Presidente diz que "nunca pretendeu destruir" a operação e defende caminho do "cumprimento da lei"
Presidente diz que "nunca pretendeu destruir" a operação e defende caminho do "cumprimento da lei" | Foto: Sérgio Lima / AFP / CP
Dois dias após a Câmara barrar a denúncia por corrupção passiva contra Michel Temer, com apoio de 263 deputados, o presidente disse que as mudanças na Procuradoria-Geral da República, com a saída de Rodrigo Janot, “darão o rumo correto à Lava Jato”. Em seu gabinete, no terceiro andar do Palácio do Planalto, Temer também não descartou a possibilidade de troca de comando na Polícia Federal e afirmou que nunca pretendeu destruir a operação da qual virou alvo.
“O rumo certo é o cumprimento da lei”, disse, em entrevista ao Estadão, quando questionado sobre qual o caminho que vislumbra para a Lava Jato, de agora em diante. Autor da denúncia chamada por Temer de “ridículo jurídico”, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deixa o cargo em 17 de setembro e será substituído por Raquel Dodge, escolhida por Temer sem ser a mais votada em lista tríplice.
O presidente procurou amenizar as traições na base aliada durante a votação da denúncia e apostou na aprovação de uma reforma da Previdência mais enxuta em setembro. Temer afirmou que não haverá retaliação aos infiéis, mas sugeriu que quem não vota com o governo deveria entregar os cargos.
Questionado sobre a divisão no PSDB, que ameaça deixar a Esplanada, ele disse esperar apoio dos tucanos nas próximas batalhas no Congresso. “Quem estiver sentindo-se mal no PSDB sairá do governo, não tenho dúvida. Não estou dizendo o partido como um todo, porque lá há uma divisão muito grande.”
Procurado nesta sexta-feira para falar sobre as declarações do presidente, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não respondeu até a publicação.
Estadão Conteúdo e Correio do Povo
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