Pérolas do Facebook–11.9.2016

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Eu Amo Meu Marido com Gloriana Vasconcelos.Curtir Página

20 h ·

Só as mães entenderão...

 

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É o bicho
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9 de setembro às 19:56 ·

" Uma selfie para registrar o dia que fiz coco no banco de uma BMW! Isso sim é ostentação"

 

 

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Porto Alegre 24 Horas

17 h ·

Veículo roubado no bairro Petrópolis

"Amigos, tivemos nosso carro roubado ontem a tarde, sexta 09/09. Assalto à mão armada, ninguém se feriu, mas levaram um Citroën Aircross 2013 prata, placas IUA-7478 na Rua Ferreira Viana, bairro Petrópolis. Se puderem compartilhar, agradecemos o apoio.
Meu fone é 96950035"

 

 

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Sociopatia

Sociopatia ou psicopatia são nomes dados para o transtorno da personalidade antissocial, um padrão de comportamento caracterizado pelo desrespeito e pela violação das normas estabelecidas pela sociedade.

O sociopata, por uma ausência de freio moral, não consegue ter respeito à integridade do outro.

É uma forma de comportamento que se inicia na infância e segue por toda a vida.

Sibarita

O termo sibarita – para designar uma pessoa que valoriza riqueza e os prazeres e, por isso, não é muito bem vista – vem da cidade siciliana de Sibaris (fundada pelos gregos).

Sêneca, o famoso frasista romano da época de Cristo, falava com desprezo dos habitantes de Sibaris.

Shakespeare, o amor é cego

A expressão “o amor é cego”, tão conhecida e tão repetida em todas as línguas foi criada por Shakespeare. Em O Mercador de Veneza, escreveu, em 1596: “but love is blind and lovers cannot see/the pretty follies than themselves commit” (Mas o amor é cego e os amantes não conseguem ver as graciosas loucuras que eles mesmos cometem”).

Egoísmo e vaidade, por Plínio Pereira Carvalho

Passamos a maior parte de nossa vida tensa e angustiada para manter nosso sustento financeiro, sempre com medo de tudo perder. Porém quando nos aproximamos da velhice, conforme Platão nos ensinava que “o olho do espírito (a experiência) só começa a enxergar claramente quando o olho corporal já começa (na velhice) a perder sua acuidade” percebemos a imaturidade de tais atos. Damo-nos conta do caráter ínfimo, transitório e irrisório de tudo isso. Brigamos por coisas sem nenhuma importância; nos matamos pelas sobras dos ossos debaixo da mesa; perdemos nossa vida alimentando o ilusório ao invés de valorizar o eterno ser espiritual que somos. Tudo isso para depois nada receber; vivemos para tudo conquistar apenas para nos dar conta que breve vamos tudo perder. Sofremos pelas perdas como uma criança chora e se esperneia ao perder sua bola, e quando chega a idade adulta, admite que a perda da bola foi um episódio absolutamente sem valor.

 

Fonte: https://www.facebook.com/pliniopereiracarvalho/posts/10205996351422668

Major Olímpio: 'O mal não é inexperiência, mas safadeza'

Publicado em 9 de set de 2016

Major Olímpio, candidato a prefeito pelo Solidariedade, diz que, se eleito, fará um pente-fino em todos os contratos da prefeitura paulistana e defende a ação da Polícia Militar nos protestos. "Há infiltração de criminosos e bandidos no 'Fora, Temer'".

 

Reforma trabalhista não é “perda de direitos”, mas conquista de liberdades

blog

Não há câncer maior no Brasil do que as máfias sindicais. Há décadas elas jogam contra o país, preservando privilégios para a elite sindical à custa do trabalhador, que dizem defender. Quando a imprensa repete sem critério que reformas trabalhistas representariam a “perda de direitos” dos trabalhadores, fazem o jogo sujo desses sindicatos, são seus cúmplices.

Quem está realmente do lado do trabalhador, não apenas nos discursos, mas na prática, precisa defender uma flexibilização em nossas anacrônicas e obsoletas leis trabalhistas, datadas da era fascista do ditador Vargas.

A proposta que o governo Temer vem lapidando vai nessa direção acertada, apesar de estar muito aquém do que necessitamos. Essa notícia mostra que a tendência é boa, ainda que em magnitude e velocidade insuficientes para nosso progresso deslanchar:

A reforma trabalhista que está sendo desenhada pelo governo Michel Temer vai incluir a possibilidade de contratação por horas trabalhadas ou por produtividade (serviço específico), o que permitirá o vínculo do trabalhador com mais de uma empresa, segundo o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

O governo também quer deixar claro que convenções coletivas poderão acordar a possibilidade de um trabalhador cumprir jornada de até 12 horas por dia, com a limitação semanal de 48 horas. Esse modelo já é utilizado nas áreas de enfermagem e de vigilância, mas precisa de segurança jurídica, na avaliação do ministro.

