Jessica Simpson, cantora e compositora norte-americana

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Jessica Simpson

Jessica Simpson

Jessica Simpson em 2011

Informação geral

Nome completo
Jessica Ann Simpson

Nascimento
10 de julho de 1980 (36 anos)

Origem
Abilene, Texas

País
Estados Unidos

Gênero(s)
Pop, dance-pop, country pop,adult contemporary

Ocupação(ões)
Cantora

Extensão vocal
Soprano lírico

Período em atividade
1993-presente

Outras ocupações
Atriz, compositora

Gravadora(s)
Proclaim (1993-1994)
Columbia (1999–2005)
Epic (2006-2007)
Columbia Nashville (2008–2009)
Primary Wave (2010-Atualmente)

Afiliação(ões)
Ashlee Simpson, Nick Lachey,98 Degrees

Página oficial
JessicaSimpson.com

Jessica Ann Simpson (Abilene, 10 de julho de 1980) é uma cantora, compositora e atriz estadunidense de música pop e countryque ficou famosa na década de 1990.[1] É irmã da também cantora Ashlee Simpson. Ela tem sete hits no Top 40 da parada americana da Billboard, dois álbuns com certificação ouro, três com certificação multiplatina na RIAA. Estrelou com seu ex-maridoNick Lachey o reality-show Newlyweds: Nick and Jessica, que se tornou a maior audiência de todos os tempos da MTV dosEstados Unidos; depois disso, Jessica se tornou uma bem sucedida cantora no cenário musical, vendendo 16 milhões de discos mundialmente, [2] além de ser considerada uma megacelebridade nos Estados Unidos e no mundo. [carece de fontes]

Índice

Biografia

Jessica Ann Simpson nasceu em Abilene, Texas. Filha de Tina Ann (née Drew), uma dona de casa e Joseph Truett "Joe" Simpson, um ministro e psicólogo.[3] Ela tem uma irmã mais nova, Ashlee, que também é cantora. O pai de Simpson deu-lhe um anel da pureza, quando ela tinha 12 anos de idade, e Simpson tem afirmado muitas vezes ela permaneceu virgem até o casamento.[4]

O primeiro talento que Jessica Simpson descobriu em sua vida foi a música, ainda na infância. Ela se apresentava na igreja batista de sua cidade, no estado do Texas, sempre acompanhada do pai. Já tentou entrar para o Clube do Mickey, atração que revelouBritney Spears, Justin Timberlake e Christina Aguilera, mas foi desclassificada na fase final.[3]

Mesmo assim, não desistiu da carreira e continuou com as atividades religiosas. Foi nesta época em que começaram a surgir suas primeiras composições. Aos 17 anos teve a oportunidade de gravar seu primeiro CD de música gospel, que foi um sucesso neste segmento.

O trabalho de estreia resultou num contrato com uma grande gravadora, a Columbia. Atualmente, ela tem seis CDs lançados com canções country, pop e dançantes, e alcançou sucesso de vendas em todo o mundo. Já no cinema, a história de Jessica Simpson foi um pouco diferente: seu primeiro trabalho aconteceu somente há pouco tempo, com a sua participação em The Dukes of Hazzard - Os Gatões: Uma Nova Balada. Antes, ela havia feito trabalhos e participações na TV e foi apresentadora.

Jessica Simpson separou-se a 24 de novembro de 2005 do cantor-ator Nick Lachey com quem foi casada durante três anos. Jessica e Nick conheceram-se em 1998 e juntos protagonizaram o reality show mais famoso e de maior índice de audiência daMTV americana: Newlyweds. Segundo Jessica, ela teve certeza de que queria se casar ao presenciar o ataque terrorista em 11 de setembro de 2001, quando ela estava em Nova York. Ele foi a primeira pessoa em que ela pensou em ligar e foi aí que o casamento foi logo levado em questão.

O seu primeiro álbum a ser lançado foi Sweet Kisses, no final de 1999, e foi um sucesso, estreando no na posição 25 da principal parada da Billboard. Teve como singles I Wanna Love You Forever, Where You Are e I Think I'm In Love With You e vendeu mais de 4 milhões de cópias e seu primeiro single chegou a uma excelente terceira posição na Billboard Hot 100.

