Redução no valor das passagens intermunicipais ficará entre R$ 0,20 e R$ 0,62

Daer analisa a redução em 200 linhas de 11 empresas do Estado

Passagem dos ônibus terão redução de até sessenta e dois centavos | Foto: Samuel Maciel / CP Memória

Passagem dos ônibus terão redução de até sessenta e dois centavos | Foto: Samuel Maciel / CP Memória

Na manhã desta quinta-feira, o Daer recebeu a solicitação da Associação Riograndense de Transporte Intermunicipal (RTI), para a readequação dos valores. Após realizar o cálculo, o Departamento irá reduzir o valor das passagens de 200 linhas geridas por 11 empresas que serão afetadas pela finalização dos contratos de concessão de estradas no Estado. Ao concluir esse estudo, a Superintendência de Transportes de Passageiros constatou uma variante na redução dos valores, por conta do valor agregado das praças de pedágio que considera não somente o preço do pedágio mas também a lotação do veículo e o aproveitamento. A alteração mínima será de R$ 0,20 e a máxima de R$ 0,62.

No momento, as equipes da Superintendência de Transporte de Passageiros estão alterando os valores nas tabelas. Esse processo que deve ser finalizado no final da semana, quando será disponibilizado às empresas para entrar em vigor a partir da meia noite de sexta-feira.


Correio do Povo


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De Jair Bolsonaro, no Twitter:

“O politicamente correto é uma das táticas da esquerda para fazer o que sempre fizeram em países que implementaram seu plano de poder: aos simpatizantes tudo, aos adversários a forca e à população o controle, a mordaça e nada mais.”



O Antagonista



Poupança tem o melhor resultado para o primeiro semestre desde 2014

De janeiro a junho, os brasileiros depositaram R$ 7,35 bilhões a mais do que retiraram

Brasileiros depositaram R$ 7,35 bilhões a mais do que retiraram da caderneta | Foto: Marcos Santos / USP Imagens / CP

Brasileiros depositaram R$ 7,35 bilhões a mais do que retiraram da caderneta | Foto: Marcos Santos / USP Imagens / CP

Depois de ter registrado retirada líquida - mais saques que depósitos – no primeiro semestre em 2015, 2016 e 2017, a poupança voltou a atrair o interesse dos brasileiros em 2018. De janeiro a junho, os brasileiros depositaram R$ 7,35 bilhões a mais do que retiraram da caderneta, informou nesta quinta-feira o Banco Central. O resultado é o melhor para os seis primeiros meses do ano desde 2014, quando a captação líquida tinha somado R$ 9,61 bilhões.

Em junho, os brasileiros depositaram mais do que retiraram da poupança pelo quarto mês consecutivo. A captação líquida – depósitos menos retiradas – somou R$ 5,64 bilhões no mês passado. O resultado é inferior ao de junho do ano passado, quando os depósitos tinham superado as retiradas em R$ 6,09 bilhões.

Até 2014, os brasileiros depositavam mais do que retiravam da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrirem dívidas, num cenário de queda da renda e de aumento de desemprego. Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões.

A poupança voltou a atrair recursos mesmo com a queda de juros. Isso porque o investimento voltou a garantir rendimentos acima da inflação, que está abaixo do centro da meta: 4,5% em 2018. Nos 12 meses terminados em junho, a poupança rendeu 4,97%. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)-15, que funciona como uma prévia da inflação oficial, acumula 3,68% no mesmo período. Na sexta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o IPCA cheio de junho.


Agência Brasil e Correio do Povo



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Prescrição de medicamentos genéricos aumenta 65% em três anos

Mais baratos, remédios genéricos agradam a pacientes, mas médicos ainda desconfiam

Mais baratos, remédios genéricos agradam a pacientes, mas médicos ainda desconfiam | Foto: Arquivo / Agência Brasil / CP

Mais baratos, remédios genéricos agradam a pacientes, mas médicos ainda desconfiam | Foto: Arquivo / Agência Brasil / CP

A prescrição de medicamentos genéricos no país aumentou 65% de 2015 a 2018. Mais barata, essa versão de remédios foi prescrita em 34% das 115 milhões de receitas médicas emitidas entre fevereiro do ano passado e fevereiro deste ano. Os dados foram apresentados nesta quinta-feira, na sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), durante a divulgação do balanço de 18 anos do primeiro registro de medicamento genérico do Brasil.

Segundo o presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa, essa classe farmacológica representa um ramo impulsionador da economia, além de ampliar o acesso da população à saúde, provocando relevante impacto social. "A política de genéricos do Brasil foi extremamente efetiva, do ponto de vista de aumentar o acesso e também de criar uma indústria farmacêutica nacional importante. Relatório que lançamos sobre o mercado no âmbito brasileiro, das dez maiores empresas farmacêuticas do país, apenas uma era de capital nacional. Hoje, a gente tem cinco das dez", afirmou Barbosa, destacando o crescimento de escalas produtivas em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em Goiás.

