Pérolas do Facebook–13.1.2017

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14 h ·

E quem tem o sorriso mais lindo do mundo???

 

Seu Cleto passeando de barco

 

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Imbeverly Hills

 

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Tramandaí – RS

 

 

Tramandaí – RS

 

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Que lua!

 

 

Suco detox de melancia com gengibre - Lucilia Diniz

Suco detox de melancia com gengibre Categoria: Receitas O calor voltou. E o desânimo de sentar à mesa, também. Assim, comemos em frente ao computador mesmo – pelo menos, tem ar-condicionado no escritório! Para fugir desta…

LUCILIADINIZ.COM

 

Roger Waters é fãs dando um primeiro gosto de seu primeiro álbum de material novo em 25 anos. https://goo.gl/IFW4MP

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Roger Waters’ New Album Is Coming – He Offers Preview of First Album in 25 Years (2017 Tour Dates Inside)

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Prefiro bicho do que gente com Carol Santanna de Alcântara e Sônia Mendonça.Curtir Página

21 h ·

E sem pensar duas vezes...

 

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11 de janeiro às 19:00 ·

Quando seu cachorro é mais fotogênico do que você... rsrsrs
Foto: Cusco Pics

 

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11 de janeiro às 12:30 ·

"Para as dores causadas por aqueles que nos machucam, Deus nos manda aqueles que nos curam"
Rachel Carvalho

 


Letra Espírita

18 h ·

A Umbanda é espiritualista; o Espiritismo também o é. A Umbanda rende culto a Deus; o Espiritismo também. Nas práticas de Umbanda ocorrem fenômenos mediúnicos; no Espiritismo também. A Umbanda aceita a reencarnação; o Espiritismo também. Na Umbanda se faz caridade; no Espiritismo também.

 

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David Gilmour é acoustic assumir este clássico do Pink Floyd é tão linda, você pode esquecer a "respirar" https://goo.gl/CCPdLy

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Gilmour’s Acoustic Take On This Pink Floyd Iconic Is So Gorgeous, You Might Forget To “Breathe”

Gilmour Hits A Home Run It is no secret that Pink Floyd’s 1973 epic Dark Side of the Moon is likely one of the best rock albums ever written. A sonic landscape…

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Lola Dupré (@loladupre) is a collage artist and illustrator. Her clients include Penguin Books, Nike Basketball, WIRED, TIME Magazine, MAXIM Magazine & New Republic. She is currently based in Ireland.
She's also currently running a wonderful giveaway on Ello.
Interviewer Alexi Ueltzen (@alexi) is Ello’s Community Evangelist. If she’s not at the office, she’s probably swimming, getting muddy with her dogs or baking cookies. Seriously. The best cookies.

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Alexi: Tell us a little about your background. How did you get interested in collage?
Lola:
I was always interested in creativity. Photography, animation, sculpture, painting, writing, music, and more has always occupied a lot of my time. I became interested in collage for several reasons, but essentially because I was very attracted to the accessibility of the medium and how quickly you could manipulate a new image.

portrait of man with his hand over his face

Alexi: Where do you go for inspiration?
Lola:
Everywhere. I love cities, forests, walking by the sea, looking at animals and plants.
Alexi: You’ve lived in many different countries - what has this taught you about yourself and how has it influenced your work?
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I am not really sure, all experiences add up to something I am sure, but who would you be without your past? I do not know. I was often amazed by how much people and the environment can change just by travelling for a few hours, perhaps my travels have given me an interesting view on manipulation and change. 

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6 dicas para quem vai negociar um aluguel em Porto Alegre



Seja para quem já mora no Rio Grande do Sul ou para quem está em busca de um novo imóvel de aluguel em Porto Alegre, conhecer algumas dicas antes de iniciar uma negociação é sempre algo positivo, já que para realizar um processo como esse não basta escolher o tipo de moradia, o tamanho do imóvel e a localização. Confira 8 dicas de como alugar um novo lar em Porto Alegre.
01 - Calcule qual o seu orçamento para gastar com aluguel
O custo do imóvel versus a renda da pessoa é um fator que deve ser comparado e levado em consideração por quem está querendo mudar de casa. Além do valor da locação, é preciso analisar o preço do condomínio, se for o caso, e outras taxas que vêm acopladas ao contrato.

