Homem armado morre após tiroteio em hospital de Nova Iorque

Ao menos duas pessoas teriam ficado feridas no Bronx

Homem armado morre após tiroteio em hospital de Nova Iorque | Foto: Eduardo Munoz ALlvarez / AFP / CP

Homem armado morre após tiroteio em hospital de Nova Iorque | Foto: Eduardo Munoz ALlvarez / AFP / CP

Um homem armado que abriu fogo nesta sexta-feira em um hospital do Bronx, na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, ferindo várias pessoas, foi encontrado morto, informou um porta-voz da polícia. "Muitas pessoas foram atingidas", disse o porta-voz, sem detalhar quantas estavam feridas ou a gravidade de seus ferimentos. "O atirador morreu no hospital", acrescentou, sem informar se foi morto pela polícia.

Segundo a imprensa local, pelo menos duas pessoas foram atingidas pelos disparos. O tiroteio começou pouco antes das 15h locais (16h de Brasília) no Bronx-Lebanon Hospital, um grande estabelecimento com mais de mil leitos deste distrito do norte da cidade de Nova Iorque.

O hospital, isolado pela polícia, fica em um dos setores mais movimentados do Bronx. De acordo com a emissora Fox News e alguns veículos de comunicação nova-iorquinos, o autor dos disparos era um ex-funcionário do hospital. Estas informações não foram imediatamente confirmadas pela Polícia, que bloqueou o acesso nas imediações do prédio, mas uma coletiva de imprensa deve ser realizada ainda hoje.


AFP e Correio do Povo


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Como autor do prefácio e presidente do Conselho do Instituto Liberal, onde várias das resenhas que compõem o livro foram publicadas, saí em defesa do autor Lucas Berlanza, que viu o seu


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Aquario expõe representações de animais produzidas em impressora 3D

O Aquário Marinho do Rio de Janeiro (Aquario) inaugurou hoje (1º) uma exposição temporária que conta com 20 representações de criaturas marinhas produzidas em impressoras 3D.

As obras são assinadas pelo artista plástico e designer paulista Hermes Santos e vão ficar até o dia 31 de agosto no Aquario. Os materiais utilizados pelo designer são resina à base de água e poliestireno.

Entre os animais retratados estão cavalos-marinhos, lagostas gigantes, águas-vivas e o peixe sailfish, também conhecido como peixe-vela. As obras podem chegar a 40 quilos.

Um dos destaques é uma tartaruga gigante de quase 1,5 metro de altura, produzida de aço inoxidável reciclado. Ela chegou ao Aquario em 16 de junho, quando foi comemorado o Dia Internacional da Tartaruga Marinha.


Agência Brasil

Bandeira tarifária nas contas de energia de julho será amarela

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A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de energia em julho será amarela, o que significa um acréscimo de R$ 2 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o fator que determinou o acionamento da bandeira amarela foi o aumento do custo de geração de energia elétrica.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia em função das condições de geração.

Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Nesse caso, a bandeira fica amarela ou vermelha, de acordo com o custo de operação das termelétricas acionadas.

Neste ano, as contas de luz já tiveram bandeira vermelha, nos meses de abril e maio, e em junho a bandeira ficou verde. A Aneel já disse que deverá revisar no ano que vem a metodologia que define o acionamento das bandeiras tarifárias, para evitar mudanças bruscas de um mês para o outro.

Segundo a Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente da energia elétrica.


Agência Brasil

Magia, encantamento e ilusionismo na Amazônia marcam primeira noite em Parintins

Boi Garantido

Boi Garantido abre a primeira noite do 52º Festival Folclórico de Parintins Bianca Paiva/Correspondente da Agência Brasil

Com o bumbódromo lotado, o boi Garantido abriu a primeira noite da 52ª edição do Festival Folclórico de Parintins. A apresentação começou pontualmente às 21h30 de sexta-feira (30) e apresentou o tema Magia e Fascínio no Coração da Amazônia.

De um grande coração que se abriu no meio da arena, o boi vermelho apareceu agitando a galera, como é chamada a torcida. Nesse primeiro dia, o Garantido quis mostrar a criação da Amazônia e o encanto que isso gera nas pessoas. Uma grande floresta encantada foi retratada em uma alegoria que chamou a atenção pela mobilidade e expressões faciais.