Embora reconheça que o Brasil demorou a iniciar sua produção de genéricos, ainda que a medida estivesse prevista em lei, Barbosa disse que o país tem recuperado os impactos dessa delonga e vem avançando. "Apesar de a gente ter entrado relativamente tarde, quando a gente soma genéricos com similares (genéricos que estão vinculados a uma marca), estamos nos aproximando dos percentuais históricos de países que entraram antes na política de genéricos, como os Estados Unidos e os da Europa."

De acordo com o presidente da Anvisa, os genéricos corresponderam a mais de 70% das 4,3 bilhões unidades farmacológicas produzidas no ano passado. Atualmente, a gama de medicamentos genéricos disponível no mercado é bastante ampla, sendo constituída por 6.300 produtos, fabricados por 120 laboratórios diferentes. De 2014 para 2017, o número de novas drogas genéricas registradas na Anvisa saltou de 146 para 336, um incremento de 130,1%.

Nesse período, a Anvisa recebeu 1.830 pedidos de registro, dos quais liberou 1.229 para venda. Além disso, em 2016 e 2017, ao analisar os padrões de qualidade de fármacos que já estão sendo comercializados, mediante o chamado teste de biodisponibilidade ou bioequivalência, a agência concluiu que 85,9% da amostragem cumpria as exigências sanitárias. A partir de 1º de setembro, a fila de registros deve correr mais rapidamente, com uma simplificação do procedimento.

"Quando a empresa protocola um pedido de registro, ela não vai mais ficar um ano até (o pedido) ser analisado. Começará a ser analisado imediatamente. O tempo de análise vai ser o tempo real, que dura em torno de seis meses, dependendo do grau de completude de informações que a empresa prestou no dossiê", explicou Barbosa. Ele disse que, do ano passado para cá, a Anvisa já conseguiu julgar quase todos os 780 requerimentos recebidos, deixando pendentes cerca de 30.

Pacientes aceitam mas médicos desconfiam

Durante o evento, o presidente da Anvisa destacou que, apesar de ser amplamente aprovado pelos consumidores, o medicamento genérico ainda é rejeitado pelos profissionais de saúde, e disse que esse preconceito precisa ser vencido. "Em escolas de medicina, ensina-se pouco a ler evidência científica, a saber diferenciar as coisas. Se se perguntar a um médico como é feito o critério de validação de um genérico, acho que a maioria não vai sequer saber responder, infelizmente. Mas a população, por outro lado, sabe que o genérico, efetivamente, é equivalente ao produto de referência - tanto que todas as pesquisas de opinião demonstram isso, assim como os dados de venda", afirmou Barbosa.

Ele ressaltou que, em média, os genéricos têm preços 35% mais baixos do que os remédios de referência. Segundo a presidente executiva da Associação Brasileira de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos), Telma Salles, embora haja genéricos para 90% das patologias, pacientes que têm determinadas doenças, como câncer, ainda precisam recorrer ao medicamento de referência.

"Para o câncer, a gente ainda precisa. Tem os biossimilares que ainda estão chegando ao Brasil, em começo de registro na Anvisa, e vamos ter também medicamentos de mais complexidade, para ajudar na cura dessas doenças. Mas podemos dizer que, para as doenças que mais acometem a população, esses produtos (genéricos) estão disponíveis. Pode-se não encontrar certa molécula, mas pode-se encontrar outra, que substitua aquela e ajude tanto quanto", afirmou.


Agência Brasil e Correio do Povo


CIDADES

Programa Poupa Tempo entra em funcionamento em Santa Maria


Giro da Copa: a lesão de Danilo na véspera de Brasil e Bélgica




6 países com mais sindicatos no mundo

Qual o País tem mais sindicatos no mundo ?


Já parou para pensar quantos sindicatos temos no Brasil ? Nós fomos atrás deste número e para comparar buscamos outros países para formar uma lista com os que mais possuem sindicatos em todo mundo.

É uma informação difícil de ser peneirada mas conseguimos listar os 6 seguintes.

Países com mais sindicatos no mundo:

  1. Brasil – Com 16.800 sindicatos. (Número aproximado)
  2. África do Sul – Com 191 sindicatos.
  3. EUA – Estados Unidos da América – Com 190 sindicatos.*
  4. Reino Unido – Com 168 sindicatos.
  5. Dinamarca – Com 164 sindicatos.
  6. Argentina – Com 91 sindicatos.


