).

Tomando os dois estados, objeto deste estudo, podemos dizer que o Estado do Paraná vem conseguindo uma razoável margem para investir, mesmo que decrescente, e vem realizando altos investimentos, mas contando com recursos de operações de crédito, o que se tornou possível, devido ao reduzido endividamento, de apenas 0,29 da RCL, endividamento esse que vem decrescendo ao longo do tempo, depois de alcançar 1,26 da RCL em 2006 ( RJ está com 2,32; RS, 2,13 e MG, 2,03).

Mas o Estado do Paraná vem apresentando resultados primários decrescentes desde 2008 e uma despesa previdenciária crescente, cuja taxa de expansão em todos os períodos governamentais desde 2006 foi superior a da RCL, superando esta última em 28% no período.

Os resultados orçamentários só não foram piores, devido à redução do serviço da dívida, especialmente nos dois últimos anos.

A situação financeira do Estado foi ajudada pela alteração dos critérios de segregação das massas dos regimes previdenciários, permitindo o uso dos recursos do plano previdenciário para atender compromissos do plano financeiro (em repartição), o que fez através da lei estadual n° 18.469/2015.

Trata-se de um procedimento nada recomendável, mas será o destino dos estados que não têm como manter um sistema de repartição com altos dispêndios e, ainda, formar poupança no plano de capitalização, quando abre mão também da contribuição do servidor novo, que também vai para o fundo.

Sem uma reforma na previdência que altere as idades mínimas e as regras do período de transição, a maioria dos estados ficará inviabilizada em poucos anos.

O Estado de Santa Catarina está em situação financeira pior que a do Estado do Paraná, embora sua economia vá muito bem. A margem para investir média nos últimos seis anos foi nula, ainda ajudada pela redução do serviço da dívida, especialmente nos últimos dois anos, em decorrência do acordo com a União em 2016.

Os investimentos têm sido altos, mas financiados em grande parte por operações de crédito, que aumentaram o grau de endividamento de 0,41 para 0,51, quase 25% a mais. Mesmo assim, mantém um endividamento baixo.
A despesa corrente não financeira (pessoal mais ODC) vem gradativamente absorvendo a RCL, ao longo da série em análise. O crescimento da despesa com pessoal e a com previdenciária foi superior ao da RCL nos dois últimos períodos governamentais. Esta última superou em 20% o crescimento da RCL.
Aliás, a despesa previdenciária vem apresentando grande expansão a partir de 2008, passando de 16,9% da RCL para 27%, em termos brutos.

Tanto o Estado do Paraná como o de Santa Catarina, se nada for feito, seguirão o mesmo caminho dos três estados que estão em pior situação atualmente (RJ, MG e RS).

Pelas razões já citadas, o Estado de Santa Catarina também abandonou a segregação das massas no Regime Próprio de Previdência, seguido que foi por Minas Gerais, Sergipe, Rio Grande do Norte e Distrito Federal (IPEA, Carta de Conjuntura 4° bim./2007). No entanto, o Estado criou a previdência complementar em 2015.

Dos seis estados selecionados para comparação, com base nos índices escolhidos, sua situação orçamentário-financeira foi assim classificada: SP, PR, SC, RS, MG e RJ. O Estado do Rio Grande do Sul, que sempre ocupou a última posição, ficou na antepenúltima, parte por mérito e parte pela piora dos dois últimos.
Uma frase resume toda a situação: Sem uma reforma da previdência não há solução para os estados, mesmo com o fim da recessão econômica.

FRASE DO DIA

Não foram os fascistas, mas os socialistas, que começaram a arregimentar as crianças desde a mais tenra idade em organizações políticas para garantir que elas se tornassem bons proletários.

F.Hayek

Qualquer um que ganhar eleição estará sob suspeita, diz Bolsonaro

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O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta quarta-feira (5) que a eleição desse ano será contestada independente de quem seja o vencedor. O deputado federal disse que "outro lado vai arguir a suspeição" de qualquer um que ganhar.

Defensor do voto impresso, que foi derrubado pelo STF (Supremo Tribunal Federal), o candidato ao Palácio do Planalto foi instado a dizer o que fará se não ficar em primeiro no pleito, já que tem questionado a confiabilidade das urnas eletrônicas.

"Qualquer um que ganhar, vai estar sob suspeita essas eleições, com toda certeza", disse o presidenciável, sendo questionado em seguida se essa afirmativa também o incluía. "Qualquer um que ganhar, o outro lado vai arguir a suspeição", insistiu.

