Paciência acabou com Coreia do Norte, diz Trump

Presidente dos EUA recebeu na Casa Branca colega sul-coreano Moon Jae-in

Paciência acabou com Coreia do Norte, diz Trump  | Foto: Brendan Smialowski / AFP / CP

Paciência acabou com Coreia do Norte, diz Trump | Foto: Brendan Smialowski / AFP / CP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu nesta sexta-feira o colega sul-coreano, Moon Jae-in, na Casa Branca. Trump aproveitou a ocasião para condenar o regime da Coreia do Norte. De acordo com ele, a paciência com os norte-coreanos acabou e o governo norte-americano continua trabalhando com aliados em soluções diplomáticas.



AFP e Correio do Povo


A importância do Marketing Pessoal


Diferente do marketing tradicional, o marketing pessoal tem como objetivo destacar a sua imagem. É com ele que são utilizadas estratégias para valorizar suas características perante o mercado de trabalho. Hoje em dia, num mercado de trabalho tão competitivo, é fundamental cuidar de aspectos para o sucesso profissional, como a comunicação, aparência e postura. O modo como você se comunica numa reunião ou viagem de negócios pode influenciar em muitas decisões que você nem imagina […]

Joesley diz ao MPF ter avisado Lula e Dilma sobre R$ 300 milhões para o PT

Empresário acordou delação premiada nas investigações da Lava Jato

 | Foto: Danilo Verpa / Folhapress / CP Memória

| Foto: Danilo Verpa / Folhapress / CP Memória

O empresário Joesley Batista, da JBS, narrou à Procuradoria da República no Distrito Federal, em delação premiada, como avisou os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff a respeito de supostas "contas correntes de propina" que o grupo mantinha fora do país em benefício do PT, no valor de R$ 300 milhões. Os áudios dos depoimentos foram revelados pelo site da revista Veja.

O termo de colaboração do empresário descreve o fluxo de duas "contas-correntes" de propina no exterior, cujos beneficiários seriam os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. O empresário informou à Procuradoria-Geral da República que o saldo das duas contas bateu em US$ 150 milhões em 2014. Ele disse que o ex-ministro Guido Mantega (Fazenda/Governos Lula e Dilma) operava as contas. Joesley relatou que em outubro de 2014 no Instituto Lula, encontrou-se com Lula e relatou ao petista que as doações oficiais da JBS já tinham ultrapassado R$ 300 milhões. Em áudio revelado pela revista Veja, ele confirmou aos procuradores o que já havia dito em delação.

Em meio às eleições de 2014, Joesley diz ter avisado a então presidente e candidata a reeleição Dilma Rousseff (PT) sobre as contas e ainda relatou ter ouvido uma suposta cobrança de mais R$ 30 milhões. “Presidente, eu vou falar um negócio aqui para a senhora. A senhora não precisa me confirmar nada. Mas só para te falar o que o Guido (Mantega, então ministro da Fazenda) me fala para a gente estar na mesma página. Tinha uma conta tal, que tinha 70 milhões (de dólares), outra 80 (milhões de dólares). Diz ele uma ser sua e uma ser do Lula. Veio as eleições, a gente já fez 300 e tantos milhões. Em tese, está acabando o dinheiro”, relatou.

Já o aviso a Lula sobre a suposta conta corrente de R$ 300 milhões teria ocorrido no Instituto Lula, mas, ao contrário de Dilma, o ex-presidente não teria demonstrado reação, segundo relatou Joesley. “O Lula não estava me pedindo dinheiro nem nada. mas eu fui lá porque eu estava preocupado com essa história da conta dele, de estar gastando dinheiro dele, supostamente, se fosse ele mesmo. aí eu fui lá e só contei a história para ele. eu disse: ‘presidente, eu vim aqui, tal, porque estou muito preocupado, a gente vai ser o maior doador de campanha disparado. Eu tenho atendido aí o partido, o Guido, todo mundo, tal, tem pedido, mas, enfim, já está em 300 e tantos milhões. O senhor está consciente aí da exposição que vai dar isso, do risco de exposição e tal?”.

