Governo anuncia 25,6 mil novas contratações para o Minha Casa, Minha Vida

Brasília - O presidente da Caixa, Gilberto Occhi, o ministro das Cidade, Bruno Araújo, e a secretária Nacional de Habitação, Maria Henriqueta Arantes durante anúncio de novas contratações para o Programa Minha C

O presidente da Caixa, Gilberto Occhi, o ministro das Cidades, Bruno Araújo, e a secretária nacional de Habitação, Maria Henriqueta Arantes, durante anúncio de novas contratações para o Programa Minha Casa, Minha Vida Antonio Cruz/Agência Brasil

O Ministério das Cidades anunciou hoje (2) as novas contratações para a faixa 1 do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), que contempla famílias com renda mensal bruta limitada a R$1,8 mil. O investimento previsto é de R$2,1 bilhões para projetos em 77 municípios.

Saiba Mais

De acordo com o ministério, desde 2014 nenhuma contratação foi feita para a faixa 1 do programa. Outra novidade é que a modalidade Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) passa a privilegiar critérios de urbanização, infraestrutura prévia e proximidade de serviços públicos e centros urbanos. Foram contempladas 25.664 novas unidades, que correspondem a 122 propostas selecionadas pelo ministério.

A meta, para 2017, é que sejam contratadas 170 mil novas unidades habitacionais para esta faixa do programa; 40 mil novas unidades para a faixa 1,5 (renda familiar de R$ 2.350 para R$ 2,6 mil) e 400 mil unidades para as faixas 2 e 3 (renda de R$ 3,6 mil para R$ 9 mil). Desse total, 100 mil unidades por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).

Para as novas contratações, o governo estabeleceu como pré-requisito que o município a ser beneficiado não pode ter empreendimentos paralisados no FAR. Com isso, a intenção é evitar problemas como a distância entre o imóvel e as cidades beneficiadas, a ocorrência de unidades vazias e a paralisação de obras, entre outros gargalos identificados pelo ministério.

Pelos novos critérios eliminatórios de seleção, serão priorizados os municípios com elevado déficit habitacional, propostas com empreendimentos próximos a centros urbanos, agências bancárias, lotéricas e pontos de ônibus. Serão excluídas cidades que tenham unidades concluídas e legalizadas há mais de 60 dias, com ociosidade superior a 5% do total contratado.


Agência Brasil



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Ministérios estudam transformar áreas militares em unidades de conservação

Os ministérios da Defesa e do Meio Ambiente estudam proposta de criação de uma nova categoria de unidade de conservação que englobe algumas das áreas terrestres e marítimas sob responsabilidade das Forças Armadas. Segundo o ministro da Defesa, Raul Jungmann, ainda não está certo se as novas áreas de proteção da flora e da fauna seriam de proteção integral ou de uso sustentável, cujas regras de exploração são mais flexíveis que no primeiro caso.

“Estamos reforçando juridicamente a defesa dessas áreas de que já cuidamos há séculos”, disse o ministro, citando como exemplo o Atol das Rocas – conjunto de ilhas oceânicas a 267 quilômetros de Natal, reconhecido como reserva biológica desde 1979 e como sítio do Patrimônio Mundial Natural; o Arquipélago Anavilhanas – um dos maiores arquipélagos fluviais do mundo, localizado no Amazonas, e já reconhecido como parque nacional; o Arquipélago de São Pedro e São Paulo – conjunto de ilhas rochosas a cerca de mil quilômetros de Natal e a 520 quilômetros de Fernando de Noronha; a Mata do Curado – remanescente da Mata Atlântica no Recife, que é reconhecida como refúgio da vida silvestre pelo governo estadual – e a área circunvizinha ao Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo.

Segundo Jungmann, uma única área patrulhada por militares, a Serra do Cachimbo, no Pará, tem cerca de 2,2 milhões de hectares (cada hectare corresponde a aproximadamente um campo de futebol oficial).

“As Forças Armadas já protegem amplas áreas terrestres e marítimas. Por isso, estamos propondo a criação de uma nova categoria de área de proteção ambiental, a Área Militar Especialmente Protegida. Isso significaria duas vantagens: maior segurança jurídica para a manutenção das áreas que já protegemos e ampliação do patrimônio ambiental protegido nacional”, disse Jungmann durante a cerimônia de lançamento do livro Defesa & Meio Ambiente – Preparo com Sustentabilidade, que registra as ações de proteção ambiental adotadas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica.