Simpson na Celebração de Abertura 54ª Posse Presidencial

Em 2001 ela chega com seu segundo álbum - Irresistible (álbum)- que também fez sucesso. O disco trouxe uma imagem mais sexy e clipes mais bem produzidos. O primeiro single foi Irresistible, um dos grandes hits de Jessica. O segundo e último single foi A Little Bit, que não fez tanto sucesso quanto o single interior nos EUA, mas foi o primeiro single de Jessica a entrar nas paradas da América Latina.

Em 2002 ela lança um álbum somente de remixes, o This Is The Remix.

Em 2003 ela volta com toda a força, com seu quarto álbum, o In This Skin, que mostra uma Jessica Simpson mais madura vocalmente e musicalmente. Inicialmente o álbum não teve um sucesso tão grande, mas logo depois do megassucesso do seriado Newlyweeds protagonizado por Jessica e seu marido Nick, fez Jessica virar uma mega celebridade nos EUA e com isso, no feriado de natal, o álbum, que estava fora do Top 200 da Billboard, saltou para a 2ª posição com mais de 100 mil cópias vendidas naquela semana. In This Skin teve como single Sweetest Sin e o mega-hit With You , com o relançamento do álbum com um DVD e canções extras, também viraram single as regravações de Take My Breath Away e Angels. Ao todo, In This Skin ultrapassou a marca de 7 milhões de cópias vendidas.

Um disco de Natal intitulado Rejoyce: The Christmas Album foi lançado em 2004, teve como singles "Let it Snow, Let it Snow, Let it Snow", "O Holy Night" e "What Christmas Means to Me". O álbum fez um sucesso enorme no segmento natalino e vendeu mais de 2,5 milhões de cópias.

A Public Affair é o quinto álbum de estúdio da cantora. O 1º single do álbum, também intitulado A Public Affair, foi lançado em 23 de Junho de 2006, e o clipe teve sua World Premiere dia 19 de julho no TRL. No clipe, Jessica aparece ao lado de outras celebridades como Eva Longoria (Desperate Housewives), Christina Applegate (Samantha Who) e a cantora Christina Milian. Neste álbum, Jessica Simpson caminha para seu novo reinado na música, mesclando melodias R&B, batidas de Hip-Hope o Pop Dance que a consagrou, o álbum A Public Affair foi gravado quando Jessica havia acabado de se separar de Nick Lachey, Jessica estava em meio a uma depressão pós-divórcio e dizem que é por isso que o álbum não tem tanta ousadia vocal quanto os anteriores.

Em 2008 Jessica Simpson lança seu primeiro álbum no segmento country e seu sexto álbum de estúdio "Do You Know". O primeiro single, intitulado "Come on Over" foi disponibilizado na Internet em 27 de maio de 2008, e além de receber em sua maioria críticas positivas, quebrou recordes no Billboard Hot Country Songs. Nesse álbum, Jessica declarou que está voltando á suas raízes, que é uma realização profissional em sua carreira, e que as músicas falam sobre passagens de sua vida. O álbum conta com participação da cantora Dolly Parton, ícone country que escreveu e cantou com Jessica na faixa "Do You Know" e produção de John Shanks e Brett James.

Atualmente, Jéssica está trabalhando no lançamento de seu novo Reality Show, The Price of Beauty, pelo canal americano VH1.

Vida pessoal

Jessica é casada com o ex-jogador de futebol americano e empresário Eric Johnson, com quem tem dois filhos, Maxwell Drew Johnson nascida em 01 de maio de 2012 e Ace Knute Johnson nascido em 30 de junho de 2013.

Jessica queria se casar depois do nascimento da sua primeira filha, Maxwell, mas engravidou do segundo filho. Depois de um noivado de 3 anos casou-se em 5 de julho de 2014.[5]

Discografia

Ver também: Discografia de Jessica Simpson

Álbuns em estúdio
Compilações

Turnês

  • 2000: Heat It Up Tour
  • 2001: MTV TRL Tour
  • 2001: DreamChaser Tour
  • 2004: Reality Tour Live
  • 2005: Tour of Duty
  • 2009: Bob That Head Tour

Filmografia

Filme

Ano
Filme
Papel
Obs.

2005
The Dukes of Hazzard
Daisy Duke

2006
Employee of the Month
Amy Renfro

2007
Blonde Ambition
Katie Gregerstitch

2008
The Love Guru
Ela própria
Participação especial

Private Valentine: Blonde & Dangerous
Megan Valentine

Televisão

Ano
Título
Papel
Obs.

