Monique Alfradique, atriz brasileira

 

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Monique Alfradique

Nome completo
Monique de Araújo Alfradique

Nascimento
29 de abril de 1986 (30 anos)
Niterói, Rio de Janeiro
Brasil

Ocupação
Atriz

Página oficial
IMDb: (inglês)

Monique de Araújo Alfradique (Niterói, 29 de abril de 1986) é uma atriz brasileira.

Índice

Biografia

A vontade de se tornar atriz começou com teatro infantil e campanhas publicitárias. Iniciou na televisão como paquita noPrograma da Xuxa, exibido pela Rede Globo, onde trabalhou de 1999 a 2002.[1]

Depois de fazer algumas participações em Malhação e Agora É que São Elas,[1] conseguiu seu primeiro papel de protagonista na novela A Lua Me Disse.[2] Já em 2006, após passar por teste, Monique foi escalada para viver uma das protagonistas deMalhação, a vilã patricinha Priscila,[3] enquanto fazia a peça A Mentira de Nelson Rodrigues. Ficou um ano e meio no programa, mas saiu para viver a Fernanda de Beleza Pura. Depois foi morar em SP para uma temporada da peça Comedia dos Erros deShakespeare.[4]

Em 2004, Monique participou do filme Loucuras a Dois de André Prado no elenco também contava com a participação de Giselle Policarpo.

Em 2009, participou da minissérie Cinquentinha,[5] aonde viveu Bárbara Romero, neta da personagem de Susana Vieira. Ainda em 2009, participou de Cama de Gato onde viveu a jovem médica Érica Castiglione, neta da personagem de Berta Loran.[6][7]

Em 2011, interpretou novamente Bárbara Romero na série Lara com Z,[8][9] uma segunda temporada de Cinquentinha,[10] e esteve em cartaz com a peça Escola de Mulheres deMolière.[11] No mesmo ano, atuou na novela Fina Estampa.[12][13] Em 2014, interpreta Luiza, uma jovem estudante de psicologia que se torna garota de programa, na série doMultishow, A Segunda Vez.[14]

Monique participou dos quadros Dança no Gelo[15] e Desafio do Faustão, no Domingão do Faustão, na Rede Globo, sendo que ela venceu o desafio de desfilar por todas as 14escolas de samba de São Paulo.[16] Além disso, Monique participou, em 2008 do videoclipe da canção "Alguém Que Te Faz Sorrir", da banda Fresno.[17]

Carreira

Televisão

Ano
Título
Personagem

1996
Vira Lata
criança

1999
Xuxa Park
Paquita

2001
Planeta Xuxa
Dique

2003
Agora É que São Elas
Patrícia

Malhação
Natália

2004
As Aventuras do Txutxucão
Gata Mia

2005
A Lua Me Disse
Branca Sá Marques

2006
Dança no Gelo
Ela mesma (reality show do Domingão do Faustão)

Malhação
Priscila Bittencourt (2006-2007)

2008
Beleza Pura
Fernanda Brito

Episódio Especial
Ela mesma

Casos e Acasos
Gabriela (ep. "O Celular, a Viagem e o Dia Seguinte")

2009
Cinquentinha
Bárbara Romero

Cama de Gato
Érica Castiglione

2010
A Princesa e o Vagabundo
Léia

Na Forma da Lei
Nininha Mourão

2011
Lara com Z
Bárbara Romero

Fina Estampa
Beatriz Lobo

2012
Dança dos Famosos 9
Ela mesma (reality show do Domingão do Faustão)

Casseta & Planeta
Princesa Kate Midletton[18][19]

Giselle Peitchen

2013
Super Chef Celebridades
Ela Mesma/Participante

2013
Didi, o Peregrino
Rebeca[20]

2014
A Segunda Vez
Luíza[21]

2015
Tá no Ar: a TV na TV
Ela mesma

#PartiuShopping
Perla [22][23]

