Gwendolyn Osborne, modelo e atriz inglesa

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Gwendolyn Osborne-Smith

Nascermos
7 de agosto de 1977 (idade 39)
Bath, Somerset , Inglaterra [1]

Outros nomes
Gwendolyn Osborne-Smith

Ocupação
Atriz
Modelo

Anos ativos
2002 presente

Cônjuge (s)
Kenny Smith (2006-presente)

Crianças
3

Gwendolyn Osborne-Smith (nascido em 7 de agosto de 1978 em Bath, Somerset , Inglaterra ) [2] é um modelo , artista de gravação e atriz que atualmente aparece em The Price Is Right como modelo . [1] Nascido para uma mãe jamaicana e pai britânico, [3]Osborne se casou com o jogador aposentado da NBA (e o atual analista de basquete da TNT ), Kenny Smith . [2] em 2 de setembro de 2006. Eles têm dois filhos juntos (Malloy e Londres) e Smith é padrasto da filha de Osborne (Monique) de uma relação anterior. [4]Ela e sua família agora têm um reality show Meet the Smiths arejando nas noites de sexta-feira no TBS.

Referências

  1. ^ A Jump upb Gwendolyn Osborne Profile , PriceIsRight.com, acessado em 28 de março de 2010.
  2. ^ A Jump upb Gwendolyn Osborne, uma beleza de Barker no preço é certa, casou com a ex-NBA Star Kenny "The Jet" Smith , PRWeb, 8 de setembro de 2006, acessada em 28 de março de 2010. Osbourne tinha 28 anos no momento do casamento de setembro de 2006 .
  3. O perfil de Jump up^ Gwendolyn Osborne no site oficial do preço é certo
  4. Jump up^ Ho, Rodney (3 de abril de 2015). "O Meet the Smiths da TBS dá ao holofote o analista da NBA Kenny Smith" . Atlanta Journal-Constitution . Retirado em 17 de março de 2017 .

Links externos


Wikipédia







Odebrecht muda nome de empresas do grupo para se desassociar da Lava Jato

eduardo anizelli/Folhapress

SÃO PAULO, SP. 18.12.2016: : ODEBRECHT-EMPRESA - Fachada da sede da Odebrecht na zona oeste de São Paulo. (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

Fachada da sede da Odebrecht na zona oeste de São Paulo

JOANA CUNHA
DE SÃO PAULO


As empresas pertencentes à holding da Odebrecht começarão a mudar seus nomes e seus logotipos a partir deste mês, como parte de uma estratégia que vem sendo desenhada desde meados do ano passado, na tentativa de se distanciarem de um título que ficou associado à Lava Jato e à corrupção.

O nome da holding permanecerá intacto, mas a palavra Odebrecht será expurgada de todos os negócios que a abrigavam no nome —como a Odebrecht Óleo e Gás e a Odebrecht Realizações Imobiliárias, que até o fim do ano aparecerão repaginadas.

A cor vermelha do logotipo tradicional e a tipologia das letras padronizadas com a marca-mãe também serão descartadas.

Os novos logotipos vão compartilhar de uma mesma paleta de cores.

Logomarca

A primeira a sofrer as mudanças é a Braskem. Nesse caso, o nome será preservado, já que não carrega o peso da bandeira Odebrecht. As alterações, que devem ser anunciadas nas próximas semanas, estão apenas no padrão das letras e nas cores da marca Braskem.

Também fazem parte da lista a empresa de infraestrutura Odebrecht Transport, a Odebrecht Latinvest, de investimento em infraestrutura e logística, e a Odebrecht Agroindustrial, do setor de etanol.

Como a Braskem, Foz e Enseada manterão os nomes e mudarão apenas de marca.

Nas palavras do vice-presidente Marcelo Lyra, responsável pela área de comunicação da Odebrecht, a empresa está passando por uma "trajetória de recuperação reputacional" e preparando respostas cobradas pela sociedade e também por seu público interno.

As mudanças vão na contramão de uma decisão que Marcelo Odebrecht, herdeiro do grupo preso em Curitiba, tomou em 2013, ao unificar a marca Odebrecht para todos os negócios.

"Olhando o retrovisor, é fácil julgar, mas na época Odebrecht tinha força significativa, fazia com que os negócios se fortalecessem. Fazia sentido naquele momento. Alguns negócios se alavancaram nela. Hoje, é claro que a marca não ajuda", diz Lyra.

O discurso elaborado para a comunicação das mudanças está alinhado com o mea culpa feito pela empresa em dezembro de 2016, quando ela divulgou anúncios afirmando que reconhecia ter participado de "práticas impróprias", cedido a "pressões externas" e violado os "próprios princípios".

Holding Odebrecht Fatia de cada negócio na receita bruta do grupo

SOMOS HUMANOS

Um dos comunicados preparados para os colaboradores da companhia ainda fazem referência aos escândalos: "Somos humanos, mas é essa a nossa força, pensamos, repensamos, nos reinventamos todos os dias".

Preocupado em afastar qualquer interpretação que possa rotular a iniciativa como "cosmética", Lyra insiste em que as mudanças são condizentes com uma nova realidade na gestão das empresas, que ganharão maior autonomia em relação à holding.

