Sindicatos rechaçam proposta de Sartori para limitar cedência de servidores

Entidades de classe acusam governo do Estado de "amordaçar trabalhadores"

Entidades de classe acusam governo do Estado de

Entidades de classe acusam governo do Estado de "amordaçar trabalhadores" | Foto: Cpers / Divulgação / CP

A mudança de estratégia do governo José Ivo Sartori em relação à proposta para os servidores cedidos a sindicatos vai gerar tanto barulho na Assembleia Legislativa quanto a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 256), que tramita desde o ano passado no Legislativo, e previa a extinção total da cedência. As principais entidades repudiaram a imposição de limite de um servidor por categoria.

Conforme o presidente do Sindicato dos Escrivães da Polícia Civil (Ugeirm/Sindicato), Isaac Ortiz, o governador pretende acabar com o movimento sindical. “A intenção do governo é amordaçar os trabalhadores e impedir que façam a luta contra esse desgoverno que não tem projetos para a saúde, educação e segurança. Em vez de resolver os problemas, tenta acabar com os sindicatos. Mas ele está enganado”, disse.

Helenir Schürer, presidente do Cpers/Sindicato, maior entidade sindical do Rio Grande do Sul, garante que a mobilização na Assembleia Legislativa vai continuar. Ao contrário, ressaltou a professora: “Vamos novamente voltar para dentro da Assembleia para fazer a discussão. Acho importante que o governo se pensa que vai impedir nossa atividade está muito enganado. Vamos chamar professores da ativa e aposentados para tentar barrar a proposta”.

A coordenação do chamado Movimento Unificado, que agrega vários sindicatos, vai se reunir na próxima segunda-feira para estabelecer uma agenda de mobilizações. A tendência é pela presença massiva nas votações dos projetos remanescentes do pacote de austeridade do governo e esse novo projeto, que entra no lugar da PEC que previa a extinção das cedências. Uma PEC necessita de 33 votos, em dois turnos, para ser aprovada. Já um projeto de lei necessita de maioria simples para ser aprovado, ou seja, 28.

O Estado justifica que, atualmente, são gastos cerca de R$ 40 milhões com 310 funcionários públicos cedidos a entidades sindicais. A Casa Civil ainda não estimou o impacto financeiro da medida.


Rádio Guaíba e Correio do Povo


Votação da denúncia de Temer na Câmara expõe disputas internas no PSDB e liga alerta para 2018

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O presidente Michel Temer conta hoje com uma base de apoio real de cerca de 260 deputados

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Meirelles diz que Previdência pode ser aprovada até outubro e que reforma tributária virá em seguida

São Paulo perde e volta para a zona de rebaixamento

Time foi derrotado por 2 a 1 pelo Coritiba no Morumbi e caiu para a 17ª posição no Brasileirão

Juiz de Macaé (RJ) suspende aumento dos tributos sobre combustíveis

Decisão questiona o aumento por decreto e sem o prazo de 90 dias para início da vigência das novas alíquotas

Wil Riera/AP

Ministério Público da Venezuela pede anulação da instalação da Assembleia Constituinte

Posse está prevista para hoje; ação se baseia na suspeita de fraude no número de eleitores

Argentina publica decreto para diminuir importação de carros brasileiros

Negócios ultrapassaram limites previstos em acordo assinado entre os dois países

Importações ultrapassaram limites previstos em acordo assinado entre os dois países | Foto: Mauro Schaefer / CP Memória

Importações ultrapassaram limites previstos em acordo assinado entre os dois países | Foto: Mauro Schaefer / CP Memória

O governo argentino publicou um decreto que, na prática, tem o objetivo de diminuir a importação de carros produzidos no Brasil. A medida, motivada pelo fato de que as importações têm ultrapassado os limites previstos em um acordo assinado entre os dois países, consiste em cobrar garantias das montadoras de que as multas decorrentes do excesso sejam pagas.

O custo, no caso, recairá sobre as montadoras instaladas na Argentina que importam veículos produzidos em suas filiais no Brasil. Para evitar esse gasto a mais em seus cofres, as empresas podem optar por reduzir as importações, ajustando-se, então, aos limites permitidos pelo acordo. Caso contrário, terão de assumir essa despesa para continuar atendendo à demanda dos consumidores argentinos pelos carros brasileiros.