Atualmente, as unidades de proteção integral dividem-se em cinco categorias: estação ecológica; reserva biológica; parque nacional; monumento natural e refúgio de vida silvestre. São sete as categorias das unidades de uso sustentável: área de proteção ambiental; área de relevante interesse ecológico; floresta nacional; reserva extrativista; reserva de fauna; reserva de desenvolvimento sustentável e reserva particular do patrimônio natural.

Para o ministro da Defesa, há, entre as áreas de uso militar, terrenos cujas características naturais também precisam ser protegidas tanto por sua importância ambiental quanto estratégica.

“São áreas que se tornaram extremamente valiosas, passíveis de serem negociadas em termos de mercado. É compreensível, mas, para o ministério e as Forças Armadas, trata-se de áreas fundamentais. Não só porque são militares, mas também porque representam um patrimônio ambiental brasileiro”, acrescentou o ministro, minimizando o risco de a criação de novas unidades de conservação gerarem conflito entre o Ministério da Defesa ou o comando das Forças Armadas e os moradores de algumas dessas áreas, como Alcântara, no Maranhão, onde uma disputa com comunidades quilombolas se arrasta por mais de três décadas, impedindo os planos de expansão do centro de lançamento aeroespacial.

“Em Alcântara, não há conflito ambiental. O que há é uma questão que está em vias de ser resolvida, pois já há um termo de ajuste de conduta com o Ministério Público. Já há um pré-acordo com a comunidade quilombola, que resolve um direito das populações tradicionais”, afirmou Jungmann, enfatizando que as áreas militares especialmente protegidas serão “uma barreira a mais” contra as pressões da especulação imobiliária e do crescimento urbano desordenado sobre áreas militares estratégicas.


Agência Brasil

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Para analistas de mercado, sinal de corte menor da taxa Selic é alerta

por MAELI PRADO

16244252.jpgPara analistas de mercado, sinal de corte menor da taxa Selic é alerta

O Banco Central decidiu sinalizar para a possibilidade de uma redução menor na taxa básica de juros na próxima reunião (marcada para julho) para alertar que, se a crise política não for resolvida, a política monetária pode ser afetada.

Essa é a avaliação de analistas de mercado, que lembram que o ponto central do comunicado do BC foi a incerteza em torno da aprovação da agenda de reformas.

"O comunicado dá ênfase às novas incertezas trazidas pela crise política e salienta que as reformas são fundamentais para o BC", diz José Marcio Camargo, da Opus Gestão de Recursos.

Na avaliação dele, o ritmo não foi desacelerado já nesta reunião do Copom porque há uma dúvida sobre se a crise terá efeito inflacionário ou deflacionário.
"Há uma dúvida sobre isso", afirmou Camargo. "Pode afetar negativamente o emprego e a demanda, e desse ponto de vista é deflacionária. Mas pode gerar desvalorização cambial, o que gera alta de preços."

Para Maurício Molon, economista-chefe do Santander, a ata foi mais conservadora do que permitiria o cenário atual, de inflação baixa e demora da economia em reagir.

"A ata sinalizou que o ritmo de cortes será mais demorado. Mas o cenário inflacionário e de juros tem uma folga grande. Todas as projeções de inflação estão confortavelmente abaixo da meta. Acho que faltou o BC se mostrar mais confortável com essa folga que possui."

Para Molon, o mercado deve reduzir suas projeções para a próxima reunião.

Na opinião do economista e colunista da Folha Alexandre Schwartsman, da Schwartsman & Associados, o BC, de forma "inusualmente franca", praticamente se comprometeu com uma redução mais modesta da taxa básica de juros.

"Não há como escapar da conclusão de que a turbulência política está cobrando um pedágio em termos da flexibilização da política monetária", analisou o economista em relatório

Fonte: Folha Online - 01/06/2017 e SOS Consumidor

Mudança no ISS trará aumento de custos relevante ao setor de cartões

por FILIPE OLIVEIRA

16119134.jpgCada empresa definirá como absorver o impacto da nova regra, segundo diretor da Abecs

As empresas do setor de cartões de crédito devem avaliar a saída de cidades menores e o aumento de custos a lojistas após mudanças de regras na cobrança de ISS (Imposto Sobre Serviços) para o setor.

