Tory Mussett, atriz australiana

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Tory Mussett

Nascermos
26 de junho de 1978 (39 anos)
Austrália

Tory Mussett (nascido em 26 de junho de 1978) é uma atriz australiana. Sua primeira aparição em televisão foi em um episódio do drama detetive Murder Call . Mais tarde, ela apareceu em um episódio de Flat Chat e teve um papel maior no Crash Palace .

Ela teve pequenas peças em The Matrix Reloaded (2003) como Beautiful Woman at Le Vrai e Peter Pan (2003) como uma das sereias. Seguiu-se um papel mais importante no filme Boogeyman de 2005. Em 2006, estrelou o terceiro episódio da minissérie de televisão Nightmares e Dreamscapes: From the Stories of Stephen King, onde interpretou a namorada de um detetive particular interpretado por William H. Macy . Em 2007, estrelou como "Julie" na WWE Films Production de The Condemned, estrelado por Stone Cold Steve Austin . Tory foi creditado sob o nome de "Victoria Mussett", aparecendo como personagem menor no show de comédia australiano 30 Seconds em 2009, no The Comedy Channel .

Links externos

Controle de autoridade


Wikipédia

Justiça autoriza goleiro Bruno a dar aulas de futebol para crianças em MG

Adriano Vizoni/Folhapress

O goleiro Bruno treina no CT do Boa Esporte, em Varginha (MG)

O goleiro Bruno treina no CT do Boa Esporte, em Varginha (MG)

MARTHA ALVES
DE SÃO PAULO


O goleiro Bruno Fernandes de Souza, 32, condenado pela morte de Eliza Samúdio, recebeu autorização da Justiça para dar aulas de futebol para crianças e adolescentes, em Varginha (312 km de Belo Horizonte). Os dias trabalhados serão usados na remição de pena.

Bruno vai dar aulas de segunda a sexta-feira no Nucap (Núcleo de Capacitação para a Paz), que atende cerca de 60 crianças e adolescentes filhos de detentos e ex-detentos.

O núcleo tem com principal objetivo a inclusão e ressocialização de presos, como o de permitir que mães condenadas possam conviver com os filhos longe do ambiente prisional.

O goleiro não poderá ter acesso à área externa ou pessoas estranhas à organização, exceto familiares. Um representante da instituição irá buscá-lo dentro do pátio da unidade prisional para dar as aulas de futebol.

O Nucap terá que enviar periodicamente à Justiça o controle de frequência, a lista de atividades desenvolvidas por Bruno e qualquer irregularidade.

Antes da autorização para dar aula para crianças e adolescentes, o goleiro deixou a prisão este ano para jogar profissionalmente no Boa Esporte. A passagem de Bruno pelo time de Varginha durou menos de dois meses, pois a Justiça determinou que ele retornasse à prisão.

Julgamento do goleiro Bruno

CASO BRUNO

Ex-goleiro de Atlético-MG e Flamengo, Bruno está preso desde 2010, acusado de envolvimento no assassinato de Eliza Samudio.

Ele foi condenado em 2013 a 22 anos e 3 meses de prisão, em regime fechado, por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver contra a ex-amante, além de sequestro e cárcere privado do filho que ele teve com Eliza.


Folha de S. Paulo

SALA COMERCIAL NO BOM FIM - RUA FELIPE CAMARÃO 632, SALA 301

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Sala Comercial

Rua Felipe Camarão nº 632. Sala 301

Bairro BOM FIM - Porto Alegre - RS

AGOSTO / 2017

LOCALIZAÇÃO:

  • RUA FELIPE CAMARÃO nº 632. SALA 301. Bairro Bom Fim.
  • Próximo da Av. Osvaldo Aranha e Hospital de Pronto Socorro.

EDIFÍCIO:

  • Com portaria diurna.
  • Com elevador.
  • Há estacionamento com parquímetro em frente ao edifício. E há 2 garagens para locação de boxes a menos de 50m.

CONJUNTO COMERCIAL:

  • Sala de FRENTE. No 3º pavimento.
  • Com 2 banheiros, sala de espera, e sala principal.
  • Taxa de condomínio é de R$ 560,20.

ÁREA PRIVATIVA:

  • Área privativa de 34,6125 m2.

PREÇO:

  • R$ 199.500,00 (cento e noventa e nove mil e quinhentos reais).
  • Preço já inclui comissão de intermediação de 6% (seis por cento).