A reportagem do Estadão confirmou com procuradores próximos ao caso que a conta estava em nome de empresas offshores em banco na Suíça. A utilização de offshores caracteriza, para os investigadores, tentativa de camuflagem dos reais beneficiários da conta. As duas contas foram "zeradas" em 2014. Segundo Joesley Batista, o dinheiro foi utilizado para financiar campanhas políticas de partidos e candidatos elencados pelo ex-ministro Guido Mantega. Segundo o empresário, ele foi "explícito" em uma reunião com Dilma sobre a existência desse dinheiro. De acordo com sua delação premiada, os gastos eram tratados em reuniões entre Guido Mantega e Batista.

Resposta de Lula

Verifica-se nos próprios trechos vazados à imprensa que as afirmações de Joesley Batista em relação a Lula não decorrem de qualquer contato com o ex-Presidente, mas sim de supostos diálogos com terceiros, que sequer foram comprovados. A verdade é que a vida de Lula e de seus familiares foi – ilegalmente – devassada pela Operação Lava Jato. Todos os sigilos – bancário, fiscal e contábil – foram levantados e nenhum valor ilícito foi encontrado, evidenciando que Lula é inocente. Sua inocência também foi confirmada pelo depoimento de mais de uma centena de testemunhas já ouvidas – com o compromisso de dizer a verdade – que jamais confirmaram qualquer acusação contra o ex-Presidente.

A referência ao nome de Lula nesse cenário confirma denúncia já feita pela imprensa de que delações premiadas somente são aceitas pelo Ministério Público se fizerem referência – ainda que frivolamente – ao nome do ex-Presidente.

Resposta de Dilma

A propósito das notícias a respeito das delações efetuadas pelo empresário Joesley Batista, a Assessoria de Imprensa da presidenta eleita Dilma Rousseff esclarece que são improcedentes e inverídicas as afirmações do empresário:

1. Dilma Rousseff jamais tratou ou solicitou de qualquer empresário, nem de terceiros doações, pagamentos ou financiamentos ilegais para as campanhas eleitorais, tanto em 2010 quanto em 2014, fosse para si ou quaisquer outros candidatos.

2. Dilma Rousseff jamais teve contas no exterior. Nunca autorizou, em seu nome ou de terceiros, a abertura de empresas em paraísos fiscais. Reitera que jamais autorizou quaisquer outras pessoas a fazê-lo.

3. Mais uma vez, Dilma Rousseff rejeita delações sem provas ou indícios. A verdade vira à tona.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Aneel anuncia que contas de luz terão bandeira amarela em julho

Com isso, tarifa de energia volta a ter cobrança adicional de R$ 2 a cada 100 kWh consumidos

Aneel anuncia que contas de luz terão bandeira amarela em julho | Foto: USP Imagens / Divulgação / CP

Aneel anuncia que contas de luz terão bandeira amarela em julho | Foto: USP Imagens / Divulgação / CP

As contas de luz terão bandeira amarela no mês de julho. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com a bandeira amarela, a tarifa de energia volta a ter cobrança adicional no

mês que vem, de R$ 2,00 a cada 100 kWh consumidos.

O sistema de bandeiras é atualizado mensalmente pelo órgão regulador, que avalia a situação dos reservatórios em todo o País para tomar uma decisão, além do volume de chuvas.

De acordo com a Aneel, houve aumento dos gastos de geração de energia previstos para julho. O custo da usina termelétrica mais cara a ser acionada no mês que vem será de R$ 237,71 por megawatt-hora (MWh).

A bandeira amarela é acionada quando a energia fica acima de R$ 211,28 por MWh e abaixo do teto do preço da energia no mercado à vista (PLD), de R$ 422,56 por MWh.

No mês de junho, vigorou a bandeira verde, que não traz custo adicional para o consumidor. Nos meses maio e abril, vigorou a bandeira vermelha em seu primeiro patamar, o que adicionava uma taxa de R$ 3,00 a cada 100 quilowatt-hora consumidos.

