Janot volta a pedir prisão de Rocha Loures

Ex-assessor de Michel Temer foi flagrado pela Polícia Federal recebendo mala com dinheiro

Rocha Loures perdeu foro privilegiado após volta de Serraglio à Câmara | Foto: Leonardo Prado / Agência Câmara / CP

Rocha Loures perdeu foro privilegiado após volta de Serraglio à Câmara | Foto: Leonardo Prado / Agência Câmara / CP

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reiterou pedido de prisão do ex-assessor especial do presidente Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures. Janot alegou ao Supremo Tribunal Federal que a prisão de Loures se faz necessária “para garantia da ordem pública” e para o prosseguimento do inquérito da Operação Patmos - que mira também o próprio Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG).

No início da investigação, o procurador já havia pedido a prisão de Loures, flagrado pela Polícia Federal pegando uma mala estufada de propinas da JBS – 10 mil notas de R$ 50 que ele devolveu à PF. O então assessor de Temer exercia mandato de deputado pelo PMDB do Paraná, ocupando vaga do deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), então na cadeira de ministro da Justiça.

Na ocasião, o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, rejeitou a medida e limitou-se a decretar o afastamento de Loures do mandato parlamentar. Agora que Serraglio retomou sua cadeira na Câmara, Loures perdeu a imunidade e Janot insiste no decreto de sua prisão preventiva.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Com 4 a 0 a favor da restrição do foro, STF suspende julgamento

Ministro Alexandre de Moraes pediu vista

Com 4 a 0 a favor da restrição do foro, STF suspende julgamento | Foto: Carlos Moura / SCO / STF / CP

Com 4 a 0 a favor da restrição do foro, STF suspende julgamento | Foto: Carlos Moura / SCO / STF / CP

* Com informações da AE e Agência Brasil

Retomado na tarde desta quinta-feira, o julgamento do STF que pode restringir o foro privilegiado para autoridades, como deputados e senadores foi suspenso com o pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes. Porém, o ministro Marco Aurélio Mello e as ministras Rosa Weber e Cármen Lúcia decidiram antecipar o seu voto. Todos votaram a favor da proposta do relator, ministro Luís Roberto Barroso. Ou seja, os detentores de foro privilegiado, como deputados, senadores e ministros, somente devem responder a processos criminais no STF se os fatos imputados a eles ocorrerem durante o mandato. Barroso havia proferido seu voto na sessão dessa quarta-feira. Com isso, o julgamento fica suspenso com o placar de 4 a 0 a favor da restrição do foro


Alexandre de Moraes falou por mais de uma hora antes de pedir vista. Alguns ministros pediram para antecipar o voto. Marco Aurélio Mello, Rosa Weber e a presidente do Supremo, Cármen Lúcia votaram pela proposta do relator, Luís Roberto Barroso. Todos são a favor de que os detentores de foro privilegiado, como deputados, senadores e ministros, somente devem responder a processos criminais no STF se os fatos imputados a eles ocorrerem durante o mandato.

Durante a manifestação de Alexandre de Moraes, os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli afirmaram que não é possível concluir que há morosidade do STF em relação à primeira instância da Justiça. Em seguida, Roberto Barroso, relator do caso, rebateu os colegas. "Basta verificar que distribuem-se cargos com foro privilegiado para impedir o alcance da Justiça de primeiro grau. É só ler os jornais", disse.

Durante toda a sua fala, Moraes discordou da tese defendida pelo relator da ação, ministro Luís Roberto Barroso, para quem a prerrogativa de foro deveria valer somente para crimes cometidos durante o exercício do mandato e se estiver relacionada com as funções desempenhadas no cargo. Barroso tem defendido que o "sobe e desce" dos processos de uma instância para outra tem causado impunidade. O ministro também tem o entendimento de que a Corte não deveria se debruçar sobre questões penais.

Moraes, porém, mostrou preocupação e disse que uma decisão nesse sentido poderia paralisar muitos processos que estão sendo julgados no STF, já que as partes poderiam entrar com recursos, fazendo com que se levasse meses e até anos para decidir quais investigações ficariam ou não no tribunal.

O ministro afirmou ainda que, apesar de considerar que a quantidade de autoridades beneficiadas com o foro pela Constituição de 1988 seja exagerado, os reflexos que as mudanças propostas por Barroso trariam um impacto "substancial" na ordem vigente.