Mais informações:
Luis Borges
e-mail:
luisaugustoborges@gmail.com
Fone: (51) 9 8039-0049

COMENTÁRIO GEOPOLÍTICO 267

Em 31 de julho de 2017

Assuntos: Da Guerra e da paz, - Estatais, Privatização e Desnacionalização, - Segurança Pública e A Noruega e a Amazônia

Da Guerra e da paz

É a economia que move as guerras, mas elas estão cada vez mais caras. Os meios de destruição se sofistificam e se tornam por vezes mais caros do que os alvos a serem destruídos. A guerra, em tais condições não é lucrativa e não deve ser travada a não ser em defesa própria pois não compensa mais grandes perdas em batalhas campais e em princípio uma nação hesitará em iniciar um guerra até mesmo no caso de um país forte contra um bem mais fraco. As grandes potências confiam mais no poder aéreo e na ação de Forças Especiais para fomentar rebeliões internas contudo, o poder aéreo tem sido superestimado; todo o poder aéreo da OTAN custou a dominar a insignificância das milícias líbias e cerca de 2.000 mísseis de cruzeiro, e mais de 3.000 missões, não puderam destruir o fraco sistema de defesa antiaérea iugoslava. Lá as forças da OTAN preferiram não começar as operações terrestres, até o problema ser resolvido e o foi por meios diplomáticos. Certamente a OTAN não ousaria atacar nem a Sérvia nem mesmo a Líbia se fosse possível uma retaliação com armas nucleares. O erro do Iraque e da Líbia não foi procurar obter a bomba foi terem desistido, pensando que isto apaziguaria os ambiciosos predadores.

Mas para nós, que guerras poderiam acontecer? – É sempre possível uma III Guerra Mundial, ainda que pouco provável. Neste caso certamente tentaremos ficar neutros, mas forçosamente seremos envolvidos, não necessariamente por questões de ideologia ou de solidariedade panamericana (que também influem), mas principalmente pela atuação dos beligerantes ao evitar que seus adversários se abasteçam aqui do que lhes falta. Para isto violarão a nossa soberania quer ostensivamente, quer através de falsas bandeiras, com os delitos atribuídos ao inimigo. Numa guerra assim, que envolveria todas a forças vivas da nação, terminaríamos por ficar ao lado do Ocidente. Certamente sofreríamos ataques de mísseis e mandaríamos forças expedicionárias, mas dificilmente sofreríamos invasões. Ninguém sabe como uma guerra dessas poderia evoluir, mas por enquanto se acredita que ninguém seria louco de a desencadear.

Entretanto, quando parecer certa a paz entre as grandes potências aumentarão nossas preocupações com a guerra. A disputa por matérias primas não terá limites e já de longo tempo ambiciosos estrangeiros vem tomando medidas para se apoderarem delas. A sequência das ações indica que forçarão a secessão da área ianomami e outras igualmente mineralizadas, inicialmente com mercenários tipo Blackwater e conforme nossa reação, com forças especiais e mesmo regulares, mas invasão mesmo, dificilmente haveria no nosso espaço ecúmeno mas haveria possivelmente nas serras da fronteira onde não temos condições de levar nem um só Batalhão em face da supremacia aérea inimiga, que nos impediria o uso dos rios e estradas. Se, apesar das desvantagens, conseguirmos deter os agressores com guerrilhas bem sucedidas, o bombardeio de nossas hidrelétricas e a tomada dos poços do pré-sal colocaria o nosso País de joelhos.

É possível evitar esse cenário? – Sim, claro. A chave da segurança é a capacidade de causar mais danos do que as vantagens que o inimigo poderia obter. A isto se chama DISSUASÃO e hoje significa mísseis intercontinentais e de terra-ar de última geração, minas terrestres e marítimas além de armas nucleares, exatamente o que o nosso País tem renunciado sem contrapartida. Ou denunciamos os tratados do FHC e prosseguimos no desenvolvimento como o fizeram Israel, a China, a Índia e o Paquistão ou só atrairemos ambições,chantagens e até guerras mesmo.

Um país que não possui armas nucleares sempre será tratado como uma colônia pelas potências, suas empresas multinacionais e ONGs, bem como pela Oligarquia Financeira Transnacional.

Os povos que ousaram e fizeram sacrifícios para obter armas nucleares, como a China, a Índia, o Paquistão e Israel jamais serão invadidos nem pressionados além de certos limites, até a Coréia do Norte, em que pese seu detestável regime comunista, entendeu as regras do jogo. Nós quase chegamos lá, mas a covardia entreguista de uma facção política então liderada por um presidente ora investigado por corrupção, nos deteve.

Um dia teremos um governo nacionalista que mudará este estado de subordinação. Esperemos que o Almirante Othon ainda esteja vivo para retomar os trabalhos.