A Regra do Jogo
Tina

2016
A Secretária do Presidente
Ilde

2017
A Villa
[24]

Cinema

Ano
Título
Personagem

1999
Xuxa Requebra
Aluna / Paquita

2001
Xuxa e os Duendes
Fada

2004
Loucuras a Dois
Bruna

2005
Oi, Meu Amor
Bela (curta-metragem)

Teatro

Ano
Título

1997
Os Bastidores

1998
Eu acredito em duende

2001
O incrível mundo da imaginação

2002
Juventude

2003
Dálmatas

2004
Fama: o Musical

2005
Os Incríveis Anos 60

2006
A Mentira

2007
Lembranças de um Sonho

2009
A Comédia dos Erros

2010
Mordendo os Lábios

2011
Escola de Mulheres

2012
A Garota do Biquini Vermelho

Referências

  1. Ir para:a b «Monique Alfradique». UOL. Consultado em 5 de dezembro de 2011.
  2. Ir para cima↑ Pedro Paulo Figueiredo (6 de agosto de 2005). «"A Lua me Disse foi um presente", diz Monique Alfradique». Terra Networks. Consultado em 5 de dezembro de 2011.
  3. Ir para cima↑ «Monique Alfradique volta à TV na nova fase de "Malhação"». Terra Networks. 8 de janeiro de 2006. Consultado em 5 de dezembro de 2011.
  4. Ir para cima↑ «Globo Teatro: Aos 23 anos, Monique Alfradique encara uma maratona teatral».Globo.com. 29 de julho de 2009. Consultado em 5 de dezembro de 2011.
  5. Ir para cima↑ «Monique Alfradique corta e clareia os cabelos para 'Cinquentinha'». EGO.Globo.com. 10 de agosto de 2009. Consultado em 2 de dezembro de 2011.
  6. Ir para cima↑ Redação Rede Globo. «Érica Castiglione». Globo.com. Consultado em 2 de dezembro de 2011.
  7. Ir para cima↑ «Monique Alfradique muda cor de cabelo para a novela Cama de Gato». Contigo!.Abril.com. 9 de março de 2010. Consultado em 2 de dezembro de 2011.
  8. Ir para cima↑ «Monique Alfradique grava cenas de Lara com Z em Ipanema». Contigo!. Abril.com. 28 de março de 2011. Consultado em 2 de dezembro de 2011.
  9. Ir para cima↑ Redação Rede Globo (31 de janeiro de 2011). «Lara com Z: Eliane Giardini e Monique Alfradique também estão no seriado». Globo.com. Consultado em 2 de dezembro de 2011.
  10. Ir para cima↑ Felipe Abílio (15 de junho de 2011). «Monique Alfradique: “A Bárbara marcou minha vida”». IG. Consultado em 5 de dezembro de 2011.
  11. Ir para cima↑ Elzlane Santos (30 de maio de 2011). «Oscar Magrini em “Escola de Mulheres” dias 04 e 05 de junho». Consultado em 5 de dezembro de 2011.
  12. Ir para cima↑ Redação Rede Globo (17 de junho de 2011). «Fina Estampa: Lília Cabral terá aparência masculina na novela». globo.com. Consultado em 6 de novembro de 2011.
  13. Ir para cima↑ Redação Rede Globo (17 de setembro de 2011). «Monique Alfradique entra em Fina Estampa como a discreta Beatriz». Globo.com. Consultado em 2 de dezembro de 2011.
  14. Ir para cima↑ «Monique Alfradique mostra talento no pole dance e fala das cenas de sexo em "A Segunda Vez": "O foco é a história"». A Segunda Vez - Multishow. 12 de agosto de 2014. Consultado em 19 de agosto de 2014.
  15. Ir para cima↑ «Monique Alfradique deixa Dança no gelo; Claudia Ohana é eliminada». Terra Networks. 22 de outubro de 2006. Consultado em 2 de dezembro de 2011.
  16. Ir para cima↑ Laís Oliveira (3 de fevereiro de 2008). «Monique Alfradique: desafio cumprido com animação e sorriso no rosto». EGO. Globo.com. Consultado em 2 de dezembro de 2011.
  17. Ir para cima↑ «Monique Alfradique aparece ousada para o Fresno». Caras. UOL. 2 de dezembro de 2008. Consultado em 2 de dezembro de 2011.
  18. Ir para cima↑ Gshow (25 de outubro de 2012). «Além dos humoristas, programa terá participações ilustres». O Programa - Casseta e Planeta Vai Fundo. Consultado em 02 de agosto de 2014.
  19. Ir para cima↑ UOL RJ (29 de outubro de 2012). «Monique Alfradique e Ricardo Pereira se transformam em Kate e William em humorístico». UOL Televisão. Consultado em 02 de agosto de 2014.
  20. Ir para cima↑ Rede Globo (19 de dezembro de 2013). «Didi, O Peregrino: Monique Alfradique é Rebeca no filme de Renato Aragão». Rede Globo > fim de ano. Consultado em 02 de agosto de 2014.
  21. Ir para cima↑ Paulo Pacheco (02 de agosto de 2014). «Revelada por Xuxa, Monique Alfradique vive garota de programa». UOL. Notícias da TV. Consultado em 02 de agosto de 2014.
  22. Ir para cima↑ Flávia Muniz (2 de maio de 2015). «Monique Alfradique será uma perua consumista em série de TV». O Dia. Consultado em 30 de maio de 2015.
  23. Ir para cima↑ «Monique Alfradique fala do seu novo papel no Multishow, a piriguete Perla». UOL. Glamurama. 22 de fevereiro de 2015. Consultado em 30 de maio de 2015.
  24. Ir para cima↑http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2016/11/21/internas_viver,676198/paulo-gustavo-deixa-o-elenco-do-vai-que-cola-para-criar-nova-serie-no.shtml