Em seguida, Bolsonaro fez críticas ao PT, que, segundo ele, descobriu que a chave do sucesso é a urna eletrônica --que estreou nas eleições municipais de 1996. "Por que nenhum país do mundo adota esse modelo, só o Brasil? Por que o Japão, Coreia do Sul, Estados Unidos não adotam?", questionou. No ato, Bolsonaro chegou a chutar um Pixuleco, boneco que representa o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Eu não acredito nessa forma de apurar votos", declarou o deputado federal, desconversando depois de ser indagado sobre o fato de colocar o pleito em questionamento antes mesmo do resultado.

Bolsonaro participou de carreata entre Ceilândia e Taguatinga, ambas regiões administrativas do Distrito Federal.

No início da entrevista coletiva, ele exaltou a "aceitação enorme" que recebe em qualquer cidade do país e falou em ganhar no primeiro turno. "Se o voto for impresso, eu sei que o Supremo derrubou isso, mas se tivermos como comprovar a lisura das eleições, a gente ganha no primeiro turno", disse Bolsonaro.

O candidato foi questionado por uma jornalista se não estava "sentando na cadeira" antes da hora, e disse que não está nem sentando em cadeira nenhuma, encerrando a entrevista.

Carreata

Organizada pela campanha do general Paulo Chagas (PRP), candidato ao governo do Distrito Federal apoiado por Bolsonaro, a carreata reuniu cerca de 1.000 veículos, segundo estimativa da Polícia Militar.

Em trios elétricos, eles foram seguidos por centenas de motos e carros, enquanto acenavam para transeuntes e apoiadores que acompanharam no chão.

Em sua maioria, pessoas que estavam na rua, em estabelecimentos comerciais ou em residências demonstraram apoio a Bolsonaro, mas houve manifestações pontuais de desaprovação, com pessoas apontando o polegar para baixo ou exibindo o dedo do meio para o candidato.

O ato foi iniciado em Ceilândia, cidade natal da mulher de Bolsonaro, Michelle, que não compareceu. A reportagem apurou que ela não gosta de comparecer a eventos políticos e preferia, inclusive, que ele não disputasse a Presidência da República.

"Minha esposa é de Ceilândia. Vamos ter a primeira-dama de Ceilândia ou não vamos?", disse o presidenciável ao público, do trio elétrico.

O evento foi encerrado com uma oração coletiva, do pai-nosso.

Em Brasília desde ontem para participar de sessão da Câmara, Bolsonaro viaja na tarde desta quarta para o Rio de Janeiro.

Nesta quinta (6), ele vai para Juiz de Fora (MG) participar de um ato de campanha e depois retorna à capital fluminense para assistir ao desfile de 7 de setembro, no feriado de Independência. Na semana que vem, ele deve ir ao Nordeste, passando por Recife e Caruaru (PE).

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Lula entra com novo recurso contra TSE e amplia ofensiva no STF

A estratégia da defesa é reforçar a narrativa de que o processo é ilegítimo

Letícia Casado

BRASÍLIA

Na esteira do voto do ministro Edson Fachin, que entendeu que Luiz Inácio Lula da Silva poderia ser candidato, a defesa do petista decidiu concentrar sua ofensiva no STF (Supremo Tribunal Federal).

A estratégia -- desta vez no STF --é reforçar a narrativa de que o processo contra o ex-presidente é ilegítimo e de que ele poderia concorrer na eleição de outubro até uma decisão final sobre o processo pelo qual foi condenado na Lava Jato.

Nesta quarta-feira (5), o PT entrou com um novo recurso no Supremocontestando a decisão do TSE, que, na semana passada, barrou a candidatura do petista.

Na noite de terça, o PT já havia apresentado um recurso ao STF contra a decisão que condenou Lula na esfera criminal. Também apresentou um ao TSE, contra a decisão da corte.

Agora, o partido apresentou o recurso mais importante, com o qual aposta no sorteio da relatoria- que será feito entre sete ministros.

A ofensiva vai ser embasada com a posição de Fachin, que votou por liberar o registro da candidatura de Lula para concorrer sub judice.

Julgamento da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no TSEJulgamento da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no TSE - Eraldo Peres - 31.ago.2018/AP

Voto vencido, Fachin acolheu os argumentos sobre a manifestação do Comitê de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas), que recomendou ao Brasil que não impeça Lula de se candidatar.

A defesa também cita o posicionamento de Rosa Weber no julgamento de Lula no TSE, que estaria "em absoluta consonância ao posicionamento da corte". Para ela, mesmo com o registro de candidatura indeferido, Lula poderia participar da campanha eleitoral até o trânsito em julgado do processo.