2003—2005
Newlyweds: Nick and Jessica
Ela própria
Reality-show

2004
Jessica
Jessica Sampson
Piloto - não foi ao ar
ABC originalmente transmitiria o programa em fevereiro de 2004 porém abandonou o programa em maio do mesmo ano

2010
The Price of Beauty
Ela própria
Reality-show

Participações especiais na televisão

Ano
Título
Papel
Obs.

2002
That '70s Show
Annette
"Going to California" (1º episódio, 5ª temporada)

2003
"Your Time Is Gonna Come" (13º episódio, 5ª temporada)
"Babe I'm Gonna Leave You" (14ª episódios, 5ª temporada)

The Twilight Zone
Miranda Evans
"The Collection" (1ª temporada, 38º episódio)

2009
I Get That a Lot
Técnica de informática
Especial de televisão (1 episódio)

Referências

  1. Ir para cima↑ "44th Annual Academy Of Country Music Awards Nominations Announcement" Zimbo.com Página visitada em 1 setembro de 2012.
  2. Ir para cima↑ http://www.ukmix.org/forums/viewtopic.php?t=55649
  3. Ir para:a b «Jessica Simpson Biography (1980-)» (em inglês). filmreference.com. Consultado em 1 de setembro de 2012.
  4. Ir para cima↑ «Jessica Simpson interviews» (em inglês). yaia.com. Consultado em 1 de setembro de 2012.
  5. Ir para cima↑ «Jessica Simpson deu o nó com Eric Johnson».

Ligações externas

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Class Divide: HBO Escancara seu Viés de Esquerda