Para realizar o cálculo de quanto é recomendado pagar em um aluguel, considere que o valor é equivalente a 20% do seu salário mensal. Após isso, aplique reajustes de 10% sobre o mesmo valor até chegar no fim do seu contrato. O resultado final deve ser a média de preço que você poderá gastar com um aluguel.
02 - Qual a região ideal para você e sua família?
Um dos passos mais importantes para encontrar um imóvel que corresponda às suas necessidades é identificar em qual região gostaria de viver. É preciso escolher uma localização cujos custos estejam relacionados com o seu modo de vida, hábitos e região onde estuda ou trabalha. Avalie também o tamanho do empreendimento que precisa, pensando na quantidade de pessoas que vão residir ali, assim como a quantidade de carros que precisarão ser estacionados, se vão levar animais de estimação e quanto tempo ficam na casa.
03 - Use a tecnologia ao seu favor
Depois de criar uma base de informações para dar segurança na hora de, finalmente, escolher um imóvel, é hora de começar a procurar de fato seu lar. Para isso, é possível falar com amigos, sair à procura de uma casa disponível e perguntar ou buscar em imobiliárias, por exemplo. Entretanto, a tecnologia trouxe muitas facilidades, até mesmo para o ramo imobiliário. Por isso, existem portais de anúncios de imóveis e aplicativos que possibilitam a comparação de opções, limitando tamanho, número de quartos, região, vagas de carro e preço do empreendimento para realizar a busca.
04 - Atente-se à documentação
Depois de escolher um lar para viver, entenda quais são as condições para alugar um domicílio. Geralmente, a maior parte dos locatários optam por fiador - quando um terceiro garante o pagamento do aluguel caso o inquilino não faça. O seguro fiança, quando a instituição financeira escolhida faz o papel do fiador, também é uma alternativa.  

O prazo mínimo do aluguel deve constar no contrato de locação. Em média, são 30 meses, porém é possível negociar períodos mais curtos com o proprietário. Os índices de reajuste que serão usados, o valor do aluguel, os encargos que serão pagos pelo locatário e locador também são itens essenciais e que devem constar nas cláusulas.

Os documentos da casa, do locador e locatário também devem estar em dia, já que muitas são as imobiliárias que pedem comprovante de renda, residência e atestados de “nada consta” em SPC e Serasa, mesmo não sendo obrigatório por lei.
05 - Saiba quais são seus deveres, assim como os do locador
Além de estar em bom estado no ato da entrega, ou seja, sem vazamentos, infiltrações e vasos sanitários em bom estado, por exemplo, o locador deve custear cotas extras do condomínio (se for o caso), como reformas estruturais e fundo de reserva, além de fornecer recibo ao inquilino.

O inquilino, por sua vez, deve entregar o apartamento da mesma maneira que recebeu, pagar o condomínio e não modificar o imóvel sem o consenso por escrito do proprietário. A falta de pagamento do aluguel no prazo definido entre proprietário e locatário pode levar ao despejo, atrasos, por outro lado, podem ser negociados entre as partes.

Dependendo do contrato firmado entre ambos, o IPTU, as taxas gerais e a taxa de incêndio podem ser pagas pelo locador ou pelo inquilino.
06 - Visite o imóvel fisicamente
Antes de finalmente fechar o contrato e pegar as chaves, realize algumas visitas no empreendimento em horários e dias diferentes para saber quais cômodos recebem luz solar, se a rua tem ou não bastante movimento ou barulho, se existem bloqueios em certas datas, como carnaval e outras festas, entre outras características.

Alugar um imóvel nem sempre é tarefa fácil, mas com algumas dicas é possível tornar isso um processo um pouco mais simples. Fique atento também às regras de mudança e do prédio e, no momento de deixar o contrato, lembre-se de avisar o proprietário por escrito e com protocolo 30 dias antes. Ficou alguma dúvida? Deixe um comentário para nós.


A DIVA DO FEMINICÍDIO // Guilherme Fiuza - Revista Época de 10/01/2017

Quosque tandem abutere patientia nostra, Lula et caterva sinistra ?

 

A diva do feminicídio

Enquanto gente que deveria estar presa puder ficar por aí fazendo demagogia com a dor alheia, tudo será permitido

GUILHERME FIUZA

 

A chacina de Campinas foi o primeiro crime da guinada conservadora. E foi o enésimo crime da bandidagem intelectual brasileira – os famosos progressistas profissionais.