Os advogados de Lula pedem que o STF suspenda os efeitos da decisão do TSE que indeferiu o registro de candidatura de Lula ou ao menos autorize o petista a fazer campanha.

O novo pedido tem como objetivo acelerar a discussão no STF sobre a inelegibilidade de Lula.

Assim, seus advogados querem fazer prevalecer a posição de Fachin sobre a dos outros ministros da corte, que vetaram a candidatura por causa das condições impostas pela lei da Ficha Limpa.

Na peça, os advogados citam votos do ministro Gilmar Mendes para embasar os argumentos de que o TSE permite que candidatos concorram enquanto há recursos disponíveis.

Eles também destacam posicionamento do ministro Ricardo Lewandowski sobre o respeito a pactos internacionais --argumento acolhido por Fachin no TSE. Para Lewandowski, "os Estados subscritores do Pacto sobre Direitos Civis e Políticos assumem a imediata obrigação de respeitar e afiançar os direitos nele discriminados", diz o texto.

A discussão jurídica provocada pelo PT reforça a posição do partido de que Lula não pode ser excluído da corrida eleitoral enquanto houver possibilidade de apresentar recursos em seus processos.

No documento de 164 páginas o PT reforça o argumento de que o caso do ex-presidente “recebeu um tratamento excepcionalíssimo pelo TSE”.

“Não se pode dizer que tenha sido orientado pelo standard do TSE ou da Justiça Eleitoral. Houve radicais alterações de jurisprudência no sistema de registro de candidatura. Sequer o procedimento do pedido e das impugnações seguiram o padrão”, diz o texto, assinado por 17 advogados, incluindo Fernando Haddad, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Luiz Fernando Pereira, que atua na questão do registro de candidatura do petista.

Vice de Lula, Haddad deve ser anunciado no dia 11 como candidato a presidente pelo PT.

Julgamento do registro da candidatura de Lula no TSEJulgamento do registro da candidatura de Lula no TSE


Os advogados destacam que o sistema de registro de candidaturas no Brasil “é repleto de particularidades” e “incontroverso na doutrina”.

“Foi o pedido de registro da candidatura de requerente [Lula] que despertou o país para o tema”, afirmam.

A defesa destaca que a jurisprudência da corte sempre foi a de é a data da diplomação --e não a do registro da candidatura -- o marco para a imputação da inelegibilidade.

A defesa critica a decisão da corte de vetar a participação de Lula como candidato no horário eleitoral gratuito e ressalta que o TSE tem jurisprudência de permitir com que políticos barrados pela Ficha Limpa façam campanha enquanto recorrem de decisões criminais.

“A mudança de posicionamento do TSE, assim, no tocante à matéria eleitoral , também constitui verdadeira alteração de natureza procedimental no curso das eleições, razão pela qual viragens bruscas no entendimento da corte também se submetem à anterioridade”, escreveram.

O pedido de registro de candidatura de Lula foi contestado por 16 pessoas, incluindo a procuradora-geral, Raquel Dodge.

Os advogados afirmam que faltou isonomia no tratamento dado por Dodge ao petista. 

Segundo a defesa do petista, "é inegável que o Caso Lula provocou o abandono de duas posições consolidadas pelo TSE", pois o tribunal afastou a possibilidade de fazer campanha sub judice e de que a inelegibilidade seja afastada supervenientemente.

O ministro Celso de Mello, decano do STF (Supremo Tribunal Federal), foi sorteado para relatar o pedido de Lula para suspender liminarmente a decisão do TSE que barrou sua candidatura.


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Em sua conta oficial no Twitter, Mahmoud Ahmadinejad elogiou o “señor Lula”, que o recebeu no Brasil em 2009, e disse que “entende” o que está acontecendo com o presidiário.

“Em todo o mundo, os inimigos dos amantes da liberdade usam táticas semelhantes para suprimir libertadores”, escreveu o iraniano.

Ahmadinejad entende de supressão de liberdades. Seu governo reprimiu violentamente os protestos no Irã depois da sua reeleição, em 2009, num pleito repleto de acusações de fraude. Há líderes das manifestações presos até hoje.

Sem contar a negação do Holocausto e a defesa da destruição de Israel. É esse tipo de gente que compõe o “apoio internacional” ao condenado.



O Antagonista

Fachin é relator no STF de ação de Lula que pode reverter inelegibilidade

Nathan Lopes*

Do UOL, em São Paulo

Fátima Meira - 31.ago.2018/Estadão ConteúdoRelator de ações da Lava Jato no STF, Fachin é o responsável pela ação de Lula

  • Relator de ações da Lava Jato no STF, Fachin é o responsável pela ação de Lula

O ministro Luiz Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), será o relator de uma das duas ações movidas pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para tentar garanti-lo na eleição presidencial deste ano.