Vários momentos da festa emocionaram o público. Para a aposentada Néia Macedo, moradora de Brasília e apaixonada pelo boi vermelho, o que mais toca é a alegria da torcida. “Eu gosto muito do ritual indígena, mas de verdade, eu acho a galera tudo de lindo. Eles enfrentam fila desde cinco da manhã, tem força para gritar, para pular. Eu acho muito lindo”, disse a torcedora.

Já a manauara Maira Dias conta que o momento preferido do show foi a encenação da lenda que deu origem ao festival. “É o auto do boi porque conta a história do boi e sempre emociona a gente”, explicou.

O primeiro dia do Festival de Parintins contou com a presença do ministro do Turismo, Marx Beltrão, que conversou com a imprensa no intervalo entre as apresentações. Ele ressaltou a grandeza da festa e informou que a cidade amazonense será promovida no restante do país como destino cultural e turístico.

“Nós vamos levar a imagem de Parintins e divulgar todo esse festival pelo Brasil inteiro para que todas as regiões do país, cada estado, conheça cada vez mais esse festival e cada ano possa trazer mais turistas para cá. Assim como vamos levar também todas as imagens daqui, desse belíssimo festival que é impressionante para todos os países que nós fazemos promoção através da Embratur para que todos os anos turistas internacionais também venham conhecer a cidade de Parintins”, destacou o ministro.

Boi Caprichoso

Boi Caprichoso chamou a atenção do público com números de ilusionismo  Bianca Paiva/Correspondente da Agência Brasil

O boi Caprichoso entrou na Arena quase uma hora da madrugada com o tema a Poética do Imaginário Caboclo. Com uma alegoria gigantesca, o boi azul apresentou as influências da cultura caboclae o encontro de diversos povos. O “Cine Teatro Brasil de Parintins” foi representando na Arena pelo artista Glaucivan Silva e homenageou o cineasta Silvino Santos.

O Caprichoso também chamou a atenção do público com números de ilusionismo, resultado de uma parceria com um dos maiores ilusionistas do país Issao Imamura. “A gente quer mostrar que o folclore, quando contado em uma história, é uma história mágica. Então o ilusionismo tem tudo a ver para ilustrar essa magia que a gente tem em relação ao folclore brasileiro”, explicou Imamura.

A novidade agradou Mateus Sabá, que é torcedor do Caprichoso desde criança. Ele lembra, entretanto, que a tradição não deve ser esquecida. “Com toda essa tecnologia a arte precisa acompanhar tudo isso. Uma manifestação artística que é tão tradicional colocar essas inovações no espetáculo é muito legal porque acompanha as tendências. É importante ter cuidado de nunca perder a tradição para que a gente reconheça o espetáculo e a história”, ressaltou.

A primeira noite do festival folclórico de parintins 2017 encerrou depois das três horas da madrugada. A festa continua hoje (1º), a partir das 20h, e termina no domingo (2).


Agência Brasil

Governo diz que recurso para emitir passaportes virá de convênios internacionais

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Os R$ 102,4 milhões que o governo vai direcionar para a emissão de passaportes virão de recursos previstos para convênios com organismos internacionais. A informação é do Ministério do Planejamento.

Saiba Mais

Na terça-feira (27), a Polícia Federal suspendeu a emissão de novos passaportes para quem tentou fazer a solicitação depois das 22h. Em nota, a Polícia Federal informou que a suspensão ocorreu por “insuficiência de orçamento destinado às atividades de controle migratório e emissão de documentos de viagem”. De acordo com a PF, o setor atingiu o limite de gastos previstos na Lei Orçamentária da União.

Um dia após, na quarta-feira (28), o governo federal informou o envio ao Congresso Nacional de projeto de lei propondo abertura de crédito suplementar acima de R$ 102 milhões para o Ministério da Justiça regularizar os pagamentos para emissão de passaportes.

A previsão inicial é que o recurso fosse remanejado do Ministério da Educação. De acordo com o Ministério do Planejamento, a Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional pediu a substituição da fonte dos recursos, que agora virão da dotação de convênios com organismos internacionais.


Agência Brasil

PF prende um dos maiores traficantes de droga da América do Sul

O traficante Luiz Carlos da Rocha, preso neste sábado (1 ) pela Polícia Federal durante a Operação Spectrum - Foto/PF

O traficante Luiz Carlos da Rocha, preso neste sábado (1º) pela Polícia Federal durante a Operação Spectrum - Foto/PFAssessoria de Comunicação da PF

A Polícia Federal (PF) prendeu hoje (1º) Luiz Carlos da Rocha, conhecido como Cabeça Branca, um dos traficantes mais procurados pela PF e a Interpol (polícia internacional) na América do Sul, segundo a corporação. Ele comandava uma organização criminosa especializada em tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro e foi alvo da Operação Spectrum, deflagrada neste sábado. Rocha era considerado um dos “barões das drogas” no Brasil ainda em liberdade, com condenações proferidas pela Justiça Federal que somam mais de 50 anos de prisão.