A decisão, que começou a valer logo após a sua publicação, cria um problema para as filiais das montadoras instaladas no Brasil porque, como as vendas para os consumidores brasileiros ainda estão baixas, a exportação se tornou uma válvula de escape para a produção, que enfrenta alta ociosidade. E a Argentina é, historicamente, o principal destino das vendas de veículos para o exterior, correspondendo, em 2017, a cerca de 70% do total.

Pelo acordo, as filiais das montadoras na Argentina que importam acima do limite devem pagar uma tarifa de 24,5% sobre do valor de cada veículo a mais. Essa tarifa, no entanto, só precisa ser paga depois que o acordo expirar, em junho de 2020. O decreto publicado pelo governo argentino, na prática, exige uma antecipação desse pagamento, como se fosse um caução, que será devolvido às empresas caso os níveis de importação se ajustem até o fim do acordo.

O limite que tem sido desrespeitado pelas montadoras diz que, para cada US$ 1 que o Brasil importa da Argentina em veículos e autopeças, pode-se exportar US$ 1,5 para a Argentina, um cálculo que os dois governos chamam de "flex". Nos 12 meses encerrados em junho, no entanto, o flex ficou em 1,96. O excesso preocupa o governo argentino porque, ao importar muitos carros brasileiros, acaba enfraquecendo a produção local.

No decreto, a Argentina estabelece que vai cobrar garantias das empresas que estiverem violando o flex depois de julho de 2015. Para isso, criou três períodos de referência a partir dessa data para se fazer a conta do flex: 24, 36 e 48 meses. No primeiro caso, os 24 meses terminaram em junho de 2017. Quem ultrapassou o limite nesse período já terá que depositar a garantia, que será equivalente ao imposto de importação dos carros em excesso.

Quando se chegar a 36 meses (junho de 2018) e 48 meses (junho de 2019), as contas serão refeitas. Os valores cobrados pelas garantias, a depender do novo resultado do cálculo do flex, poderão ser liberados, mantidos ou elevados. A adoção de medidas como essa, durante o período de vigência do acordo, estava prevista no próprio documento, como uma opção para os países.

Exportação

As exportações de veículos produzidos no Brasil para a Argentina somaram 271,2 mil unidades no primeiro semestre, crescimento de 41,2% em relação a igual período de 2016, segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). O avanço é impulsionado pelo aquecimento do mercado argentino, que teve expansão de 33,4% na mesma comparação, com a venda de 451 mil unidades.

A maioria das montadoras instaladas no Brasil conta com filiais na Argentina. E todas que estão na Argentina também estão no Brasil. As empresas aproveitam essa estrutura para fazer um comércio complementar: os argentinos compram parte dos veículos produzidos no Brasil e os brasileiros consomem parte da produção argentina.


Agência Brasil


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Morre cantor Luiz Melodia, aos 66 anos

Músico enfrentava uma batalha contra um câncer que ataca a medula


Morre cantor Luiz Melodia, aos 66 anos Divulgação/Divulgação

Foto: Divulgação / Divulgação

O cantor e compositor carioca Luiz Melodia morreu na manhã desta sexta-feira (4), aos 66 anos. Internado no Hospital Quinta D'Or, no Rio de Janeiro, o músico enfrentava uma batalha contra um câncer mieloma múltiplo, que ataca a medula óssea. Melodia chegou a fazer um transplante de medula e resistiu ao procedimento, porém não vinha respondendo bem à quimioterapia, e o câncer voltou. O estado de saúde do cantor se agravou na última quinta (3).

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Zero Hora

Após corte de verbas, CNPq tem recursos para pagar bolsas apenas até este mês

Conselho passa por dificuldades para cumprir compromissos

Após corte de verbas, CNPq tem recursos para pagar bolsas apenas até este mês | Foto: Paulo Nunes / CP Memória

Após corte de verbas, CNPq tem recursos para pagar bolsas apenas até este mês | Foto: Paulo Nunes / CP Memória

Com o contingenciamento de verbas, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) passa por dificuldades para cumprir os compromissos até o final do ano. A autarquia, que financia estudos e pesquisas de milhares bolsistas brasileiros, tem recursos suficientes para pagar as bolsas apenas até este mês - pagamento feito no início de setembro.

"O nosso orçamento para 2017 aprovado pelo Congresso e mais o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico previstos para este ano estavam suficientes para que tocássemos 2017 com tranquilidade", diz o presidente do CNPq, Mario Neto Borges. No total, o Orçamento previa R$ 1,3 bilhão e o fundo, R$ 400 milhões à autarquia - 44% desses valores foram contingenciados. Do fundo, o CNPq recebeu menos do que 56%: até o momento o valor pago foi R$ 62 milhões.

"Estamos otimistas que o ministro (da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab) vai convencer a área econômica da necessidade desses recursos", acrescenta o presidente. O CNPq precisa de R$ 505 milhões para fechar as contas.

A questão foi assunto nesta quinta-feira na reunião do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti). Os secretários estaduais presentes manifestaram preocupação com o CNPq. Kassab, que esteve presente no início do encontro, diz que está otimista. "Vamos conseguir sensibilizar a equipe econômica e o presidente (Michel Temer) mostrando o quanto precisa ser diferenciada a nossa área, para que possa continuar na perspectiva de desenvolver os trabalhos".

Também presente na reunião, o secretário executivo do ministério, Elton Zacarias, disse que a notícia de que os bolsistas não vão receber não é verdadeira. “Todos vão receber normalmente [este mês]. Enquanto isso, estamos negociando com o governo para ver se temos alguma válvula de escape", diz. "Vamos tentar recompor o orçamento como um todo". Além da autarquia, as demais linhas orçamentárias do ministério tiveram cortes de 42% a 44%.

Nessa quarta-feira, Kassab e Zacarias reuniram-se com Borges e com o diretor de gestão da entidade, Carlos Roberto Fortner, para discutir os recursos para o pagamento de bolsas de pesquisa no país.

Repercussões

A situação do ministério fez com que a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) enviassem um ofício à pasta, nessa segunda-feira (31), pedindo “máximo empenho” junto à Presidência da República e ao Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão para a liberação de recursos. “A falta de verba põe em risco o pagamento de bolsas, projetos e programas importantes, como o dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia".

Os recursos destinados a bolsas pagas pelo CNPq no país mantiveram-se basicamente constantes até o ano passado. Em 2014, R$ 1,3 bilhão chegou a ser gasto com bolsas no país, valor repetido em 2015 e 2016. Em 2017, até o momento, foram gastos R$ 471,9 milhões. Caso o valor repita-se no segundo semestre, o investimento somará cerca de R$ 940 milhões, inferior aos outros anos.

Já o auxílio à pesquisa caiu de R$ 631,6 milhões em 2014 para R$ 2 milhões em 2016. Os recursos para bolsas no exterior passaram de R$ 808,1 milhões em 2014 para R$ 13,6 milhões em 2016, de acordo com dados disponíveis no portal do CNPq.

A pós-graduação concentra o maior número de bolsas, também segundo os dados disponíveis no portal. Atualmente são 110,8 mil bolsas de doutorado, 68,8 mil de mestrado, 51,6 mil de iniciação científica, 120,3 mil de produtividade em pesquisa e 120,3 mil em outras atividades. As bolsas de doutorado são de R$ 2,2 mil por mês, as de mestrado, de R$ 1,5 mil, e as de iniciação científica, R$ 400. Do total de bolsas, 100 mil fazem parte das cotas que o CNPq transfere às instituições para esse fim. O restante está incluído em recursos de projetos específicos.

"Nós vemos a situação com muita preocupação. Não há nenhuma garantia que vamos ter recursos para essas bolsas. São milhares de pessoas que estão trabalhando, desenvolvendo a ciência, contribuindo para o país e sem perspectiva. O que queremos é o mínimo de condições de realizar o nosso trabalho", disse a presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos, Tamara Naiz, à Agência Brasil.

Segundo Tamara, as bolsas não são apenas um direito, mas são necessárias para o desenvolvimento do país. "Cerca de 90% dos projetos de ciência e tecnologia são desenvolvidos no âmbito da pós-graduação. Quando se corta esses recursos, corta-se quem produz 90% da pesquisa do país".

Iniciação científica

Na reunião com os secretários estaduais, o ministério garantiu que as bolsas que estão vigentes seguirão sendo pagas. Neste mês, com o programa do primeiro semestre fechado, abrem-se inscrições para novos bolsistas de iniciação científica nas universidades. O programa, segundo os secretários, não foi aberto para novas inscrições.

A situação gerou insegurança nas universidades. O Comitê do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, divulgou uma nota na qual expressa "indignação com as notícias veiculadas em relação aos cortes no orçamento do CNPq e à suspensão do pagamento de bolsas de estudo". Segundo o comitê, o programa de bolsas de iniciação científica e tecnológica é uma iniciativa única no mundo na formação de alunos de graduação, preparando gerações de pesquisadores e contribuindo para a soberania nacional.

"Este programa nunca sofreu descontinuidade mesmo em momentos mais graves de crise econômica e durante governos de diferentes matizes ideológicas", diz a nota.

Também em nota, o CNPq diz que se tratou apenas de um problema técnico de informática, que foi resolvido hoje. "O CNPq esclarece que no final do mês de julho seus sistemas de TI (tecnologia de informação) passaram por processo de atualização e algumas funcionalidades ficaram momentaneamente indisponíveis", diz e acrescenta, que tanto esta indisponibilidade técnica quanto o recente recadastramento de bolsistas, "não têm qualquer vínculo com as notícias veiculadas na grande mídia, dando conta de que as bolsas do CNPq seriam suspensas por contingenciamento orçamentário".


Estadão Conteúdo e Correio do Povo


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GANGUES: DA AMÉRICA CENTRAL À AMÉRICA DO NORTE!

1. Chama-se MS-13, o que significa Mara Salvatrucha 13. “Mara” é um termo de calão em espanhol da América Latina para gangue. “Salva” é a abreviatura de salvadorenho e “Trucha”, um sinônimo de malandro. O número 13 tem a ver com a duração em segundos da tarefa coletiva que os recrutas da quadrilha levam no ato de iniciação.
2. Os seus membros apresentam-se totalmente tatuados, em especial no rosto. É indiscutivelmente uma das gangues mais sanguinárias do continente americano, com ramificações desde o Canadá até São Salvador e Honduras, dedicando-se à extorsão, ao tráfico de droga e de pessoas. O seu lema em espanhol é “mata, viola, roba, controla”. Dispensa tradução e diz tudo sobre a forma de atuar do grupo.
3. Chegaram aos Estados Unidos na década de 80, juntamente com refugiados salvadorenhos fugidos à guerra civil entre as forças governamentais e a guerrilha da Frente de Libertação Nacional Farabundo Marti, conflito esse onde a América de Reagan interveio em força, apoiando o lado governamental.
4. O foco inicial da atividade foi Los Angeles, onde a formação do grupo seguiu o modelo habitual, começando como uma milícia para defender as gentes do bairro contra os “de fora” (outras gangues, polícia, etc.) e evoluindo para o tráfico de droga, a extorsão, etc. “Foi desde o início uma gangue extremamente violenta”, explica Jorga Leap, especialista em grupos violentos da Universidade de Los Angeles (UCLA).
5. Atualmente, calcula-se que tenha ao todo 30 mil membros nas Américas do Norte e Central. Está presente em 40 estados dos EUA, tendo sido considerado desde 2012 pelas autoridades norte-americanas como “organização criminosa internacional”.
6. Nos últimos 18 meses terão assassinado 17 pessoas em Long Island, nos subúrbios de Nova Iorque. Foi o caso de dois adolescentes massacrados à cacetada em setembro do ano passado e de quatro homens retalhados à espadada e descobertos num parque em abril. O que levou William Sweeeney, chefe do FBI em Nova Iorque, a dizer à CNN que “se trata de gente para quem a vida humana não significa nada”.
7. O presidente dos EUA parece agora ter resolvido dar importância ao MS-13 declarando sexta-feira, durante uma visita à polícia de Long Island, que “são animais e vamos destruir este cartel infame” não especificando quando nem como. Onde Donald Trump se mostrou mais concreto foi na interpretação política dos fatos. Disse que o MS-13 era a consequência das políticas frouxas de imigração de Barack Obama. Ora as estatísticas da polícia não sugerem um aumento significativo do efetivo da gangue durante os oito anos de permanência de Obama na Casa Branca, estabilizado em dez mil. E a história do MS-13 começa, como se referiu, no tempo de Reagan e da guerra civil salvadorenha.
8. Acresce que, ao longo de décadas, uma das coisas que espalhou o MS-13 como uma praga foi a política de deportações para o país de origem de gente condenada nos EUA por pertencer ao grupo.
9. O terreno preferido de recrutamento do MS-13 são jovens migrantes recém-chegados aos EUA, que não falam inglês e ficam contentes com a “proteção” que a gangue lhes oferece (a troco da participação em atividades criminosas, como é óbvio). Ora a pressão acrescida sobre a imigração ilegal da administração Trump faz com que este tipo de pessoas – das poucas que poderiam testemunhar e ajudar a polícia a desmantelar o MS-13 – tenha medo de o fazer com receio de ser deportado.


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VERGONHA NACIONAL É JOESLEY BATISTA NÃO PASSAR UM DIA SEQUER NA PRISÃO!

Fonte: GLOBO

Autor da gravação no Palácio do Jaburu do presidente Michel Temer usada na denúncia engavetada pela Câmara dos Deputados nesta quarta-feira, o empresário Joesley Batista assistiu à sessão na companhia de executivos na sede do grupo J&F, em São Paulo. Projeções davam conta de que Temer obteria resultado favorável, ainda assim o empresário tratou o episódio como “trágico” para o país.

— O dia 2 de agosto ficará marcado como o dia da vergonha — disse Joesley a um interlocutor durante a tarde, quando o voto contra a continuidade das investigações já era maioria no placar da Câmara dos Deputados. Por meio de nota, o grupo J&F informou que não se manifestaria.

Então o GLOBO resolve dar espaço para que os leitores saibam o que Joesley Batista pensou da votação ontem? Por que não convidar logo o Alexandre Nardoni para comentar sobre educação infantil, ou o goleiro Bruno para falar de namoro? Por que não chamar José Dirceu para falar de corrupção? Ops! A Folha de SP fez exatamente isso…

É uma piada de mau gosto, um escárnio. Eis o que é uma vergonha nacional: Joesley Batista não ter passado um dia sequer na prisão! Joesley manter seus bilhões e poder ir para Nova York, inclusive levando seu iate novo. Joesley ter fechado um acordo de delação de pai pra filho (Janot sendo o pai), enquanto até agora não forneceu nada para efetivamente punir Lula, o maior bandido do país.

Vergonha é o viés do trabalho do próprio procurador-geral Rodrigo Janot, que despertou para o patriotismo somente após o impeachment de Dilma. Vergonha é a CVM não ter feito nada ainda após a escancarada operação criminosa no mercado de câmbio um dia antes de sair a delação de Joesley, que jogou o dólar nas alturas e rendeu milhões à JBS. Isso é uma vergonha!

No Brasil, dizem, o traficante cheira, a prostituta se apaixona, banqueiros são socialistas, cafetão tem ciúmes e os maiores corruptos recebem destaque na imprensa para condenar votação sobre corrupção. O Brasil não é um país sério…

Rodrigo Constantino

Comandante do Exército critica cortes de orçamentos e avisa que tem limite

Principal queixa é de que governo impõe seguidas missões, mas equipe econômica não repassa recursos necessários

General Eduardo Villas Boas em reunião sobre corte de gastos no exército nesta quinta-feira | Foto: Twitter / Divulgação / CP

General Eduardo Villas Boas em reunião sobre corte de gastos no exército nesta quinta-feira | Foto: Twitter / Divulgação / CP

O comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, usou as redes sociais nesta quinta-feira para criticar o aperto orçamentário que a Força Terrestre está sofrendo. "Conduzo seguidas reuniões sobre a gestão dos cortes orçamentários impostos ao @exercitooficial. Fazemos nosso dever de casa, mas há limites", desabafou o general em seu microblog, ao alertar para as dificuldades que a Força está enfrentando e o grave contingenciamento de recursos que está praticamente paralisando os programas estratégicos do Exército, como o Sisfron, sistema de vigilância de fronteiras, de acordo com fontes militares.

O comandante não diz no seu Twitter, mas, segundo informações obtidas pelo jornal O Estado de S.Paulo, os recursos hoje disponíveis nos caixas da Força Terrestre são suficientes para que se chegue apenas até o mês de setembro.

A principal queixa dos militares é que o governo federal impõe seguidas missões ao Exército em todas as áreas, mas a equipe econômica não repassa os recursos necessários para o desempenho dos trabalhos. A última delas foi no Rio de Janeiro, com uma nova ida de tropas para as ruas, para tentar oferecer um pouco de segurança à população.

Foi assim desde o início do ano, quando o Exército foi chamado para fazer pelo menos quatro outras missões: varreduras em presídios quando houve guerra de quadrilhas nas cadeias no norte do País; no motim do Espírito Santo, quando a tropa federal foi para as ruas na época do Carnaval e a Polícia Militar do Rio fez uma espécie de operação padrão; e, no mês de junho, quando foram chamados para ajudar na reconstrução de cidades atingidas por enchentes em Pernambuco. Em todos os casos, os recursos, até hoje, não foram devolvidos à força.

Somente neste fim de semana, quando o Exército foi para as ruas no Rio, por ordem do presidente Michel Temer, a força gastou R$ 5 milhões. Por dia, o emprego de cada brigada militar no Estado custa em torno de R$ 1,2 milhão. A consequência disso é que o Exército já está usando as reservas de combustível e alimentação, que só em caso de excepcionalidades poderiam estar sendo gastas.

A falta de recursos é tão grande que não há mais o que cortar, de acordo com oficiais-generais consultados pela reportagem. A avaliação é de que a equipe econômica foi dura com vários ministérios em seus cortes. Mas, no caso do Ministério da Defesa, foi além do limite, a ponto de os estoques estratégicos estarem sendo consumidos, o que é considerado "gravíssimo".

Os militares ressaltam que não fazem objeção de ajudar vários estados, como é o caso agora do Rio, mas fazem ressalvas de que, para isso, é preciso que, no mínimo, sejam dados os meios para executar tais operações.

Mais cedo, na cerimônia de entrega de espadas ao promovidos, o chefe do Estado Maior do Exército, general Fernando Azevedo e Silva, salientou que os novos generais "no campo interno, chegam em meio a uma crise sem precedentes: na política, na economia e, principalmente no aspecto moral". Segundo o general Fernando, "as Forças Armadas, mantenedoras da estabilidade e fiadoras da Constituição, são as derradeiras guardiãs da lei e da ordem, e emergem, por seus méritos, como as Instituições de maior credibilidade junto à população brasileira".  E avisou: "o povo sabe que pode contar conosco para defender a democracia, a nossa terra e os nossos valores". Depois de lembrar que "o emprego atual da Força Terrestre, nos momentos de crise ou de extrema necessidade", "cada vez mais frequentes", acontecerá, normalmente, em conjunto e perfeita sintonia com Aeronáutica e Marinha, o general Fernando saudou os promovidos alertando-os que "estamos vivendo em duros tempos do possível" e que o momento é de "priorizar a operacionalidade" e "os nossos valores".


Estadão Conteúdo e Correio do Povo


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Foto: Bruno Alencastro/Agência RBS

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Maria do Rosário: "Governo Temer gastou até última gota para escapar"

Deputada vê governo enfraquecido e diz que oposição irá obstruir pauta para barrar projetos

Maria do Rosário afirma que oposição irá tentar obstruir pauta | Foto: Evaristo Sá / AFP / CP

Maria do Rosário afirma que oposição irá tentar obstruir pauta | Foto: Evaristo Sá / AFP / CP

A deputada federal gaúcha Maria do Rosário (PT) afirmou nesta quinta-feira que a estratégia da oposição na Câmara passa ser agora de obstruir a pauta do governo. Para ela, Michel Temer “gastou sua última gota de sangue” para escapar da admissibilidade da denúncia por corrupção passiva no plenário da Câmara.

• Como votaram os deputados gaúchos

“Quando a votação terminou, percebemos que o governo não tem todos os votos que queria”, disse ela à Rádio Guaíba, na manhã desta quinta. Para ela, apesar da derrota, a oposição sai fortalecida e poderá viabilizar uma eventual próxima denúncia encaminhada pela Procuradoria Geral da República. “Tem condições de mudar o placar, porque Temer não consegue mais fazer nada como governante do Brasil”, projetou. “Outra questão, a denúncia por obstrução de justiça certamente deve ser analisada pelo o que ele já fez no passado e agora, eu diria.”

A parlamentar criticou a forma com o que o governo articulou para vencer no plenário. “Obstrução de justiça foi o que vimos nas últimas horas e nos últimos dias. Usar o governo, a máquina pública para comprar votos, liberar e emendas para garantir votos no plenário. Por isso que digo que o governo gastou até a última gota de sangue. Eles tinham uma planilha e contavam com uns votos a mais do que tiveram”, argumentou.

Obstrução de pauta

Maria do Rosário disse acreditar que o governo terá ainda mais dificuldade para aprovar medidas, que tentarão ser obstruídas pela oposição na Câmara. “A gente faz obstrução porque a pauta que o governo propõe é muito ruim. A partir deste momento percebo que não apenas a oposição, que somos nós de PT, Rede, PCdoB, PDT, vamos crescer na sociedade”, afirmou. “O resultado de ontem mostra que eles não têm votos para colocar estas reformas em votação, como a da previdência, que somos completamente contrários.”


Rádio Guaíba e Correio do Povo


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APENAS UMA MUDANÇA PROFUNDA NO PAÍS PODERÁ NOS TIRAR DO CAMINHO DA CATÁSTROFE SOCIALISTA

Por Leandro Ruschel

Ontem, tivemos mais um capítulo da história de terror da política brasileira.

Temer manteve o cargo, mesmo com todos sabendo que se trata de um corrupto. Até porque nenhum sujeito limpo aceitaria ser vice do PT.

Por outro lado, se ele tivesse caído, não haveria o que comemorar, já que há claramente um alinhamento de parte do Ministério Público Federal com a esquerda radical. Se Janot tivesse 10% da vontade de investigar e punir a turma do PT que demonstrou no caso JBS, eles já estariam todos presos.

Mais, o próprio STF já demonstrou toda a sua benevolência com a quadrilha, soltando o bandido José Dirceu para que ele possa escrever artigos na Folha de São Paulo defendendo a ditadura venezuelana, almejando a criação do mesmo regime totalitário no Brasil.

Ou seja, com esse tipo de autoridade responsável pela “limpeza”, e com 2/3 do Congresso envolvidos em atos ilegais de forma comprovada, só nos resta a alternativa de aceitar com desgosto o corrupto que faz algumas reformas e não quer transformar o Brasil numa Venezuela, por hora.

Mas essa é realmente a postura correta e que gerará os melhores resultados? O próprio Lula declarou que prefere Temer no cargo para o seu círculo mais próximo, segundo várias fontes. Assim podem usar a narrativa do “golpe” e afirmar que os “coxinhas” não querem combater a corrupção, apenas defender a “reforma neo-liberal”, outro termo sem sentido que eles usam como resposta automática, além do “fascista”, que eles utilizam sem um pingo de vergonha na cara enquanto defendem o assassino e torturador Maduro.

Enquanto isso, seguem os aumentos para o funcionalismo público, as contas públicas sugam toda a poupança nacional, 14 milhões de pessoas seguem desempregadas e os empreendedores endividados lutam para manter vivas as suas empresas, enquanto cidadãos honestos morrem como moscas nas ruas, sem ter acesso a segurança pública e nem mesmo o direto de portar uma arma para se defender.

“Vamos dar o troco nas eleições”, sugere um otimista. Esquece ele que os partidos se organizam para lançar os mesmos corruptos de sempre e para manipular o sistema eleitoral, em benefício deles. Sem contar que as próprias urnas eletrônicas são tão confiáveis quando um cartão de crédito nas mãos de um bandido.

O Brasil está dominado por uma grande quadrilha, formada por uma elite podre, dividida entre facções piores, como PT, PCdoB, PSOL e PDT, e outras que estão mais focadas no roubo e menos na criação do regime chavista.

Praticamente toda a quadrilha segue o ideário esquerdista, socialista, com o PMDB e PSDB representado o socialismo “democrático”.

Estamos tão longe de uma solução que talvez o resultado de ontem seja o menos ruim, mas com certeza apenas uma mudança profunda no país poderá nos tirar do caminho da catástrofe socialista.