"Neste contexto de mudança da estratégia empresarial, a gente tem um trabalho claro de busca de novos sócios e de modelagem de uma governança mais próxima de uma empresa de capital aberto em todos os negócios", diz.

Lyra não descarta futuras mudanças também no nome da construtora Odebrecht Engenharia. Mas, como ela teve maior envolvimento nos ilícitos apurados pela Polícia Federal, um novo nome deve vir só futuro.


Folha de S. Paulo

Governo federal deve aumentar previsão de rombo nas contas pela primeira vez

Buraco no orçamento, previsto em R$ 139 bilhões para 2017, tende a ser revisado para entre R$ 150 bilhões e R$ 156 bilhões

Por: Juliana Bublitz


Governo federal deve aumentar previsão de rombo nas contas pela primeira vez Marcelo Camargo/Agência Brasil

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Pela primeira vez desde sua criação, em 1999, a meta fiscal do governo federal poderá ser revista para ampliar o rombo nas contas. Na última década, houve alterações em oito anos, mas em nenhuma das vezes a União obteve autorização para registrar déficit primário superior ao inicialmente previsto.

Embora tenha garantido, em 2016, que fecharia 2017 com no máximo R$ 139 bilhões no vermelho, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, passou a admitir a possibilidade de reconsiderar o compromisso — e para pior.

Leia mais:
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Entre 2007 e 2013, as modificações se limitaram a reduzir a promessa de saldo positivo. De 2014 a 2016, o objetivo original, que era de superávit, passou a ser deficitário. Agora, o rombo, que já era certo, pode crescer em quase R$ 20 bilhões. A nova meta deve ser anunciada até o dia 15, e a expectativa é de que fique entre R$ 150 bilhões e R$ 156 bilhões negativos.

Entre economistas e analistas de mercado, a oscilação crônica, sobretudo desde que os déficits se tornaram inevitáveis, é motivo de preocupação. Na prática, indica que o governo tem dificuldades para conter o avanço do endividamento.

— É um problema sobretudo em termos de sinalização para o mercado, de geração de confiança. Revela descontrole no gasto público — avalia Paulo Bijos, da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados.

Mudança é criticada por especialistas

Professor de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Marcelo Portugal condena as alterações e, em especial, a nova revisão prevista, caso se confirme.

— É como o cara que está acima do peso e vai na churrascaria. Aí ele diz: na segunda-feira começo o regime, só que não começa nunca. Ele está se enganando. Com o governo é a mesma coisa — compara Portugal (leia mais na entrevista abaixo).

De janeiro a junho, o rombo das contas deste ano chegou a R$ 56,1 bilhões. A tendência é crescer em ritmo mais acelerado no segundo semestre, em razão de despesas como o 13º salário dos servidores, e atingir cerca de R$ 145 bilhões. Como o governo argumenta que a margem para reduzir os gastos e ampliar a arrecadação é limitada, a revisão é dada como certa por especialistas.

— Nunca achamos que o governo fosse cumprir a atual meta. O que nos preocupa é o que vem pela frente. Para fins de mercado, o mais importante é garantir a contínua melhora do resultado fiscal, ano a ano, ainda que pequena — diz o analista Fábio Klein, da Tendências Consultaria.

Meta fiscal

O que é?
A meta fiscal é um objetivo a ser perseguido pelo Tesouro Nacional. Foi criada para que o governo passasse a fazer uma espécie de poupança para pagar os juros da dívida pública e, assim, evitar a ampliação do endividamento.

Como é estabelecida?
A meta para cada ano é definida na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), mas, nos últimos anos, vem sendo alterada com frequência.

Por que é importante?
Porque indica o compromisso do governo com o equilíbrio das contas, além de ser uma maneira de estabilizar as dívidas. Se o resultado prometido é alcançado, ganha credibilidade e isso se reflete de forma positiva na economia.

Qual é a meta ideal?
O valor depende do objetivo da política econômica. O ideal seja sempre ter superávit — o que ocorreu entre 1999 e 2013. Déficits são toleráveis em situações de intensa crise, mas devem ser reduzidos a cada ano.

Qual é o risco de revisar muitas vezes a meta?
Pode passar a ideia de que o governo não tem compromisso com o equilíbrio das contas, o que leva a perda de credibilidade. Quando o governo aumenta a previsão de déficit, significa que não cumpre seu próprio planejamento.

Mudanças na última década

Alterações diretas
Foram realizadas em 2009, 2015 e 2016. Só em 2015, o governo revisou o objetivo duas vezes: em julho, reduziu a previsão de superávit, e, em dezembro, estabeleceu déficit. Em 2016, a então presidente Dilma Rousseff prometeu superávit e, em março, tentou autorização do Congresso para déficit de R$ 96,6 bilhões. Quando a equipe de Michel Temer assumiu, em maio, obteve aval para déficit de R$ 170,5 bilhões. Em 2017, a meta pode voltar a ser revista, assim como em 2018.

Alterações indiretas
Em 2007, 2010, 2011, 2013 e 2014, o governo flexibilizou a forma de cálculo da meta, com medidas como o abatimento de desonerações e de investimentos e a exclusão de empresas estatais da conta.

ENTREVISTA

"O mercado vai passar por cima", diz professor da FGV

Para o professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV) Nelson Marconi, o mercado será condescendente com a nova revisão da meta, caso seja confirmada pelo governo federal.