Moraes também defendeu que, apesar de não haver nenhuma pesquisa que mostre que uma instância é melhor que a outra em combate a corrupção, não é possível fazer uma conexão entre impunidade no Brasil e a ampliação do foro pela Constituição de 1988.

O ministro foi interrompido pelos colegas em diversas oportunidades. Em uma delas, Barroso disse que não precisava de "muitas palavras" para defender o seu ponto de vista, de que deveria haver uma mudança no alcance do benefício. "Basta verificar que se distribuem cargos com foro no Supremo para impedir o alcance da Justiça de primeiro grau, baste ler os jornais", afirmou.

Na sessão dessa quarta-feira, Barroso usou dados do próprio STF e ressaltou que o atual sistema de foro provoca a prescrição das penas. "Só aqui no Supremo já prescreveram, desde que o Supremo passou a atuar nesta matéria, mais de 200 processos. Portanto, essa é uma estatística que traz constrangimento e desprestígio para o STF", disse.

O caso concreto que está sendo julgado envolve a restrição de foro do atual prefeito de Cabo Frio (RJ), Marcos da Rocha Mendes. Ele chegou a ser empossado como suplente do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mas renunciou ao mandato parlamentar para assumir o cargo no município. O prefeito responde a uma ação penal no STF por suposta compra de votos, mas, em função da posse no Executivo municipal, o processo foi remetido para a Justiça do Rio de Janeiro.


Correio do Povo

Gilmar Mendes ataca PGR e diz que 'propósitos escusos' motivam inquéritos

Ministro do STF fez declaração durante julgamento sobre restrição ao foro privilegiado

Ministro do STF fez declaração durante julgamento sobre restrição ao foro privilegiado | Foto: Carlos Moura / SCO / STF / CP

Ministro do STF fez declaração durante julgamento sobre restrição ao foro privilegiado | Foto: Carlos Moura / SCO / STF / CP

Em uma crítica direta à Procuradoria-Geral da República (PGR), o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que "propósitos escusos inspiram muitas vezes o inquérito". O comentário do ministro foi feito em meio à discussão no plenário da Corte sobre uma proposta do ministro Luís Roberto Barroso de limitação do alcance do foro privilegiado.

Gilmar Mendes afirmou que a investigação aberta contra os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Francisco Falcão e Marcelo Navarro e os ex-presidentes da República Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff tem na verdade outro objetivo: "castrar iniciativas do STJ". A investigação pretende apurar se os ministros foram nomeados em troca de uma atuação que pudesse obstruir o avanço da Lava Jato.

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"Eu não sei quem daqui foi nomeado e não participou de algum périplo político. Poucos. Agora fica pedindo câmeras e coisas de Qual é o objetivo desse inquérito? Esse inquérito vai chegar a provar obstrução de Justiça desses magistrados? Obviamente que não. Obviamente que não vai provar. Qual é o objetivo deste inquérito? É castrar iniciativas do STJ. É amedrontá-lo. É este o objetivo", disparou Gilmar Mendes.

"Por isso nós temos que ter coragem civil de não permitir que esses inquéritos tramitem", afirmou Gilmar Mendes.

"Estes dias um advogado comentava comigo que este inquérito estava sendo mantido com esse objetivo primeiro de constranger o STJ e segundo de manter Lula e Dilma no STF. Se for por isso, está se fazendo de maneira indevida. Mas veja que propósitos escusos inspiram muitas vezes o inquérito. E nós temos que ter uma função não de autômatos, mas de controladores destes processos", disse Gilmar Mendes.

A insurgência de Gilmar Mendes contra as investigações sobre obstrução de Justiça ocorre duas semanas após ser tornado público o inquérito aberto contra o presidente Michel Temer, o assessor do peemedebista Rodrigo Rocha Loures e o senador Aécio Neves tendo este como um dos supostos crimes apontados pela PGR, com base nas delações do grupo J&F, que controla a JBS.

No início da semana, o ministro Edson Fachin desmembrou o inquérito, mantendo Temer e Rodrigo Loures juntos, mas abrindo um outro procedimento para investigar Aécio Neves e seus assessores - Marco Aurélio Mello foi sorteado como relator deste caso.

Ironizando genericamente investigações sobre obstrução de Justiça, Gilmar disse que "agora essa é a moda".

"Não se faz investigação". Conhecido crítico da ideia de que o foro privilegiado leva à impunidade, Gilmar Mendes atribuiu a lentidão da Justiça à Polícia Federal e à PGR.