Em nota, a Polícia Federal informou que Luiz Carlos da Rocha foi recentemente localizado pela área de combate ao tráfico de drogas da instituição, apesar de ter feitos várias cirurgias plásticas para mudar a face. Ele estava usando o nome de Vitor Luiz de Moraes. A estratégia de mudar o rosto, segundo a corporação, também foi usada por “outro mega traficante internacional” preso pela PF em 2007, o colombiano Juan Carlos Ramírez-Abadía, conhecido como Chupeta.

A organização criminosa liderada por Rocha tinha perfil de extrema periculosidade e violência, segundo a PF, e utilizava escoltas armadas, ações evasivas, carros blindados, ações de contra vigilância a fim de impedir a proximidade policial, porte de armas de grosso calibre, bem como o emprego de ações violentas e atos de intimidação para se manter em atividade por aproximadamente 30 anos no tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.

Caminho da droga

O grupo operava como uma estrutura empresarial, controlando e agindo desde a área de produção em regiões inóspitas e de selva em países como a Bolívia, o Peru e a Colômbia, até a logística de transporte, distribuição e manutenção de entrepostos no Paraguai e no Brasil. Ele se fixou ainda em áreas estratégicas próximas aos principais portos brasileiros e grandes centros de consumo, dedicando-se à exportação de cocaína paraa a Europa e os Estados Unidos.

As investigações identificaram Rocha como um dos principais fornecedores de cocaína para facções criminosas paulistas e cariocas. Estima-se que a quadrilha liderada por ele era responsável pela introdução de 5 toneladas de cocaína por mês em território nacional, com destino final ao exterior e ao Brasil.

Segundo PF, a cocaína era transportada em aviões de pequeno porte que partiam dos países produtores - Colômbia, Peru e Bolívia - utilizando-se do espaço aéreo venezuelano com destino a fazendas no Brasil, na fronteira entre os estados do Pará e de Mato Grosso. Depois de descarregada dos aviões do narcotráfico, a cocaína era colocada em caminhões e carretas com fundos falsos, especialmente preparados para o transporte da droga, cujo destino era o interior do estado de São Paulo, para distribuição a facções criminosas de São Paulo e do Rio, ou o porto de Santos (SP), de onde era exportada para a Europa ou os Estados Unidos.

“As ações de hoje desarticulam o núcleo e comando do grupo criminoso, encerrando a continuidade das ações delitivas e estancando o ingresso de vultosas cargas de cocaína destinada ao uso no Brasil e no exterior, combustível que impulsiona o crime e a violência em todo o mundo”, disse a PF.

Operação Spectrum

As estimativas iniciais mostram que o patrimônio sequestrado somente nesta primeira fase da Operação Spectrum foi de aproximadamente US$ 10 milhões, concentrado em fazendas, casas, aeronaves, diversos imóveis e veículos de luxo importados. A Polícia Federal também fará buscas e apreensões no Paraguai, em cooperação com a polícia local, onde Luiz Carlos da Rocha é proprietário de diversas fazendas e mantinha parte de suas operações criminosas.

As investigações indicam que o patrimônio adquirido por Rocha, com o tráfico internacional de drogas, pode atingir a soma de US$ 100 milhões, em veículos e imóveis no Brasil e em outros países, registrados em nome de “laranjas”, bem como em contas bancárias em paraísos fiscais, elementos que serão objeto da segunda fase da operação.

Hoje, cerca de 150 policiais federais cumprem 24 mandados judiciais, sendo dois de prisão preventiva, nove de busca e apreensão em imóveis, dez de busca e apreensão de veículos e três de conduções coercitivas, em Londrina (PR), Araraquara (SP), Cotia (SP), Embu das Artes (SP), São Paulo (SP) e Sorriso (MT). As ordens judiciais foram expedidas pela 23ª Vara Federal de Curitiba.

Os presos responderão pelos crimes de tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro, associação para o tráfico, falsificação de documentos públicos e privados e organização criminosa, com penas somadas que passam de 20 anos de prisão.