A nova revisão da meta fiscal é inevitável?
Só seria evitável se o governo conseguisse aumentar impostos, mas não vai conseguir. Então é inevitável. Minha avaliação é de que o governo cometeu um grande erro de estratégia. Mesmo mudando a meta agora, os problemas vão continuar.

A meta sofreu alterações em oito anos na última década. Qual é a sua a avaliação?
A receita a ser obtida muitas vezes é superestimada, e a lógica da execução orçamentária não é linear. Tem períodos em que o governo gasta mais ou menos, e ele não faz o planejamento adequado disso. Aí, começam pressões. Gasta aqui, gasta ali. Rever tantas vezes a meta é um problema, sem dúvida.

Se isso se confirmar outra vez, qual será o impacto?
No começo, vai ser difícil. Vai ter um certo baque, mas no fundo o mercado quer que essa equipe econômica se mantenha. O mercado vai passar por cima. Se fosse no passado recente, a reação seria bem diferente. Haveria muitas críticas.

Houve falha de planejamento?
Lógico. Primeiro, porque governo deveria ter aprovado a reforma da Previdência antes do teto de gastos. Sem a reforma, não tem como cumprir o teto. Segundo, por achar que bastava o mercado recuperar a confiança para a economia voltar crescer. Foi um erro crasso de política econômica. Terceiro, por ter dado reajuste aos servidores quando deveria contingenciar despesas.

ENTREVISTA

"Passará mensagem muito ruim", diz professor da Ufrgs

Professor de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Marcelo Portugal vê com preocupação a possibilidade de a equipe econômica revisar mais uma vez a meta fiscal. 

A nova revisão da meta fiscal é inevitável?
Inevitável só a morte. Aliás, a morte e os impostos. A discussão é outra: queremos nos endividar mais ou não? Se o governo aumentar a meta, vai se endividar mais. Revisar a meta é empurrar o problema com a barriga.

A meta sofreu alterações em oito anos na última década. Qual é a sua a avaliação?
Essa história começou no fim do governo Lula e no início do governo Dilma. Temos meta fiscal desde 1999. De lá até 2007, não houve maiores problemas. Superávamos a meta com tranquilidade. Depois, passamos a fingir que a meta era cumprida, botando receitas aqui, tirando despesas dali. Aí, a meta deixou de ser crível. Se a gente define uma meta e muda a cada tropeço, na verdade, é como se ela não existisse.

Se isso se confirmar outra vez, qual será o impacto?
Passará uma mensagem muito ruim. O ministro Henrique Meirelles garantiu que isso tinha acabado, e a gente vai continuar se enganando. É como o cara que quer perder peso e altera a balança. O governo diz que a receita caiu. Não é que a receita caiu, é que o governo imaginou uma receita que obviamente não ia existir.

Houve falha de planejamento?
Não tenha a menor dúvida. O governo Temer deu aumento aos servidores já na saída. Será que não se deu conta de que isso afetaria a meta? E a austeridade? Infelizmente não aconteceu e, em parte, foi por questões políticas.


Zero Hora

Temer poderá ser acusado com base em novas delações, diz Rodrigo Janot

Em entrevista a Folha de S.Paulo, procurador-geral da República afirmou que "restam flechas" e que presidente será novamente acusado ao fim do mandato

Por: Zero Hora


Temer poderá ser acusado com base em novas delações, diz Rodrigo Janot Marcelo Camargo/Agência Brasil

Procurador-geral da República, Rodrigo JanotFoto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Delações premiadas com negociações em curso junto ao Ministério Público Federal (MPF) devem embasar novas acusações contra Michel Temer, afirmou em entrevista à Folha de S.Paulo, publicada nesta segunda–feira (7), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O chefe do MPF ainda falou que, apesar de a Câmara dos Deputados ter barrado a denúncia de corrupção passiva, o presidente será processado ao fim do mandato.

O MPF no momento investiga dois crimes supostamente cometidos por Temer: obstrução de Justiça e organização criminosa. Conforme Janot, "restam flechas", e as investigações serão impactadas por novos acordos:

Leia também:
Delação de Cunha tem mais de cem anexos e atinge Temer, diz jornal
Funaro é transferido para preparar delação que deve atingir grupo de Temer

— Estamos com colaborações em curso que podem, e muito, nos auxiliar em uma e outra investigação — afirmou o procurador-geral da República.

Apesar de não dizer quem são as pessoas envolvidas nas delações, dois indivíduos são tomados como certos nos bastidores: Eduardo Cunha e Lúcio Funaro. A possibilidade de que ambos fechem o acordo traz calafrios ao Planalto, uma vez que os dois detêm informações privilegiadas sobre os bastidores de Brasília.

Em qualquer um dos casos, Janot disse que uma negociação premiada de um acusado envolvido no alto escalão precisa envolver, também, indivíduos do alto escalão. E ainda acrescentou: vai pedir a anulação de uma delação premiada por "falta de protagonismo" do colaborador, sem especificar o nome da pessoa.

Denúncia barrada
Sobre a denúncia por corrupção passiva contra Temer ter sido barrada na Câmara dos Deputados, Janot diz que ¿cada instituição faz sua parte¿ e que a Casa não barrou a denúncia, mas fez "um julgamento político de conveniência sobre a época do processamento penal do presidente". O chefe do MPF ainda disse que Temer será processado ao fim do mandato.