Em março deste ano, foi acionada a bandeira amarela. Em janeiro e fevereiro deste ano, vigorou a bandeira verde.

O sistema de bandeiras conta ainda com o segundo patamar de bandeira vermelha, que adiciona R$ 3,50 a cada 100 kWh consumidos. Ela é acionada quando o custo das termelétricas acionadas supera o valor de R$ 610,00 por MWh.



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Ministro Edson Fachin manda soltar Rocha Loures

Ex-deputado foi flagrado levando mala com R$ 500 mil de propina da JBS

Fachin revogou ordem de prisão de Rocha Loures | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

Fachin revogou ordem de prisão de Rocha Loures | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

O ministro Edson Fachin revogou nesta sexta-feira a ordem de prisão do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), o homem da mala preta. Ex-assessor especial do presidente Michel Temer, Rocha Loures estava preso desde 3 de junho por suspeita de recebimento de propinas da JBS.

Na noite de 28 de abril, Loures foi filmado por agentes da Polícia Federal, em ação controlada autorizada por Fachin, correndo numa rua de São Paulo carregando uma mala preta estufada de propinas da JBS – 10 mil notas de R$ 50, somando R$ 500 mil.

O homem da mala preta entregou o dinheiro da propina à Polícia Federal. Ele e o presidente Temer foram denunciados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Fachin substituiu a prisão preventiva de Loures por medidas cautelares alternativas: recolhimento domiciliar no período noturno (das 20h às 6h) e nos dias de sábados, domingos e feriados, a ser fiscalizado por monitoração eletrônica; proibição de manter contato com qualquer investigado, réu ou testemunha relacionados ao caso JBS; proibição de ausentar-se do País, devendo entregar seu passaporte em até 48 horas; comparecimento em juízo para informar e justificar atividades sempre que requisitado, devendo manter atualizado o endereço em que poderá ser encontrado.

O ex-deputado e ex-assessor do presidente Michel Temer foi preso no dia 3 de junho, após ter sido flagrado em um vídeo recebendo R$ 500 mil de propina da JBS dentro de uma mala. As imagens foram anexadas como provas da delação da JBS.

Segundo um dos donos da JBS, o empresário Joesley Batista, Loures foi indicado por Temer como interlocutor para resolver assuntos da empresa junto ao governo. O presidente foi denunciado por corrupção passiva e é investigado por obstrução de Justiça e organização criminosa.

Atualmente, Loures está preso na Superintendência da Polícia Federal de Brasília. A defesa, entretanto, alegava que o local apresentava condições insalubres e que a prisão preventiva era uma forma de a Procuradoria-Geral da República tentar forçar um eventual acordo de colaboração premiada.

"Não sucumbindo por completo os fatos que deram ensejo à decretação da medida extrema, torna-se imperiosa a sua substituição por medidas cautelares alternativas, nos termos do art. 282, § 6º, do Código de Processo Penal, as quais, neste momento, mostram-se suficientes à garantia da ordem pública", argumentou Fachin em sua decisão.

No despacho, Fachin destacou decisão da Primeira Turma do STF, que decidiu no dia 20 de junho remover a prisão preventiva e aplicar a prisão domiciliar em relação a três investigados no inquérito que envolve o senador Aécio Neves (PSDB-MG) que foram presos na Operação Patmos: Andrea Neves, irmã do tucano, Frederico Pacheco de Medeiros, primo dele, e Mendherson Souza Lima, ex-assessor parlamentar de Zezé Perrella (PMDB-MG).

"Nada obstante a solução dada pela respeitável decisão colegiada, entendo que o atual momento processual vivenciado pelo aqui segregado autoriza a adoção de providência semelhante, em homenagem ao tratamento isonômico que deve inspirar a jurisdição", ressaltou Fachin.