As duas novas modalidades de contratação, por produtividade e por horas trabalhadas, serão criadas para serviços especializados, como uma opção extra à contratação por jornada de trabalho, utilizada atualmente, e que prevê vínculo com apenas um empregador.

Kim Kataguiri, do MBL, explica de forma bem didática a necessidade das reformas e o que está por trás dos interesses dos sindicatos:

 

 

 

Acabar com o nefasto imposto sindical, flexibilizar as leis trabalhistas aumentando o espaço para acordos entre empresas e trabalhadores, facilitar a contratação e a demissão, e reduzir os encargos trabalhistas, que oneram a folha das empresas a ponto de dobrar seu custo efetivo com o salário dos trabalhadores, são passos cruciais para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros e dar mais dinamismo ao mercado de trabalho.

Quem é contra isso, por representar “perda de direitos”, pode não saber, mas está do lado das máfias sindicais e contra os trabalhadores.

Rodrigo Constantino

Mais mulheres na política? Basta elas quererem!

blog

Por Bourdin Burke, publicado pelo Instituto Liberal

Em março deste ano, o Tribunal Superior Eleitoral resolveu gastar dinheiro dos pagadores de impostos lançando uma campanha intitulada “Igualdade na Política”, cujo objetivo consistiu em incentivar a participação feminina nos pleitos eleitorais. Conforme declaração do presidente do órgão, seria missão precípua do Estado brasileiro corrigir a discrepância entre o número de mulheres em nossa sociedade e sua representação em cargos eletivos.

Com este intuito, até mesmo estipular cotas de candidatas por partido (já em vigor) ou o número mínimo de mulheres em casas legislativas (iniciativa que já tramita como PEC no Senado) seriam medidas perfeitamente justificáveis. De se lamentar que a lógica – bem como a busca pela eficiência e pelo interesse público –, esta velha inimiga do discurso feminista e vitimista, não dê suporte a nada disso.

Uma das peças publicitárias divulgadas pelo TSE torna evidente, a partir das informações que ela própria veicula, esta contradição: segundo consta, 51% do eleitorado nacional é composto por mulheres – ao passo que elas ocupam apenas 9% das vagas em cargos políticos. Ressalte-se ainda que, nas eleições municipais de 2016, pela primeira vez, o eleitorado feminino será maior que o masculino nos 26 estados onde haverá votação no dia 2 de outubro.

E aí está o pulo do gato: se a maior parte dos cidadãos que irão votar são do sexo feminino, elas poderiam, em tese, eleger todas (sim, todas) as candidatas nesta eleição, sem precisar de nenhuma tutela estatal que lhes confira privilégios e tratamento diferenciado. Elas poderiam simplesmente defenestrar grande parte dos homens da política, se assim o quisessem. Só que, aparentemente, elas não querem. Por qual razão?

Imagem da campanha para participação feminina na política.

Imagem da campanha para participação feminina na política.

Em primeiro lugar, aparentemente (e felizmente), as mulheres têm sido pouco “corporativistas” na hora de escolher representantes. No momento de optar entre um homem e uma mulher que pedem seu voto, tudo leva a crer que elas têm dado preferência ao melhor candidato (em sua avaliação subjetiva), independentemente do sexo. Como dizia Gugu Liberato em seu programa dominical, “ponto para as mulheres”: nomear o administrador de orçamentos bilionários é uma tarefa relevante demais para deixar a cartada sexual falar alto e influenciar a decisão a ser tomada.

Diferentemente do papelão protagonizado por Mirian Leitão e outras “progressistas” quando da formação do ministério de Michel Temer, ocasião em que a famigerada “luta de classes” foi trazida de volta ao centro da arena de debates, a maior parte das brasileiras tem privilegiado outros critérios perante a urna além de, simplesmente, analisar se o aspirante ao cargo usa saia ou calça. Se assim não fosse, Gleisi Hoffman seria governadora do Paraná – nos livraram desta, as quistas conterrâneas paranaenses.

Mas alguém poderia alegar que o número de mulheres que se filiam aos partidos políticos ainda é relativamente baixo. De fato, nas eleições de 2016, 31% dos candidatos são do sexo feminino. Até mesmo o Partido da Mulher Brasileira (PMB) registrou apenas 43% de candidatas. Todavia, as questões que merecem ser levantadas aqui são: há mulheres interessadas em participar do mundo político para alavancar essas estatísticas? Há registro de partidos políticos rejeitando mulheres que gostariam de disputar cargos? A resposta para estas perguntas podem ser encontradas na dificuldade de muitos partidos em preencher a cota mínima de candidatas.