Esses foram os 6 países que conseguimos verificar o número de sindicatos em fontes formais e oficiais. Caso você tenha números de outros países por favor comente com a fonte que iremos atualizar nossa lista.

*O número total de sindicatos dos Estados Unidos da América foi obtido entrando em contato com a AFL-CIO (The American Federation of Labor and Congress of Industrial Organizations)

* Fonte de sindicatos brasileiros. https://g1.globo.com/economia/noticia/com-fim-da-contribuicao-obrigatoria-ministro-estima-que-mais-de-3-mil-sindicatos-desaparecerao.ghtml


Superlistas

Associação Hospitalar de Gramado assume gestão do Beneficência Portuguesa

Contrato será assinado na próxima segunda-feira

Contrato será assinado na próxima segunda-feira | Foto: Fabiano do Amaral

Contrato será assinado na próxima segunda-feira | Foto: Fabiano do Amaral

Depois de um longo período de crise, com os leitos desocupados e alvo de furtos e arrombamentos, o Hospital Beneficência Portuguesa terá um novo gestor, a partir da próxima segunda-feira. A Associação Beneficência São Miguel, responsável pela administração da área médica da unidade de saúde de Gramado, na Serra, ficará no comando da instituição portoalegrense. A assinatura do contrato será às 9h30min de segunda-feira, na sede do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers).

Com cerca de R$ 100 milhões em dívidas, o Beneficência não vinha conseguindo se manter e, muito menos, pagar a folha salarial dos trabalhadores da unidade. E, após a conclusão do relatório feito pelo Hospital Sírio-Libanês, que sugeriu que a salvação do hospital seria a sucessão de CNPJ ou arrendamento do equipamento hospitalar, é que a associação São Miguel demonstrou interesse. Foi após muita conversa que os detalhes contratuais foram fechados.

Conforme o presidente do Simers, Paulo de Argollo Mendes, a oficialização do contrato é fundamental para que haja condições da retomada do funcionamento pleno do hospital. Ele afirma que há garantia de que a unidade não fechará as portas. O presidente do Hospital Beneficência Portuguesa, Augusto Veit, não atendeu as ligações feitas pela reportagem. Procurada, a Associação Beneficente São Miguel ainda não se manifestou oficialmente.


Correio do Povo


MEIO AMBIENTE

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EUA

Depois de 43 dias, Justiça manda EUA reunir família brasileira


COPA DO MUNDO

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COPA DO MUNDO

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França x Uruguai

Tabárez mantém dúvida sobre presença de Cavani
Dois séculos de história político-cultural

INTER

Inter treina com Zeca e sem D’Alessandro, Moledo, Damião e Camilo
Experientes garantem integração com jovens e brincam: “Vai ter trote”

GRÊMIO

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FUTEBOL

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SÉRIE B

Brasil de Pelotas perde para o CSA e afunda na zona do rebaixamento

SOBRADINHO

Cerca de 1,6 tonelada de alimentos são apreendidos

RIO GRANDE

Médico condenado por abuso sexual cumpre prisão domiciliar
Padre é preso suspeito de tentativa de estupro de vulnerável



Postulantes ao Piratini propõem alternativas para finanças e desenvolvimento

Pré-candidatos compuseram painel da Famurs nesta quinta-feira

Pré-candidatos compuseram painel da Famurs nesta quinta-feira | Foto: André Feltes / Famurs / Divulgação CP

Pré-candidatos compuseram painel da Famurs nesta quinta-feira | Foto: André Feltes / Famurs / Divulgação CP

Diferentes propostas para a gestão das finanças estaduais e sobre alternativas de estímulo ao desenvolvimento econômico compuseram o painel dos pré-candidatos ao governo do Estado, na tarde desta quinta-feira, durante o 38º Congresso da Famurs.

"O debate fundamental dessas eleições é o da estruturação das finanças. Todas as áreas necessitam de investimentos. Sem discussão sobre destino dos incentivos fiscais, combate à sonegação e revisão da dívida pública, qualquer outra discussão não tem o menor sentido", apontou o pré-candidato do PSol, Roberto Robaina.

O pré-candidato do PP, Luiz Carlos Heinze, pregou outra postura na gestão: "O Rio Grande do Sul precisa ser conduzido ao desenvolvimento que merece, com soluções para deficiências na geração de energia, na infraestrutura e na logística. Mas não é só isso. O Estado também precisa de um atuação firme, diferente do que foi feito até hoje, com pressão política sobre a União para reestruturar a dívida e o pacto federativo", defendeu.

Para o pré-candidato do PT, Miguel Rossetto, a retomada da estratégia de incentivo ao desenvolvimento do polo naval da região Sul é um dos pontos de enfrentamento à crise. Rossetto desferiu críticas ao atual governo, qualificando a gestão como "ausente" em aspectos estratégicos ao crescimento da economia.