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Fachin revogou ordem de prisão de Rocha Loures - Crédito: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

Fachin manda soltar o investigado Rocha Loures

Ex-deputado foi flagrado levando R$ 500 mil de propina da JBS

Ministro devolveu mandado ao senador tucano nesta sexta-feira - Crédito: Carlos Moura / SCO / STF / CP

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               - Crédito: Danilo Verpa / Folhapress / CP Memória

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                Aposta de Caxias do Sul fatura prêmio da quina  - Crédito: Tiago Medina / Especial / CP

                LOTERIAS

                Aposta de Caxias do Sul fatura R$ 2,9 milhões na Quina

                  Aneel anuncia que contas de luz terão bandeira amarela em julho - Crédito: USP Imagens / Divulgação / CP

                  ECONOMIA

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                    Integrantes da Força Tarefa desejaram sucesso a nova procuradora-geral Raquel Dogde - Crédito: Antonio Cruz / Agência Brasil / CP memória

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                        Em tom irônico, nota oficial pede que mandatário americano pare de assistir programa da MSNBC - Crédito: Mandel Ngan / AFP / CP

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                        Jornalistas insultados por Trump questionam sanidade do presidente

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                          Homem armado morre após tiroteio em hospital de Nova Iorque

                          Em seu 13º álbum, rapper norte-americano se expões como raras vezes - Crédito: Adam Davy / AFP / CP

                          GENTE

                          De volta à música após hiato de quatro anos, Jay-Z pede perdão a Beyoncé

                            Ainda não é possível saber em como tal decisão acarretará nos direitos de uso das canções - Crédito: Kevin Winter / Getty Images / AFP / CP

                            MÚSICA

                            Paul e Sony chegam a acordo pelos direitos de músicas dos Beatles

                              Programa também trará obras de Claudio Santoro e Joly Braga Santos - Crédito: Nathan Carvalho / Divulgação / CP

                              Orquestra de Câmara da Ulbra apresenta obras de Bach na Capital

                                Logan Browning vive Sam White na série - Crédito: Netflix / Divulgação / CP

                                SÉRIE

                                Netflix renova "Cara Gente Branca" para a segunda temporada

                                  Seriado terá 13 episódios, que serão transmitidos a partir de setembro - Crédito: CBS Entertainment / Divulgação / CP

                                  TV

                                  "Star Trek: Discovery" buscou inspiração em "Game Of Thrones"

                                    CPOP

                                    Fox agenda seis datas de lançamento para filmes da Marvel

                                      Espetáculo foi concebido por Daniel Furtado - Crédito: Cátia Vieira / Divulgação / CP

                                      TEATRO

                                      Inspirada em texto de Caio Fernando, "Sem Ana" tem sessões na Capital

                                        Donal Logue e ex-esposa estão utilizando redes sociais para tentar localizar a jovem - Crédito: Jeff Neumann / FOX / Divulgação / CPGENTE

                                        Ator de "Gotham" pede ajuda no Twitter para encontrar filha desaparecida

                                        Ronaldinho brilha em jogo de lendas do Barcelona e do Manchester - Crédito: Pau Barrena / AFP / CP VÍDEO

                                        Ronaldinho brilha em jogo de lendas do Barcelona e do Manchester

                                        Paciência acabou com Coreia do Norte, diz Trump  - Crédito: Brendan Smialowski / AFP / CP VÍDEO

                                        Paciência acabou com Coreia do Norte, diz Trump

                                        Você pode ganhar dinheiro trabalhando no Google Online?

                                        Por Tammy Johnston O
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                                        Sobre o autor:


                                        Fonte: http://www.activesearchresults.com/articles/863119.php

                                        Fachin manda soltar Rocha Loures, ex-assessor de Temer flagrado com mala de dinheiro

                                        Ex-deputado estava preso desde junho, após aparecer em gravação da delação da JBS recebendo R$ 500 mil escondidos em mala

                                        Por: Matheus Schuch/RBS Brasília e Guilherme Mazui / RBS Brasília


                                        Fachin manda soltar Rocha Loures, ex-assessor de Temer flagrado com mala de dinheiro Bruno Santos/Folhapress

                                        Foto: Bruno Santos / Folhapress

                                        Relator da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin mandou soltar nesta sexta-feira (30) Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), conhecido como o "homem da mala". Ex-deputado e ex-assessor do presidente Michel Temer, o peemedebista foi filmado ao receber R$ 500 mil entregues por um executivo da JBS.