Como se sabe, índio quer apito e socialista quer dinheiro.

Com o desalojamento do PT do poder central, a fonte secou. Claro que a nobreza petista continua milionária – afinal, foi mais de década de belos rendimentos –, mas os companheiros são prevenidos e pensam no futuro.

O jeito de tentar retomar a linha direta com o bolso do contribuinte é recauchutar o conto de fadas. Prepare-se, porque doravante no Brasil cada enxaqueca será de direita – e os heróis da resistência democrática se oferecerão, limpinhos, para salvar você desse pesadelo.

A frase inicial deste texto não é uma piada. Ou melhor: é uma piada. Mas foi pronunciada, escrita e vociferada por uma série de indivíduos que pretendiam ser levados a sério. Vamos citar apenas um desses indivíduos – que por sua elevada carga simbólica resume o bando inteiro: Dilma Rousseff.

Você pode não estar ligando o nome à pessoa, mas estamos aqui para ajudá-lo. A Sra. Rousseff, segundo registros confiáveis e impressionantes, presidiu a República Federativa do Brasil por cinco anos e uns quebrados – e foram justamente os quebrados que puseram fim ao seu incomparável reinado.

Os quebrados, os falidos, os vilipendiados e os esfolados se uniram para convidar a diva da Lava Jato a cantar em outra freguesia. Ela foi. E de lá vem entoando coisas do tipo: “É intolerável que o machismo encontre eco no pensamento conservador e justifique o feminicídio”.

Sabem o que a diva do petrolão está fazendo, com a sutileza de uma baleia?

Transformando a dor e o sangue de pessoas que ela nem conhece em investimento político-ideológico. Convertendo tragédia em proselitismo – com fins lucrativos. Os urubus estão sobrevoando a cena chocados, semcoragem de se aproximar.

Quem fez um sobrevoo tranquilo foi o melhor amigo da diva, Fernando Pimentel – indo buscar seu pimpolho numa festa de Réveillon com o helicóptero do estado.

A Sra. Rousseff, nova cronista da vida alheia, bem que poderia fazer um paralelo com essa família feliz, progressista e solidária, na qual papai ajuda os filhinhos e não ataca ninguém – só os cofres públicos, que ninguém é de ferro.

Escreva aí, companheira: enquanto o sangue corria em Campinas, seu amigo chupava sangue em Minas.

Sejamos justos: não é correto afirmar que Fernando Pimentel chupou o sangue dos mineiros. Na verdade, ele chupou o sangue dos brasileiros – ao lado da cronista do feminismo.

É o que indicam os investigadores da Polícia Federal.

Suas consultorias imaginárias e suas aventuras no BNDES foram uma modesta contribuição com as obras completas da amiga de fé e protetora incondicional, a senhora do petrolão – que presidiu a devastação da economia nacional em tempo recorde.

O “pensamento conservador”, seja lá o que isso signifique, precisará de um exército inteiro para alcançar a eficácia da diva do feminicídio.

Depois os brasileiros reclamam que são roubados à luz do dia.

Enquanto gente que deveria estar presa puder ficar por aí fazendo demagogia politicamente correta com a dor alheia, sem sequer passar vergonha por causa disso, tudo será permitido.

Ratazanas que sugaram bilhões da Petrobras se apresentam como paladinos da moral e procuradores das causas humanitárias, numa boa.

E fazem escola, liderando uma patrulha surrealista contra o inimigo imaginário – o homem branco, os conservadores, o monstro neoliberal do Lago Ness, tanto faz. Como disse o companheiro Delúbio quando o mensalão foi descoberto: “É uma conspiração da direita contra o governo popular”.

Com essa fantasia, o bloco dos sujos continuará batendo a sua carteira sem perder a ternura – e o rebolado.

A não ser que você pare de dançar conforme a música deles. Que exponha os contrabandistas intelectuais ao ridículo que lhes é intrínseco.

Que acabe com esse papo de guinada conservadora para justificar um projeto parasitário. Conservador é quem usa retórica e ideologia para conservar bocas e tetas. Desafie os gigolôs da bondade a ver quem sobreviverá melhor quanto maior for a liberdade. Cumpra o seu dever cívico: desmascare um progressista gourmet. Antes que seja tarde.