Como resultado de derrubada de veto do presidente Michel Temer pelo Congresso na terça-feira (30), o tributo devido pelas operações com cartões passa a ser pago onde o serviço foi prestado, não mais na cidade sede da empresa.

Segundo Ricardo Vieira, diretor executivo da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), o setor irá cumprir a nova exigência. Porém, ela trará aumento de custos relevante ao criar a obrigação de acompanhamento de alíquotas e regras de tributação dos 5.570 municípios brasileiros.

"Se o custo para atender uma cidade superar o que a empresa ganha nela, a companhia não vai trabalhar no prejuízo. E aumentar o preço cobrado do lojista pode ser tão ruim para todos que talvez não valha a pena seguir no local". afirma.
Vieira diz que cada empresa, de acordo com sua estratégia, definirá como absorver o impacto da nova regra, seja aumentando os custos cobrados de lojistas, seja diminuindo o número de cidades que atende.

"Isso vai na contramão do processo de inclusão financeira e de interiorização de nossos serviços", diz.

A Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde) afirmou na quarta (31) que 70% dos municípios brasileiros correm risco de ficar sem os serviços de seus associados, como resultado da mesma mudança na lei.

A saída de cidades menores ocorreria por elas terem menos de 1.000 beneficiados de planos. O aumento de custos para atendê-las, criados pela nova lei, tornaria o atendimento delas inviável economicamente.

CONCENTRAÇÃO

A mudança na distribuição do ISS tem como objetivo reduzir a concentração de arrecadação na divisão do imposto. Segundo a CNM (Confederação Nacional dos Municípios), defensora da medida, 35 cidades concentram 63% do ISS recolhido no país.

Vieira, da Abecs, afirma que a lei não cumpre adequadamente esse fim, pois a divisão de arrecadação deve trazer poucos ganhos por cidade - o que seria injustificável frente às dificuldades criadas para o setor.

Ele afirma que, considerando uma alíquota de 2%, o setor de cartões gera R$ 526 milhões em ISS. Caso o valor seja dividido pelos 5.570 municípios (supondo uma repartição linear, o que não acontece na prática), cada cidade arrecadaria R$ 7.800 ao mês de ISS.

Caso se considere que 30 cidades concentram mais de 60% das transações de cartão de crédito, chega-se a uma arrecadação mensal média de R$ 3.000 para as demais cidades, diz.

Eduardo Tadeu Pereira, presidente da ABM (Associação Brasileira de Municípios), diz que mesmo valores aparentemente pequenos (como R$ 100 mil ou R$ 200 mil ao ano) podem ser importantes para o orçamento de municípios menores.

Segundo ele, a nova divisão de impostos garante uma divisão de arrecadação justa entre as cidades, em que cada uma fica com o imposto referente ao que foi gasto em seu território.

Ele concorda que há desafios técnicos para a implantação da cobrança de ISS como prevista na lei. Segundo ele, é importante que o governo converse com municípios para definir o melhor mecanismo para o pagamento de impostos para as cidades de modo descentralizado.

Fonte: Folha Online - 01/06/2017 e SOS Consumidor


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MPF critica no Twitter "retrocesso ambiental" de MPs e entra nos trending topics

Encabeçada pelo Ministério Público Federal (MPF), uma mobilização contra o que os participantes classificam como o “avanço do retrocesso ambiental” ganhou as redes sociais nas últimas horas, ganhando a adesão de milhares de internautas, entre eles integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato e da modelo Gisele Bündchen.

O principal alvo do tuitaço são duas medidas provisórias que alteram as dimensões de unidades de conservação ambiental. As medidas provisórias  756 e 758, ambas de 2016, foram aprovadas pela Câmara dos Deputados, no dia 16 de maio, e pelo Senado, no dia 24. Segundo o MPF, a hashtag #retrocessoambientalnao chegou a ocupar, por cerca de uma hora, o quarto lugar entre os temas mais comentados por brasileiros no Twitter, alcançando, em cinco horas, mais de 10 milhões de impressões (número de vezes que um tweet foi veiculado na timeline ou nos resultados de busca)

A MP 756 altera os limites do Parque Nacional do Rio Novo, localizado nos municípios paraenses de Itaituba e Novo Progresso, e da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim, também em Novo Progresso, desmembrando parte da área da floresta nacional para a criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, no Pará.

A MP 758 modifica os limites do Parque Nacional do Jamanxim, em Itaituba e Trairão, no Pará, e da Área de Proteção Ambiental do Tapajós, que abrange partes dos territórios das cidades paraenses de Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso e Trairão. Os textos, aprovados pela Câmara e pelo Senado, aguardam a sanção presidencial.

