Lula: o cerco se fecha


Publicado em 1 de jun de 2017

Mais em: veja.com/tveja
A delação premiada de Antonio Palocci completará o mosaico de informações que identifica o chefão do maior esquema corrupto da história. Se disser que também não conhece Palocci, Lula terá de escapar da cadeia pela rota que leva a uma clínica especializada em senilidade precoce.

Alagamentos na avenida Frederico Mentz, em Porto Alegre


Na Rua Frederico Mentz, no bairro Navegantes, empresas e restaurantes estão totalmente alagadas e as pessoas precisam caminhar com a água batendo quase na cintura. Tá um perigo a região e pra piorar, ônibus trafegam por ali e deixam a situação ainda pior.


Fonte: https://www.facebook.com/poa24horas/videos/1344858865635685/

Número de famílias desabrigadas sobe 104 para 226 no Rio Grande do Sul

Cidades em situação de emergência subiu de 28 para 30 no Estado

Situação do rio Uruguai é crítica em São Nicolau | Foto: Gabriel Martins Parizzi / Rádio Missioneira / Especial / CP

Situação do rio Uruguai é crítica em São Nicolau | Foto: Gabriel Martins Parizzi / Rádio Missioneira / Especial / CP

As chuvas da noite de quarta-feira e madrugada de quinta fizeram os números de famílias desabrigadas subir de 104 para 226 no Rio Grande do Sul. Segundo cálculo da Defesa Civil, 1.846 pessoas necessitaram de abrigos providos pelo governo, contra 452 de quarta-feira. O número de cidades em situação de emergência subiu de 28 para 30.

Lagão e São Nicolau foram os dois municípios que entraram com o pedido para receber recursos emergenciais. Além das duas cidades, 28 já haviam entrado com a requisição, são elas: Barão de Cotegipe, Três Arroios, Ponte Preta, Miraguaí, Irai, Cristal do Sul, Uruguaiana, Boa Vista das Missões, Paim Filho, Tiradentes do Sul, Campo Novo, Três Passos, Coronel Bicaco, Tenente Portela, Panambi, Cristal, Sertão, São Jerônimo, Tunas, São José das Missões, Itaqui, Casca, São Borja, Pedras Altas, Boqueirão do Leão, Dom Pedrito, Barros Cassal e Vila Lângaro.

A Defesa Civil calcula que o número de famílias desalojadas em função das chuvas chega a 673 – cerca de 2.944 pessoas. Segundo o boletim, os danos da chuva já atingiram 74 cidades gaúchas. O nível do rio Uruguai está aumentando em todos os locais que recebem a água. Em São Borja, Itaqui, Irai e Uruguaiana registraram o aumento do volume.

A Defesa Civil segue em estado de alerta, com o monitoramento das Coordenadorias Regionais em conjunto com os municípios. Para outras informações ou entrar em contato com a instituição o telefone é (51) 3221.7098.


Correio do Povo

Nível do Guaíba sobe e chega ao estado de cheia em Porto Alegre

Régua do Cais Mauá registrou 2,10 metros nesta quinta-feira

Régua do Cais Mauá registrou 2,10 metros | Foto: CEIC / Divulgação / CP

Régua do Cais Mauá registrou 2,10 metros | Foto: CEIC / Divulgação / CP

O nível do Guaíba voltou a subir e chegou no estado de cheia, conforme medição realizada pelo Vigilância Meteorológica do Centro Integrado de Comando (Ceic) na tarde desta quinta-feira. A régua do Cais Mauá registrou 2,10 metros por volta das 12h40min.  De acordo com o Ceic, a chuva do dia até 12h30m chega a 75 mm. É mais da metade da média histórica de junho em apenas 12 horas.

Na quarta-feira, o nível do Guaíba havia estabilizado e marcou 1,98m na régua do Cais Mauá, em Porto Alegre. Na manhã de hoje, representantes da Defesa Civil Municipal estão reunidos com moradores das ilhas para discutir alternativas a fim de enfrentar os alagamentos.


