'Operação abafa' contra corrupção é realidade ostensiva, diz Barroso

Sem citar nomes, ministro do STF disse que há uma legião de pessoas que gostaria que o Brasil continuasse a ser 'País feio e desonesto'

Marcelo Osakabe, O Estado de S.Paulo


Um dia depois de a Câmara dos Deputados barrar a denúncia contra o presidente Michel Temer, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso afirmou que a "operação abafa" contra a corrupção é uma realidade visível e ostensiva atualmente. Sem citar nomes diretamente, o jurista afirmou ainda que existe uma legião de pessoas que gostaria que o Brasil continuasse a ser "o País feio e desonesto que criamos".

Luís Roberto BarrosoO ministro do STF Luís Roberto Barroso Foto: Dida Sampaio/Estadão

"A operação abafa é uma realidade visível e ostensiva no Brasil de hoje. Há muita resistência às mudanças que precisam ser feitas", disse o ministro, que participou do 6º Simpósio de Direito Empresarial da Aliança de Advocacia Empresarial (Alae).

"Há os que não querem ser punidos e há um lote pior, os que não querem ficar honestos nem daqui para frente, que depois da ação penal 470 e de três anos de Operação Lava Jato continuam com o mesmo modus operando de achaque", notou. "Estas pessoas têm aliados importantes em toda parte, nos altos escalões da República, na imprensa e nos lugares onde a gente menos imagina."


O ministro do STF, no entanto, se mostrou otimista. "Hoje a fotografia do momento pode dar a impressão de que o crime compensa. Mas acho que esta é uma impressão enganosa. O Brasil já mudou e nada será como antes", afirmou.

Barroso defendeu, que, para minimizar a corrupção no sistema político brasileiro, é preciso mudanças na lei eleitoral no sentido de reduzir o custo das eleições e aproximar mais o eleitor do político eleito. "Do jeito que está, o sistema eleitoral frauda a vontade do eleitor", disse. Além de Barroso, também participam do evento o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) e o ex-ministro da Defesa Nelson Jobim.


Estadão

Temer defende parlamentarismo a partir de 2018: "não seria despropositado"

Do UOL, em Brasília

Dida Sampaio/Estadão Conteúdo2.ago.2017 - presidente Michel Temer faz pronunciamento no Palácio do Planalto, em Brasília, após o plenário da Câmara dos Deputados rejeitar a denúncia por corrupção passiva contra ele, nesta quarta-feira

  • 2.ago.2017 - presidente Michel Temer faz pronunciamento no Palácio do Planalto, em Brasília, após o plenário da Câmara dos Deputados rejeitar a denúncia por corrupção passiva contra ele, nesta quarta-feira

O presidente Michel Temer (PMDB) defendeu nesta quinta-feira (3) a possibilidade de o Brasil adotar o regime parlamentarista já a partir do ano que vem. Em entrevista por telefone ao jornalista Reynaldo Azevedo, no programa O É da Coisa, da Band News FM, o peemedebista afirmou que estuda propor uma reforma política em comum acordo com o Congresso Nacional e com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Ao ser questionado que propostas considerava viáveis para as eleições de 2018, cujas regras precisam ser aprovadas até outubro desse ano para entrarem em vigor no próximo pleito, Temer disse considerar provável a fixação da cláusula de barreira e a eliminação das coligações partidárias. Anteriormente, Azevedo havia sugerido que ele encampasse a adoção do voto distrital misto em 2018 e do parlamentarismo em 2022.

"Agora vou me atrever um pouco aqui. Você falou em parlamentarismo para 2022, eu acho que nós poderíamos pensar, mera hipótese, no parlamentarismo para 2018, né? Eu acho que não seria despropositado", declarou.

O peemedebista destacou que esta é uma tarefa do Legislativo, que atualmente discute mudanças na legislação eleitoral, mas disse que se o governo entrar nessa história, ajuda o Congresso.

"E isto está no nosso horizonte, estamos pensando muito seriamente nisso, em ajudar muitíssimo, e até propor a reforma política, de comum acordo com o Congresso, com o Tribunal Superior Eleitoral que cuida dessa matéria permanentemente. Nós vamos levar adiante uma reformulação político-eleitoral no nosso país".

A entrevista foi a primeira concedida por Temer desde que a Câmara dos Deputados barrou a denúncia criminal contra ele, nesta quarta (2). Questionado sobre o que Reynaldo Azevedo chamou de "sanha regicida" para tirá-lo da Presidência, Temer classificou a iniciativa como "uma coisa kafkiana".

"Você começa um processo, como você disse, de tentativa de retirar o presidente da República sem um motivo sólido", disse, em referência indireta ao livro "O Processo", publicado em 1925 pelo escritor tcheco Franz Kafka, na qual um funcionário de uma instituição financeira é acusado de um crime que ele não sabe qual é.