                                        Considerado peça chave para esclarecer a eventual participação de Temer nos crimes narrados na delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista, Loures foi preso no começo de junho, por decisão do próprio Fachin, depois que ele perdeu o cargo de deputado federal e o foro privilegiado. Agora, o ministro substituiu a prisão preventiva por medidas cautelares.

                                        O magistrado determinou a Loures o uso de tornozeleira eletrônica, a entrega do passaporte e a obrigação de permanecer em casa à noite (entre 20h e 6h) e nos finais de semana e feriados, além da proibição de manter contato com qualquer investigado, réu ou testemunha relacionado à investigação contra ele.

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                                        PF: Loures pegou carona com Kassab, em jato da FAB, para buscar R$ 500 mil

                                        O ex-parlamentar foi denunciado por corrupção passiva junto com Temer. Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Loures serviu de intermediário do presidente no pagamento dos R$ 500 mil feito pelo executivo Ricardo Saud, em São Paulo. Ele e Temer, conforme a denúncia, receberiam R$ 38 milhões para atender a interesses da JBS.

                                        Fachin citou a denúncia contra o presidente e o ex-assessor, e a necessidade de aguardar a apreciação da Câmara sobre a acusação, como motivos da decisão. "O tempo para o cumprimento da regra constitucional que impõe exame dessa autorização prévia não pode se converter em redobrado gravame ao ora denunciado", escreveu o ministro.

                                        O magistrado também apontou a necessidade de "tratamento isonômico" na comparação com outros casos implicados na delação da JBS. Ele lembrou a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, concedida pela Primeira Turma do STF a Andrea Neves e Frederico Medeiros, irmã e primo do senador Aécio Neves (PSDB-MG), e a Mendherson Lima, ex-assessor do senador Zeze Perrella (PMDB-MG).

                                        Loures chegou a ficar preso na penitenciária Papuda, mas a defesa alegou ameaças indiretas e indiretas ao político. Assim, ele retornou à carceragem da Polícia Federal em Brasília. Advogado do ex-deputado, Cezar Bitencourt afirmou que o cliente estava preso para ser forçado a delatar.

                                        Antes da decisão, Janot reforçou em documento necessidade de prisão

                                        Em 26 de junho, um dia antes de apresentar a denúncia contra Michel Temer, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou despacho ao STF com o objetivo de reforçar a necessidade de manutenção da prisão de Rocha Loures. No documento, Janot afirmou que o ex-deputado "representa os interesses de Michel em todas as ocasiões em que esteve com representantes do Grupo J&F".

                                        "Através dele (Rocha Loures), Temer operacionaliza o recebimento de vantagens indevidas em troca de favores com a coisa pública. Note-se que, em vários momentos dos diálogos travados com Rodrigo Loures, este deixa claro sua relação com Michel Temer, a quem submete as demandas que lhes são feitas por Joesley Batista e Ricardo Saud, não havendo ressaibo de dúvida da autoria de Temer no crime de corrupção", afirmou Janot.