Correio do Povo

Neste momento, Av: Assis Brasil–Sarandi em Porto Alegre


Fonte: https://www.facebook.com/cachoeirinhanews.net/videos/814341985390076/

Trensurb suspende circulação de trens em três estações de Porto Alegre

Alagamento causado pela chuva causou a interrupção nestes trechos

Chuva provocou vários pontos de alagamentos em Porto Alegre | Foto: Alina Souza

Chuva provocou vários pontos de alagamentos em Porto Alegre | Foto: Alina Souza

A Trensurb suspendeu no fim da manhã desta quinta-feira a circulação de trens na estações São Pedro, Farrapos e Rodoviária, em Porto Alegre. De acordo com a empresa, o volume da água da chuva provocou alagamentos nestas vias. As equipes de manutenção estão no local para avaliar a situação e não têm previsão de normalização do serviço.

Os trens seguem circulando apenas no trecho entre Farrapos e Novo Hamburgo. Por conta da falta de trens para os moradores da região, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) disponibilizou dez ônibus do consórcio MOB (Mobilidade em Transportes) para transportar passageiros da Estação Farrapos até o Mercado Público.


Correio do Povo

Porto Alegre tem diversos pontos de alagamentos

Alagamentos foram registrados em vários pontos de Porto Alegre

Chuva forte atinge o Estado nesta quinta-feira | Foto: Alina Souza

Chuva forte atinge o Estado nesta quinta-feira | Foto: Alina Souza


Acompanhe aqui a situação no Correio do Povo.

PIB cresce 1% no primeiro trimestre após dois anos de contração

Na comparação com mesmo período de 2016, índice registrou queda de 0,4%, segundo IBGE

PIB cresce 1% no primeiro trimestre após dois anos de contração | Foto: Marcos Santos / USP Imagens / Divulgação / CP

PIB cresce 1% no primeiro trimestre após dois anos de contração | Foto: Marcos Santos / USP Imagens / Divulgação / CP

A economia do Brasil registrou crescimento de 1% entre janeiro e março de 2017, após oito trimestres consecutivos de contração, anunciou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o primeiro trimestre de 2016, o Produto Interno Bruto (PIB) do país registrou queda de 0,4%, segundo o IBGE.

O PIB do Brasil sofreu uma contração de 3,8% em 2015 e de 3,6% em 2016. As estimativas do mercado projetam um crescimento por volta de 0,5% este ano. O presidente Michel Temer já havia celebrado na terça-feira de modo antecipado o "fim da pior recessão da história" do Brasil, apesar de, paradoxalmente, o dado positivo ser divulgado em um momento de receio dos mercados com a grave crise política que deixa o governo encurralado.

Por setores, o aumento trimestral registrou um impressionante crescimento da Agricultura, de 13,4%, graças ao maior volume das colheitas e à boa resistência dos preços das commodities. A indústria cresceu 0,9% e os serviços permaneceram estáveis (0%). O trimestre de crescimento não configura uma saída oficial da recessão, que para a maioria dos analistas exige dois trimestres consecutivos de expansão.

"Um trimestre não configura uma tendência. A partir de um trimestre é difícil dizer se um quadro se alterou de forma estrutural", explica Mauro Rochlin, professor de macroeconomia da Fundação Getulio Vargas (FGV) no Rio de Janeiro. Rochlin acredita que vários indicadores marcam uma "tendência de recuperação, embora com bases muito pequenas".


Agência Brasil e Correio do Povo

"Acabou a recessão!", comemora Temer com resultado do PIB

Índice apresenta primeira alta após dois anos consecutivos de quedaÍndice apresenta primeira alta após dois anos consecutivos de queda | Foto: Marcos Corrêa / PR / CP

Índice apresenta primeira alta após dois anos consecutivos de queda | Foto: Marcos Corrêa / PR / CP

O presidente Michel Temer comemorou, em sua conta no Twitter, o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que cresceu 1% no primeiro trimestre de 2017, em comparação ao último trimestre de 2016: "Acabou a recessão!". Os dados sobre a economia brasileira foram divulgados, na manhã desta quinta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado anunciado nesta quinta representa a primeira alta do índice, após dois anos consecutivos de queda. Na mensagem publicada na rede social, o presidente cita as medidas já adotadas pelo governo e as reformas em análise no Congresso Nacionalo. "Acabou a recessão! Isso é resultado das medidas que estamos tomando. O Brasil voltou a crescer. E com as reformas vai crescer mais ainda", diz o twitte do presidente.