"Pede-se 90 dias na PF para continuidade da investigação, e o processo volta sem nenhuma providência. Os inquéritos se alongam indevidamente porque não se faz investigação. Papel que é da Polícia e do MP, nós mesmos reconhecemos. Mas depois isso fica na conta do STF e isso precisa ser devidamente avaliado", afirmou Gilmar Mendes.

O ministro também criticou pesquisas que apontam a demora para conclusão de investigação, ou uma alta taxa de prescrição de processos, apontada pelo ministro Luís Roberto Barroso, colega de Corte que propõe que o foro privilegiado só seja aplicado em caso de crimes cometidos durante o exercício do cargo e em razão do cargo.

Gilmar Mendes disse que tem, em seu próprio gabinete, um caso que já tramita há 12 anos. "É evidente que não tem perspectiva. A Procuradoria teria que oferecer a denúncia ou pedir arquivamento. Mas esses processos ficam por aí como inquérito. Até porque politicamente fica difícil para a Procuradoria pedir arquivamento", afirmou. "Abre-se um inquérito implausível e ficam anos", disse o ministro.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo





RS terá trégua do clima nesta sexta, mas chuva retorna domingo

Temperaturas permanecem baixas durante todo o dia em Porto Alegre

Temperaturas permanecem baixas durante todo o dia na Capital | Foto: Ricardo Giusti / PMPA / CP Memória

Temperaturas permanecem baixas durante todo o dia na Capital | Foto: Ricardo Giusti / PMPA / CP Memória

Após oito dias seguidos de chuva, o Rio Grande do Sul terá uma melhora no tempo nesta sexta-feira. O dia deve começar com nebulosidade e com chances de garoa em pontos do Nordeste do território gaúcho, como na Serra e no Litoral Norte, segundo a MetSul Metereologia. Mas a situação é apenas uma trégua, já que as projeções indicam mais tempo ruim a partir do domingo.

Ao longo do dia, o sol volta a aparecer no Estado. Mesmo com algumas nuvens, o tempo permanecerá firme. Os termômetros terão temperaturas baixas durante toda a sexta-feira. A Capital terá sol e nuvens com mínima de 12ºC e máxima de 20ºC.


Apesar do tempo bom nesta sexta e no sábado, a trégua é curta. A chuva volta no domingo e deve continuar durante a próxima semana, com maiores volumes na Metade Norte e na Fronteira Oeste, sob alto risco de enchente.

O número de municípios que decretaram situação de emergência devido às chuvas no Rio Grande do Sul subiu para 41 na tarde desta quinta-feira. De acordo com o último boletim da Defesa Civil, Garruchos, Gentil, Ibirapuitã, Inhacorá, Pirapó, Porto Mauá, Porto Xavier, Roque Gonzáles, São Sebastião do Caí, Soledade e Três de Maio foram as últimas cidades a entrarem para a lista.

Na Região Metropolitana, o nível do Guaíba voltou a subir e chegou no estado de cheia, conforme medição realizada pelo Vigilância Meteorológica do Centro Integrado de Comando (Ceic) na tarde desta quinta-feira. A régua do Cais Mauá registrou 2,10 metros por volta das 12h40min.

Os alagamentos em Porto Alegre causaram transtornos de trânsito, agravados na zona Norte, mas que se refletiram por toda a cidade. O Trensurb teve funcionamento interrompido com a água subindo sobre os trilhos nas estações Mercado e Farrapos.


MetSul Meteorologia e Correio do Povo


POLÍTICA

Justiça bloqueia R$ 800 milhões de Joesley Batista

    Rocha Loures perdeu foro privilegiado após volta de Serraglio à Câmara - Crédito: Leonardo Prado / Agência Câmara / CP

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      Com 4 a 0 a favor da restrição do foro, STF suspende julgamento - Crédito: Carlos Moura / SCO / STF / CP

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      INTER

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        Inter divulga nota oficial sobre inquérito no STJD - Crédito: Luis Gonçalves / CP MemóriaINTER

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          Rogério Godoy avalia que goleiro sofre poucos gols, aumentando cobrança - Crédito: Pedro Revillion / CP Memória

          GRÊMIO

          Preparador rechaça críticas a Grohe: "Deixou torcida mal acostumada"

            Em razão da forte chuva, Grêmio cancela treino  - Crédito: Mauro Schaeffer / CP Memória

            Em razão da forte chuva, Grêmio cancela treino no CT Luiz Carvalho

            Julgamento da chapa eleita em 2014 será retomado na próxima terça-feira - Crédito: Roberto Stuckert Filho / PR / CP

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            Defesa de Dilma reforça reforça não ser possível "separar contas das de Temer"

              Índice apresenta primeira alta após dois anos consecutivos de queda - Crédito: Marcos Corrêa / PR / CP

              POLÍTICA

              "Acabou a recessão!", comemora Temer com resultado do PIB

                MPF defende retorno de Eike Batista para a prisão - Crédito: Fernando Frazão / Agência Brasil / CP memória

                MPF emite parecer defendendo retorno de Eike Batista à prisão

                  Ataque foi reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico - Crédito: Ezra Acayan / AFP / CP

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                  Bombeiros encontram 34 mortos após ataque a hotel nas Filipinas

                    Grupo é composto por 970 militares, sendo 181 da Marinha, 639 do Exército e 30 da Aeronáutica - Crédito: Tereza Sobreira / Ministério da Defesa / CB

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                    Avião da FAB leva último contingente militar brasileiro ao Haiti

                    Disco vendeu mais 33 milhões de exemplares em todo o mundo - Crédito: Reprodução / CP

                    MÚSICA

                    "Sgt. Pepper’s", disco clássico dos Beatles, completa 50 anos

                      Maskavo retorna à Capital com novo single e novos integrantes - Crédito: Ivan Lacombe / Divulgação / CP

                      Maneva e Maskavo tocam em Porto Alegre nesta sexta

                        "Sense 8" é cancelada pela Netflix - Crédito: Murray Close / Netflix / CP

                        SÉRIE

                        "Sense8" é cancelada pela Netflix

                          "A Casa do Medo" é desenvolvido pelo Macarenando Dance Concept - Crédito: Gui Malgarizi / Divulgação / CP

                          ENTRETENIMENTO

                          Porto Alegre recebe espetáculo de terror imersivo em antigo casarão

                            DIÁLOGOS 10.000 MANICAS

                            Dennis Drew e Mary Ramsey: “Estas músicas significam o nosso orgulho”

                              Longa-metragem mescla suspense e comédia - Crédito: Vimeo / Reprodução / CP

                              CINEMA

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                                Detetive Hercule Poirot é vivido por Kenneth Branagh, que também dirige o longa - Crédito: Divulgação / CP

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                                PITLANE

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                                Caso é rodeado por debates éticos - Crédito: Reprodução / AFP / CPCIÊNCIA

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                                Motivo é o suposto lucro obtido com a venda de dólares às vésperas da divulgação da gravação com Temer.

                                Renata Vasconcellos aparece de "roupão" no Jornal Nacional e vira meme na internet

                                Figurino da apresentadora causou estranhamento no público

                                Por: Michele Vaz Pradella


                                Renata Vasconcellos aparece de "roupão" no Jornal Nacional e vira meme na internet TV Globo/Reprodução

                                Foto: TV Globo / Reprodução

                                Em tempos de redes sociais, até mesmo o figurino dos jornalistas vira notícia. Foi o caso de Renata Vasconcellos, que virou assunto na internet após aparecer na chamada do Jornal Nacional com uma roupa bem diferente.

                                Roupão? Robe? Quimono? O público estranhou, e logo começaram as piadas e montagens nas redes sociais:

                                "No jornal Nacional você vai ver que a reforma da previdência você vai poder trabalhar em casa, ate de roupão, como eu estou agora". pic.twitter.com/mm4hQH5BcC

                                ¿ Sonsa 8 (@SonsaAbrao) May 31, 2017

                                E a Renata Vasconcellos resolveu apresentar o #JN usando um pijama/camisola de seda... pic.twitter.com/7RW52WTRFH

                                ¿ PARADINHA DO ABC (@cassio_comce) May 31, 2017

                                Renata está usando quimono? #JNpic.twitter.com/hXBtzBNj4n

                                ¿ RODRIGO ALBUQUERQUE (@RodrigoOuniko) May 31, 2017

                                Já vimos Renata Vasconcellos de robe. Agora só falta o @realwbonner de toalha. pic.twitter.com/hJwM6QFFfk

                                ¿ Thiago da Hora (@thiagodahora_) May 31, 2017

                                Na hora do programa, Renata já estava com outra roupa. A troca de figurino também movimentou a internet:

                                Com medo de perder o emprego figurinista do Jornal Nacional manda Renata Vasconcellos trocar de roupa #JNpic.twitter.com/oF2OP0cicF

                                ¿ Noveleiro Compulsivo (@NNoveleiro) May 31, 2017

                                Boletim do #JN
                                A internet sacaneou tanto que a Renata Vasconcellos trocou a roupa HAHAHAHAHAHAHAHA pic.twitter.com/Ass3TdjuiX

                                ¿ Vinícius Sacramento (@vinnybrandt) May 31, 2017


                                Zero Hora

                                Morre o ex-prefeito de Porto Alegre Sereno Chaise

                                Braço direito de Leonel Brizola por mais de 55 anos, Chaise tornou-se um personagem marcante na história política do Estado

                                Por: Zero Hora


                                Morre o ex-prefeito de Porto Alegre Sereno Chaise Daniel Marenco/Agencia RBS

                                Na carreira política, Sereno foi vereador, prefeito e deputado estadualFoto: Daniel Marenco / Agencia RBS

                                Aos 89 anos, morreu nesta quinta-feira (1º) Sereno Chaise, ex-prefeito de Porto Alegre cassado pela ditadura. Ele, que vinha tratando de uma insuficiência renal, estava internado no Hospital Mãe de Deus e teve falência múltipla dos órgãos. O velório está previsto para ocorrer a partir das 18h no Cemitério Parque Jardim da Paz e o sepultamento, às 10h desta sexta-feira.

                                Braço direito de Leonel Brizola por mais de 55 anos, Chaise tornou-se um personagem marcante na história política do Estado. Trabalhista histórico, era filiado ao Partido dos Trabalhadores desde 2001. Até 2015, foi diretor-presidente da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE).

                                Filho do fazendeiro Agenor Chaise, um getulista fanático, Sereno nasceu em Soledade. Despertou para a política em 1946, quando ingressou na Ala Moça do PTB, na Capital. Foi lá que conheceu Brizola. A afinidade foi tanta que, dias depois, passaram a dividir quarto em uma pensão. Nos anos seguintes, a amizade se solidificou. Sereno coordenou a vitoriosa campanha de Brizola à prefeitura e, mais tarde, foi secretário na gestão do amigo no Piratini. Até que, em 1963, elegeu-se prefeito da Capital.

                                O mandato, porém, durou poucos meses. Em abril de 1964, Sereno foi preso pelos militares. Um mês depois, teve os direitos políticos cassados. No dia seguinte, cumpriu expediente na prefeitura. Enquanto aguardava os militares, limpava as gavetas. Mas ninguém apareceu. Então, reuniu os funcionários, despediu-se e saiu. Pela porta da frente.

                                Apesar da insistência do presidente deposto João Goulart e de Brizola, nunca pensou em exílio. E isso o fez ser preso mais vezes. Ainda em 1964, escreveu da cadeia uma carta ao povo: "Sou homem de atitudes claras: não tolero a violência, não pactuo com o arbítrio e não me conformo com as injustiças".

                                A cassação causou uma reviravolta em sua vida. Desempregado, advogou e até comandou restaurantes na Capital. Com a Anistia, em 1979, recuperou os direitos políticos e fundou o PDT ao lado de Brizola.

                                De protagonista de aliança histórica a vilão no rompimento com Brizola

                                Chaise (de paletó claro) junto de Leonel BrizolaFoto: Ver Descrição / Agencia RBS

                                Sereno presidiu a sigla no Estado de 1991 a 1999. A pedido de Brizola, costurou a aliança com o PT, em 1998, que levou Olívio Dutra (PT) ao Piratini. Dois anos depois, o enlace foi estopim para dar uma guinada em sua carreira política. Ao lado de militantes como Dilma Rousseff, Sereno apoiou Tarso Genro (PT) em vez de Alceu Colares (PDT) no segundo turno da eleição para a prefeitura.

                                O rompimento foi inevitável. Chateado com as críticas – inclusive de Brizola – e convicto de sua posição por considerar o projeto de Collares contrário ao trabalhismo de esquerda, Sereno escreveu uma carta ao "comandante", que se recusou a lê-la. Então, o ex-prefeito divulgou o texto na imprensa, criticando o velho amigo. Em 2001, a fotografia de Sereno foi sacada da galeria de honra do PDT. O retrato voltaria dois anos e nove meses depois ao diretório. Mas Sereno, não. Naquele ano, decidiu filiar-se ao PT.

                                Até então inabalável, a relação com Brizola estremeceu. Eles selaram trégua. Em 2004, quando o amigo morreu, Sereno deu sinais de que lamentava vê-lo partir sem que se reconciliassem:

                                — Sempre temi sofrer essa dor.

                                Para o ex-prefeito, que era casado com a advogada Rosane Zanella, fidelidade e lealdade sempre foram mantras. Chaise teve três filhos (um já falecido) do primeiro casamento e deixa sete netos

                                A trajetória de Sereno

                                1928
                                Em 31 de março, nasce em Soledade.

                                1946
                                Estudante, vira amigo de Brizola após conhecê-lo na Ala Moça do PTB.

                                1951
                                Elege-se vereador na Capital pelo PTB.

                                1954
                                Coordena a bem-sucedida campanha de Brizola à prefeitura.

                                1958
                                Eleito deputado estadual, se reelege no pleito seguinte.

                                1964
                                Em abril, três meses após assumir a prefeitura da Capital, é preso pelos militares. No mês seguinte, o regime cassa seus direitos políticos por 10 anos.

                                1979-1980
                                Recupera os direitos políticos com a Anistia. Com a volta de Brizola do exílio (abaixo, os dois em São Borja), participa da fundação do PDT.

                                1991
                                Assume a presidência do PDT no RS. Em 1994, concorre a governador e fica em quarto lugar.

                                2000
                                Ao decidir apoiar Tarso Genro (PT) em vez de Alceu Collares (PDT) para a prefeitura, rompe com Brizola e abandona o PDT. Em 2001, filia-se ao PT.

                                2003
                                Com a eleição de Lula, ingressa como diretor financeiro na Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE). Em 2006, vira diretor presidente da estatal.


                                Zero Hora

                                Em videoselfie, Marchezan critica "falta de coragem" de vereadores que mantiveram reajuste de salários

                                Após retirar projeto por falta de apoio na Câmara, prefeito pediu, no Facebook, que eleitores cobrem de seus vereadores compromisso com o ajuste financeiro da prefeitura

                                Na manhã seguinte à sessão na Câmara de Vereadores em que o governo desistiu de votar um projeto para desobrigar a cidade a repassar automaticamente a inflação ao salário dos funcionários públicos, o prefeito Nelson Marchezan criticou os parlamentares contrários à proposta.

                                Em vídeo postado no Facebook às 7h14min, Marchezan disse que a falta de apoio prejudica o ajuste das contas da prefeitura, que em junho fecharão no vermelho pela primeira vez no ano. A obrigação de reajustar os salários dos servidores no mínimo pela inflação, segundo ele, tem impacto de R$ 96 milhões no caixa.

                                – Essa falta de coragem de alguns vereadores impossibilitou que a gente pudesse pegar esses R$ 96 milhões e não comprometer com aquilo que é impossível de pagar e que não é, neste momento, a prioridade da nossa cidade – disse.

                                No início da semana, a prefeitura anunciou que os salários de junho do funcionalismo serão parcelados, fato lembrado pelo prefeito no vídeo:

                                – A gente não vai ter dinheiro para pagar os salários dos servidores, nem recursos pra pagar os fornecedores ou as nossas conveniadas, mais de 400 que cuidam de mais de 30 mil crianças.

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                                Ao final dos cerca de seis minutos da mensagem, Marchezan pediu aos eleitores da cidade que comecem a "pensar como o teu vereador está votando", e como ele pensa "não no discurso de campanha, mas como ele aperta o botão no dia a dia da Câmara". Agradeceu aos "vereadores corajosos, transparentes, porque estes vão nos ajudar e ser prestigiados por nós" e finalizou:

                                – Vamos ver se os vereadores não tão corajosos começam agora a ter um pouquinho mais de coragem para a gente seguir adiante na mudança necessária.


                                Zero Hora

                                Trump anuncia saída dos EUA do Acordo de Paris

                                Resultado de imagem para Trump anuncia saída dos EUA do Acordo de Paris

                                O presidente americano, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (1º) a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris. Assinado por 195 países, em 2015, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, o pacto prevê o esforço para que a temperatura média do planeta sofra uma elevação "muito abaixo de 2°C" até 2100, o que implica em mudanças econômicas.

                                — A partir de hoje, os Estados Unidos cessarão toda a implementação do Acordo de Paris não vinculativo e os encargos financeiros e econômicos draconianos que o acordo impõe ao nosso país — disse Trump.

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                                Durante o anúncio, Trump afirmou que os EUA tentarão "fazer um acordo justo sobre o clima".

                                — O Acordo de Paris é desvantajoso para os Estados Unidos — disse Trump durante a cerimônia.

                                Segundo o presidente americano, quem absorveria os custos das promessas feitas durante a COP 21 seriam os trabalhadores. Por isso, segundo ele, o pacto é injusto para os Estados Unidos.

                                A Casa Branca transmite o anúncio:

                                Repercussões

                                Antes mesmo do anúncio, grandes empresas americanas já haviam criticado a decisão de Trump, entre elas a petrolífera ExxonMobil, a gigante agroquímica DuPont, a Google, a Intel e a Microsoft.

                                Assim que o anúncio terminou, o Barack Obama criticou Trump por abandonar o acordo sobre o clima. Segundo o ex-presidente, a decisão faz com que os Estados Unidos "rejeitem o futuro".

                                "Mesmo na ausência da liderança americana, mesmo que esta administração se una a um pequeno grupo de nações que rejeitam o futuro, estou confiante de que nossos estados, cidades e empresas vão avançar e fazer ainda mais para indicar o caminho e ajudar a proteger o único planeta que temos para as futuras gerações", disse Obama em um comunicado.

                                Metas globais

                                Firmado em 2015, após mais de dez anos de negociações para mitigar o efeito da atividade econômica no clima, o tratado foi assinado por 195 países e ratificado por 147, responsáveis por 80% das emissões.

                                Segundo maior emissor de gases depois da China, os Estados Unidos respondem por 18% do carbono lançado na atmosfera terrestre, ou 6,5 milhões de toneladas por ano. A saída americana torna ainda mais difícil que as metas do acordo sejam cumpridas. A promessa firmada em Paris foi de reduzir o carbono na atmosfera de 69 bilhões de toneladas para 56 bilhões, e negociar metas futuras para manter, até 2100, o aquecimento global no nível tolerável, inferior a 2ºC.

                                As consequências para o clima da Terra poderão ser, de acordo com o consenso dos cientistas, catastróficas. Derretimento de geleiras, elevação do nível do mar, maior intensidade de eventos extremos como tempestades, enchentes, secas e furacões.

                                Estudo publicado na revista Nature estima, neste cenário, queda de 23% na renda média global até 2100, com aumento de desigualdade, graças sobretudo ao impacto na atividade agrícola e na produtividade. O Banco Mundial previu que, até 2030, mais de 100 milhões de pessoas podem voltar à pobreza se nada for feito para mitigar as mudanças climáticas.

                                Nos Estados Unidos, fração considerável da opinião pública e do Partido Republicano rejeita o consenso científico sobre o este impacto e não acredita que a atividade humana tenha qualquer interferência no clima do planeta.


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                                Polícia Federal recolhe mochila suspeita em frente ao Banco Central, em Porto Alegre

                                Grupo de bombas e explosivos foi acionado até o prédio no centro de Porto Alegre

                                Por: Eduardo Torres


                                Polícia Federal recolhe mochila suspeita em frente ao Banco Central, em Porto Alegre Alexsander Luis Gomes/Arquivo Pessoal

                                Mochila foi deixada na porta do Banco Central, em Porto AlegreFoto: Alexsander Luis Gomes / Arquivo Pessoal

                                O grupo de bombas e explosivos da Polícia Federal (PF) foi acionado no começo da tarde desta quinta-feira (1º) para recolher um objeto suspeito de ser uma bomba deixado em frente ao prédio do Banco Central, na Rua Sete de Setembro, no centro de Porto Alegre.
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                                O robô usado pela PF para esse tipo de situação foi acionado e o local, isolado. Tratava-se de uma mochila. Ela foi carregada até uma rua menos movimentada e usado um jato d'água para rompê-la.

                                Viatura do Grupo Antibomba da Polícia Federal foi deslocada até a instituição financeiraFoto: Anderson Fetter / Agencia RBS

                                A conclusão dos policiais foi de que não havia qualquer material explosivo na mochila. Por volta das 15h, a corporação se retirou do local.


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