Segundo a PF, o nome da operação, derivado do latim, significa espectro ou fantasma. É uma referência ao líder da organização criminosa, Luiz Carlos da Rocha, que vivia discretamente e nas sombras, “reconhecido no meio policial pela experiência internacional, transcontinental e com larga rede ilegal de relacionamentos, desviando-se das investidas policiais há quase 30 anos.”

“Trata-se de mais uma ação da Polícia Federal focada na desarticulação estrutural e financeira de organização criminosa de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, responsável por abastecer facções criminosas brasileiras e internacionais”, informou a corporação. Somente no ano passado, a PF desencadeou 121 operações contra o tráfico de drogas, com o sequestro de R$ 250 milhões em patrimônio ilegal e mais de 41 toneladas de cocaína.


Agência Brasil


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Fachin mandar soltar ex-deputado Rocha Loures


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, relator das ações da Lava Jato no Corte, mandou soltar o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), preso há mais de um mês na carceragem da Polícia Federal em Brasília. Em troca, Loures deverá cumprir algumas medidas cautelares, como recolhimento domiciliar.

Com isso, Loures deverá permanecer em casa das 20h às 6h de segunda a sexta-feira, e durante todo o dia aos sábados, domingos e feriados. Ele também deverá ser monitorado por tornozeleira eletrônica.

Saiba Mais

Na decisão, Fachin entendeu que Loures pode responder às acusações em liberdade porque a denúncia contra ele já foi feita ao Supremo pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O ex-parlamentar foi denunciado no mesmo processo com o presidente Michel Temer.

Além disso, Fachin entendeu que ele deve receber os mesmos benefícios de outros investigados a partir das delações da JBS, como a irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG), Andrea Neves, o primo deles, Frederico Pacheco, e o ex-assessor do senador Zezé Perrela (PMDB-MG), Mendherson Lima. Todos ganharam direito de cumprir prisão domiciliar.

O ex-deputado foi flagrado pela PF recebendo uma mala com R$ 500 mil na Operação Patmos, investigação baseada nas informações da delação premiada dos executivos da JBS. Quando Rocha Loures foi preso, Fachin havia atendido a um pedido feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Segundo o procurador, a prisão de Loures era “imprescindível para a garantia da ordem pública e da instrução criminal”.


Agência Brasil

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Fachin manda para PGR pedido da defesa de Temer sobre perícia em gravação

Advogados querem ter acesso aos gravadores usados por Joesley

Fachin manda para PGR pedido de advogados de Temer sobre perícia em gravação | Foto: Carlos Humberto / STF / CP Memória

Fachin manda para PGR pedido de advogados de Temer sobre perícia em gravação | Foto: Carlos Humberto / STF / CP Memória

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin enviou nesta sexta-feira à Procuradoria-Geral da República (PGR) pedido feito pela defesa do presidente Michel Temer para que peritos da Polícia Federal (PF) respondam a questionamentos feitos sobre o áudio no qual Temer foi gravado em uma conversa com o empresário Joesley Batista, dono da JBS, em março, no Palácio do Jaburu.

Caberá à PGR enviar parecer sobre o pedido para que o ministro decida sobre a questão. Na petição enviada ao Supremo, os advogados pedem que os peritos respondam, em até 10 dias, 12 perguntas que não foram respondidas. A defesa também quer ter acesso aos gravadores usados por Joesley para gravar a conversa.

"Não obstante o envio da petição e dos quesitos à Polícia Federal na mesma conforme laudo apresentado a este STF, apenas os primeiros 15 questionamentos foram respondidos, chamando atenção, com a devida vênia, que justamente naquelas questões apresentadas pelo perito contratado pela defesa, Ricardo Molina, tenha silenciado o Instituto Nacional de Criminalística", diz a defesa.

Na semana passada, o Supremo recebeu da PF o relatório final das investigações e a perícia realizada no áudio da conversa gravada pelo empresário Joesley Batista com o presidente Michel Temer. A gravação foi entregue à PGR pelo empresário da JBS antes da assinatura do acordo de delação e faz parte das provas colhidas na investigação sobre o presidente.