Entre outras coisas, os textos aprovados permitem ao governo realocar, em terras disponíveis da União ou do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), na Amazônia Legal, os ocupantes de áreas rurais dentro da Floresta Nacional do Jamanxim e do Parque Nacional do Rio Novo. Até assumir a posse das novas áreas, os ocupantes poderão continuar a exercer suas atividades econômicas. Os imóveis rurais privados existentes no interior do Parque Nacional do Jamanxim passam a ser declarados de utilidade pública para fins de desapropriação pelo Instituto Chico Mendes.

Contrário às medidas, o MPF convidou membros dos ministérios públicos estaduais, de organizações não governamentais como Greenpeace e WWF (sigla em inglês para Fundo Mundial para a Natureza) e internautas a participarem do tuitaço. Só o MPF publicou mais de 50 comentários críticos às mudanças nas leis em sua página oficial no Twitter.

Críticas

Procuradorias federais de vários estados também aderiram à campanha. O coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, foi um dos procuradores que usaram sua conta pessoal no microblog para criticar a aprovação das MPs 756 e 758 e o teor de outras propostas em análise no Congresso.

Para Dallagnol, a eventual aprovação da Lei Geral de Licenciamento Ambiental (PL 3.729), em discussão na Câmara, enfraquecerá o processo de licenciamento ambiental. O procurador defende que, depois do rompimento da Barragem de Fundão, que liberou no ambiente mais de 60 milhões de metros cúbicos de rejeitos de uma barragem da mineradora Samarco, as regras do licenciamento ambiental “deveriam ser mais rigorosas, e não mais frágeis”.

A embaixadora da Boa Vontade do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a modelo Gisele Bündchen, aderiu à campanha, postando vários comentários ligados à preservação ambiental e à promoção da qualidade de vida. “Cada brasileiro consome [em média] 5,2 kg de agrotóxicos por ano e querem flexibilizar as regras”, escreveu a modelo.

Entidades

Na avaliação do Instituto Socioambiental (ISA), se sancionadas, as duas medidas provisórias vão “mutilar” as unidades de conservação paraenses, liberando cerca de 598 mil hectares de áreas de proteção da flora e da fauna em benefício de desmatadores, grileiros, garimpeiros e do agronegócio. Cada hectare corresponde aproximadamente às medidas de um campo de futebol oficial.

A Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do MPF teme que, se forem sancionadas conforme o texto aprovado pelo Congresso, as duas MPs colocarão em risco 2,2 milhões de hectares protegidos não só no Pará, mas também no Amazonas.

Outro lado

Quando a MP  756 foi aprovada na Câmara, o deputado Alceu Moreira (PMDB-RS) disse que a medida pode ajudar a resolver problemas de extração ilegal de madeira, grilagem de terras e garimpo na região do Parque Nacional do Rio Novo e no Parque Nacional do Jamanxim e estabelecer um “convívio harmônico e solidário entre o social, o ambiental e o econômico”.

A MP 758 altera área de proteção ambiental para dar passagem à Estrada de Ferro (EF)170, também chamada de Ferrogrão, que está em fase de construção próxima à BR-163, no Pará. Segundo o governo, a intenção é compor, com a EF-170, um corredor de exportação de grãos unindo Sinop (MT) a Miritituba (PA) para possibilitar o uso de portos da Bacia Amazônica e servir de alternativa ao transporte na BR-163.

Os dois textos foram votados e aprovados no Senado sem alterações, mas durante as votações, nas duas Casas, houve protesto e obstrução por parte de parlamentares da oposição.


Agência Brasil

ALEMANHA: LIÇÕES PARA O BRASIL! ELEIÇÕES EM SETEMBRO! MERKEL DISPUTA SEU QUARTO MANDATO! DUAS CONFERÊNCIAS POR ESPECIALISTAS DO CDU: EM BOGOTÁ, 25 DE MAIO DE 2017!

A) 60 milhões de eleitores estão inscritos para votar nas eleições de 24 de setembro de 2017 para o Parlamento - “Bundestag”. São 630 membros eleitos pelo voto distrital misto (por distrito, metade nominalmente e metade em lista). As pesquisas vinham dando ao SPD (Socialdemocratas) vantagem, mas, agora, nas últimas semanas, inverteram; e o CDU, de Angela Merkel, voltou a liderar. Merkel é cientista política, desde 2005 governa a Alemanha e lidera a União Europeia.
B) Entre os dias 22 e 25 de maio, em Bogotá, a Fundação Konrad Adenauer, do CDU de Merkel, realizou um seminário com foco em lideranças jovens latino-americanas de partidos do campo político do CDU. Numa primeira parte, as conferências foram sobre temas políticos gerais, especialmente em relação aos jovens e mulheres. Numa segunda parte, duas conferências trataram do processo eleitoral na Alemanha.
C) Neste momento, o Brasil discute uma reforma político-eleitoral em que o processo alemão, voto distrital misto, ganha destaque. Conhecer o conteúdo dessas conferências é orientador para as eleições brasileiras de 2018. O Democratas foi representado pelo presidente da Juventude do Rio, Antonio Mariano, 26 anos, formado em Ciências Sociais pela FGV e Mestre em Administração Pública pela FGV.
                      * * *
PRIMEIRA CONFERÊNCIA: Campanha eleitoral de 2017 na Alemanha/ Deputado alemão Sebastian Ehlers.
1. Alemanha é uma república federada, com 16 estados federados. / Distritos e municípios não podem editar leis, mas apenas decretos sobre temas que digam respeito diretamente aos municípios. / Apenas prefeitos e vereadores de cidades grandes recebem salário fixo. / Para filiar-se é obrigatório pagar mensalidade ao partido. O mínimo é de 5 euros ao mês, um valor muito baixo, mas que ajuda o partido. / Em cada nível (local, regional ou nacional), o partido decide como fazer sua própria campanha, sem interferência de outros níveis. Ou seja, o partido, em nível nacional, não pode interferir na estratégia de campanha em uma cidade. / Apesar da liberdade, as campanhas devem ser financiadas em seus próprios locais. Apenas há interferência se o partido local solicitar.  
2. Grandes desafios da CDU: os cidadãos têm grande interesse político, mas não significa que queiram filiar-se a algum partido político. Preferem trabalhar outros temas, como auxiliar uma escola. / No leste, antes da queda do muro, era obrigatória a participação da população nas instituições políticas. / Populismo da extrema-direita tem crescido nos últimos 20 anos e foi impulsionado com a crise migratória. / Público são os eleitores da direita que têm medo de perder emprego, mas eleitores da esquerda também se convencem de votar nestes partidos, principalmente da antiga Alemanha Oriental. Votam não pela ideologia, mas por protesto. / Campanha “contra o sistema” foi apelidado de “fenômeno Trump”. / Críticas atuais contra o sistema são várias, mas, principalmente, contra a imigração. É esse o carro-chefe dos populistas. Os meios de comunicação têm jogado ao lado dos populistas quando tratam da imigração.
3. O partido político deve criar e manter redes das mais distintas possíveis: com clubes, associações, organizações sociais, etc. O partido não deve e não pode se fechar em si mesmo. / O jovem na Alemanha já não lê mais jornais e se informa quase que exclusivamente pela internet. / Ninguém sabe qual será o futuro da imprensa escrita. / Redes sociais ajudam nessa mudança, já que a população entra em contato diretamente com seus governantes – e eles respondem. / Contato ainda é feito porta a porta durante as campanhas. Um exemplo desse contato pessoal é a distribuição de cartões nas casas, pedindo sugestões dos eleitores. / Comunicação é sempre com linguagem simples, sem linguagem estrangeira.
4. Existem diferentes correntes dentro da CDU, como liberais e conservadores, mas ainda temos problemas para receber mais jovens e mulheres. / Devemos saber aproveitar o conhecimento dos nossos próprios integrantes. Às vezes não sabemos que um filiado é diretor de uma importante empresa e ficamos sem usar esse contato e esse conhecimento. / Ter um ombudsman é de suma importância, para estarmos constantemente renovando nossos debates e resolvendo nossos problemas internos. / As eleições dos estados, normalmente, são separadas. Não há obrigatoriedade para que ocorram simultaneamente, apesar de que pode ocorrer em alguns momentos. E as eleições estaduais são de suma importância como teste para as eleições nacionais.
5. Nas visitas aos domicílios, sempre vão um homem e uma mulher e, às vezes, essa visita pode demorar hora. As equipes devem estar dispostas e, principalmente, preparadas. / Mas é preciso ter um planejamento minucioso, pois se você bater em uma porta às 17h30, o eleitor não vai votar em você: é a hora do futebol na TV. / Todas as forças do partido devem ser mobilizadas durante a campanha. Ninguém pode ficar de fora. / Na Alemanha, uma pessoa pode ser deputada e ministra ao mesmo tempo, o que pode atrapalhar um pouco a fiscalização do Legislativo em cima do Executivo. Mas em um governo de coalizão, os próprios partidos aliados fazem este controle. Além do que, a lei obriga o Executivo a prestar contas periodicamente, além de responder toda e qualquer indagação dos parlamentares.
6. Relação entre CDU e CSU (aliado histórico) é muito interessante, mas a Baviera é muito diferente do resto da Alemanha. São mais conservadores que nós e, de vez em quando, brigamos, como em qualquer família, mas como bons irmãos, estamos fazendo as pazes novamente, depois de fortes críticas à Merkel. / Os portos do norte da Alemanha estão lotados, tanto de cruzeiros turísticos, como de navios de comércio. / “Na Alemanha, nós, deputados, votamos com a nossa consciência, não temos controle de voto na bancada. Mas como nós estamos filiados a um partido que defende bandeiras X, Y, Z, é de se esperar que votemos de acordo com o que defendemos no partido.”
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SEGUNDA CONFERÊNCIA: CAMPANHA E COMUNICAÇÃO. Prof. Dr. Mario Voigt (Alemanha).