Fachin será responsável por um pedido da defesa de Lula na área criminal, que busca suspender a inelegibilidade de Lula, umas das consequências da condenação no caso do tríplex. O encaminhamento a Fachin é decorrente do fato de o ministro ser o relator de ações ligadas à Lula na Operação Lava Jato no Supremo.

A outra frente em busca de ter o ex-presidente na eleição é levada pela defesa na esfera eleitoral. No final da noite de terça-feira (4), os advogados de Lula recorreram da decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que barrou, no final da semana passada, a candidatura do petista. O caso deverá ser remetido ao Supremo pela presidente do TSE, ministra Rosa Weber.

Nesta quarta-feira (5), Rosa afirmou a jornalistas que iria seguir o "rito" legal na tramitação do recurso eleitoral. A resolução do TSE que trata do tema prevê três dias de prazo para que o Ministério Público e partidos adversários possam se manifestar sobre o recurso de Lula. Só então a presidente do TSE decide sobre o envio do recurso ao STF.

Numa segunda ofensiva no STF, a defesa de Lula apresentou um pedido para que o tribunal suspenda de imediato a decisão do TSE. Esse recurso foi apresentado na noite de quarta-feira e foi distribuído para ser relatado pelo ministro Celso de Mello.

Às 15h54 desta quarta, todos os partidos e pessoas que questionaram a candidatura de Lula foram intimados oficialmente, através do sistema eletrônico do TSE, sobre o prazo de três dias corridos –ou seja, até segunda (10)-- para que apresentem eventuais contrarrazões ao recurso apresentado pela defesa do ex-presidente. A PGE (Procuradoria-Geral Eleitoral), que também impugnou o registro, foi intimada às 16h36.

O TSE decidiu barrar a candidatura de Lula ao Planalto em razão da Lei da Ficha Limpa. Por ter sido condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro por órgão colegiado, caso do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), Lula está inelegível.

Na ação que está com Fachin, e que pede a concessão de efeito suspensivo contra a decisão do TRF-4, a base do argumento dos advogados é a recomendação do Comitê de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas), "que determinou ao país o restabelecimento dos direitos políticos do requerente [Lula]".

Para os advogados do ex-presidente, é "urgente, necessário e prudente o deferimento de efeito suspensivo". Como hipótese caso o pedido seja negado, a defesa pede que ao menos seja afastada a inelegibilidade.

Agora, o ministro Fachin precisa se manifestar a respeito do andamento da petição apresentada pelos defensores de Lula. A expectativa é que o ministro remeta o caso para o plenário do Supremo.

Ministro votou pela candidatura

Fachin também compõe o TSE. Ele foi o único dos sete ministros da Corte a votar a favor da candidatura de Lula. Apesar de considerar o petista inelegível, ele acolheu o argumento a respeito do comitê da ONU. Os outros integrantes do TSE usaram a Lei da Ficha Limpa para barrar Lula.

O TSE deu prazo até 11 de setembro para que o PT troque a cabeça de chapa de sua candidatura ao Planalto. Enquanto isso, o partido tenta recursos que buscam reverter a inelegibilidade do ex-presidente.

Enquanto isso, o partido mantém seus espaços no horário eleitoral. Os anúncios, agora, têm sido protagonizados pelo atual candidato a vice da chapa do PT, Fernando Haddad. O ex-prefeito paulistano pode assumir a cabeça de chapa caso os recursos não sejam bem sucedidos. A deputada estadual Manuela D'Ávila (PCdoB) deve ser a nova candidata a vice.

*Colaborou Felipe Amorim, do UOL, em Brasília



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PGR pede que Bolsonaro explique frase sobre “fuzilar petralhas”

Crédito: NELSON ALMEIDA / AFP

Agência Brasil

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu hoje (5), em ofício enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que o candidato à presidência da República Jair Bolsonaro apresente esclarecimentos sobre um discurso de campanha feito na semana passada, no Acre, no qual usou as expressões “vamos fuzilar a petralhada aqui do Acre” e “vão ter que comer capim”.

O pronunciamento da PGR decorre da representação criminal ajuizada na última segunda-feira (3) pela coligação Povo Feliz de Novo, formada por PT, PCdoB e PROS, contra o candidato do PSL pelos crimes de injúria, ameaça e incitação ao crime.

Na mesma manifestação, motivada por um pedido do ministro Ricardo Lewandowski, relator da representação do PT, Raquel Dodge descartou que Bolsonaro tenha cometido o crime de injúria eleitoral, mas diz que continua a analisar a existência de ameaça e incitação ao crime.