Agência Brasil e Correio do Povo

Retorno de Aécio a Senado fortalece bancada do PSDB, diz Tasso

Senador afirmou que colega foi eleito com 7,5 milhões de votos que precisam ser respeitados

Retorno de Aécio a Senado fortalece bancada do PSDB e defesa das reformas | Foto: Moreira Mariz / Agência Senado / CP Memória

Retorno de Aécio a Senado fortalece bancada do PSDB e defesa das reformas | Foto: Moreira Mariz / Agência Senado / CP Memória

O presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), afirmou, por meio de nota, que decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), de restituir o mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi acertada do ponto de vista constitucional. O tucano acredita que o retorno do senador irá fortalecer a bancada e as reformas estruturantes.

"Seu retorno ao Senado Federal fortalece nossa bancada e a defesa da agenda de reforma necessária ao País", diz trecho da nota. O texto também afirma que a decisão foi justa e equilibrada, além de respeitosa à Constituição e coerente com a separação e a independência entre os Poderes.

Na nota, Tasso também defende que Aécio tem 32 anos de mandatos políticos consecutivos e que foi eleito para o Senado Federal com 7,5 milhões de votos que precisam ser "respeitados".

Celebração

O líder do PSDB no Senado, Paulo Bauer (SC), celebrou a decisão de Marco Aurélio Mello. Segundo o tucano, a decisão está de acordo com a Constituição e permite que o Senado funcione em sua plenitude. "A decisão do ministro do STF está completamente de acordo com a Constituição. Estou certo de que o Senado com seus 81 senadores agora poderá discutir e debater todos os problemas do País em sua plenitude e o PSDB continuará cumprindo com o seu papel", afirmou o senador.

Bauer argumentou que a Constituição somente prevê o impedimento de parlamentar em caso de crime em flagrante ou obstrução de Justiça. "Nenhum dos dois casos se refere ou alcança o senador Aécio Neves", defendeu. O senador afirmou ainda que, ao exercer seu pleno mandato, Aécio poderá apresentar ao Judiciário a sua defesa.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Marco Aurélio elogia Aécio Neves: "carreira política elogiável"

Ministro devolveu mandato ao senador tucano nesta sexta-feira

Ministro devolveu mandado ao senador tucano nesta sexta-feira | Foto: Carlos Moura / SCO / STF / CP

Ministro devolveu mandado ao senador tucano nesta sexta-feira | Foto: Carlos Moura / SCO / STF / CP

Ao reconduzir Aécio Neves (PSDB-MG) ao Senado, o ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou expressamente o que pensa do tucano, de quem se revelou profundo conhecedor da biografia.

"É brasileiro nato, chefe de família, com carreira política elogiável - deputado federal por quatro vezes, ex-presidente da Câmara dos Deputados, governador de Minas Gerais em dois mandatos consecutivos, o segundo colocado nas eleições à Presidência da República de 2014 - ditas fraudadas -, com 34.897.211 votos em primeiro turno e 51.041.155 no segundo, e hoje continua sendo, em que pese a liminar implementada, senador da República, encontrando-se licenciado da Presidência de um dos maiores partidos, o Partido da Social Democracia Brasileira", afirmou Marco Aurélio.

• Em nota, Aécio diz que seguirá exercendo o mandato a que foi conferido

Nesta sexta-feira, Marco Aurélio derrubou decisão anterior de seu colega, o ministro Edson Fachin, que em 17 de maio decretou o afastamento de Aécio das funções parlamentares e a retenção de seu passaporte. Na ocasião, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, havia requerido a prisão preventiva do senador.

O caso foi parar nas mãos de Marco Aurélio, porque o próprio Fachin pediu a redistribuição de parte da Operação Patmos - investigação que envolve Aécio em suposta propina de R$ 2 milhões da JBS.

Além de devolver o mandato a Aécio, o ministro Marco Aurélio lhe restituiu o passaporte. O magistrado alega não haver risco de fuga do tucano. "No tocante ao recolhimento do passaporte, surgem ausentes elementos concretos acerca do risco de abandono do País, no que saltam aos olhos fortes elos com o Brasil", anotou.

Marco Aurélio também livrou o senador da obrigação de não manter contato com nenhum outro investigado do caso JBS - entre os quais a irmã do senador, Andrea Neves, e um primo dele, Frederico Pacheco, o Fred, que cumprem prisão domiciliar.

"A impossibilidade de manter contato com outros investigados ou réus implica a cessação de relações inclusive no âmbito familiar, em presunção abstrata de continuidade de atividades passíveis de enquadramento como relativas a grupo criminoso. De qualquer forma, essa articulação ficou suplantada pelos limites objetivos da denúncia apresentada, no que não envolve a integração em organização", assinalou.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo