A expressão “o amor é cego”, tão conhecida e tão repetida em todas as línguas foi criada por Shakespeare. Em O Mercador de Veneza, escreveu, em 1596: “but love is blind and lovers cannot see/the pretty follies than themselves commit” (Mas o amor é cego e os amantes não conseguem ver as graciosas loucuras que eles mesmos cometem”).
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