"Mas é curioso que, ao longo do tempo, o que tem acontecido é exatamente a derrota daqueles que querem ver prosperar a eventual possibilidade do afastamento do presidente da República", completou Temer.


UOL Notícias

Termina amanhã o prazo para segurado agendar perícia de revisão no INSS

Os beneficiários do auxílio-doença convocados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) têm até amanhã (5) para entrar em contato com o órgão para agendamento da perícia de revisão do benefício. No caso de não atendimento à convocação ou de não comparecimento na data agendada, o auxílio será suspenso até o comparecimento do interessado.

A convocação foi feita no Diário Oficial da União (DOU) no dia 1º de agosto. Os segurados devem conferir se seu nome consta na lista publicada. No campo de busca do site deverão digitar o nome, selecionando apenas a seção 3 e a data de 1º de agosto.

Saiba Mais

Caso tenha sido convocado, o beneficiário deverá entrar em contato com a central de atendimento ligando para o número 135, para saber a data agendada para a reavaliação do benefício por incapacidade. Na ocasião, deverá ser apresentada toda a documentação médica que justifique o recebimento do benefício, como atestados, laudos, receitas e exames.

A convocação desses beneficiários foi feita por meio do DOU pois os ofícios de convocação enviados pelo INSS ao endereço constante no cadastro do Sistema Único de Benefícios foram devolvidos pelos Correios. Pelo 135, também é possível atualizar o endereço.

Caso o segurado se encontre internado ou enfermo e não puder comparecer à perícia, deverá pedir a uma pessoa de sua confiança que informe, em uma agência do INSS, sobre o impedimento. É necessário que esse representante apresente a identidade do segurado e um documento que comprove o impedimento. Com isso, ele poderá solicitar uma perícia hospitalar ou domiciliar.

Ao todo, 530 mil benefícios de auxílio-doença serão revisados, além de mais de 1 milhão de aposentadorias por invalidez. Até meados de julho, foram realizadas quase 200 mil perícias em todo o país. Como resultado, 160 mil pessoas tiveram o benefício cancelado por não precisarem mais recebê-lo.


Agência Brasil

ANS propõe mudar regras de portabilidade em planos de saúde; entenda

por Taís Laporta

planodesade.jpg

Propostas foram colocadas em consulta pública e preveem fim de carência adicional para trocar de plano e portabilidade para planos coletivos.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou nesta quinta-feira (3) que vai mudar as regras para fazer a portabilidade de operadora de planos de saúde. O assunto foi colocado em consulta pública para receber sugestões da sociedade antes de entrar em vigor.
Uma das principais mudanças propostas é o fim da chamada “janela”, tempo mínimo que o beneficiário precisa esperar para mudar de plano. Hoje, o pedido de troca tem uma carência de 120 dias contados após o 1º dia do mês de aniversário do contrato.

Segundo a ANS, com a nova regra, a troca de plano poderá ser feita a qualquer momento após o prazo de permanência ser cumprido. A regra atual, segundo a ANS, impede que beneficiários que não são adequadamente assistidos pela operadora deixem imediatamente o plano.

Planos coletivos e cobertura
A norma proposta também amplia a portabilidade para beneficiários de planos coletivos empresariais, que contempla 66,4% dos beneficiários de planos médico-hospitalares, ou cerca de 31,5 milhões de pessoas. Pela norma em vigor, apenas beneficiários de planos individuais ou familiares e coletivos por adesão podem fazer a portabilidade.

Outra medida é a que a exigência em se contratar um tipo de cobertura compatível com a do plano anterior seja substituída pela exigência de carências para as coberturas não previstas. Ou seja, o beneficiário cumpriria a carência apenas para as coberturas que não existiam no outro plano.

Segundo a ANS, a compatibilidade por tipo de cobertura restringe o acesso de muitos beneficiários que não encontram planos compatíveis, "pois há uma grande concentração de planos classificados em internação com obstetrícia e pouca oferta de planos de internação sem obstetrícia ou sem internação".

Portabilidade de carências
A portabilidade de carências foi instituída em 2009, inicialmente apenas para beneficiários de planos de contratação individual ou familiar. Depois, o benefício foi estendido também aos beneficiários de planos coletivos por adesão e surgiu a portabilidade especial de carências para situações especiais, por motivos alheios à vontade do beneficiário.
Os materiais da consulta pública nº 63 estão disponíveis no site da ANS. As contribuições deverão ser enviadas de 10 de agosto a 11 de setembro.
Entenda as propostas de novas regras para planos da ANS:
Fim da 'janela'
Como é hoje: Hoje, o pedido de troca de plano tem uma carência de 120 dias contados após o 1º dia do mês de aniversário do contrato.

Como deve ficar: O beneficiário não precisará mais cumprir o tempo mínimo para mudar de plano. Hoje, o pedido de troca tem uma carência de 120 dias contados após o 1º dia do mês de aniversário do contrato.
Planos coletivos
Como é hoje: Pela norma em vigor, apenas beneficiários de planos individuais ou familiares e coletivos por adesão podem fazer a portabilidade.