Estatais, Privatização e Desnacionalização – para conquistar sem guerra

Houve no tempo do Milagre Brasileiro (Período militar) um gigantesco desenvolvimento baseado nas "Estatais". Assim, além das comunicações, que chegou a ser a quarta maior do mundo, avultaram o avanço no setor do petróleo e da mineração sendo que a Vale do Rio Doce chegava a ser uma peça influente no xadrez da política econômica mundial. Procurava-se então substituir as importações e mesmo havendo estatizações desnecessárias, há que se reconhecer que o desenvolvimento foi puxado pelas grandes estatais e que durou até que começou o desmonte, ainda no Governo Figueiredo.

A febre da desestatização alcançou o auge no Governo FHC, sempre acompanhadas da mais tola desnacionalização a pretexto de que seriam melhor dirigidas por empresas privadas e que sua venda serviria para pagar a dívida externa, a qual por isto mesmo passou a aumentar desmesuradamente. Como se não bastasse essas desgraças, eleito um partido que estancou as desnacionalizações, este nomeou ladrões sem vergonha para dirigi-las, provocando sua completa desmoralização, dando pretexto para que o atual Governo prosseguisse desnacionalizando, agora com facilidade em função da roubalheira descoberta.

Estamos mal. Está a desintegra-se a última estatal que sobrou, a Petrobrás, através da diminuição dos investimentos e da venda dos ativos que fazem parte desta enorme cadeia produtiva. Isto a tornará uma empresinha concentrada na exploração e produção, lucrativa aos seus investidores, com pouca influência no desenvolvimento nacional e no setor estratégico da política externa.

Prossegue o fatiamento da Petrobras, agora, em sua fração mais lucrativa: a petroquímica, o corte nos investimentos em biocombustíveis em proveito das multinacionais agrícolas, entre elas a Bunge decepa mais uma área onde o nosso País poderia ser o campeão. A compradoraestrangeira leva junto o enorme mercado brasileiro de petroquímicos sem construir nada de novo, comprando a preço vil a indústria aqui instalada e seu enorme e garantido mercado

Esta atuação, além da ideologia de um estado mínimo certamente envolve propinas e corrupção, coisa que já julgávamos terminada. A entrega às grandes corporações mundiais desconsidera o fato da indústria do petróleo e gás ser responsável por mais de 13% de nosso PIB e do Brasil ser o 4º maior mercado consumidor de combustíveis automotivos do mundo.

Todas as petroleiras reduziram seus investimentos face do colapso dos preços do petróleo, porem mantendo-se somente a produção e a exploração, desmontando-se as demais áreas do conceito do poço ao posto, se perde espaço e a parte mais lucrativa, além da capacidade de influir na política externa. Culpa da crise? A crise só se torna real, à medida que a Petrobrás se desfaz de rentáveis projetos produtivos. Lamentavelmente o governo se deixa acuar e a proíbe de captar recursos no mercado financeiro, evitando contratações e reduzido os investimentos em projetos em andamento, quando não tem que os abandonar, perdendo o dinheiro já investido..

Em suma, a passagem da miséria para a riqueza e a da humilhação para a dignidade, depende da decisão e da coragem.

Este Governo ainda tem um ano e meio para desmontar o que resta da Petrobras. Precisamos evitar que este desmonte tenha continuidade. As consequências para o país e para a nossa população serão sentidas por décadas, talvez séculos.

Como senão bastasse o desmonte da Petrobras. O setor elétrico brasileiro caiu no colo dos chineses. A bagunça causada pelo governo Dilma e a crise da Lava-Jato estão entregando, de mão beijada, o setor elétrico brasileiro para um grupo de estatais chinesas.

Estatais brasileiras não podem. Estatais chinesas sim. Como é possível isto?

Segurança pública- O Óbvio Ululante

A próxima intervenção das Forças Armadas na Segurança Pública do Rio de Janeiro, tal como as anteriores está condenada ao fracasso. Poderia ter sucesso se detivessem o poder de fazer o que fosse necessário, controlando o poder político e a Justiça. Só nestes casos o grande Caxias aceitava e vencia desafios muito maiores.

Afinal, o que fariam os militares se lhes dessem essa autoridade toda?

– Estudemos o assunto: a insegurança se baseia em três principais fatores - O estímulo ao crime com a certeza da não reação provocada pelo estatuto do desarmamento, o erro na repressão ao tráfico e consumo de drogas e a frouxidão da Justiça e das Leis.