Ou seja, se, por razões de ordem diversa, as mulheres do Brasil preferem manter-se afastadas do ambiente político, não é o Estado quem deveria empurrá-las “na marra” para os palanques eleitorais. Na verdade, elas não deveriam ser constrangidas a seguir carreiras de espécie alguma, e sim encorajadas a fazer o que bem entendessem de suas vidas – inclusive, se for de sua vontade, cuidar do lar e dos filhos. Mas é claro que os partidários da agenda feminista não concordam comigo. Quem sabe, na opinião destes, o próximo estágio não seja, então, demandar cotas femininas em todas as profissões; já passou da hora de termos mulheres laborando como estivadoras nos portos e jogadoras de futebol americano, não é mesmo?

“Ah, mas o meio político é muito machista, e por isso as mulheres querem dele distância”. Bom, neste caso, a solução é simples: bastaria que as interessadas formassem novos partidos políticos compostos majoritariamente por mulheres. E, uma vez mais, a predominância feminina no eleitorado facilitaria a missão: a Lei nº 9.096/1995 admite o registro de partido político de caráter nacional caso seja comprovado o apoiamento de um número mínimo de eleitores. E, levando em conta os índices alardeados pelo próprio TSE (os tais 51% de eleitoras), elas poderiam promover tal empreitada sem grande esforço. E, notadamente, sem socorrer-se do Estado. Aliás, seria especialmente interessante se um partido que pregasse os fundamentos do livre mercado fosse formado essencialmente por mulheres, uma vez que o capitalismo desempenhou papel fundamental na emancipação feminina nos últimos 200 anos. Contariam com meu voto, certamente!

O TSE tenta induzir as mulheres a interpretarem o papel de “vítimas da sociedade patriarcal”, em mais um capítulo do esforço patético e recorrente de formar “minorias”, as quais necessitariam do suporte do Estado em suas vidas, sem o qual não seriam capazes nem de dar dois passos em frente. Só que escolheram muito mal seus potenciais objetos de massa de manobra: as mulheres já deram diversos exemplos na história de que elas, de fracas e dependentes, não têm é nada – Margareth Thatcher, Joice Hasselmann e Janaína Paschoal não me deixam mentir. Mas candidatas com este perfil a esquerda não endossaria, por certo. Quer apostar?

Aliás, resolver esse imbróglio todo poderia ser muito mais descomplicado do que se imagina – seria possível, inclusive, canalizar o dinheiro desperdiçado nessas campanhas publicitárias para a Saúde, por exemplo. Bastaria seguir algumas orientações da cartilha “progressista”, segunda a qual o gênero do indivíduo é autodeclarável –muito embora nem todos concordem com isso. Quem sabe alguns candidatos não pudessem, então, declarar que se sentem mulheres, até atingir o número mínimo pretendido pelo TSE, e pronto. A genialidade da simplicidade resolvendo mais um conflito…

 

Instituto Liberal

 

Morre em batalha contra a jihad a “Angelina Jolie do Curdistão”

 

Por Rodrigo Constantino

Fonte: GLOBO

Fonte: GLOBO

Deputados propõem passe livre para apenados do semiaberto no RS

Proposta começou a tramitar nesta segunda-feira na Assembleia

Por: Juliano Rodrigues

 

Os deputados Catarina Paladini (PSB), Manuela D'Ávila (PC do B), Pedro Ruas (PSOL), Miriam Marroni (PT) e Jeferson Fernandes (PT) encaminharam nesta segunda-feira um projeto de lei que tem como objetivo conceder passe livre para apenados do semiaberto, filhos e cônjuges em ônibus intermunicipais. A proposta nasceu de debates na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia e elenca uma série de condições para a concessão do benefício.

Fragilidade no regime semiaberto faz com que detentos consigam fugir
Semiaberto no divã: uma discussão sobre o que ocorre no regime prisional

O projeto concede o passe livre aos detentos do regime semiaberto que estejam usufruindo do direito à saída temporária, além de filhos e cônjuges que tenham renda per capita inferior a 1,5 salário mínimo (receberiam duas passagens por mês). Os parentes de presos dos regimes fechado também teriam direito ao benefício. No caso de apenados que recebem liberdade provisória ou são beneficiados com prisão domiciliar, a lei prevê a concessão do passe livre apenas uma vez.

— Precisamos humanizar a relação dos apenados com a sociedade e aumentar as oportunidades. Nossa proposta tem o viés da ressocialização — explica Catarina, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia.

A proposta começa a tramitar nesta terça-feira e terá de passar pelas comissões legislativas antes de ser votada em plenário.

 

Zero Hora