Como deve ficar: A norma proposta amplia a portabilidade para beneficiários de planos coletivos empresariais. 

Cobertura compatível
Como é hoje: Para trocar de plano, é preciso encontrar um plano com cobertura compatível.

Como deve ficar: A exigência em contratar um tipo de cobertura compatível com a do plano anterior pode ser substituída pela exigência de carências para coberturas não previstas. Ou seja, o beneficiário cumpriria a carência apenas para as coberturas que não existiam no outro plano.

Fonte: G1 - 03/08/2017 e SOS Consumidor


Previdência SocialTermina neste sábado prazo para segurado agendar perícia de revisão no INSS

Congresso NacionalGoverno quer aprovar reforma da Previdência até outubro, diz Meirelles

1

2

3

MeteorologiaEstado do Rio tem frente fria com chuva e vento

InternacionalTaxa de desemprego nos Estados Unidos cai para 4,3% em julho

InternacionalJustiça equatoriana investiga caso de corrupção envolvendo vice-presidente

Trabalho

Lei da Terceirização não vale para contratos encerrados antes da norma, diz TST

ViolênciaPMs e assaltantes trocam tiros após roubo de carga na zona norte do Rio

VenezuelaPrefeito de Caracas volta à prisão domiciliar; jurista pede proteção ao Chile

CulturaMostra de cinema em SP quer discutir ambiente escolar e movimento de ocupação

Maduro nomeia genro de Chávez como novo chanceler da Venezuela

Ronaldo Schemidt/AFP

O presidente da Venezuela Nicolás Maduro celebra os resultados da Assembleia Constituinte, em Caracas

O presidente da Venezuela Nicolás Maduro celebra os resultados da Assembleia Constituinte, em Caracas

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS


O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, nomeou nesta quarta-feira (3) como novo chanceler Jorge Arreaza, ex-vice-presidente e atual ministro de Minas, em meio à pressão internacional contra a polêmica Assembleia Constituinte.

"Decidi nomear já como chanceler titular, ministro das Relações Exteriores da República Bolivariana da Venezuela, o companheiro Jorge Arreaza", anunciou o presidente em ato político.

Casado com Rosa Virginia Chávez, filha mais velha do ex-presidente Hugo Chávez, Arreaza substitui Delcy Rodríguez, que agora integra a Constituinte, suprapoder que irá reger a Venezuela por tempo indefinido.

O cargo foi exercido temporariamente por Samuel Moncada, que retomará seu posto como embaixador na Organização dos Estados Americanos (OEA).

"Estou lhe dando responsabilidades especiais para que se instale em Washington (...) para defender nos Estados Unidos a verdade, a paz e a dignidade da Venezuela", explicou o mandatário.

Arreaza, um internacionalista de 44 anos, era ministro de Desenvolvimento Mineiro Ecológico.

Ele assume a chancelaria em meio a uma forte rejeição internacional à Constituinte de Maduro, que será instalada na sexta-feira.

Os Estados Unidos, a União Europeia e nações sul-americanas, entre elas o Brasil, anunciaram que essa assembleia não será reconhecida.

"Tão importante quanto recuperar a economia é derrotar a agressão imperialista que se está montando com uma coalizão de países contra a Venezuela, como denuncio. Está sendo montada uma agressão econômica, política e militar encabeçada pelo governo de Donald Trump com um grupo de governos de direita", disse o chefe de Estado.

Arreaza foi vice-presidente de Maduro entre abril de 2013 e janeiro de 2016, quando assumiu o cargo de ministro da Educação Universitária, Ciência e Tecnologia. No governo Chávez (1999-2013) foi ministro da Ciência e Tecnologia.

PROTESTOS

A oposição venezuelana adiou em um dia os protestos marcados para esta quinta-feira contra a Constituinte, devido ao adiamento da posse dos constituintes, anunciado por Maduro para sexta-feira (4).

A coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD) anunciou que, "para defender a Constituição da fraude, a mobilização de hoje será amanhã, 4 de agosto".

A Constituinte tomará posse no Salão Elíptico do Parlamento, controlado pela oposição e que se reúne no hemiciclo do Palácio Legislativo.

Maduro explicou que ainda está pendente a proclamação, por parte do Poder Eleitoral, de 35 constituintes do total de 545 membros da Assembleia encarregada de reformular a Carta Magna de 1999.

O adiamento pretende "afastar as ameaças porque queremos que tudo ocorra em paz", afirmou Maduro.


Folha de S. Paulo


David Coimbra: Porto Alegre é muito legal
Estamos acostumados a nos queixar, a falar mal, mas sei que, sim, Porto Alegre tem seus encantos.

Marta Sfredo: novo projeto da GM traz outros investimentos a reboque
Expectativa gira em torno dos fornecedores que acompanharão modelo produzido em Gravataí.

Rosane de Oliveira: Sartori começa a colher laranjas de amostra
Medidas anunciadas poderão atenuar o discurso dos adversários na campanha de 2018.

Carolina Bahia: reforma da Previdência é novo round
Governo precisará retomar articulação política interrompida pelo escândalo da JBS.

Tulio Milman: aparências
Parceria entre Bombeiros e faculdade de moda é daquelas que só faz bem para todo mundo.

Júlia Alves: mulheres em cena
24° Porto Alegre em Cena terá nomes como Nathalia Timberg, Drica Moraes e Andréa Beltrão.

Roger Lerina: desplugados
Jota Quest apresenta apresenta show acústico em Porto Alegre em setembro.

Diogo Olivier: Neymar será protagonista de um projeto ousado
Craque tem tudo para fazer história ao trocar o Barça pelo PSG.

Pedro Ernesto: problema resolvido na lateral direita do Inter
Cláudio Winck tem mostrado bom desempenho nas últimas partidas.

Leonardo Oliveira: os movimentos na Europa e o futuro de Luan
Sampdoria, um dos clubes interessados, contratou um meia uruguaio.

Base aliada de Temer encolhe 40% depois da delação da JBS

Pedro Ladeira/Folhapress

O presidente Michel Temer durante pronunciamento após a aprovação do parecer da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) no plenário da Câmara dos Deputados, contrário à admissibilidade da denúncia

O presidente Michel Temer durante pronunciamento após sessão que barrou denúncia

RANIER BRAGON
DE BRASÍLIA


O presidente Michel Temer conta hoje na Câmara dos Deputados com uma base de apoio real de cerca de 260 deputados, o que representa uma queda de quase 40% em relação ao que ele tinha nos primeiros meses deste ano, antes de vir à tona a delação da JBS.

Até o escândalo, que resultou em uma denúncia sob acusação de corrupção passiva contra o peemedebista, a sua base contava com 20 partidos que, juntos, têm 416 dos 513 deputados federais.

Entre a divulgação da gravação da conversa de Joesley Batista com o presidente e a votação da denúncia pela Câmara na quarta-feira (2), quatro partidos anunciaram o desembarque do governo: PSB, Podemos, PPS e PHS.

Na sessão de quarta que barrou a tramitação da denúncia, 89 deputados de partidos governistas votaram contra Temer, em um sinal de que dificilmente continuam seguindo as orientações do Palácio do Planalto.

Com isso, a base real de Temer hoje soma 261 deputados, apenas 4 a mais do que a maioria absoluta das cadeiras da Casa (257). Esse é um número apertado inclusive para a aprovação de simples requerimentos e projetos, tendo em vista que dificilmente as sessões da Câmara contam com quorum completo.

Para aprovação de emendas à Constituição, que é o caso da reforma da Previdência, são necessários 308 votos, 47 a mais do que a base real hoje do presidente.

VARIÁVEIS

Há alguns fatores que tornam volátil essa base, tanto para cima quanto para baixo.

Na votação de projetos de interesse do governo, é preciso levar em conta o tema e outros fatores não necessariamente ligados ao fato de o deputado ser do governo ou de oposição.

Na reforma da Previdência, por exemplo, deputados do PSDB que votaram a favor da denúncia contra Temer tendem a apoiá-lo. Por outro lado, integrantes do "centrão" (siglas pequenas e médias) que apoiaram Temer são claramente contrários à reforma.

Além disso, na votação de quarta-feira, o governo prometeu verbas, cargos e outras benesses da máquina federal para obter votos. A frustração de algumas dessas promessas pode resultar em perda de apoio a projetos e à votação da provável nova denúncia a ser apresentada pela Procuradoria-Geral da República.

O "centrão", por exemplo, quer ministérios e cargos do PSDB, mas Temer reluta em desalojar os tucanos, apesar do alto índice de infidelidade na votação da denúncia.

O presidente tem apoiadores em legendas de oposição, principalmente no PSB (11 de uma bancada de 35), mas a sua base real hoje também mostra fragilidade e potencial de novas dissidências. Onze ministros reassumiram os mandatos para votar a favor de Temer. Ao regressar à Esplanada, voltam os suplentes, que tendem a votar contra o Planalto.

DISSIDENTES

O mapa da votação desta quarta mostra que, excluídos os nanicos, os principais percentuais de infidelidade na base de Temer ficaram com o PV (57%), que tem o Ministério do Meio Ambiente, o PSDB (47%), que tem quatro ministérios, entre eles o da articulação política, o Solidariedade (43%), o PSC (40%), do líder do governo no Congresso, André Moura (SE), e o PSD (37%), que tem o Ministério das Comunicações.

Os mais fiéis, proporcionalmente, foram o PMDB de Temer (10% de votos a favor da denúncia), o PTB (11%), que controla o Ministério do Trabalho, e o PP (15%), que tem Saúde e Agricultura.

No início das negociações de bastidor para barrar a denúncia, os articuladores do Planalto esperavam obter cerca de 300 votos, o que seria uma demonstração de fôlego para aprovar medidas importantes no Congresso e continuar a governar.

Tempos depois, a projeção desceu a 280 e, em seguida, a 260. Um placar de 200 apoiadores barraria a denúncia, mas seria visto como senha de que as condições de governabilidade haviam se exaurido.

Editoria de Arte/Folhapress

Encolhimento da base de Temer

Encolhimento da base de Temer


Folha de S. Paulo


Músico lutava contra um câncer na medula: https://glo.bo/2feyjEN#GloboNews

Morre, aos 66 anos, o cantor e compositor Luiz Melodia

G1.GLOBO.COM

Como escapar do financiamento para comprar o carro novo

Guardar dinheiro para dar de entrada vale mais a pena do que parcelar

Por: Erik Farina


Como escapar do financiamento para comprar o carro novo  Jonas Ramos/Agencia RBS

Foto: Jonas Ramos / Agencia RBS

Encarar as taxas de financiamento de automóveis pode trazer uma falsa sensação de bom negócio, afinal, estão entre os juros mais baixos do sistema financeiro nacional. Mas não são — pelo menos, se comparadas à opção de guardar o dinheiro por si mesmo, antecipando o valor economizado para pagar o carro à vista.

Leia mais
Vale a pena antecipar imposto de renda e 13º salário? Tire suas dúvidas
Vale a pena dar imóvel ou carro como garantia de empréstimo?
Pontos positivos e negativos dos consórcios de serviços

Conforme o educador financeiro Alfredo Meneghetti Neto, professor de Economia da PUC-RS, quem se disciplina a poupar um determinado valor a cada mês pode chegar rapidamente ao preço de um automóvel, de maneira menos custosa. Afinal, em vez de correr para pagar juros de empréstimo, o rendimento é que estará correndo a favor do consumidor para alcançar o montante pretendido.

— Quem consegue juntar o dinheiro também pode chegar até a concessionária e negociar um bom desconto pelo pagamento à vista — afirma Meneghetti.

A estratégia para começar a guardar é escolher o carro desejado e dividir seu valor pelo número de meses até a data da compra. Se a "parcela" couber no orçamento, o próximo passo será optar por uma aplicação que aceite depósitos relativamente baixos e não tenha impedimento para o resgate no curto prazo, como a poupança.

O rendimento será o segredo para evitar que a inflação corroa as economias e uma maneira de se blindar contra um eventual aumento no preço do carro até a data da compra.

— Neste planejamento, é importante saber qual o tipo de carro que se pode, efetivamente, comprar, sem que a economia mensal pese em demasia nas finanças da família — explica Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste Associação de Consumidores.

Uma maneira mais fácil de economizar é por meio de consórcios, com juros mais baixos do que os do financiamento de automóveis. Por outro lado, os consórcios carregam taxas de administração e regras que impedem quem atrasa as cotas de participar dos sorteios.

Levantamento feito pela reportagem com as calculadoras de Proteste, Banco Central e a administradora de consórcios Embracon mostra a distância entre economizar e pagar juros. Quem já tem R$ 10 mil e irá guardar dinheiro ao longo de três anos para comprar à vista um carro popular avaliado em R$ 35 mil terá de fazer uma economia mensal de até R$ 600. Se der esses R$ 10 mil de entrada e financiar o resto, a parcela será de R$ 1.007,80. E se recorresse a um consórcio com pouco menos de R$ 10 mil para dar um lance, o consumidor teria cotas mensais que seriam de R$ 991.

5 dicas para poupar dinheiro e comprar um carro

— Defina o valor que você quer pagar: Pesquise o carro que deseja e calcule em quanto tempo o valor cobrado poderá ser alcançado com suas economias mensais.
— Crie regras para não pular os depósitos: encarar esta poupança como um compromisso irá fazer você manter a regularidade nos depósitos e evitar que saque o valor antes da hora para arcar com outras contas.
— Guarde em uma aplicação que faça o dinheiro crescer: não deixe o dinheiro na conta corrente, e sim aplique na poupança ou CDBs que paguem um percentual de rendimento alto.
— Quando ganhar um dinheiro extra, como restituição de Imposto de Renda ou o 13º salário, guarde uma parte na "poupança do carro", de forma a acelerar a conquista de seu sonho.
— Considere comprar um carro usado: o veículo recém-saído da fábrica é bem mais caro do que um usado com baixa rodagem (ao sair da concessionária, um carro já perde entre 15% e 20% do valor original). 

SIMULAÇÕES

Poupar ou financiar?
Veja essas simulações para comprar um carro de R$ 35 mil. O primeiro valor é para uma poupança de três anos, a fim de pagar, no final, o valor total do veículo à vista - considerando o valor que já se tem na largada. O segundo considera o valor já guardado como entrada e o saldo num financiamento de 36 meses.

Opções para quem já tem R$ 5 mil
Poupança: R$ 740 por mês
Financiamento: R$ 1.209,36 por mês

Opções para quem já tem R$ 10 mil
Poupança: R$ 592 por mês
Financiamento: R$ 1.007,80 por mês

Opções para quem tem R$ 20 mil
Poupança: R$ 295 por mês
Financiamento: R$ 604,68 por mês

Fontes: calculadora da poupança da Proteste, considerando rendimento da Caderneta de Poupança, calculadora de financiamento do Banco Central e simulador da Embracon Administradora de Consórcios. Simulações feitas com juros pesquisados pela Anefac, de 2,17% ao mês.


Zero Hora


VOTAR A FAVOR DE TEMER NÃO É O MESMO QUE VOTAR PELA CORRUPÇÃO, E SIM CONTRA A EXTREMA-ESQUERDA GOLPISTA

A extrema-esquerda, com a ajuda global, preparou a narrativa de que só havia uma coisa a ser feita nesta quarta para quem tem um pingo de ética: votar “sim” pela abertura da investigação da denúncia do Ministério Público de Rodrigo Janot contra o presidente Temer. O discurso foi tão envolvente que muitos ignoraram de onde ele saía: daqueles que nunca ligaram a mínima para a ética e defendem marginais condenados como heróis. Era o sinal para um pouco de pausa e reflexão.

Que a acusação tenha partido de uma conversa claramente armada pelo maior bandido do país (depois de Lula) que, graças a ela, ficou totalmente impune, curtindo seus bilhões em Nova York, não vinha ao caso. Que o processo de denúncia tenha se dado numa velocidade a jato, incomum, fora de qualquer padrão, tampouco foi abordado. O “Fora Temer” era o único grito de quem “não defende bandido algum”, e aí os moralistas, numa sinuca de bico, tiveram que dançar de acordo com a música tocada pelo PT e o PSOL.

Mas não era nada disso em jogo, e qualquer pessoa minimamente atenta sabia disso, não caiu no engodo dos socialistas, que teve o apoio da Rede Globo e de O Antagonista, sabe-se lá por qual motivo. Em jogo não estava ser contra ou a favor de um corrupto, mas sim não bancar o idiota útil dos golpistas radicais. A capa do Globo de hoje demonstra um viés absurdo, que ignora esse detalhe:

Temer não está livre da Justiça, como pensam muitos e como parte da imprensa desinforma. A Gazeta do Povo explicaque judicialmente o caso não morreu: “E ele pode ser processado sem o foro privilegiado quando deixar de ser presidente. O caso seria apreciado com trâmite normal na Justiça comum a partir de 2019”.

PUBLICIDADE

A questão era a pressa toda, estranha, e a obsessão em derrubar Temer, abortando as reformas tímidas em curso, além de outras medidas, como a asfixia aos sindicatos e aos artistas engajados, além da mudança nos comandos das estatais. Vários na direita compreenderam isso, como Paulo Eduardo Martins:

Foi o caso de Luciano Ayan também, que condenou o voto dos Bolsonaros:

E até mesmo Olavo de Carvalho é de opinião contrária àquela dos moralistas jacobinos, que cederam à pressão da extrema-esquerda:

Ou seja, não foi por “amor” a Temer, e sim por ódio ao PT e por saber o que estava em jogo que tanta gente à direita, intransigente com a corrupção e sem qualquer tipo de lealdade ao governo Temer, pregou o voto pelo encerramento da investigação neste momento.

Por isso as pessoas não foram às ruas. Engana-se quem diz que isso é ter corrupto favorito. Não é! Apenas não dá para fazer o jogo dos golpistas da extrema-esquerda. Um mínimo de pragmatismo é sinal de maturidade e sabedoria, e Burke, o “pai do conservadorismo”, seria o primeiro a concordar:

“A raiva e o delírio destroem em uma hora mais coisas do que a prudência, o conselho, a previsão não poderiam construir em um século.”

[…]

Não ignoro nem os erros, nem os defeitos do governo que foi deposto na França e nem a minha natureza nem a política me levam a fazer um inventário daquilo que é um objeto natural e justo de censura. […] Será verdadeiro, entretanto, que o governo da França estava em uma situação que não era possível fazer-se nenhuma reforma, a tal ponto que se tornou necessário destruir imediatamente todo o edifício e fazer tábua rasa do passado, pondo no seu lugar uma construção teórica nunca antes experimentada?

[…]

Se chegam à conclusão de que os velhos governos estão falidos, usados e sem recursos e que não têm mais vigor para desempenhar seus desígnios, eles procuram aqueles que têm mais energia, e essa energia não virá de recursos novos, mas do desprezo pela justiça. As revoluções são favoráveis aos confiscos, e é impossível saber sob que nomes odiosos os próximos confiscos serão autorizados.

A alternativa a esta prudência é virar um jacobino revolucionário e moralista, que banca o “incorruptível” contra tudo e todos que estão aí, contra a “corrupção” em abstrato, e tacar fogo no país, entregá-lo de bandeja para os comunistas, em nome da pureza fatal.

Temer contou com uma arma poderosa: o medo real da volta do PT. E claro: há também a diversão legítima de imaginar o luto no Projaquistão, a decepção dos antagonistas janotistas (a mesma decepção de quando Trump ganhou), e a festinha micada de Caetano e sua turma, que nem a erva do capeta pode salvar.

Vivemos num novo país, em que a Globo não consegue mais derrubar presidente, mesmo quando suspende o Jornal Nacional e até o futebol. Não é porque voltamos a ficar lenientes com a corrupção, e sim porque percebemos que havia algo mais por trás desse falso moralismo repentino, e que não era inteligente cair nessa armadilha janotista.

Sergio Moro continua sendo um herói do povo brasileiro. A Lava Jato já estava dividida em duas partes. Não há motivo para desespero, tampouco para conclusões precipitadas de que o combate a corrupção acabou. Acabou nada, égua! Ele continua. Como é preciso continuar isso que está aí, viu, as reformas e a asfixia gradual das fontes de financiamento da extrema-esquerda. Não vão levar no grito…

PS: Não teve Jornal Nacional, mas isso não quer dizer que o PSOL não teve sua oportunidade de impor sua narrativa na “mídia golpista”. No Jornal da Globo, Alessandro Molon e Chico Alencar receberam o destaque esperado. Parecia até que eram de partidos grandes, representantes de parcela expressiva da população, e não radicais comunistas com poucos votos. Foi só um breve resumo da cobertura de um dia todo. Os comunistas queridinhos do Projaquistāo nāo poderiam ficar de fora, nāo é mesmo?

Rodrigo Constantino

Fundação inicia campanha para remover homenagens a Che Guevara na Argentina

Entidade considera guerrilheiro um assassino do comunismo

Fundação inicia campanha para remover homenagens a Che Guevara na Argentina | Foto: Reprodução / Youtube / CP

Fundação inicia campanha para remover homenagens a Che Guevara na Argentina | Foto: Reprodução / Youtube / CP



AFP e Correio do Povo

Maduro adia instalação da Constituinte em meio a denúncias de fraude

Oposição convocou uma grande passeata em Caracas para esta quinta-feira

Maduro rejeitou a fraude afirmando que

Maduro rejeitou a fraude afirmando que "o processo não tem mancha porque foi transparente" | Foto: HO / Presidency / AFP / CP

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que a instalação da Assembleia Constituinte, prevista inicialmente para quinta-feira, foi adiada para a próxima sexta, em meio à pressão internacional e a denúncias de fraude na votação.

"Foi proposto que a instalação da Assembleia Nacional Constituinte seja feita, em vez de na manhã de quinta-feira, em paz, com tranquilidade e com todo o protocolo necessário, na próxima sexta-feira às onze da manhã", disse Maduro em um ato com os constituintes eleitos no domingo passado.

A Constituinte tomará posse no Salão Elíptico do Parlamento, controlado pela oposição e que se reúne no hemiciclo do Palácio Legislativo.  Maduro explicou que ainda está pendente a proclamação, por parte do poder eleitoral, de 35 constituintes do total de 545 membros da Assembleia encarregada de reformular a Carta Magna de 1999. O adiamento pretende "afastar as ameaças porque queremos que tudo ocorra em paz", afirmou Maduro. A oposição convocou uma grande passeata em Caracas para esta quinta-feira, contra a posse dos constituintes, e manteve o chamado mesmo com a decisão de Maduro.

A procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega, informou na noite desta quarta-feira que abriu uma investigação sobre a denúncia de fraude envolvendo a eleição da Constituinte: "informo que designei dois procuradores para investigar as quatro reitoras do CNE (Conselho Nacional Eleitoral) por este fato tão escandaloso". "Estamos diante de um fato inédito, grave, que constitui crime", declarou Ortega, que pediu a realização de uma "auditoria" com "especialistas nacionais e internacionais, que não sejam reitores do CNE, porque estes são os primeiros suspeitos".

Segundo a empresa Smartmatic, encarregada do processo de votação, houve fraude em relação ao número de eleitores na votação. Maduro rejeitou a fraude afirmando que "o processo não tem mancha porque foi transparente", e atribuiu a denúncia da empresa de informática a uma "reação do inimigo internacional". Smartmatic afirma que "a diferença entre o número de eleitores anunciado e o que mostra o sistema é de, ao menos, um milhão". O presidente avaliou que dois milhões de pessoas não puderam votar por ações violentas da oposição, que boicotou o processo de eleição dos constituintes. O número de eleitores era chave para a legitimidade da Constituinte, após a oposição assegurar que obteve 7,6 milhões de votos contra em um plebiscito simbólico celebrado em 16 de julho.

A oposição sustenta que apenas 3,5 milhões de pessoas votaram e, por isso, é a "maior fraude na história" do país. "É um terremoto em nível mundial", declarou Julio Borges, presidente do Parlamento, que pediu à Procuradoria para investigar a "fraude". A denúncia sobre a fraude ocorre em meio ao rechaço da oposição e da comunidade internacional à Constituinte, um suprapoder que regirá o país por tempo indefinido e reformará a Carta Magna de 1999, impulsionada pelo presidente Hugo Chávez, falecido em 2013.

Eleita entre protestos que deixaram 10 mortos e rejeitada por 72% dos venezuelanos segundo o Datanálisis, a Constituinte fará suas sessões no salão do Palácio Legislativo, onde debate o Parlamento, o que faz temer confrontos.

A instalação ocorrerá apesar de países latino-americanos, Estados Unidos e União Europeia não reconhecerem a Constituinte, considerando-a uma ameaça à democracia. Os chanceleres do Mercosul se reunirão no próximo sábado, no Brasil, para decidir sobre a suspensão política da Venezuela do bloco "pela ruptura da ordem democrática" no país.

Maduro criticou nesta quarta outra reunião de chanceleres para tratar do crise na Venezuela, convocada pelo Peru, que deverá ocorrer no dia 8 de agosto com representantes de Brasil, Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Panamá e Paraguai, entre outros países. O presidente venezuelano sustenta que a Constituinte recuperará a economia e a paz neste país em severa crise econômica e convulsionado por protestos que deixam 125 mortos desde que começaram, há quatro meses.

Mas a oposição, que se negou a participar da Constituinte, não a reconhece e assegura que foi proposta por Maduro para se perpetuar no poder e instaurar um modelo comunista. Líderes do governo, como Diosdado Cabello - que pode presidir a Constituinte -, anunciaram a possível dissolução do Parlamento e a reforma do Ministério Público. A procuradora-geral, Luisa Ortega, chavista que se tornou a maior crítica do governo, denuncia que Maduro tem uma "ambição ditatorial" e disse estar certa de que irão atrás de sua "cabeça". A Constituinte, segundo Maduro, reforçará também o poder das comunidades para aprofundar o socialismo, acabará com a dependência do petróleo - fonte de 96% da renda do país -, elevará à categoria constitucional os planos sociais, o controle dos preços contra a inflação e a entrega de alimentos subsidiados, em grave escassez.

Mas a oposição sustenta que Maduro tentará fugir das eleições. Na semana que vem vence o prazo de inscrição de candidatos às eleições regionais de dezembro, mas agora tudo depende das decisões da Constituinte. Maduro convocou a Constituinte sem consulta em referendo aos venezuelanos, como ocorreu em 1999. Diante das críticas, propôs uma consulta para aprovar a nova Carta Magna, mas não se sabe quando.


AFP e Correio do Povo


Não faça como nossos deputados: proteja celular com película anti-espião

Além de garantir privacidade, a película também protege a tela de arranhões e não atrapalha touchscreen

Tour em Marte: Planeta tem vulcões e cânions

Desde os anos 1990, robôs-cientistas passeiam por lá e dão informações do que vamos encontrar até 2030

Jungmann: militares voltarão às ruas do Rio "em breve"

O ministro da Defesa se negou a precisar quando ocorrerá este retorno do patrulhamento

A partir de 2018, Temer defende parlamentarismo

O peemedebista destacou que esta é uma tarefa do Legislativo, que discute mudanças na legislação


Irmãos Batista fecham venda da Vigor por R$ 5,7 bilhões para grupo mexicano

Grupo J&F busca dinheiro para multa de R$ 10,3 bilhões prevista no acordo de leniência após delação


Braga e Rebecca Garcia são alvos de adversários em debate no AM

STF manteve a eleição para o governo do Amazonas marcada para este domingo (6)


Presentes para o Dia dos Pais: veja opções até R$ 50

Quer garantir o presente sem sair de casa? Veja bagatelas para agradar os diferentes tipos de pais

Felipe Melo pode pegar gancho após ofender juiz

Volante foi denunciado pelo STJD por chamar árbitro de "caseiro" após jogo contra o Cruzeiro


Futebol

Transferência de Neymar para o PSG é a maior da história; veja top 10

Veja quem são

Em 30 anos, só 7 lideraram lista de mais ricos do mundo da Forbes

Comportamento

Quer que sua relação dure? Fale de dinheiro logo no começo do namoro

Atenção!

Saiba quais são os golpes mais comuns aplicados em turistas pelo mundo

Boa forma

De hibisco, verde, oolong... Será que chá emagrecedor realmente funciona?

Agenda do dia

Loterias | Lotofácil e Lotomania têm sorteios hoje às 20h

São Paulo | Marcha do Orgulho Crespo discute racismo neste sábado na Paulista