— A Câmara entendeu que não era convenientemente o momento para o processamento do presidente. Que a Câmara agora arque com as consequências. Agora, a denúncia continua íntegra, em suspenso esperando o final do mandato. Acabou o mandato, a denúncia volta e ele (Temer) será processado por esses fatos que estão ali imputados, que são gravíssimos.

Respondendo a críticas de que a acusação por corrupção passiva contra Temer ter apenas "indícios", e não "provas", Janot afirmou que crimes do tipo são caracterizados por justamente não envolver de forma aberta o beneficiado.

– Temos de entender que o crime de corrupção não precisa de você receber o dinheiro, é aceitar ou designar a proposta. Receber o dinheiro é a chapada do crime de corrupção. Se a gente não vive um país de carochinha, uma pessoa que designa um "laranja" para acertar acordo ilícito, que acerta a propina e recebe a mala, vou exigir que a pessoa que designou o laranja receba pessoalmente o dinheiro? Jamais alguém vai comprovar – afirmou Janot.

Janot se defendeu sobre ter pedido a imunidade de Joesley Batista, o que foi criticado por opositores.

— Recebo comunicado de que empresários relatariam com provas a prática de crime em curso do presidente, de um senador (Aécio Neves) que teve 50 milhões de votos na última eleição e seria virtualmente o novo presidente, de um deputado e de um colega (procurador) infiltrado na nossa instituição. Eles dizem: "A gente negocia tudo, menos a imunidade". A opção que tinha era: sabendo desse fato e não podendo investigar sem que colaborassem, teria que deixar que isso continuasse acontecendo ou conceder a imunidade. E mais: essas pessoas não só nos levaram áudios lícitos e válidos que comprovavam o que diziam — declarou.

Sobre suas investigações causarem instabilidade política e econômica no país, Janot afirmou que não pode levar tais contextos em conta na hora de conduzir os inquéritos.

— A partir do momento em que começo a contabilizar fatores econômicos, políticos, sociais, antropológicos, aristocráticos, como é que tenho critério objetivo para dizer que uma investigação vai desse jeito e a outra não? — questionou.


Zero Hora

SPC Brasil: cartão de crédito é a modalidade mais usada pelos consumidores

5qxk24qidhvttlo9etum8rnxj.jpgSPC Brasil aponta que cartão de crédito é a modalidade de crédito mais usada pelos brasileiros, com 61%

SPC Brasil alerta para cuidados na contratação de crédito. Empréstimo pessoal, mesmo que mais em conta, pode deixar consumidor inadimplente
Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) apontou que as modalidades de crédito mais contratadas pelos consumidores brasileiros são: cartão de crédito, com 61%, cartão de loja, com 40% e crediário/carnê, com 26%. Entre os que tomaram empréstimo consignado, 76% solicitaram a instituição financeira.
Financiamento, empréstimo pessoal, crediários e cheque pré-datado foram opções usadas por 71%, 69%, 48% e 48%, respectivamente. Por outro lado, o cartão de loja, com 50% e o cartão de débito, com 42%, foram adquiridos após a oferta da empresa. “O consumidor deve desconfiar de todas as formas fáceis de crédito, inclusive os pré-aprovados, pois quanto mais fácil for o acesso, mais altos tendem a ser os juros cobrados nas operações. A princípio tudo parece simples e sem custo, mas uma hora a conta chega para pagar”, afirma o educador financeiro do SPC Brasil , José Vignoli.

Avaliações e armadilhas

Os empréstimos, mesmo que mais baratos que o cartão de crédito e o cheque especial, possuem taxas de juros que podem endividar o consumidor. De acordo com a pesquisa, o empréstimo pessoal é a modalidade que mais deixa os brasileiros com o nome sujo.

Cerca de 23% que tomaram empréstimos pessoais em financeiras,  alegaram estar com o nome sujo por conta do serviço.  Em seguida, aparecem o financiamento, com 14% e os gastos com crediário e carnê, com 13%.
Em relação a aqueles que recebem propostas de aumento do limite ou de crédito extra, 36% levam em consideração o orçamento na hora de avaliar o serviço ofertado, porém 24% não chegam nem  a conferi-la. Segundo as respostas de 17% dos entrevistados, a não análise da proposta ocorre por terem ciência de que o orçamento não permitirá.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, alega que a facilidade na obtenção de crédito pode conter diversas armadilhas que podem tornar as dívidas mais difíceis de serem pagas.  “Às vezes, o consumidor se vê diante de imprevistos e precisa recorrer ao mercado de crédito. O ideal, sempre, é que se constitua reserva financeira para esses momentos. Mas, se não for o caso, é preciso analisar as taxas de juros e ver se as parcelas caberão no bolso. Caso contrário, poderá ter problemas depois. Independentemente da oferta das instituições ser boa, vale considerar as condições e reais necessidades de contratar o crédito”, conclui.

Fonte: Brasil Econômico - 04/08/2017 e SOS Consumidor

Concursos públicos oferecem 16.657 vagas com salários de até R$ 25 mil

Do UOL, em São Paulo


Os concursos públicos oferecem 16.657 vagas em várias regiões do país. Existem oportunidades em diversos cargos, destinadas a candidatos de todos os níveis de escolaridade. As remunerações iniciais podem chegar a R$ 25 mil, dependendo da função desejada.