                                        Outra conclusão de Janot é que é clara "a atuação conjunta dos investigados Rodrigo Rocha Loures e Michel Temer". "Conforme se depreende do contexto fático-probatório, os diversos episódios narrados alhures apontam para o desdobramento criminoso que se iniciou no encontro entre Michel Temer e Joesley Batista no Palácio do Jaburu no dia 7 de março de 2017 e culminou na entrega de R$ 500 mil efetuada por Ricardo Saud a Rodrigo Loures em 28 de abril de 2017", afirmou Janot.
                                        O procurador ressalta que o encontro no Jaburu foi agendado por Loures e que o fato de ser no fim da noite era para "não deixar vestígios dos atos criminosos lá praticados". "As circunstâncias deste encontro, em horário noturno e sem qualquer registro na agenda oficial do presidente da República, revelam o propósito de não deixar vestígios dos atos criminosos lá praticados."
                                        Janot destrincha vários pontos de ligação entre Temer e Loures de acordo com documentos e conversas obtidas nas investigações. Lembra que Loures foi chefe de gabinete de Temer na vice-presidência da República em 2011; que Temer gravou, em 2014, um vídeo para campanha de Loures à Câmara dos Deputados; que, em janeiro de 2015, Loures tornou-se chefe da assessoria parlamentar de Temer na vice-presidência, e foi nomeado como chefe de gabinete da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República em abril do mesmo ano. "Todos esses fatos ilustram proximidade e relação de confiança entre os dois denunciados", disse Janot.
                                        O procurador também destacou que Ricardo Conrado Mesquita, da Rodrimar, afirmou em depoimento à Polícia Federal que "foi orientado a procurar Rodrigo da Rocha Loures, uma vez que ele realizava a interlocução entre a vice-presidência da República e representantes do setor privado". Segundo Janot, essa seria "mais uma evidência de que Rocha Loures atuava como interlocutor de Michel Temer".
                                        Janot também afirma que não faz sentido a alegação de que as menções a Michel Temer nas conversas entre Joesley e Loures eram "venda de fumaça" — que é quando alguém propagandeia influência inexistente em relação a agente público.

                                        *Zero Hora

                                        Ministro Marco Aurélio Mello autoriza senador Aécio Neves a retomar mandato

                                        Aécio estava afastado da função parlamentar desde maio por determinação de Edson Fachin: https://glo.bo/2sZtIuK #GloboNews

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                                        G1.GLOBO.COM

                                        Jair Bolsonaro: Lei de Migração e debate com Lula

                                        Momento crucial

                                        Janot sai, Dodge chega, mas a Lava Jato e a pressão sobre Temer continuam

                                        Eliane Cantanhêde, O Estado de S.Paulo


                                        Estes dois meses e meio serão vitais para Michel Temer, que estará toureando a CCJ e o plenário da Câmara contra a denúncia de corrupção passiva, enquanto o procurador-geral Rodrigo Janot estará aguardando o melhor (ou o pior?) momento para apresentar novas denúncias contra ele.

                                        Antes, Temer tinha pressa e Janot, não. Agora, os dois têm, porque o presidente corre o risco de perder apoios decisivos no Congresso e o procurador vai deixar o cargo em setembro. Com a indicação da sucessora, Raquel Dodge, a opinião pública e a própria da PGR mudam o foco.

                                        O tempo, porém, é suficiente para Janot concluir duas novas denúncias contra Temer. Uma por obstrução da Justiça, com base na gravação dele com Joesley Batista, em que – na versão da PGR – eles teriam confirmado o pagamento para o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e o “operador” Lúcio Funaro não fazerem delação premiada.

                                        A terceira, por formação de quadrilha, reuniria três inquéritos: um com base na delação de Sérgio Machado (4327), outro na da Odebrecht (4462) e o terceiro nas da JBS (4483). O que há em comum nelas? O “PMDB da Câmara”: Temer, seus ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco e seus ex-ministros Geddel Vieira Lima e Henrique Alves, agora preso, assim como Cunha. É esse grupo, que se opõe ao “PMDB do Senado” e ao ex-líder Renan Calheiros, que pode complicar Temer ainda mais.


                                        Janot quer deixar isso pronto antes de deixar o cargo, mas se engana quem acha que Raquel Dodge vai ser “boazinha”. Ela foi votada pelos próprios colegas, fez mestrado em Harvard e é muito técnica. Bateu de frente com Janot, mas apenas têm estilos diferentes.

                                        Ao denunciar Temer, Janot disse aos colegas que “ninguém está acima da lei”. Ao concorrer à vaga dele, Raquel acrescentou: “Ninguém está acima da lei e farei um esforço para que ninguém esteja abaixo da lei”. Uma forma de dizer que vai ser dura no combate à corrupção, mas sem forçar a mão ao interpretar a lei.