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Ligações externas


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Paquitas

Integrantes

1ª Geração

2ª Geração

3ª Geração

4ª Geração

Álbuns de estúdio

Trilhas sonoras

Filmografia

Televisão

Relacionados

 

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Mônica Waldvogel, jornalista e apresentadora

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Mônica Waldvogel

Mõnica em 2009

Nascimento
9 de fevereiro de1956 (60 anos)
São Paulo, SP

Nacionalidade
Brasil brasileira

Ocupação
jornalista

Mônica Waldvogel (São Paulo, 9 de fevereiro de 1956) é uma jornalista e apresentadora brasileira.

Carreira

Mônica começou sua carreira de repórter de TV na TV Manchete, em 1983. Em 1988 foi contratada pela TV Globo para ser repórter da área econômica em Brasília. Destacou-se na cobertura da Constituinte e de diversos planos econômicos, além de um impeachment presidencial e diversas CPIs.

Deixou a reportagem diária em 1996, quando a Globo a transferiu para São Paulo como editora e apresentadora do Jornal da Globo.[1] No ano seguinte foi transferida para o Rio como editora e apresentadora do Jornal Hoje.[2]

Mônica trabalhou até 1996 no SBT, onde integrou a equipe de Bóris Casoy no TJ Brasil.

Na Globo, Mônica apresentou o Jornal da Globo, Bom Dia São Paulo e o Jornal Hoje. Eventualmente apresentou o Jornal Nacional. Sua passagem pela emissora foi de 1996 até 2001.

Em 2001, se transferiu para a Record, apresentando o Fala Brasil até 2004, quando voltou para o SBT.

De volta ao SBT, comandou o programa de entrevistas Dois a Um até 2006.

Esteve no GNT de 2001 a 2014, paralelamente às passagens por emissoras de TV aberta, e na Globonews desde 2006, quando deixou o SBT.

No GNT, Mônica comandou por muitos anos o programa Saia Justa, que ela idealizou. Em sua primeira versão, o programa reunia ela, a escritora Fernanda Young, a cantora Rita Lee e a atriz Marisa Orth. Nos anos seguintes o programa trocou diversas vezes os participantes, mas Mônica foi a única a permanecer. Em 2013, ela deixou o programa.

Na Globonews, estreou integrando o time de âncoras do Jornal das Dez e hoje apresenta o programa de entrevistas Entre Aspas.[3]

Referências

  1. Ir para cima↑ Jornal da Globo
  2. Ir para cima↑ Jornal Hoje
  3. Ir para cima↑ Memória Globo

Ligações externas

Precedido por
Lillian Witte Fibe
Apresentação do Jornal da Globo
1996 - 1998
Sucedido por
Sandra Annenberg

Precedido por
Fátima Bernardes
Apresentação do Jornal Hoje
1998 - 1998
Sucedido por
Renata Vasconcellos

Precedido por
Carlos Nascimento
Apresentação do Bom Dia São Paulo
1999 - 2000
Sucedido por
José Roberto Burnier

Precedido por
Veruska Donato
Apresentação do Jornal das Dez
2005 - 2008
Sucedido por
Carla Lopes (de jure) Carlos Alberto Sardenberg (de fato)

Precedido por
Maria Beltrão
Apresentação do Entre Aspas
2008 - presente
Sucedido por
atual