Tando o petista, quanto a pré-candidata do PCdoB, Abgail Pereira, sustentaram a necessidade de revogação da Emenda Constitucional 95, que congela investimentos em áreas sociais pela União por 20 anos. "Sem a anulação dos efeitos dessa emenda, não há espaço para desenvolvimento. A crise que vivemos tem nome e sobrenome: Chama-se Temer e Sartori", disse ela.

O pré-candidato do PSDB, Eduardo Leite, defendeu a desburocratização de processos de licenciamento e citou a necessidade de qualificar o gasto público, exemplificando a partir de experiências em sua gestão como prefeito de Pelotas.

Jairo Jorge, pré-candidato do PDT, também mencionou exemplos de sua administração em Canoas para indicar o que pretende como postulante do governo estadual. "Creio em duas condições para reencontrarmos um caminho de crescimento: desburocratização radical e redução da carga tributária", assinalou.

O pré-candidato do Novo, Mateus Bandeira, colocou-se favorável à adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal concebido pelo governo federal e alertou que o Estado enfrentará, conforme sua visão, uma situação fiscal mais crítica na próxima gestão sem integrar-se a esta medida e realizar privatizações como exige o plano da União.


Correio do Povo


ECONOMIA

General Motors de Gravataí prepara produção de um novo modelo



Brasil tem 91% de todos os sindicatos do mundo

Resultado de imagem para sindicatos


O fim do Imposto Sindical obrigatório vai determinar a diminuição um número absurdo. São 16,7 mil sindicatos no Brasil, de trabalhadores e empregadores. Representa 91% de todos os sindicatos do mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, são apenas 191 sindicatos.


Fonte: http://www.joaoalberto.com/2018/06/27/brasil-tem-91-de-todos-os-sindicatos-do-mundo/


Número de sindicatos no Brasil já passa de 17 mil



Tempo instável segue predominando no Rio Grande do Sul nesta sexta

Umidade e chuva devem atingir maioria das regiões

Porto Alegre segue com tempo instável nesta sexta-feira | Foto: Betina Carcuchinski / PMPA / CP

Porto Alegre segue com tempo instável nesta sexta-feira | Foto: Betina Carcuchinski / PMPA / CP

O tempo não deve melhorar no Rio Grande do Sul nesta sexta-feira. De acordo com a MetSul Meteorologia, a frente semi-estacionária segue sobre o Estado e com isso, deixa o clima com alta umidade, nebulosidade, chuva e garoa em várias regiões. 

O tempo fica mais fechado e instável na Metade Sul e Leste, mas se espera precipitação isolada no Norte do território gaúcho. Lá, o sol deve aparecer com nuvens e a temperatura alta deixa a região com sensação de abafamento.

Na Faixa Central, na transição entre tempo fechado e aberto no Sul e Norte, respectivamente, vão ocorrer aberturas. O frio segue no Sul, onde a chuva pode ser forte e volumosa, trazendo trovoadas e riscos de granizo.

Porto Alegre terá uma sexta-feira dividida entre sol e chuva. Na Capital, as marcas devem ficar entre 12°C e 17°C.

Mínima e Máxima

Pelotas 10°C | 13°C

Santana do Livramento 9°C | 14°C

Alegrete 11°C | 16°C

Uruguaiana 12°C | 17°C

Santiago 11°C | 18°C

Passo Fundo 13°C | 25°C

Santa Rosa 14°C | 28°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo






Drama na Tailândia: previsão de chuva pode aumentar nível da água dentro de caverna

Resgate dos doze adolescentes e do treinador de futebol presos em uma caverna começou a ganhar contornos de uma corrida contra o tempo: https://goo.gl/Qb7V3k #GloboNews

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Théo, de seis meses, é fantasiado pela mãe com personagens do mundial e vira sensação nas redes sociais: https://goo.gl/9R7Sm6 #Estúdioi#GloboNews

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Bebê faz sucesso na internet com fotos temáticas da Copa


Desenho fica em frente à janela do quarto onde o jogador está hospedado com a seleção brasileira. Craque aprovou a homenagem: https://goo.gl/xXSCsn #Estúdioi #GloboNews

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Neymar ganha pintura em fachada de hotel em Kazan, na Rússia



Mudança passa a valer em 2021, terá validade de três anos e custará R$32. Além do Brasil, outros 60 países terão que se submeter à nova regra: https://glo.bo/2IVSAsa #GloboNews

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Brasileiros terão que pedir autorização para entrar em países da União Europeia



POLÍCIA

Três criminosos morrem após confronto com a BM em Jaquirana
Criminosos queimam caminhão e carros em fuga após assalto em Canguçu