Agência Brasil e Correio do Povo

Ainda é cedo para falar em fim da recessão, avalia IBGE

PIB cresceu 1% no primeiro trimestre após dois anos

Para a coordenadora de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Rebeca Palis, é preciso "esperar para ver o que vai acontecer neste ano ainda" antes de afirmar que a recessão ficou para trás.

"Tivemos um crescimento no primeiro trimestre, até expressivo, só que contra uma base reduzida. Tivemos oito trimestres seguidos de queda. Então vamos ver o que virá aí para a frente", afirmou.

Questionada sobre os efeitos da crise política nas contas do segundo trimestre e também sobre os indicadores antecedentes mais fracos, Rebeca respondeu que "tudo influencia". Ela destacou ainda os efeitos da agropecuária na economia brasileira, que devem continuar contribuindo no período de abril a junho, principalmente, as culturas de soja e o milho.

No primeiro trimestre, se a economia brasileira fosse exclusivamente agrícola, o Produto Interno Bruto (PIB) teria crescido 0,8%, comparado a igual período de 2016, em vez de ter caído 0,4%. Contando ainda com a atividade extrativa mineral, a alta alcançaria 1%.

Acúmulo de estoques

O avanço de 1,0% do PIB brasileiro no primeiro trimestre de 2017 (ante o quarto trimestre de 2016) não foi decorrente da alta no consumo, foi de acúmulo de estoques, apontou Rebeca Palis.

O avanço expressivo no PIB Agropecuário (13,4% no primeiro trimestre de 2017 em relação ao quarto trimestre de 2016) e a alta de 0,9% no PIB Industrial (0,9%) não foram acompanhados por crescimentos no Consumo das Famílias (-0,1%), Consumo do Governo (-0,6%) e Formação Bruta de Capital Fixo (-1,6%).

Embora as exportações tenham aumentado 4,8%, não explica sozinho o crescimento do PIB no período, ressaltou Rebeca.

"Muito do crescimento da agropecuária a gente ainda não absorveu, foi parar na variação de estoque. Soja, milho... Até porque o preço de commodities agrícolas não está tão favorável", disse a coordenadora do IBGE. "Eu produzi, qual o destino dele? Tem a questão do preço, mas não tem demanda ainda. Parte da safra está sendo consumido pelas famílias, porque os preços não estão altos, mas parte está indo para os estoques", completou.

Rebeca explicou que a componente Estoque não tem ajuste sazonal, por isso não figura entre os resultados do PIB pela ótica da demanda. "Se fosse possível dessazonalizar, estaria bastante positiva", contou. "Estamos com acúmulo de estoques de R$ 22 bilhões no primeiro trimestre", acrescentou.

No primeiro trimestre, a queda nos investimentos foi puxada pela importação de máquinas e equipamentos e pela construção civil. O consumo das famílias manteve-se praticamente estável. No setor externo, houve aumento nas exportações de veículos automotores, petróleo e minério de ferro, com preços mais favoráveis, apesar da valorização cambial.

Efeito de Mariana

O efeito da parada de produção provocada pelo acidente de Mariana (MG) saiu da base de comparação no PIB da indústria extrativa e mineral do primeiro trimestre, que cresceu 9,7% ante igual período de 2016 e 1,7% em relação ao quarto trimestre do ano passado, informou a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.

Segundo Rebeca, o crescimento da indústria extrativa mineral foi puxada tanto pelo setor minerador quanto para o de petróleo e gás, cujos preços internacionais estão favoráveis para os produtores. Como as comparações se dão com o primeiro trimestre e o quarto trimestre de 2016, a parada brusca da mina da Samarco em Mariana não aparece mais nas estatísticas.

"Agora, a gente está comparando só com o período depois do acidente", afirmou Rebeca, referindo-se ao rompimento de uma barragem de rejeitos de mineração da Samarco, no fim de 2015.

Serviços

Já no PIB de serviços, chamou atenção, na comparação na margem, de um trimestre contra o trimestre imediatamente anterior, o desempenho negativo das atividades de intermediação financeira, previdência complementar e serviços relacionados. A queda de 1,2% no primeiro trimestre em relação ao quarto trimestre de 2016 foi a sétima seguida.

"O crédito continua caindo", afirmou Rebeca. Além disso, esse rol de atividades inclui os planos de saúde. A pesquisadora lembrou que a demanda pelos planos está em queda em função das restrições na renda das famílias.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo


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