Foi-se o tempo em que mensagens ocultas criticando o “cruel e nefasto sistema capitalista” eram a regra nas produções americanas. Quando o canal HBO resolve lançar um documentário intitulado “Divisão de Classes”, chega-se a esta preocupante constatação. Se eles concluíram que já é possível tirar a máscara vermelha e mostrar sua real face sem nenhum constrangimento, é porque sentiram que vivem um momento único para sua “nobre causa”. Tudo em nome do social – e de fomentar a inveja e incitar o ódio entre os cidadãos. É claro que dar um empurrãozinho para Hillary Clinton rumo à Casa Branca também não custa nada, claro.
Recomendo fortemente que assistam, pois as cenas do programa retratam bem as palavras de Ronald Regan: a liberdade nunca está a mais de uma geração de ser extintaSe a nação que prosperou como nenhuma outra em decorrência da adoção do livre mercado pode chegar a este lamentável ponto de inflexão ideológica, o que dizer de nosso país e sua recém-nascida e incipiente consciência anti-estatista. Perpassemos, pois, alguns trechos desta obra-prima do vitimismo e da segregação social:
O MOTE: tudo neste documentário gira em torno da discrepante condição financeira de alunos que frequentam uma escola secundarista de altíssimo nível no bairro West Chelsea, em Manhattan, e os moradores de um conjunto habitacional popular localizado do outro lado da rua. O diretor demonstra que tudo começou a mudar naquela vizinhança quando da inauguração do High Line, uma espécie de parque elevado – praticamente um minhocão abandonado que foi reaproveitado para fins de turismo e deu muito certo. Os resultados foram a valorização da região como um todo e o decorrente aumento da procura por residências próximas – o que desencadeou uma onda de construção de prédios de alto padrão e um aumento generalizado do valor dos aluguéis praticados. Muitos moradores antigos precisaram mudar-se, e os que ficaram acabam por dividir as calçadas com os novos abastados residentes: um prato cheio, convenhamos, para os “estudiosos” do igualitarismo. Eles devem ter salivado quando se deram conta da oportunidade ímpar de evidenciar injustiça social justamente na capital do Ocidente opressor.
Os “pobres” cidadãos de Nova York: Com menos de cinco minutos de filme, os expectadores são gentilmente informados de que “é mais difícil para uma criança nascida na América sair da pobreza do que para crianças de países mais desenvolvidos”. Nem vou questionar de onde veio esse curioso dado, pois vai que o roteirista está se referindo aos outros dez países que estão à frente dos Estados Unidos no Heritage Foundation Ranking – uma vez que liberdade econômica é exatamente o que possibilita que um cidadão nasça pobre e fique rico. Vale impugnar, sim, o paradigma utilizado: filhos de imigrantes ilegais. Sim, pessoas que foram voluntariamente para aquele país, contrariando suas regras para concessão de autorização de residência e trabalho, e que, com toda certeza, estão melhores do que em seus países de origem (caso contrário, fariam a mala e iriam embora), são apresentadas como desafortunados esquecidos pela sociedade e pelo Estado.
Uma menininha, filha de equatorianos (país vitimado pelo bolivarianismo) que fala pelos cotovelos, é instigada a dizer que “odeia dinheiro”, a certo ponto – e é claro que ninguém vai lhe explicar que, nos primórdios da humanidade, cada indivíduo comia ou vestia apenas aquilo que ele fosse capaz de coletar ou caçar, e que o “vil metal” mudou esta realidade, auxiliando as transações econômicas voluntárias. É de lavar a alma, todavia, ver Danny, um morador do lado menos próspero do bairro, elucidando a seus parceiros de basquete porque virou um Republicano: “se te oferecem um dólar ou uma oportunidade, qual você pegaria? Eu digo que a maior parte dos Democratas pegaria o dólar; muitas pessoas usam o governo e são preguiçosas”. A reação de seus amigos resume-se a “tá falando sério, brou?”. Durante os créditos do documentário, vem a informação de que o rapaz está investindo no ramo de bebidas, quer ganhar seu primeiro milhão aos 27 anos (essa “ganância” toda é caracterizada como algo negativo), e, adivinhem, associou-se com um amigo que faturava “apenas” doze dólares por hora como porteiro – exploração das mais notórias; quem sabe agora ele possa comprar uma TV de LED maior, coitado.
A Avenues School: Se alguém tinha curiosidade em saber como nasce o sentimento de ser parte da elite culpada, prepare-se para a revelação. Lá, como cá, é nas escolas (inclusive nas particulares mais caras) que a sensação de já ter nascido com uma pedra de uma tonelada sobre os ombros é incutida nos indivíduos. Expressões como “a desigualdade é um grande problema” e “me sinto mal por ter a oportunidade de estudar neste colégio” permeiam as entrevistas com os estudantes da instituição. Durante o período de filmagens, um aluno cometeu suicídio – exatamente um dos que mais enfatizava sentir-se muito privilegiado em relação aos demais moradores do Chelsea. Claro que o diretor, malandramente, tenta fazer parecer que o menino tirou a própria vida porque se sentia pressionado a ser bem sucedido na vida, mas não consegue convencer nem a si mesmo: o sangue deste aluno está nas mãos desta equipe de produção que foi até lá e ensinou a esses adolescentes que a fortuna de seus pais é um crime. Lamentável: pessoas que poderiam crescer e tornar-se aquelas que, por meio do estudo e da pesquisa, iriam proporcionar melhorias na vida de todos (inclusive de seus vizinhos menos favorecidos), vão morrer em vão ou virar ativistas, invasores e demais párias.
Os moradores “expulsos” do Chelsea: Desde 2009, o índice de reajuste de aluguéis neste bairro aumentou em uma razão dez vezes superior ao restante de Manhattan. Eis que residentes que não mais tem condições de arcar com este custo precisam se mudar. Até aí, eu achava que estava tudo normal, pois isso já aconteceu comigo, inclusive, e eu não me lembro de ter chorado nem feito protestos com cartazes na mão. Será tão humilhante assim sair do sul da ilha e procurar apartamento em outro bairro de Nova York? Vamos perguntar aos moradores antigos de Florianópolis se ficaram tão traumatizados assim quando a capital de Santa Catarina virou a “ilha da magia” e passou pelo mesmo processo a partir da década de 1970, “expulsando” alguns deles para o continente. Olvidam estes nova-iorquinos que estes novos moradores ricos trarão muitos dólares consigo, e isso vai estimular ainda mais a economia local, por certo. Quem sabe eles não gostariam que a prefeitura tabelasse os preços dos aluguéis, então. Ou proibisse novos investimentos imobiliários na região. Melhor ainda, subsidiasse o aluguel desse povo todo com dinheiro dos pagadores de impostos (incluindo eles próprios, no caso). Quanto mais intervenção e regulação estatal, melhor; eis um bom tema para outro cartaz, camaradas. Bernie Sanders curtiu essa manifestação!
A instituição sem fins lucrativos Hudson Guild: criada em 1897 por John Lovejoy Elliott, esta agência comunitária oferece programas para pessoas de baixa renda do Chelsea, de todas as idades, desde formação profissional até acompanhamento psicológico, passando por atividades recreativas. Eis aí uma grande lição involuntária que passa batida ao espectador menos atento do documentário: quanto menos Estado, mais solidárias as pessoas podem ser (e são). Não deve ser tarefa das mais fáceis ser caridoso em Cuba – não por falta de vontade, mas sim porque ninguém possui além do estritamente necessário para sobreviver (na melhor das hipóteses), se não estiver mancomunado com o governo dos Castro. O instituto Guga Kuerten, por exemplo, tenta fazer um trabalho similar no Brasil, mas poderia ir muito além se seu patrono não estivesse sendo extorquido pela Receita Federal – sim, aquele mesmo CARF que perdoou dívidas bilionárias de políticos e empresários adeptos do capitalismo de compadres. Quem mandou querer assumir as funções do Estado de bem estar social, manezinho…
Enfim, seria possível continuar escrevendo por horas a respeito desta verdadeira ode ao ressentimento, tal o número de parvoíces enunciadas, mas só mesmoassistindo na íntegra para saber do que estou falando. Apenas recomendo cautela: pular pela janela como penitência por fazer parte da “zelite” pode ser um dos efeitos colaterais desta obra televisiva. Michael Moore está “fazendo escola”, pelo jeito. Mas esta escola dificilmente será “ocupada por estudantes”.

PSOL CARIOCA SE ARTICULA PARA LUTAR CONTRA ESCOLA SEM PARTIDO: E VOCÊ VAI PERMITIR?

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A acirrada disputa entre PRB e PSOL na eleição para a prefeitura do Rio se estenderá para a Câmara de Vereadores, e a primeira batalha promete ser em torno da ideia de “escola sem partido”.

Um projeto de lei, de autoria do vereador Carlos Bolsonaro (PSC), já tramita na Casa e estipula a criação do “Programa Escola Sem Partido”. Iniciativas semelhantes foram apresentadas pelo país. Na campanha, o prefeito eleito, Marcelo Crivella (PRB), defendeu a tese. Há na Câmara o entendimento de que, em função da aliança entre Crivella e a família Bolsonaro no segundo turno, o tema deverá entrar na pauta no início do governo. E levantamento do GLOBO já mostrou que ao menos 30 dos 51 vereadores eleitos já declararam apoio publicamente ao senador.

O assunto surgiu ao longo da eleição, e ataques foram direcionados ao candidato do PSOL, Marcelo Freixo. Adversários afirmavam que ele seria favorável a um ensino ideologizado. Freixo se diz contra a partidarização nas aulas, mas ressalta que os professores não podem se abster de promover discussões e estimular o pensamento dos alunos. Logo após o resultado primeiro turno, Freixo discursou contra o projeto, em comício na Lapa.

A bancada do PSOL, que saiu de quatro para seis vereadores e será a segunda maior da Câmara, já prepara a resistência.

– Vamos fazer uma oposição programática ao governo do Crivella, não uma oposição pela oposição. Tenho muito receio de que essa prefeitura represente um retrocesso no que diz respeito às liberdades individuais e ao Estado laico. Vamos lutar para impedir a provação do projeto escola sem partido. Esse vai ser um dos primeiros embates, e dos mais importantes – afirma o vereador Renato Cinco (PSOL), reeleito.

Retrocesso? Liberdades individuais? Sei… O que o PSOL quer é preservar a doutrinação ideológica nas escolas, da qual faz uso e abuso e é o maior beneficiado. Militantes disfarçados de professores fazem propaganda para a extrema-esquerda, e basta ver a quantidade de jovens “estudantes” apoiando a candidatura de Freixo para verificar o resultado nefasto disso. São criminosos, que desrespeitam a Constituição, a ética, a decência e o ECA para tentar influenciar jovens em vez de instruí-los e deixar que pensem por conta própria.

Freixo fala de preservar o direito do professor de “promover discussões e estimular o pensamento dos alunos”. Como se fosse isso que existisse hoje, e como se o Escola Sem Partido quisesse, de alguma forma, impedir o livre debate! É o contrário! O que o projeto quer é garantir o direito do aluno de ter um livre debate, de ter acesso à pluralidade de ideias, de ter um professor que busque a neutralidade, em vez de tentar “fazer a cabeça” dos alunos, como ocorre hoje.

O PSOL é contra tudo aquilo que presta, e defende tudo aquilo que não presta. Levou uma surra na eleição. Espero que fique claro agora como essa oposição ao Escola Sem Partido vem justamente daqueles que defendem o radicalismo de esquerda, o socialismo, a visão sectária de uma seita ainda pior do que a Igreja Universal do bispo Macedo. E para quem não estiver convencido ainda, uma boa notícia, que dei ontem na minha página do Facebook:

Caros leitores, o blog terá menos atividade hoje pois vou aproveitar o feriado para finalizar a revisão do meu livro novo com Miguel Nagib sobre o Escola Sem Partido e a doutrinação ideológica em nossa “educação”. É, portanto, por uma boa causa. O livro está um espetáculo, e a capa já foi até aprovada. Mas calma… só em 2017! Ainda falta passar pelas mãos de tesoura de Carlos Andreazza, nosso editor. Aguardem no local…

Modéstia às favas, o livro está realmente fantástico, e olha que nem passou ainda pela edição da Record, que sempre dá um jeito de melhorar o original. É um verdadeiro tratado sobre a doutrinação ideológica, uma espécie de “livro negro da educação brasileira”. Não dá para ler aquelas páginas todas, ter acesso a todos aqueles fatos, e ainda achar que Freixo e o PSOL querem mesmo resguardar o “livre debate” em sala de aula.

Está bem claro o que temos aqui: de um lado, os partidos de extrema-esquerda querendo manter o status quo, essa “educação” que é, na prática, pura doutrinação e leva o Brasil à rabeira nos rankings internacionais, com alunos que não sabem ler ou fazer conta direito, mas conhecem a cartilha do PSOL de cor; e do outro, aqueles que querem trocar essa porcaria por legítima educação, os que desejam uma escola sem partido!

Rodrigo Constantino

FAZ SEU CHURRASQUINHO DOMINGO? OPRESSOR! CÚMPLICE DO AQUECIMENTO GLOBAL!

Fonte: IstoÉ

Fonte: IstoÉ

A picanha, a fraldinha e a maminha, bem salgadas, feitas na brasa, símbolos de um bom churrasco, estão se tornando inimigas do clima. É que a carne, desde a criação do gado até a mesa do brasileiro, é responsável pela liberação de grande quantidade de gases que causam o aquecimento global, segundo o Observatório do Clima (OC) – rede que reúne 40 organizações da sociedade civil. A recomendação é que o consumo de carne de boi seja menor e a produção mais eficiente.

Os impactos causados pela agropecuária são responsáveis por 69% das emissões de gases de efeito estufa do Brasil. Estão incluídos na conta poluentes decorrentes do processo digestivo e dejetos de rebanhos, o uso de fertilizantes e o desmatamento (43% das emissões nacionais).

Os números são do Sistema de Estimativa de Emissão de Gases de Efeito Estufa (Seeg), do Observatório do Clima, divulgados no Rio de Janeiro.

De acordo com a coordenadora de Clima e Agropecuária do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola  (Imaflora), Marian Piatto, que integra a rede do observatório na agropecuária, somente o gado de corte é responsável por 65% das emissões de gases de efeito estufa na agropecuária.

Ela explica que um dos problemas está no sistema digestivo dos animais com dificuldades de processar o capim. “O gado bovino, quando se alimenta do capim, explicando de uma maneira bem simples, elimina metano por meio do arroto e do pum. Não é como nos carros, que vemos uma fumaça cinza, mas são poluentes”.

Lá vem esse papo de flatulência da vaca novamente! Que os leitores me perdoem, mas preciso desabafar: que gente chata da porra! É muita falta do que fazer, muita paranoia, histeria, chatice. Sem falar da agenda ideológica por trás, e dos milhões de intere$$e$…

Agora o pum da vaca vai derreter o planeta! E você, que faz seu churrasquinho no fim de semana com os amigos, é um opressor, um insensível, um inimigo de Gaia. Vamos todos virar veganos, comer apenas tofu e valorizar mais o ovo da galinha do que o feto humano, como fazem esses “progressistas”.

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O mundo está beirando o insuportável. A era do politicamente correto, com suas subdivisões para o ecologicamente correto e o animalescamente correto já cansaram. Eu vou continuar aqui, remando contra a maré vermelha. Eis minha minibio, que quase usei em Esquerda Caviar para fazer meus detratores surtarem de vez:

Rodrigo Constantino adora animais (de preferência ao ponto para mal passado), gosta de mulher (da própria esposa, mais especificamente), fuma charuto ocasionalmente (mas não curte drogas), não liga para reciclagem ou para comida orgânica, detesta aquela luz branca de hospital em casa, não perde noites de sono por causa do mico-leão-dourado em extinção, recusa-se a dirigir um daqueles carros elétricos horrorosos, aprecia armas (especialmente aquelas que intimidam ou eliminam bandidos), abomina a ideia embusteira de justiça social, não considera o lucro um pecado, apoia o povo de Israel contra os terroristas islâmicos, não culpa o Tio Sam pelos males da Humanidade (muito pelo contrário) e, apesar de ateu, respeita o legado positivo do Cristianismo e da Igreja em nossa civilização. Em suma, trata-se de um herege incurável para a seita esquerdista!

Amém!

PS: Se o problema é fazer churrasco aos domingos, tudo bem: faremos aos sábados!

PS2: Nem se fala mais em “aquecimento global”, pois ficou claro que era muita histeria e há indícios de que o planeta pode estar se esfriando. Agora só se fala em “mudanças climáticas”, que é mais seguro, pois engloba qualquer coisa…

Rodrigo Constantino

NOTA DE FALECIMENTO: PT DEIXA, PORÉM, SEU FILHO PSOL E INÚMERAS VIÚVAS POR AÍ

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A coluna de Flavio Quintela hoje na Gazeta do Povo está bem criativa. Aproveitando o Dia de Finados desta semana, logo depois da acachapante derrota da esquerda nas urnas, ele redigiu uma “nota de falecimento” dessa peste, dessa praga que espalhou tanta desgraça por nosso país. Eis um trecho:

Faleceu neste domingo último o Partido dos Trabalhadores, vulgo PT, aos 36 anos de idade. A autópsia revelou a causa mortis: concussão eleitoral agravada por uma infecção parasitária generalizada. O falecido deixa um filho, Partido Socialismo e Liberdade, 12 anos de idade, e milhares de viúvas espalhadas pelos bairros nobres, redações, universidades e escolas do país.

Durante a autópsia, ao abrirem o crânio, os médicos encontraram evidências de uma malformação congênita que impede o desenvolvimento do cérebro e causa danos irreparáveis na criança. Não há ainda uma explicação de como o falecido conseguiu sobreviver até a idade adulta carregando essa condição, mas uma equipe de pesquisadores tenta no momento correlacionar esta anomalia ao local onde ele nasceu e viveu – eles esperam provar que em nenhum outro país do mundo alguém com uma condição dessas passaria do primeiro ano de vida.

[…]

Enquanto isso, milhares de viúvas choram inconsoláveis, principalmente depois de terem descoberto que o falecido deixou apenas dívidas, e que não haverá mais mesada para nenhuma delas. Curiosamente, consultórios de psiquiatria da zona sul do Rio de Janeiro apresentaram um aumento de 80% em número de pacientes. Houve também diversos atendimentos a suicidas feitos pela linha de emergência da polícia, muitos deles usando nomes de artistas brasileiros famosos. O delegado responsável não quis se pronunciar sobre o caso quando perguntado se os suicidas eram realmente artistas famosos ou se apenas usaram os nomes para ocultar sua identidade. Disse ele: “Não vou comentar sobre o caso, não vou confirmar para vocês que são artistas de verdade, porque minha mulher não vive sem novela. Entendam o que quiserem”.

O enterro está marcado para 1.º de janeiro de 2017, em local ainda a ser divulgado.

O humor é tudo. Mas talvez esteja cedo demais para celebrar. Como Mark Twain, que constatou que a notícia de sua morte era um tanto prematura, o PT ainda vive. Talvez não no próprio PT, mas por aí, espalhado em outros partidos, na mentalidade de parte do povo brasileiro, acostumada a sempre olhar para o estado como uma vaca leiteira, para o empreendedor como um explorador, para o lucro (dos outros) como um pecado.

O PT sofreu um golpe quase fatal, mas o petismo continua vivo. Mesmo os parasitas pendurados nas tetas estatais ainda estarão por aí em 2017. Muitos serão enxotados, é verdade. Mas tantos outros continuarão prejudicando o funcionamento do país, agarrados aos seus cargos com unhas e dentes. O aparelhamento foi muito grande, e leva tempo para reverter o quadro. Ainda há muita luta pela frente.

Não podemos relaxar. O maior segredo do diabo é fingir que não existe. A guerra está só começando. O PT perdeu importantes batalhas, o Brasil não virou a Venezuela, tivemos o impeachment, a Lava-Jato pode acabar prendendo Lula, e o povo rejeitou o projeto petista nas urnas. Mas essas coisas são cíclicas, e a conjuntura econômica teve muito a ver com essa situação.

Todo cuidado, portanto, é pouco. De minha parte, só vou relaxar no dia em que essa criatura abominável estiver bem enterrada a seis palmos do solo, num caixão lacrado, ou de preferência cremado até virar cinzas.

Rodrigo Constantino

PRIMEIRAMENTE, FORA PT

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Por Percival Puggina

O “Fora Seja Lá Quem For” é uma expressão de desejo que acompanha a vida do petismo quando não é ele que manda. O partido, que sempre quis derrubar os governos que o antecederam no poder, retoma, agora, suas velhas exortações golpistas. Por isso, até mesmo professores iniciam suas aulas com o ensaiado bordão “Primeiramente, Fora Temer”. Não se aborreçam, portanto, com o título deste artigo. Não fui eu quem começou. A gente poderia atribuir a essas manifestações esquerdistas um sentido anedótico, supor que sejam mera expressão de sintonia com o diapasão do governo cassado. Sim, sim, a gente poderia. Não fosse o que vem junto.

Observo com preocupação, desalento e pesar o rumo das invasões em curso no país. Poderia dizer – Danem-se! – a esses rapazes e moças. Danem-se com seus sofismas, sua retórica de enganar bobo, suas incongruências e inconsequências! Mas prefiro questioná-los. Onde estava essa indignação postiça quando o Brasil era roubado em centenas de bilhões? Onde se ocultava essa insofreável defesa da Educação enquanto o desempenho escolar os precipitava para os últimos degraus nos comparativos com seus colegas, mundo afora? Quem fez “Não!” com um dedinho sequer quando Dilma Rousseff, logo após reeleger-se presidente desta desacreditada República, cortou R$ 10 bilhões do orçamento da Educação? Quantos dentre vocês, alguma vez na vida, meteram o pé no barro ou na poeira das vielas pobres para estender a mão a algum dos miseráveis em nome de cujos interesses se atrevem a falar? Quem aí já participou de ações contra o uso de drogas ou tentou demover algum colega da dependência em que se arruína?

Vocês se agrupam e acantonam para defender uma organização criminosa que operava no coração do Estado em que são cidadãos! A elite política que vibra com essas invasões é a mesma que serve aos interesses de réus confessos, de ladrões que estão devolvendo, em espécie, o que roubaram do país. É a mesma elite acusada por megaempresários que desenham ante os olhos da justiça os escabrosos meandros da corrupção. É a mesma elite que se derrete em louvações e aplausos ouvindo uma aluna invasora em sessão de comissão do Senado Federal. E é a mesma que os ensinou a chamar fascistas a quem apontar o fascismo presente nessas agressões aos direitos alheios.

Nada lhes diz a voz das ruas? Não chega aos sentidos de vocês o grito das urnas? O povo brasileiro, o povo simples deste país, em incontrastável demonstração de vontade política destituiu o PT de sua ambicionada hegemonia. A exoneração do PT integra o mundo dos fatos. Não bastante isso, o mesmo povo concedeu uma enxurrada de votos aos partidos que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff. Não há o que negar: a sociedade brasileira decidiu depositar nesse novo governo, suas esperanças em meio à terrível crise deste circo que vocês querem incendiar. Ele nem longe se assemelha ao que mais gostaríamos, mas é o governo constitucional possível.

 

Percival Puggina