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Jornal da Globo

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Jornal Hoje

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Fala Brasil

Apresentadoras titulares
Roberta Piza · Carla Cecato

Apresentadoras especiais
Jéssica Senra  · Lidiane Shayuri  · Manuela Queiroz  · Salcy Lima

Ex-apresentadores
Silvia Poppovic · Doris Giesse · Rosana Hermann · Rafael Moreno · Renata Vianello · Duda Seidl · Virgínia Novick · Bob Floriano · José Luiz Datena · Adriana de Castro ·Miguel Dias · Mônica Waldvogel · Rodolpho Gamberini · Joyce Ribeiro  · Fernanda Fernandes  · Alexandre Giacheto  · Simone Nitole · Janine Borba · Marcos Hummel ·Luciana Liviero · Adriana Reid · Thalita Oliveira

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Jornal Nacional

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ve

Bom Dia São Paulo

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ve

Bom Dia Brasil

 

Wikipédia

Mônica Veloso, jornalista e apresentadora de televisão

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Mônica Veloso

Nascimento
25 de agosto de1968 (48 anos)

Nacionalidade
Brasil Brasileira

Ocupação
Jornalista e apresentadora

Procurar imagens disponíveis

Mônica Veloso (Nanuque, MG, 25 de agosto de 1968) é uma jornalista e apresentadora de televisão brasileira.

No passado foi apresentadora de telejornais transmitidos pela Rede Globo. Tornou-se nacionalmente conhecida em 2007, no epísódio que recebeu o nome de Renangate, por envolver o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros.[1]

Mônica teve uma filha (nascida em 2004) com o senador e dele recebia a pensão alimentícia que, de acordo com acusações , paga no valor de doze mil reais das mãos de um funcionário da empreiteira Mendes Júnior, Cláudio Gontijo.[2] Renan Calheiros foi investigado por essa e outras acusações mas foi absolvido por votação no Senado.

Ensaio na Playboy

Meses mais tarde, Mônica aceitou ser fotografada por J.R. Duran, para a revista Playboy.[3] O ensaio estava previsto para ir às bancas no mês de setembro, mas foi adiado para outubro porque, segundo a jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, Mônica não teria gostado de algumas fotos do ensaio e teria resolvido fazer outras. Mônica nega sistematicamente que suas fotos tenham sido objeto de tratamento por Photoshop ou programa semelhante. O valor do cachê não foi divulgado, embora tenha ficado acertado que Mônica Veloso receberá um percentual sobre as vendas da edição.

Uma das fotos retoma o uso de uma cadeira modelo 3107 de Arne Jacobsen, que fora já usada numa foto célebre de Christine Keeler.

No lugar de Mônica Veloso, a revista publicou fotos da atriz Bárbara Paz na edição de setembro.

Vrum

Apresentava o programa Vrum da TV Alterosa desde 2008, mas em agosto de 2012 é demitida do programa por não aceitar o corte do salário em mais da metade.[4]

Referências

  1. Ir para cima↑ «Folha OnLine». Consultado em 24 de setembro de 2008.
  2. Ir para cima↑ «Senadores na mídia». Consultado em 24 de setembro de 2008.
  3. Ir para cima↑ «Abril.com». Consultado em 24 de setembro de 2008.
  4. Ir para cima↑ http://colunas.revistaepoca.globo.com/felipepatury/2013/03/09/monica-velloso-processa-o-senado-para-cobrar-pensao/

 

 

Wikipédia

 

Monica Tonial, diretora na Planarh Desenvolvimento Organizacional

 

POcYiHNl

Saiba mais:

Pessoas como Agente – clicRBS
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sobre a empresa – Planarh
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Imagens de Mônica Tonial

Mais imagens para Mônica Tonial

Gaúcha investe em parceria com novos blogueiros | Grupo RBS
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Curso de Psicologia promove Curso de Coaching | URI Erechim
Tonial - Saiba tudo sobre este sobrenome brasileiro | Name Statistics ...

ACHTUNG BABY – O DIA EM QUE UM PROFESSOR DE HISTÓRIA RESOLVEU FALAR DE UM “GRANDE LÍDER”…

blog

Por Mariano Andrade, publicado em Contraponto

O professor de História entra na sala de aula, portando consigo uma cópia de Mein Kampf, atraindo olhares obtusos dos alunos.

— Bom dia, turma. Hoje nossa aula será dedicada a estudar a jornada e o legado de um grande líder do século XX. Eu gostaria de começar no longínquo ano de…

— Nazista! Nazista! Eu me recuso a ficar aqui ouvindo você falar desse monstro, interrompe uma aluna.

— Calma, pondera o professor. Eu ia apenas dizendo que ele começou a moldar sua liderança por acreditar que podia unir seu povo num governo solidário. Ocorre que…

— Solidário, professor?! – brada outro aluno. Ele criou massas de manobra, verdadeiros escravos. A solidariedade não existia. Era um socialismo de fachada onde os “amigos do rei” tinham tudo do bom e do melhor enquanto o povo passava fome.

— Veja – retruca o professor. Ele se interessou pela política em parte por encontrar exatamente um cenário de devastação econômica, com alto desemprego e nações militarmente mais fortes se beneficiando financeiramente de acordos que…

— Isso é falácia, professor. Não há desculpa para expiar um genocida deste calão.

— Isso mesmo, faz coro outro aluno. Ainda por cima, perseguiu milhões de pessoas por racismo, intolerância religiosa e homofobia. Matou outros tantos simplesmente para criar a tal solidariedade, uma pureza fabricada. Um nojo!

— Acabou com a liberdade de imprensa e de religião, oprimiu seu povo, impediu manifestações. Professor, aqueles filmes com todo mundo ouvindo seus discursos inflamados é pura propaganda. Era uma felicidade de fachada.

— Turma, vocês talvez sejam jovens demais para perceber que ele era um visionário, um líder que queria o melhor para seu povo. Um homem cândido por dentro, tanto que…

— Cândido? O senhor só pode estar nos zoando. O cara exterminou milhões de pessoas. Fuzilou oponentes, homossexuais, jornalistas, escritores, gente trabalhadora e de bem. Quantas famílias foram desfeitas? A única esperança para os perseguidos era abandonar seus lares na tentativa de fugir com vida e buscar um recomeço em terras estrangeiras.

— Isso mesmo, professor. Concordo com o que meu colega disse e acrescento que este monstro se apropriou de bens de civis inocentes, tomando para si terras, casas, dinheiro, obras de arte, jóias, e tudo mais. Tornou-se um homem riquíssimo sob a fachada do socialismo fraterno.

— Pessoal, vocês não vêem o quanto o legado deste líder será benéfico para seu povo no futuro? – indaga o professor, já cansado do debate.

— Professor, o senhor está louco. O mundo globalizou-se e, apesar das ondas nacionalistas mais recentes, não há mais volta. Qualquer nação que se fechar pro mundo, será destruída economicamente. O quê de bom esse sujeito deixou, meu Deus?

— Galera, vamos ocupar esse barraco aqui, grita um outro lá do fundo. Temos que expulsar esses professores reacionários desta escola! Ocupação já!

Instalou-se uma gritaria na sala por alguns minutos, até que finalmente o professor conseguiu acalmar os ânimos e concluir sua aula.

— Prezados alunos, vim aqui hoje para falar sobre Fidel Castro.

Os queixos começaram a cair…

— Pelo que percebi, vocês conhecem bastante da história deste homem, pois tudo o que vocês disseram foi bastante pertinente à trajetória dele e latente em sua doutrina.

Olhares perplexos… O professor seguiu:

— Porém, uma diferença entre Hitler e Castro é que Castro jamais obteve um voto sequer. Mesmo assim, esteve no poder por quase 60 anos.

Nem um pio… E, enfim, a conclusão do mestre:

— Certa vez, Castro disse que a História se encarregaria de absolvê-lo. Vocês, nobres alunos, o julgaram aqui hoje, condenando-o a um lugar na História ao lado de Hitler. Parabéns e até a próxima semana.

(Nota do autor: Não sei se é possível relativizar assassinos. É claro que a maldade de Hitler teve alcance muito maior. De antemão, peço desculpas aos que se sentirem ofendidos pela analogia – e não comparação – explorada no texto)

ÓBITOS POR AGRESSÕES POR CAUSAS EXTERNAS MOSTRAM MAIS UMA VEZ O DESLOCAMENTO DOS CORREDORES DE EXPORTAÇÃO DE COCAÍNA PARA O NORDESTE!