@realDonaldTrump e o Twitter da Discórdia

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Esta semana ficou marcada na política americana como aquela na qual a mídiamainstream deixou de rodeios e partiu para o ataque abaixo da linha da cintura contra Donald Trump, tal qual animal acuado contra a parede. Alexandre Borges proferiu uma verdadeira aula sobre o tema em seu canal no Youtube, mas eu gostaria de chamar a atenção para um fator pouco aludido nesta peleja sem precedentes, e que, a meu ver, funciona como um potencializador da cólera da imprensa contra o presidente da América: o seu deveras movimentado perfil no Twitter.

cnn

Tão logo Trump venceu a eleição e continuou a tuitar, jornalistas já exclamaram que seria inapropriado o chefe da Casa Branca seguir utilizando a ferramenta virtual após ser empossado no cargo. Mas as verdadeiras motivações por trás de tal objeção residem, efetivamente, no despreparo dos veículos de comunicação tradicionais para enfrentar um político armado de um meio de difusão de informação sobre o qual eles não têm (ainda, e não por falta de vontade) nenhum controle ou capacidade de manipulação. Vejamos, pois, as duas principais ameaças que o Twitter de Trump representa aos repórteres da Clinton News Network e demais apaniguadas:

1) Trump costuma “furar” a mídia por meio de seu perfil: A Carrier desistiu de transferir uma de suas instalações para o México e manteve 1000 empregos nos Estados Unidos? Você soube primeiro pelo @realDonaldTrump. A Fiat Chrysler anunciou o investimento de US$1 bilhão em Michigan e Ohio? Notícia exclusiva da rede social do presidente. Trump resolveu passar um pito nos chineses por roubarem um drone americano? Seu Twitter existe para isso mesmo, oras. E por aí vai.

A mídia estava habituada, desde sempre, a ser informada a respeito de toda e qualquer ação governamental, e ela, então, divulgar tudo em primeira mão. Não mais, aparentemente. Trump tira da imprensa uma parcela significativa de sua audiência com este expediente. O procedimento padrão, de transmitir aos jornais e redes de televisão qualquer nova intenção da maior autoridade estatal, bem como suas opiniões e posicionamentos a respeito de eventos ocorridos mundo afora, através de seu assessor de imprensa, para que, somente então, o grande público viesse a tomar conhecimento, parece ter ficado no passado. E perder esta reserva do mercado de mídia é algo extremamente grave para os cofres destas empresas.

Se os programas de governo forem anunciados todos por meio de seu perfil, vai ter muito diretor de redação arrancando os cabelos pela perda do público cativo. Também pudera: os tweets de Trump chegam a contabilizar centenas de milhares de RTs. Pense no alcance disso: é suficiente pra rodar o país inteiro e ainda sobra troco.

Aliás, ele poderia, com base na significativa disseminação de seus posts, extrapolar sua produção na grande rede e não mais pagar pela propaganda oficial do governo. Se sua equipe produzir um belo website, com vídeos e artigos, e usar o twitter para fazê-lo chegar ao povo americano, estará sendo dada publicidade às medidas adotadas pelo presidente sem gastar um centavo. Para que convocar coletivas, se ele pode gravar um pronunciamento e reproduzir online? Ou ainda fazê-lo ao vivo, caso prefira? Para que convocar rede nacional de televisão e rádio, se ele pode convocar seus quase vinte milhões de seguidores a passarem adiante sua mensagem?

Mais eficiência no manejo com o dinheiro do pagador de impostos do que isso é difícil imaginar – mas não surpreende, uma vez que Trump conseguiu a vitória no pleito eleitoral gastando em torno de ¼ do que dispendeu o partido Democrata. Mas essa economia de recursos públicos seria um baque (merecido) na liquidez de muitos grupos poderosos de comunicação daquele país.

ford-fiat

2) Trump, como se um bom boxeador fosse, não deixa golpe sem resposta imediata: Não importa se foi Maryl Streep “lacrando” na cerimônia do Globo de Ouro, ou se foi o “bombástico” dossiê divulgado pela Buzznews, ou se números falaciosos a respeito do Obamacare vem à tona, ou se fatos distorcidos são noticiados, a reação de Trump é a mesma: em poucos minutos, o contragolpe vem a galope pelas raias da fibra ótica.

Nada de notinhas comportadas (e do lar) como Michel Temer gosta de emitir, ou proferir respostas insosas ao estilo jogador de futebol, ou fazer cara de paisagem e ignorar a ofensa. Nada disso. Trump vai na jugular, e usando seu poderoso canhão de bytes. Deixar a mídia fazer lavagem cerebral em seus eleitores? De jeito nenhum.  Trump sempre faz questão de mostrar o outro lado (não enviesado à esquerda) das repetidas difamações contra sua imagem. E para Donald, a melhor defesa é o ataque. Vento que venta lá, venta cá.

streep

A mídia ainda não se deu conta de que o sinal dos tempos já raiou no horizonte, e o seu cartel do broadcast político foi para o brejo junto com o advento da Internet. O “Uber” da imprensa chegou, e não vai ter Paulo Haddad para salvá-la – muito embora, com este papo de fakenews e a tentativa de censura de material produzido por comunicadores independentes, fique claro que eles bem que gostariam de calar estes profissionais. Eles foram a causa de sua derrota em oito de novembro, e eles mesmos continuarão ajudando Trump a desmascarar charlatões até 2020. Avante com 140 caracteres, mister president! Que  João Dória e Marchezan Jr copiem sua ideia descaradamente…

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Por um Brasil sem Populismo!

Grand Park Lindóia: Ilha de Harmonia no coração do Jardim Lindóia

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Mais informações:
Luis Borges
e-mail:
luisaugustoborges@gmail.com
Fone: (51) 8039-0049

Passe Livre - Manifestação 12/01/2017

 

Publicado em 12 de jan de 2017

O que queremos?
- Passagem Grátis!
E quem vai pagar?
- Nós, com impostos!!!
Genius

Banco do Brasil vai liderar consórcio de bancos para socorrer o Rio


Rio-16: do sonho olímpico ao pesadelo

JULIO WIZIACK
LAIS ALEGRETTI
MAELI PRADO
MARINA DIAS
DE BRASÍLIA

 

O Banco do Brasil vai liderar um consórcio de bancos para fazer novos empréstimos ao governo do Rio com garantias do Tesouro. Caixa e Bradesco farão parte do grupo, que pode contar com mais instituições privadas.

Os valores, que giram em torno de R$ 3 bilhões, ainda não foram definidos e devem ser fechados na próxima semana, pois ainda dependem da venda da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro).

A privatização da empresa estadual é uma das condições impostas pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para que o Tesouro dê o aval necessário aos empréstimos a serem tomados com o consórcio de bancos.

Essa negociação envolve a participação da Assembleia do Rio.

A venda é uma forma de reduzir o endividamento do Estado com a União, que hoje é de cerca de R$ 76,8 bilhões.

Com a queda da arrecadação e com os pagamentos anuais da dívida, o governo fluminense aprofundaria seu rombo orçamentário, previsto em R$ 19,3 bilhões em 2017.

Segundo números apresentados por Pezão à equipe econômica, a suspensão do pagamento da dívida com a União eliminaria R$ 6 bilhões do rombo previsto.

A privatização da Cedae, outros R$ 6 bilhões. O restante seria bancado pelo empréstimo bancário e por cortes de despesas.

O fechamento do acordo do Rio com a União foi adiado para o fim da próxima semana, segundo anunciaram nesta quarta (11) Meirelles e o governador Luiz Fernando Pezão.

O acerto prevê a suspensão do pagamento das dívidas estaduais por pelo menos 36 meses e exige que o Estado, em contrapartida, tome medidas para conter gastos e equilibrar as contas, como interromper por dois anos os reajustes salariais acima da inflação e novas contratações de servidores, além do aumento de 11% para 14% da contribuição previdenciária dos funcionários públicos.

Meirelles disse que as equipes ainda vão trabalhar no detalhamento do acordo, que será apresentado ao STF (Supremo Tribunal Federal) para encerrar a disputa em torno da retenção de recursos do Estado para ressarcir o Tesouro por causa de calotes.

Meirelles negou qualquer tipo de empréstimo do governo federal para o Rio. Afirmou apenas que seriam possíveis operações com entidades financeiras.

Ainda segundo ele, as contrapartidas dadas pelo Estado estão em discussão. "O que já definimos é que há um amplo campo de redução de despesas, de reestruturação das dívidas e de possível concessão de novos empréstimos."

Rio-16: do sonho olímpico ao pesadelo

CORTE NOS SALÁRIOS

A redução da jornada de trabalho dos servidores estaduais com possível corte de salário também está em avaliação para reduzir o endividamento no Rio. A informação foi antecipada pelos jornais "O Globo" e "Valor" e confirmada pelaFolha.

Pezão disse que o assunto está em discussão no Judiciário. "São medidas discutidas dentro do STF há 16 anos", disse. "A gente depende de ser julgado dentro do STF."

Uma das justificativas para essa medida é a própria Lei de Responsabilidade Fiscal impor um limite de 60% da receita de gastos com pessoal.

O Rio informa que gastou 41,77% da sua receita com pessoal em 2015, mas o Tesouro considera que esse percentual só foi alcançado graças a manobras contábeis.


 

 

Folha de S  Paulo

Visita de advogado de facção deveria ser gravada nas prisões, diz ministro

GUSTAVO URIBE
DE BRASÍLIA

LEANDRO COLON
DIRETOR DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

 

Em meio a uma grave crise no sistema penitenciário, o ministro Alexandre de Moraes (Justiça) defende que a visita de advogados de chefes de facções criminosas a presídios seja monitorada, inclusive por meio de gravações.

"Eu acho que tem de ter o controle desse advogado", disse. "As lideranças são colocadas em um presídio de segurança máxima com bloqueadores de celulares, mas aí você permite visita íntima sem que o Estado possa filmar. Você permite a entrada de advogados, mas, nos outros países, quando ele fala, está sendo gravado", disse.

Moraes negou que o governo tenha demorado a reagir às matanças em presídios de Manaus e Boa Vista. Para ele, é "leviano" afirmar que a solução no sistema prisional será dada rapidamente.

Alan Marques/Folhapress

Alexandre de Moraes, no Ministério da Justiça

Alexandre de Moraes, no Ministério da Justiça

*

Folha - O presidente Michel Temer demorou três dias para se manifestar sobre o massacre em Manaus, e o sr. apresentou uma iniciativa considerada vaga em termos de medidas concretas...
Alexandre de Moraes - Perdão, mas foi considerada vaga por quem não entende nada, pseudoespecialistas. Alguns nunca viram um criminoso na frente. É muito fácil criticar os outros sem analisar o plano.

O sr. diz que a situação dos presídios não saiu do controle. Mas ao menos 99 pessoas foram mortas em uma semana.
Há no país 650 mil pessoas que estão no sistema penitenciário. Superlotado? Superlotado. Com problemas? Com grandes problemas. Com crise aguda nos Estados do Norte? Sim. Mas temos 650 mil presos que continuam sob a guarda dos respectivos Estados que estão se desdobrando para evitar qualquer problema. Nós temos uma crise aguda gravíssima, não descontrole.

Mas o governo federal não demorou para reagir?
De forma alguma. Há propostas permanentes. O plano nacional de segurança está sendo discutido desde 30 de maio. E não tem nada de vago, é tudo detalhado com previsão orçamentária. Agora, pseudoespecialistas têm preguiça de ler. Há as críticas de sempre, é possível ver que as críticas desses pseudoespecialistas são iguais, sempre. Quem achar que a situação é resolvida imediatamente é extremamente leviano. Não há possibilidade de se resolver em um passe de mágica.

Por que o governo não consegue enfrentar o principal problema na crise prisional, que é o poder das facções?
Esse é um dos problemas, não é o único.

Mas por que as autoridades geralmente negam a existência delas?
Infelizmente, o que se divulga é que o único problema é a facção A ou a facção B. A crise é crônica. Houve um aumento no número de presos e um descaso total com a questão. E aqui não é uma questão ideológica. Pode-se optar por construir mais presídios, um sistema de penas alternativas ou pela junção de ambos. E é o que estamos optando. As gangues se formam porque alguém quer dominar internamente.
O problema é que essas facções internas conseguem se comunicar externamente. E aí vem o segundo grande problema, para mim, o maior: a corrupção. Entra celular, bebida, droga, comunicação.
A corrupção estimula o poder das lideranças. O que estimula o crescimento das facções é a prisão errada. O Brasil prende muito, mas mal. Se alguém pula o muro e subtrai um botijão de gás, é acusado de furto qualificado mediante empreitada com pena privativa de liberdade. E alguém que rouba com fuzil e faz parte de organização criminosa, recebe também pena privativa de liberdade. Os dois vão para a penitenciária.
Na hora que são presos milhares de pequenos traficantes que não fazem parte de organizações criminosas, você coloca soldados nas mãos das lideranças dos presídios.