                                        Também pareceu sutil e confusa a discussão no Supremo sobre os poderes do plenário para revisar acordos de delação como os de Joesley e Wesley Batista, que foram homologados monocraticamente por Edson Fachin e depois criticados como excessivamente complacente.

                                        A curiosidade é que votaram da mesma forma três antigos desafetos no STF, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello, até mesmo com trocas de deferências. Os três perderam, mas realmente causa estranheza que o plenário de um colegiado não possa revisar uma decisão individual.

                                        De toda forma, os delatores pretéritos e futuros que se cuidem, inclusive os irmãos Batista. As cláusulas da delação estão valendo e, se mentirem, omitirem ou forem declarados chefes de organização criminosa, cabe revisão, sim. Aliás, a própria PGR avisa que, se descobrirem que eles omitiram voluntariamente Lula, os benefícios serão rediscutidos.

                                        Temer luta na Câmara para salvar o mandato, muda-se o procurador-geral e o STF decide sobre limites de revisão das delação, mas a Lava Jato continua firme. Que Temer não decida tirar Leandro Daiello da PF justamente agora. Não afetaria a Lava Jato na prática, mas pioraria ainda mais a imagem do governo e poderia gerar dúvidas – injustas, frise-se – contra a própria escolha de Raquel.

                                        Fachin x Moro. O relator Edson Fachin já retirou cinco processos do juiz Sérgio Moro, quatro contra Lula, um contra Guido Mantega. Sorte de Lula e Mantega ou da Lava Jato?

                                        Dúvida atroz. Por que Temer não diz que a mala de R$ 500 mil era de Rocha Loures e ele não tinha nada a ver com ele e com ela? Teme ser desmentido, ou que o ex-assessor conte segredos inconfessáveis?


                                        Estadão

                                        O Iluminismo britânico e a sociologia da virtude

                                        Quando se fala em Iluminismo, costuma-se pensar em Voltaire, no racionalismo francês, na própria Revolução Francesa. Mas esse foi apenas um lado do fenômeno. No Reino Unido, especialmente na Escócia, ocorria uma fervilhante troca de ideias também, mas com abordagem bem distinta. No fundo, faz sentido falar em Iluminismos, pois foram mais de um. E esse aspecto acaba sendo ignorado inclusive por muitos professores de História. Mas esse Iluminismo britânico também ajudou a moldar a era moderna, e merece maior atenção.

                                        É o que sustenta a historiadora Gertrude Himmelfarb em seu magistral O caminho da modernidade, em que divide o legado iluminista em três: o francês, o britânico e o americano. De forma resumida, as principais diferenças poderiam ser definidas como a “ideologia da razão” (França), a “sociologia da moral” (Reino Unido) e a “política da liberdade” (Estados Unidos). Na síntese de Luiz Felipe Pondé feita no prefácio da edição brasileira, “o Iluminismo foi uma tentativa de examinar três formas básicas da experiência humana a partir do exercício livre do pensamento, a saber, a moral, o conhecimento e a política”.

                                        A ênfase dada ao lado francês fica clara quando se fala da “era da razão”, o que já soa um tanto prepotente, como se até então a humanidade vivesse no obscurantismo das superstições, e finalmente tivesse acordado para o poder do raciocínio. Mas é justamente essa a ideia que muita gente tem desse período de intensa produção intelectual, ignorando a maior cautela dos britânicos. Não que fossem irracionais; certamente não eram. Mas porque defenderam ideias mais moderadas, que não combinaram muito com aquele clima revolucionário.

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                                        Ocorre que houve revoluções e “revoluções”. Não é possível colocar no mesmo saco a Americana e a Francesa, por exemplo. Uma teve influência de pensadores britânicos mais conservadores, e pretendeu resgatar valores perdidos e preservar as liberdades existentes na própria metrópole inglesa, enquanto a outra buscou destruir todos os pilares até então existentes, declarar guerra à aristocracia e à religião, e criar um mundo novo praticamente do zero.