1. O Estado de S. Paulo (28) divulgou a estatística oficial de mortes por agressões externas. O quadro completo é referido a 2014. De lá para cá, se algo ocorreu foi a intensificação dessa tendência. As Capitais respondem por 30% desses óbitos por causas externas no Brasil.
2. Nos últimos 20 anos ocorreu uma mudança regional das principais taxas de homicídios dolosos, saindo do Sudeste –especialmente Rio e S.Paulo- e passaram a se concentrar no Nordeste. O corredor de exportação de cocaína vindo da Bolívia e Peru (e menos Colômbia, que preferencialmente abastece o mercado norte-americano), passava pelos portos e aeroportos dos Estados do Rio (Rio) e de S. Paulo (S. Paulo e Santos) e seguia para o mercado europeu via península ibérica.
3. A repressão às rotas de acesso via Rio e S.Paulo, e a repressão na costa e nos aeroportos de Espanha e Portugal foram induzindo à criação de um novo corredor de acesso ao mercado europeu. A facilidade de corrupção das autoridades superiores em países como Guiné Bissau –que se transformou num narco-estado (e, diga-se, está superando progressivamente essa situação nos últimos 2 anos) criou as melhores condições para os traficantes.
4. O corredor de exportação de cocaína passou a se dar através da África Ocidental. A proximidade com a costa do Nordeste brasileiro foi criando uma ponte aérea de avionetas e barcos que despejavam as cargas de cocaína na costa africana para serem resgatadas, inicialmente sem qualquer repressão.
5. A alta correlação entre tráfico de drogas e homicídios em função da disputa entre gangues dos pontos de venda (o que a época de ouro do tráfico de whisky pelas máfias norte-americanas intensificado pela lei seca registra amplamente) foi elevando os números da taxa de homicídios dolosos no Nordeste e reduzindo no Sudeste.
6. A tabela apresentada pelo Estado de S. Paulo (28) para 2014 mostra isso com extrema clareza. As taxas de óbitos por agressões por causas externas por 100 mil habitantes despencaram na cidade de S. Paulo para 13,8 e na cidade do Rio de Janeiro para 21,32.
7. Nas capitais nordestinas ocorreu fenômeno inverso. Fortaleza, São Luís e Maceió cresceram para taxas espantosas de 87, 89 e 82. Salvador, que anos anteriores era das capitais a segunda menor em taxa de homicídios, agora tem a taxa de 49. Recife 44, Natal 63, João Pessoa 65, e Teresina 58. Em várias pequenas cidades do litoral nordestino essas taxas são ainda mais altas.
8. Na medida em que cabe às autoridades federais a repressão ao tráfico internacional de drogas e armas, e os governos nordestinos contam com recursos fiscais insuficientes, caberia ao governo federal, através de suas instituições policiais e militares (patrulhamento da costa) assumir o controle das operações de repressão a esses corredores.

 

Ex-Blog do Cesar Maia

O COPO VAZIO DA UTOPIA. OU: DEMÉTRIO MAGNOLI X VERISSIMO: A ESQUERDA QUE PENSA E AQUELA QUE SÓ MENTE

Dois assassinos frios e cruéis: eis um fato, não uma opinião.

Dois assassinos frios e cruéis: eis um fato, não uma opinião.

Luís Fernando Verissimo está de volta de suas férias. Você logo sabe pelo cheiro podre que o jornal emana na página de Opinião. Lá está ele, o assassino da Velhinha de Taubaté quando tinha seus camaradas do PT no poder, a tecer elogios ao tirano Fidel Castro, ainda que com ares de “isenção”, e logo depois a meter o pau em Donald Trump. O leitor fica com a nítida sensação de que, se o ditador cubano divide opiniões sinceras, o magnata americano é uma unanimidade: alguém muito pior, claro!

Verissimo faz as velhas concessões patéticas de que Fidel, ao menos, focou no social e conquistou avanços na educação e na saúde, algo que somente pessoas desprovidas de qualquer conhecimento ou caráter faria. Eis a forma acanhada que um socialista utiliza para, no fundo, bajular um monstro assassino que destruiu uma nação inteira e, com ela, a esperança de todo um povo:

Primeiro, Fidel. Eis um assunto sobre o qual é impossível ter uma opinião só. Você pode admirar a revolução que derrubou um ditador corrupto e instalou um governo socialista que priorizou a saúde e a educação do povo, além de resistir a anos de bullying do seu vizinho americano, ou lamentar que os mesmos guerrilheiros que incendiaram a imaginação do mundo com sua vitória adotassem um regime totalitário, que prendia opositores e desrespeitava direitos humanos. O entusiasmo com Castro e sua revolução durou das primeiras notícias da insurreição até as primeiras notícias das execuções no paredón. Muitos na esquerda justificaram os excessos e mantiveram seu entusiasmo, outros se desiludiram, outros ficaram firmemente em cima do muro. As conquistas sociais em Cuba só poderiam ter acontecido sob o governo forte de um comandante único, ou não? De qualquer maneira, foi-se uma das grandes personalidades do mundo, não importa que opinião — ou que opiniões contraditórias — se tenha dele.

Felizmente, há vida inteligente e honesta na esquerda intelectual. Se Verissimo resolve enaltecer as “conquistas” de Fidel, que ele não sabe se seriam possíveis sem a “mão de ferro” do comandante, Demétrio Magnoli preserva a verdade dos fatos e mostra, em sua coluna, quem foi de fato esse tirano idolatrado pela esquerda jurássica – inclusive por muitos tucanos da velha guarda. E aproveita para bater nos “jornalistas”, que fingem não perceber o ambiente de terror totalitário que impede qualquer opinião sincera dos “entrevistados”. Diz Demétrio:

Visitei Cuba em 1994, no auge do Período Especial, o termo orwelliano escolhido pelo regime castrista para batizar a crise trágica derivada da implosão da URSS. Casualmente, encontrei-me em Havana com uma ex-aluna, que estava furiosa com um motorista de táxi atrevido o suficiente para queixar-se do governo. A jovem brasileira, encantada com o mito da Revolução Cubana, pensava em denunciar à gerência do hotel (isto é, na prática, ao governo) o taxista que “manchava” a “imagem de Cuba”. Lembrei-me do episódio acompanhando a cobertura da morte de Fidel Castro. Com honrosas exceções, a imprensa prestou lealdade ao ícone revolucionário, virando as costas, em indisfarçável desprezo, aos cubanos comuns.

Os jornais encheram-se de declarações de estadistas, inclusive de nações democráticas, prestando homenagem a uma figura que, “embora controvertida”, teria desafiado o imperialismo, promovido a soberania de Cuba e oferecido justiça social a seu povo. Nas capas e nos textos internos, sobraram palavras épicas, especialmente “História” e “Revolução”, que costumam ganhar o adorno da inicial maiúscula. Na TV, de correspondentes brasileiros, ouvi panegíricos a Fidel que seus próprios aduladores cubanos já têm vergonha de entoar. Tanto quanto os estadistas, os jornalistas beberam avidamente no copo da utopia, enterrando a realidade factual sob pilhas espessas de sentenças ideológicas.

[…]

Os repórteres fingiram não ver o medo — e se recusaram a espiar dentro dos lares. Na segurança dos espaços privados, longe dos ouvidos de vizinhos nem sempre confiáveis, pronunciaram-se frases inconvenientes, abriram-se garrafas de rum, alguns até mesmo brindaram. Os jornalistas deveriam saber que Cuba, afinal, não é o equivalente de Fidel.

As lições sobre o medo estão à mão, em incontáveis relatos. Um exemplo é suficiente. O dissidente soviético Natan Sharansky tinha 5 anos quando morreu Stalin. Seu pai explicou-lhe, então, “que Stalin era uma pessoa horrível, que matou muitas pessoas”, mas pediu-lhe a maior discrição: “Faça o que todo mundo fizer”. Natan obedeceu. “Fui para a escola e chorei junto com todas as crianças e cantei com todas elas as músicas que diziam quão grande foi Stalin”. A dissociação entre o gesto público e o privado, entre o que se diz e o que se pensa, é uma marca inconfundível da vida cotidiana nos regimes totalitários. Sharansky: “Isso é como funciona a mente de um cidadão leal, você faz tudo o que te mandarem fazer. E, ao mesmo tempo, você sabe que tudo é mentira.”

Que diferença para os comentários de Verissimo, logo acima no mesmo jornal. Demétrio preserva a honestidade intelectual, e por mais que discordemos de várias coisas, algo natural sendo ele alguém de esquerda, posso respeitá-lo pela coragem de atacar os ídolos falsos do socialismo.

Já Verissimo representa a hipocrisia da esquerda caviar, a falsidade de quem sabe manipular fatos para enganar trouxas, uma pessoa dissimulada que, quando não está criando histórias engraçadinhas sobre o cotidiano, está a serviço da doutrinação ideológica, ou fazendo prefácios para “pensadores” do porte de um Gregorio Duviver. Ou seja, é a decadência em pessoa!