Clique aqui para ver a lista completa de concursos disponíveis nesta semana, com todas as opções.

Principais concursos públicos

Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural (Pré-Sal Petróleo) - Vagas: 240 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 5.000 até R$ 25 mil / Inscrição: até 6/8 / Mais informações aqui

Lagoa dos Três Cantos (RS) - Vagas: 5 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.062,87 a R$ 20.548,82 / Inscrição: até 14/8 / Mais informações aqui

Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE-AC) - Vagas: 15 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 20 mil / Inscrição: até 28/8 / Mais informações aqui

Você pensa em prestar um concurso público?

  • Sim

  • Não

VotarResultado parcial

Procuradoria Geral do Estado do Sergipe (PGE-SE) - Vagas: 5 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 15.715,51 / Inscrição: até 28/8 / Maisinformações aqui

Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (RJ) - Vagas: 174 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.097,27 a R$ 13.960,58 / Inscrição: até 10/8 / Maisinformações aqui

Polícia Civil (AP) - Vagas: 981 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 4.139,53 a R$ 13.280,01 / Inscrição: até 8/8 / Mais informações aqui

Polícia Militar (SC) - Vagas: 70 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 4.764,24 a R$ 12.882,69 / Inscrição: até 14/8 / Mais informações aqui

Colniza (MT) - Vagas: 367 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.100 a R$ 12.500 / Inscrição: até 9/8 / Mais informações aqui

Pequi (MG) - Vagas: 43 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 12.355,09 / Inscrição: até 31/8 / Mais informações aqui

Alvorada (RS) - Vagas: 6 / Escolaridade: níveis fundamental e superior / Salário: R$ 1.256,44 a R$ 12.214,10 / Inscrição: até 17/8 / Mais informações aqui

Guaratinguetá (SP) - Vagas: 46 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 11.687,79 / Inscrição: até 8/8 / Mais informações aqui

Caiabu (SP) - Vagas: 19 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 949,54 a R$ 11.152,46 / Inscrição: até 20/8 / Mais informações aqui

Jaíba (MG) - Vagas: 309 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 287,55 a R$ 10.830 / Inscrição: até 31/8 / Mais informações aqui

Morro Grande (SC) - Vagas: 11 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: até R$ 10.537 / Inscrição: até 9/8 / Mais informações aqui

Peritiba (SC) - Vagas: 7 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.274,82 a R$ 10.174,15 / Inscrição: até 8/8 / Mais informações aqui

Espírito Santo Dourado (MG) - Vagas: 3 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 1.900 a R$ 10 mil / Inscrição: até 10/8 / Mais informações aqui

Marinha (PA e RJ) - Vagas: 21 / Escolaridade: níveis superior, mestrado e doutorado / Salário: R$ 4.455,22 a R$ 9.585,67 / Inscrição: até 22/8 / Maisinformações aqui

Universidade Federal de Alagoas (Ufal) - Vagas: 2 / Escolaridade: níveis superior, pós-graduado, mestrado e doutorado / Salário: R$ 2.990,01 a R$ 9.585,67 / Inscrição: até 30/8 / Mais informações aqui

Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop-MG) - Vagas: 47 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 2.446,96 a R$ 9.570,41 / Inscrição: até 20/8 / Mais informações aqui

Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) - Vagas: 11 / Escolaridade: doutorado / Salário: R$ 9.570,41 / Inscrição: até 8/8 / Mais informações aqui

Universidade Federal de Santa Maria (UFSM/RS) - Vagas: 22 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 4.209,12 a R$ 9.570,41 / Inscrição: até 8/8 / Mais informações aqui

Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob-BA) - Vagas: 34 / Escolaridade: níveis superior, pós-graduado, mestrado e doutorado / Salário: R$ 2.236,29 a R$ 9.570,41 / Inscrição: até 28/8 / Mais informações aqui

Floresta do Piauí (PI) - Vagas: 17 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 9.000 / Inscrição: até 7/8 / Mais informações aqui

Secretaria Estadual de Educação, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Seduc-MT)- Vagas: 5.748 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.167,12 a R$ 8.875,13 / Inscrição: até 16/8 / Mais informações aqui

Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb-DF) - Vagas: 20 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 8.500,08 / Inscrição: até 14/8 / Mais informações aqui

Universidade Federal da Bahia (UFBA) - Vagas: 181 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.945,07 a R$ 8.361,32 / Inscrição: até 10/8 / Mais informações aqui

São José dos Campos (SP) - Vagas: 48 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 3.869,47 a R$ 7.964,69 / Inscrição: até 25/8 / Mais informações aqui

Exército (todos os Estados) - Vagas: 106 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 7.796 / Inscrição: até 11/8 / Mais informações aqui

Consórcio Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência Centro Sul (Cisru-MG) - Vagas: 269 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 954,80 a R$ 7.050 / Inscrição: até 8/9 / Mais informações aqui

Consórcio Intermunicipal de Saúde para Gerenciamento da Rede de Urgência e Emergência da Macro Sudeste (MG) - Vagas: 499 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 970 a R$ 7.050 / Inscrição: até 22/9 / Maisinformações aqui