Vejamos o primeiro dos fatores – o estímulo ao crime pela certeza da não reação. Sabemos que indivíduos de má índole sempre existirão. Sabemos que entre esses os mais ousados (uns 5%) continuarão assaltando independente do perigo, até serem neutralizados por prisão ou morte, mas os demais pensarão duas vezes se pode haver reação da vítima ou de transeuntes armados. A maioria, mais prudente abandonará definitivamente essa atividade. O Centro de Estudos de Pessoal do Exército há décadas previu que o crime comum aumentaria de 300% entre a lei do desarmamento e sua efetiva aplicação. Errou por pouco, o crime comum aumentou de 380%. A simples revogação do Estatuto do Desarmamento e estímulo a reação já diminuiriam significativamente esse tipo de crime, que é o que dá a maior sensação de insegurança à população.

Quanto ao segundo fator de insegurança, o erro na repressão ao tráfico, é simples o entendimento que toda corrente tem a força de seu elo mai fraco e este é o consumidor. Todo mundo também sabe – inclusive os Generais – que a atividade econômica do narcotráfico não é afetada pela mera repressão armada, mas sim pelo corte no consumo. Sabem que os plantadores, fora do território nacional, estão fora do alcance. Sabem também que os grandes traficantes estão protegidos no Congresso e outros órgãos, também fora do alcance e que os pequenos traficantes são descartáveis e imediatamente substituídos quando neutralizados. O elo frágil é o consumidor e é impossível controlar o tráfico enquanto houver demanda. O que fazer então? Prender os consumidores? – Não há cadeia suficiente, mas se pode aplicar castigos pesados – multas e trabalho forçado aos consumidores. Mas e a Constituição não proíbe? –Ora se quisermos vencer que se mude a Constituição. Se ela fosse imutável ainda teríamos a escravatura. Deixemos de hipocrisia.

Por fim vejamos a questão da frouxidão da Justiça e das Leis. Isto já é consenso da totalidade do nosso povo. Só o que impede de ser devidamente ajustado é o Congresso e a Instituição Judiciária – onde estão os piores bandidos – para proteger seus próprios membros.

Não é preciso dizer o que fariam os militares, com carta branca. É fácil deduzir: Seria o óbvio. Claro que venceriam e entregariam aos civis o País seguro em um ano.

Valeria a pena? Quanto tempo duraria a nova Segurança Pública? No meio do próximo caos ainda seriam os militares taxados de assassinos fascistas pela imprensa internacional e pela nacional de propriedade estrangeira? - Sim, é o óbvio ululante.

A Noruega e a Amazônia

A Noruega está se fazendo de besta. O tal subsídio para proteção da Amazônia que a Noruega manda ao Brasil por meio do Fundo Amazônia são para ONGs ambientalistas que nos tem retardado o progresso, impendido o asfaltamento de estradas e a utilização do potencial hidrelétrico. Quem perde com o corte do repasses noruegueses ao Fundo Amazônia são as ONGs não é o Brasil, nem a Amazônia. Bom se cortasse 100% ou que não aceitássemos nada.

Uma resposta altiva seria nada aceitar e exigir um pedido de desculpas sob pena de cortar a concessão de exploração de Bauxita que fizemos àquele paizinho insignificante.

Mas isto talvez se possa esperar de um próximo Governo eleito em 2018

Que Deus nos propicie a Coragem , a Força e a Autoestima para passarmos a ser um País soberano.

Gelio Fregapani

SEMINÁRIO: IDEIAS PARA O RIO E O BRASIL! DESTAQUES DO PRONUNCIAMENTO DO GENERAL SERGIO ETCHEGOYEN!