Todos aqueles que usaram a morte de Fidel para elogiar o socialismo, qualquer parte que fosse, mostraram-se mentirosos e foram à contramão da História, não aquela em que seus professores marxistas acreditavam, cujo destino inexorável seria o socialismo, mas a real, uma coletânea de fatos que refuta qualquer outra definição para Fidel que não a de um monstro.

Não se trata de mera opinião. Não é algo aberto a debates. É um fato. Como é um fato que Hitler foi um monstro. O copo da utopia secou, está vazio. E a essas viúvas socialistas, resta apenas mentir, e mentir, e mentir…

Rodrigo Constantino

DITADURA DOS CASTRO EM CUBA É A MAIS LETAL DO CONTINENTE, COMPROVA ESTUDO

A ditadura cubana iniciada pela revolução conduzida por Fidel Castro em 1959 é o regime mais sanguinário em impacto relativo à sua população entre as diversas autocracias espalhadas pela América Latina na segunda metade do século 20.

Essa é a leitura imperfeita e possível dos conflitantes dados disponíveis para comparação. Por óbvio, não se trata de atenuar um regime em relação ao outro, mas de lançar alguma luz em um momento em que a demonização e a santificação de Fidel andam de mãos dadas pelas redes sociais.

O problema central para alcançar alguma precisão metodológica é o fato de que não há dados oficiais de Havana sobre as vítimas do regime ainda no poder, naturalmente.

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Um trabalho considerado mais ponderado e bem documentado é divulgado pelo projeto “Cuba Archive”, coordenado por uma ONG de cubanos-americanos.

Ele computa 7.326 mortos e desaparecidos nas prisões cubanas, a maioria (quase 6.000) fuzilada ou assassinada extrajudicialmente. Não se incluem aí os afogados, que perfazem dezenas de milhares segundo diversos relatos.

Considerando essa estimativa mais conservadora, nos seus 57 anos de ditadura, Cuba produziu 65 mortos ou desaparecidos por grupo de 100 mil habitantes.

“O Livro Negro do Comunismo”, obra de referência europeia que sofreu críticas por supostas imprecisões, aponta até 17 mil fuzilamentos ao longo dos anos Castro. Sob essa métrica, a média sobe para 154,5 mortos por 100 mil habitantes.

A Argentina, por sua vez, registrou um grupo de 30,9 mortos e desaparecidos por 100 mil habitantes nos sete anos de governo militar. O Chile do general Augusto Pinochet, 23,2 por 100 mil habitantes nos 17 anos do regime.

Já o Brasil, segundo os dados da Comissão Nacional da Verdade, teve 434 mortos ou desaparecidos nos 21 anos de governo de generais, encerrados em 1985. Um índice de 0,3 por 100 mil habitantes.

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Eis o momento em que dá bug no cérebro – ou naquilo que se assemelha a ele – do típico socialista. Como assim?! Então quer dizer que, mesmo levando em conta as estimativas mais conservadores, de um regime que obviamente ainda não foi aberto pois continua no poder, a ditadura cubana matou mais do que o dobro da segunda pior?

Em relação ao Brasil, então, é até covardia. Nosso regime militar, ao longo de mais de duas décadas, sumiu com pouco mais de 400 pessoas. Sendo que a maioria era comunista mesmo, ou seja, gente que lutava para implantar no Brasil esse “lindo” regime assassino…

Os “democratas” de esquerda, os mesmos que enaltecem Fidel, bancam até hoje as vítimas de nossos militares. Eis a lógica dessa gente: defende um regime que matou, na melhor das hipóteses, duzentas vezes mais (mil vezes mais é uma estimativa mais acurada). Sendo que em Cuba morreram praticamente só inocentes, patriotas, enquanto no Brasil eram comunistas que sonhavam com um golpe.

“Ah, mas Fidel era um igualitário sonhador que lutava pelos pobres”, diz o idiota. “Ah, mas e os avanços sociais?”, pergunta o imbecil, que ignora os verdadeiros avanços no Chile de Pinochet, ao contrário de Cuba, que vive na completa miséria.

Como fica claro, só há dois tipos de pessoas que defendem Fidel Castro e seu regime: os retardados mentais e os canalhas que adorariam ter o mesmo poder para eliminar seus adversários também. Ou seja, imbecis ou psicopatas. Não existe outra opção…

Rodrigo Constantino