Universidade Federal de São Carlos (Ufscar-SP) - Vagas: 12 / Escolaridade: níveis superior e mestrado / Salário: R$ 2.768,02 a R$ 6.586,66 / Inscrição: até 18/9 / Mais informações aqui

Bombeiros (PB) - Vagas: 8 / Escolaridade: nível médio / Salário: R$ 2.487,05 a R$ 6.502,52 / Inscrição: até 25/8 / Mais informações aqui

Polícia Militar do Estado da Paraíba (PM-PB) - Vagas: 30 / Escolaridade: nível médio / Salário: R$ 6.502,52 / Inscrição: até 14/8 / Mais informações aqui

Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul (RS) - Vagas: 107 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 3.243,90 até R$ 5.947,15 / Inscrição: até 11/8 / Mais informações aqui

Valinhos (SP) - Vagas: 19 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 2.113,16 a R$ 5.907,32 / Inscrição: até 15/8 / Mais informações aqui

Araranguá (SC) - Vagas: 62 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 947,32 a R$ 5.622 / Inscrição: até 7/8 / Mais informações aqui

Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJ/PE) - Vagas: 109 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 4.222,45 a R$ 5.502,12 / Inscrição: até 24/8 / Mais informações aqui

Santa Rita do Pardo (MS) - Vagas: 49 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 5.312,22 / Inscrição: até 11/8 / Mais informações aqui

Conselho Regional de Farmácia do Rio Grande do Sul (CRF-RS) - Vagas: 805 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.278,42 a R$ 5.221,55 / Inscrição: até 5/9 / Mais informações aqui

Instituto Nacional de Ciências da Saúde (INCS-SP) - Vagas: 116 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.316,02 a R$ 5.200 / Inscrição: até 9/8 / Mais informações aqui

Universidade do Contestado (SC) - Vagas: 21 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.218,10 a R$ 5.061,41 / Inscrição: até 18/8 / Mais informações aqui

CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos - SP) - Vagas: 118 / Escolaridade: níveis fundamental, médio e técnico / Salário: R$ 1.866,04 a R$ 4.179,02 / Inscrição: até 18/8 / Mais informações aqui

Quatá (SP) - Vagas: 14 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 4.644,32 / Inscrição: até 10/8 / Mais informações aqui

Bombeiros (SC) - Vagas: 300 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 3.842,20 a R$ 4.581,83 / Inscrição: até 31/8 / Mais informações aqui

E-Paraná Comunicação (PR) - Vagas: 110 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.500 a R$ 4.400,22 / Inscrição: até 17/8 / Mais informações aqui

Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (AL, AM, BA, DF, ES, GO, MA, MT, MS, PE, PI, RJ, RN, RS, RO, SC e SE) - Vagas: 2.295 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 3.800 / Inscrição: até 14/8 / Mais informações aqui

Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado do Ceará (Sejus-CE) - Vagas: 1.000 / Escolaridade: nível médio / Salário: R$ 3.747,29 / Inscrição: até 23/8 / Maisinformações aqui

Mâncio Lima (AC) - Vagas: 154 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 3.600 / Inscrição: até 11/8 / Mais informações aqui

Aeronáutica (todos os Estados) - Vagas: 288 / Escolaridade: nível médio / Salário: R$ 3.584 / Inscrição: até 14/8 / Mais informações aqui

Companhia de Desenvolvimento do Estado de Roraima (Codesaima) - Vagas: 143 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.874,00 a R$ 3.200 / Inscrição: até 11/9 / Mais informações aqui

Belo Oriente (MG) - Vagas: 122 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 2.600 / Inscrição: até 20/8 / Mais informações aqui

Jaicós (PI) - Vagas: 167 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 2.600 / Inscrição: até 11/8 / Mais informações aqui

Manhumirim (MG) - Vagas: 153 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 2.500 / Inscrição: até 7/8 / Mais informações aqui

Nilópolis (RJ) - Vagas: 161 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 2.000 a R$ 2.500 / Inscrição: até 21/8 / Mais informações aqui

Ourém (PA) - Vagas: 351 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 2.500 / Inscrição: até 5/9 / Mais informações aqui

Marinha - Vagas: 90 / Escolaridade: nível médio / Salário: R$ 989 a R$ 2.449 / Inscrição: até 31/8 / Mais informações aqui

Aral Moreira (MS) - Vagas: 124 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 880 a R$ 1.961,65 / Inscrição: até 11/8 / Mais informações aqui

Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH-CE) - Vagas: 300 / Escolaridade: níveis médio e técnico / Salário: R$ 1.149,21 / Inscrição: até 16/8 / Maisinformações aqui

Colatina (ES) - Vagas: 103 / Escolaridade: níveis fundamental, médio e técnico / Salário: R$ 983,85 a R$ 1.143,05 / Inscrição: até 14/8 / Mais informações aqui


UOL Economia


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Após elogiar sentença de Moro, presidente do TRF4 afirma que Lula terá julgamento "justo e imparcial"

Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz comentou, em entrevista à Rádio Gaúcha, declaração em que disse que sentença do juiz de Curitiba é "irretocável"

Por: Zero Hora


Após elogiar sentença de Moro, presidente do TRF4 afirma que Lula terá julgamento "justo e imparcial"  André Ávila/Agencia RBS

O desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, 54 anos, é presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª RegiãoFoto: André Ávila / Agencia RBS

O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, 54 anos, comentou, na manhã desta segunda-feira (7), a afirmação de que a sentença de Sergio Moro – que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva –é "irretocável" e garantiu que o julgamento será "justo e imparcial".