Injúria eleitoral

“No trecho de discurso acima transcrito, não há referência a pessoas. Personificar ‘petralhada’, expressão usada pelo noticiado, configura elastecimento da responsabilidade penal por analogia ou por extensão, o que é absolutamente incompatível com o direito penal”, afirmou a procuradora.

No entanto, Raquel Dodge pediu que o candidato se manifeste sobre as acusações feitas pelo PT de que também teria cometido os crimes de ameaça e incitação ao crime.

“Considero tratar-se de hipótese de rejeição liminar da representação sob o ângulo da injúria. Em relação aos demais crimes noticiados na representação, para compreender o contexto e a extensão das declarações, solicito abertura de prazo para que o parlamentar representado esclareça os fatos”, argumentou.


Isto É


Fachin será relator no STF de ação de Lula que pode reverter inelegibilidade

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AGU confiante

POR GUILHERME AMADO


Rafael PerezRafael Perez | AGU

Grace Mendonça deve ter uma bola de cristal. O novo presidente nem foi eleito e ela já vem falando com sua equipe sobre a possibilidade de continuar no ano que vem na AGU.

(Atualização: A assessoria de imprensa da AGU enviou nota à coluna afirmando que Grace Mendonça "nunca fez e jamais faria esse tipo de comentário nem mesmo com seus auxiliares mais próximos". A coluna mantém a informação publicada.)


O Globo

Petrobras anuncia reajuste no preço da gasolina nas refinarias

LITORALNAREDE.COM.BR

Petrobras anuncia reajuste no preço da gasolina nas refinarias

Com este novo reajuste, a gasolina tem recorde de preço

Sobra para velharias ideológicas o dinheiro que falta aos museus

O PSOL, que controla a UFRJ, não admite que se tire um centavo dos beneficiados pelo programa "Bolsa Ditadura"

Por Augusto Nunes


Incêndio destrói prédio do Museu Nacional

Bombeiros tentam extinguir um incêndio de grandes proporções no Museu Nacional do Brasil no Rio de Janeiro - 02/09/2018 (Ricardo Moraes/Reuters)

A reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, controlada pelo PSOL, viu crescer nos últimos três anos a verba que lhe é destinada pelo Ministério da Educação. Mas manteve os olhos fechados  às alarmantes carências do Museu Nacional, que não recebeu sequer o necessário para escapar da morte pelo fogo. Até agosto deste ano, foram repassados apenas R$ 98.115,34.

Enquanto tratam museus a socos e pontapés, os devotos do PSOL não admitem que se tire um único centavo do dinheiro desperdiçado com velharias ideológicas beneficiadas pelo programa “Bolsa Ditadura”.

O jornalista Hugo Studart, autor do excelente “Borboletas e Lobisomens”, livro que resgata a verdadeira história da guerrilha do Araguaia — e por isso mesmo tem sido hostilizado com selvageria pelo PCdoB — fez nesta segunda-feira uma constatação muito pedagógica. No orçamento de 2018, o Ministério do Planejamento contemplou anistiados políticos com R$ 700 milhões.

A fortuna é distribuída por dois ítens. O primeiro — indenização a anistiados políticos em prestação única ou em prestação mensal permanente e continuada — engoliu R$577.556.600,00. Mais R$123.682.452,00 saíram pelo ralo do segundo, reservado a valores retroativos a anistiados políticos.

Millôr Fernandes resumiu tudo isso em uma frase: “Quer dizer que aquilo não era ideologia, era investimento”.


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Vice-presidente pode assumir de forma temporária (em viagens ou motivos de doença) ou definitiva (em caso de impeachment ou morte). Nos últimos dois anos, o brasileiro aprendeu qual é a real importância de um vice-presidente. Michel Temer, eleito vice-presidente da ex-presidente Dilma Roussef, saiu de um papel de "vice decorativo" direto para a cadeira de principal líder do país, após o Impeachment da petista. Desde a redemocratização do Brasil, esta foi a terceira vez que os brasileiros foram governados por vices: além de Temer, José Sarney, em 1985, e Itamar Franco, em 1992, assumiram o país após a morte Tancredo Neves e o Impeachment de Fernando Collor, respectivamente. Nesta edição do Sem Dúvidas, o repórter Edgar Maciel apresenta quem são os cinco mais bem colocados candidatos à vice-presidência da República (Fernando Haddad, Hamilton Mourão, Eduardo Jorge, Kátia Abreu e Ana Amélia Lemos) e qual o reforço que esses políticos trazem para as campanhas dos presidenciáveis.