Rebelião e morte em Manaus

Não há também uma negligência externa de combate às facções?
Não é uma negligência. No mundo inteiro, o combate ao tráfico de drogas é feito. Você prende e apreende mais drogas e prende as lideranças. Hoje, as grandes lideranças estão presas. O que tem de ser feito de forma mais efetiva é encerrar a comunicação delas com os outros. Aí entra outra coisa que não se discute no Brasil, o país mais negligente na questão de legislação com grandes lideranças. Pode ter visita íntima e pode ter conversa de liderança sem que se grave.

Então deve ter uma revisão na legislação para chefes de facções?
Eu diria uma revisão procedimental, de direito penitenciário. As lideranças são colocadas em um presídio de segurança máxima com bloqueadores de celulares, mas aí você permite visita íntima sem que o Estado possa filmar. Você permite a entrada de advogados, mas, nos outros países, quando ele [advogado] fala, está sendo gravado. Não pode passar isso para fora, o sigilo deve ser garantido.

O sr. acha que tem que gravar conversa do advogado com os chefes de facção presos?
Eu acho que tem de ter o controle desse advogado. Recentemente, foi feita uma operação em São Paulo em que foram presos mais de 20 que não eram advogados.
Uma coisa é o advogado da causa, que está defendendo a pessoa, outra é toda pessoa que se identifica como advogado poder ingressar e conversar. Obviamente que, em São Paulo, eram advogados só de fachada, eram criminosos com carteira de advogados, como a própria OAB disse.

O Ministério da Justiça irá propor essa alteração?
Esse é um dos pontos que vamos conversar com os secretários estaduais [dia 17]. Todas essas alterações, inclusive a implantação do plano de segurança pública, tem de ter o apoio da maioria.

O PCC começou em um presídio de SP, e os governos do PSDB negaram por muitos anos o crescimento da facção, sendo que hoje ela está presente em todo o país. Houve negligência das gestões tucanas?
De forma alguma. Se compararmos as lideranças presas, o sistema penitenciário e a construção de presídios em São Paulo em relação a todo o país, é possível ver que é um modelo que deve ser seguido.

Mas a sensação é que o poder público continua minimizando a força do PCC no país.
Não subestimamos a força de nenhuma facção, mas talvez a imprensa superestime.

Na última quinta-feira (5), o sr. havia dito que Roraima não havia pedido socorro nos presídios, e depois saiu um ofício provando que tinham pedido. O sr. não caiu em contradição?
Não, eu não caí em contradição. Lembrei de um dos pedidos e me esqueci do outro. A governadora [Suely Campos, do PP] esteve no ministério duas ou três vezes. Não tenho problema nenhum em dizer que eu esqueci. O outro pedido foi para agir como agente penitenciário e foi negado, como será negado novamente se for pedido. Porque não está previsto em lei.
A Força Nacional de Segurança pode se transformar em uma grande moeda de negociação com os Estados?
A minha ideia é transformar a Força Nacional em espécie de guarda nacional, como a americana, guardadas as devidas proporções. Como fazer isso? Primeiro, uma medida provisória para possibilitar o alistamento de policiais militares inativos até cinco anos. A ideia é ter uma Força de 7.000 homens neste ano.

O sr. se sente firme no cargo? As críticas externas preocupam?
Críticas devem ser feitas quando são construtivas para balizar a atuação. O meu cargo é de confiança do presidente e, enquanto tiver a confiança dele, e eu tenho, vou continuar trabalhando.

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Raio-X

Formação: graduou-se em direito na USP em 1990

Carreira: filiado ao PSDB, já foi promotor (1991-2002), secretário estadual da Justiça de SP (2002-2005), membro do CNJ (2005-2007), secretário municipal de Transportes (2007-2010) e de Serviços (2009-2010) e secretário estadual de Segurança Pública (2015-2016); também atuou na área acadêmica


 

Folha de S. Paulo