— É uma sentença, goste-se ou não dela, muito bem redigida. (Moro) enfrentou todas as questões jurídicas que foram submetidas a julgamento — disse Thompson.




Leia mais:
Moro foi "irretocável" sobre Lula, diz presidente do TRF4
Responsável por julgar recursos da Lava-Jato, TRF4 terá novo presidente
Presidente do TRF4 prevê que Lula será julgado antes das eleições

O presidente do TRF4 afirmou que leu as mais de 200 laudas da sentença, mas que não obteve acesso às provas — que a defesa de Lula alega serem frágeis. Segundo ele, apenas o Ministério Público e os envolvidos no processo puderam ler o material, que tem "dezenas e dezenas de volumes".

Sem se posicionar sobre qual deve ser a decisão do Tribunal, Thompson confirmou que para configurar corrupção passiva, crime do qual Lula é acusado, é preciso haver a comprovação entre o ato praticado pela autoridade que foi corrompida e o beneficio por ela recebido.

— O juiz Moro examinando as provas deu lá o entendimento dele e é sobre isso que o Tribunal vai agora se pronunciar, se isso aí confere ou não. Essa é uma das grandes questões de Direito que serão enfrentadas nesse julgamento — disse ele.

Thompson, que não participará do julgamento, garantiu que o processo vai ser técnico, e não político, e que os desembargadores são preparados para reformar ou confirmar sentença.

— Digo e reafirmo: a nação pode ter qualquer tranquilidade que o julgamento a ser proferido, qualquer que seja, será um julgamento justo e imparcial, seja confirmando a decisão condenatória, seja, e é importante ter presente isso aí, que o tribunal pode reformar a decisão e absolver o ex-presidente — afirmou o presidente do TRF4, acrescentando em seguida: — Isso também tem que ser aceito, qualquer que seja o veredicto.

O presidente do TRF4 falou ainda sobre os prazos do processo e voltou a dizer que espera que até agosto o caso esteja definido, ou seja, antes das eleições de 2018:

— Tomara que seja antes, para que o eleitor tenha firmeza e segurança ao votar. Qualquer que seja a decisão a se remitida.



Zero Hora

Doria sobre ovada na cabeça: 'Intolerância do PT'

Prefeito de São Paulo foi vítima de protesto em Salvador

POR O GLOBO


João Doria fala sobre protesto em Salvador - Reprodução

SÃO PAULO - Momentos depois de ser atingido por um ovo na cabeça durante um protesto em Salvador, o prefeito de São Paulo, João Doria, publicou um vídeo em sua página no Facebook comentando o incidente.

Veja também

Ele reagiu à ovada e atribui a agressão a simpatizantes do PT:

— O que é a intolerância do PT e dos partidos de esquerda... Poucos manifestantes de esquerda agressivos, jogando ovos, agredindo, falando palavrões, buscando na intolerância sempre o caminho. Não é esse o caminho do Brasil. Esse é o caminho do Lula, do PT, das esquerdas. A mim não intimidam — disse o prefeito de São Paulo.

Veja o que o prefeito falou:

Como fez em outras situações em que foi alvo de protestos, Doria disse que os manifestantes deveriam ir para a Venezuela "defender o (presidente Nicolás) Maduro":

— Vá para Venezuela, os esquerdistas que querem o mal do Brasil, vão lá defender o Maduro, jogar ovo lá na Venezuela. Meu repúdio a esses agressores.


Em março, Doria havia batido boca com um manifestante que defendera a ex-presidente Dilma Rousseff durante um evento do "Minha Casa, Minha Vida" em São Paulo, ao dizer para ele "procurar sua turma em Curitiba", numa referência a petistas presos na Lava-Jato. Em fevereiro, quando foi criticado por apagar grafites na cidade, afirmou que o manifestante preferia dar um "viva ao PT e a corrupção".

O vídeo em resposta à ovada termina com imagens de Doria entrando na Câmara Municipal de Salvador e sendo recebido com aplausos pelos vereadores que lhe concederam o título de "cidadão soteropolitano".

ASSIM COMO DORIA, OUTROS POLÍTICOS JÁ FORAM ALVOS DE 'OVADAS'; VEJA
  • Segurança tenta afastar manifestante logo depois quebrar um ovo no rosto do então ministro da Saúde José Serra. Agressão ocorreu durante manifestação de estudantes e profissionais de saúde em Sorocaba (SP)Foto: Luciano Quirino / Diário de Sorocaba/Agência O Globo
O Globo

Gilmar deseja a Janot, de saída da PGR, 'uma boa viagem'

Em entrevista, ministro do TSE reitera críticas ao procurador-geral da República e defende sistema 'semi-presidencialista'

Pedro Venceslau, enviado especial, O Estado de S.Paulo


MANAUS - Em viagem neste domingo, 6, a Manaus para acompanhar a eleição suplementar para o governo do Amazonas, o ministro Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disse ao Estado/Broadcast que o Supremo Tribunal Federal ficou a reboque da Procuradoria-Geral da República (PGR) no caso da Lava Jato e desejou ao procurador-geral Rodrigo Janot "uma boa viagem". Gilmar afirmou, ainda, que vai jantar neste domingo com o presidente Michel Temer e defendeu um regime semipresidencialista para o País.