7. Comparação entre os últimos spots de campanha de Hilary Clinton e Trump: Clinton transmite desespero, falta de confiança e medo de perder; Trump transmite confiança, convida o público a trabalhar juntos, compara passado com futuro e transmite o medo de termos Clinton (que foi chanceler de Obama) outra vez. / Ideia básica e fundamental de qualquer campanha: mudança ou manter o mesmo? / O que importa na campanha: tempo (que nunca é suficiente), dinheiro (que deve ser gasto com sabedoria) e pessoas (para ajudarem a lhe eleger). Tudo isso deve fazer parte de um bom planejamento de campanha, que resulta em uma única coisa: o dia da eleição.
8. Estamos vendendo ideias, um partido e, para isso, temos um tempo escasso. Se vendêssemos um carro, o tempo não importaria. / Fórmula mágica: quem vota quer escolher alguém parecido com você e que defende o que você pensa. Toda sociedade tem um tema que a ocupa, o candidato deve saber encontrar este tema para trabalha-lo e criar um vínculo emocional.
9. Nunca convenceremos 100% dos eleitores, assim como nunca vamos poder oferecer tudo para todos. É impossível. O foco do candidato é quem não está convencido, algo que toma muito tempo. / Perguntas básicas de planejamento: quem são meus eleitores? Onde estão? Por que votam em mim? Como chego até eles? Quando devo me comunicar com eles? / Não confundir estratégia de campanha com tática de campanha. / Campanha que aponta para novos eleitores, é uma campanha perdida. Campanha não é para perder tempo e dinheiro. Se querem convencer novas pessoas, o partido que faça um trabalho prévio.
10. Mensagem deve ser: clara, concisa, conectada, consistente, vinculante, relevante, criar contrastes e transmitir credibilidade. / Maioria das peças publicitárias de campanha fazem uso da imagem para contrastar com seu opositor e, por consequência, denegri-lo. / Hierarquia da mensagem: problemas (no topo) -> atitudes e valores / medo e esperança (na base). / Campanha de hoje deve saber misturar o digital e o pessoal. Nem apenas um, nem apenas outro, se não é derrota na certa. / Estratégia de Merkel: emocionar a campanha, mas sem polarizar.
11. Nossa mensagem de 2009: “Nós temos A força.” Contraste de Merkel (candidata mulher, representada pelA forçA) com o outro candidato homem. / Mensagem de 2013: “Sucesso juntos! / Mensagem de 2017: “Estabilidade e valores em época de incertezas.”
12. Nos últimos dois anos, o trabalho fixo na Alemanha bateu níveis recordes. Ilha de estabilidade no meio da Europa. / Cerca de 30% da população alemã só escolhe seu voto na semana da eleição. / Estratégia para a próxima campanha: impedir uma coalizão contra CDU. / A preocupação dos partidos de centro-direita e direita deve ser: envolver o cidadão na tomada de decisões e melhorar a vida da população.



Ex-Blog do Cesar Maia