                                        Enquanto a Revolução Americana produziu uma das nações mais livres e prósperas do mundo, a Francesa levou ao Terror jacobino e ao regime ditatorial de Napoleão. O “Templo da Razão” acabou se revelando um tanto irracional. Muitos foram sacrificados em nome da Liberdade. Em boa parte, argumenta a autora, isso se deve ao esquecimento de certas lições defendidas pelos pensadores britânicos, como David Hume, para quem a razão era facilmente dominada pelos afetos e paixões.

                                        Ou seja, o ceticismo britânico alertava para um ensinamento básico que foi jogado para baixo do tapete pelos racionalistas franceses: o de que os “hábitos são essenciais para nos mover num mundo do qual não temos grandes certezas contínuas”, no resumo de Pondé. Uma razão excessivamente autoconfiante pode produzir utopias perigosas, fruto dessa “arrogância fatal”, como diria Hayek, algo que o “espírito conservador” dos britânicos procurava evitar.

                                        Os britânicos eram mais empíricos, reconheciam os limites da razão, com base na própria razão, e por isso rejeitavam ideias revolucionárias de um “mundo novo” parido do nada, como se a natureza humana fosse uma tábula rasa. Essa postura levava a um foco maior nas virtudes, não necessariamente as virtudes individuais, mas as “virtudes sociais”, tais como compaixão, benevolência, simpatia. Para os britânicos, elas naturalmente unem as pessoas, mais do que a razão, que teria um papel secundário, instrumental, diferente do papel primário e determinante dado a ela pelos philosophes.

                                        Claro que tais distinções não são tão claras e estanques assim, e havia comunicação entre esses diferentes pensadores. Em alguns casos, um pensador francês poderia estar mais alinhado com o ponto de vista anglófilo, e vice-versa. Mas em linhas gerais essa divisão define bem o fator predominante em cada ala iluminista. O ódio contra a religião, por exemplo, era uma característica basicamente francesa, e foi Voltaire quem lançou sua famosa declaração de guerra conta a Igreja – “esmague o infame!” –, enquanto Diderot propôs “enforcar o último rei com as tripas do último padre”.

                                        Esse não era, nem de perto, o clima dos Iluminismos britânico e americano, que foram liberais em termos de religião, compatíveis com um amplo espectro de crença e descrença. E, se a “era da razão” levou à guilhotina dos jacobinos, é preciso considerar que a “era da benevolência” dos britânicos não só garantiu maior estabilidade política como produziu uma incrível proliferação de atos filantrópicos. Para Himmelfarb, os britânicos confrontaram o mundo moderno com bom senso – o “senso comum” –, e seus filósofos dele se serviram em um período tumultuado e que ecoa ainda hoje em um estágio posterior da modernidade.

                                        Isso ajudou a evitar derramamento inútil de sangue, assim como a impedir modelos totalitários no Reino Unido, cuja monarquia parlamentar sobrevive até hoje. “Piedade”, “empatia”, “benevolência”, esses foram conceitos marcantes para o Iluminismo britânico, para pensadores como Hume, Adam Smith e Burke. O “senso moral” era ainda mais importante que a razão para esses filósofos com forte senso prático.

                                        Numa era de individualismo exacerbado, de tantos buscando monopolizar a razão, e da velha arrogância racionalista de que é possível e desejável se criar um “novo mundo” a partir do zero, com base em conceitos abstratos paridos do conforto do escritório de “intelectuais” e abandonando completamente as antigas tradições, talvez seja mais prudente deixar um pouco o fervor revolucionário dos novos jacobinos de lado e escutar o alerta dos britânicos. Mais prudência, mais ceticismo, menos utopia e menos febre revolucionária.

                                        O mundo não começou hoje, tampouco com Voltaire e companhia. Seria bom um pouco mais de respeito por nossos antepassados e pela formação de nossas instituições, especialmente a moral, tão combalida nos dias de hoje, quase considerada “ultrapassada”.

                                        Rodrigo Constantino