Gilmar MendesO ministro Gilmar Mendes, presidente do TSE, acompanha eleição no Amazonas, em Manaus Foto: Alberto César Araújo/Estadão

Qual será a pauta de seu jantar neste domingo, 6, com o presidente Michel Temer?

A reforma política. Temos feito sugestões às comissões do Congresso e batido muito na necessidade da cláusula de barreira e proibição de coligação. Tenho batido muito na necessidade de pensar um semi-presidencialismo. Alguma coisa que mesclasse uma Presidência com algum significado forte, mas que também valorizasse a governabilidade com um primeiro-ministro. Pensar um modelo francês-português que nos tirasse dessas crises continuadas que estamos envolvidos. Dos quatro presidentes da nova República, só dois terminaram o mandato integralmente. Toda vez que temos crises mais profundas, vem a discussão sobre impeachment ou fórmulas desse tipo. Temos que separar a Presidência da questão da governabilidade mais geral. Já temos hoje um modelo muito parlamentarizado. Se houver necessidade de troca, que seja sem tantos traumas.


O que significa para a Lava Jato a saída do procurador Rodrigo Janot do comando da PGR? Como avalia a hipótese de ele mandar mais uma denúncia contra Temer para a Câmara?

Essa coisa se personalizou de tal maneira que a gente só pode desejar ao procurador uma boa viagem. Ele perdeu todas condições de equilíbrio para continuar exercendo o cargo. Infelizmente, o sistema permite isso. Eu tenho criticado o Supremo Tribunal Federal, que ficou a reboque de impulsos do procurador-geral, permitindo a violação da lei de delação e uma série de abusos nessa área. Estamos fazendo uma rediscussão sobre esse tema. Certamente, o Tribunal vai acertar o passo. Acho que haverá o restabelecimento da normalidade na relação do Tribunal com a PGR.

Não era possível ter agilizado o julgamento dos recursos da defesa do governador cassado do Amazonas para evitar a insegurança jurídica na eleição suplementar? O vencedor do pleito deste domingo, 6, pode não ser diplomado.

Faço questão de vir aqui (Manaus) e de ter vindo no dia 26, exatamente para sinalizar que nós estávamos em processo de consolidação das eleições. O ministro (Ricardo) Lewandowski, que havia dado a ordem para a suspensão, houve por bem depois adotar a mesma posição. Esse assunto está encaminhado. Não foi realmente ideal a decisão inicial que determinou o cumprimento de imediato da decisão (de afastar o governador do Amazonas), porque ainda era pendente de recurso. Não havia acórdão do que recorrer e tudo mais. Mas isso fica para os livros da história. Acredito que o tribunal (TSE) não vai mais reincidir nesse tipo de equívoco.  Todos estão advertidos das consequências.  Todos pagamos um pouco por esse equivoco.  

Foram registradas no Ministério Público Eleitoral do Amazonas várias denúncias de compra de votos e uso da máquina na eleição. É possível impedir essa prática em um Estado tão grande e geograficamente complexo?

Em todas as eleições, nós temos queixas. Algumas são plausíveis, outras nem tanto. Temos que fazer o devido sopesamento. O (ex) ministro (Nelson) Jobim (do STF e da Justiça) brincava: 'Nós só não cassamos o segundo lugar porque não temos tempo'. Se fossemos adotar o mesmo critério em relação ao segundo colocado, acabaríamos por cassar os dois. Um imputa ao outro o abuso de poder econômico e político. Temos que ter um certo equilíbrio para destacar a vontade popular. Só em casos realmente extremados é que o Tribunal deve intervir. Se não banaliza as impugnações. Com as assimetrias que temos, a nossa democracia é uma das maiores do mundo. Não podemos a cada queixa banalizar. Daqui a pouco os juízes é que vão definir. Será que o segundo colocado representa de forma adequada a vontade das pessoas? É razoável que o juiz indique quem vai governar o Estado? Não é. Não me parece que, para cada eventual desvio que ocorra, uma intervenção judicial vá resolver o problema.

Se for aprovado o financiamento público de campanha, como o TSE vai fiscalizar um volume tão grande de dinheiro (cerca de R$ 3,5 bilhões)?

Esse é um problema criado. A tradição que nós tínhamos era inicialmente, até a eleição de (Fernando) Collor, de participação só do cidadão e das empresas por caixa 2. Tivemos os abusos que tivemos. O Supremo disse que era inconstitucional a participação das empresas. Esse ciclo então se encerrou, mas continuamos a ter problemas. Temos o momento da auto-doação, que as pessoas ricas não têm limite. Falam em um fundo deR$ 2,8 bilhões. Nós temos defendido um modelo de lista pré-ordenada, porque a campanha seria feita em nome do partido. Mas disseram que isso iria gerar manipulação. A dificuldade agora é usar dinheiro público em um sistema aberto. Como vai distribuir? Qual é o critério? Essa é a pergunta que temos passado aos políticos. Essa questão está aberta.            


Estadão