Relatório do presidente nacional da juventude do DEM - Bruno Kazuhiro. General Sérgio Etchegoyen, ministro de gabinete de segurança - 01/08/2017.
1. O mundo aplaude o que fizemos nas olimpíadas. Primeira vez sem incidentes desde Munique. Contudo, investidores de todo o mundo manifestam preocupação com a situação atual e admitem que isso freia investimentos.
2. Temos o plano de proteção de fronteiras (terrestre e marítima) e o plano nacional de segurança pública (redução de crimes contra a vida, racionalização e modernização do sistema penitenciário, combate integrado à criminalidade transnacional).
3. PCC e CV se espalharam pelo país. Disputam em alguns estados e se aliam em outros. Ocupar com as forças armadas a Maré e o Alemão NÃO PRODUZIU OS RESULTADOS ESPERADOS, POIS O GARROTE INIBE E QUANDO AFROUXA TUDO VOLTA. NÃO CHEGOU A CIDADANIA.
4. Vamos unir esforços com estado e municípios na segurança pública (GSI, Justiça e Defesa) sem invadir competências (foco federal em portos, aeroportos e rodovias federais, e nas fronteiras com outros estados) e temos que ter o esforço da cidadania através do Ministério do Desenvolvimento Social.
5. Vamos ajudar, mas o protagonismo na Segurança pública do Rio terá sempre que ser da Secretaria de Segurança. São eles que conhecem. Segurança Pública é área policial. Forças Armadas são emergenciais. São o último recurso. O trabalho de inteligência da Abin continuou sendo feito desde o fim dos jogos paralímpicos e irá no mínimo até o fim do mandato do governo.
6. Temos fronteiras com os maiores produtores mundiais de cocaína e maconha. Os EUA não controlam totalmente sua fronteira mexicana que é muito menor do que a que temos com Colômbia, Peru, Bolívia e Paraguai.
7. O crime organizado é o maior problema que a sociedade brasileira possui hoje. Não apenas no tráfico de drogas, mas na lavagem de dinheiro, no tráfico de armas e no tráfico de pessoas. E há também o contrabando de cigarros, que ajuda a financiar os demais.
8. Segurança pública vive momento extraordinário. Precisamos de soluções extraordinárias. Isso inclusive se refere ao marco legal, é preciso a sociedade debater a existência da progressão de pena, debater se é preciso realmente que os nomes dos policiais federais que atuam no combate ao narcotráfico estejam listados no portal de transparência.
9. O interesse nacional está sendo esquecido. Ele está perdido. Está se discutindo interesses corporativos, que são legítimos, mas o interesse nacional tem que estar acima. Qual o país que precisamos? O interesse corporativo mobiliza a opinião pública e o interesse nacional fica para trás. A sociedade tem que decidir o que é prioridade. Esse nível de insegurança não é mais suportável. Temos hoje um alto nível de lassidão moral, inversão de valores. Na praia do Rio pessoas sopravam apitos para avisar os usuários de maconha que a polícia estava chegando. Nossa sociedade está construindo esse cenário de hoje.
10. Portar um fuzil é a mesma pena que portar um revólver 38 enferrujado. Por que alguém precisaria portar um fuzil no Rio se não for um criminoso. O crime organizado cobra 60 mil vidas no Brasil por ano. Façamos um mea culpa. Nossa sociedade está incapaz de lutar. E temos que valorizar nossos policiais, afinal, algum de nós se propõe a ir lá enfrentar o traficante?
11. Não esperem manchetes pirotécnicas e notícias bombásticas. O trabalho terá a discrição necessária, integração e inteligência.  Como pode morrerem 92 policiais e ninguém saber onde estudarão os filhos, como está a viúva, ir ao velório, chega de ingratidão, o que não significa não punir o mau policial.


Ex-Blog do Cesar Maia


Presidente da Câmara avalia como ruim placar da votação na casa e ressalta importância do apoio do PSDB para aprovação de reformas:https://glo.bo/2v3dG2g #GloboNews

'Atos de assessores do presidente foram muito truculentos contra minha pessoa', diz Rodrigo Maia

G1.GLOBO.COM

Saiba o que fazer para juntar dinheiro e parar de trabalhar por obrigação

por Reinaldo Domingos

8ay8bvu4gltq9140wv9ijnd1r.jpgPara juntar dinheiro e trabalhar somente por prazer, é preciso ter muita disciplina e dedicação ao projeto

Juntar dinheiro para não depender mais do seu emprego em algum momento da vida é difícil, mas não impossível; veja o que pode ser feito para chegar lá   

Depoios da aprovação da reforma trabalhista , muitos trabalhadores passaram a olhar para o futuro, pensando na possibilidade de juntar dinheiro e parar de trabalhar por necessidade financeira. É claro que essa tarefa não é fácil, mas também não é impossível. Confira algumas dicas para conseguir.

1) Defina os números da sua independência    

Antes de tudo, você precisa definir com quantos anos deseja se aposentar e qual padrão de vida quer ter neste momento. Dessa forma, você conseguirá chegar a um número mensal que precisa juntar de dinheiro . Considere as despesas, as atividades e os sonhos que deseja conquistar no período.

Para atingir este objetivo, é necessário acumular um capital que renda o dobro do que deseja ter mensalmente. Por exemplo: caso deseje obter dessa aposentadoria privada R$ 2 mil por mês, seus investimentos precisarão render R$ 4 mil por mês. Assim, você saca metade e deixa a outra metade rendendo, para que a renda se recapitalize e se preserve.

2) Reduza gastos

Se você tiver dificuldades para poupar mensalmente, reduza seus gastos. Faça um diagnóstico financeiro por 30 dias, anotando todas as suas despesas, separando por categorias como alimentação, transporte, vestuário, educação, guloseimas, etc.

Dessa forma, você será capaz de reconhecer seu comportamento financeiro e saberá quais hábitos pode mudar para diminuir ou eliminar despesas e conseguir poupar para deixar de trabalhar por obrigação.  

3) Economize a cada mês  

São poucas as pessoas que possuem o hábito de poupar mensalmente, especialmente para sonhos de longo prazo, como o da independência financeira. Para não perder o ritmo, tenha seu objetivo sempre em mente: ele irá te mover e motivar.

No entanto, não foque somente no sonho de longo prazo. Procure também manter outros sonhos, de médio e curto prazo, para que sejam realizados de maneira mais rápida. Neste caso, faça poupanças diferentes.      

4) Rendas extras

Você pode direcionar todas as rendas extras para adiantar o sonho da independência financeira. Entre elas estão o resgate de contas inativas do FGTS, restituição do imposto de renda, 13º salário, Participação nos Lucros e Resultados (PLR), aumentos salariais, bônus, comissões, rendimento das aplicações financeiras, por exemplo.

5) Procure o fundo ideal

Os fundos nos quais você investe seus valores, tanto de rendas extras, quanto o poupado mensalmente para a independência financeira, devem ser adequados para sonhos de longo prazo, como Previdência Privada e Títulos do Tesouro Direto.
Pelo fato de serem reservas de dinheiro muito importante, fruto de anos de trabalho, caso queira diversificar em investir em ações, por exemplo, é aconselhável destinar apenas cerca de 10% para essa modalidade, considerando o alto risco da aplicação.

Fonte: Brasil Econômico - 02/08/2017 e SOS Consumidor

Aposentados e pensionistas do INSS reclamam de cobrança indevida na folha de pagamento

Categoria alega que não autorizou ou contratou serviço que cobra R$ 30 mensais pelo benefício

Por: Cristiano Duarte


Aposentados e pensionistas do INSS reclamam de cobrança indevida na folha de pagamento Diogo Sallaberry/Agencia RBS

Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

Um desconto mensal de R$ 30 referente ao pagamento para a Central Nacional de Aposentados e Pensionistas do Brasil (Centrape) tem levantado reclamações, em todo o país, de aposentados e pensionistas do INSS que alegam não ter assinado nenhum tipo de contrato ou autorizado a cobrança. O desconto, que não aparece na cópia do contracheque, só é identificado para quem procura o extrato de pagamento no site da Previdência Social.

A Centrape afirma que o convênio do benefício é estabelecido por meio da assinatura de contrato com aposentados e pensionistas vinculados ao INSS. A organização alega que a abordagem é feita por representantes comerciais de todo o Brasil que ofertam o serviço. Porém, a Centrape não esclarece quem são estes representantes ou onde fica sua sede.

Para quem adquire o plano da Centrape, a organização oferece uma série de recursos: reembolso de despesas médicas de até R$ 1 mil (para casos de fraturas e queimaduras), assistência nutricional (o beneficiário tem direito a seis consultas por telefone ao longo do ano) e desconto na Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU). Além disso, anuncia descontos de até 75% em duas farmácias e um convênio odontológico. Porém, apesar de a organização ser nacional, os beneficiários só obtêm estes dois planos em São Paulo e no Rio de Janeiro.

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A pensionista Márcia Hertzog, 55 anos, de Porto Alegre, viu o desconto da Centrape nas folhas de pagamento de fevereiro e março. Ao entrar em contato com a organização, foi informada de que havia assinado um contrato com o benefício.

— Nunca assinei nenhum tipo de contrato com a Centrape. Ao solicitar os documentos do meu cadastro, percebi que minha assinatura havia sido falsificada. Procurei o Procon de Porto Alegre e, com a ajuda deles, consegui abrir um protocolo para que me ressarçam os dois meses que me descontaram indevidamente  — contou Márcia.

No Reclame Aqui, site para cadastro de queixas comerciais, são centenas de aposentados e pensionistas que alegam desconhecer a Centrape e que afirmam não ter assinado nenhum tipo de contrato que autorizasse a cobrança. A Centrape alega que as reclamações podem ser referentes à falta de informações repassadas por representantes comerciais a beneficiários sobre o serviço na hora da contratação.

De acordo com o Procon, aposentados e pensionistas que se sentirem prejudicados com cobranças indevidas na folha de pagamento do INSS devem procurar a unidade do município para fazer a denúncia ou comparecer ao Procon do Estado, caso não houver o serviço na cidade.

Confira o esclarecimento do INSS:

A reclamação sobre o desconto indevido de empréstimo consignado no benefício de um aposentado deve ser registrada na Ouvidoria do INSS ou formalizada numa unidade do INSS, com a apresentação do Boletim de Ocorrência. O registro na Ouvidoria pode ser feito pelo telefone 135 ou pelo site http://www.previdencia.gov.br/ouvidoria/.

A apuração é feita pela Ouvidoria da Previdência Social, que entrará em contato com a instituição financeira para solução do problema e, se for o caso, devolução dos valores. Esclarecemos que o empréstimo consignado é feito por meio de convênio entre o INSS e as financeiras. Existem regras específicas para evitar irregularidades na concessão do empréstimo. É necessária a apresentação dos documentos pessoais do aposentado na financeira, como documento de identidade ou Carteira de Habilitação (CNH) e Cadastro de Pessoa Física (CPF).

Além disso, é obrigatório que o contrato seja assinado pelo aposentado. O empréstimo não pode ser concedido por telefone. Se as regras previstas no acordo não forem cumpridas, a instituição financeira está sujeita a suspensão e até a cancelamento do convênio.

O INSS também alerta que nenhum de seus funcionários está autorizado a oferecer empréstimo consignado; o aposentado não deve entregar o cartão ou a senha do banco a terceiros, nem mesmo para parentes e amigos; em caso de perda de documentos, a pessoa deve fazer um boletim de ocorrência; o interessado também não deve procurar intermediários para obter empréstimo consignado nem passar dados de seu benefício por telefone.


Zero Hora


Senado instala CPI do BNDES para investigar irregularidades

Denúncias dizem respeito ao programa de globalização das companhias nacionais

Tribunal cobra R$ 38,2 milhões de Ricardo Pessoa

Executivo confessou ocultar propina em doações eleitorais e partidárias ao PT, PMDB, PP e outros partidos

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Esporte | Brasil encara a Holanda às 8h30 no Grand Prix de vôlei feminino

Futebol | Três jogos encerram a 18ª rodada do Campeonato Brasileiro

Loterias | Quina, Timemania e Dupla-Sena têm sorteios hoje às 20h

Hospitais têm responsabilidade por golpes, diz direito do consumidor

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Golpistas achacam parentes de doentes pedindo dinheiro para exames.
Funcionários acabam fornecendo informações que ajudam golpistas.
As reportagens que o Jornal Nacional mostrou na semana passada sobre golpes aplicados por presidiários em pessoas que têm parentes internados em UTIs chamaram a atenção de órgãos de defesa do consumidor. Eles cobram uma responsabilidade dos hospitais pelo vazamento de informações sigilosas sobre os pacientes.

Cadernos apreendidos pela polícia mostram que os criminosos fizeram milhares de ligações para hospitais, clínicas e pacientes.

Uma mulher, que não quis se identificar, acreditou na história de um falso médico. O homem disse que o marido, internado em estado grave, devia pagar para fazer exames com urgência. Ela não suspeitou porque o bandido tinha muitas informações.

“Sabia o meu nome, sabia o nome dele. Sabia que ele estava no CTI e sabia qual o plano de saúde”, contou.

A polícia diz que a quadrilha enganou pacientes em hospitais públicos e privados em todo o Brasil. Escutas feitas com autorização da Justiça mostram que os criminosos perceberam o despreparo de funcionários que, sob pressão, acabavam revelando informações sigilosas como o nome e detalhes dos prontuários das vítimas.

O delegado responsável pela investigação disse que a quadrilha, presa na semana passada, conseguia informações em vários setores dos hospitais. Nesta conversa, um deles liga para a copa e convence a funcionária.

Golpista: Oi, minha querida, quem fala contigo é o Dr. Douglas, aqui da UTI. Trabalhando muito como sempre?
Funcionária: Como sempre, né?
Golpista: Bastante né, querida? A vida de todo o profissional aqui, não é mesmo? Pega para mim o mapa com a dieta dos pacientes aqui da UTI, por favor, querida. Primeiro leito, por favor, o nome e a dieta, por gentileza.
Funcionária: Primeiro leito é o Gabriel.                                                                                                                                              Golpista: Tem o número do atendimento dele aí queridinha, ou não?                                                                                              Funcionária: Tem sim.
Ela dá o número sem questionar. Soletra nomes e passa registro e protocolo de vários pacientes
Golpista: Próximo paciente?
Funcionária: É o Saulo.                                                                                                                                                                       Golpista: UTI, né?
Funcionária: Isso, na UTI.
Golpista: Registro e protocolo?
Funcionária: Protocolo 1873...

A quadrilha, que atuava dentro de um presídio em Rondonópolis, em Mato Grosso, chegava a lucrar mais de R$ 200 mil por mês. Mesmo tendo, segundo a polícia, menos de 10% de sucesso nas abordagens com vítimas e funcionários de hospitais.

Golpista: Eu vou lhe repassar o nome da minha paciente, veja para mim se você consegue achar a data de nascimento dela para mim, por favor.                                                                                                                                                                                                Funcionária: A gente não é autorizada a passar informações dos pacientes por telefone.
Golpista: Ah, sim. É verdade. Mas eu estava precisando somente da data de nascimento.
Funcionária: Mesmo assim, esse fato eu não vou poder te ajudar.
Golpista: Tudo bem... Tchau, tchau...      

A Federação dos Hospitais reconhece que um bom treinamento é o primeiro passo para evitar que funcionários sejam manipulados pelos bandidos.  

"Isso é uma coisa passível de solução, desde que haja um compromisso da gestão desses hospitais em treinar seu pessoal e aumentar sua segurança para o paciente evitar que ele caia nesse tipo de golpe”, disse o presidente da Federação Brasileira dos Hospitais, Luiz Aramecy.

Para prevenir os golpes, a Associação Nacional dos Hospitais Privados defende a colocação de avisos nos corredores e recomenda que os pacientes assinem um documento para provar que foram alertados sobre o problema, como fez a farmacêutica Daniele Bersot quando chegou na maternidade.

“Lá fomos informados que há esse golpe comum de que pessoas ligam para familiares pedindo algum tipo de dinheiro para ser depositado em conta bancária, mas que aquela maternidade não faz nenhum tipo de contato por telefone”, contou.

Mas o Instituto de Defesa do Consumidor afirma que a responsabilidade sobre o vazamento de dados dos pacientes é sempre dos hospitais.

“Esses golpes são aplicados com informações que são contidas em prontuários médicos. Esse tipo de informação é delicado, e ela está sob a guarda e acesso muito restrito do estabelecimento de saúde. Se essa informação vazou, algum dever de sigilo e de guarda foi negligenciado. Então, mesmo que seja possível avisar o paciente da ocorrência do golpe, ainda assim a responsabilidade dessas prestadoras, do hospital, do estabelecimento de saúde permanece”, explicou a advogada do Instituto Brasileiro de Defesa ao Consumidor.

A polícia diz que é importante que os hospitais adotem novos procedimentos de segurança.

“Na verdade, o que tem que se criar é um protocolo de segurança. Em que a pessoa que esteja fornecendo a informação tenha certeza absoluta de que aquele recebedor da informação é um profissional de saúde, é um profissional cadastrado e não um criminoso", disse o delegado Gabriel Ferrando.

Golpista: Próximo paciente?
Funcionária: Aí não tem mais não. São só esses.
Golpista: A gente não “temos” mais gente na UTI?

Veja o vídeo

Fonte: G1 - 01/08/2017 e SOS Consumidor


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Petrobras aumentará preço da gasolina e do diesel na sexta-feira

Como a revisão de preços nas refinarias para cima e para baixo são frequentes, é possível que a elevação não seja sentida pelos consumidores

Por: Estadão Conteúdo


Petrobras aumentará preço da gasolina e do diesel na sexta-feira Germano Rorato/Agencia RBS

Foto: Germano Rorato / Agencia RBS

A Petrobras vai aumentar o preço dos combustíveis nas refinarias a partir de sexta-feira (4). As elevações serão de 0,2% para a gasolina e de 1% para o diesel.

Como a revisão de preços nas refinarias para cima e para baixo são frequentes, é possível que a elevação não seja sentida pelos consumidores. Os postos, no entanto, são livres para reajustar o valor dos combustíveis de acordo com as condições do mercado.

A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Em vez de esperar um mês para ajustar os preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.


Zero Hora


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Taxa de retorno para imóveis comerciais é de 1,5% no segundo trimestre

A taxa de retorno total para os proprietários de imóveis comerciais no país ficou em 1,5% no segundo trimestre, segundo o Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial (IGMI-C). Os dados do indicador foram divulgados hoje (3), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

A taxa de retorno total é menor que a registrada no primeiro trimestre, que havia sido de 1,7%, e no segundo trimestre de 2016 (2,2%).

O retorno total é a taxa que o imóvel reverte para o proprietário do imóvel, considerando-se o retorno de capital, isto é, o valor de mercado do imóvel, e o retorno da renda, ou seja, a renda que se obtém trimestralmente com aquele imóvel (principalmente através de aluguéis).

A taxa de retorno de capital foi negativa no segundo trimestre deste ano: -0,2%. Já a taxa de retorno da renda ficou em 1,7% no período. Em 12 meses, a taxa de retorno total ficou em 7,2%, já que a taxa de renda fechou em 7,9% e a taxa de capital em -0,7%.


Agência Brasil


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